Presidente Prudente (SP),

Apresentação da lição em power point

quarta-feira, 30 de junho de 2010

teclas de atalhos - banco de dados


Como criar teclas de atalho em botões de seus formulários:
Procedimento:
a)clique na propriedade do botão ou pressione (F4);
b)localize o campo legenda da aba formato;
c)neste campo é informado o nome do botão, para incluir a tecla de atalho basta inserir & (E comercial) antes da tecla que deseja transformar em atalho. Ex: o botão tem por nome FECHAR e a tecla de atalho será a E, então ficaria desta forma: F&ECHAR

Reflexão: Nada acontece por acaso

Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão e falou:

- Pai, tô com fome!!!

O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência....

- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente...

Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:

- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!

Amaro, o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...

Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) - arroz, feijão, bife e ovo...

Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua...

Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá....

Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada...

A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades...

Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:

- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato!

Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer...

Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho...

Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas...

Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório...

Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de pequenos 'biscates aqui e acolá', mas que há 2 meses não recebia nada...

Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias...

Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho...

Ao chegar em casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso...

Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores...

No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho...

Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando...

Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele chamava-o para ajudar aquela pessoa...

E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres...

Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar...

Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...

Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula...

Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros, advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro...

Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante em seu primeiro terno...

Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço...

Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho, o agora nutricionista Ricardo Baptista...

Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um...

Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido...

Ricardinho, o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho:

'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço.. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma.. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!'

(História verídica)
Nunca é tarde para começar e sempre é cedo para parar!!!

Que Deus te abençoe poderosamente lhe concedendo o dom da fé e da caridade. Fazer obras de caridade não nos garante a salvação, isso é nossa obrigação como cristãos.

TODA HONRA, TODA GLÓRIA E TODO O LOUVOR PERTENCEM A DEUS. AMÉM

terça-feira, 29 de junho de 2010

Dividindo banco de dados


Vamos dividir o banco de dados, para que vários usuários usem o seu programa ao mesmo tempo em máquinas diferentes.

A primeiro plano teremos a idéia de estarmos trabalhando com banco duplicado, mas na verdade somente os objetos do banco estarão instalados em várias máquinas, pois as tabelas estarão na principal, a qual chamaremos de base de dados única (back-end). A parte operacional (front-end) estará em qualquer computador que desejarmos (em rede).

Isto tornará o programa leve, já que cada máquina terá um programa independente vinculados a mesma base de dados (tabelas da máquina principal).

Mas não se esqueça de um detalhe: Para que os programas em rede funcionem é necessário que a máquina principal esteja constantemente ligada.

Procedimentos (por segurança faça um copia do seu banco antes):

a) abra o seu banco de dados no modo estrutura;

b) clique em ferramentas;

c) utilitário de banco de dados;

d) divisor de banco de dados;

e) quando o assistente se abrir clique em “divisor de banco de dados;

f) na janela criar banco de dados beck-end escolha o diretório/pasta que abrigará a base de dados (a pasta que ficará compartilhada na rede);

g) clique em dividir (o access fará o resto)

Observe que as suas tabelas estão marcadas com uma seta azul ao lado, indicando que estas tabelas estão vinculadas ao banco dividido (verifique se aparece em sua pasta compartilhada um banco salvo com o mesmo nome do seu acompanhado da extensão _be). Observe que neste banco dividido existe somente tabelas e seus relacionamentos.

Obs: Em alguns casos os botões de acesso aos formulários e relatórios do seu banco poderão não funcionar, para solucionar este problema:

a) entre no seu programa (tecla shift);

b) exclua todas as tabelas (setas azuis);

c) inclua novamente a partir do banco que esta na pasta compartilhada (arquivo – obter dados externos – vincular tabelas), mas somente as tabelas, pois a parte operacional (formulários, relatórios, consultas e macros) estão ok.

Importante: Qualquer alteração nas tabelas deverão ser efetuadas no banco que está na pasta compartilhada (back-end).

As alterações nos objetos (formulários e relatórios) deverão ser feitas em todas as máquinas onde estiver instalado o programa (uma a uma), ou se preferir faça as alterações em sua copia e reinstale novamente em cada máquina, mas não se esquecendo que deverá vincular as tabelas novamente.

Pedro - o antes e depois

1 – A chamada
Simão era o diminutivo de Simeão. Após o encontro com Jesus teve o seu nome mudado para Pedro (pedra pequena, pedregulho), porém para crer realmente foi preciso sinais (geração incrédula que precisava deste recurso para crer).

a) 1º sinal – primeira pesca milagrosa. Este foi o grande sinal para que Pedro reconhecesse o senhorio de Jesus, tanto que se prostrou e confessou-se um homem pecador;

b) 2º sinal – andou por sobre as águas. Pedro pediu um sinal para crer que aquela visão era real, não acreditou de inicio;

c) 3º sinal – segunda pesca milagrosa. Pedro já havia negado Jesus e se sentia um derrotado espiritualmente e profissionalmente estava sentindo o mesmo.


2 – Características:
a) era apenas um ouvinte, mesmo diante de tantos sinais e experiências não havia amadurecido;

b) não tinha sintonia com a vontade de Deus, ou chegava antes ou depois, nunca no momento certo, falava demais;

* onde estava quando a sua sogra foi curada?

* declarou que Jesus era o filho de Deus, no entanto depois desta divina revelação deixou-se usar pelo inimigo;

* imaginou que Jesus também tivesse que pagar os tributos, a sua intenção era lembrar Jesus de suas obrigações;

* falava antes da hora, entrava em conversa que não lhe dizia respeito (transfiguração);

c) o inimigo quis cirandar em sua vida, mas será que resistiria se Deus tivesse permitido?

d) era impulsivo (respostas rápidas, não pensava). Em muitas oportunidades queria deixar bem claro que Jesus não estava desamparado e nem só na batalha;

e) fazia parte da coluna tripla apostólica (Pedro, Tiago e João);

f) imaginou que pelo uso da violência pudesse livrar Jesus da prisão (cortou a orelha de Malco);

g) não deixou Jesus lavar os seus pés, imaginando que seria obrigação sua, mas depois implorou, na iminência de ser excluído do plano de Deus. Quantos não deixam Jesus fazer a obra e quando a coisa aperta suplicam desesperadamente;

h) era um fracassado espiritualmente (depois de negar) e um fracasso profissionalmente (voltou a pescar depois do calvário)


3 – Conversão:
Pedro não era convertido, pois o próprio Jesus o alertou a este respeito. A sua conversão somente aconteceria após a sua negação pela terceira vez.

Mesmo diante desta vulnerabilidade foi o único que acompanhou a prisão de Jesus e parte do julgamento.

Quando o galo cantou pode perceber que a impetuosidade, o destemor, a coragem e valentia demonstrada durante o ministério de Jesus não tiveram valia. Havia se portado desta forma durante todo o ministério de Jesus, mas na primeira oportunidade temeu e negou Jesus.

Estava triste (II Cor 7”9-10), porém o diferencial foi que mesmo nestas condições ele não se isolou como Judas fez e preferiu ficar na companhia dos outros discípulos.

No terceiro dia correu ao sepulcro com João e foi grande a sua alegria, pois a vergonha da negação agora era passado, tinha ficado para trás.

