Apresentação da lição em power point

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A angústia das dívidas. Plano de aula


TEXTO ÁUREO

Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos! Pois comerás do trabalho das tuas mãos, feliz serás, e te irá bem (Sl 128.1,2).

VERDADE PRÁTICA
Para ter uma vida financeira equilibrada e bem-sucedida, o crente deve administrar seus recursos com sabedoria, prudência e comedimento.

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

I Timóteo 6.7-12.
7 - Porque nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele.
8 - Tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.
9 - Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.
10 - Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
11 - Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão.
12 - Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.

PROPOSTA DA LIÇÃO
·         Você não é dono da “décima parte”;
·         Porque gastamos com aquilo que não nos satisfaz?
·         A cobiça de Acã prejudicou Israel. Exemplo para a igreja;
·         Consumismo desenfreado: resultado da insensatez;
·         Liquidações: liquidam a sua espiritualidade;
·         Contentamento com os próprios salários. É possível?
·         As “armas letais” podem ser vencidas pelo autocontrole;
·         Amor ao dinheiro: ciladas e quedas à “VISA”;
·         O meu socorro vem do Senhor.

INTRODUÇÃO
Vivemos numa sociedade extremamente consumista, por isto são muitos os que estão enfrentando problemas em consequência desta mazela social, inclusive alguns cristãos, que encontram dificuldades para se relacionarem com o seu próprio dinheiro.

A sociedade consumista da ultima hora, não perdoa e aproveita-se dos inúmeros apelos para aprisionar ou enterrar de vez os desavisados nas areias movediças da dividas.

O desejo pelo supérfluo é maior que a atenção destinada ao necessário, gerando os incansáveis consumidores impulsivos, mola propulsora do comércio atual. As consequências por esta impulsividade tem feito muitas vitimas, verdadeiros zumbis aflitos e angustiados. O professor Luciano de Paula Lourenço discorreu em seu subsidio semanal para a Escola Bíblica Dominical:
“A prática desenfreada de aquisição de bens tem sido uma das marcas de nossa era materialista. Isso tem trazido diversos problemas, inclusive para os servos de Deus, que não conseguem resistir a determinadas “promoções imperdíveis” oferecidas pelo comércio e adentram por endividamentos e financiamentos, sem mesmo avaliar se sua situação financeira comportará tais compromissos. Quando esquecemos de planejar nossas finanças e cedemos às pressões “urgentes”, para adquirir coisas supérfluas, corremos o risco de manchar o nome do Senhor e o nosso diante dos homens. O consumismo nos faz comprar coisa que não precisamos, com um dinheiro que não temos, para impressionar pessoas de que não gostamos. Isso é perigoso”.

I. QUEM É O DONO DO NOSSO DINHEIRO
1. Dê a Deus o que lhe pertence.
A décima parte do nosso salário não nos pertence, é do Senhor. Devemos priorizar o Reino de Deus e a sua justiça (Mt 6.33) e assim veremos a bênção do Senhor sobre nossas vidas (Ml 3.10,11), mas de nada adiantará tal zelo se não nos blindarmos contra a sociedade consumista da última hora.

Como novas criaturas, nascidas em Cristo, temos que honrar os nossos compromissos, tanto na pátria celestial, quanto na terrena. “Gastamos muito em nossos próprios deleites, enquanto investimos tão pouco nas causas nobres do Reino de Deus.

A terra e tudo o que há nela é de Deus (Sl 24.1; Ag 2.8), portanto não somos donos de nada, mesmo que por algumas vezes sintamos donos de algo. O certo é que não trouxemos nada para este mundo e dele também nada levaremos, pois somos apenas mordomos (I Tm 6.7). Deus concede a quem Ele quer e tira da mesma forma (Jó 1.21), sem distinção de raça, cor, caráter etc. (Mt 5.45).


2. Disciplina e orçamento financeiro. 
Você deseja ser bem-sucedido financeiramente? Então seja disciplinado. Não gaste mais do que ganha. Não seja irresponsável, não gaste seu dinheiro com coisas supérfulas. A Palavra de Deus nos adverte quanto a isto: “Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer?” (Is 55.2).

O ideal é que cada família elabore o seu orçamento. Que o casal saiba exatamente o que pode e o que não pode gastar. Anote todas as despesas mensais (impostos, contas de consumo, alimentação, colégio dos filhos, combustível etc). Mesmo que o seu ordenado não seja dos melhores, tome nota de tudo, e não deixe de fazer o seu orçamento (Lc 14.28-30).

“Não podemos viver num padrão acima das nossas possibilidades”, por isto que devemos demonstrar mais força que o nosso dinheiro. Ele é um bom servo, mas um péssimo patrão.

3. Cuidado com a cobiça. 
A cobiça de Acã trouxe completa destruição (Js 7.1-26) para Israel, pois perdeu uma importante batalha. Este desejo descontrolado em adquirir bens materiais tem levado alguns crentes à ruína.

A moderação deve fazer parte da vida do cristão, mas esta virtude é sufocada pelo esvaziamento provocado pelo montante das posses, tal como aconteceu com o homem rico, da parábola contada por Jesus (Lc 12.16-21). O tolo que pensou que fosse dono de algo, inclusive da própria alma, não era dono de nada.

