Apresentação da lição em power point

sexta-feira, 28 de março de 2014

O legado de Moisés. Plano de aula


TEXTO ÁUREO
Era Moisés da idade de cento e vinte anos quando morreu; os seus olhos nunca se escureceram, nem perdeu ele o seu vigor (Dt 34.7).

VERDADE PRÁTICA
Moisés foi usado por Deus para tirar Israel do Egito e entregar os Dez Mandamentos para a humanidade.

LEITURA BIBLICA E CLASSE – Dt 34.10-12; Hb 11.23-29.
Dt 34.10 - E nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, a quem o Senhor conhecera face a face;
Dt 34.11 - nem semelhante em todos os sinais e maravilhas, que o Senhor o enviou para fazer na terra do Egito, a Faraó, e a todos os seus servos, e a toda a sua terra;
Dt 34.12 - e em toda a mão forte e em todo o espanto grande que operou Moisés aos olhos de todo o Israel.
Hb 11.23 - Pela fé, Moisés, já nascido, foi escondido três meses por seus pais, porque viram que era um menino formoso; e não temeram o mandamento do rei.
Hb 11.24 - Pela fé, Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó,
Hb 11.25 - escolhendo, antes, ser maltratado com o povo de Deus do que por, um pouco de tempo, ter o gozo do pecado;
Hb 11.26 - tendo, por maiores riquezas, o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa.
Hb 11.27 - Pela fé, deixou o Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como vendo o invisível.
Hb 11.28 - Pela fé, celebrou a Páscoa e a aspersão do sangue, para que o destruidor dos primogênitos lhes não tocasse.
Hb 11.29 - Pela fé, passaram o mar Vermelho, como por terra seca; o que intentando os egípcios, se afogaram.

PROPOSTA
·         Moisés fez o povo lembrar de seus erros;
·         Separou Josué, em vida, como seu sucessor;
·         Foi sepultado por Deus na terra de Moabe;
·         Homem de Deus: usado quando e como Deus desejar;
·         Homem de oração: Moisés era ocupado, mas intercedia;
·         Homem de fé: Moisés agia por fé em Deus;
·         Moisés cultivou uma comunhão íntima com Deus;
·         Líderes: instrumentos para Deus alimentar e nutrir;
·         Cuidado com o inimigo e suas propostas.

INTRODUÇÃO
Moisés nasceu quando Israel estava no período de escravidão no Egito, justamente nos terríveis dias em que Faraó ordenou que todos os recém-nascidos israelitas do sexo masculino fossem mortos (Êx 1.15,16).  Os egípcios temiam que os hebreus pudessem se aliar aos seus inimigos ou na pior das hipóteses temiam que fossem dominados em seu próprio território, por isto optaram pela escravidão e opressão.

Desta forma cooperaram para o cumprimento da primeira parte da Palavra do próprio Deus: “decerto que peregrina será a tua semente em terra que não é sua; e serví-los-à e afligi-la-ão quatrocentos anos”, mas os algozes se esqueceram da segunda parte, a principal, que dizia respeito a eles: “[...] Eu (Deus) julgarei a gente à qual servirão, e depois sairão com grande fazenda”.

Muitos inocentes foram sacrificados para cumprimento da ordem faraônica, mas depois de alguns anos ele teria o troco, dolorido, que afetaria sua família e a economia de sua nação. A sua ordem dizia respeito aos recém-nascidos, possíveis aliados de seus inimigos, mas se esqueceu dos que já poderiam se apresentar como perigo, os jovens e adultos. O seu erro foi se preocupar com o futuro e não com o presente.  Ele temeu os bebês recém-nascidos e desprezou os jovens e adultos de seus dias, que não enfrentaram o Egito em luta armada, mas fizeram uso de uma outra arma, o clamor, bem mais poderosa e potente. Deveria ter sido aconselhado a não mexer com o Deus dos hebreus.

Aqueles inocentes seriam, um dia, vingados com a morte de todos os primogênitos do Egito, desde o trono ao calabouço, do mais poderoso ao mais humilde camponês, pois todos foram nivelados ante os juízos de Deus, até mesmo os animais.

