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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O que somos sem Jesus?


- Fui a uma cidade e quando lá cheguei fui aplaudido, a multidão gritava alegre, estendia seus mantos pelo chão. Todos estavam contentes com minha presença. Sua mãe questionou se ele estava só e o burrinho disse: 

-Não, estava levando um homem com o nome de Jesus. Então sua mãe falou:

-Filho, volte a essa cidade, mas agora sozinho. Então o burrinho respondeu:

- Quando eu tiver uma oportunidade, voltarei lá...

Quando retornou a essa cidade sozinho, todos que passavam por ele fizeram o inverso, maltratavam, xingavam e até mesmo batiam nele. Voltando para sua casa, disse para sua mãe:

- Estou triste, pois nada aconteceu comigo. Nem palmas, nem mantos, nem honra. Só apanhei, fui xingado e maltratado. Eles não me reconheceram, mamãe. Indignado o burrinho disse a sua mãe: 

- Porque isso aconteceu comigo? Sua mãe respondeu:

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Ilustração: Mais um presente de Deus?


a"acrescentei o título" 

Havia, em certa igreja, um senhor chamado José. Desde a sua conversão ele se mostrara um cristão dedicado. De maneira especial, o irmão José gostava de colocar o seu velho automóvel - um fusca 1972 - a serviço da obra de Deus. Para levar pessoas aos cultos ele subia morros, descia vales e transpunha lamaçais. Também usava seu carro para transportar cestas básicas e divulgar os eventos da igreja. Agindo assim, ele se sentia útil e feliz.

Deus abençoou o irmão José, de modo que ele progrediu bastante. Pôde, inclusive, trocar de carro, adquirindo um veículo novinho em folha. Mas foi então que algo aconteceu. José passou a não disponibilizar mais seu automóvel para os trabalhos da igreja. "As crianças vão sujar o estofamento, e os buracos estragarão os amortecedores", dizia ele. "Tenho de proteger o meu investimento!"

Aos poucos, o Sr. José foi deixando de participar das atividades da igreja e de ter comunhão com os irmãos. Meses depois, parou até de freqüentar os cultos. Nos domingos pela manhã, podia ser visto na frente de sua casa, lavando o seu carro novo.

"Eu sei ser honrado", disse o apóstolo Paulo. "Sou capaz de apreciar a fartura e de desfrutar a abundância. Consigo me alegrar com todas essas coisas, sem colocar nelas o meu coração. Tudo posso naquele que me fortalece." É pela graça de Jesus que podemos usufruir, de forma plena e saudável, as alegrias da vida.

Fonte: Extraído do livro: Lições de fé. Autor: Marcelo Aguiar. Editora Betânia

Por: Ailton da Silva

ilustração: Até tú Brutus?


"acrescentei o título"

Conta-se que o pregador Dwight Moody mandou instalar, na frente do seu púlpito, letras iluminadas a gás formando a frase "Deus é amor". Certa noite, um mendigo que passava diante do templo olhou pela porta e viu as letras incandescentes. "Não, isso não pode ser verdade", disse para si mesmo. "Deus não pode me amar, pois não passo de um pecador". Entretanto, a frase parecia brilhar perante seus olhos com palavras de fogo.
Durante toda a semana, não foi capaz de esquecê-la.

No domingo seguinte, ele foi até o templo, sentou-se num dos últimos bancos e ficou a encarar as letras que teimavam em não sair de sua mente. Não ouviu a mensagem; contudo, quando o culto terminou, Moody foi encontrá-lo, sentado no mesmo lugar, chorando como uma criança. O pregador então lhe expôs o evangelho e conduziu-o a uma decisão ao lado de Cristo. Inicialmente, aquele homem reagira contra a possibilidade de que o Senhor pudesse amá-lo. Ao final, porém, tal certeza transformou o seu viver.

Muitas coisas tentarão dizer-nos que Deus não nos ama. Todavia, não existe nada tão certo em todo o Universo quanto o amor do Senhor por nós. Nunca devemos nos esquecer de que ocupamos um lugar especial no coração do Criador. Essa convicção deve falar mais alto em nossos passos do que qualquer adversidade. Ela irá encher de paz a nossa alma e guiar-nos, como um farol, no rumo da vitória.

