Álvares Machado, SP -

Apresentação da lição em power point

Mais apresentações em:http://www.slideshare.net/ailtonsilva2000/presentations

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

conteúdo da Bíblia

Após o retorno do exílio o povo voltou a descuidar de sua vida religiosa. Malaquias passou a inspirá-los novamente, falando-lhes do “Dia do Senhor”.

Extraído da seção: "Ajuda ao leitor" - Bíblia Sagrada - Harpa Cristá – Baureri

Por: Ailton da Silva

"Quero aprender com os erros de Israel"

O Pastor Carlos Padilha, ontem no culto em Prudente, pregou sobre uma parte da história de Israel, talvez ainda como resultado da lição de domingo, aliás ele disse que a ficou maravilhado com a EBD (lição 9). As referencias bíblicas utilizadas foram: Salmos 114; 126 e 137.

Citou a grande festa na ocasião da inauguração do muro de Jerusalém, da alegria da cidade e ao final conclamou toda a igreja local a louvarem duas estrofes do hino 300 da HC. A idéia foi: vamos louvar com alegria, em alta voz, com toda a nossa força. O objetivo era fazer com que todos se levantassem na presença de Deus em adoração. Foi bonito.

Provavelmente não teremos a EBD em nossa igreja, lição 10, pois estaremos cooperando na nossa sede regional, na Santa Ceia, que este mês será no domingo de manhã, juntamente com a lição 10, ou seja, toda a igreja reunida para participar da Ceia e da EBD (em jejum).

No final da mensagem o Pastor falou um pouco a respeito dos vestidos tomara que caiam (o plural é por minha conta, pois são muitos). É fácil imaginarmos a fala dele, não é?

Por: Ailton da Silva

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A mulher do fluxo de sangue

Ouvindo falar de Jesus, veio por detrás entre a multidão, e tocou na sua vestimenta. Mc 5”27
Mas a mulher, quando tiver fluxo, e o seu fluxo de sangue estiver na sua carne, estará sete dias na sua separação, e qualquer que a tocar será imundo até a tarde. Lv 15.19

Afinal temos em nosso Mestre a excelência pelo zelo a Lei, mesmo que tendo a cumprido fielmente era necessário que a respeitasse, afinal Jesus não era anarquista. Não era fácil para qualquer humano guardar e viver sob um regime dos cerca de 613 prescrições e ou proibições.

Esta mulher conhecia uma brecha na lei? Ela sabia que jamais seria tocada, haja vista, a publicidade de sua enfermidade. Doze anos andando de um lado para o outro sem solução. O seu pensamento foi: “Ele é Santo, eu não. A lei determina que não posso ser tocada, mas não fala nada a meu respeito. Eu posso tocar em Jesus”. É claro que pode, pois o primeiro passo sempre será nosso.

Quem poderia condenar Jesus? Ele não fez nada, não infringiu a lei? Estava de costa, distraído, atendendo os doentes e necessitados. Como poderia se esquivar da mulher? Ela estava de frente, calculando os passos Dele e a reação. Com a alma esquentada tocou no Mestre e no mesmo instante experimentou o refrigério, recebeu a cura e quando todos a olharam, em vez de ser condenada, por eles, ficaram boquiabertos.

E Jesus, o que disse? “De mim saiu virtude, alguém me tocou”. Ele sabia quem havia sido e conhecia o problema da mulher, melhor ainda, era sabedor que somente ela poderia tocar Nele, para que os ouvintes e expectadores não se escandalizassem ou O considerasse um impuro. Jesus olhou para a mulher e disse: “Filha, a tua fé te salvou, vá em paz e sê curada deste mal”.

“Antes eu fui chamada de uma certa mulher, depois fui considerada uma como alguém e agora Ele me chamou de filha”

Aplicação: o que pode ser maior que a Graça de Deus, o que?

Por: Ailton da Silva

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

lição 10 - proposta


Por: Ailton da Silva

conteúdo da Bíblia

Como Ageu, Zacarias instou o povo a reconstruir o templo, assegurando-lhes a ajuda e bençãos de Deus. Suas visões apontavam para um futuro brilhante.

Extraído da seção: "Ajuda ao leitor" - Bíblia Sagrada - Harpa Cristá – Baureri

Por: Ailton da Silva

Geografia Bíblica: um resumo sobre alguns dos vales

VALE DO JORDÃO
localização: aos pés do Hermom (no Norte) e vai até o mar Morto (no Sul).

Características: tem uma largura de 100 metros no ponto inicial, já próximo ao mar da Galiléia chega a 3 quilômetros e nas imediações do mar Morto atinge 15 quilometros. Depois se estreita novamente. Encontra a 426 metros abaixo do nível do mar Mediterrâneo. Não era uma barreira instransponível para Israel, somente o era dificultoso para a comunicação entre as tribos que o rodeavam.

Curiosidade: o vale do Jordão corta longitudinalmente o território israelita. Neste vale corre o rio Jordão, onde Jesus foi batizado.

VALE DE HEBROM
Localização: a 30 quilômetros a sudoeste de Jerusalém

Características: está a quase mil metros acima do nível do Mediterrâneo.

Curiosidade: Em seus 30 quilometros de cumprimento guarda resquícios da era patriarcal. Serviu também de sepulcro à família patriarcal (sepultura de Macpela).

VALE DE MOABE
Localização: a nordeste do mar Morto.

Características: É o vale mais dilatado dos três que desembocam na planície moabita.

Curiosidade: região habitada pelos incestuosos filhos de Ló, que muitos danos causaram aos israelitas. Eles tentaram impedir o avanço do povo em direção a Canaã, por isto foram sentenciados por Deus (Dt 23.3-4). Desta terras Moisés contemplou a Terra Prometida, mas ali mesmo foi recolhido. Mas a misericórdia de Deus alcançou os filhos de Moabe por intermédio de Rute, que teve o privilégio de ser uma das ancestrais de Jesus.

Referência Bibliográfica:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Geografia Bíblica. Rio de Janeiro . CPAD, 1987.

Por: Ailton da Silva

lição 9 - pós aula

1. Jerusalém estava completamente desviada. As palavras de Hanani não foram suficientes para descrever realmente a situação do povo. Desprezo e miséria foi pouco;

2. Muitos pastores já receberam igreja e agradeceram a Deus. “Deus ouviu minhas aflições, agora vou descansar”, mas já teve muitos casos em que dava vontade de sumir. Neemias deve ter sentido algo parecido quando viu a situação de Jerusalém, ou não;;

3. Será que os que ajudaram Zorobabel não questionaram a sua intenção de reconstruir o Templo primeiro? Erguer a nossa maior riqueza espiritual e deixar os nossos tesouros expostos aos nossos inimigos? Eles sabem que sem Templo não somos nada. Não seria melhor murar a cidade e proporcionar o mínimo de segurança?

4. Era necessário que o povo visse o Templo reerguido. A presença de Deus era constante na cidade, somente não era visível. O plano de Deus era: o povo ao ver o símbolo de sua religiosidade erguido certamente não colocaria obstáculos para reconstruir a cidade;

5. Jesus restaurou Israel, mas não da forma como esperavam. O mesmo aconteceu com Zorobabel, alguns imaginavam que a reconstrução deveria começar pelo muro e portas para então seguros erguerem o Templo;

6. Na nossa conversão em qual campo Jesus opera logo de início? No campo material? Emocional? Ou no espiritual?

7. Jerusalém não suportaria uma segunda destruição da cidade e tampouco do Templo? E ainda mais em tão curto espaço de tempo. Isto se os inimigos os atacassem novamente (suposição bem patética);

sábado, 26 de novembro de 2011

Grupo Labaredas - Vai Subindo (Gravação Original)



Por: Ailton da Silva

O Tabernáculo no Deserto - Israel

São 3 histórias fascinantes:
1 - as orientações para construir o Tabernáculo, o cumprimento delas na íntegra e o material que utilizaram. O mesmo penso do Templo;
2 - o exílio na Babilônia e o retorno;
3 - e todo o simbolismo do Tabernáculo/Templo, seus objetos, utensílios, rituais (sombras de coisas futura).

Esta é uma réplica do Tabernáculo



Por: Ailton da Silva

Responsabilidade de Neemias?

Proposta da lição:
• “Filho de peixe, peixinho é”: todo filho de levita, levita era? todo filho de pastor, pastor é; todo filho de crente, crente é?

• “Não queria ter nascido levita” – tinha como evitar isto? E os decretos Divinos?

• “Todo levita é separado. Logo eu” – graças de Deus por isto. Ou temos notícias de levitas desviados?

O resgate da nação e Israel se iniciou pela reconstrução do Templo por Zorobabel. Pergunta? Teria como iniciar por outro ponto que não este?

Funções do levitas – matar idólatras e apóstatas para manter a pureza doutrina no meio da congregação. Deus no guarde! Dos levitas ou da idolatria ou apostasia?

Os levitas não precisavam se preocupar com o futuro, pois serviços no Tabernáculo/Templo não faltariam para eles. A única preocupação seria com a santidade e o cuidado com o povo;

Se não fosse possível reunir os levitas aquele dia o culto teria continuidade? Sem levitas, sem culto?