Casou-se com Zípora, filha de Jetro, sacerdote de Midiã, descendente de Abraão (Gn 25.1,2). Ele teve uma comunhão especial com o Senhor e nas Escrituras Sagradas é repetidamente chamado de “servo de Deus”, pois “foi fiel em toda a sua casa” (Hb 3.5). No último livro do Antigo Testamento, Deus chama Moisés de “meu servo” (Ml 4.4), e no último livro do Novo Testamento ele é chamado “Moisés, servo de Deus” (Ap 15.3). Moisés é uma figura tipológica de Cristo. Antes de sua morte ele preparou o seu sucessor.

Um dia ele tiraria Israel do Egito, mas para isto seria preciso que ele saísse primeiro e foi exatamente isto que aconteceu. Deixou tudo para trás. Confiou que Deus teria algo melhor para ele. O que havia sido deixado para trás, mordomia e conhecimento egípcio, não poderia ser comparado com o que haveria de vir sobre sua vida.

Outros homens de Deus prepararam seus sucessores e deixaram seus legados e saudades, bem diferente do rei Jeorão (2 Cr 21.4-20):
a) Abraão deixou muitos ensinamentos para seu filho, netos e bisnetos, Isaque, Jacó e José respectivamente, uma grande esperança foi plantada no coração deles, um legado inestimável.

b) José, o então governador do Egito, ainda em vida, fez seus irmãos prometerem que não deixariam seus ossos no Egito quando fossem visitados por Deus (Gn 50.25), algo do tipo: “se vocês respeitarão a minha história e se eu serei lembrado pelas futuras gerações, então não me deixem aqui nesta terra”. Moisés fez questão de cumprir este juramento (Ex 13.19).

c) Davi aconselhou seu filho Salomão a ser homem e valoroso (1 Rs 2.2);

d) Elias concordou com o pedido de Eliseu, a porção dobrada, mas o aconselhou a ser esperto, a ficar atento aos acontecimentos (2Rs 2.9-10).

I. OS ÚLTIMOS DIAS DE MOISÉS
1. AS PALAVRAS DE DESPEDIDA. 
O ministério de Moisés chegaria ao fim em breve. Consciente deste fato, ele se despede ensinando o seu povo a guardar as leis, pois jamais permitiria que ali mesmo, pertinho da vitória, pudessem se corromper. A sua preocupação com o futuro da nação era constante. Um líder nato, escolhido a dedo por Deus e que honrou sua chamada e se deixou usar como um valiosíssimo instrumento.

No capítulo 32 do livro de Deuteronômio, temos o último cântico de Moisés. O servo do Senhor se despede com adoração e louvor. Moisés de forma bem didática faz um resumo de toda a história de Israel em forma de cântico. Segundo a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, ele “fez o povo lembrar de seus erros, a fim de que não mais os repetisse e suscitou a nação a confiar apenas em Deus”, ainda mais por estarem ali, às portas da Terra Prometida. Todo cuidado seria pouco.

Talvez o povo não tenha entendido o seu discurso. Foi um apelo à fidelidade, um resumo de toda a tumultuada trajetória de Israel, um aviso aos acontecimentos para que se preparassem para o que viria pela frente (apostasia, monarquia, divisão do reino, catástrofes, exilio e sofrimento entre outros – Dt 28). Profundos ensinamentos para a geração do deserto. Os mais velhos entenderam, os novos o ficavam olhando e admirando, como um verdadeiro líder e já pensavam em fazer uso do legado que deixaria. Estavam diante de um exemplo de homem a ser seguido.

2. MOISÉS INCENTIVA O POVO A MEDITAR NA PALAVRA. 
Moisés era um homem que amava os preceitos divinos. Por isso, antes de sua partida ele incentiva e reforça a ideia de que precisavam ouvir e obedecer às ordenanças de Deus (Dt 29.9), a fim de que prosperassem enquanto nação. O aviso partiu do líder e a escolha seria do povo. Bênção ou maldição, qual seria a escolha deles?

