Mostrando postagens com marcador OS 4 Evangelistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador OS 4 Evangelistas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de julho de 2012

26 - A escolha dos doze discípulos - Segundo os 4 evangelistas

MATEUS

  • Não há registros


MARCOS 3.13-18
  • 13 - Os discípulos foram chamados, subiram ao monte e Jesus chamou para si somente os que Ele quis;
  • 14 – Foram nomeados, ordenados a permanecerem com Ele para depois serem enviados para pregarem a Palavra;
  • 15 – Teriam o poder para expulsar os demônios e para curarem as enfermidades, mas deveriam viver em oração, caso contrário não teriam sucesso, vide caso do jovem lunático (Mt 17.19-21);
  • 16 – Simão Pedro, filho de João (pescador), foi o primeiro da lista;
  • 17 – Tiago, filho de Zebedeu (pescador) e João, seu irmão (pescador), foram chamados de “filhos do trovão”. Sempre os mesmos três (Cfe Mt 26.37; Mc 9.2);
  • 18 – André, irmão de Simão (pescador), Filipe (pescador), Bartolomeu (Natanael, profissão desconhecia), Mateus (Levi, cobrador de impostos), Tomé (o gêmeo, profissão desconhecida), Tiago, filho de Alfeu (profissão desconhecida), Tadeu, filho de Tiago (profissão desconhecida) e Simão, o Zelote (profissão desconhecida);
  • 19 – Judas Iscariotes, o único que não era galileu, fechou a lista dos doze.


LUCAS 6.12-16
  • 12 – Jesus passou uma noite em oração para escolher os doze. Marcos não citou a oração, apenas que subiram ao monte (2.13);
  • Já de dia, escolheu os doze e os chamou de apóstolos;
  • 14 – Simão, o primeiro da lista (cfe Mc 2.16). André foi o segundo, talvez por ter sido ele o que apresentou Jesus ao seu irmão (Jo 1.40-41). Depois vieram Tiago e João, “os filhos do trovão” e Filipe Bartolomeu (não eram irmãos como os anteriores);
  • 15 – Mateus, Tomé, Tiago e Simão, o Zelote;
  • 16 – Judas, filho de Tiago e o Iscariotes.

JOÃO
  • Não há registros.
PRÓXIMO ASSUNTO: A blasfêmia dos escribas

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.
  
Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 4 de julho de 2012

25) A multidão de judeus e gentios que seguia Jesus - segundo os 4 evangelistas


MATEUS 12.15-21
  • 15 – Jesus, sabendo da intenção dos fariseus (v. 14), se retirou dali, para evitar um conflito ainda maior. Não era hora ainda de alvoroçar Israel, tanto quanto alvoroçou com sua morte e ressurreição;
  • 16 – A todos que eram curados, Ele recomendou que não contassem a ninguém. Porque? Certamente muitos o procurariam somente pelas curas ou pela esperança do reino material. Ele tinha muito ainda por ensinar e muito por percorrer em Israel;
  • 17 – 21 – Conforme Is 42.1-4. A esperança dos judeus estava no reino material e a dos gentios não era muito diferente.


MARCOS 3.7-12
  • 7 – Jesus se retirou com os seus discípulos e a multidão vinda da Galiléia e da Judéia. Mateus não mencionou a origem deles;
  • 8 – Conforme Mt 12.16, a fama de Jesus correu por toda aquela circunvizinhança, pois vieram muitos de Jerusalém, da Iduméia (sul da Judéia) e das regiões de Tiro e Sidom (depois Ele fez questão de percorrer pessoalmente estes territórios, conforme Mc 7.24), porque ouviram as grandes coisas que Ele estava fazendo. Os que foram curados não obedeceram as ordens de Jesus, mas também que prova? Não poder contar a todos as bênçãos recebidas, quem conseguiriam se manter em silencio? O ódio dos fariseus aumentava na mesma proporção em que aumentava a dependência dos necessitava por Jesus;
  • 9 – Um barco foi colocado de prontidão para o caso de haver um tumultuo, pois o número daquela multidão aumentava;
  • 10-11 – Mateus não mencionou estas intervenções de Jesus na mesma ocorrência. Curas, libertações e alvoroço no arraial do maligno;
  • 12 – Os espíritos imundos receberam uma ordem de Jesus: “não revelem a minha identidade”. Porque? Conforme Mt 12.16, o povo esperava pela redenção material e não a espiritual. Esperavam um grande general, libertador, bem diferente do que estavam contemplando. Certamente virariam as costas para Jesus, pois o interesse era somente as curas. Como acreditar que Ele fosse o Messias, estando ali entre os pobres e necessitados e ainda mais demonstrando carinho e misericórdia?


LUCAS
  • Não há registros.


JOÃO
  • Não há registros.


PRÓXIMO ASSUNTO: A escolha dos doze discípulos

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 27 de junho de 2012

24) A cura de UM homem que tinha UMA das mãos mirradas - segundo os 4 Evangelistas


MATEUS 12.9-14

  • 9 – 10 – Chegando a sinagoga, Jesus se deparou com um homem que tinha uma das mãos mirradas e os fariseus aproveitaram-no para acusarem Jesus. A pergunta foi direta: “É licito curar nos sábados”;
  • 11 – A resposta foi também direta: “Se dentre o vosso rebanho, de cem ovelhas, uma cair numa cova, em um sábado, certamente sairão correndo para socorrê-la";
  • 12 – Quem tem mais valor? Uma ovelha ou um homem;
  • 13 – Jesus apresentou um fundamento bíblico através do censo comum. O atestado para a cura foi emitido por Ele, com isto pediu que o homem estendesse a mão para ser curado;
  • 14 – Depois da cura formaram um conselho contra Jesus para o matarem.

