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sábado, 7 de abril de 2012

Um pouco sobre o docetismo - Texto extraído da BAP


A maioria das testemunhas oculares do ministério de Jesus havia morrido, quando João escreveu esta carta. Algumas pessoas da segunda e terceira gerações de cristãos começaram a ter dúvidas sobre o que haviam aprendido a respeito de Jesus. Alguns cristãos com raízes gregas, tiveram dificuldade de crer que Jesus era humano e também divino, porque no pensamento platônico, o espírito era o mais importante. O corpo era apenas uma prisão da qual se desejava fugir. As heresias se desenvolveram a partir da união deste tipo de pensamento platônico e o cristianismo.

Um falso ensinamento, particularmente difundido, mais tarde chamado de docetismo (da palavra grega doceo, que significa “parecer”), sustentava que Jesus era realmente um espírito que somente “parecia” ter um corpo físico. Defendiam que Ele não tinha nenhuma sombra e não deixava nenhuma pegada, que era Deus, mas não homem. Outro ensino herético, relacionado ao gnosticismo (uma palavra grega que significa “conhecimento”), sustentava que tudo o que fosse relacionado à matéria física era perverso; o espírito era bom, e somente os intelectualmente iluminados poderiam apreciar os benefícios da religião. Ambos os grupos consideravam difícil crer em um Salvador que fosse completa e perfeitamente humano e divino ao mesmo tempo.

João responde a esses falsos ensinadores como uma testemunha ocular da vida de Jesus na Terra. Ele viu a Jesus, falou com Ele, e o tocou – ele sabia que Jesus era mais que um mero espírito. Na primeira fase de sua carta , João estabelece que Jesus estava vivo antes do inicio do mundo e também que Ele viveu como um homem em meio aos homens e mulheres. Em outras palavras, Ele era tanto divino como humano. Noutras palavras: Jesus era homem perfeito e perfeito Deus.

Ao longo dos séculos, muitos hereges negaram que Jesus fosse simultaneamente Deus e homem. Nos tempo de João, as pessoas tinham dificuldade de acreditar que Ele era humano; hoje as pessoas tem mais problemas para enxergá-lo como Deus. Mas a natureza divina/humana de Jesus é uma questão essencial ao cristianismo. Antes de aceitar o que os ensinadores religiosos dizem sobre qualquer tópico, ouça cuidadosamente qual é a sua crença a respeito de Jesus. Negar sua divindade ou sua humanidade é considerá-lomenos do que ele realmente é: Cristo, o Salvador.

Texto extraído da BAP (Bíblia de aplicação pessoal) página 1787. referência a I João cap 4

Por: Ailton da Silva

terça-feira, 3 de abril de 2012

A loucura dos gregos. Enganaram a muitos, mas Josefo não!


"Não quero examinar as leis dos outros povos; nós nos contentamos em observar as nossas, sem censurar as dos outros; e nem tampouco zombamos delas, nem maldizemos aquilo que essas nações consideram como deuses, porque nosso legislador no-lo proibiu, pelo respeito devido a tudo o que traz o nome de Deus.

Mas eu não poderia não responder às coisas de que nos acusam tão falsamente, embora pareça que este escrito não seja necessário para refutá-las, porque já o foram por tantas outras. Quem são os mais estimados entre os gregos por sua sabedoria, que não tenham repreendido os poetas mais célebres e particularmente os legisladores, por terem feito os povos crer nessa pluralidade de deuses, nascidos uns dos outros, em tantas maneiras diferentes e que faziam chegar a tal número como bem lhes parecia e lhes davam, como aos animais, diversos lugares para morada, uns sobre a terra, outros no mar e queriam que os mais antigos estivessem acorrentados no inferno.

Quanto aos que eles diziam habitar no céu davam-lhes um pai de nome, mas um tirano de fato, contra o qual sua mulher, o irmão e a filha nascida do cérebro, tinham conspirado para expulsá-lo do trono como ele tinha expulsado o pai.

Assim os gregos que sobrepujavam aos outros em sabedoria não podiam zombar dessas extravagantes e de que os que as apregoavam tão ousadamente queriam fazer crer que esses deuses, uns eram jovens, outros na flor da idade, e outros, velhos; que havia toda a espécie de ofícios e profissões entre eles; um era ferreiro, outro era tecelão, outro, guerreiro, que combatia contra os homens, outro tocador de harpa, outro, que era hábil no manejo do arco, interessando- se pelas questões dos homens, vinha combater com eles, recebia ferimentos, que suportava com impaciência. Mas, o que é ainda horrível, eles atribuem a esses pretensos deuses e deusas amores e licenciosidades, coisas ridículas de se imaginar, de que as divindades sejam capazes.