A suma era que os judeus desconheciam uma palavra tão simples, mas tão eficaz e necessária: ORGANIZAÇÃO;

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Extra! Deserto notícias - o seu jornal on line


EXTRA! EXTRA! LEVITAS MATAM IDÓLATRAS

Os levitas de Israel, invadiram as tendas e mataram à espada 3000 israelitas, de várias tribos, sob a acusação de idolatria e apostasia. Segundo testemunhas oculares (Moisés e Arão), a provocação partiu das próprias vítimas.

Moisés e Arão disseram a esta reportagem que os levitas agiram em legitima defesa (legitima defesa da fé).

Diante do acontecido de nada adiantou o clamor ao bezerro, que as vitimas levantaram em favor de suas vidas, enquanto eram mortos.

O I.M.L. local contabilizou 3000 mortos. Depoimentos colhidos no local indicam que o autor da ordem para que houvesse a faxina [sic] doutrinária partiu do próprio líder do movimento, Moisés e que todo aquele caso teve inicio com a permissividade de Arão, mas nenhum dos dois foram indiciados pela autoridades e pela AUTORIDADE MAIOR.

Os que não foram mortos, da congregação, glorificavam a Deus e diziam: “Não mexam com estes dois homens. Não mexam com Moisés e Arão”.

Entenda o caso:
O líder da congregação, Moisés, estava há vários dias desaparecido [sic] e o povo, por faltas de notícias e com o aval do sacerdote, optaram pela fabricação de uma imagem de um bezerro de ouro para adoção como se fosse uma divindade.

O líder do movimento, indignado, ouviu de longe o alarido do povo e percebeu que algo estava errado, apesar que seus auxiliares pensaram que fosse uma festa para recepcioná-los, mas ele discerniu que aquela alegria era de derrotados e não de vitoriosos.

Ele quebrou as tábuas da lei, aos pés do monte e segundo fontes, estas pedras foram lavradas e escritas por Deus. Até ao final desta edição não tínhamos confirmação de que ele havia lavrado outras para que recebesse novamente a Lei.

Alguns afirmam que Deus cobrará dele outras tábuas, um dos auxiliares do líder, que desciam com ele do monte, sem se identificar, arriscou a dizer: "Provavelmente Deus ordenará a Moisés para que lavre duas tábuas de pedra, como as primeiras que ele havia lavrado e escrito antes. Certamente lembrá-lo-a que ele quebrou as anteriores, portanto será obrigação dele preparar as novas” (Ex 34.1).

mais informações: Caderno 2 (Êxodo) página 32
Por: Ailton da Silva

A organização do serviço religioso. Plano de aula

A ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO RELIGIOSO

TODO SACERDOTE É LEVITA
FILHO DE PEIXE, PEIXINHO É
FILHO DE LEVITA, SEPARADO É
EI, JUDEUS NÃO PULEM ETAPAS!
“NÃO QUERIA TER NASCIDO LEVITA”!
LEVITAS: OS SEM HERANÇA MATERIAL
TODO LEVITA É SEPARADO. “LOGO EU”?
LEVITAS SEM MINISTÉRIO? REVOLTADOS
LEVITAS-ADORAÇÃO COM O CORAÇÃO OU COM OS LÁBIOS?

PROPOSTA DA LIÇÃO:
• Zorobabel retornou com sacerdotes para reconstruirem o Templo;
• Os levitas tinham várias atribuições;
• Somente eles eram autorizados a trabalharem no Tabernáculo;
• Era imprescíndivel a presença dos levitas na condução do culto;
• Os cantores foram reunidos para adorarem e louvarem a Deus;
• Sacerdotes e levitas purificados exemplos para o povo;
• Dois cortejos com direções opostas, mas com objetivo único;
• Adoração organizada e ordeira. O povo não estava acostumado;
• Grandes sacríficios com grande alegria. De longe se ouviu o brado.

INTRODUÇÃO
O Templo reconstruído por Esdras (restabelecida o canal de comunicação com Deus), o muro erguido, portas levantadas (cidade protegida), povo avivado, concerto reafirmado com Deus (reaproximação e este foi realmente o fim do cativeiro), mas a cada momento surgia uma nova tarefa para Neemias. Em todas estas tarefas não foi visto sinal de vaidade, gravação de nomes em colunas, portas ou fixação de placas para que ficassem registrados nos anais da história judaica os feitos humanos.

Tampouco foi possível vermos os líderes efetuando mudanças na engenharia, ou incluindo novos ornamentos visíveis, monumentos, etc. A preocupação foi em manter todas as diretrizes entregues por Deus a Moisés ainda no deserto na ocasião da construção do Tabernáculo (Êxodo caps. 25, 26, 27). Não houve inovações e invenções.

A necessidade evidente agora era o restabelecimento e organização do ministério levítico. Aos poucos Neemias foi avançando para aquele que sempre foi o alvo principal de sua missão, o Templo. A reconstrução do muro foi sim para proteger a cidade, o avivamento foi para alegrar o povo e o concerto teve as suas beneficie, mas a suma de sua tarefa era o resgate do serviço religioso para que então a nação fosse reaproximada com o seu Deus.

Uma santa convocação reuniu todos os responsáveis para que o serviço religioso do Templo fosse restaurado. Todos se purificaram, sacerdotes, levitas, cantores e o povo, para então oferecerem grandes sacrifício em meio a jubilo e alegria. O lamento inicial do povo era transformado em regozijo, pois houve alegria, louvor e cânticos em ações de graças ao Senhor (Ne 12:43).

I. OS SACERDOTES QUE VIERAM PARA JERUSALÉM COM ZOROBABEL
1. Os que vieram com Zorobabel.
Deus instituiu uma responsabilidade aos levitas, nomeando-os como sacerdotes e auxiliares para trabalhos contínuos a fim de manterem a ordem e administrarem os sacrifícios no Tabernáculo.

Zorobabel liderou o primeiro grupo de exilados judeus que retornaram a Jerusalém com a missão de reconstruírem o Templo e restabelecerem a adoração a Deus. O símbolo maior da religião judaica estava em melhores condições, bem diferente da cidade, quando Neemias chegou para iniciar a obra, mas somente aqueles que conseguiram provar a sua ascendência levítica é que foram admitidos para administração do serviço religioso (12.8-21).

2. O ministério sacerdotal.
Os sacerdotes eram representantes do povo diante de Deus, descendentes da tribo de Levi, portanto deveriam ter uma vida santa e irrepreensível (Lv 10.1-3). Eles não poderiam possuir algum tipo de deformidade e deveriam preencher uma série de requisitos (Lv 21-17-20), mas isto não fazia ou capacitava todo levita para que ele fosse um sacerdote.

a) As funções do sacerdote:
• Fazer mediação entre o povo e Deus e oferecer sacrifícios pelos pecados, visando à reconciliação com o Senhor (Lv 16.11-28; Nm 3.3; II Cr 13.11);
• Consultava a Deus pelo povo, buscando discernir a vontade do Senhor (Nm 27.21);
• Oficiava e ministrava os cultos religiosos;
• Ensinava como professor ou mestre da Lei (Lv 10.10,11);
• Discernia a existência de lepra e efetuavam o rito de purificação (Lv 13.14-15) e determinava castigos por assassinatos e outras questões civis (Dt 21.5; II Cr 19.8-11);
• Tomavam conta do tabernáculo (Nm 18.5-7);
• Conservavam sempre aceso o fogo do altar (Lv 6.12-13);
• Queimavam incenso (Ex 30.7-8);
• Purificavam os imundos (Lv 15.30-31);
• Transportavam a arca (Js 3.6-17; 6.12;
• Encorajavam o povo a ir à guerra (Dt 20.1-4);
• Tocavam as trombetas em várias ocasiões (Nm 10:1-10; Js 6.3-4);
• Não podiam beber vinho ou bebida forte (Lv 10:9).

b) O sumo sacerdote:
Era uma posição honrosa, hereditária (Ex 28.43) reservado ao primogênito, exceto nos de enfermidade, mutilação (Lv 21.17-20) ou na vacância (Nadabe e Abiú – Nm 3.4), mas de muita responsabilidade e cercada por muitas restrições, as quais sequer imaginavam respeitar o mais simples israelita (Lv 21.1-15).

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O povo que viu o fundo do mar - Água que separou 2 nações

De um lado Israel e do outro o Egito. Porque um não chegou ao outro para iniciar a batalha? Deus não permitiu. A nuvem escurecia para um e clareava para o outro de forma que o caçador não alcançava a presa. A porta de água (mar vermelho) foi aberta pela chave de madeira (cajado) e o povo atravessou a seco.

Quem seria o primeiro?
Quem teria coragem de enfrentar as duas paredes de água. E o medo delas desabarem diante da incredulidade ou do medo? Alguns dizem que os pés de Moisés e Arão foram os primeiros a pisarem naquele solo seco. O povo foi atrás, criaram coragem, ou saíram todos correndo para o outro lado tão logo viram o caminho aberto? Particularmente duvido.