Fonte: Extraído do livro: Lições de fé. Autor: Marcelo Aguiar. Editora Betânia

Por: Ailton da Silva

Ilustração: Vamos quebrar o gelo


"acrescentei o título"
Origem da expressão “vamos quebrar o gelo”?
Alguns países do hemisfério norte têm seus mares congelados durante o rigoroso inverno. Isso representa um problema para os navios, os quais ficam impedidos de chegarem aos portos por causa da crosta de gelo. O que fazer? É aí" que entram em ação os navios quebra-gelo. Eles são projetados especialmente para romper as barreiras de gelo e neve, abrindo um caminho seguro pelo qual as outras embarcações possam passar.

De modo semelhante, Jesus tem estabelecido à nossa frente um caminho seguro. Para fazer isso ele entregou a própria vida, quebrando todas as barreiras, enfrentando e vencendo a morte. Os portais do céu estão abertos para os que se entregam a Cristo. Os acessos a uma vida abundante são franqueados aos que o acompanham. Devemos observar o caminho que Jesus abre à nossa frente e segui-lo de perto, com toda a fidelidade.

Fonte: Extraído do livro: Lições de fé. Autor: Marcelo Aguiar. Editora Betânia

Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Ilustração: Eu determino que suportarei as pressões da vida

"acrescentei o título"

Quando os cientistas querem ir ao fundo do mar, precisam ser baixados dentro de sinos de metal, cujas paredes possuem vários centímetros de espessura. Isso acontece porque a pressão exercida pela água naquelas profundidades é incrivelmente grande.

Sem proteção, os exploradores seriam esmagados. Mas quando eles chegam ao fundo do abismo e olham através das grossas escotilhas, o que é que enxergam? Peixes nadando na maior tranqüilidade! Como é que a pressão do oceano não os afeta? É que esses peixes possuem uma elevada pressão interna. Ela exerce uma grande força de dentro para fora, compensando o empuxo das toneladas de água que os comprimem. De fato, tal pressão é tão grande que, quando esses peixes são levados para a superfície, simplesmente explodem!

Da mesma forma, o segredo daqueles que resistem às pressões à sua volta reside no fato de que possuem uma pressão ainda maior em seu interior. Como escreveu o apóstolo Paulo, "o amor de Cristo nos constrange" (2 Co 5.14). Esse amor a Deus se revela uma força mais poderosa do que as influências externas. É graças a ele que resistimos.

Fonte: Extraído do livro: Lições de fé. Autor: Marcelo Aguiar. Editora Betânia

Por: Ailton da Silva

Ilustração: O Senhor é o meu Pastor


"acrescentei o título"

Há muitos anos, realizou-se um concurso de poesias, no qual dois dos candidatos se propuseram a recitar o Salmo 23, o Salmo do Bom Pastor. O primeiro deles era um ator profissional. Ele conquistou a platéia com sua entonação perfeita e gestos graciosos. Ao terminar a apresentação, foi longamente aplaudido.

Então, subiu ao palco um velho pastor. Com sua voz débil e oscilante, ele repetiu as mesmas palavras que haviam sido pronunciadas minutos antes.

Quando parou de falar, não se ouviram aplausos, mas a multidão estava profundamente emocionada. Lágrimas escorriam pela face de homens e mulheres. Ninguém falava ou se movia.

Percebendo que o discurso do homem de Deus calara mais fundo no coração dos ouvintes, o artista se voltou para ele e disse:

— Como você foi capaz de me superar, se não conhece os recursos dramáticos que eu domino tão bem?

O ancião lhe respondeu:

— É que você conhece o Salmo do Pastor. Eu, porém, conheço o Pastor do Salmo.

Fonte: Extraído do livro: Lições de fé. Autor: Marcelo Aguiar. Editora Betânia

Fonte: Extraído do livro: Lições de fé. Autor: Marcelo Aguiar. Editora Betânia

Por: Ailton da Silva

Ilustração: Marta e Maria

"acrescentei o título"

Duas meninas que voltavam da escola viram, em uma vitrine, uma linda boneca. Elas pegaram um panfleto da loja em que havia uma foto do brinquedo, e pensaram: "Como seria bom se o papai comprasse para mim!" Em seguida, decidiram fazer algo a respeito.