Admitem que aquele deus, que eles representam, tão poderoso, senhor de todos os outros, depois de ter abusado de mulheres, não teve o poder de impedir que elas ficassem prisioneiras e que fossem afogadas com os filhos que tivera delas, embora sua morte o fizesse derramar lágrimas, porque ele era obrigado a ceder às imposições do destino. Eis ações certamente muito louváveis para deuses, cometer com tanta imprudência adultérios no céu, que demonstravam invejar eles os que eram surpreendidos em ações tão infames: e que não podiam fazer os deuses menores, vendo que esse Júpiter que eles reverenciavam como rei era tão arrebatado por essa brutal paixão?

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Geografia Bíblica - último trecho.

A FAMÍLIA HEBRAICA
Para os israelita era de origem Divina, às vezes mais importante que o próprio indivíduo. Era a base da sociedade judaica, mas na época de Cristo esteve fragilizada.

Durante as festas religiosas o pai celebrava enquanto que os membros se limitavam apenas a participação. Todas as festas eram celebradas em família. O elo familiar religioso era tão forte, no Novo Testamento, que em muitos casos os pais aceitavam a Cristo como Salvador e levavam suas famílias a crerem também.

FILHOS:
Era uma herança de Deus, principalmente os do sexo masculino. As mulheres estéreis eram afligidas na alma por este problema. Raquel e Ana rogaram a Deus para terem filhos, pois para as hebréias eram um privilégio incomparável a geração.

O primogênito tinha os seus direitos respeitados entre os israelitas. A estes cabiam a porção dobrada da herança. Com a morte do pai, eles assumiam a responsabilidade e funções sacerdotais no meio da família, isto até a promulgação da Lei, momento em que o sacerdócio passou a ser exercido pelos levitas. O pai deveria ensinar aos filhos as primeiras letras e uma profissão, pois não era permitida, entre eles, a ociosidade.

As filhas recebiam parte da herança somente quando não houvesse filhos herdeiros. Eram sustentadas pelos seus irmãos que se encarregavam de seus casamentos, tomando o cuidado para não haver mistura entre as tribos.

A VIDA SOCIAL HEBRAICA
Toda a vida social, em Israel, girava em torno da religião. Suas festas e comemorações sempre faziam alusão a presença de Deus no meio deles. Não era admitido extravagâncias e libertinagens, como muitos povos vizinhos.

O LUGAR DA MULHER NA SOCIEDADE HEBRAICA
As mulheres eram honradas e possuíam direitos. Algumas se destacaram ao longo da história: Débora, Sara, Rebeca, Raquel, Ana, Rute e Hulda?

A submissão e a preocupação com as tarefas domésticas foram características marcante das mulheres hebréias, que eram conhecidas pela modéstia e simplicidade.

SAUDAÇÃO:
Os hebreus se inclinavam para frente e colocavam a mão direita sobre o lado esquerdo do peito. Era comum se saudarem com as expressões: "Paz!" "Paz seja convosco!" e, "Paz seja sobre esta casa!"

Por muitos era considerada longa por isto que Jesus ordenou seus discípulos que não saudassem ninguém pelo caminho (Lc 10.4). Para saudarem os magistrados ou outros que julgavam superiores, se inclinavam até ao chão.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Por favor, Jesus, atenda a porta!

Certa ocasião, uma menina dava sua profissão de fé a fim de ingressar na igreja mediante o batismo. Devido à sua pouca idade, a congregação não estava segura de que ela estivesse preparada para dar esse passo. Então, alguém falou:

- Mariazinha, imagine que o diabo batesse à porta do seu coração. O que você faria?

- Isso é fácil, respondeu a menina. Eu diria: "Jesus, por favor, você pode ir ver quem está batendo?" E quando a porta se abrisse, e o diabo desse de cara com ele, diria: "Desculpe, foi engano!", e sairia correndo.

Diante de tal resposta, todos se mostraram favoráveis ao batismo da menina. Havia ficado claro que ela possuía um relacionamento com Cristo.

Fonte: Extraído do livro: Lições de fé. Autor: Marcelo Aguiar. Editora Betânia

Por: Ailton da Silva

Ser específico nas orações!

Estava lendo este livro hoje, pela manhã. Vou publicar outros pequenos trechos, mas este é ótimo:

Ser específico na oração não significa ditar ordens aos céus. No Getsêmani, Jesus pediu claramente ao Pai que seu cálice passasse adiante. Mas concluiu: "Não seja o que eu quero, e sim o que tu queres" (Mc 14.36).

E o apóstolo Paulo, ao ver negado o seu pedido para que o espinho na carne fosse extraído, disse: "De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo" (2 Co 12.9).

Precisamos estar sempre abertos às surpresas de Deus. Ana pediu ao Senhor um filho - e recebeu, no lugar disso, quatro filhos e duas filhas! (1 Sm 2.21.) O Senhor "é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós" (Ef 3-20). É preciso ter fé para acreditar que ele pode nos dar o que pedimos, e mais fé ainda para crer que tudo o que vier a nos dar será, necessariamente, o melhor.