Imagino a cena. De um lado da margem os israelitas olhando para o céu clamando: “Feche o mar Deus, feche o mar Deus” ou gritando para Moisés: “Fala para Deus fechar porque eles nos alcançarão, você não está vendo”

Porque Deus não fechou o mar, pois os israelitas já estavam a salvos do outro lado? Se fechasse os egípcios ficariam com o mesmo sentimento de derrota. Eu somente penso que com aqueles carros de ultima geração, com aquele vigor e com a vontade de reaver os seus escravos, certamente eles dariam a volta, procurariam uma outra passagem e alcançariam Israel no deserto, afinal teriam 40 anos para isto. Seria um exército forte com carros velozes contra recém libertos escravos doentes, famintos e vagarosos caminhantes.

A água que separou duas nações:
Deus retirou a nuvem e permitiu a aproximação dos egipcios, mas eles estavam do lado de cá e Israel do lado de lá. Somente avistavam a multidão medrosa esperando pelo fechamento do mar. Enquanto uns clamavam para o ajuntamento das águas os outros zombavam diante daquela cena, imaginando que fosse um sinal para que iniciassem o ataque.

Egípcios, entrem logo no mar:
Quem deles seria o primeiro a encarar aquelas duas muralhas de água? Até agora o Egito havia colecionado somente derrotas e frustrações diante do Deus de Israel. Valentes não faltariam para darem o primeiro passo.

O pensamento deles foi, talvez, que Deus não tivesse forças para fechar o mar ou que abriu e esqueceu de fechar. Não perceberam a “armadilha”. Lá dos altos céus eram contemplados e somente quando o último carro egipcio entrasse no solo seco do mar este se fecharia e nunca mais eles seriam visto pelos israelitas.

O segundo dilúvio:
Assim como nos dias de Noé uns foram levados (pelas águas) de volta para a praia (Ex 14.30) e outros foram deixados na margem a salvo (Ex 14.31). A diferença foi que no caso da arca, ao inicio da chuva, os ímpios gritaram para que a porta (de madeira) fosse aberta, já no Mar Vermelho o clamor foi para que a porta (de água) continuasse aberta e não se fechasse.

Porque tudo isto aconteceu:
Eu creio que foi a fé dos israelitas, vejam só: “Moisés diga ao povo que comemorem a primeira Páscoa (Ex 12.11), antes de saírem do Egito”. Moisés, incrédulo deve ter pensado: “mas como, Senhor, como comemorar antes da saída, ainda somos escravos”?

Conclusão da história:
Comemore antes (Ex 12.28) para que cante o hino da vitória depois (Ex 15.1-21).

Por: Ailton da Silva

conteúdo da Bíblia

Depois que o povo voltou do exílio, Ageu admoestou as pessoas para que dessem prioridade a Deus e reconstruíssem em primeiro lugar o Templo, mesmo antes de reconstruírem suas casas.

Extraído da seção: "Ajuda ao leitor" - Bíblia Sagrada - Harpa Cristá – Baureri

Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Querubins – Bezerro – Serpente

Como isolar um versículo que já está isolado:

Dias atrás estava em um lugar e o rádio estava ligado. Em determinado momento o “pregador” alterou o tom de voz e disse: “Ei você, que está sendo bombardeado com as acusações de que somos todos idólatras, vejam o que está escrito na Bíblia”.

Neste momento eu parei para ouvir melhor. Era um padre (destes que estão na mídia e de alcance nacional). Eis a citação dele:

Ex 25.17-22 – o propiciatório de ouro. O foco da mensagem foi em relação aos dois querubins de ouro que Deus ordenou que fossem colocados na arca.

Ele insistiu na chamada: “Eis vocês que são bombardeados, vejam a prova de que Deus mandou e permitiu fazer imagens”.

Eu não acreditei, pois qualquer criança, das nossas EBDs, sabem como é catastrófico isolarmos versículos e desprezarmos o seu contexto e não precisamos ser exegetas para sabermos que o correto é extrairmos do texto exatamente o que o que ele quer nos dizer e não dizermos o que o texto não está falando.

a) O bezerro de ouro (Ex 32.1-35).
• Sobre os dois querubins de ouro – creio que serviria sim de lastro para adoção da idolatria se em vez dos dois querubins Deus ordenasse que fossem colocados ali duas figuras de ouro para representarem as duas sumidades e maiores homens de Israel naquele momento, Moisés e Arão. Seria mais ou menos assim: “Farás também duas imagens de ouro batido para que o povo sempre lembre de você e a seu irmão”. Que estranho seria (quase me deu ânsia de vomito ao digitar isto);

• Será que existe alguma diferença entre dois querubins e as imagens de dois homens? Desde o jardim do Éden vemos a função dos querubins, após expulsão do homem (Gn 3.24);

• Com a demora de Moisés, da mesma forma como Samuel também demorou alguns dias para o encontro com Saul (I Sm 12.8), todo Israel clamou por novos deuses. O primeiro da lista seria o bezerro (Ex 32.8b), mas porque não aproveitaram os dois querubins de ouro que já estavam prontos? Porque todo o trabalho de fazerem outro? Acho que foi por causa da festa que seria feita ao final. Alarido de vitoriosos ou canto de derrotados?

• Qual foi o prejuízo do povo? As mulheres, seus filhos e filhas perderam seus pendentes que estavam nas orelhas (grandes) e certamente perderam muito do que ganharam de presentes dos egípcios no momento da partida (Ex 12.35-36);

• Quase foram destruídos, mas Moisés clamou e não aceitou a proposta de Deus (Ex 32.10b), pois seria estranho ouvir Jesus dizer: “Vocês presumais de vós mesmo ter por pai a Moisés” (Mt 3.9). Como soa esquisito. Moisés sabendo clamou por aquele povo para que um dia pudessem dizer com todo gosto: “Nós tempos por pai a Abraão”;

• Foi preciso Moisés colocar sua vida em risco diante de Deus para que Israel não fosse consumido. Imaginem se ele ouvisse o “ok” para o seu pedido. Seria riscado do livro (Ex 32.32)?

• Assim o povo foi ferido por causa da imagem do bezerro que Arão havia feito (Ex 32.35), mas quando fizeram os querubins não tiveram problema. A finalidade naquele caso era outra (sombra de coisas futura);

• Será que havia diferença entre os dois querubins (ordenado por Deus) e o bezerro (ordenado pelo homem)? Muita diferença;

• Eu não me lembro dos israelitas dizendo: “Glória, os dois querubins estão entre nós, glória”, mas louvarem a Deus muitas vezes pela arca do concerto.

A serpente de metal (Nm 2.8-9; cfe Jo 3.14):
• Deus havia mandou serpentes entre o povo devido a murmuração (mais uma). Como resolver este problema? Clamor de Moisés em favor deles? Sim, e uma ordenança de Deus: “Faze uma serpente ardente e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo mordido que olhar para ela” (Nm 21.8);

• A região era infestada de serpentes traiçoeiras, que se escondiam na areia e atacavam sem prévio aviso (Bíblia de aplicação pessoal, nota de rodapé Nm 21.8-9) e para completar o povo de vez em quando facilitava as coisas para as tragédias, ou seja, faziam por onde merecerem;

• “E Moisés fez a serpente de metal; e pô-la sobre uma haste; e era que, mordendo alguma serpente a alguém, olhava para a serpente de metal e ficava vivo” (Nm 21.9). Esta seria a brecha para se provar a permissão de imagens? Afinal este seria o segundo caso de que era ordenado pelo próprio Deus a confecção de uma suposta imagem para representar algo (servia de sombra para coisas futuras);

• O que curava os mordidos por serpente, da congregação, era a fé em Deus e não propriamente o olhar para a serpente, vejamos: a ordem foi para olhar (uma vez?) e não para dobrar os joelhos, acender velas, clamar, passar horas e horas gritando, se retalhando (I Re 18.27-29). Serpentes não falam, não ouvem, mas viajam rastejando. Se confiassem nelas certamente não as encontrariam para atenderem os pedidos;

• Muitas curas aconteceram naqueles dias pela fé em Deus, quando olhavam para a serpente, porque então não adotaram a serpente como um futuro deus? E porque não a adotam hoje. Títulos não faltariam: Serpente das santas chagas; Serpente da restauração; da unificação; da cura eterna; do norte; de Portugal; do rio; da natividade, sei lá;

• A serpente é uma imagem muito feia, amedronta. Não teria comercio, as vendas seriam baixas, pois quem gostaria de ficar olhando para deuses com este tipo de aparência? Metade homem, metade serpente! Isto é coisa de romano. Egípcio, babilônico, assírio, cananeu, etc.

• Alias se fosse para se apoiarem em algumas passagens para autenticarem a idolatria porque então não utilizam esta?

Nas Escrituras Sagradas jamais encontrarão respaldo para tamanha torpeza, pelo contrário, e não precisa ser nenhum exegeta, estudioso da Bíblia para compreender que tal prática é uma afronta a santidade de Deus, que é o único digno de receber toda a Glória.

Por: Ailton da Silva

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Canto dos arcanjos - Josué Lira



Por: Ailton da Silva

Jacó, Jacó, sempre no vale das decisões. Quem era o seu primogênito?

Jacó amava Raquel (Gn 29.9-11), porque:
• Foi a primeira que conheceu das duas irmãs;
• Ela era uma pastora comprometida com o rebanho do pai, rebanho do PAI (Gn 29.9);
• Aquele beijo não foi realmente mais uma de suas artimanhas;
• Tampouco o seu esforço em dar de beber ao seu rebanho não foi inútil.