Experimentou a lei da semeadura (3 vezes negou e por 3 vezes teve que declarar que amava Jesus) agora diante das perguntas respondeu a todas e na terceira se rendeu ao poder dos céus.


4 – Novas características após a conversão:
a) se tornou pescador de homens;

b) estava revestido do poder;

c) o seu temperamento era agora controlado pelo Espírito Santo;

d) tornou-se homem de oração, antes não conseguia velar nem por uma hora (At 3”12) e agora vivia em constante oração;

e) antes uma simples criada o amedontrara o fez negar, agora diante do Sinédrio (mesmo tribunal que julgou Jesus) não calou-se;

f) tinha o dom da palavra da ciência, pois o Espírito Santo revelou a ele a artimanha de Ananias e Safira;

g) deu inicio a uma série de pregações e ações dos apóstolos;

h) pregou aos irmãos separados samaritanos e depois aos gentios, não levou em conta o multiculturalismo;

i) milagres de Pedro: cura um aleijado, At 3:7. Denuncia o pecado de Ananias e Safira, At 5:5,10. Cura enfermos, At 5:15. Cura Enéias, At 9:34. Ressuscita Dorcas, At 9:40.


5 – O grande dilema:
Depois de tantas atitudes negativas e alguns fracassos ele sentiu desejo de mostrar alguma atitude para cobrir suas falhas, desesperado disse que até morreria por Jesus se fosse o caso.

Estava disposto a fazer isto, pois seguiu Jesus até ao palácio do sumo sacerdote, para se preciso fosse, depor a favor, porém temeu quando olhou ao redor e viu os inimigos por todos os lados. Era uma noite fria por isso procurou a fogueira para se aquecer, foi quando foi reconhecido por um parente de Malco. Pedro estava no lugar e hora errada.


6 - Vara transformada em rocha
a) impulsivo por natureza: Mt 14:28; 17:4; Jo 21:7;

b) compassivo e afetuoso: Mt 26:75; Jo 13:9; 21:15-17;

c) cheio de contradições estranhas, às vezes presunçoso: Mt 16:22; Jo 13:8; 18:10;

d) às vezes tímido e covarde: Mt 14:30; 26:69-72;

e) abnegado: Mc 1:18;

f) sem dúvida inclinado a ser egoísta: Mt 19:27;

g) dotado de visão espiritual: Jo 6:68;

h) sem dúvida lento para compreender verdades mais profundas: Mt 15:15,16;

i) fez duas grandes confissões de fé em Cristo: Mt 16:16; Jo 6:69;

j) fez também uma covarde negação: Mc 14:67-71.

extraído do plano de aula utilizado nas lição nº 9 do 3º trimestre de 2007 – A busca do caráter cristão. Aprendendo com homens e mulheres da Bíblia: Ailton Silva.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

vídeo - Lamento de Israel - Sérgio Lopes

Perfeito para estas duas ultimas lições do trimestre. Como é triste ver o povo caminhando e deixando Jerusalém para trás.

Esta é uma das histórias mais impressionantes da relação Deus e Israel, a permissão, a proteção, mesmo na Babilônia, a pobreza, a miséria dos que não foram deportados.

veja o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=QPf1iOiM30Y

BREVE PLANO DE AULA E RESUMO DA LIÇÃO 13

1) O TRISTE FIM DE UM MINISTÉRIO PROFÉTICO:
Como imaginar Jeremias satisfeito pelo seu serviço profético? Como suportar aquela visão?

O alivio de Jeremias vinha no fato de acreditar que Deus estava permitindo e que toda aquela situação estava por marcar o início do arrependimento do povo.



Nada na cidade escapou da devastação babilônica, nem mesmo o suntuoso Templo, os outros edifícios, os tesouros, os utensílios, as autoridades e a sociedade judaica.

Como ter esperança diante desta catástrofe?

O certo é que, por parte de Jeremias, tudo foi feito para se evitar aquela situação, pois entregou ao povo as mensagens (não foram poucas), agüentou humilhações, sofrimentos, escárnios, prisões, calúnias, difamações, mentiras, etc, mas em nenhum momento deixou se enfraquecer por tais situações, antes pelo contrário, sentia-se mais forte e convicto da necessidade do concerto do reino do Sul.

Tinha a certeza que agora a atenção de Deus estaria voltada para o povo deportado para a Babilônia, mesmo nesta situação estariam sendo velados e guardados. Estes eram os pensamentos de paz, profetizados pelo profeta.


2) LAMENTAÇÕES – TRISTEZA PRESENTE – ESPERANÇA FUTURA
O livro das Lamentações é considerado um poema fúnebre, hinos tristes, choro em alta voz, possui 5 capítulos, sendo:

a) Quatro capítulos com 22 versiculos (cada um representando uma letra do alfabeto hebraico);

b) Um com 66 versiculos (cada três representa uma letra do alfabeto).


Foi escrito com o intuito de mostrar, a Israel, quão sofrível era a sua situação, após a queda, fruto de seus pecados e apostasia. Deveria ser lido e recitado, anualmente, por todos para que relembrassem aqueles acontecimentos tristes e para que vissem que mesmo diante de toda aquela tragédia Deus ainda havia sido misericordioso com aquela nação.

Todos os acontecimentos envolvendo a cidade foi registrado pelo profeta neste livro, que em nenhum momento atribui a autoria e nem tampouco exaltou o homem (Babilônia) pelo ocorrido, pois em sua mente tudo era obra das mãos de Deus, permissão Dele para que Israel aprendesse a lição. O conserto, tão necessário, não ocorreu em Jerusalém, mas sim em terras muito distantes.

O profeta também exaltou as misericórdias de Deus, que segundo ele, foi a única causa de não terem sido todos consumidos ali mesmo.

O tema central do livro é a destruição catastrófica da cidade. As doenças, a fome e a invasão babilônica proporcionaram ao povo um sofrimento insuportável, pois todos acreditavam que estavam constantemente sob a proteção Divina, que jamais seriam ambos (cidade e Templo) destroçados.

Estava sendo difícil para contemplarem aquela situação desoladora.

E o arrependimento? Em nenhum momento vimos alusão a isto por parte dos judeus, mas não podemos dizer o mesmo do sentimento de perda, desmoralização, remorso, desilusão, desanimo, submissão ao reino babilônico, estes sim vem evidentes no rosto de todo aquele povo. Na verdade era uma nação inteira sem religião, sem fé, sem esperança.

Tudo havia sido profetizado por Jeremias, mas não deram crédito. Vários foram os fatores que levaram Deus a permitir tal situação:

a)corações perversos e desviados;
b)Profanação do Templo;
c)Troca de utensílios do Templo por mantimentos para sobreviverem.
Mesmo tendo como foco principal o lamento, foi possível ver Jeremias incitando o povo ao conserto, ainda não era tarde.


3) ATIVIDADE PROPOSTA
Ah! Se todos nós tivéssemos a força, coragem, sentimento e crença que Jeremias teve durante o seu ministério profético. Muitas coisas poderiam ser evitadas e certamente muitas vitórias alcançaríamos.

No final da aula utilize alguns minutos para resumir em um ato todo o trimestre estudado.


