Apresentação da lição em power point

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Joel, o derramamento do Espírito Santo. Plano de aula

TEXTO ÁUREO
“E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos” (At 2.17).

VERDADE PRÁTICA
O Espírito Santo não veio ao mundo cumprir uma missão temporária, mas guiar a Igreja até a vinda do Senhor.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Joel 1.1; 2.28-32.
1 - Palavra do SENHOR que foi dirigida a Joel, filho de Petuel.
28 - E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões.
29 - E também sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias, derramarei o meu Espírito.
30 - E mostrarei prodígios no céu e na terra, sangue, e fogo, e colunas de fumaça.
31 - O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR.
32 - E há de ser que todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo; porque no monte Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como o SENHOR tem dito, e nos restantes que o SENHOR chamar.

PROPOSTA DA LIÇÃO
          Joel não mencionou nenhum rei em seu livro;
          Assunto do livro: ameaças e promessas escatológicas;
          Espírito Santo: pessoa, igual ao Pai e ao Filho em poder;
          Derramamento do Espírito, um revestimento. A metáfora;
          Derramamento: Joel, “depois”. Pedro, nos “últimos dias”;
          Fim: sinais no céu, embaixo na terra, sangue, fogo etc;
          Tudo isto foi repetido por Pedro no primeiro sermão;
          Mas não foi visto no dia de Pentecostes, aquilo foi o inicio;
          Tais sinais dizem respeito à Grande Tribulação.

INTRODUÇÃO
Joel, filho de Petuel, desenvolveu seu ministério no reino do Sul (835-796 a.C.) e ficou conhecido como o “profeta pentecostal”, titulo recebido do Movimento Pentecostal, mas suas profecias não diziam respeito somente a efusão do Espírito Santo nos últimos dias, pois abrangem outros temas, entre os quais destacamos as pragas advindas da ação dos gafanhotos, locustas e pulgões (Jl 1.4-6), além da iminente invasão babilônica e juízos sobre as nações.

Estas mensagens, como as outras, tinham por objetivo, levar o povo ao arrependimento a fim de que a nação, em algum momento da história, contemplasse o derramamento do Espírito Santo, como cumprimento da profecia, a promessa universal, um novo concerto a todos quantos cressem (2.28-32).

O reino do Sul, também era próspero, como o do Norte, e as inclinações para o pecado também eram semelhantes, inclusive o sincretismo religioso era uma prática normal e tolerável entre eles. Sobre isto o professor José Roberto A. Barbosa escreveu:

“Naquela época, semelhantemente ao que aconteceu com o povo do norte, Judá desfrutava de plena prosperidade. Essa condição favorecia o sincretismo religioso, o povo adorava ao Deus de Israel, ao mesmo tempo em que se dobravam perante outros deuses. Por isso, Joel profetiza a fim de evitar que Judá sofresse o castigo de Deus como consequência dos seus pecados".

I. O LIVRO DE JOEL NO CÂNON SAGRADO
1. CONTEXTO HISTÓRICO.
São escassas as informações sobre Joel e sua época. O pouco conhecido é o que extraímos de seu próprio livro, principalmente a sua filiação (1.1). Nenhum rei foi mencionado por ele, o que dificulta ainda mais a contextualização histórica. A menção dos sacerdotes auxiliando na administração (2 Cr 23.16-21), leva a crer que Joas estava no trono, mesmo com pouca idade (2 Cr 24.1). Outro fator que pode auxiliar na localização histórica de seu ministério é a funcionalidade do Templo (1.9, 13; 2.17).

2. POSIÇÃO DE JOEL NO CÂNON SAGRADO.
A ordem dos Profetas Menores em nossas versões da Bíblia é a mesma do Cânon Judaico e da Vulgata Latina, mas não é cronológica. Joel é o segundo livro, situado entre Oseias e Amós, mas na Septuaginta há uma diferença na ordem dos primeiros seis livros: Oseias, Amós, Miqueias, Joel, Obadias, Jonas.

Provavelmente foi um dos mais antigos, senão o pioneiro. As únicas pistas de seu período de atuação podem ser vistas no seu estilo literário, bem diferente do período pós exílio e pela citação dos ferrenhos inimigos de Israel, que na sua época eram os filisteus, fenícios, egípcios e edomitas e não os assírios, sírios e babilônicos citados por profetas de outras épocas.