Jacó era muito esperto.Trabalhou por ela, mas no final recebeu a irmã. Desistiu? Não, aceitou outro período de trabalho.

O primogênito de Jacó com Léia foi Ruben (Gn 29.32), portanto este deveria ser reconhecido como tal e o foi até certo ponto.

O primeiro filho de Jacó com Raquel foi José (Gn 30.23-24) e a partir deste momento sua vida tomaria novos rumos, vejamos:
• A quem deveria considerar como legitimo primogênito?
• A quem deveria ao final de sua vida abençoar com a benção dupla por ser o primogênito?
• A quem em vida deveria honrar diante dos outros filhos?
• A quem deveria dar os melhores presentes?
• A quem permitiria ficar em sua constante presença, aprendendo, enquanto os outros estivessem trabalhando?

Quem? O primogênito de entre todos os seus filhos ou o primeiro da mulher que sempre amou? Isto somente poderia ser resolvido por uma Lei justa e de origem Divina, pois a humana se mostrou falha, já que foi fruto apenas do senso comum de Jacó, nada mais.

A lei mosaica ainda não estava em vigor, pois seria instituída muitos anos à frente, portanto não teria como Jacó se auto condenar ou flagelar pelos seus erros, mas e se esta legislação Divina já estivessem em vigor? Ou se Jacó, um dos patriarcas, estivesse nascido em outro tempo? Ele seria condenado pelo povo? Apedrejado? Isolado do arraial? Teriam coragem de condenar o patriarca? Teriam, pois tiveram audácia de crucificar o próprio Deus encanardo.

O direito do primogênito:

Quando um homem tiver duas mulheres, uma a quem ama e outra a quem aborrece, e a amada e a aborrecida lhe derem filhos, e o filho primogênito for da aborrecida.
Será que, no dia em que fizer herdar a seus filhos o que tiver, não poderá dar a primogenitura ao filho da amada, adiante do filho da aborrecida, que é o primogenito,
Mas o filho da aborrecida reconhece por primogenito, dando-lhe dobrada porção, de tudo quanto tiver, porquanto aquele é o príncipe da sua força, o direito da primogenitura seu é. Dt 21.15-17

Jacó amava as duas? Amava Raquel e aborrecia a irmã, por tudo o que houvera acontecido nos casamentos?

Certamente ele teria uma resposta para isto e apresentaria a sua defesa e seria absolvido.

Por: Ailton da Silva

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

lição 9 - proposta


Por: Ailton da Silva

pós aula - lição 7 e 8

1. O norte já foi, cuidado reino do sul!

2. O concerto do povo não poderia ter sido efetivado logo após a reconstrução? Ainda estavam com o sangue fervendo, não teriam o mesmo resultado? Havia algumas etapas que deveriam ser cumpridas pelo povo, pois como o concerto seria reconhecido por Deus sem que tenha o avivamento, arrependimento, confissão e contrição? Impossível! Não podemos pular etapas em nossa vida;

3. Ou quando muito poderiam ter terminado a reconstrução e cada um iria para a sua casa, satisfeito, felizes por terem feito algo para Deus. “Terminamos a construção”!. Terminaram? Agora é que começaria a festa;

4. Na própria lei havia exemplos de livramentos e operações de Deus, as quais foram suficientes para a mudança de situações e de quadros catastróficos. Ex: saída do Egito. Naquele dia saíram valentes, corajosos, com suas espadas, armaduras, lanças, grandes e bonitos cavalos, um verdadeiro exercito armado pronto a enfrentar qualquer inimigo? Saíram doentes, cansados, temerosos, alguns descrentes (será mesmo que é de Deus isto?);

5. Como os judeus gostavam de auto humilhação, com vestes de pano de saco, terra na cabeça, jogando-a no ar, alguns certamente andariam preparados com suas capas de humilhação e saquinhos de terra no bolso, vai que precisasse em algum momento. quando Paulo fazia sua primeira defesa (At 22.22-23) eles jogaram um caminhão de terra ao ar;

6. Deus operava milagres e maravilhas em Israel para ajudá-los na conquista de suas terras e para provar a eles que era a nação eleita. A igreja contempla milagres e maravilhas para edificação de sua fé. Eles viram abertura de mar, rio, água brotando de rocha, codornizes em pleno deserto, terra se abrindo, etc, a igreja não viu isto, mas pela fé contemplamos restauração de homens, mulheres, mudanças de vida, curas, manifestação do Espírito Santo. Eles não viram tudo isto;

7. Hoje não há necessidade de clamarmos: “abre-te rio Paraná, abre-te, em nome de Jesus”! Para que? Se existe uma ponte. Se fizermos isto certamente veremos vários faraós que rindo dirão: “não precisa pedir isto ao seu Deus, EU já construí uma ponte e aterro (11 km) podem atravessar”;

8. Quando os judeus foram lembrados de sua história, das operações de Deus no passado (Ne 9), estavam na verdade, presenciando uma prévia do que seria o sermão de Estevão;

9. Quantos não voltariam quando se deparassem com a mesma visão que Neemias teve ao chegar em Jerusalém? Certamente diriam: “Eu, vou embora, este povo que permaneça nesta situação, estou fora, já tentei de tudo”;

10. Quantas vezes Israel desejou voltar para o Egito? Se não tivessem a presença de Deus certamente teriam voltado na primeira chuvinha de pedra que se deparasse;

11. Como os israelitas perturbaram Neemias? Tanto quanto tiraram Moisés do sério. Para isto eles eram especialistas. O próprio Deus deu testemunho deles a respeito disto;

12. Quando Neemias voltou a Jerusalém, pela segunda vez (Ne 13.7), correu para conferir o fruto do avivamento e concerto que havia sido testemunha. Ele não suportou a degradação e espancou alguns que estavam misturados aos pagãos (Ne 13.23-25);

13. Neemias reconstruiu os muros pregando;

14. Israel perdeu muito ao sair do Egito, muito. Cada um deles perdeu o direito a terra para o seu túmulo que teriam naquele lugar;

15. Frutos do avivamento: arrependimento, confissão e o concerto;

16. Frutos do concerto: zelo pelo Templo, necessidade da adoração (um dia) e preocupação com a manutenção do Templo e do culto;

17. Ovelhas não são para serem empurradas, forçadas, xingadas (pela sua teimosia????), mas sim devem ser guiadas pelo pastor;

18. Pé de seringuela: isto eu desconhecia. Os galhos do pé de seringuela são enxertados no tronco e ficam até frondosos, bonitos, mas são tão fracos, não suportam o peso do homem. No meio da aula contei aquele testemunho da missionária Antonieta (que esteve pregando em Prudente domingo passado) quando ela respondeu que seria melhor ficar no tronco do que ficar nos galhos.

Por: Ailton da Silva

sábado, 19 de novembro de 2011

o fundo do mar

Meu Deus!
Israel, o povo que viu o fundo do mar! Egito! o povo que não percebeu o plano do mar vermelho!

Glória a Deus! A água que separa duas nações

Por: Ailton da Silva

Aramaico, gego, latim e hebraico

Agora para encerrar o assunto, por um poucohinho de tempo, um trecho do livro: A Bíblia através dos séculos : uma introdução de Antônio Gilberto da Silva

O Aramaico
É um idioma semítico falado desde 2.000 a.C, em Arã ou Síria, que é a mesma região. (Arã é hebreu; Síria é grego.) Nas Escrituras, o território da Síria não é o mesmo de hoje, o que acontece também com outras terras bíblicas. O primitivo território estendia-se das montanhas do Líbano até além do Eufrates, incluindo Babilônia, Mesopotâmia Superior (conhecida na Bíblia por Arã-Naaraim; e Padã-Arã - Gn 25.20), e outros distritos. Era ainda falado numa grande área da Arábia Pétrea.

Os trechos escritos em aramaico são:
• Esdras 4.8 a 6.18; 7.12-26.
• Daniel 2.4 a 7.28.
• Jeremias 10.11.

A influência do aramaico foi profunda sobre o hebraico, começando no cativeiro do reino de Israel, em 722 a.C. na Assíria, e continuando através do cativeiro do reino de Judá, em 587, em Babilônia. Em 536, quando Israel começou a regressar do exílio, falava o aramaico como língua vernácula. É por essa razão que, no tempo de Esdras, as Escrituras, ao serem lidas em hebraico, em público, era preciso interpretá-las, para compreenderem o seu significado (Ne 8.5,8).

No tempo de Cristo, o aramaico tornara-se a língua popular dos judeus e nações vizinhas; estas foram influenciadas pelo aramaico devido às transações comerciais dos arameus na Ásia Menor e litoral do Mediterrâneo. Em 1.000 a.C, o aramaico já era língua internacional do comércio nas regiões situadas ao longo das rotas comerciais do Oriente. O aramaico é também chamado "siríaco", no Norte (2 Rs 18.26; Ed 4.7; Dn 2.4 ARC), e também "caldaico", no Sul (Dn 1.4). Tinha o mesmo alfabeto que o hebraico, diferia nos sons e na estrutura de certas partes gramaticais. Do mesmo modo que o hebraico, não tinha vogais; a partir de 800 d.C, é que os sinais vocálicos lhe foram introduzidos. É muito parecido com o hebraico.