MARCOS 3.1-6
  • 1 – Jesus entrou outra vez na sinagoga (Mateus afirmou que Ele havia chegado);
  • 2 – Os fariseus observaram se Ele curaria no sábado. Estavam esperando o momento (segundo Mateus, eles perguntaram se era lícito curar ao sábado), assim como fizeram no caso das espigas (Mc 2.24);
  • 3 – Jesus disse ao homem que se levantasse e fosse para o meio, para que defendesse o seu ato (em Mateus, Ele pediu que estendesse a mão);
  • 4 – É lícito fazer o bem ou o mal? Salvar a vida ou matar? Neste caso Jesus não mencionou o exemplo das ovelhas, mas não foi preciso, pois todos se calaram;
  • 5 – Jesus olhou com indignação para os fariseus e com compaixão para o homem necessitado e o curou;
  • 6 – Os fariseus tomaram conselho com os herodianos, para encontrarem uma forma de matá-lo;

LUCAS 6.6-11
  • 6 – Lucas disse que era um outro sábado quando Jesus entrou na sinagoga e estava ensinando, quando notou a presença de um homem que tinha a mão direita mirrada (Mateus e Marcos não mencionaram qual das mãos estava com problema);
  • 7 – Os fariseus prestaram atenção nos atos de Jesus, para verem se Ele curaria no sábado (em Mateus eles interrogaram e em Marcos apenas observaram);
  • 8 – Mas Jesus já conhecendo de antemão os pensamentos (cfe Mt 9.4, os dois Evangelistas anteriores não falaram nada sobre os pensamentos conhecidos por Jesus), mandou o homem se levantar para ficar em pé no meio. Ele obedeceu;
  • 9 – idem Mc 3.4;
  • 10 – Jesus olhando para todos ao redor (Marcos afirmou que Jesus olhou com indignação para os fariseus e compaixão para o homem), pediu que o homem estendesse a mão e uma ficou como a outra (cfe Mc 3.5);
  • 11 - idem Mc 3.6 e Mt 12.9.

JOÃO
  •  Não há registros
PRÓXIMO ASSUNTO: A multidão de judeus e gentios que seguia Jesus

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva

terça-feira, 12 de junho de 2012

23) Jesus, o Senhor do sábado. Segundo os 4 Evangelistas


MATEUS 12.1-8

  • 1 – Passando Jesus pelas searas, em um sábado com seus discípulos tiveram fome e colheram espigas para comerem (COLHERAM COM FOME);
  • 2 – Os fariseus condenaram-nos, pois segundo eles, havia “39 categorias de atividades proibidas nos sábados; estas proibições estava baseadas em uma interpretação dos mandamentos de Deus e dos costumes judaicos”, segundo consta no comentário de rodapé (Mt 12.1-2) da BAP, pagina 1241, sendo a colheita e a medicina uma delas, pois para eles “era mais importante proteger suas leis do que livrar alguém do sofrimento”, conforme comentário de rodapé (Lc 6.6-7) da BAP, página 1358;
  • 2 – Não sentiam compaixão suficiente para abandonarem suas particulares interpretações da lei Mosaica. Os errados na história não foram Jesus e seus discipulos, que entraram em uma seara particular para colherem espigas e sim eles que não receberem o Rei dos reis, não proporcionando condições para exercer seu ministério terreno;
  • 2 – Jesus e seus discípulos não infringiram a Lei (Dt 23.25), mas a cumpriram na integra, pois entraram na seara estranha e colheram esfregando as espigas (Lc 6.1), não usaram ferramentas nenhuma;
  • 3 – 4 – “Não tendes lido”. Se fosse um erro aquela ação, certamente Deus puniria os infratores na presença dos acusadores. Porque Davi não foi punido quando fez o mesmo? Ele e os que estavam com eles, com fome, assim como Jesus e os discípulos, comeram os pães da proposição. Inclusive este ato do grande rei Davi nunca foi questionado pelos sábios, entendidos e doutores da lei;
  • 5 – 6 – “Não tendes lido”, que os sacerdotes mantinham seus afazeres sacerdotais aos sábados e não se sentiam culpados por isto (Nm 28.9)? Certamente se ainda Deus enviasse maná para Israel, os fariseus sairiam todos os sábados para colherem (cfe Ex 16.26-27). Estavam diante daquele que é maior que o templo, tradições, costumes e lei;
  • 7 – A resposta de Jesus desconcertou a todos, pois não entenderam a miscelânea. O que tinha a ver espigas, seara, sábado e Davi com Templo, misericórdia, sacrifício e inocência? Quem tem ouvidos ouça e quem tem entendimento compreenda;
  • 7 – Jesus repetiu o que havia dito na ocasião em que esteve comendo com os publicanos: “misericórdia quero e não sacrifício”. Quem sabe agora entenderiam o significado da expressão (Mt 9.13);
  • 8 – As doze tribos de Israel se alvoroçaram, pois Jesus se declarou maior que o Templo. Certamente não tinham pedras suficientes ao derredor para apedrejá-lo. Jesus é Senhor do sábado e ponto final.

MARCOS 2.23-28
  • 23 - Os discípulos de Jesus passando pelas searas, em um sábado, COLHERAM CAMINHANDO, não queriam perder tempo (Mateus registrou que colheram com fome);
  • 24 – Os fariseus chamaram a atenção de Jesus e perguntaram se Ele não percebia que estava infringindo a lei, queriam ouvir a resposta Dele (Mateus registrou que eles afirmaram, já chegaram condenando);
  • 25 – 26 – idem Mt 12.4. “Nunca lestes”. Relembrou o caso de Davi e citou nominalmente o sumo sacerdote, mas não falou dos sacerdotes que cumpriam suas funções aos sábados sem culpa;
  • 27 – Jesus afirmou que o sábado houvera sido criado por causa do homem e não o homem por causa do sábado, portanto, sendo Senhor do homem também o é do sábado;
  • 28 – idem Mt 12.8.

