Presidente Prudente (SP),

Apresentação da lição em power point

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Mensagem 66: Já que fizeram tanta questão da terra do passado, então não herdarão as terras do futuro


INTRODUÇÃO
Nunca diga que os dias passados foram melhores que os atuais, pois não foram (Ec 7.10; Is 43.18). O passado deve servir de experiência, o presente deve ser vivido e o futuro deve ser aguardado. Israel nos ensinou muito, com seus erros, uma vez que fizeram tanta questão de lembrar do Egito (passado), que não viveram o deserto (presente) e não herdaram Canaã (futuro).

a) Israel mentiu no deserto:
Quando sentiram que a situação não lhes era favorável eles mentiram, para argumentarem e fundamentarem as suas insatisfações:
  • Quando estávamos junto às panelas de carne e quando comíamos pão até nos fartar (Ex 16.3). Mentira!
  • Quando comíamos peixes, pepinos, melões, verduras, cebolas e alhos (Nm 11.5). Mentira!
  • Seria melhor servirmos aos egípcios (Ex 14.12). Mentira!

b) Os únicos que usufruíram das riquezas do Egito:
Os únicos que usufruíram das riquezas do Egito, enquanto estavam lá, foram aqueles que fizeram parte da geração que subiu com Jacó, 66, 70 ou 75 almas (Gn 46.26, 27; Ex 1.5; At 7.14). Eles conheceram a fartura, pois habitaram na melhor região do Egito (Gn 47.11).

c) A lembraram do passado e a reclamação do presente interferiram no futuro de Israel (Nm 14.28-30)
Lembraram por tantas vezes do passado, murmuraram no presente, pois não aceitaram a situação, por isto perderam o direito de entrarem na terra do futuro (Canaã). Foram 38 anos para que aquela geração de murmuradores fosse consumida (Dt 2.14), um a um. Deus sabia muito bem que eram os de vinte anos para cima que, naquela ocasião, perderam o direito a benção. Ele estava no controle da situação, não tinha como alguém mentir.

d) Israel havia perdido a noção do tempo:
Foram cerca de 430 anos de permanência no Egito, dos quais a grande maioria foi no regime de escravidão (Ex 12.41 cf Gn 46.5-6), longos anos de sofrimento. Depois foram 40 anos de caminhada no deserto, que parecia não ter fim (Nm 14.33-34; Dt 2.7; 8.2-4; 29.5; Js 5.6; At 7.36).

e) Conclusão:
A caminhada no deserto serviu para serem provados, mas eles não entenderam desta forma, não aceitaram e optaram pela reclamação. As lembranças do passado atormentaram o presente e influenciaram no presente deles.

Por: Ailton da Silva - Ano IV

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