1ª ATIVIDADE
Os alunos deverão imaginar que estão em Jerusalém e todos os dias eles se encontram o profeta na praça central profetizando e entregando sempre a mesma mensagem, CATIVEIRO, BABILÔNIA, 70 ANOS, ARREPENDIMENTO.

a) qual seria a reação de cada um ao se deparar todos os dias com aquele personagem? (deixe os alunos responderem e trabalhe com cada resposta), dariam credito, virariam as costas, seguiriam Jeremias;

b) peça para um dos alunos imaginar que seja um oficial com autoridade para prender Jeremias, pergunte a ele qual seria a reação?

c) qual seria a reação ao ver Jerusalém destruída e o profeta ali bem na sua frente (lembre a classe que Jeremias profetizou esta situação e agora ela se cumpria).


2ª ATIVIDADE
Nesta atividade os alunos deverão imaginar ser o próprio profeta que todos os dias se encontra na praça profetizando:

a) pergunte qual seria a reação deles ao primeiro sinal de descrédito do povo, continuaria ou iria embora para esperar o castigo de Deus como fez Jonas?

b) ou movido de compaixão, ficaria ali todos os dias até que uma alma se arrependesse e cresse em suas palavras;

c) agora faça a classe a principal pergunta do trimestre: Se o enviado do império babilônico fizesse a mesma oferta que fez para Jeremias, aceitariam? Emprego, fama, prestigio, riqueza. Ou ficariam em Jerusalém na miséria e pobreza?


3ª ATIVIDADE
Fale a classe que nós somos os Jeremias da era atual, pregamos, profetizamos, não recebemos atenção, sofremos da mesma forma, por isso conclame a todos a LAMENTAREM (em forma de oração) a situação do homem hoje, desgarrado, ovelha sem pastor, distante, destituído da Glória de Deus.

Lamentemos, clamando pela misericórdia de Deus.

Fonte:Bíblia de aplicação pessoal;
http://www.ebdweb.com.br/2010/06/22/esperanca-na-lamentacao-ev-isaias-silva-de-jesus/

Cálculos com datas


1) Vamos imaginar a seguinte situação: Temos um formulário para informarmos licenças médicas de funcionários. Temos os campos “data_do_atestado” e “dias_de_atestado”. Eles devem ser do tipo data/hora e formato data abreviada 00/00/0000.

Vamos usar um exemplo: O funcionário apresentou um atestado de 55 dias a partir do 25/06/2010. A nossa questão é calcular o dia do retorno do funcionário.

Procedimento – formulário deve estar baseado em uma consulta:

a) crie um controle calculado na consulta (insira coluna vazia);

b) nomeie o controle. Exemplo: retorno_licença:([data_do_atestado])+([dias_de_atestado])
pronto, o sistema retornará a data do retorno do funcionário. Este exemplo pode ser usado para outras finalidades, tipo: férias ou outros tipos de licenças ou afastamentos, basta alterar os nomes dos campos.


2) Como calcular período entre duas datas? Ex: O funcionário esteve de licença médica no período de 01/04/2009 até 23/06/2010. A questão é calcular quantos dias o funcionário esteve de atestado.

Na sua tabela crie 2 campos, data_do_atestado e o outro será data_retorno (sendo os dois campos tipo data/hora e formato data abreviada 00/00/0000).

Procedimento – formulário baseado em uma consulta:

a) na consulta crie um controle calculado (insira columa vazia);

b) nomei o controle calculado. Exemplo: dias_total_afastado:difdata(“d”;[data_retorno];[data_do_atestado])

obs: o “d” da função acima força o access a retornar o total de dias, caso queria que mostre a quantidade de meses entre datas basta alterar para “m”. caso queira altere os campos data_do_atestado e data_retorno para data_nasc e data_hoje (respectivamente) e o sistema retornará os seus dias de vida.


3) Como calcular período entre determinada data e data do sistema. Para isto a data da maquina deverá estar atualizada.

Vamos usar o exemplo do caso acima: O funcionário saiu de licença médica em 01/04/2009 e esta retornando hoje. Então na sua tabela basta ter apenas o campo “data_do_atestado (tipo data/hora e formato data abreviada 00/00/0000).

Procedimento – formulário baseado em uma consulta:

a) crie um controle calculado (insira coluna vazia);

b) nomeie o controle. Exemplo: dias_afastado: difdata(“m”;[data_do_atestado]; data())

caso goste de programar através do VB empregue o uso do hífen para nomear os campos na tabela, desta forma evitará transtornos futuros nos códigos.

O Sacrifício vicário de Jesus


vicário – morrer pelo outro – substituto
remir – tirar do cativeiro – indenizar
A morte de Jesus não foi um incidente histórico, um acidente de percurso, conseqüência de um ato mal calculado ou tampouco foi fruto da ira dos romanos e moralista judeus da época que estavam de plantão.

O plano da salvação estava sendo revelado e aos poucos Deus mostrava aos homens que vinculava a concretização do seu plano à morte de um inocente, satisfazendo assim toda a sua justiça. Fato este que não foi aceito pelos judeus, pois se não O aceitaram como Messias como então acreditarem no seu sacrifício vicário?

Se soubessem que a sua morte seria parte essencial do plano de Deus, e que por isto Ele seria exaltado, certamente não O teriam condenado.

Diante disto não tinham outra alternativa a não ser mentirem para o povo, simularem situações a fim de encobrirem a ressurreição de Jesus, mal sabiam eles que o principal de toda esta história não era propriamente a ressurreição, mas sim a morte.


1) A teoria da fatalidade:
No início a preocupação judaica era para que não acreditassem na ressurreição, porém com o passar dos anos teorias e teorias foram levantadas a fim de desvalorizarem o sacrifício vicário relegando-o a um plano inferior. Estas idéias tiveram a finalidade de afirmar que a causa mortis de Jesus havia sido os problemas históricos, sociais e ou políticos da época ou os que Ele havia criado, ou seja, quem mandou mexer com quem estava quieto.


2) A teoria de Caxemira:
Esta teoria afirmava que Jesus havia sobrevivido ao episódio da cruz, sendo atendido por José de Arimatéia, estabelecendo moradia na Caxemira, uma região da Índia, para onde fugiu tão logo recobrou as suas forças, pois a idéia central desta teoria afirmava que todo aquele sofrimento não teria sido capaz de causar a sua morte.


3) Confirmação pública da morte de Jesus:
a) A morte de Jesus foi atestada pelos soldados romanos, experientes em crucificação, jamais errariam (Jo 19”33);

b) José de Arimatéia também atestou publicamente a morte de Jesus ao reclamar o seu corpo para Pilatos (que por sua vez antes confirmou a morte com os soldados). Muitos viram Seu corpo sendo tirado da cruz e sendo sepultado, para que servissem de testemunho público da mesma forma como foi visto ao nascer, ao crescer e estudando com os doutores da Lei;

c) Os sacerdotes também, inconscientemente, deram a prova pública da morte física de Jesus, quando subornaram os soldados para dizerem que o corpo havia sido roubado pelos discípulos, pois quando convenceram o povo do roubo do corpo estavam, na verdade, atestando a sua morte. O difícil para eles era convencer que Jesus não havia morrido, já que muitos viram quando Ele expirou na cruz.