Fonte: Extraído do livro: Lições de fé. Autor: Marcelo Aguiar. Editora Betânia

Por: Ailton da Silva

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Mais um pouco de geografia - um resumo sobre os "mares"

1) MAR MEDITERRÂNEO
Curiosidade:
O Mediterrâneo, também conhecido como Mar Grande, Mar Ocidental, Mar dos Filisteus, Mar de Jata, fabricou ao longo dos anos várias civilizações, micena, grega, fenícia, romana, turca, francesa e italiana.

Extensão:
4.500 km e uma superfície de três milhões de quilômetros quadrados. Banha a Europa Meridional, a Ásia Ocidental e a África Setentrional. Suas rotas incluem portos estratégicos como o de Gênova, Nápoles, Barcelona, Trieste, Salônica, Beirute, Esmirna, Porto Saide, Alexandria, Constantinopla, Haifa, etc.

Importância para Israel:
Banha a costa ocidental de Israel, mas suas águas são rasas, tornando impossível a aproximação de grandes navios, por isto não era muito utilizado pelos judeus como via de transporte, que se sentiam isolados. Na verdade isto era uma segurança para Israel.

Grandes acontecimentos que tiveram a participação deste mar: Salomão recebeu o material necessário para construção do Templo. Jonas foi devolvido à terra e por ele Paulo iniciou a pregação do Evangelho aos gentios.

2) MAR MORTO
Curiosidade:
Devido a grande quantidade de sal e pela densidade de suas águas, torna-se impossível mergulhar, afogar-se, ou encontrar alguma espécie de vida neste mar. As cidades de Sodoma e Gomorra ficavam nesta mesma região. Devido a posição geográfica as suas águas não são escoadas como nos casos de outros lagos e rios. A evaporação garante a escoação.

O mar morto é chamado de mar Salgado pelos escritores bíblico (Js 3:16), mar de Arabá, mar Oriental, mar do Sal, lago do Asfalto (segundo Flávio Josefo), mar Pestilento (para os árabes), mar de Sodoma (Talmude) e os vizinhos de Israel o conhece como mar de Sodoma e Gomorra, mar de Segor, mar de Ló, etc.

Extensão:
Localizado entre os montes de Judá e Moabe, encontra-se a mais de 400 metros abaixo do nível do mar Mediterrâneo. Possui 78 quilômetros de comprimento por 18 de largura, totalizando uma área de 1.020 km.

Importância para Israel:
Deste mar são extraídos cloreto de magnésio, de sódio, de cálcio, de potássio e brometo de magnésio.

3) MAR DA GALILÉIA
Curiosidade:
Não é propriamente uma mar, mas sim um grande lago de água doce, formado pelo águas do rio Jordão. Era chamado de mar devido ao seu tamanho e pela violência das borrascas que o agitavam. Também chamado de mar de Quinerete, mar de Tiberíades e lago de Genezaré. Era rodeado pelas cidades de Genezaré, Betsaida, Tiberíades, Cafarnaum, Corazim e Magdala. Jesus desenvolveu seu ministério nesta região, ensinando, operando sinais e maravilhas, repreendendo a fúria e andando por aquelas águas.

Extensão:
Tem 24 quilômetros de comprimento por 14 de largura e uma profundidade média de 50 metros. Encontra-se a quase 230 metros abaixo do nível do mar Mediterrâneo.

Importância para Israel:
A população em torno do mar da Galileia beirava os quase 150 mil habitantes, que devido ao clima agradável, principalmente ao norte, desenvolvia projetos agropecuários.

São encontradas neste mar algumas espécies de peixes como as carpas, sardinhas, peixe-gato, peixe-galo e o famoso "chromis simonis", ou peixe de São Pedro.

4) MAR VERMELHO
Curiosidade:
Não pertence a Israel, mas é muito significativo à sua história.

Extensão:
Possui mais ou menos a largura de 12 milhas. Separa os territórios egípcio e saudita, dividindo-se em dois braços, conhecidos como golfo de Suez e de Akaba.

Importância para Israel:
Neste mar todo o exército egípcio pereceu nas águas, portanto possui uma grande importância na historia de Israel.

Referência Bibliográfica:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Geografia Bíblica. Rio de Janeiro . CPAD, 1987.

Por: Ailton da Silva

sábado, 24 de dezembro de 2011

Pubicando novamente: A ocasião pede

PRESÉPIO DE MENTIRAS! E DAS GRANDES!

A Bíblia não diz que os magos eram reis, nem que eram três, nem que se encontraram com Jesus na manjedoura.

É interessante como a tradição a respeito dos magos que foram ver a Jesus INVENTOU três coisas que, de modo algum, fazem parte do fidedigno relato bíblico.

A primeira delas encontramos nas gravuras que aparecem em todo o mundo, tentando retratar a célebre visita. Nelas, vemos os magos entregando seus presentes diante de um bebê NA MANJEDOURA.

Isto jamais poderia acontecer, pois os magos chegaram em torno de dois anos depois do nascimento de Jesus. Vemos isto claramente descrito em Mateus 2:16:

"Vendo-se iludido pelos magos, enfureceu-se Herodes grandemente e mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores, DE DOIS ANOS para baixo, conforme o tempo do qual COM PRECISÃO se informara dos magos."