Josué, ao longo de sua trajetória, foi um exemplo de aluno, pois logo colocou em prática os ensinamentos recebidos. O mesmo que ouviu, de Moisés antes de sua morte (Dt 29.9, cf Js 1.8), ele repetiu ao povo, um pouquinho antes de iniciar a entrada na Terra Prometida. Sentou para ouvir e aprender e um dia foi levantado para ensinar, por isto é que todos os que amam e meditam na lei de Deus são bem-aventurados (Sl 1.1-6).

3. MOISÉS VÊ A TERRA PROMETIDA E MORRE. 
Antes de morrer, Moisés abençoou cada uma das tribos de Israel (Dt 33.1-29). Ele lutou em favor do seu povo e o amou até os últimos dias de sua vida. Ele foi fiel a Deus e à sua nação em tudo.

Até para morrer ele se mostrou obediente, pois sabia do encerramento do ciclo de sua vida (Dt 32.48-52), quem sabe ele não pensou em clamar a Deus para que esta decisão fosse mudada, tal como ele houvera feito quando soube que não entraria na Terra Prometida, ocasião em que pediu permissão para a entrada, mas o que ouviu não o entristeceu o coração, apenas lhe revelou o seu erro. A resposta de Deus ficou por muito tempo soando em seus ouvidos: “Basta; não me fales mais neste negócio” (Dt 3.26).

Moisés subiu ao monte Nebo e dali avistou toda a Terra Prometida, pois não seria possível imaginarmos Deus não permitindo que, pelo menos, pudesse contemplar o fruto de seu trabalho. Ele não pisou naquela oportunidade com todos os hebreus, mas um dia lhe foi permitido participar da mais importante reunião já realizada na terra (Lc 9.28-36), ocasião em que estiveram presentes os representantes da Lei, Profetas e Graça, a saber, o próprio Moisés, Elias e Jesus respectivamente.

Mesmo ali no monte Nebo, ele não recebeu permissão para entrar em Canaã. Moisés havia desobedecido a Deus ferindo a rocha (Nm 20). Ali no monte, solitário, o grande legislador vai se encontrar com o seu Deus. Ele foi sepultado pelo Senhor em um vale na terra de Moabe, todavia, o local nunca foi revelado a ninguém (Dt 34.6). Certamente Deus quis evitar que o local, assim como o corpo de Moisés, fossem venerados pelos israelitas. Durante trinta dias os israelitas choraram e lamentaram a morte de Moisés (Dt 34.8).

4. MOISÉS NOMEIA SEU SUCESSOR (DT 31.1-8). 
É necessário começar bem um ministério e terminá-lo de igual forma. Moisés tinha consciência de que seu ministério um dia findaria. Ele morreu, mas deixou o seu legado para a história, tal como os outros grandes homens que Deus levantou sobre a terra. Antes de sua morte ele se preocupou com o futuro de Israel, pois pediu para Deus levantar outro em seu lugar (Nm 27.15-28). O seu único deslize foi não perceber que o seu sucessor estava ali mesmo, ao seu lado, desde a saída, lutando e ajudando-o (Ex 17.9-13; 32.17; 33.11). Josué o sucedeu e manteve o modelo pregado e vivido por Moisés, resgatou e fez uso de alguns valores espirituais e morais e entrou triunfalmente na Terra prometida juntamente com todos os hebreus.

É muito importante que o líder do povo de Deus tenha esta consciência e prepare os seus sucessores ainda em vida, assim como fez Moisés (Dt 34.7-9).

II. MOISÉS, PASTOR DE ISRAEL
1. HOMEM DE DEUS. 
No final de sua carreira, Moisés é chamado nas Escrituras de “homem de Deus” (Dt 33.1). Ele foi incluído na galeria da fé (Hb 11.23-26), pois não foi em vão ele negar sua filiação egípcia, no fundo ele sabia que havia muito mais de Deus por vir em sua vida e dependia somente dele, do sim ao chamado.

Ele foi também pastor e líder do povo de Israel sob a mão de Deus (Sl 77.20). Assim, Homem de Deus é o homem a quem Deus usa como Ele quer.