O aramaico foi a língua do Senhor Jesus, seus discípulos e da igreja primitiva, em Jerusalém. Em Mateus 5.18, quando Jesus diz que a menor letra é o jota (aramaico iode), Ele tinha em mente o alfabeto aramaico, pois somente neste é que se verifica isto. (A letra iode originou o nosso i). Nos dias de Jesus, o aramaico já se modificara um pouco na Palestina, resultando no "aramaico palestinense", como o chamam os eruditos. Também em Marcos 14.36, o uso da palavra aramaica "abba", por Jesus, é outra evidência de que Ele falava aquela língua. Que Ele também falava o hebraico é evidente em Lucas 4.16-20, uma vez que os rolos sagrados eram escritos em hebraico.

O hebraico foi de fato absorvido pelo aramaico, mas continuou sendo a língua oficial do culto divino no templo e nas sinagogas, dos rolos sagrados, e dos rabinos e eruditos. Havia escolas de rabinos, inicialmente em Jerusalém, e, depois da queda da cidade, em Tiberíades. Havia escolas semelhantes noutros centros judaicos. As conquistas árabes e a propagação do islamismo em largas áreas da Á-sia, África e Europa, reduziu e por fim destruiu a influência do aramaico. Por sua vez, o hebraico, sendo língua morta, começou a ressurgir. Para que se cumprissem as profecias referentes a Israel, era necessário que a língua revivesse e assumisse a posição que hoje desfruta na família das nações modernas.

Devido aos hebreus terem adotado o aramaico como uma língua, este passou a chamar-se hebraico, conforme se vê em Lucas 23.38; João 5.2; 19.13,17,20; Atos 21.40; 26.14; Apocalipse 9.11. Portanto, quando o NT menciona o hebraico, trata-se, na realidade, do aramaico. Marcos, escrevendo para os romanos, põe em aramaico 5.41 e 15.34 do seu livro; já Mateus, que escreveu para os judeus, escreve a mesma passagem em hebraico (Mt 27.46). O AT contém, além do hebraico e aramaico, algumas palavras persas, como "tirsata" (Ed 2.63 FIG) e "sátrapa" (Dn 3.2).

O grego
O grego do Novo Testamento não é o grego clássico dos filósofos, mas o dialeto popular do homem da rua, dos comerciantes, dos estudantes, que todos podiam entender: era o "Koiné". Este dialeto formou-se a partir das conquistas de Alexandre, em 336 a.C. Nesse ano, Alexandre subiu ao trono e, no curto espaço de 13 anos, alterou o curso da história do mundo. A Grécia tornou-se um império mundial, e toda a terra conhecida recebeu influência da língua grega.

Deus preparou, deste modo, um veículo lingüístico para disseminar as
novas do Evangelho até os confins do mundo, no tempo oportuno. Até no Egito o grego se impôs, pois aí foi a Bíblia traduzida do hebraico para o grego, a chamada Septuaginta, cerca de 285 a.C.

Nos dias de Jesus, os judeus entendiam quase tão bem o grego como o aramaico, haja vista que a Septuaginta em grego era popular entre os judeus. Nos pri-mórdios do cristianismo, o Evangelho pregado ou escrito em grego podia ser compreendido pelo mundo todo. Só Deus podia fazer isso! Ele não enviaria o seu Filho ao mundo enquanto este não estivesse preparado, e esse preparo incluía uma língua conhecida por todos. (Ver Marcos 1.15 e Gálatas 4.4.)

Trecho extraído do livro: A Bíblia através dos séculos: uma introdução. Antônio Gilberto da Silva

Por: Ailton da Silva

Hebraico – a lingua morta

mais um trecho do livro: Introdução Bíblica. Como a Bíblia chegou até nós Normam L. Geisler e Willian E. Nix

O aramaico.

Logo após o cativeiro babilônico, o idioma oficial da Palestina era o aramaico. Era usado pelos escribas hebreus já nos dias de Esdras (Ne 8.1-8). Por sinal, foi em aramaico que se escreveram os targuns, durante o período Soferim (400 a.C.-200 d.C), o Talmude e o Midrash, no período entre 100 a.C. e 500 d.C. (v. cap. 16). Na época do Novo Testamento, o aramaico era a língua falada pelo povo, tendo sido a língua materna de Cristo e de seus discípulos.

O grego e o latim.
Depois das campanhas de Alexandre, o Grande (335-323 a.C), o grego tornou-se a língua oficial dentro dos limites do território conquistado. Grande parte desse território mais tarde seria incorporada pelo Império Romano, incluindo-se o Oriente Médio; foi quando o grego prevaleceu como língua oficial tanto do Egito como da Síria, sob os impérios ptolemaico e selêucida, e também da Palestina, durante a independência hasmoneana (142-63 a.C). Por ocasião da morte de Átalo III (133 a.C), o reino de Pérgamo submeteu-se a Roma e, por volta de 63 a.C., todo o Oriente foi incorporado ao Império Romano. A língua latina acompanhou esse crescimento do Estado Romano e espalhou-se como idioma militar do Oriente Próximo.

A presença intrusa dos soldados romanos no Oriente Próximo fez que o latim se tornasse a língua militar e comercial (embora não a língua oficial) do Oriente.

Na Itália, de modo especial em Roma, o povo era bilíngüe. A língua literária das pessoas das classes mais elevadas era o grego, e até mesmo a literatura latina seguia os padrões gregos. Embora tanto os escravos como as pessoas livres fossem bilíngües, a língua militar e comercial era o latim.

Durante os primeiros anos da igreja, os cristãos de Roma em geral falavam grego, como demonstram as cartas de Paulo e as de Clemente. Só mais tarde é que os cristãos romanos começaram a usar o latim como língua de comunicação escrita. Durante os séculos IV e V, as tribos germânicas usavam o latim em vez do grego, mais literário, como veículo de comunicação. Pode-se entender isso com facilidade, se nos lembrarmos de que as tribos germânicas entraram em contato mais imediato com as legiões romanas e com os mercadores, muito antes de conhecerem a literatura latina.

Trecho extraído do livro: Introdução Bíblica. Como a Bíblia chegou até nós Normam L. Geisler e Willian E. Nix

Por: Ailton da Silva

Casamentos mistos – marca registrada dos samaritanos

Estava lendo o livro Introdução Bíblica. Como a Bíblia chegou até nós (referência ao final) e publico um trecho riquíssimo:

As raízes dos samaritanos podem ser encontradas na antigüidade, na época de Davi. Durante o reinado de Onri (880-874 a.C.) a capital havia sido estabelecida em Samaria (1Rs 16.24), e todo o Reino do Norte veio a ser conhecido como Samaria.

Em 732 a.C. os assírios, sob Tiglate-Pileser III (745-727), conquistaram a parte nordeste de Israel e estabeleceram a política de deportar os habitantes e importar outros povos cativos para outras terras conquistadas.

Sob Sargão II (em 721 a.C.) seguiu-se o mesmo procedimento, quando esse rei conquistou o resto de Israel. A Assíria impôs o CASAMENTO MISTO sobre os israelitas que não haviam sido deportados, a fim de garantir que nenhuma revolta ocorresse, pois os povos estariam automaticamente perdendo sua nacionalidade e absorvendo as culturas de outros povos cativos (2Rs 17.24— 18.1). Eis ai finalidade do casamento misto (grifo meu)

De início os colonos adoravam deuses próprios. Quando os judeus voltaram do cativeiro babilônico, ou um pouco depois disso, esses colonos aparentemente desejaram seguir o Deus de Israel.

Os judeus impediram que os samaritanos fossem integrados, e estes, por sua vez, se opuseram à restauração (v. Ed 4,2-6; Ne 5,11— 6;19). No entanto, por volta de 432 a.C, a filha de Sambalate com o neto do sumo sacerdote Eliasibe, O casal misto foi expulso de Judá, e tal incidente provocou o fato histórico do rompimento entre judeus e samaritanos (v. Ne 13.23-31).

Trecho extraído do livro: Introdução Bíblica. Como a Bíblia chegou até nós. Normam L. Geisler e Willian E. Nix

Por: Ailton da Silva

uma grande EBD

Características da escola Bíblica Dominical, se fosse o caso, no tempo de Neemias:
• Vários alunos;
• Muitos professores;
• Muitas horas de ensino;
• Muitas classes.

Como o povo não entendia o hebraico (ainda estou indignado com isto, pois foram apenas 70 anos e não 430 como no Egito ou os quase 19 séculos do ano 70 a 1948, o estrago não deveria ser tanto), por isto foi necessário que os levitas ficassem somente envolvidos com a música (como se fosse esta a única atribuição deles), mas sim se infiltrariam no meio dos judeus para fazerem a tradução simultânea, isso reunindo pequenos grupos para que todos ouvissem.

Talvez esta seja a idéia da separação de classes, pois o assunto do adultos pode não ser compreendido facilmente pelos adolescentes, crianças etc., assim como o assunto destinado ao público infantil pode não surtir o resultado desejado entre os adultos.

Por: Ailton da Silva

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O compromisso com a Palavra de Deus. Plano de Aula.

O COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS

SIGAM O LÍDER!
ESTA É A JERUSALÉM QUE CONHECEMOS
QUAL DIA É O MELHOR PARA ADORAÇÃO?
AVIVAMENTO SEM PALAVRA = EMOCIONALISMO
O SEGUNDO ESTADO FOI MELHOR QUE O PRIMEIRO

PROPOSTA DA LIÇÃO:
• Obra concluída e concerto firmado;
• Os líderes deram o exemplo e foram admirados pelo povo;
• Os judeus não teriam sucesso se não observassem as Escrituras;
• Disseram não as uniões reprovadas por Deus;
• Esdras avisou e Neemias confirmou a necessidade da separação;
• Não havia mais espaço para o jugo desigual;
• Se alegravam quando diziam “vamos à casa do Senhor”;
• O dia da adoração foi preservado, mais um fruto do avivamento;
• Preocupação com a manutenção da casa do Senhor.

INTRODUÇÃO
O exemplo dos líderes que decidiram pela observância integral da lei de Deus foi o grande fruto do avivamento experimentado pelos judeus, pois todos foram incentivados ao mesmo compromisso.

Isto prova que aquele avivamento teve resultados duradouros e não superficiais como acontecem em muitos casos atuais. O certo é que o segundo estado foi bem melhor que o primeiro, por isto é que podemos afirmar que Jerusalém não era mais a mesma, estava bem diferente.

As melhoras foram vistas em sua estrutura (os muros reconstruídos e as portas levantadas), na sua economia (os ricos atentaram para as condições dos pobres e os sacerdotes voltaram a cuidar da Casa de Deus) mas a mais importante transformação foi no campo espiritual, sem a qual todas as outras não teriam acontecido.

A grande reforma espiritual somente foi possível porque o povo demonstrou fome pelo ensino da lei, a qual produziu um grande avivamento e por conseguinte confessaram seus pecados. Se estivessem, desta forma, certamente não teriam sido levados para o cativeiro.

I. OBEDECENDO A PALAVRA DE DEUS
1. Um Concerto com Deus.
O avivamento, pós reconstrução de Jerusalém, levou os judeus a firmarem um novo concerto, pelo qual se comprometiam a obedecerem a vontade de Deus, sendo que uma das principais promessas foi em não contraírem casamento com seus vizinhos pagãos (10.30) e observarem o sábado (10.31) entre outras obrigações.

A exposição da Palavra (leitura, ensino, explicação, entendimento e aplicação) fez com que os judeus não ficassem somente reféns da emoção, mas serviu para que exteriorizassem todo o desejo por mudança. Um avivamento sem Palavra, experiências e práticas não produz o resultado esperado, apenas aprisiona o povo a uma dimensão sentimental.

A reforma espiritual foi concretizada no momento da efetivação do concerto. Esta foi a prova de que o avivamento é capaz de produzir mudança de vida, dando condições para requisitarem as bênçãos de Deus. A única exigência de Deus (Dt 10.12-13) neste caso foi a obediência, justamente o ponto que servia de fracasso a eles (Dt 8.20; Dn.9.11; At 7.39).

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

onde estão os 7000

Trechos do livro: Onde estão os 7000 que não dobraram os joelhos a Baal?
Autor: David Botelho

A mídia tem bombardeado e investido muito para que consumamos mais e mais. Com muita sutileza, a cada dia uma nova necessidade é inventada. Lembro de uma história que ilustra bem como isso funciona. Certa fábrica de pasta de dente concluiu que tinha condições de produzir o dobro que estava produzindo. Seguindo a sugestão de um funcionário ampliou o orifício de saída do produto. O resultado? Hoje usamos mais pasta de dente do que o necessário para a nossa higiene bucal. É comum nos comerciais vermos uma escova de dente com uma quantidade exagerada de pasta de dente, sugerindo um padrão de uso. Nem mesmo os dentistas têm conseguido sucesso em mudar este quadro. Que tristeza!

Em 2001, entramos num hipermercado em São Caetano do Sul, São Paulo, na época da Páscoa. Ficamos tremendamente surpresos com o que vimos. O verdadeiro sentido da páscoa havia sido totalmente deturpado. Hoje em dia até mesmos os crentes estão celebrando a Páscoa com ovos de chocolate caríssimos! Isso ocorre devido ao grande investimento em marketing das fábricas de chocolate. Naquele mesmo ano, uma grande fábrica de cerveja também se aproveitou do marketing da época da páscoa. Foi lançado um ovo cheio de latas de cervejas. O sucesso foi total. Quanto absurdo! O mais triste foi testemunharmos naqueles dias um famoso jogador evangélico comemorando um gol saltando com as mãos dobradas para baixo, representando um coelhinho. Quanta burrice!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

louvor de um jovem 2



Júlio Cesar e Marlene - era hino do círculo de oração

Jusley - morava em C. Grande/MS com um amigo presbiteriano (eu não era nada) e fui convidado a ir em um evento dela e preferir ir para um salão de baile, naquele dia fui roubado no centro da cidade, levaram tudo

Léia Miranda - chorando ou sorrindo ouvimos muitos

Luiz Artur - clássico

Mara Lima - em cada 10 casas de irmãos que fossemos naquela época em 11 encontravamos Lp dela

Por: Ailton da Silva

louvor de um jovem 3



Sueli Ferreira - até hoje tem uma irmã que canta este hino

Oliveira verdadeira sem comentários

Valdecir aguiar - como eu disse cidade pequena e tinhamos contato com a universal

além do rio azul, Espírito Santo e os outros

Wagner Roberto ouvi pela primeira vez em uma k7 depois de uma mensagem do pastor Napoleão Falcão (ele dizia: tragam aqui para frente os que estão sendo arrebatados, tragam aqui, marche igreja, marche igreja para o céu......). Vários jovens tinham esta k7, ficavamos na sede comentanto ela, tudo novo convertido.

Por: Ailton da Silva

Louvores de um jovem 1



Alguns especiais:
Adilson Rossi - Congresso em Nova Andradina/MS

Afonso Augusto - Sou teu grande companheiro - cantavamos na mocidade

Aline - sem comentários. a mocidade nao lembro, era muito dificil

Atamar - veio aqui em Machado. A igreja gostou muito dela (estou aqui meu filho pra te ajudar)

Debora Miranda - tínhamos contato com os irmãos da Deus é amor (cidade pequena)

Brasa viva - cantavamos na mocidade, quando estavam todos ficava legal

Maior é Deus - lembro que este foi as regentes suaram para sair, mas saiu

Grupo musical formosa - marcou muito mesmo

Grupo encontro - o primeiro e último que louvei na igreja com play back e sem também (nunca mais, não é a minha vocação, foi um voto). No dia seguinte recebi um telefonema de uma irmã que me disse: "Deus manda eu te dizer que Ele não recebeu o seu louvor de ontem". Era da mocidade, uma amiga depois ela completou: "Porque eu não estava lá para ver, você vai ter que repetir". Até hoje ela está esperando.

Joel Falcão - vinha sempre na sede em Prudente

Por: Ailton da Silva

Tony Silva - O Quarto Homem - Anos 1990

Eu sinto algo em meu ser
me alegro em poder dizer
eu vejo algo maravilhoso
É o quarto homem andando aqui

O círculo de oração cantava este hino, nos primeiros dias tinhamos medo das irmãs. Eu e o meu companheiro que fomos juntos aceitarmos JESUS COMO SALVADOR DAS NOSSAS VIDAS".

Aceitei duas vezes. Tinha um senhor do meu lado, que já foi recolhido, que me perguntou se já era crente. Eu havia aceitado Jesus na semana anterior, mas ele me disse:

- Vai de novo, pode aceitar quantas vezes quiser. Eu fui!



Por: Ailton da Silva

Mara Lima-CD Lágrimas de um Fiel-Música-(Caminhos) 1995/1996

"nao retires teu Espírito deste pobre coração"

Em meados de 96/97, quando congregava em Prudente, na Vila Charlote, próximo a sede, uma igrejinha de madeira, quantas vezes ouvi este hino, solado no violão, eram dois irmãos feras, o irmão Nelson o outro eu não lembro o nome. O Pastor era o irmão João Esteves. Na época eu estava triste e resolvi fazer uma visita naquela igreja. No final do culto ele me abraçou e perguntou se iria congregar com eles. Aquele abraço falou mais que muitas palavras.



Por: Ailton da Silva

Missionária Antonieta Rosa

Com eu havia dito a nossa EBD foi transferida para domingo, a lição 7 e 8, pois estavamos em Prudente no congresso regional de Circulo de oração. Transcrevo abaixo algumas deixas da irmã preletora.

Antonieta Rosa Vieira, nascida em 17 de março de 1941, filha de Antônio Rosa Júnior e Edite da Silva Rosa, natural do Rio de Janeiro, Brasil. Casada com José Vieira, formou-se técnica de contabilidade no ano de 1965, pela Escola Técnica de Comércio Santa Cruz. Em 1983, formou-se em Jornalismo pela Faculdade Escola de Comunicação Assis Chateaubriand; em Bacharel em Teologia, em 1985, pelo Instituto Bíblico Pentecostal, obtendo em 1981 o título de Mestre pela The Living Light Bible Institute And Thological Seminary – State of California – USA.

Foi a primeira presidenta da União Feminina das Assembléias de Deus do estado do Rio de Janeiro – UFADERJ, um Órgão da CEADER.