Está vendo? Herodes informou-se "com precisão" dos magos sobre o tempo em que a estrela aparecera no Oriente. O resto das informações que queria não se obteve porque os magos foram embora para casa "por outro caminho". (Mateus 2: 12).

O fato é que os magos jamais estiveram ao lado daquela manjedoura. Quando viram Jesus, José e Maria, eles estavam EM UMA CASA! (Mateus 2:12).

A segunda ilusão a respeito dos magos é que eram TRÊS. A Bíblia jamais revela isto. Existe a inferência, deduzida dos presentes que ofertaram (ouro, incenso e mirra).-(Mateus 2: 11).

O fato de serem três presentes não quer dizer que eram três magos. Podiam ter sido dois ou quatro, ou até mais. Também podiam ser três.

O ponto é que não se pode afirmar com certeza, baseado nos presentes. Um deles poderia ter trazido o ouro, ou então, se fossem quatro ou cinco, dois ou até três, poderiam ter trazido ouro, dois teriam trazido incenso e um, mirra.

A terceira coisa criada pela imaginação popular a respeito dos magos, é que eles eram REIS! Não existe qualquer evidência bíblica de que aqueles homens sábios, ou magos (no original "magi"), eram monarcas poderosos.

Não se pode deduzir isto de suas ofertas. Podemos apenas entender que eram ricos, porém reis, não. Ainda há aqueles que afirmam que eram três reis de países e raças completamente diferentes: um branco, um negro e um amarelo.

Extraído do livro: O que a Bíblia NÃO DIZ...mas muitos pregadores e mestres dizem! - Paulo de Aragão Lins

Por: Ailton da Silva

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

um pouco de geografia: um resumo sobre os montes da Terra Santa

MONTES:
Nos 430 anos vividos no Egito, Israel contemplou apenas terras planas e poucas chuvas ou quase nenhuma, mas sob o comando de Moisés eles seriam guiados até Canaã, uma terra com muitos montes e vales e com abundantes chuvas no inverno.

Varias foram as bênçãos recebidas e as bênçãos contempladas por Israel nos montes:
• Receberam as tábuas da Lei;
• Arão e Moisés morreram num monte;
• A benção e a maldição foram proclamadas em montes;
• João Batista nasceu nas montanhas;
• Jesus nasceu na região montanhosa da Judéia;
• Sua grande batalha com o Diabo foi num monte;
• Num monte foi o seu maior sermão;
• Transfigurou-se num monte;
• Agonizou num monte;
• Foi crucificado num monte;
• Ressurreto num monte de onde ascendeu ao Céu;
• Na sua volta colocará seus pés no monte das Oliveiras.

1) MONTE SIÃO
Localização: na parte leste de Jerusalém.

Características: Aproximadamente 800 metros de altura, ao nível do Mediterrâneo, sendo a mais alta das montanhas ao redor da cidade.

Curiosidades: era habitado pelos jebuseus, foi tomado por Davi, para se tornar a capital do reino de Israel, Jerusalém.

2) MONTE MORIÁ
Localização: a leste de Sião, a 800 metros ao nível do Mediterrâneo.

Características: tem sua forma alongada. No tempo de Abraão não representava propriamente um monte, mas apenas uma região.

Curiosidades: Neste monte Abraão quase consumou o sacrifico com seu filho Isaque. O Templo foi construído sobre este monte. Foi destruído e reconstruído por duas vezes, mas hoje resta somente uma muralha para lamentações dos judeus. É o último resquício da glória passada de Israel.

3) MONTE DAS OLIVEIRAS
Localização: situa-se no setor oriental de Jerusalém, separado pelo vale do Cedrom.

Características: sem muita expressão, com aproximadamente três quilômetros de comprimento.

Curiosidades: esta elevação era coberta de oliveiras, vinhedos, figueiras e outras árvores frutíferas e ornamentais. Neste lugar encontra-se o jardim do Getsêmani, local onde Jesus enfrentou um dos mais dolorosos momentos de seu ministério.

4) MONTE DA TENTAÇÃO
Localização: 20 quilômetros a leste de Jerusalém, a quase 1000 metros acima do nível do mar. Sua altura não ultrapassa a 300 metros.

Características: região árida e com inúmeras cavernas.

Curiosidades: local onde Jesus passou 40 dias em jejum e onde foi tentado pelo Diabo.

5) MONTE CARMELO
Localização: faz parte de uma cordilheira de 30 quilômetros de comprimento. Sua largura varia de 5 a 13 quilômetros, a começar do Mediterrâneo em direção ao território israelita.

Características: O ponto mais alto desta serra não atinge 600 metros.

Curiosidades: Este foi o local do duelo do profeta Elias com os profetas de Baal, por isto este monte é símbolo de prova e fogo.

6) MONTE SINAI
Localização: entre os golfos de Suez e Acaba.

Características: também conhecido como Horebe ou monte de Deus. Constitui-se de uma península montanhosa.