LUCAS 6.1-5
  • 1 – idem Mt 12.1 e Mc 2.23, exceto por um detalhe, pois nos registros anteriores os discípulos COLHERAM COM FOME E CAMINHANDO, mas Lucas afirmou que eles ARRANCAVAM, ESFREGAVAM E COMIAM;
  • 2 – Desta feita os fariseus perguntaram se aquilo era licito, conforme Mc 2.24;
  • 3 – 4 – “Nunca lestes”, idem Mt 12.3-4; Mc 2.25-26;
  • 5 – idem Mt 12.8; Mc 2.28.

JOÃO
  • Não há registros.
PRÓXIMO ASSUNTO: A cura de UM que tinha UMA das mãos mirradas


Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003
Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000
Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 6 de junho de 2012

22) O jejum - os 4 Evangelistas


MATEUS 9.14-17

  • 14 – Chegaram aos pés de Jesus, os discípulos de João (Marcos incluiu os fariseus nesta comitiva), que testemunharam os jejuns dos fariseus. Seriam lembrados por eles caso fosse o contrário (Lc 18.11);
  • 15 – A resposta de Jesus desconcertou a todos. Seus discípulos eram os filhos das bodas? Não precisavam jejuar? Não poderiam se entristecer? Até quando estaria com eles? Quando seria tirado do meio deles? Então quando isto acontecesse teriam necessidade do jejum?
  • 16 – Será que entenderam a questão do remendo novo em vestes velhas? E sobre a rotura maior? Entenderam a indireta de Jesus?
  • 17 – E a respeito do vinho novo e odres velhos? Que tipo de odre deveria receber o vinho novo? Eles não estavam preparados e não suportariam. O vinho novo deveria ser colocado em odre novo, pois a fermentação rompia facilmente e com isto, o vinho era derramado, perdido. Uma alusão a dureza de coração de Israel.

MARCOS 2.18-22
  • 18 – Os seguidores de João e os fariseus jejuavam e foram cobrar Jesus e os seus discípulos a mesma atitude. Ora, cada deve fazer a sua parte (cfe Mt 6.5-6);
  • 19 – Idem Mt 9.15;
  • 20 – idem Mt 9.15b;
  • 21 – idem Mt 9.16;
  • 22 – idem Mt 9.17.

LUCAS 5.33-39
  • 33 – Os fariseus e escribas (cfe Lc 5.30) perguntaram a Jesus porque os seus discípulos não jejuavam e oravam, tanto quanto eles e os discípulos de João Batista.
  • 34 – Para Jesus, os seus discípulos eram os convidados para as bodas (Mateus e Marcos registraram como filhos das bodas);
  • 35 – idem Mt 9.15b; Mc 2.20;
  • 36 – Mateus e Marcos falaram somente do remendo novo em panos velhos, enquanto que Lucas fez menção de tirar um pedaço das vestes novas para remendar as velhas, mas o resultado citados pelos três seria o mesmo;
  • 37 – 38 – Idem Mt 9.17; Mc 2.22;
  • 39 – Mateus e Marcos não falaram a respeito do vinho velho ser melhor que o novo. O vinho novo deveria ser provado, mesmo que já estivessem acostumado com o velho.

JOÃO
·          Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: Jesus, o Senhor do sábado

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 2 de maio de 2012

21) Jesus come com pecadores e publicanos? Segundo os 4 evangelistas


MATEUS 9.9-13

  • 9 – Jesus viu Mateus assentado na alfândega. Chamou-o e ele largou tudo para seguir Jesus. Foi transformado;
  • 10 – Estando Mateus, Jesus e dos discípulos, eis que chegaram muitos pecadores e publicanos (companheiros de Mateus, que também foram em busca de transformação)
  • 11 – idem Mc 2.16. Os acusadores acertaram quando disseram aos discípulos “vosso Mestre”;
  • 12 – 13 – idem Mc 2.17. Acréscimo de “misericórdia quero e não sacrifício”. Era para aprenderem o significado.


MARCOS 2.13-17
  • 13 – Novamente Jesus se dirigiu ao mar da Galiléia e toda a multidão foi atrás;
  • 14 – Jesus encontrou Levi, o publicano, o cobrador de impostos que recolhia as obrigações de todos os habitantes e dos que passavam por aquela cidade. Era rico? Bem sucedido? Recebia comissões? Cobrava a mais? Era honesto? Foi encontrado por Jesus, ouviu o chamado, se levantou e seguiu Jesus;
  • 15 – Muitos foram reunidos na casa de Mateus, a convite dele. Sua intenção era apresentar aos seus convidados o grande amigo que havia acabado de conhecer (cfe At 10.24). Na mesa estavam Jesus, Mateus, publicanos e pecadores;
  • 16 – Era aquele que havia acabado de perdoar um pecador (Mc 2.7)? Naquela ocasião Ele estava no uso de sua natureza Divina e agora naquela refeição estava se revelando a sua natureza humana;
  • 17 – Na ocasião anterior (Mc 2.8) eles não precisaram dizer nada, pois Jesus conheceu os pensamentos deles, mas agora disseram: “porque come e bebe com publicanos e pecadores”? O paralítico curado anteriormente recebeu o que estava realmente necessitado, assim como aqueles pecadores e publicanos que urgentemente precisavam comer com o Mestre. Jesus chamou os doentes e pecadores e eles ouviram o chamado.