2. HOMEM DE ORAÇÃO. 
A vida de intensa oração de Moisés resultou em força, coragem, destemor, sabedoria e humildade, pois o povo de Israel era na época muito desobediente, murmurador e carnal. Moisés era um homem muito ocupado com seus encargos, mas conseguia levar sempre muito tempo em oração intercessória pelo povo, inclusive colocando a sua própria vida em risco, ele não a teve por preciosa, vide o caso do bezerro de ouro, quando Deus desejou aniquilar todo o povo para fazer de Moisés uma nova nação (Ex 32.10-14).

Este foi o dia em que Moisés disse não para Deus, pois não aceitou a proposta. O grande legislador sabia que tal promessa havia sido feita e confirmada aos patriarcas anteriores, Abraão (Gn 12.1), Isaque (Gn 21.12b), Jacó (Gn 49.28) e José (Gn 50.25), portanto não teria cabimento ele aceitar tal proposta, uma vez que toda as histórias anteriores dos patriarcas seriam anuladas, além do mais ele era conhecedor das falhas cometidas pelas gerações anteriores:
a) Geração ante-diluviana – houve maldade no coração do homem (Gn 6.5) a ponto de Deus se arrepender de tê-lo criado. O ponteiro desta geração foi Adão e todos erraram. Até mesmo os animais e aves correram o risco de serem mortos;

b) Geração pós-dilúvio – esta geração também errou, pois deixou nascer no coração a idolatria (Gn 10.8). Ninrode foi o grande responsável, pois foi exaltado, idolatrado pela sua habilidade de caçador. Seu reino se iniciou em Babel. O ponteiro desta geração foi Noé e também erraram;

c) Geração pós Sodoma e Gomorra – também erraram, pois as filhas de Ló originaram os moabitas e amonitas (Gn 19.37-38). Elas imaginaram que não existiam mais varões segundo os seus costumes. Para encontrá-los bastava elas atravessarem o rio Jordão e certamente encontrariam muitos entre a família do tio Abraão, mas preferiram ficar daquém da divisa da benção, sendo que a benção estava lá do outro lado. Ló foi o ponteiro desta geração e todos erraram também.

Caso Moisés tivesse aceito a proposta de Deus, Israel passaria a ser reconhecido como “os filhos de Moisés, Gerson e Eliezer” e não como “os filhos de Abraão, Isaque e Jacó”.

Era com a sabedoria do Alto que Moisés orava. Um exemplo disso está em Êxodo 33.13, quando ele diz: “rogo-te que [...] me faças saber o teu caminho”. No versículo 18, ele ora em continuação: “Rogo-te que me mostres a tua glória”. Essas duas orações não devem ser invertidas pelo crente, como alguns fazem por imaturidade ou fanatismo.

Moisés intercedeu diante do Senhor pedindo para entrar na tão sonhada Terra Prometida, mas Deus negou esse pedido (Dt 3.23-25). Oremos sempre uns pelos outros, inclusive pelos desconhecidos. Intercedamos “por todos os homens” (1Tm 2.1), a fim de que alcancem a eterna Jerusalém.

3. HOMEM DE FÉ. 
Moisés agia por fé em Deus (Hb 11.24-29), daí, a quantidade de milagres realizados pelo Senhor através dele. Ele foi escondido por seus pais, que se tornaram verdadeiros campeões da fé (Hb 11.23). Aliás, um dos dons espirituais é o da fé (1Co 12.9); fé para operar maravilhas, muitas destas vistas por Moisés antes e após a saída do Egito.

Moisés e Arão realizaram muitos milagres perante Faraó e seus oficiais no período que precedeu a saída de Israel do Egito (Êx 4-12). Esses milagres em forma de catástrofes tinham por objetivo demonstrar publicamente que os deuses do Egito nada eram diante do Deus verdadeiro e único de Israel (Êx 12.12; Nm 33.4).

III. APRENDENDO COM MOISÉS
1. A CULTIVAR COMUNHÃO COM DEUS. 
“Cultivar”, significa incentivar, preparar para o crescimento. Este trabalho se dá muito antes de as primeiras flores aparecerem ou os sinais do fruto serem vistos. O lavrador cuida da planta com zelo para que esta seja mais produtiva. Este processo de carinho e atenção é o cultivo.