4) Menções da salvação através da morte ou sofrimento de Jesus (o substituto):
a) Gn 3”21 - O primeiro casal estava nú e coseram vestimentas de folhas, mas isto não foi suficiente para expiar os pecados, pois seria necessário derramamento de sangue (animais inocentes seriam mortos para cobrirem os pecados do homem);

b) Abraão presenciou a antecipação da tipificação da salvação vicária em Jesus no episódio do sacrifício de Isaque, que no momento crucial foi substituído por um cordeiro inocente;

c) O sistema de sacrifício instituído pela Lei mosaica indicava a necessidade da morte de um animal no lugar do pecador. O ofertante deveria por a mão na cabeça do animal como sinal de que aquela pobre criatura (o substituto) estava aceitando ser sacrificado em seu lugar.


5) Páscoa – figura da morte de cristo
a) A mais solene das festas judaicas;

b) Celebrava a libertação de Israel das mãos egípcias;

c) No dia 10 do mês de Nisã (entre março e abril) deveria ser escolhido um cordeiro macho de um ano, sem mácula que deveria ser guardado até o dia 14. Jesus foi este cordeiro, apontado por João Batista como o “ecce agnus dei qui tollit peccatum mundi”;

d) No dia 14 o cordeiro seria sacrificado mais ou menos entre 3 e 5 horas da tarde. Jesus morreu por volta da hora nona (3 da tarde) e retirado da cruz mais ou menos 5 horas da tarde (final do dia);

e) Depois o sangue do cordeiro era aspergido na verga das umbreiras das casas, para que o anjo da morte não parasse. O sangue de Jesus aspergido nos trouxe de volta a vida, nos marcou;

f) Depois o cordeiro deveria ser assado inteiro e comido a noite com pães asmos e ervas amargas e tudo o que sobrasse deveria ser queimado. O sacrifício de Jesus foi único, completo, não precisou ser repetido e nem restou algo (assado) para ser efetivado. Foi com sofrimento (ervas amargas) e com sinceridade (pães asmos). O cordeiro assado e retirado do forno para servir de comida representa a ressurreição de Jesus.


6) Previsões do sacrifício de Jesus nas escrituras:
Salmos 22
a) vers. 1 – “Deus, Deus meu porque me abandonaste?”

b) vers. 6 – “mas eu sou verme e não homem, opóbrio dos homens, desprezado”;

c) vers. 7 – “todos os que me vêem zombam de mim, confiou em Deus que o livre”;

d) vers. 14 – “todos os meus ossos se desconjuntaram” (crucificação);

e) vers. 15 – “e a língua se me pega no paladar” (teve sede, mas deu a água da vida ao homem);

f) vers. 16 – “transpassaram-me as mãos e os pés”;

g) vers. 17 – “poderia contar os meus ossos” (foram preservados);

h) vers. 18 – “repartem entre si os meus vestidos e lançam sorte sobre a minha túnica”.


Isaias 53
a) vers. 3 – desprezado e indigno;

b) vers. 4 - tomou a posição de substituto, levou sobre si nossas dores e enfermidades;

c) vers. 5 – ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades;

d) vers. 6 – assumiu a nossa culpa;

e) vers. 7 – como cordeiro foi levado ao matadouro, sofrimento;

f) vers. 8 – foi tirado da terra dos viventes (morreu);

g) vers. 9 – foi sepultado;

h) vers. 10 – seu sacrifício foi aceito por Deus.

O verdadeiro sacrifício foi contemplado pelo homem. A vitima (substituto) aceitou a mão dos ofertantes sobre sua cabeça e morreu no lugar deles. Não era como na Lei que muitos sacrificavam, mas não eram aprovados e os sacrifícios não eram aceitos por Deus.

Após a crucificação de Jesus, muitos voltaram batendo nos peitos e declarando que haviam matado um justo. Era desta forma que deveriam sacrificar, completamente arrependidos, por isso a morte de Jesus foi o verdadeiro sacrifício que foi capaz de levar o homem ao arrependimento.

extraído do plano de aula utilizado nas lição nº 11 do 1º trimestre de 2008 - Jesus verdadeiro, homem verdadeiro Deus. autor: Ailton Silva.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Há Um Lugar - Heloisa Rosa


Há um lugar de descanso em ti
Há um lugar de refrigério em ti
Há um lugar onde a verdade reina, esse lugar é no Senhor
Há um lugar onde as pessoas não me influenciam
Há um lugar onde eu ouço teu Espírito
Há um lugar de vitória em meio à guerra, esse lugar é no Senhor
Esse lugar é no Senhor
Há um lugar onde a inconstância não me domina
Há um lugar onde minha fé é fortalecida
Há um lugar onde a paz é quem governa, esse lugar é no Senhor
Há um lugar onde os sonhos não se abortam
Há um lugar onde o temor não me enrijece
Há um lugar que quando se perde é que se ganha, esse lugar é no Senhor Jesus!
És tudo o que eu preciso, Jesus!
Eu te preciso

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Fixar data e extrair ano de campo data/hora


1) Como fixar a data atual (do sistema) em um banco de dados, sem ter que ficar repetindo o processo nos formulários e relatórios?

•Crie um campo que deve ser do tipo data hora e o formato data abreviada;
•na propriedade valor padrão do campo informe: date()

Em qualquer objeto do banco que o campo for inserido ele automaticamente retornará a data atual, mas para isto é necessário que a data do sistema (da máquina) esteja correta.

Obs: O mesmo sistema pode ser feito em determinados objetos do banco, ex: somente em formulários, neste caso será retornado a data atual somente neste objeto, o interessante é fazer na própria tabela, assim não será preciso refazer o processo em relatórios e consultas. É opcional.


2) Como criar um campo que retorne somente o ano, usando outro campo de data? Este processo deve ser feito em uma consulta, para isto você já deve ter outro campo que retorna a data do sistema (como o do item 1, acima). O sistema é simples, este teu campo de data retorna data desta forma, ex: 31/12/2010, mas você deseja que mostre somente o ano: 2010, então:

•Crie um campo calculado na consulta (insira uma coluna em branco na consulta);
•Programe o formato do campo calculado para dd/mm/yyyy;
•Nomeie (opcional) o campo como: consulta ano: formato([informe o nome do outro campo que você usa para mostrar a data];”yyyy”)
•No critério do campo calculado coloque: [informe o ano]
Desta forma o campo calculado “consulta ano” ficará acoplado em sua consulta e poderá ser incluído em qualquer formulário ou relatório.

Jesus - o profeta das nações

No Antigo Testamento houve a necessidade de profetas justamente para reacender no povo a expectativa da vinda do Messias, as vezes Israel se esquecia disto.

Moisés havia sido o primeiro, reconhecido nacionalmente pelos judeus, pois se apresentou ao Egito como “o enviado de Deus” e não como um general de guerra comum para lidera-los nas batalhas que se seguiriam.

Sua intenção era que todos também fossem usados da mesma maneira que era, pois queria dividir as responsabilidades, muito diferente dos profetas do Antigo Testamento, que nunca demonstraram o desejo de investir em alguém para se tornar profeta como eles, para sucede-los, apesar que muitos foram escolhidos por Deus desde o ventre e direcionado depois para este oficio.