LUCAS 5.27-32
  • 27 – 28 – idem Mc 2.14;
  • 29 – Levi fez um grande banquete e havia uma multidão de publicanos. Mateus registrou que eles chegaram depois;
  • 30 – idem Mt 9.10 e Mc 2.16;
  • 31-32 – idem Mt 9.12-13 e Mc 2.17.


PRÓXIMO ASSUNTO: O jejum

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 18 de abril de 2012

20) A cura do paralítico de Cafarnaum – os 4 Evangelistas.


O homem que entrou pelo telhado e saiu pela porta da frente. Não teve forças para descer pelo telhado sozinho, mas na saída teria, caso desejasse.

MATEUS 9.1-8
• 1 – Jesus sempre se dirigia para os lugares onde sabia que encontraria necessitados. Ele atravessou o mar da Galiléia até Cafarnaum e se deparou com um paralítico, trazido na própria cama. O pensamento dele era: “Se Jesus não vem até a minha cama, então minha cama vai até Ele”?

• 2 – Jesus viu a fé de todos, tanto do paralítico quanto dos que o levaram. Primeiramente os seus pecados foram perdoados. Era o que estava necessitando para a sua alma. Porque não foi embora? O mais importante já havia conseguido. Todos ficaram parados, não entendendo a atitude de Jesus. Alguns esperavam algo mais e outros estavam enraivecidos pela declaração de perdão dada ao paralítico;

• 3 – Isto foi suficiente para que a turba se revelasse. Eles andavam sempre acompanhando Jesus para agirem no momento certo;

• 4 – Neste momento eles conheceram a onisciência de Jesus. Não havia necessidade de palavra, pois Ele discerne os nossos pensamentos (HB 4.12);

• 5 – Aquele era realmente o dia da benção para o paralítico. Os escribas provocaram Jesus e o pobre homem aguardava ansioso pelo desfecho daquela história. Será que sobraria algo de bom para ele? Aquela afronta dos doutores da lei estava prestes a proporcionar um grande milagre;

• 6 – Se não fosse a atuação dos escribas, o paralítico seria curado? Jesus, com apenas um ato, Jesus efetuou três trabalhos: perdoou pecados, curou um paralítico e provou sua divindade;

• 8 – A multidão se alegrou com a cura e com o perdão dos pecados do paralítico, mas ficaram maravilhados com a prova da divindade de Jesus.


MARCOS 2.1-11
• 1 – Não foi mencionado como Jesus chegou até Cafarnaum, como Mateus bem detalhou (9.1);

• 2 – Naquela casa se ajuntaram muitos (Mateus não mencionou o lugar onde se dera o encontro de Jesus com o paralítico);

• 3 – Em Mateus também não foi mencionado a quantidade de amigos que conduziram o paralítico. Os quatro carregadores, que se condoeram da situação daquele pobre homem;

• 4 – Mateus não registrou os procedimentos dos amigos, tampouco as dificuldades, tais como: a multidão na porta, o telhado e a necessidade da abertura de um buraco para que o paralítico chegasse até Jesus. “Aqueles amigos devem ter carregado o paralítico pelas escadas até ao telhado, então removeram a mistura de barro e palha o suficiente para descer o amigo até a presença de Jesus” (BAP, p. 1290). Não erraram o alvo, acertaram na primeira tentativa;

• 5 – idem Mt 9.2;

• 6 – Então entraram em cena os escribas, os homens cheio de lei e vazios de fé, os quais não aceitaram o perdão dos pecados oferecidos por Jesus. Afinal a cidade era influenciada pela cultura greco-romana, que não aceitava tal tipo de afirmação vinda de um ser humano, apesar que o legalismo judaico também não permitia tal fato. Eles tentaram mudar o conceito que alguns, da multidão, já tinham de Jesus;

• 8 – idem Mt 9.4. O homem arquiteta em seu coração e esconde, pois não tem coragem de falar, mas Jesus revela e não deixa nada encoberto (Mt 10.26);

• 9 – idem Mt 9.5;

• 10 – idem Mt 9.6;

• 11 – Então o paralítico tomou o seu leito e saiu da presença de todos, inclusive se afastou de Jesus. A multidão glorificava a Deus.


LUCAS 5.17-26

quarta-feira, 11 de abril de 2012

19) A cura do leproso - os 4 evangelistas

MATEUS 8.1-4
• 1 – Jesus desceu do monte seguido por uma grande multidão, como era costumeiro;
• 2 – Um leproso veio ao seu encontro, adorando-o, mas depois lançou um desafio: “Se quiserdes, torne-me limpo”;
• 3 – Como Jesus não perdia oportunidade e não deixava brechas para a operação do inimigo respondeu: “Eu quero”. E logo aquele homem foi limpo;
• 4 – Jesus pediu para que o leproso não dissesse nada a ninguém, mas que fosse imediatamente se apresentar ao sacerdote para oferecer a oferta pela cura. A obrigação de dizer algo ou anunciar a cura era do sacerdote e não do ex-leproso, através do sacrifício público. Qualquer judeu entenderia aquela linguagem, pelo menos os que conhecessem a lei. Fique de boca fechada!