II. O CONSUMISMO E AS DÍVIDAS
1. Os males do consumo inconsciente. 
Todos estamos sujeitos a experimentar privações e também abundância nesta vida. Não existe mal em desejar e adquirir bens com o resultado do nosso trabalho, porém também é necessário estarmos satisfeito com toda e qualquer situação (Fp 4.11-13). Não podemos ceder aos apelos da mídia e tampouco podemos ser dominados pelo consumismo desenfreado.

Não podemos depositar a nossa confiança nela, tampouco nos imaginarmos auto-suficientes. O consumismo desenfreado supervalorizam as coisas materiais em detrimento as espirituais (Pv 30.15; Mt 6.19-21). Muitos cristãos se enveredam por estes caminhos e estão sofrendo com as danosas consequências desta prática.

2. Adquirir o que se pode pagar. 
Somente o insensato compra o que não pode pagar (Pv 21.20), portanto, aja com sabedoria e cautela. Poupe e fuja das dívidas, faça as contas, pesquise e cuidado com as liquidações que são verdadeiras armadilhas para atrair os incautos.

Se for para comprar, que seja o útil ou necessário e nunca tão somente motivado pelo prazer momentâneo e impulsivo da compra, ainda mais produtos que não acrescentarão nada.

3. Aja com integridade, fuja da corrupção. 
João Batista exortou os soldados a se contentarem com seus soldos e que não aceitassem suborno (Lc 3.14). Isto não soou como acomodação ou renuncia a progressão profissional, mas sim foi uma mensagem de alerta a respeito da cobiça e das práticas ilícitas e corruptas.

Ser íntegro é ter padrões bem definidos de certo e errado à luz da Palavra de Deus”, no tocante às finanças, casamento, trabalho e estudos, que agradará a Deus e nos tornará diferente dos ímpios, que estão expostos a toda sorte de calamidade social, moral e cultural e inversão de valores.

III. É POSSÍVEL LIVRAR-SE DAS DÍVIDAS
1. Cuidado com seu cartão de crédito e com o cheque especial. 
Os juros cobrados pelas administradoras de cartões de créditos costumam ser bem elevados e, às vezes, abusivos. As taxas bancárias para o uso do cheque especial também são altas. Às vezes, paga-se o dobro, ou o triplo, em relação ao bem adquirido. Por isso, tanto o cartão como o cheque especial devem ser utilizados com muita sabedoria, planejamento e cautela. Tais expedientes podem tornar-se uma “arma” letal.

O cartão de credito e cheque especial tem tirado o sono de muitas pessoas compulsivas e indisciplinada financeiramente. A busca pelo bens materiais, a febre consumista são a porta para um endividamento, bem superior à receita.

2. Vivendo de modo simples, porém tranquilo e santo. 
Os que amam o dinheiro acabam caindo em várias tentações, concupiscências e dívidas (I Tm 6.9). Ter dinheiro não é errado. Não podemos amá-lo ou depositar nele a nossa confiança (I Tm 6.10,17-19).

Paulo aconselhou-nos a estarmos satisfeitos com o essencial desta vida, “alimento, vestuário e teto” e mesmo diante de dificuldades financeiras devemos confiar em Deus (Sl 50.15). O grande problema do dinheiro não é a falta dele no bolso, mas sim a presença no coração. Ele “deve ser granjeado com honestidade, investido com sabedoria e distribuído com generosidade”.

3. Confie em Deus. 
Muito se encontram em dificuldades financeiras, devido ao consumismo desenfreado e outros pelo desemprego ou enfermidades. Como enfrentar esta situação? Como honrar os compromissos? Seja qual for a situação em que você se encontre, ore e confie em Deus. Ele é fiel! Deus é o nosso socorro (Sl 121.2).

CONCLUSÃO
Deus deseja abençoar-nos, mas precisamos agir com sabedoria e sermos íntegros financeiramente. Devemos administrar nossas finanças de tal maneira que possamos honrar nossos compromissos. Comprar sem planejamento e por impulso só geram problemas financeiros. Seja sábio e administre seu dinheiro como um bom despenseiro de Deus.

1) Compreender quem é o dono do nosso dinheiro.
          A 10ª parte do nosso salário “não nos pertence mais”;
          Deus concede a quem Ele quer e da mesma forma tira.

2) Discutir: A respeito dos efeitos do consumismo.
          O consumismo supervaloriza o material. E o espiritual?

3) Saber: É possível livrar-se das dívidas com sabedoria.
          Use o cartão e cheque especial com sabedoria e cautela;
          Viva de modo simples, tranquilo e santo. Confie em Deus.

REFERÊNCIAS:
BARBOSA, José Roberto A. A angústia das dívidas. Disponível em: http://subsidioebd.blogspot.com.br/2012/08/licao-09.html. Acesso em 22 de agosto de 2012.

BARBOSA, Francisco de Assis. A angústia das dívidas. Disponível em: http://auxilioebd.blogspot.com.br/2012/08/licao-9-angustia-das-dividas_5105.html. Acesso em 22 de agosto de 2012.

Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

CARNEIRO FILHO, Geraldo. A angústia das dívidas. Disponível em: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com.br/2012/08/3-trimestre-de-2012-licao-n-09-26082012.html. Acesso em 22 de agosto de 2012.

LOURENÇO, Luciano de Paula. A angústia das dívidas. Disponível em: http://luloure.blogspot.com.br/2012/08/aula-09-angustia-das-dividas.html. Acesso em 22 de agosto de 2012.

Rede Brasil de Comunicação. A angústia das dívidas. Disponível em: http://www.rbc1.com.br/licoes-biblicas/index/. Acesso em 22 de agosto de 2012.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

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