Trabalhou durante 20 anos na Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD), onde veio aposentar-se como Diretora Comercial. Sob a direção do Pr. José Santos, da Assembléia de Deus na Penha, e com ajuda indispensável de centenas de colaboradores voluntários, construiu a Congregação Porta das Ovelhas, sob sua direção. Dividindo-se entre as funções de esposa, mãe, dirigente de congregação, missionária, pregadora do evangelho, empresária e escritora http://pt.wikipedia.org/wiki/Antonieta_Rosa_Vieira


• Testemunho da missionária quando estava fazendo orçamento do piso da igreja. O marido era o tesoureiro e dizia a ela pra não fechar o negocio, pois não teriam dinheiro. Ela abraçou e o dirigiu para fora dizendo: Vai dar uma voltinha para você não atrapalhar a minha fé;

• Quando estavam construindo a igreja tinha uma mangueira que estava difícil a sua remoção. Cortaram as raízes e nada, então as mulheres fizeram um circulo em volta da árvore e clamaram a Deus para que desse a força de Sansão aos homens. Resultado: o púlpito da igreja está exatamente onde estava a árvore. Sem falar no muro que ela reuniu as irmãs e deu marretas, martelo, machado e elas derrubaram um muro de um terreno ao lado que compraram;

• Mandar alguém para o inferno é fácil, o difícil é preparar pessoas para o céu;

Comentários feitos por ela ao final:
• As mulheres conhecem a natureza do homem, pois todos eles saíram do ventre delas exceto Adão;

• O homem é igual aos peixinhos, todos morrem pela boca. Exemplo: a rainha Ester deu o banquete ao rei e poderia ter ganho metade do reino se desejasse;

• A mulher samaritana foi buscar água na hora sexta (almoço), justamente para não apanhar das outras que iam logo pela manhã e neste horário (hora nona) já estavam em suas casas preparando o almoço;

• “Largue esta carroça que não é sua e vá cuidar de sua família”;

• As mulheres são chamadas de “carne de pescoço”. Ela pediu para que os homens mexessem a cabeça, para cima, baixo, para os lados. O pescoço leva a cabeça para onde quiser, para qualquer direção;

• Qual foi a maior invenção do século? Segundo ela foi a mulher, pois o homem não poderia ficar só;

• Vaso frágil: o homem foi feito do pó, a mulher do osso, quem é o mais forte?

• Quando Adão ouviu o chamado de Deus logo foi culpando a mulher: “a mulher que tú me destes”. No entanto ela ficou quietinha, culpou apenas a quem devia e suportou calada. No final Deus prometeu que da semente dela e não da semente do homem nasceria o que feriria cabeça da serpente;

Um dia em uma reunião de esposas de líderes, uma delas fez a seguinte pergunta:
Irmã Antonieta se a senhora não fosse assembleiana, de qual igreja a senhora desejaria ser membra? Na hora ela se lembrou de Rui Barbosa na conferência de Haia em 1907, quando lhe fizeram a mesma pergunta (Se não fosse brasileiro o que ele desejaria ser). Ele respondeu singelamente: “Se eu não fosse brasileiro eu gostaria de ser brasileiro”

Ela responde da mesma forma: “Se eu fosse assembleiana eu gostaria de ser assembleiana. Ficar no galho quando eu posso ficar no tronco”. Segundo ela neste dia estavam reunidas várias senhoras de pastores de ministérios que saíram da Assembléia de Deus;

Esta foi sensacional:
Porque Ana rapidamente atendida por Deus? Porque se humilhou? Ou porque quando estava indo ao sacrifício, após ter recebido porção dobrada de seu marido, percebeu que o templo estava largado, viu os filhos de Eli fazendo pouco caso, viu falta de azeite nas lamparinas (a luz de Deus quase apagando), neste momento o seu coração se entristeceu. Mas ela não poderia fazer nada, somente orar e pedir:

Deus me dê um filho que eu te dou ele para cuidar da tua casa”

Por: Ailton da Silva

sábado, 12 de novembro de 2011

cansamos de ouvir estes hinos nos primeiros dias de conversão.


Este também foi outro






não tínhamos muitas opções:


Por: Ailton da Silva

proposta lição 8

Por: Ailton da Silva

conteúdo da Bíblia

Este profeta anunciou o Dia do Senhor, que traria juízo a Judá e às nações vizinhas. Esse dia, que haveria de vir, seria de destruição para muitos, mas um pequeno remanescente, sempre fiel a Deus, sobreviveria para abençoar o mundo inteiro.

Extraído da seção: “Ajuda ao leitor” - Bíblia Sagrada - Harpa Cristá – Baureri

Por: Ailton da Silva

Nota de falecimento

Aprovou Deus recolher nossa irmã Antenora Vital, 39 anos, professora da rede municipal em Pres. Prudente e em Álv. Machado. Congregava no Jardim Bela Vista setor 42. Vítima do trágico acidente no domingo último na rodovia Júlio Budisk, no trecho entre Flora Rica e Irapuru, no qual seu marido, sogra e duas cunhadas faleceram no local. Ela ainda resistiu 7 em coma induzido.

Por: Ailton da Silva

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O resgate da história

Durante o dia fiquei imaginando alguns judeus andando com saquinhos de terra e vestes de sacos a tiracolo, para eventuais emergências, mas creio que não, pois o arrependimento foi verdadeiro. A comoção na cidade, fruto do avivamento pós reconstrução não deixava brechas para fingimentos.

Neemias acertou em cheio quando disse aos opositores que eles não seriam lembrados pelo povo (2.20), pois quando resgataram parte da história de seus antepassados, os problemas, a providências de Deus, as libertações, creio que poderiam ter sido citadas também o início da reconstrução do muro, toda a problemática, as confusões.

Domingo, não teremos aula na nossa igreja. Motivo: Cooperação na sede em Prudente no Congresso Geral do Círculo de oração regional. Talvez as lições 7 e 8 serão no domingo próximo dia 20.
Por: Ailton da Silva

Arrependimento, a base para o concerto. Plano de aula.

ARREPENDIMENTO, A BASE PARA O CONCERTO

A EXPOSIÇÃO DA PALAVRA:
• LEITURA
• ENSINO
• EXPLICAÇÃO
• ENTENDIMENTO
• APLICAÇÃO

PROPOSTA DA LIÇÃO
• Avivamento: humilhação, arrependimento e confissão;
• Sinais do verdadeiro arrependimento–sinceridade e profunda humilhação;
• O avivamento despertou o povo para se apartarem dos estranhos;
• 6 horas de ensino da palavra;
• 6 horas de confissão e adoração;
• Resgate da história e das atuações de deus;
• Deus permaneceu fiel a israel, mesmo diante de sua incredulidade;
• Os judeus clamaram pela misericórdia e firmaram concerto com deus.

INTRODUÇÃO
A exposição da Palavra (leitura, ensino, explicação, entendimento e aplicação) promoveram um grande avivamento entre os judeus, conduzindo-os ao arrependimento, condição essencial para o concerto.

O avivamento gerado pela exposição (leitura, ensino, explicação, entendimento e aplicação) da Lei não se restringiu apenas a cânticos e celebrações, apesar, que eles não encontravam motivos para cantarem em terras estranhas (Sl 137), então agora poderiam sem nenhum problema. Motivos para alegria não faltavam, haja vista estarem diante da obra concluída e terem resgatados parte da tradição, da religiosidade e do nacionalismo. O essencial era que este avivamento gerasse contrição, confissão de pecados e arrependimento e foi isto o que realmente aconteceu.

Os judeus reconheceram o desprezo que manifestaram pela Palavra e que todos os anos em que estiveram no exílio foram consequências de seus próprios erros, mas tinham ciência que Deus estava lhes proporcionando uma nova chance, uma oportunidade para se aproximarem (II Cr 7.14) a fim de serem restaurados.

O avivamento abriu as portas para um verdadeiro arrependimento que foi a base para o novo concerto. Esta regra não se aplicou apenas aos judeus durante o exercício de Neemias e Esdras, mas é valido para toda e qualquer época.

I. OS RESULTADOS DE UM GENUÍNO AVIVAMENTO
1. Arrependimento e confissão de pecados (Ne 9.1).
Israel sempre foi alertado sobre o perigo da desobediência, mas sempre ignoraram estes avisos imaginando que não estariam assim tão próximos do juízo de Deus. Após o avivamento, algo que como escamas lhes caíram dos olhos, e entenderam que o tempo do cativeiro houvera sido uma conseqeência da apostasia, imoralidade e injustiça. Aquele convívio com os babilônicos foi de muitas perdas e prejuízos à identidade de Israel, mas por outro lado foi um tempo de refrigério e concerto para sua nação.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

11) As bodas de Caná - segundo os 4 Evangelistas

MATEUS
• Não há registros


MARCOS

• Não há registros.


LUCAS

• Não há registros


JOÃO 2.1-12

• 1 – uma pausa em seu recém iniciado ministério? Ou uma grande oportunidade de se tornar conhecido por muitos?