MARCOS 1.40-45
• 40 – Um leproso se aproximou de Jesus, provavelmente muitos da multidão se afastaram dele, ou tentaram impedi-lo. Rogou de joelhos: “Se queres, bem podes limpar-me”;
• 41 – Jesus movido de intima compaixão (tomou as dores do leproso bem lá no seu intimo, na alma, somente Ele pode chegar nesta região e entender este sentimento). Estendeu as mãos e tocou o pobre homem, que foi limpo imediatamente;
• 42 – a lepra sumiu após a resposta de Jesus: “Quero”;
• 43 – o ex-leproso foi advertido severamente: “não diga nada a ninguém”. Tinha que anunciar ao sacerdote que imediatamente, proclamaria a todos, através da oferta;
• 44 – idem Mt 8.4;
• 45 – mas aquele homem não conseguiu ficar de boca fechada, contou a muitos e Jesus não pode continuar naquela cidade, por isto se dirigiu a um lugar deserto. O testemunho público, antes da hora, e sem estar autorizado, atrapalhou momentaneamente o ministério público de Jesus naquela cidade.

LUCAS 5.12-16
• 12 – quando Jesus estava naquela cidade, um homem cheio de lepra, prostrou-se sobre o rosto e rogou (Marcos disse que foi de joelhos, Mateus afirmou que primeiramente adorou Jesus). Se fosse da vontade do Mestre ele poderia ser limpo e se não fosse, iria embora sem murmurar? E a multidão certamente apoiaria Jesus, pois ele não poderia estar ali no meio deles;
• 13 – idem Mc 1.41;
• 14 – Idem Mt 8.4; Mc 1.44;
• 15 – A fama de Jesus se propagou e ajuntou uma multidão para ouvirem e serem curados. Então o ex-leproso, que não poderia contar nada a ninguém, contou a muitos;
• 16 – então Jesus se retirou e foi para o deserto, orar.

JOÃO
• Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: A cura de um paralítico (introduzido pelo telhado)

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003

Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 4 de abril de 2012

18) Como devemos seguir a Jesus? - Os 4 evangelistas

MATEUS 8.18-22
• 18 – A multidão era grande em torno de Jesus. Ele dividiu em grupos: os que procuravam somente bênçãos e os que estavam em busca da salvação;

• 19 – “Te seguirei, por onde fores”. A resposta de Jesus foi: “Jovem,não diga bobagens, você não será capaz de cumprir isto”. Na primeira oportunidade você deserda (At 13.13);

• 20 – Os reis e governantes (leia-se raposas) tem asas assim como as aves do céu, mas o que o Filho do homem tinha para oferecer a olhos nus? Eles queriam sinais, maravilhas e demonstração de força. Jesus não veio com esta intenção;

• 21 – Outro discípulo pediu permissão para primeiro enterrar seu pai. Então Jesus ficaria esperando a morte do pai para que aquele homem fizesse parte de seu grupo? Havia dois agravantes: o pai dele poderia estar vivo e talvez ele fosse o primogênito ou unigênito, então estava de olho na herança do pai. Depois que resolvesse este problema seguiria Jesus com toda a dedicação;

• 22 – Morto enterra morto.


MARCOS
• Não há registros


LUCAS 9.57-62
• 57 – idem Mt 8.19;

• 58 – idem Mt 8.20;

• 59 – o discípulo pediu permissão para enterrar seu pai, depois que ouviu o “segue-me” de Jesus. Em Mateus 8.21 não houve o chamado;

• 60 – Morto enterra morto. Jesus não estava chamando coveiros, mas sim propagadores do seu reino, por isto disse: “Tu vai e anuncia o reino”;

• 61 – outro personagem. Queria seguir, mas desejava primeiramente se despedir dos vivos, da família. Estava analisando as vantagens, os prós e contra de sua decisão. Se fosse despedir dos que estavam em sua casa, certamente não voltaria;

• 62 – Uma vez que tira a mão do arado, é muito difícil tornar a colocá-las novamente;



JOÃO
• Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: A cura do leproso

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003

Por: Ailton da Silva

terça-feira, 6 de março de 2012

12) JESUS, SEM HONRA E EXPULSO DE SUA PÁTRIA - segundo os 4 evangelistas


MATEUS 13.53-58
• 54 – ensinava nas sinagogas e todos se maravilhavam;
• 55 – filho de carpinteiro sim. Filho de Maria e irmão de José, Simão, Judas e Tiago;
• 56 – irmãs? Sabiam tudo de Jesus, mas não conheciam a sua missão;
• 57 – porque se escandalizaram? Um local para um profeta não ter honra nenhuma é justamente a própria terra;
• 58 – se tivessem fé teriam visto muitos milagres, mesmo assim Jesus fez alguma coisa por eles.

MARCOS 6.1-6
• 1 – chegou a sua terra acompanhado de seus discípulos;
• 2 – os que ouviam se admiravam da sabedoria, recebida por Jesus;
• 3 – filho do carpinteiro e de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão e suas irmãs estavam por ali, porque se escandalizaram nisto?
• 4 – profeta sem honra entre os parentes e na sua própria casa tem muitos;
• 5 – a incredulidade impediu de que obras maiores fossem feitas naquele lugar, alguns enfermos foram curados por imposição de suas mãos;
• 6 – Jesus se admirou de tamanha incredulidade, por isto percorreu as aldeias vizinhas.

17) Mestre, todos te buscam - segundo os 4 Evangelistas


MATEUS
• Não há registros

MARCOS 1.35-39
• 35 – Jesus saiu bem cedo, ainda escuro para buscar ao Pai em oração. A multidão acordou muito tempo depois. Ele foi para um lugar deserto (idem Lucas) e estava orando quando chegaram;
• 36 – Simão liderou a equipe de busca;
• 37 – “todos te buscam. Eu sei, pois ninguém vem ao Pai a não ser por mim (Jo 14.6);
• 38 – agora que me encontraram vamos aos confins de Israel. Vamos pregar primeiramente nas aldeias vizinhas da Galiléia, pois para isto vim (enviado, segundo Lucas 4.43);
• 39 – Jesus pregou nas sinagogas da Galiléia, expulsando os demonios.