3. ESTRUTURA E MENSAGEM.
O oráculo foi entregue ao profeta por meio da palavra (1.1). São três capítulos, mas a sua divisão na Bíblia Hebraica é diferente, pois o trecho 2.28-32 equivale ao capítulo três, com cinco versículos, e o conteúdo do capítulo quatro é exatamente o mesmo do nosso capítulo três. O livro também tem um teor escatológico, com ameaças e promessas e trata de três assuntos específicos:
a) LEMBRETE: A praga de gafanhotos, locustas e pulgões (1.2-10);
b) ALERTA: Invasão de um grande exército proveniente do Norte (1.6; 2.1-11);
c) PROMESSA: Manifestação da misericórdia de Deus diante do arrependimento sincero (2.18; 3.21), ocasionando a restauração da nação e o derramamento do Espírito Santo.

II. A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO
1. SUA PERSONALIDADE.
A Bíblia nos apresenta o Espírito Santo como uma pessoa e não como uma mera influência. Ele é inteligente (Rm 8.27), tem emoções (Ef 4.30), vontade (At 16.6-11; 1 Co 12.11), se entristece (Ef 4.30), tem ciúmes (Tg 4.5), pensa, fala (At 8.29) e ensina (Jo 14.26). Provas bíblicas de sua personalidade não nos faltam, mas para tal é necessário um exame cuidadoso da Palavra. 

2. SUA DIVINDADE.
O Espírito Santo é chamado textualmente de “Deus de Israel” (2 Sm 23.2,3). Ele é igual ao Pai e ao Filho em poder, glória e majestade. Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

A Bíblia não se limita a mostrar que o Espírito Santo é uma Pessoa, mas também nos revela que é uma Pessoa Divina, ou seja, é uma das Pessoas que compõem este mistério que é a Santíssima Trindade, este Deus que é triúno, ou seja, um Único Deus que está em três Pessoas.

O Espírito Santo é chamado Deus (At 5:3,4) e Senhor (2Co 3:18). Quando Isaías viu a glória de Deus (Is 6:1-3), escreveu: “Ouvi a voz do Senhor...vai e diz a este povo” (Is 6:8-9). O apóstolo Paulo citou essa mesma palavra e disse: “Bem falou o Espírito Santo a nossos pais pelo profeta Isaías dizendo: Vai a este povo” (cf. At 28:25, 26). Com isso, Paulo identificou o Espírito Santo com Deus. Ele faz parte da Santíssima Trindade. Ele é mencionado junto com o Pai e o Filho (Mt 28:19; 2Co 13:13) e, a Bíblia afirma que os três são um (1João 5:7).

O texto mais explícito a respeito da divindade do Espírito Santo está em At 5:3,4 - Disse, então, Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo?... Não mentiste aos homens, mas a Deus”. 

3. COMO UMA PESSOA PODE SER DERRAMADA?
Esta é uma das perguntas que alguns grupos religiosos fazem frequentemente com a finalidade de “provar” que o Espírito Santo não é Deus nem uma pessoa. Por duas vezes a palavra profética afirma “derramarei o meu Espírito” (2.28,29), o que é ratificado em o Novo Testamento (At 2.17,18).

O Espírito Santo sempre encontrou oposição, ao longo da história, pois não foram poucos que não aceitaram a sua Divindade, dentre os quais destacamos Eustáquio de Sebaste (300-380). Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“Ainda apresentando a mesma linha de raciocínio desses grupos religiosos, perguntamos: como pode Jesus ser uma pessoa e alguém ser morada dele? - “Jesus respondeu, e disse-lhe: se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada (João 14:23). Paulo declara: “meus filhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós”(Gl 4:19). Como pode Jesus ser formado em alguém, sendo ele uma pessoa? Ainda em Gálatas 2:20, Paulo disse: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim”. Como esses grupo religiosos explicam esse mistério? Negam também a personalidade de Jesus por causa disso? É claro que não! Então por que negam a personalidade do Espírito Santo, valendo-se do mesmo argumento? Certamente, negam essa verdade bíblica porque não se preocupam em ensinar a Bíblia, mas de impor crenças peculiares”.

O derramamento do Espírito, um dia, estaria disponível a todos que cressem e teria uma atuação dinamizada, logo nos primórdios da igreja.