Curiosidades: este foi o local da chamada de Moisés através da sarça ardente. Os israelitas ficaram acampados por quase 1 ano, enquanto Moisés recebia as tábuas da Lei. O profeta Elias se refugiou nele para não ser morto por Jezabel. O Sinai pertencia ao Egito, mas ao cabo da guerra dos seis dias, Israel recuperou esta região.

Referência Bibliográfica:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Geografia Bíblica. Rio de Janeiro . CPAD, 1987.

Por: Ailton da Silva

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Geografia Bíblica: um resumo sobre alguns dos vales

VALE DO JORDÃO
localização: aos pés do Hermom (no Norte) e vai até o mar Morto (no Sul).

Características: tem uma largura de 100 metros no ponto inicial, já próximo ao mar da Galiléia chega a 3 quilômetros e nas imediações do mar Morto atinge 15 quilometros. Depois se estreita novamente. Encontra a 426 metros abaixo do nível do mar Mediterrâneo. Não era uma barreira instransponível para Israel, somente o era dificultoso para a comunicação entre as tribos que o rodeavam.

Curiosidade: o vale do Jordão corta longitudinalmente o território israelita. Neste vale corre o rio Jordão, onde Jesus foi batizado.

VALE DE HEBROM
Localização: a 30 quilômetros a sudoeste de Jerusalém

Características: está a quase mil metros acima do nível do Mediterrâneo.

Curiosidade: Em seus 30 quilometros de cumprimento guarda resquícios da era patriarcal. Serviu também de sepulcro à família patriarcal (sepultura de Macpela).

VALE DE MOABE
Localização: a nordeste do mar Morto.

Características: É o vale mais dilatado dos três que desembocam na planície moabita.

Curiosidade: região habitada pelos incestuosos filhos de Ló, que muitos danos causaram aos israelitas. Eles tentaram impedir o avanço do povo em direção a Canaã, por isto foram sentenciados por Deus (Dt 23.3-4). Desta terras Moisés contemplou a Terra Prometida, mas ali mesmo foi recolhido. Mas a misericórdia de Deus alcançou os filhos de Moabe por intermédio de Rute, que teve o privilégio de ser uma das ancestrais de Jesus.

Referência Bibliográfica:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Geografia Bíblica. Rio de Janeiro . CPAD, 1987.

Por: Ailton da Silva

sábado, 19 de novembro de 2011

Aramaico, gego, latim e hebraico

Agora para encerrar o assunto, por um poucohinho de tempo, um trecho do livro: A Bíblia através dos séculos : uma introdução de Antônio Gilberto da Silva

O Aramaico
É um idioma semítico falado desde 2.000 a.C, em Arã ou Síria, que é a mesma região. (Arã é hebreu; Síria é grego.) Nas Escrituras, o território da Síria não é o mesmo de hoje, o que acontece também com outras terras bíblicas. O primitivo território estendia-se das montanhas do Líbano até além do Eufrates, incluindo Babilônia, Mesopotâmia Superior (conhecida na Bíblia por Arã-Naaraim; e Padã-Arã - Gn 25.20), e outros distritos. Era ainda falado numa grande área da Arábia Pétrea.

Os trechos escritos em aramaico são:
• Esdras 4.8 a 6.18; 7.12-26.
• Daniel 2.4 a 7.28.
• Jeremias 10.11.

A influência do aramaico foi profunda sobre o hebraico, começando no cativeiro do reino de Israel, em 722 a.C. na Assíria, e continuando através do cativeiro do reino de Judá, em 587, em Babilônia. Em 536, quando Israel começou a regressar do exílio, falava o aramaico como língua vernácula. É por essa razão que, no tempo de Esdras, as Escrituras, ao serem lidas em hebraico, em público, era preciso interpretá-las, para compreenderem o seu significado (Ne 8.5,8).

No tempo de Cristo, o aramaico tornara-se a língua popular dos judeus e nações vizinhas; estas foram influenciadas pelo aramaico devido às transações comerciais dos arameus na Ásia Menor e litoral do Mediterrâneo. Em 1.000 a.C, o aramaico já era língua internacional do comércio nas regiões situadas ao longo das rotas comerciais do Oriente. O aramaico é também chamado "siríaco", no Norte (2 Rs 18.26; Ed 4.7; Dn 2.4 ARC), e também "caldaico", no Sul (Dn 1.4). Tinha o mesmo alfabeto que o hebraico, diferia nos sons e na estrutura de certas partes gramaticais. Do mesmo modo que o hebraico, não tinha vogais; a partir de 800 d.C, é que os sinais vocálicos lhe foram introduzidos. É muito parecido com o hebraico.