Vários foram os profetas levantados por Deus em Israel. A função principal era entregar a Mensagem de Deus ao povo, para isto faziam uso de vários recursos, que se tornou uma metodologia prática, eficiente e de resultados (as vezes negativos). Eles desempenhavam suas funções através e pela:

• Palavra;
• Visão;
• Comparações, analogia (II Sm 12)
• Sonhos
• Ou até mesmo pelas visitas pessoais de Deus

A mediação entre o povo e Deus sempre esteve a cargo dos profetas, no Antigo Testamento, homens estes sujeitos a erros, como qualquer outro ser humano:

• Natã entregou uma mensagem carnal e interesseira para Davi;
• Elias se refugiou em uma caverna, temendo uma mulher;
• Jeremias amaldiçoou o dia do seu nascimento;
• Isaias se confessou como impuro;
• Geazi (companheiro de Eliseu) era interesseiro.

Este serviço também esteve a cargo dos sacerdotes e até mesmo dos Reis (impuros e maus), mas agora no Novo Testamento estaria nas mãos da pessoa certa, o único que reunia todas as qualidades para tal função, Jesus.

Jesus se intitulou um profeta sem honra em sua própria terra, quando estava pregando para a multidão com ousadia e sabedoria, pois em vez de aceitá-lo e acreditar em suas palavras, O desqualificaram, como se somente os escribas e doutores da lei pudessem obter sabedoria do céu. A única que reconheceu como profeta e com honra foi a mulher samaritana.

extraído do plano de aula utilizado nas lição nº 6 do 1º trimestre de 2008 - Jesus verdadeiro, homem verdadeiro Deus. autor: Ailton Silva.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Incluir ítens novos em caixa de combinação


Vamos imaginar um formulário de cadastro de clientes, e um dos itens a serem informados (estado civil), para isto no formulário já deverá ter a caixa de combinação com as opções (casado, solteiro, viúvo, etc), porém com o uso do programa você perceba que faltou um item (desquitado). Agora surgiu o problema, como fazer?

* fechar o formulário que está cadastrando e perder os dados;
* abrir outro formulário para cadastrar o estado civil (desquitado);
* abrir novamente o formulário para recomeçar o cadastro anterior.

Quanta perda de tempo. Vamos imaginar o seguinte: Realmente no meio do cadastro percebemos que não existe um item na caixa de combinação (estado civil), não teremos necessidade de interromper o trabalho para cadastrarmos o desquitado.

1º passo – criar formulário
a) baseado em uma tabela independente (uma só para estado civil) crie um formulário simples com uma combo para informar o estado civil;

b) no formulário (cadastro de clientes) na combo estado civil informe sim na sua propriedade “limitar a uma lista” (desta forma o access impedirá que novos dados sejam incluídos por engano)

2º passo - cadastar cliente:
a) quando estivermos cadastrando um cliente novo e ao chegarmos no ítem estado civil não vamos encontrar a opção “desquitado”, basta somente digitá-la dentro da caixa;

b) ao atualizar o campo o access verificará que não existe esta opção (desquitado);

c) este código retornará a pergunta “o item desquitado não está cadastrado, deseja cadastra-lo”, clique em sim;

d) desta forma o access abrirá o formulário criado, no 1º passo, para que você redigite o estado civil novo, neste caso, desquitado (porém o formulário de cadastro de clientes não será fechado, continuará ativo);

e) automaticamente o access gravará o novo estado civil, fechará o formulário que você utilizou para cadastrá-lo e atualizará o formulário de cadastro de cliente;

f) voltando ao formulário de cadastro você poderá verificar que agora o item “desquitado” aparece na lista da caixa de cominação e que você não perdeu os dados anteriores, basta somente continuar o cadastro.

Cole o código abaixo na propriedade "se não estiver na lista" da combo:

response = acdataerrcontinue ' inibe msg padrão do access.
if msgbox("item não cadastrado: '" & newdata & "'" & vbcrlf & "deseja cadastrar?", 32 + vbyesno) = 6 then
docmd.openform "informe o nome do seu formulário que utiliza para cadastrar os ítens", , , , acformadd, acdialog, newdata
' a execução deste código fica interrompida aqui até o
' fechamento do seu formulario.
response = acdataerradded
else
response = acdataerrcontinue
'gotorecord acform
'docmd.openform
end if
end sub

Jesus filho de Davi

Desde a antiguidade já houve intenção do homem em estabelecer uma forma de governo.

Caim foi um líder (Gn 4”17) influente, fundou e nomeou uma cidade com o nome de seu filho.

Mais tarde surgiu o poder político (poder de mandar em outros seres humanos), desafiando o poder de Deus (Torre de Babel).

Ninrode era poderoso e iniciou o seu reinado em Babel e depois contribuiu para o aparecimento da Assíria e fundou Ninive e também é considerado um dos possíveis fundadores do Império Babilônico.

Israel surgiu no cenário mundial sem rei e sem reinado (terras), porque estavam sob o regime teocrático, mais tarde desejaram a monarquia para serem iguais as outras nações.

Saul foi escolhido para rei, depois seu filho Isbosete foi seu sucessor (II Sam 2”10) reinou 2 anos e foi tão insignificante que não é considerado como sucessor direto de Saul.

Davi também foi escolhido, era um anônimo e permaneceu desta forma por muito tempo, antes de assumir o trono esperou o momento certo, não tentou usurpar o trono antes da hora e acima de tudo preservou a vida de Saul.

Algumas considerações sobre Davi:
* Homem de sangue enquanto que Salomão (salom) manteve a paz através de alianças políticas e matrimonias. Havia uma promessa de paz conquistada por Davi que perduraria nos dias de Salomão, para que então construísse o Templo, como se vê na promessa de Deus em II Sm.7”7-13; I Cr 17”7-12;

* foi ungido rei e guardou e aguardou em segredo, não teve alarde, festa, etc;

* primeiro assumiu em Hebrom, reinou 7 anos (cidade insignificante perto de Jerusalém). Antes de comer o filé roeu o osso, começou por baixo;

* foi ungido rei enquanto era um pastor de ovelhas, porque percebeu que não era somente cuidar das ovelhas, tinha algo mais, Teria que dar a vida pelas ovelhas que nem suas eram, E assim o fez;

* não desejou a morte do rei para assumir o seu lugar mesmo sabendo que era o sucessor legal, antes pelo contrário fez de tudo para preservar a integridade e vida de Saul;

* amava e respeitava Saul, via as suas qualidades e ignorava os seus defeitos, suportava as suas fraquezas;

Atos de Davi ao assumir o trono:
* conquistou Jerusalém (os jebuseus não haviam sido expulsos de Canaã após a tomada da terra prometida);

* estabeleceu Jerusalém como capital do seu reinado;

* alcançou as divisas e fronteiras prometidas por Deus a Abraão, por isso foi um homem de sangue (não quis com isso poder, somente queria cumprir a vontade de Deus, porque até então ninguém as tinha cumprido na integra).

Deveres de um rei:
* manter a paz;

* manter a independência política e religiosa;

* não permitir que o seu reinado fosse escravizado;

* deveria ser escolhido por Deus.

Deus prometeu a Davi que o seu reino estaria firmado para sempre, seria de seus descendentes. Depois do exílio babilônico Israel não teve mais um rei da descendência de Davi, ficou em mãos estrangeiras, e como ficou a promessa?