LUCAS 4.42-44
• 42 – Jesus saiu cedo para um lugar deserto (idem Marcos), provavelmente bem antes da multidão despertar. Eles tentaram detê-lo para que Ele não se ausentasse novamente. O cuidado devia ser com cada um deles e não com Jesus. Quem corria serio risco de sumir daquele lugar deserto e propício para a oração eram eles e não o Mestre;
• 43 – “já que vocês me encontraram, então vamos anunciar o evangelho às outras cidades, porque para isto fui ENVIADO” (Jesus afirmou que para isto vim Mc 1.38);
• 44 – e pregou nas sinagogas da Galiléia.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

16) A cura da sogra de Pedro - segundo os 4 Evangelistas



MATEUS 8.14-17
• 14 – Jesus entrou na casa de Pedro e viu sua sogra ardendo em febre (portas abertas, convites de alguém, foi bem recebido, a mulher estava ao alcance de seus olhos e Ele ao alcance dos olhos da mulher);

• 15 – tocou-lhe a mão (Marcos disse que ela foi levantada) e a febre lhe deixou. Levantou-se e serviu a Jesus. Cura instantânea, sem sequelas, fraqueza do corpo, duvidas ou outras preocupações, pois poderia tentar recuperar todo o tempo que havia ficado de repouso. Quanto serviço acumulou, mas preferiu logo servir a Jesus, assim como o cego de Jerico que logo o seguiu (Mc 10.52) e bem diferente de Marta (Lc 10.40). Mãos de Marta e coração de Maria;

• 16 – outros endemoninhados e enfermos foram levados para serem atendidos e pela Palavra de Jesus eram libertos e curados. A cidade, o bairro, a rua, todos estavam admirados.

MARCOS 1.29-34
• 29 – Saindo da sinagoga foram à casa de Simão e de André, irmãos (Jo 1.40), juntamente com João e Tiago, irmãos (Mt 4.21). Tudo em família;

• 30 – comentaram com Jesus a respeito da situação da mulher. Ele já sabia, mas precisava sentir a preocupação de cada um;

• 31 – chegou, tomou, a levantou (Mateus disse que ela foi tocada e levantada) e foi curada da febre. Ela o serviu;

• 32 – muitos enfermos e endemoninhados foram levados até Jesus. Ficaram sabendo do ocorrido;

• 33 – toda a cidade se ajuntou para presenciarem os acontecimentos;

• 34 – curou e libertou, mas não permitiu que os demônios falassem, pois não seriam eles que testemunhariam a respeito de sua missão e filiação Divina.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

15) A mulher samaritana - segundo os 4 Evangelistas


MATEUS
• não há registro

MARCOS
• não há registro

LUCAS
• não há registro

JOÃO 4.3-39
• 3 – 4 – Judéia e Galiléia e entre elas estava a Samaria (II Re 17.24), mas para Jesus isto não era um obstáculo. A igreja também não foi impedida de transpor esta fronteira étnica e racial (At 9.31). O que poderia impedir o avanço de Jesus? E o da igreja?

• 5 – 6 – Realmente a barreira social e étnica não era impedimento, mas a distância era de se considerar, haja vista, que Ele parou justamente devido ao cansaço;

• 7 – A mulher samaritana veio tirar água, praticamente ao meio dia e não como era o costume, logo pela manhã ou ao final da tarde, para evitar o encontro com outras mulheres que, provavelmente, conheciam a sua história e reputação. Se a evangelização dependesse das outras mulheres (v. 18), provavelmente ela não teria conhecido a mensagem;

• 8 – Então os discípulos não tiveram dificuldades para irem comprarem comida, pois não havia multidão para ser alimentada (Mt 15.33);

• 9 – A mulher ficou surpresa com a não demonstração de preconceito por parte de Jesus. Estava tão acostumada que estranho o fato de não ter sido desprezada pelos judeus;

• 10 – Ela não entendeu. Era necessário eu pedisse e não que ela desse. O que poderia acrescentar na vida de Jesus?

• 11 – Jesus não necessitava de instrumento ou ferramenta e para Ele pouco importava a profundidade do poço, ou do problema. Quanto mais dificultoso, melhor;

• 12 – Jacó deu o poço e Jesus estava dando a água viva. Os que se utilizam do poço sempre voltavam a ter sede novamente;

• 13 – 14 – Mas da água que Jesus estava oferecendo jamais tornariam a ter sede;

• 15 - Ela pediu então daquela água para que não mais tivesse sede e para que nunca mais retornasse aquele lugar? Seria possível? Então ficaria livre do temor que sentia, todas as vezes que se deslocava para à aquele poço;

• 16 – 19 – Agora seria a hora do teste. Jesus disse: “Chame teu marido”. Ela poderia ter mentido, além do mais era uma samaritana contando sua vida para um judeu (como se precisasse). Ela não escondeu nada e reconheceu Jesus como profeta;

• 20 – 24 - Mas logo mudou de assunto. Tentou tirar o foco da conversa, não queria mais se expor. Os pais, dela, adoraram naquele monte e agora Jesus dizia que deveria ser em Jerusalém? Quem disse isto foi ela. Na verdade não seria aqui ou ali, mas sim o Pai será adorado em espírito e em verdade. Aquele assunto era um tabu existente entre os judeus e samaritanos. Não se perturbou quando ouviu que a salvação viria dos judeus;

• 25 – 26 – Pelo menos na profecia messiânica ela acreditava;