4. LINGUAGEM METAFÓRICA.
O “derramamento” do Espírito Santo é a expressão que a Bíblia usa para descrever o revestimento de alguém com o poder do mesmo Espírito. Trata-se de uma metáfora, figura que “consiste na transferência de um termo para uma esfera de significação que não é a sua, em virtude de uma comparação implícita”. Simbolizado pela água, o Espírito Santo lava, purifica e refrigera como reflexo de suas múltiplas operações (Is 44.3; Jo 7.37-39; Tt 3.5), ao ser derramado.


III. HORIZONTES DA PROMESSA
1. PONTO DE PARTIDA.
A profecia do derramamento do Espírito Santo começou a ser cumprida no dia de Pentecostes, que marcou a inauguração da Igreja. O apóstolo Pedro empregou apropriadamente a expressão “nos últimos dias” (At 2.17) no lugar de “depois” (Jl 2.28a). A efusão do Espírito Santo não foi apenas para a Era Apostólica, pelo contrário, começou com os apóstolos e continua em nossos dias.

Alguns dos sinais antecipados pelo profeta Joel não foram vistos naquele dia, por isto que podemos afirmar que tudo o que aconteceu foi o ponto de partida e não o de chegada. Antes deste evento os apóstolos se acovardaram trancafiados, mas depois do Pentecostes, “eles foram presos por falta de medo. O problema da igreja não são as ameaças externas, é a fraqueza interna. Não é a falta de poder econômico e político, mas a falta do poder do Espírito Santo”!

2. COMUNICAÇÃO DIVINA.
Antes da queda, Deus se comunicava com o homem de forma pessoal e verbal e após este evento, Ele disponibilizou recursos espirituais para manter a comunicação com o seu povo por meio de sonhos, visões e profecias, independentemente de idade, sexo e posição social (2.28b,29), que são concedidos para a edificação individual, e não podem ser usados para fundamentar doutrinas, pois a Bíblia Sagrada é a nossa única regra de fé e prática.

IV. O FIM DOS TEMPOS
1. SINAIS.
A profecia de Joel fala ainda sobre aparição de sinais no céu e na terra. Sangue, fogo e colunas de fumaça, sol convertendo-se em trevas e da lua tornando-se sangue (2.30,31), estas são manifestações teofanicas de Jeová para revelar a si mesmo e também para executar juízo sobre o pecado (Ex 19.18; Ap 8.7). Tudo isso o apóstolo Pedro citou integralmente em sua pregação (At 2.19,20), mas tais manifestações não foram vistas por ocasião no dia de Pentecostes, uma vez que se trata de acontecimentos destinados aos últimos dias. Estes sinais sobrenaturais antecederão o grande e terrível Dia do Senhor, o dia da “sua volta à Terra para destruir seus inimigos e reinar em poder e grande glória”.

2. ETAPAS.
O primeiro advento de Cristo e o derramamento do Espírito Santo são eventos introdutórios dos “últimos dias” (At 2.17). Os sinais cósmicos acompanhados de fogo, coluna de fumaça etc., ausentes no dia de Pentecostes, dizem respeito à Grande Tribulação, no epílogo da história (Jl 2.31; At 2.20), pois a profecia de Joel não teve ainda o seu cumprimento integral.

De acordo com a Lei da dupla referência, as profecias bíblicas “se cumprem de forma parcial em sua época e total numa ocasião posterior”, uma vez que o derramamento do Espírito de Deus se deu apenas no grupo reunido com os apóstolos e não sobre toda a carne, mas a promessa foi estendida para todos aqueles quanto cressem (At 2.39). Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“O cumprimento final da profecia se dará no fim do período da Grande Tribulação. Antes da volta gloriosa de Cristo, haverá milagres no céu e sinais na Terra (Mt 24:29,30). O Senhor Jesus Cristo aparecerá na Terra para eliminar seus inimigos e estabelecer seu Reino. No início do reinado milenar de Cristo, o Espírito de Deus será derramado sobre “toda a carne”, tanto de judeus quanto de gentios, uma situação que persistirá, de modo geral, durante todo o Milênio. O Espírito Santo se manifestará nas pessoas de várias maneiras, independentemente de sexo, idade ou condição social. Alguns “terão visões”, e outros “sonharão”, uma situação que surge a recepção de conhecimento; outros, ainda, “profetizarão”, ou seja, passarão esse conhecimento adiante. A tônica será sobre os dons de revelação e comunicação. Tudo isso ocorrerá no tempo descrito por Joel como “últimos dias” (cf At 2:17). Trata-se, obviamente, de uma referência aos últimos dias de Israel, e não da Igreja. É bom ressaltar que os “últimos dias” começaram com a primeira vinda de Cristo e o derramamento do Espírito Santo sobre o povo de Deus, e que terminarão com a segunda vinda do Senhor.