É em nossa relação com Deus, mediante a comunhão contínua, que nossa vida é mudada e desenvolvida em direção à realização plena. Como filho de Deus, você desfruta de plena comunhão com o Pai, o Filho e o Espírito Santo? Cultive, como Moisés, esta comunhão, passando mais tempo com Deus em oração, leitura da Palavra e adoração. Moisés foi um homem que cultivou uma comunhão bastante íntima com Deus.

2. A TER COMUNHÃO COM OUTROS CRENTES. 
Através da vida de comunhão com os santos, você é incentivado a viver a vida cristã saudável e abundante. Os primeiros cristãos tinham comunhão diária entre si (At 2.46). Não admira que suas vidas fossem testemunhos poderosos do Evangelho e fizessem com que as pessoas tivessem sede de salvação. Havia uma colheita diária de almas, à medida que o Senhor acrescentava à igreja os que iam sendo salvos (At 2.46,47).

Moisés prezava pela comunhão em família e com todo o povo de Deus, apesar de que no inicio enfrentou uma certa dificuldade em se comunicar, haja vista ter passado longos quarenta anos longe da terra onde fora criado. Vencido este primeiro obstáculo, ele pode transmitir a todos a vontade de Deus, a bênção que estava prestes a receber, mesmo sem merecerem.

Sigamos de perto este exemplo e busquemos a comunhão com os nossos irmãos, pois estamos também todos caminhando rumo à Terra Prometida.

3. A ACEITAR O MINISTÉRIO DE LÍDERES PIEDOSOS. 
Os líderes são instrumentos de Deus para alimentar e nutrir seu povo. Efésios 4.11-13 enfatiza que o propósito dos ministérios de apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores na igreja é edificar o povo de Deus.

Quando você aceita e aplica os ensinos de Deus, que nos são proporcionados por meio dos líderes que Ele chamou, você é levado a um lugar de maior fertilidade e de crescimento (Ef 4.16). Moisés nos deu exemplo, pois mostrou sua humildade e nunca tentou se impor “com autoritarismo ou soberba”, pelo contrário, até mesmo deixou muitos de boca aberta no momento em que aceitou as sugestões de seu sogro, Jetro, que enxergou toda a sua dificuldade no trato com o povo.

Toda vez que os hebreus deixavam de obedecer a Moisés eles pecavam e eram grandemente prejudicados. Quando Miriã se rebelou contra a liderança de Moisés, seu irmão, ela ficou leprosa e o povo todo não pôde partir. Todos ficaram retidos pela desobediência de uma única pessoa.

4. A TER CUIDADO COM OS INIMIGOS. 
Ao entrarem na Terra Prometida, os israelitas tinham de destruir as nações ímpias que ali viviam. Esse era o plano de Deus, mas Israel não o seguiu. Em consequência disso, o povo de Israel foi seduzido pelos maus caminhos desses povos (Sl 106.34-36). Eles permitiram a mistura entre seus filhos e conheceram, por isto, a ira de Deus (Jz 2.14).

Essa experiência é um aviso para nós. Cuidado com o Inimigo e as suas propostas. Vigie para que você e sua família não sejam seduzidos pelas coisas deste mundo. O mundo e a sua concupiscência é passageiro, mas os valores de Deus e a sua Palavra são eternos.

CONCLUSÃO
Moisés cumpriu sua carreira com fé em Deus, coragem e determinação e deixou um grande legado para as futuras gerações. Em tudo ele buscou ser fiel ao Senhor, mesmo nos momentos mais difíceis, portanto, sigamos o exemplo deste líder a fim de que possamos viver com sabedoria e a agradar a Deus em toda a nossa maneira de viver.

OBJETIVOS DA LIÇÃO – FORAM ALCANÇADOS?
  • Moisés: obediente até mesmo nos últimos dias de vida.
  • Moisés: homem de Deus, de oração e de muita fé.
  • Moisés: piedoso, prudente e humilde.
REFERÊNCIAS
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003.

Bíblia de Estudo Temas em Concordância. Nova Versão Internacional (NVI). Rio de Janeiro. Editora Central Gospel, 2008.

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000.

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

LOURENÇO, Luciano de Paula. O legado de Moisés. Disponível em:

Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)

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