Presidente Prudente (SP),

Apresentação da lição em power point

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Mensagem 57: O raio que caiu duas vezes no mesmo lugar

Introdução (At 16.31; 27.31)
Paulo teve uma experiência bonita com o carcereiro de Filipos, ocasião em que batizou toda uma família, pois crendo ele, todos de sua casa seriam salvos, mas algum tempo depois esta situação tornou-se a repetir em sua vida. A única diferença foram os ambientes, os atores envolvidos e as circunstâncias, mas o resultado foi tão grandioso quanto na primeira vez.

Duzentos e setenta e seis almas ouviram a Palavra, confiaram em uma revelação (27.25) recebida por Paulo, pela qual garantia a salvação daqueles que continuassem no navio (27.31). Eles contemplaram a confirmação de tudo e foram salvos da morte certa.

1) A segurança garantida:
  • No cárcere (16.23-24) – Paulo e Silas foram duramente açoitados e depois lançados na prisão sob a responsabilidade do carcereiro, que imediatamente tratou de garantir a segurança dos mesmos, porque se fugissem certamente ele seria castigado;
  •  No navio (27.10-11) – Após a troca de navio, eles navegaram rumo a Roma, mas algo estava errado. Paulo alertou-os acerca do perigo que corriam eles, o navio e a carga, mas o centurião não deu ouvidos, antes pelo contrário, depositou toda a sua confiança no capitão do navio. Quem sabe não disseram: “O que está falando este paroleiro”? (17.18).
Mas em ambos os casos a segurança foi garantida justamente por quem não tinha competência para tal.

2) Cânticos, orações, conselhos, revelação e pregação:
  • Cânticos e orações no cárcere (16.25) - Mesmo trancafiados no cárcere inferior e com os pés no tronco, Paulo e Silas cantavam e oravam a Deus e todos os presos escutavam-nos;
  • Conselhos, revelação e pregação no navio (27.21-26) – mesmo no iminente perigo, Paulo continuava aconselhando e participando ativamente durante aquela viagem, mas ninguém dava ouvidos, bem diferente do que aconteceu em Filipos, mas isto não impediu que sua comunhão com Deus fosse abalada, tanto que recebeu uma revelação pela qual era garantida a vida de todos que estavam no navio. Quem sabe agora acreditariam ou pelo menos o ouviram, quando se trata de uma bênção, então todos param para ouvirem.
3) Tremor na terra, vento no mar e todas as portas foram abertas:
  •  No cárcere (16.26) – de repente, após a oração e louvor, veio um tremor que abalou os alicerces:
a) mas as paredes ficaram intactas, não cairam;
b) todas as portas foram abertas;
c) as prisões de todos foram soltas;
d) mas ninguém fugiu, pois ficaram sem ação.

Este foi o resultado dos louvores, que impactou aqueles corações, tanto que foram transformados, pois nada impedia que fugissem diante das portas abertas, somente Jesus. As portas não foram abertas para fuga, mas sim para entrarem no reino de Deus.
  • No navio (27.14) – não muito depois dos avisos de Paulo veio sobre eles um pé de vento muito forte que:
a) arrebatou o navio;
b) deixaram-nos sem rumo;
c) os marinheiros tentaram a fuga;
d) todos ficaram sem ação, sequer se alimentaram.

4) Muitas vidas preservadas
  • No Cárcere (16.27-28) – o carcereiro vendo as portas abertas e prevendo o castigo, tentou contra sua própria vida, mas ouviu o grito de Paulo dizendo-lhe: “não faças tal” (Gn 22.12), guardada as devidas proporções;
  • No navio (27.42) – o desejo dos soldados era matarem todos os prisioneiros para que não fugissem, mas foram impedidos pelo centurião, pois ele temia pela vida de Paulo. Então permitiu que eles pulassem na água e se salvassem. Alguns chegaram pelas próprias forças (valentes) e outros chegaram à praia agarrados e destroços do navio (aproveitaram a oportunidade).
5) Pregação, apelo, batismo em terra firme. Pregação, confirmação da revelação, batismo nas águas e meia ceia em alto mar:
  • Em terra firme (16.31-34) - Após o ocorrido, o carcereiro trêmulo, ouviu o apelo e aceitou a Jesus como Salvador de sua vida e convidou Paulo e Silas para irem em direção à sua família para se cumprisse o dito pelo missionário (16.31);
  • Em alto mar aconteceu o mesmo, pois momentos antes da completa destruição do navio, todos foram convidados por Paulo a comerem algo. Ele tendo graças a Deus, na presença de todos, partiu o pão (27.35) e ofereceu a cada um. Para que fosse se caracterizasse uma ceia faltou o vinho e o batismo de todos, água para isto teriam em abundância (At 8.36). Deveriam professar a fé e entrar nas águas para serem batizados, quem teria coragem?
6) Família salva em terra firme e várias vidas transformadas na praia:
  • Depois de ouvirem a Palavra, socorrem os missionários, aquela família foi batizada e todos se alegraram à mesa (16.34);
  • Alguns chegaram a nada, outros apoiados em destroços do navio, mas o importante é que todos chegaram e com isto foi confirmada a revelação que Paulo houvera recebido (27.23-26). Todos se reuniram na praia, nenhum deles fugiu, permaneceram unidos esperando algo a mais de Paulo. Quando aqueles homens saíram daquelas águas algo aconteceu na vida deles, não eram mais os mesmo, estavam diferentes, transformados, tanto que nenhum deles fugiu. O que deve ter acontecido naquelas águas? Deus tratando com cada um. Na praia se reuniram homens que, diante de Deus, estavam nivelados, pois não havia ali mais missionário, centurião, soldados, marinheiros, prisioneiros, eram todos iguais. Não havia mais patentes, divisões.
7) Conclusão:
Nas duas ocasiões os atores envolvidos perceberam a diferença entre caso perdido e a reviravolta provocada por Deus. Como o carcereiro poderia imaginar que algo de bom pudesse acontecer em sua vida diante daquela cena assustadora que contemplou? Poucas horas depois ceava juntamente com os missionários e sua família, se alegrando pela salvação.

Como os soldados, marinheiros, prisioneiros e o centurião poderiam imaginar um livramento naquele pé de vento? Todos eles experimentaram o que é estar diante de um tempestade, sem solução, sem horizontes, sem perspectivas, mas também puderam, horas depois, pisarem na terra firme de uma praia, ouvindo o barulho do mar, tranqüilos e salvos. Isto é para poucos.

Semelhanças entre os dois casos:
  • Presença de Paulo;
  • Cânticos, louvores, pregação, revelação, apelo e salvação;
  • Ações e permissões de Deus, primeiro com o terremoto e depois com o pé de vento;
  • As portas abertas do cárcere, no mar e na ilha, pois qualquer um deles poderia fugir;
  • Permanência em massa e não fuga. Todos ficaram esperando o desfecho dos acontecimentos. A família e os missionários se alegraram e os prisioneiros, soldados, marinheiros se reuniram na praia todos salvos;
  • Uma família salva e no segundo caso 276 vidas também foram preservadas
 Por: Ailton da Silva

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