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

14) As instruções a Nicodemos - segundo os 4 Evangelistas

MATEUS
• não há registro

MARCOS
• não há registro

LUCAS
• não há registro

JOÃO 3.1-21
• 1 – Nicodemos, depois desta conversa com Jesus, O defendeu corajosamente diante dos fariseus (Jo 7.50-51);

• 2 – foi ter de noite (muitos somente vão à noite), pelo receio? Necessidade? Curiosidade? Já de cara foi reconhecendo a autoridade de Jesus, porque, segundo ele, quem poderia fazer tamanhos sinais, se não um enviado por Deus;

• 3 – mudança de pensamento dos judeus. Agora conheceriam o verdadeiro significado da expressão “reino de Deus”. Não era aquilo que contemplavam ou imaginavam. O novo nascimento estava sendo revelado a eles;

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

13) A purificação do Templo - segundo os 4 Evangelistas

MATEUS 21:12-16
• 12 – Jesus entrou e expulsou os que vendiam e compravam, derrubou as mesas dos que trocavam dinheiro e principalmente daqueles que vendiam pombas (nem o casal de pombas levavam para os sacrifícios, compravam na porta do Templo);

• 13 – casa de Jesus não poderia ser transformada em covil de ladrões. Casa do Pai (casa de oração Mc 11:17) x casa do ladrão (Jo 10:10);

• 14 – os coxos e cegos procuraram Jesus naquele lugar e foram curados. Justamente o que davam exemplo ao povo, pois os que eram sãos e que tinham vista não enxergavam um palmo à sua frente e não tinham traziam animais para os sacrifícios;

• 15 – os sacerdotes e mestres da lei não suportaram aquelas curas, mas nada se compara a fúria que sentiram quando ouviram as crianças louvando a Jesus;

• 16 – Jesus não estava somente ouvindo o louvor, como também estava recebendo, pois da boca das crianças procede perfeito louvor.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

11) As bodas de Caná - segundo os 4 Evangelistas

MATEUS
• Não há registros


MARCOS

• Não há registros.


LUCAS

• Não há registros


JOÃO 2.1-12

• 1 – uma pausa em seu recém iniciado ministério? Ou uma grande oportunidade de se tornar conhecido por muitos?

• 2 – como as festas judaicas se estendiam por muitos dias (semana inteira), sendo que em algumas delas toda a cidade era convidada (era um insulto recusar o convite), então este era o local ideal, haja vista estarem muitos reunidos e esta convivência era propícia para apresentar a sua mensagem;

• 3 – como as festas eram longas era preciso um rigoroso planejamento para que os noivos e família não fossem envergonhados, ou para que as regras de hospitalidade fossem feridas, mas não foi isto o que aconteceu neste caso (na verdade o noivo seria honrado e receberia todas as glorias);

• 4 – que resposta difícil de ser assimilada, não foi falta de respeito. Maria confiou, pois ainda estavam claras em sua mente as manifestações espirituais e as confirmações ocorridas ao nascimento de Jesus. Ela já era dependente do FILHO. Aprendemos com ela a apresentar os problemas a quem tem a solução. Se queremos os favores de Cristo devemos obedecê-lo em tudo;

• 5 – o que ela poderia dizer aos empregados? Façam o que Ele disser, pois eu conheço o FILHO (não o meu, mas o de Deus);

• 6 - Seis talhas (cada uma poderia conter entre 74 a 111 litros de água) que era usada para purificação dos judeus quando tocavam em algo impuro. Em cada talha cabiam duas ou três metretas (medida usada pelos gregos equivalente a mais ou menos 40 litros);

• 7 – as talhas estavam VAZIAS, foram cheias até em cima, nada poderia ser apresentado ao Mestre pela metade;

• 8 – seis talhas cheia até a tampa e deveriam ser levadas ao mestre sala para que o vinho fosse provado. Moisés tranformou a água em sangue no Egito, a primeira praga (Ex 7”20) e agora Jesus transformava a água em vinho (um das primeiras manifestações de operação de maravilhas). Se continuassem com água a festa seria regada a tristeza, mas com o vinho a alegria voltou;

• 9 – sem saber a procedência, os EMPREGADOS sabiam de onde viera aquele vinho, mas eles não denunciaram o feito de Jesus. Então o mestre sala chamou o NOIVO e lhe honrou diante de todos. Ele também ficou calado e recebeu toda a GLÓRIA;

• 10 – ei, noivo, você deixou o melhor para a segunda parte”? Sim, os primeiros já regojizaram, Israel já se alegrou, agora é a vez dos gentios, da igreja”;

• 11 – aquele milagre de Jesus manteve os convidados reunidos por longos dias afim de continuarem a comemoração, mas e os comentários durante a festa?;

• 12 – Jesus permaneceu em Cafarnaum, uma importante cidade da região, localizada em uma das principais rotas comerciais e que abrigava guarnições do império romano. Ela se tornou a base do ministério de Jesus na Galiléia.

PRÓXIMO ASSUNTO: JESUS, MINISTÉRIO E EXPULSÃO DE NAZARÉ

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

10) O sermão da montanha - segundo os 4 Evangelistas

MATEUS 5”1-48
• 1 – 12 – a verdadeira felicidade;
• 13 – 16 – Importância do testemunho cristão e ação;
• 17 – 18 – o sentido completo da lei. O seu cumprimento;
• 21 – 25 – não mate, pois será julgado pela lei, mas agora não podem ficar com raiva;
• 27 – 30 - sobre o adultério. Pela lei o adultério consumado gerava condenação, mas agora basta apenas atentar com os olhos para consumá-lo no coração;
• 31 – 32 – sobre o divórcio;
• 33 – 37 – os juramentos. Não podiam quebrar os juramentos, deviam cumprir, mas agora não poderiam jurar por tudo, muito menos por nada. O sim deve ser sim e o não deve ser não. O que passar disto...;

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

9) Os primeiros discípulos de Jesus - segundo os 4 Evangelistas

MATEUS 4”17-24
• 12 – Jesus voltou para Galiléia, pois João Batista estava preso, para fugir da oposição de Nazaré e para alcançar um número maior de pessoas, pois Cafarnaum era bem mais movimentada;

• 17 – Jesus pregava em Cafarnaum sobre a vinda do reino de Deus, mesma mensagem de João Batista?