• 2 – como as festas judaicas se estendiam por muitos dias (semana inteira), sendo que em algumas delas toda a cidade era convidada (era um insulto recusar o convite), então este era o local ideal, haja vista estarem muitos reunidos e esta convivência era propícia para apresentar a sua mensagem;

• 3 – como as festas eram longas era preciso um rigoroso planejamento para que os noivos e família não fossem envergonhados, ou para que as regras de hospitalidade fossem feridas, mas não foi isto o que aconteceu neste caso (na verdade o noivo seria honrado e receberia todas as glorias);

• 4 – que resposta difícil de ser assimilada, não foi falta de respeito. Maria confiou, pois ainda estavam claras em sua mente as manifestações espirituais e as confirmações ocorridas ao nascimento de Jesus. Ela já era dependente do FILHO. Aprendemos com ela a apresentar os problemas a quem tem a solução. Se queremos os favores de Cristo devemos obedecê-lo em tudo;

• 5 – o que ela poderia dizer aos empregados? Façam o que Ele disser, pois eu conheço o FILHO (não o meu, mas o de Deus);

• 6 - Seis talhas (cada uma poderia conter entre 74 a 111 litros de água) que era usada para purificação dos judeus quando tocavam em algo impuro. Em cada talha cabiam duas ou três metretas (medida usada pelos gregos equivalente a mais ou menos 40 litros);

• 7 – as talhas estavam VAZIAS, foram cheias até em cima, nada poderia ser apresentado ao Mestre pela metade;

• 8 – seis talhas cheia até a tampa e deveriam ser levadas ao mestre sala para que o vinho fosse provado. Moisés tranformou a água em sangue no Egito, a primeira praga (Ex 7”20) e agora Jesus transformava a água em vinho (um das primeiras manifestações de operação de maravilhas). Se continuassem com água a festa seria regada a tristeza, mas com o vinho a alegria voltou;

• 9 – sem saber a procedência, os EMPREGADOS sabiam de onde viera aquele vinho, mas eles não denunciaram o feito de Jesus. Então o mestre sala chamou o NOIVO e lhe honrou diante de todos. Ele também ficou calado e recebeu toda a GLÓRIA;

• 10 – ei, noivo, você deixou o melhor para a segunda parte”? Sim, os primeiros já regojizaram, Israel já se alegrou, agora é a vez dos gentios, da igreja”;

• 11 – aquele milagre de Jesus manteve os convidados reunidos por longos dias afim de continuarem a comemoração, mas e os comentários durante a festa?;

• 12 – Jesus permaneceu em Cafarnaum, uma importante cidade da região, localizada em uma das principais rotas comerciais e que abrigava guarnições do império romano. Ela se tornou a base do ministério de Jesus na Galiléia.

PRÓXIMO ASSUNTO: JESUS, MINISTÉRIO E EXPULSÃO DE NAZARÉ

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva

Hebraico – a língua morta

Seria possível a nossa língua portuguesa morrer?? Em pleno território brasileiro poderíamos ficar diante de uma outra língua que não a nossa? Fico imaginando o nosso velho, bom e difícil português morto e o Brasil adotando uma segunda ou terceira língua (inglês, francês, espanhol ou o tupi-guarani de vez). Um projeto de Lei federal instituindo outra língua e aposentando a nossa. Seria possível?

Retomo a discussão anterior em relação a facilidade mostrada pelos israelitas (outros povos também que foram conquistados, especialmente pelos gregos) em aprenderem novos idiomas, mesmo com o tempo dispensados pelos impérios ou pela convivência diária. A questão é que em todo estes séculos que viveram sem bandeira, hino, território, eles conseguiram manter a tradição, cultura e a língua, meio que as escondidas, mas conseguiram. No auge do movimento sionista eu creio que não encontraram muitas dificuldades para resgatarem todos os elementos culturais judaicos, mesmo que utilizaram professores, pois não teriam 100% de sucesso, alguns foram ensinados ou apresentados.

Em conversa com o Pastor Damásio Farias (Diretor do Seminário teológico de Pres. Prudente) ele disse que a facilidade era em virtude da necessidade. Pensando melhor eu cheguei a seguinte conclusão:

“ou vocês aprendem o nosso idioma ou morrem de fome, ficam sem trabalho ou isolados e em suas dificuldades”

Os impérios, épocas e circunstâncias ditavam as línguas e as necessidades israelitas as absorviam.

Paulo em sua defesa (At 26.14), quando narrava o seu encontro com Jesus afirmou ter ouvido em hebraico a sua chamada, por isto os seus acompanhantes não entenderam, haja vista terem dificuldades com o próprio idioma (em At 9.7 eles ouviram a voz, mas não viram, já em At 22.9 viram a luz sem ouvirem). Muitos não tinham acesso ao hebraico?

Naquela época o grego era a língua universal, enquanto que o latim, uma espécie de opção e o aramaico com seus dialetos eram supervalorizados diante do esquecido e morto idioma hebraico. Por isto os judeus ficaram espantados quando ouviram Paulo se defendendo em sua língua materna (grifo do pastor Damásio Farias, que corroboro em gênero, número e grau, alias já havia comentado isto na lição passada).

E olha que com todos os recursos e tecnologias existentes não somos aprendemos a segunda língua. Quantos que já tentaram e desistiram?

Por: Ailton da Silva

terça-feira, 8 de novembro de 2011

1º trimestre de 2012 - assunto da lição

Como sempre o Pastor Isaías de Jesus nos proporciona um preparo para os trimestres seguintes. Confiram as lições do 1º trimestre de 2012.

LIÇÕES BIBLICAS PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2012

TEMA - A VERDADEIRA PROSPERIDADE - A VIDA CRISTÃ ABUNDANTE

Comentarista = PR. JOSE GONÇALVES

CONSULTOR Doutrinário E Teológico - Antonio Gilberto

01 – O SURGIMENTO DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE
02 – A PROSPERIDADE NO ANTIGO TESTAMENTO
03 – OS FRUTOS DA OBEDIÊNCIA NA VIDA DE ISRAEL
04 – A PROSPERIDADE NO NOVO TESTAMENTO
05 – A BENÇÃOS DE ISRAEL E O QUE CABE A IGREJA
06 – A PROSPERIDADE DOS BEM-ABENTURADOS
07 – TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE
08 – O PERIGO DE QUER BAGANHAR COM DEUS
09 – DÍZIMO E OFERTA
10 – UMA IGREJA VERDADEIRAMENTE PRÓSPERA
11 – COMO ALCANÇAR A VERDADEIRA PROSPERIDADE
12 – O PROPÓSITO DA VERDADEIRA PROSPERIDADE
13 – SOMENTE EM JESUS TEMOS A VERDADEIRA PROSPERIDADE

mais detalhes no blog do Pastor Isaías de Jesus
Por: Ailton da Silva

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Julio César e Marlene - Jerusalém - Anos 1990



Caminhando eu vou para Canaã - Wélington e Wérica Silva


Jusley - Grande Amigo - 1990


Por: Ailton da Silva

conteúdo da Bíblia

Este livro apresenta um dialogo entre Deus e Habacuque sobre a justiça e o sofrimento.

Extraído da seção: “Ajuda ao leitor” - Bíblia Sagrada - Harpa Cristá – Baureri

Por: Ailton da Silva

Deus sabe todas as coisas!

Ontem durante a aula o nosso irmão Presbítero Hélio recebeu um telefonema, com notícias sobre um acidente de madrugada envolvendo seus familiares. Minutos após o pastor solicitou que encerrasse a aula, pois os parentes (da igreja Metodista), estavam ali para informarem que suas duas filhas (Vera e Leila), filho (Alberto) e esposa (Maria da Glória), não resistiram aos ferimentos e faleceram no próprio local e que sua nora (Antenora) estava internada em Dracena (UTI) e a bisneta em Prudente, apenas com problemas no maxiliar e em parte do corpo.

Em meados de 1992, durante meus primeiros passos na fé, conheci o irmão Alberto, que gostava muito de louvar a Deus (Luiz Artur e Voz da verdade, Luiz de Carvalho), quantas vezes ensaiou a mocidade nas manhãs e tardes de domingo. As suas irmãs e mãe congregavam na Metodista e o seu pai pouco anos depois foi recebido na Assembléia.

Metodista, Assembléia de Deus, outras e toda a cidade está chocada pela violência do acidente. Alguns dizem que ele estava parado no acostamento com problema nos faróis, inclusive já havia avisado aos parentes. O motorista da carreta diz que ele veio ao seu encontro com os faróis apagados e na contra mão, mesmo assim fugiu do local e foi preso no Hospital em Prudente.

Ficaram prensados na carreta e foram arrastados cerca de 160 metros. A criança com este impacto foi jogada ou "puxada" para fora e a irmã Antenora foi a única que sobreviveu, mas os médicos já menearam a cabeça.

Ela congrega no Jardim Bela Vista, em Álvares Machado, atuante, circulo de oração e auxilia em outros trabalhos, professora da rede municipal de Pres. Prudente. A igreja compreende o agir de Deus e espera o desfecho de mais um livramento.

Esta foi a primeira vez que fiquei em um velório durante toda a madrugada. Foi muito difícil vê-los lado a lado, na sequência: mãe, Leila, Vera e Alberto (no caso delas ainda foi possível ver o rosto, apesar da desconfiguração, mas o Berto ficou lacrado).

O irmão Hélio é um lutador, vitorioso, no dia não sentiu desejo de participar da viagem. Que Deus lhe dê forças.

veja abaixo as fotos: