Apresentação da lição em power point

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

pós aula - lição 7 e 8

1. O norte já foi, cuidado reino do sul!

2. O concerto do povo não poderia ter sido efetivado logo após a reconstrução? Ainda estavam com o sangue fervendo, não teriam o mesmo resultado? Havia algumas etapas que deveriam ser cumpridas pelo povo, pois como o concerto seria reconhecido por Deus sem que tenha o avivamento, arrependimento, confissão e contrição? Impossível! Não podemos pular etapas em nossa vida;

3. Ou quando muito poderiam ter terminado a reconstrução e cada um iria para a sua casa, satisfeito, felizes por terem feito algo para Deus. “Terminamos a construção”!. Terminaram? Agora é que começaria a festa;

4. Na própria lei havia exemplos de livramentos e operações de Deus, as quais foram suficientes para a mudança de situações e de quadros catastróficos. Ex: saída do Egito. Naquele dia saíram valentes, corajosos, com suas espadas, armaduras, lanças, grandes e bonitos cavalos, um verdadeiro exercito armado pronto a enfrentar qualquer inimigo? Saíram doentes, cansados, temerosos, alguns descrentes (será mesmo que é de Deus isto?);

5. Como os judeus gostavam de auto humilhação, com vestes de pano de saco, terra na cabeça, jogando-a no ar, alguns certamente andariam preparados com suas capas de humilhação e saquinhos de terra no bolso, vai que precisasse em algum momento. quando Paulo fazia sua primeira defesa (At 22.22-23) eles jogaram um caminhão de terra ao ar;

6. Deus operava milagres e maravilhas em Israel para ajudá-los na conquista de suas terras e para provar a eles que era a nação eleita. A igreja contempla milagres e maravilhas para edificação de sua fé. Eles viram abertura de mar, rio, água brotando de rocha, codornizes em pleno deserto, terra se abrindo, etc, a igreja não viu isto, mas pela fé contemplamos restauração de homens, mulheres, mudanças de vida, curas, manifestação do Espírito Santo. Eles não viram tudo isto;

7. Hoje não há necessidade de clamarmos: “abre-te rio Paraná, abre-te, em nome de Jesus”! Para que? Se existe uma ponte. Se fizermos isto certamente veremos vários faraós que rindo dirão: “não precisa pedir isto ao seu Deus, EU já construí uma ponte e aterro (11 km) podem atravessar”;

8. Quando os judeus foram lembrados de sua história, das operações de Deus no passado (Ne 9), estavam na verdade, presenciando uma prévia do que seria o sermão de Estevão;

9. Quantos não voltariam quando se deparassem com a mesma visão que Neemias teve ao chegar em Jerusalém? Certamente diriam: “Eu, vou embora, este povo que permaneça nesta situação, estou fora, já tentei de tudo”;

10. Quantas vezes Israel desejou voltar para o Egito? Se não tivessem a presença de Deus certamente teriam voltado na primeira chuvinha de pedra que se deparasse;

11. Como os israelitas perturbaram Neemias? Tanto quanto tiraram Moisés do sério. Para isto eles eram especialistas. O próprio Deus deu testemunho deles a respeito disto;

12. Quando Neemias voltou a Jerusalém, pela segunda vez (Ne 13.7), correu para conferir o fruto do avivamento e concerto que havia sido testemunha. Ele não suportou a degradação e espancou alguns que estavam misturados aos pagãos (Ne 13.23-25);

13. Neemias reconstruiu os muros pregando;

14. Israel perdeu muito ao sair do Egito, muito. Cada um deles perdeu o direito a terra para o seu túmulo que teriam naquele lugar;

15. Frutos do avivamento: arrependimento, confissão e o concerto;

16. Frutos do concerto: zelo pelo Templo, necessidade da adoração (um dia) e preocupação com a manutenção do Templo e do culto;

17. Ovelhas não são para serem empurradas, forçadas, xingadas (pela sua teimosia????), mas sim devem ser guiadas pelo pastor;

18. Pé de seringuela: isto eu desconhecia. Os galhos do pé de seringuela são enxertados no tronco e ficam até frondosos, bonitos, mas são tão fracos, não suportam o peso do homem. No meio da aula contei aquele testemunho da missionária Antonieta (que esteve pregando em Prudente domingo passado) quando ela respondeu que seria melhor ficar no tronco do que ficar nos galhos.

Por: Ailton da Silva

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