A primeira correu para casa e chegou lá quando o pai voltava do trabalho. Ela beijou o seu rosto, tirou os seus sapatos, trouxe seus chinelos prediletos e o fez sentar-se no sofá. Em seguida assentou-se aos seus pés, enquanto acariciava o folheto que havia trazido da loja e dava longos suspiros. O pai sorriu e passou a mão pela sua cabeça.

Então, a outra menina também chegou da escola. Depois de cumprimentar alegremente o seu pai, ela lhe mostrou o panfleto com a foto da boneca e disse:

— Pai, compra pra mim?

Ele lhe respondeu:

— Está bem, filha. Amanhã eu passo na loja e trago para você. A essa altura, a outra protestou.

— E quanto a mim? gritou indignada.

— Se você também queria, só precisava pedir, falou o pai.

Às vezes, tentamos manipular nosso Pai celestial ao invés de, simplesmente, dizer-lhe o que queremos. Contudo, se o conhecêssemos melhor, não agiríamos assim. Deus é bom e generoso. Ele está sempre pronto a conceder-nos o que sabe ser o melhor para nós. Por isso, "esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito" (1 Jo 5.14,15).

Fonte: Extraído do livro: Lições de fé. Autor: Marcelo Aguiar. Editora Betânia

Por: Ailton da Silva

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

ilustração: lugar mais rico do mundo e as tormentas



"Acrescentei os títulos"


"Lugar de bênçãos de materiais"
Alguém já disse que o lugar mais rico do mundo é o cemitério. Ali estão enterrados milhões de sonhos, projetos, conquistas e realizações. Corpos de homens e mulheres, para os quais Deus planejara grandes coisas, jazem inertes em suas sepulturas, depois de terem desperdiçado suas oportunidades por medo ou desobediência. Não podemos deixar que isso aconteça conosco. Encaremos os desafios, em nome do Senhor.


"Calmaria, sinônimo de tormenta? “no mundo tereis aflições, salvos pelo congo (nós)"
Os marinheiros dizem que as calmarias são mais perigosas do que as tormentas

Fonte: Extraído do livro: Lições de fé. Autor: Marcelo Aguiar. Editora Betânia
Por: Ailton da Silva

ilustração: Esta vale o quanto pesa

Acrescentei também o título


"Esta vale o quanto pesa"
Há anos, morou na Austrália um homem que trabalhou em regiões auríferas e ficou muito rico. Ele, e outros mais que lá enriqueceram, regressavam à pátria num navio quando este sofreu um rombo. Perderam-se os barcos salva-vidas, e os náufragos desesperaram.

Aquele homem forte e musculoso achou que podia vencer as gigantescas ondas e chegar a uma ilha próxima. Estava prestes a atirar-se na água, quando uma menina, cuja mãe sumira na tragédia, lhe perguntou: "O senhor pode me salvar”?

O homem olhou para o saco de ouro que trazia, e depois encarou a meninazinha. Depois olhou de novo sua fortuna em ouro, e novamente para a menina. A seguir, desembaraçou-se do saco de ouro, e pôs a menina nas costas, e atirou-se ao mar.

Lutou até quase perder a vida, mas conseguiu alcançar a ilha. No dia seguinte, quando o homem recobrou os sentidos, sentiu que a menina colocava seus bracinhos ao redor do seu pescoço, e o beijava, dizendo: "Estou muito contente porque o senhor me salvou". E o homem disse então que só aquele gesto dela valia mais que todo o ouro da Austrália!

Extraído do livro: Impacto. T.L. Osborn. Tradução: Waldemar W. Wey. Graça Editorial. 3ª edição, 2000.
Por: Ailton da Silva

Algumas ilustrações: lições de fé

"Eu acrescentei somente o título das mensagens"


Mãe coruja
Conta a fábula que a águia e a coruja firmaram um acordo. Sendo as duas maiores caçadoras da floresta, perceberam que seriam beneficiadas estabelecendo um pacto de não-agressão.

— Eu não comerei os seus filhotes, e você não comerá os meus, falou a coruja.

— De acordo, respondeu a águia. Mas como poderei reconhecer seus filhotes?