O aramaico foi a língua do Senhor Jesus, seus discípulos e da igreja primitiva, em Jerusalém. Em Mateus 5.18, quando Jesus diz que a menor letra é o jota (aramaico iode), Ele tinha em mente o alfabeto aramaico, pois somente neste é que se verifica isto. (A letra iode originou o nosso i). Nos dias de Jesus, o aramaico já se modificara um pouco na Palestina, resultando no "aramaico palestinense", como o chamam os eruditos. Também em Marcos 14.36, o uso da palavra aramaica "abba", por Jesus, é outra evidência de que Ele falava aquela língua. Que Ele também falava o hebraico é evidente em Lucas 4.16-20, uma vez que os rolos sagrados eram escritos em hebraico.

O hebraico foi de fato absorvido pelo aramaico, mas continuou sendo a língua oficial do culto divino no templo e nas sinagogas, dos rolos sagrados, e dos rabinos e eruditos. Havia escolas de rabinos, inicialmente em Jerusalém, e, depois da queda da cidade, em Tiberíades. Havia escolas semelhantes noutros centros judaicos. As conquistas árabes e a propagação do islamismo em largas áreas da Á-sia, África e Europa, reduziu e por fim destruiu a influência do aramaico. Por sua vez, o hebraico, sendo língua morta, começou a ressurgir. Para que se cumprissem as profecias referentes a Israel, era necessário que a língua revivesse e assumisse a posição que hoje desfruta na família das nações modernas.

Devido aos hebreus terem adotado o aramaico como uma língua, este passou a chamar-se hebraico, conforme se vê em Lucas 23.38; João 5.2; 19.13,17,20; Atos 21.40; 26.14; Apocalipse 9.11. Portanto, quando o NT menciona o hebraico, trata-se, na realidade, do aramaico. Marcos, escrevendo para os romanos, põe em aramaico 5.41 e 15.34 do seu livro; já Mateus, que escreveu para os judeus, escreve a mesma passagem em hebraico (Mt 27.46). O AT contém, além do hebraico e aramaico, algumas palavras persas, como "tirsata" (Ed 2.63 FIG) e "sátrapa" (Dn 3.2).

O grego
O grego do Novo Testamento não é o grego clássico dos filósofos, mas o dialeto popular do homem da rua, dos comerciantes, dos estudantes, que todos podiam entender: era o "Koiné". Este dialeto formou-se a partir das conquistas de Alexandre, em 336 a.C. Nesse ano, Alexandre subiu ao trono e, no curto espaço de 13 anos, alterou o curso da história do mundo. A Grécia tornou-se um império mundial, e toda a terra conhecida recebeu influência da língua grega.

Deus preparou, deste modo, um veículo lingüístico para disseminar as
novas do Evangelho até os confins do mundo, no tempo oportuno. Até no Egito o grego se impôs, pois aí foi a Bíblia traduzida do hebraico para o grego, a chamada Septuaginta, cerca de 285 a.C.

Nos dias de Jesus, os judeus entendiam quase tão bem o grego como o aramaico, haja vista que a Septuaginta em grego era popular entre os judeus. Nos pri-mórdios do cristianismo, o Evangelho pregado ou escrito em grego podia ser compreendido pelo mundo todo. Só Deus podia fazer isso! Ele não enviaria o seu Filho ao mundo enquanto este não estivesse preparado, e esse preparo incluía uma língua conhecida por todos. (Ver Marcos 1.15 e Gálatas 4.4.)

Trecho extraído do livro: A Bíblia através dos séculos: uma introdução. Antônio Gilberto da Silva

Por: Ailton da Silva

Hebraico – a lingua morta

mais um trecho do livro: Introdução Bíblica. Como a Bíblia chegou até nós Normam L. Geisler e Willian E. Nix

O aramaico.

Logo após o cativeiro babilônico, o idioma oficial da Palestina era o aramaico. Era usado pelos escribas hebreus já nos dias de Esdras (Ne 8.1-8). Por sinal, foi em aramaico que se escreveram os targuns, durante o período Soferim (400 a.C.-200 d.C), o Talmude e o Midrash, no período entre 100 a.C. e 500 d.C. (v. cap. 16). Na época do Novo Testamento, o aramaico era a língua falada pelo povo, tendo sido a língua materna de Cristo e de seus discípulos.

O grego e o latim.
Depois das campanhas de Alexandre, o Grande (335-323 a.C), o grego tornou-se a língua oficial dentro dos limites do território conquistado. Grande parte desse território mais tarde seria incorporada pelo Império Romano, incluindo-se o Oriente Médio; foi quando o grego prevaleceu como língua oficial tanto do Egito como da Síria, sob os impérios ptolemaico e selêucida, e também da Palestina, durante a independência hasmoneana (142-63 a.C). Por ocasião da morte de Átalo III (133 a.C), o reino de Pérgamo submeteu-se a Roma e, por volta de 63 a.C., todo o Oriente foi incorporado ao Império Romano. A língua latina acompanhou esse crescimento do Estado Romano e espalhou-se como idioma militar do Oriente Próximo.

A presença intrusa dos soldados romanos no Oriente Próximo fez que o latim se tornasse a língua militar e comercial (embora não a língua oficial) do Oriente.