Israel estava da mesma forma como estava no tempo do Egito, sem rei e reinado, mas mesmo assim Jesus não assumiu de imediato a sua posição real, esperou o momento certo como Davi.

Israel esperava um líder político, libertador, por causa da promessa feita a Davi, mas viram um rei pobre, humilde, manso, entrando na cidade em cima de um jumento (Zc 9”) será que não se lembravam desta profecia que era mais ou menos recente?

O único delito de Jesus perante o homem foi se declarar rei, pois a lei Ele não feriu em nenhum momento, foi exemplar a sua conduta real.

Jesus herdou o reino e foi o último rei, porque um rei somente é sucedido após sua morte, por isso em 1948 quando voltaram para suas terras Deus não permitiu que adotassem a monarquia, pois o rei deles ainda estava vivo, por isso até hoje tem o regime parlamentarista e não a monarquia.

Promessas de Deus:
* para a humanidade: “da semente da mulher, nascerá um”

* para Abraão: “de uma nação (de sua descendência) nascerá o Salvador”

* para Davi: “da sua descendência, da tribo de Judá, nascerá o salvador.

extraído do plano de aula utilizado na lição nº 8 do 1º trimestre de 2008 - jesus verdadeiro, homem verdadeiro deus. autor: ailton silva.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

dinânica - lição 12 - A opção pelo povo de Deus

As escolhas (certas) dos homens e ou mulheres de Deus proporcionaram a estes momentos de dores, sofrimentos, sentimentos de perda e as suas conseqüências foram de vital importância para o crescimento espiritual de cada um e servem, hoje, de exemplos para alcançarmos a vitória em nossas vidas.

Para esta dinâmica será necessário:
• 2 folhas de papel sulfite novas.

Objetivo da dinâmica:
Levar os alunos a entenderem que tudo o que acontece em nossas vidas tem uma finalidade, um propósito e que, mesmo que pareça doloroso, tudo contribui para o crescimento espiritual e para o bem daqueles que são amados e chamados por Deus pelo seu decreto.

Códigos VB para Access - fechar formulários


1) Código para fechar formulários a partir de um botão criado manualmente.

Aplicação e vantagem:
Para quem possui vários formulários e também um menu principal (formulário de iniciação) e não quer ficar naquela chatice de construir macros por macros (com uma infinidade de nomes e nomes de formulários) ou se não quer ficar construindo botão por botão e depois padronizá-los manualmente, deixando iguais a altura, largura, cor, tamanho e fonte iguais, basta somente copiar um botão já pronto (neste caso será o de fechar formulários) colá-lo em todos os outros formulários que desejar, porém fazendo isto (copiar e colar), o botão perderá a sua função, ou seja o código vb interno, desta forma seria necessário construir outro botão ou inserir um código vb, para evitar isto basta copiar e colar o botão e depois colar este código no evento ao clicar do botão, assim teremos botões padronizados e com funcionalidade.

Neste caso é bom que o banco de dados tenha um menu principal ou (formulário de iniciação), pois em qualquer formulário que o código estiver colado, ele fechará e o menu principal ou formulário de iniciação será aberto.

Obs: Um banco de dados bem apresentável prima pela padronização, portanto caso tenha vários formulários, procure deixar todos os botões (fechar, imprimir, abrir, confirmar, etc...) padronizados e sempre na mesma direção e cantinho da página. Lembre-se, os sistemas existem para facilitar a correria do dia a dia, deles (o povo que irá usar...)

* crie um botão usando a barra de ferramenta
* cole o código abaixo na propriedade ao clicar do botão
on error goto err_comando(incluir número do botão de comando)_click
docmd.close
exit_comando(incluir número do botão de comando)_click:
exit sub
err_comando(incluir número do botão de comando)_click:
msgbox err.description
resume exit_comando(incluir número do botão de comando)_click
end sub

O batismo de Jesus

O batismo não salva, não lava pecados e não complementa a salvação, somente o sacrifício do calvário pode fazer isto.

Seu significado literal: imergir, mergulhar, enquanto que liturgicamente nos remete a idéia de expressão da fé e comunhão com Jesus.

O batismo já existia em Israel, porém o de João Batista era diferente, pois ele estava batizando judeus e não os gentios e prosélitos. Será que os judeus estavam tão impuros assim?

O batismo que existia antes era para os prosélitos, previsto na Lei, mas este de João Batista não estava previsto, mas era necessário já que a própria Lei era insuficiente para proporcionar mudança de vida para o homem.

O povo estava sendo batizado mediante o arrependimento, pois eram pecadores e no caso de Jesus, porque teve que se batizar? Tinha pecado? Talvez por isso João Batista se recusou a batizá-lo. realmente a pirâmide estava invertida.

Mas na verdade, o caso era que o ministério de João Batista precisava de uma confirmação, um marco, um acontecimento importante. Esta era a sua grande chance

Objetivos do batismo de Jesus:
•confirmar o ministério de João Batista
•para a Igreja seguir o seu exemplo. Todos teriam que ser batizados
•cumprir toda a justiça (palavra)
•identificar-se com a massa pecadora
•prova de sua natureza humana

Os judeus esperavam que o Messias fosse se revelar pela sua força, riqueza, influência para que acreditassem, porém a sua natureza divina foi revelada no seu batismo, pois antes somente havia o testemunho de João Batista, agora tinha o do Pai.

extraído do plano de aula utilizado na lição nº 5 do 1º trimestre de 2008 - jesus verdadeiro, homem verdadeiro deus. autor: ailton silva.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O nascimento de Jesus - plenitude dos tempos

O HOMEM EM GERAL ESTAVA CAÍDO, DESTITUÍDO DA GLORIA DE Deus E ANDAVA COMO OVELHAS SEM PASTOR. A SITUAÇÃO DE ISRAEL ERA A MESMA, PREOCUPANTE, ESTAVA NA HORA DO MESSIAS NASCER.

ESTE SALVADOR DEVERIA REUNIR EM SI 2 NATUREZAS DISTINTAS (HUMANA E DIVINA).

A INTENÇÃO DO USO DA NATUREZA HUMANA POR JESUS ERA MOSTRAR QUE QUALQUER UM PODE SER VITORIOSO MESMO ESTANDO REVESTIDO DESTA CARNE PECAMINOSA E FALHA.