— Isso é fácil, emendou a primeira. Quando você vir as criaturas mais lindas e encantadoras da mata, saberá que são eles.

Dito isso, as duas se separaram. Semanas mais tarde, a águia encontrou o ninho da coruja. Deparando-se com uns animaizinhos muito feios, de penugem esbranquiçada e olhos esbugalhados, falou para si mesma: "Não existe possibilidade de que sejam da coruja". E devorou-os.

Chegando ao ninho e não achando seus pintainhos, a coruja ficou desesperada. Procurou a águia e lançou-lhe em rosto a quebra do trato. Admirada, a outra respondeu:

— Mas, comadre, como eu poderia saber que aqueles monstrinhos eram seus filhotes?

Vem daí a expressão "mãe coruja", assim também como o ditado: "Quem ama o feio, bonito lhe parece".


Tal "povo" tal filho
Houve um rei da Grécia antiga que, tendo muitos filhos, decidiu criá-los no meio do povo, fora dos muros de seu palácio. "Um dia, um deles será rei em meu lugar", dizia ele. "Quando essa ocasião chegar, quero que ele seja um soberano justo e bom, lembrando-se das necessidades das pessoas simples entre as quais viveu".

O Rei do Universo também enviou o seu Filho para viver entre as pessoas comuns. Por isso a Escritura nos exorta:

"Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. Pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.

Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai" (Fp 2.5-11).

Fonte: Extraído do livro: Lições de fé. Autor: Marcelo Aguiar. Editora Betânia
Por: Ailton da Silva

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Ilustração: a noiva

Numa época em que o meio de transporte mais usado ainda eram as locomotivas, um casal de jovens se conheceram e se apaixonaram com grande ternura. Porém existia uma diferença entre eles: o rapaz era pobre e lutava com esforço para sobreviver; a moça era rica e cheia de bens materiais. Seu pai era fazendeiro muito rico e dono de várias terras. Um certo dia o rapaz disse à sua amada:

— Preciso viajar. Vou até aquela cidade que tantos falam que faz muita gente prosperar. Sei que certamente irei conquistar nosso futuro lá.

A moça se entristeceu em seu semblante às vistas do rapaz. Ele esboçou um sorriso e abriu a palma da mão esquerda. Os olhos da jovem brilharam ao ver uma grossa e vistosa aliança de noivado.

— Lutei muito para comprar este anel para te dar. Sei que assim não você não irá se esquecer de mim e vai saber que não te esqueci.

— Não vou te esquecer — falou a moça.

domingo, 13 de março de 2011

Jesus e o lenço

POR QUE JESUS DOBROU O LENÇO?
O LENÇO DOBRADO (João 20:7)

Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?

Poucas pessoas nunca haviam detido a atenção a esse detalhe.

Em João 20:7 - nos diz que o lenço que fora colocado sobre a face de Jesus, não foi apenas deixado de lado, como os lençóis no túmulo.

A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos dizer que o lenço foi dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.

Isto é importante? Definitivamente sim! Isto é significante? Certamente que sim!

Para entendermos a significância do lenço dobrado se faz necessário conhecermos um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época.

O lenço dobrado tem que a ver com o Amo e o Servo. Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria.

A mesa era colocada perfeitamente, e o Servo esperava, fora da visão do Amo, até que o mesmo terminasse a refeição.

O Servo não poderia se atrever, nunca, a tocar na mesa antes que o Amo tivesse terminado a sua refeição.

Diz a tradição que: ao terminar a refeição, o Amo se levantava, limpava os dedos, a boca e sua barba, e embolava o lenço e o jogava sobre a mesa.

Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: "Eu terminei".