Na Itália, de modo especial em Roma, o povo era bilíngüe. A língua literária das pessoas das classes mais elevadas era o grego, e até mesmo a literatura latina seguia os padrões gregos. Embora tanto os escravos como as pessoas livres fossem bilíngües, a língua militar e comercial era o latim.

Durante os primeiros anos da igreja, os cristãos de Roma em geral falavam grego, como demonstram as cartas de Paulo e as de Clemente. Só mais tarde é que os cristãos romanos começaram a usar o latim como língua de comunicação escrita. Durante os séculos IV e V, as tribos germânicas usavam o latim em vez do grego, mais literário, como veículo de comunicação. Pode-se entender isso com facilidade, se nos lembrarmos de que as tribos germânicas entraram em contato mais imediato com as legiões romanas e com os mercadores, muito antes de conhecerem a literatura latina.

Trecho extraído do livro: Introdução Bíblica. Como a Bíblia chegou até nós Normam L. Geisler e Willian E. Nix

Por: Ailton da Silva

Casamentos mistos – marca registrada dos samaritanos

Estava lendo o livro Introdução Bíblica. Como a Bíblia chegou até nós (referência ao final) e publico um trecho riquíssimo:

As raízes dos samaritanos podem ser encontradas na antigüidade, na época de Davi. Durante o reinado de Onri (880-874 a.C.) a capital havia sido estabelecida em Samaria (1Rs 16.24), e todo o Reino do Norte veio a ser conhecido como Samaria.

Em 732 a.C. os assírios, sob Tiglate-Pileser III (745-727), conquistaram a parte nordeste de Israel e estabeleceram a política de deportar os habitantes e importar outros povos cativos para outras terras conquistadas.

Sob Sargão II (em 721 a.C.) seguiu-se o mesmo procedimento, quando esse rei conquistou o resto de Israel. A Assíria impôs o CASAMENTO MISTO sobre os israelitas que não haviam sido deportados, a fim de garantir que nenhuma revolta ocorresse, pois os povos estariam automaticamente perdendo sua nacionalidade e absorvendo as culturas de outros povos cativos (2Rs 17.24— 18.1). Eis ai finalidade do casamento misto (grifo meu)

De início os colonos adoravam deuses próprios. Quando os judeus voltaram do cativeiro babilônico, ou um pouco depois disso, esses colonos aparentemente desejaram seguir o Deus de Israel.

Os judeus impediram que os samaritanos fossem integrados, e estes, por sua vez, se opuseram à restauração (v. Ed 4,2-6; Ne 5,11— 6;19). No entanto, por volta de 432 a.C, a filha de Sambalate com o neto do sumo sacerdote Eliasibe, O casal misto foi expulso de Judá, e tal incidente provocou o fato histórico do rompimento entre judeus e samaritanos (v. Ne 13.23-31).

Trecho extraído do livro: Introdução Bíblica. Como a Bíblia chegou até nós. Normam L. Geisler e Willian E. Nix

Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

onde estão os 7000

Trechos do livro: Onde estão os 7000 que não dobraram os joelhos a Baal?
Autor: David Botelho

A mídia tem bombardeado e investido muito para que consumamos mais e mais. Com muita sutileza, a cada dia uma nova necessidade é inventada. Lembro de uma história que ilustra bem como isso funciona. Certa fábrica de pasta de dente concluiu que tinha condições de produzir o dobro que estava produzindo. Seguindo a sugestão de um funcionário ampliou o orifício de saída do produto. O resultado? Hoje usamos mais pasta de dente do que o necessário para a nossa higiene bucal. É comum nos comerciais vermos uma escova de dente com uma quantidade exagerada de pasta de dente, sugerindo um padrão de uso. Nem mesmo os dentistas têm conseguido sucesso em mudar este quadro. Que tristeza!

Em 2001, entramos num hipermercado em São Caetano do Sul, São Paulo, na época da Páscoa. Ficamos tremendamente surpresos com o que vimos. O verdadeiro sentido da páscoa havia sido totalmente deturpado. Hoje em dia até mesmos os crentes estão celebrando a Páscoa com ovos de chocolate caríssimos! Isso ocorre devido ao grande investimento em marketing das fábricas de chocolate. Naquele mesmo ano, uma grande fábrica de cerveja também se aproveitou do marketing da época da páscoa. Foi lançado um ovo cheio de latas de cervejas. O sucesso foi total. Quanto absurdo! O mais triste foi testemunharmos naqueles dias um famoso jogador evangélico comemorando um gol saltando com as mãos dobradas para baixo, representando um coelhinho. Quanta burrice!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Um bom livro

I. O VALOR DA DOUTRINA
1. O conhecimento (doutrinário) supre a necessidade de haver uma declaração autoritária e sistemática sobre a verdade.

Há uma tendência em certos meios de não somente procurar diminuir o valor de ensinos doutrinários como também de dispensá-los completamente como sendo desnecessários e inúteis. Porém, enquanto os homens cogitam sobre os problemas da sua existência, sentirão a necessidade de uma opinião final e sistemática sobre esses problemas. A doutrina sempre será necessária enquanto os homens perguntarem:

"De onde vim? Quem sou eu? E para onde vou?"