1) NATUREZA DIVINA
* PERDOA PECADOS
* EU SOU
* UNIGÊNITO (ÚNICO NO CÉU E NA TERRA)
* NÃO FOI CRIADO (SEM PRINCIPIO E FIM)
* TEM A PRIMAZIA
* CRIADOR E SUSTENTADOR DE TUDO (VISÍVEL E INVISÍVEL)
* FILHO DE Deus
* UM COM O PAI
* PODER SOBRE A NATUREZA
* OPERADOR DE MILAGRES
* PRIMOGÊNITO (1º E ÚNICO FILHO DE Deus A ENTRAR NA GLÓRIA)
* RESSUSCITOU

2) NATUREZA HUMANA
* POSSUI CORPO, ALMA (MT 26”38), SENTIMENTO E RACIOCÍNIO
* TEVE SONO, FOME, SEDE E CANSAÇO
* CHOROU, SOFREU, ANGUSTIOU-SE E IROU-SE
* NASCEU, CRESCEU E MORREU
* PRIMOGÊNITO E UNIGÊNITO (1º E ÚNICO FILHO DE Deus ENCARNADO NA TERRA)
* TEVE FAMÍLIA, PAIS, IRMÃOS, PRIMOS, ETC
* ENFRENTOU O PROCESSO DA GESTAÇÃO
* TEVE PROFISSÃO
* CUMPRIU OS DEVERES CÍVICOS
* FOI TENTADO
* ENFRENTOU A MORTE
* CHAMOU-SE DE HOMEM (JÔ 8”40)
* FOI HUMILHADO
* FOI CIRCUNCIDADO
* DE SENHOR TORNOU-SE SERVO

EXTRAÍDO DO PLANO DE AULA UTILIZADO NAS LIÇOES DO 1º TRIMESTRE DE 2008 - JESUS VERDADEIRO, HOMEM VERDADEIRO DEUS. AUTOR: AILTON SILVA.

terça-feira, 8 de junho de 2010

O MINISTÉRIO DE ENSINO DE JESUS

JESUS, MESTRE POR EXCELÊNCIA, NUNCA NINGUÉM HAVIA FALADO COMO ELE. DESPIU-SE DE SUA GLORIA TERRENA, MAS NUNCA DO CONHECIMENTO DE SI PRÓPRIO. CERCA DE 60 VEZES FOI CHAMADO DE MESTRE.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE JESUS E SÓCRATES:

* SÓCRATES INSTIGAVA O POVO A PENSAR POR MEIO DE SUAS PERGUNTAS, FINGIA-SE DE TOLO, SE CONSIDERAVA COMO UMA PARTEIRA GERANDO O CONHECIMENTO;

* JESUS ENSINAVA COM HUMILDADE, MANSIDÃO, PREGAVA CONTRA A FORMA DE ORGANIZAÇÃO SOCIAL, POLÍTICA, ECONÔMICA DE ISRAEL POR INTERMÉDIO DE SUAS PARÁBOLAS;

* OS DOIS REUNIAM O POVO PUBLICAMENTE EM PRAÇAS PARA ENSINAR;

* OS DOIS NÃO DEIXARAM NADA ESCRITO, TUDO O QUE SABE SOBRE ELES FOI ESCRITO POR SEUS SEGUIDORES E DISCÍPULOS.

O MINISTÉRIO DE ENSINO DE JESUS ERA BASEADO NA PREGAÇÃO PÚBLICA E NOS ENSINOS NAS SINAGOGAS (LOCAL DE REUNIÃO PARA APRENDER). ENSINAVA ATRAVÉS DA EXPOSIÇÃO DE SUAS PARÁBOLAS QUE TINHAM COMO OBJETIVO:

•ENSINO;
•OBEDIÊNCIA;
•ORAÇÃO;
•AMOR AO PRÓXIMO;
•HUMILDADE;
•RIQUEZA;
•AMOR DE Deus;
•GRATIDÃO
•JUÍZO FUTURO;
•VOLTA DE CRISTO;
•VALORES IMUTÁVEIS DE Deus.

ENSINAR É FAZER ALGO CONHECIDO A OUTRO, MAS PARA ENSINAR É PRECISO PRIMEIRAMENTE APRENDER. JESUS FOI AO ENCONTRO DOS DOUTORES PARA RECONHECER E RESPEITAR A FUNÇÃO DE ENSINADOR DE CADA UM DELES. “QUEM ENSINA DEVE SABER OUVIR”

ERA COSTUME DA ÉPOCA QUE OS PROFESSORES ENSINASSEM SENTADOS ENQUANTO QUE OS ALUNOS PERMANECIAM EM PÉ. SOMENTE OS MELHORES SE ASSENTAVAM JUNTO AOS PROFESSORES (JESUS FOI UM DESTES LC 2”46), POIS FOI UM BOM ALUNO E ERA NECESSÁRIO QUE O VISSEM COM OS ENSINADORES OFICIAIS PARA QUE ATESTASSEM A SUA NATUREZA HUMANA, DESTA FORMA NÃO FALARIAM QUE SE TRATAVA DE UM SER ANORMAL QUE RECEBIA SABEDORIA ESTRANHA.

EM MATEUS 13 O POVO SE AJUNTOU PARA OUVIR OS ENSINAMENTOS DE JESUS ENQUANTO QUE ELE PERMANECEU SENTADO NO BARCO, CERTAMENTE, NESTA MULTIDÃO NÃO HAVIA BONS ALUNOS PARA SE ASSENTAREM JUNTO A ELE.

OS DISCÍPULOS (ALUNOS) PRIMEIRAMENTE APRENDERAM POR CERCA DE 3 ANOS PARA DEPOIS, JÁ APTOS, EXERCEREM A FUNÇÃO DE ENSINADORES (APÓSTOLOS). O PRÓPRIO PAULO APÓS SUA CONVERSÃO FICOU ALGUNS DIAS NA COMPANHIA DOS APÓSTOLOS (ATOS 9”19) APRENDENDO, TIRANDO AS DUVIDAS, POIS O CRESCIMENTO ESPIRITUAL NÃO SE DÁ NA CONVERSÃO, MAS SIM COM O ENSINAMENTOS QUE SE SEGUIAM AO LONGO DOS DIAS.

ISTO NOS LEVA A CRER QUE O COMPROMISSO DE JESUS DURANTE O SEU MINISTÉRIO, EM RELAÇÃO AOS SEUS ENSINAMENTOS, ERA COM OS DISCÍPULOS E NÃO COM A MULTIDÃO, POIS PARA ESTA CABIA OS MILAGRES, SINAIS E MARAVILHAS ENQUANTO QUE PARA AQUELES ESTAVA RESERVADO AS EXPLICAÇÕES DAS PARÁBOLAS QUE ENRIQUECERIAM OS SEUS CONHECIMENTOS E OS PREPARARIAM PARA A GRANDE OBRA, POIS SEMPRE NO MOMENTO DAS EXPLICAÇÕES DE SUAS PARÁBOLAS JESUS DESPEDIA A MULTIDÃO E FICAVA RESERVADO COM OS SEUS DISCÍPULOS.

SOMENTE TEM AUTORIDADE PARA ENSINAR E PREGAR QUEM TEM A UNÇÃO DO ESPÍRITO SANTO, POIS É INDISPENSÁVEL ESTA AÇÃO PARA LEMBRA-LOS DE TODOS OS ENSINAMENTOS RECEBIDOS.

O POVO SE MARAVILHAVA NÃO PELO FATO DE JESUS ABRIR E ENCONTRAR FACILMENTE AS PASSAGENS NAS ESCRITURAS, MAS SIM PELAS PALAVRAS DE GRAÇA QUE SAIAM DE SUA BOCA (LC 4”22).

ANTES DE SEREM CHEIOS DO ESPÍRITO OS DISCÍPULOS NÃO ENSINARAM NINGUÉM, NÃO TINHAM CORAGEM, SABEDORIA E NÃO LEMBRAVAM DE NADA, NEM MESMO QUE JESUS HAVIA PROMETIDO RESSUSCITAR NO TERCEIRO DIA.