No entanto, se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo jamais ousaria tocar na mesa porque, o lenço dobrado queria dizer:

"Eu ainda não terminei, Eu voltarei

O tempo de Deus - recebi por e-mail, publico na integra












segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A perfeição de Deus

No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem por toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para escolas comuns.
Em um jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes. Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou ele:
— Onde está a perfeição em meu filho Shaya? Tudo o que DEUS faz, é feito com perfeição. Mas meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem. Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras crianças. Onde está a perfeição de Deus?
Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai. Mas ele continuou: — Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança. Vou contar uma história sobre meu filho:
Uma tarde Shaya e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que Shaya conhecia, estavam jogando beisebol. Shaya perguntou-me: — Você acha que eles me deixariam jogar?
Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria no time. Mas entendi que se Shaya pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação. Aproximei-me em um dos meninos no campo e perguntei se Shaya poderia jogar.
O menino deu uma olhada ao redor buscando a aprovação de seus companheiros de time. Mas, mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse: — Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava. Acho que ele pode entrar em nosso time e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.
Fiquei admirado quando Shaya abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino. Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar. No final da oitava rodada, o time de Shaya marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três. No final da nona rodada, o time de Shaya marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Shaya foi escalado para continuar.
O time deixaria Shaya de fato rebater nesta circunstância e jogar fora a chance de ganhar o jogo? Surpreendentemente, foi dado o bastão a Shaya. Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão.
Porém quando Shaya tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Shaya pudesse ao menos rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Shaya balançou desajeitadamente e o perdeu.
Um dos companheiros do time de Shaya foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador. O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Shaya. Quando veio o lance, Shaya e os seus companheiros de time balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador.
O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Shaya estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso, lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base. Então todo o mundo começou a gritar: — Shaya, corra para a primeira base! Corra para a primeira!
Nunca em sua vida ele tinha corrido... Mas saiu em disparada para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base o que colocaria Shaya para fora, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base. Todo o mundo gritou: — Corra para a segunda, corra para a segunda base!
Shaya correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal. Quando Shaya alcançou a segunda base, a curta parada adversária, colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram: — Corra para a terceira!
Quando Shaya contornou a terceira base, os meninos de ambos os times correram atrás dele gritando: — Shaya, corra para a base principal!
Shaya correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para o time dele. Naquele dia, aqueles18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!

Escrever na areia

Certa feita, dois amigos, Mussa e Nagib, viajavam pelas estradas que recortam as tristes e sombrias montanhas da Pérsia. Eram nobres e ricos e andavam acompanhados por seus servos e ajudantes. Certa manhã, chegaram as margens de um grande rio barrento e impetuoso. Para que continuassem o caminho, era preciso transpor a corrente ameaçadora.

Porém, ao saltar de uma pedra, Mussa foi infeliz e caiu no torvelinho espumante das águas em revolta. Teria ali perecido, arrastado para o abismo, se não fosse Nagib. Este, sem a menor hesitação, atirou-se à correnteza, livrando da morte seu companheiro de jornada. Mussa, já sob uma coberta quente e confortável, ordenou que o mais hábil de seus servos gravasse na face lisa de uma pedra, que ali se erguia, esta legenda admirável. O servo gravou:

"VIAJANTE, NESTE LUGAR COM RISCO DA PRÓPRIA VIDA, NAGIB SALVOU HEROICAMENTE SEU AMIGO MUSSA".

Feito isso, prosseguiram com suas caravanas pelos caminhos do Oriente. Cinco meses depois, durante a viajem de regresso, encontravam-se os dois amigos naquele mesmo lugar perigoso e trágico. E, como estavam fatigados resolveram repousar à sombra acolhedora da pedra que ostentava a honrosa inscrição feita por Mussa. Já acomodados na areia clara, começaram a conversar, e, eis que por motivo fútil, surgiu de repente grave desavença entre os dois companheiros.

Discordaram. Discutiram. E então Nagib exaltado em um ímpeto de grande cólera esbofeteou brutalmente o amigo. Mussa, sem dizer palavra alguma, não revidou a ofensa. Ergueu-se e tomando tranqüilo o seu bastão andou até a margem do grande rio. Ali escreveu na areia, ao pé do negro rochedo:

"VIAJANTE, NESTE LUGAR POR MOTIVO FÚTIL, NAGIB INJURIOU GRAVEMENTE SEU AMIGO MUSSA".

Surpreendido com o estranho ato, um dos ajudantes de Mussa observou respeitosamente: — Senhor, da primeira vez, para exaltar a coragem de Nagib, mandaste gravar na pedra o feito heróico. E agora que ele acaba de ofendê-lo tão gravemente, o senhor limita-se a escrever na areia incerta o ato de covardia. — acrescentou mais: — A primeira legenda ficará para sempre.