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Fascinante este livro. Apenas um trecho

1- O murmurador é aquele que, na tua presença te beija, mas por detrás, te apunhala.

2- O murmurador é aquele que te atrai para o escuro, pois o que vai falar não pode ser dito à luz. E fala baixinho.

3- O murmurador vê tudo sujo, mas nunca se lembra de limpar os próprios óculos.

4- O murmurador vive à caça dos defeitos alheios, mas nunca aceita falarem dos seus deméritos.

5- Quando o murmurador abre a sua boca, o diabo lhe dá munição.

6- O murmurador é aquele que hospeda alguém e lhe dá um gostosíssimo banquete; quando termina a "hospitalidade", xinga o visitante até a terceira e quarta geração.

sábado, 30 de julho de 2011

Como negar? Ele nunca me fez mal.

Ontem foi citado parte deste livro, na mensagem, e corri para ler, Meu Deus! transcrevo parte do livro.

Então o velho bispo (avisado, segundo dizem, num sonho de que deveria glorificar a Deus, sofrendo morte de mártir) resignou-se com paciência à vontade de Deus, e entregou o seu corpo às mãos dos oficiais encarregados de o prenderem. Antes de deixar a casa, deu ordem para que lhes dessem de comer; e, em seguida, parecendo saber antecipadamente o que esperava, encomendou-se a Deus. Diz-se que o fervor de sua oração comoveu de tal sua captura. Montaram-no num jumento, e trouxeram-no para Esmirna, onde estava reunida uma grande multidão para celebrar a festa dos pães asmos.

Por consideração pela sua idade avançada e pela sua sabedoria, Nicites, homem de grande influência, e seu filho Herodes, oficial da cidade, foram ao seu encontro e, fazendo-o entrar no seu carro, instaram com ele para que assegurasse a sua liberdade, tributando honras a César e consentindo em oferecer sacrifícios aos deuses. Ele recusou-se a isto e, por esse motivo, foi empurrado do carro com tal violência abaixo que na queda torceu uma coxa. Mas o velho servo de Deus continuou pacificamente o seu caminho, sem se perturbar com a rudeza de Herodes, indiferente aos gritos da multidão que, no seu ódio, empurrava-o de um lado para outro; e deste modo chegaram à arena.

terça-feira, 19 de julho de 2011

a salvação através da Bíblia

Gênesis é o começo das coisas. Apocalipse é a consumação.
De Gênesis a Malaquias – A salvação necessária, prometida e tipificada.
Os quatro Evangelhos – A Salvação realizada.
De Atos a Apocalipse – A salvação aplicada e consumada.

Extraído do livro: Sombras, tipos e mistérios da Bíblia. Joel Leitão de Melo - CPAD

Por isto que não me canso de dizer: NÃO HÁ DEUS COMO JEOVÁ!

sábado, 16 de julho de 2011

trechos do livro "como nascer de novo"

Estava lendo este livro, comecei ontem, meu interesse foi devido ao título, (lição 3).

Em todas as culturas, em todos os países – desde os analfabetos até os ganhadores de Prêmio Nobel – ocorre esse fenômeno secular, o mistério do antropos ("aquele que olha para o alto"), aquele que busca, que procura o propósito mais profundo, e muitas vezes oculto, da vida.

Nos aeroportos, aviões, em saguões de hotéis, de todo o mundo, pessoas têm me abordado com problemas sérios, acerca de famílias desfeitas, enfermidades, ou desastres financeiros. Mas muitas vezes, elas revelam almas vazias. Viajando de avião certa vez, um homem abriu-me o coração e contou-me sua história. Era uma longa saga de sonhos desfeitos, esperanças frustradas, e vazio interior. Antes de nos separarmos ele disse "Sim" a Cristo. E uma expressão de imenso alívio espelhou-se em seu resto, quando sussurrou-me: "Obrigado!"

Características do reino de Deus

Não tem como não transcrever parte deste livreto. Muito bom e esclarecedor.

CARACTERÍSTICAS DO REINO DE DEUS
Para que possamos viver no reino na realidade, penso que precisamos entender o que é o reino de Deus. Muitas vezes pensamos que o reino de Deus é um termo histórico.

Em outras palavras, um dia o reino de Deus virá sobre a terra. No livro de Apocalipse encontramos que um dia o reino deste mundo se tornará o reino de nosso Senhor e Seu Cristo. Graças a Deus por isso. O reino está vindo. Mas é mais do que histórico. O reino de Deus é espiritual. Em outras palavras, ele já veio, é aqui e agora, e ele virá.

Sabemos muito sobre este mundo, mas quanto sabemos sobre o reino de Deus? Quais são as características do reino de Deus?

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Estou postando capas de revistas da EBD antigas. Inicio com as de 91 e 92. Falem comigo: ailtonsilva2000@yahoo.com.br