OS APÓSTOLOS NÃO SE CANSAVAM DE ENSINAR DE CASA EM CASA E NO TEMPLO (MISSÃO EDUCADORA DA IGREJA). ESTE ENSINO ERA TOTALMENTE CONTRÁRIO AOS DOS FARISEUS QUE EM TOTAL FALTA DE SINTONIA (SEPULCROS LIMPOS POR FORA) ENSINAVAM O QUE NÃO VIVIAM.


A PRÁTICA PEDAGOGIA DE JESUS:
A INTENÇÃO DE JESUS NOS SEUS ENSINOS ERA REVELAR-SE AO HOMEM, FAZER-SE COMPREENDER, MAS PORQUE USAVA PARÁBOLAS QUE NEM TODOS ENTENDIAM?

PARÁBOLAS (SOMENTE ENCONTRADAS NOS EVANGELHOS SINÓTICOS E NÃO NO EVANGELHO DE JOÃO), ERA UM RECURSO DIDÁTICO (DIDÁTICA É A ARTE DE ENSINAR) QUE OS PROFETAS DO PASSADO USARAM MUITO PARA QUE O POVO COMPREENDESSE.

JESUS SEMPRE EXPLICAVA AS PARÁBOLAS PARA OS DISCÍPULOS (ERAM ELES QUE ESTAVAM SENDO ENSINADOS E PREPARADOS PARA A OBRA E NÃO A MULTIDÃO). MT 13”10-36,

PARA A GRANDE MULTIDÃO, AS PARÁBOLAS SERVIAM DE ISCAS, POIS QUEM DESEJASSE SABER MAIS TERIA QUE CONTINUAR AO LADO DE JESUS E TERIA QUE SE INTEIRAR PARA ENTENDE-LAS, ATRAVÉS DE SUAS EXPLICAÇÕES. NA VERDADE A MAIORIA DA MULTIDÃO QUERIA SOMENTE A CURA, O MILAGRE, NÃO VIA A HORA DE ACABAR O SERMÃO.

EXTRAÍDO DO PLANO DE AULA UTILIZADO NAS LIÇOES DO 1º TRIMESTRE DE 2007 - MISSÃO EDUCADORA DA IGREJA - AUTOR: AILTON SILVA.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

os maus e velhos disquetes


Lembram dos velhos disquetes?

Eles ainda estão sendo produzidos. Mas a Sony anunciou que encerrará a produção de disquetes no Japão em março de 2011. Até lá, pelo menos, você vai ter tempo de comprar uma caixa e guardar na coleção de objetos que rapidamente ficaram obsoletos. Em tempo: os velhos disquetes também servem como descanso para copos, peso para papel...

Reportagem extraída da Revista: Proteste. Ano IX – Nº 92 – Jun/10 – página 4.

domingo, 6 de junho de 2010

O oleiro e o poeta

Há muito tempo, na cidade de Zahlé, ocorreu uma rixa entre um jovem poeta, de nome Fauzi, e um oleiro, chamado Nagib.

Para evitar que o tumulto se agravasse, eles foram levados à presença do juiz do lugarejo.


O juiz, homem íntegro e bondoso, interrogou primeiramente o oleiro, que parecia muito exaltado.

"Disseram-me que você foi agredido? Isso é verdade?"

"Sim, senhor juiz." - confirmou o oleiro - "fui agredido em minha própria casa por este poeta. Eu estava, como de costume, trabalhando em minha oficina, quando ouvi um ruído e a seguir um baque.

Quando fui à janela pude constatar que o poeta Fauzi havia atirado com violência uma pedra, que partiu um dos vasos que estava a secar perto da porta.

Exijo uma indenização!" - gritava o oleiro.

O juiz voltou-se para o poeta e perguntou-lhe serenamente: "Como justifica o seu estranho proceder?"

"Senhor juiz, o caso é simples." - disse o poeta.


"Há três dias eu passava pela frente da casa do oleiro Nagib, quando percebi que ele declamava um dos meus poemas. Notei com tristeza que os versos estavam errados. Meus poemas eram mutilados pelo oleiro.

Aproximei-me dele e ensinei-lhe a declamá-los da forma certa, o que ele fez sem grande dificuldade.

No dia seguinte, passei pelo mesmo lugar e ouvi novamente o oleiro a repetir os mesmos versos de forma errada.

Cheio de paciência tornei a ensinar-lhe a maneira correta e pedi-lhe que não tornasse a deturpá-los.

Hoje, finalmente, eu regressava do trabalho quando, ao passar diante da casa do oleiro, percebi que ele declamava minha poesia estropiando as rimas e mutilando vergonhosamente os versos.

Não me contive. Apanhei uma pedra e parti com ela um de seus vasos.

Como vê, meu comportamento nada mais é do que uma represália pela conduta do oleiro."

Ao ouvir as alegações do poeta, o juiz dirigiu-se ao oleiro e declarou: "que esse caso, Nagib, sirva de lição para o futuro. Procure respeitar as obras alheias a fim de que os outros artistas respeitem as suas.

Se você equivocadamente julgava-se no direito de quebrar o verso do poeta, achou-se também o poeta egoisticamente no direito de quebrar o seu vaso."

E a sentença foi a seguinte: "determino que o oleiro Nagib fabrique um novo vaso de linhas perfeitas e cores harmoniosas, no qual o poeta Fauzi escreverá um de seus lindos versos. Esse vaso será vendido em leilão e a importância obtida pela venda deverá ser dividida em partes iguais entre ambos."

A notícia sobre a forma inesperada como o sábio juiz resolveu a disputa espalhou-se rapidamente.

Foram vendidos muitos vasos feitos por Nagib adornados com os versos do poeta. Em pouco tempo Nagib e Fauzi prosperaram muito. Tornaram-se amigos e cada qual passou a respeitar e a admirar o trabalho do outro.

O oleiro mostrava-se arrebatado ao ouvir os versos do poeta, enquanto o poeta encantava-se com os vasos admiráveis do oleiro.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A cicatriz

Lição de amor
Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.

A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o primeiro a entrar em sala de aula, e o ultimo a sair, desta forma nenhum aluno veria o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino a decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela cicatriz.

A turma concordou, e no dia seguinte o menino entrou em sala dirigiu-se a frente de todos e começou a relatar:

- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri: Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de todos lá em casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade... A turma estava em silencio E Atenta a tudo . O menino continuou: além de mim, havia mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala.

-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeiras pegavam fogo e estava muito quente... Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse para eu ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar lá para pegar minha irmãzinha que continuava dentro da casa em chamas.

- Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar: 'minha filhinha esta lá dentro!' Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...

Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e coloquei ele no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí entre as pessoas e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito... Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada, então o menino continuou: Vocês podem achar esta cicatriz feia, mas tem alguém lá em casa que acha ela linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha A beija porque sabe que é marca de AMOR.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de cicatriz. Não falo da cicatriz visível mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações. Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas cicatrizes em suas mãos, seus pés e sua cabeça. Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, morreu em nosso lugar, protegeu-nos e ficou com todas as nossas cicatrizes. Essas também são marcas de AMOR.

"Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação."

Ensinamentos do Rei Salomão

Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:

- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...

O médico então perguntou:

- Muito bem. O que a senhora quer que eu faça?

A mulher respondeu:

- Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.

O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:

- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema.

E é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.

Ele então completou:

- Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.

Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença
entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...

A mulher apavorou-se e disse:

- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime.

- Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.

O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença
entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!