Todos os que transitarem por este sítio, dela terão notícia. Esta outra porém, riscada na areia, antes do cair da tarde terá desaparecido!
Mussa fitou o humilde servo e esclareceu: — A razão é simples. O beneficio que recebi de Nagib permanecerá para sempre em meu coração. Mas a injúria... essa negra injúria... escrevo na areia, com o voto de que ela desapareça rapidamente não só do local onde a registrei mas também das minhas lembranças.

Meu amigo, ai está a grande verdade. Aprenda a gravar na pedra os favores que você recebe, os benefícios que lhe fazem, as palavras de carinho, simpatia e outras tantas que ouvir. Porém aprenda a escrever na areia as injurias, as ingratidões, as ironias que lhe ferirem a vida. Só dessa maneira serás feliz.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Sorte ou azar? É Deus agindo.

Era uma vez um menino pobre que morava na China e estava sentado na calçada do lado de fora da sua casa. O que ele mais desejava era ter um cavalo, mas não tinha dinheiro.

Justamente nesta dia passou em sua rua uma cavalaria, que levava um potrinho incapaz de acompanhar o grupo. O dono da cavalaria, sabendo do desejo do menino, perguntou se ele queria o cavalinho.

Exultante o menino aceitou. Um vizinho, tomando conhecimento do ocorrido, disse ao pai do garoto: "Seu filho é de sorte!" "Por quê?", perguntou o pai. "Ora", disse ele, "seu filho queria um cavalo, passa uma cavalaria e ele ganha um potrinho. Não é uma sorte?" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", comentou o pai.

O menino cuidou do cavalo com todo zelo, mas um dia, já crescido, o animal fugiu. Desta vez, o vizinho diz: "Seu filho é azarento, hein? Ele ganha um potrinho, cuida dele até a fase adulta, e o potro foge!" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", repetiu o pai.

O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue cercá-los e fica com todos eles. Observa o vizinho: "Seu filho é de sorte! Ganha um potrinho, cria, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", responde novamente o pai.

Mais tarde, o rapaz estava treinando um dos cavalos, quando cai e quebra a perna. Vem o vizinho: "Seu filho é de azar! o cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o garoto vai treinar um deles e quebra a perna." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", insiste o pai.

Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna quebrada. O vizinho: "Seu filho é de sorte..."

Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro.

Do livro: O Sucesso não Ocorre por Acaso
Dr. Lair Ribeiro - Ed. Objetiva

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Reflexão: Nada acontece por acaso

Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão e falou:

- Pai, tô com fome!!!

O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência....

- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente...

Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:

- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!

Amaro, o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...

Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) - arroz, feijão, bife e ovo...

Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua...

Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá....

Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada...

A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades...

Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:

- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato!

Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer...

Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho...

Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas...

Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório...

Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de pequenos 'biscates aqui e acolá', mas que há 2 meses não recebia nada...

Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias...

Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho...

Ao chegar em casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso...

Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores...

No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho...

Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando...

Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele chamava-o para ajudar aquela pessoa...

E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres...

Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar...

Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...

Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula...

Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros, advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro...

Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante em seu primeiro terno...

Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço...

Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho, o agora nutricionista Ricardo Baptista...

Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um...

Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido...

Ricardinho, o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho:

'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço.. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma.. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!'

(História verídica)
Nunca é tarde para começar e sempre é cedo para parar!!!

Que Deus te abençoe poderosamente lhe concedendo o dom da fé e da caridade. Fazer obras de caridade não nos garante a salvação, isso é nossa obrigação como cristãos.

TODA HONRA, TODA GLÓRIA E TODO O LOUVOR PERTENCEM A DEUS. AMÉM

domingo, 6 de junho de 2010

O oleiro e o poeta

Há muito tempo, na cidade de Zahlé, ocorreu uma rixa entre um jovem poeta, de nome Fauzi, e um oleiro, chamado Nagib.

Para evitar que o tumulto se agravasse, eles foram levados à presença do juiz do lugarejo.


O juiz, homem íntegro e bondoso, interrogou primeiramente o oleiro, que parecia muito exaltado.

"Disseram-me que você foi agredido? Isso é verdade?"