3. RESULTADO.
A vinda do Espírito Santo, além de revestir os crentes em Jesus, resulta também em salvação a todos os que desejam encontrar a vida eterna (At 2.21). O nome “SENHOR”, com letras maiúsculas, indica na Bíblia Hebraica a presença do tetragrama YHWH (as quatro consoantes do nome divino “Yahweh, Javé, Yehovah, Jeová”). O apóstolo Paulo citou essa passagem referindo-se a Jesus, e afirmando que o Meigo Nazareno é o mesmo grande Deus Jeová de Israel. E todo aquele que invocar o nome do Senhor Será salvo (2.32, Rm 10.13), conforme escrito pelo professor Luciano de Paula Lourenço:

O derramamento do Espírito aponta para a salvação de Deus a todos os povos (Jl 2:32 - "E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo...".  Eis as boas-novas para todas as Eras, a salvação oferecida a todos os povos com base na fé do Senhor. Naquele grande e terrível “Dia do Senhor” haverá salvação para aqueles que invocarem o nome do Senhor, pois o derramamento do Espírito anunciou também o caminho da salvação. Esse derramamento do Espírito sobre toda a carne abre as portas da salvação para todos os que crêem. O Pentecostes foi um evento de salvação. Naquele dia, o apóstolo Pedro compreendeu que se cumpria a profecia de Joel (At 2:16). O evangelho foi pregado e cerca de três mil pessoas foram convertidas (At 2:39-41). O apóstolo Paulo citando Joel em sua carta aos Romanos diz que todo aquele que invoca o nome do Senhor é salvo (Rm 10:13). A salvação em Cristo, recebida pela fé, agora, é estendida a todos os povos, de todos os lugares, de todos os tempos. Nos dias de Joel, como nos dias de Paulo e também nos nossos, invocar o nome do Senhor é o único caminho da salvação.

CONCLUSÃO
O derramamento do Espírito Santo inaugurou a dispensação da Igreja, que, acompanhado de grandes sinais, faz do cristianismo uma religião sui generis. A Igreja continua recebendo o poder do alto e prossegue anunciando a salvação a todos os povos. Nisso, vemos a múltipla operação do Espírito Santo, revestindo de poder os crentes em Jesus e convencendo o pecador de seus pecados (At 1.8; Jo 16.7-11).

1) Explicar: O contexto histórico, estrutura e a mensagem
       São poucas as informações sobre o profeta e sua época;
       O livro possui lembrete, alerta e promessas.

2) Compreender: o Espírito Santo é uma pessoa divina.
       Tem personalidade e Divindade. É igual ao Pai e ao Filho.

3) Saber: O livro de Joel é escatológico.
       A profecia trata de sinais aparentes no céu e terra;
       Acontecimentos destinados aos “últimos dias”.

REFERENCIAS
BARBOSA, José Roberto A. Joel, o derramamento do Espírito Santo. Disponível em: http://subsidioebd.blogspot.com.br/2012/10/licao-03.html. Acesso em 16 de outubro de 2012.

Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

CABRAL, Elienai. Movimento Pentecostal. As doutrinas da nossa fé. Lições Bíblicas. Faixa Jovens e Adultos. 2º trimestre de 2011. Casa Publicadora das Assembléias de Deus, CPAD, 2011.

CARMO, Oídes José. Profetas menores. Instrumentos de Deus produzindo conhecimento espiritual autêntico. Lições Bíblicas. Faixa Jovens e Adultos. 2º trimestre de 2008. Betel, 2008.

CARNEIRO FILHO, Geraldo. Joel, o derramamento do Espírito Santo. Disponível em: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com.br/2012/10/4-trimestre-de-2012-licao-n-03-21102012.html. Acesso em 16 de outubro de 2012.

JESUS, Isaías Silva de. Joel, o derramamento do Espírito Santo. Disponível em: http://rxisaias.blogspot.com.br/2012_10_01_archive.html#7467705033238670141. Acesso em 18 de outubro de 2012.

LOURENÇO, Luciano de Paula. Joel, o derramamento do Espírito Santo. Disponível em: http://luloure.blogspot.com.br/2012/10/aula-03-joel-o-derramamento-do-espirito.html. Acesso em 16 de outubro de 2012.

Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

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