"Sim, senhor juiz." - confirmou o oleiro - "fui agredido em minha própria casa por este poeta. Eu estava, como de costume, trabalhando em minha oficina, quando ouvi um ruído e a seguir um baque.

Quando fui à janela pude constatar que o poeta Fauzi havia atirado com violência uma pedra, que partiu um dos vasos que estava a secar perto da porta.

Exijo uma indenização!" - gritava o oleiro.

O juiz voltou-se para o poeta e perguntou-lhe serenamente: "Como justifica o seu estranho proceder?"

"Senhor juiz, o caso é simples." - disse o poeta.


"Há três dias eu passava pela frente da casa do oleiro Nagib, quando percebi que ele declamava um dos meus poemas. Notei com tristeza que os versos estavam errados. Meus poemas eram mutilados pelo oleiro.

Aproximei-me dele e ensinei-lhe a declamá-los da forma certa, o que ele fez sem grande dificuldade.

No dia seguinte, passei pelo mesmo lugar e ouvi novamente o oleiro a repetir os mesmos versos de forma errada.

Cheio de paciência tornei a ensinar-lhe a maneira correta e pedi-lhe que não tornasse a deturpá-los.

Hoje, finalmente, eu regressava do trabalho quando, ao passar diante da casa do oleiro, percebi que ele declamava minha poesia estropiando as rimas e mutilando vergonhosamente os versos.

Não me contive. Apanhei uma pedra e parti com ela um de seus vasos.

Como vê, meu comportamento nada mais é do que uma represália pela conduta do oleiro."

Ao ouvir as alegações do poeta, o juiz dirigiu-se ao oleiro e declarou: "que esse caso, Nagib, sirva de lição para o futuro. Procure respeitar as obras alheias a fim de que os outros artistas respeitem as suas.

Se você equivocadamente julgava-se no direito de quebrar o verso do poeta, achou-se também o poeta egoisticamente no direito de quebrar o seu vaso."

E a sentença foi a seguinte: "determino que o oleiro Nagib fabrique um novo vaso de linhas perfeitas e cores harmoniosas, no qual o poeta Fauzi escreverá um de seus lindos versos. Esse vaso será vendido em leilão e a importância obtida pela venda deverá ser dividida em partes iguais entre ambos."

A notícia sobre a forma inesperada como o sábio juiz resolveu a disputa espalhou-se rapidamente.

Foram vendidos muitos vasos feitos por Nagib adornados com os versos do poeta. Em pouco tempo Nagib e Fauzi prosperaram muito. Tornaram-se amigos e cada qual passou a respeitar e a admirar o trabalho do outro.

O oleiro mostrava-se arrebatado ao ouvir os versos do poeta, enquanto o poeta encantava-se com os vasos admiráveis do oleiro.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A cicatriz

Lição de amor
Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.

A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o primeiro a entrar em sala de aula, e o ultimo a sair, desta forma nenhum aluno veria o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino a decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela cicatriz.

A turma concordou, e no dia seguinte o menino entrou em sala dirigiu-se a frente de todos e começou a relatar:

- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri: Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de todos lá em casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade... A turma estava em silencio E Atenta a tudo . O menino continuou: além de mim, havia mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala.

-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeiras pegavam fogo e estava muito quente... Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse para eu ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar lá para pegar minha irmãzinha que continuava dentro da casa em chamas.

- Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar: 'minha filhinha esta lá dentro!' Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...

Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e coloquei ele no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí entre as pessoas e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito... Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada, então o menino continuou: Vocês podem achar esta cicatriz feia, mas tem alguém lá em casa que acha ela linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha A beija porque sabe que é marca de AMOR.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de cicatriz. Não falo da cicatriz visível mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações. Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas cicatrizes em suas mãos, seus pés e sua cabeça. Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, morreu em nosso lugar, protegeu-nos e ficou com todas as nossas cicatrizes. Essas também são marcas de AMOR.

"Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação."

Ensinamentos do Rei Salomão

Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:

- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...

O médico então perguntou:

- Muito bem. O que a senhora quer que eu faça?

A mulher respondeu:

- Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.

O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:

- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema.

E é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.

Ele então completou:

- Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.

Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença
entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...

A mulher apavorou-se e disse:

- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime.

- Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.

O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença
entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!