• 18 – viu dois irmãos, Simão e André;

• 19 – lançou o convite;

• 20 – não tinha como eles resistirem;

• 21 – conseguiu mais dois, Thiago e João (Filhos de Zebedeu);

• 22 – deixaram tudo, inclusive o pai;

• 24 – e a fama corria pela Síria? Em Israel quem corria era a oposição, queriam pegá-lo em algum ato ou palavra.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

9) Os primeiros discípulos de Jesus - segundo os 4 Evangelistas

MATEUS 4”17-24
• 12 – Jesus voltou para Galiléia, pois João Batista estava preso, para fugir da oposição de Nazaré e para alcançar um número maior de pessoas, pois Cafarnaum era bem mais movimentada;
• 17 – Jesus pregava em Cafarnaum sobre a vinda do reino de Deus, mesma mensagem de João Batista?
• 18 – viu dois irmãos, Simão e André;
• 19 – lançou o convite;
• 20 – não tinha como eles resistirem;
• 21 – conseguiu mais dois, Thiago e João (Filhos de Zebedeu);
• 22 – deixaram tudo, inclusive o pai;
• 24 – e a fama corria pela Síria? Em Israel quem corria era a oposição, queriam pegá-lo em algum ato ou palavra.

MARCOS 1”14-20
• 14 – João Batista estava preso, por isto Jesus foi para a Galiléia, para pregar;
• 15 – estava pregando como João Batista?
• 16 – viu Simão e André lançando a rede;
• 17 – 18 – eles lançavam rede, Jesus lançou o convite e não tinha como resistirem;
• 19 – depois encontrou Thiago e João;
• 20 – os dois largaram o pai e seguiram Jesus.

LUCAS 5”2-11
• 2 – viu dois barcos e os pescadores lavando a rede;
• 3 – entrou em um dos barcos, de Pedro, pediu para que se afastassem para ensinar a multidão;
• 4 – era no mar alto que estavam os peixes maiores, lançai a rede novamente;
• 5 – trabalharam a noite toda e não apanharam nada, mas Jesus estava mandando. Quem tem juízo obedece;
• 6 – obedeceram, então o milagre aconteceu;
• 7 – se os companheiros dos outros barcos não tivessem ajudado eles teriam enfrentado sérios problemas. Será que estes companheiros estavam entendendo o que estava acontecendo, ou estavam também maravilhados com a pesca?
• 8 – Ausentar-se porque era um pecador? Agora que era a hora para se aproximar, ficar perto, pois de pecadores seriam transformados em pescadores;
• 10 – Thiago e João também estavam presentes e aceitaram o convite;
• 11 – deixaram tudo e seguiram Jesus.

JOÃO 1”35-51
• 35 – João Batista estava por perto com dois de seus discípulos;
• 36 – outro testemunho de João Batista – "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”
• 37 – os seus discípulos ouviram a sua declaração e seguiram o Mestre;
• 38 – Jesus testou eles: “o que buscais”? Queriam descobrir a sua morada;
• 39 – foram, viram e ficaram com Ele, durante aquele dia e o resto da vida deles, nunca mais o deixaram;
• 40 – era André (Simão veio depois);
• 41 – depois encontrou seu irmão Simão e lhe disse: “achamos o Messias”;
• 42 – Simão encontrou Jesus e recebeu um novo nome;
• 43 – no outro dia foi a vez de Felipe e Jesus foi taxativo: “vem e segue-me”;
• 45 – Felipe encontrou Natanael e falou acerca de Jesus: “vem e vê”;
• 46 – pode vir alguma coisa boa de Nazaré: “vem e vê”;
• 47 – Jesus conhecia Natanael, sua nacionalidade e caráter;
• 48 – antes que fosse chamado, por Felipe, antes que estivesse debaixo de figueira e antes de ser formado no ventre, Natanael já era conhecido por Jesus;
• 49 – Natanael creu;
• 50 – creu porque somente foi visto debaixo da figueira, então ele veria coisas maiores;
• 51 – veria anjos descendo e subindo.

PRÓXIMO ASSUNTO: SERMÃO DA MONTANHA

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

8) A tentação de Jesus - segundo os 4 Evangelistas

MATEUS 4”1-11
• 1 – Os patriarcas saíram de suas pátrias, deixaram famílias, amigos para peregrinarem por outras terras e desertos para provarem serem dignos de receberem suas respectivas bênçãos, da mesma forma, Jesus foi impelido pelo Espírito Santo para o deserto, não para a mesma finalidade, mostrar-se digno, mas então qual terá sido a diferença? Eles foram porque deram crédito ao chamado e Jesus foi levado para ser tentado pelo maligno, por isto era necessário o jejum, pois a peleja seria duríssima;

• 2 – tendo jejuado 40 dias e 40 noite teve fome. Todo este tempo Ele suportou?

• 3 – Enfim chegou o momento do encontro com o tentador. Ele já chegou dando ordens: “se Tu és”, mande que estas pedras se transformem em pão”. Ele sabia que era;

• 4 – Jesus não disse nada quando ouviu a voz do Pai, vinda do céu no seu batismo, também ficou calado quando ouviu o testemunho de João Batista, mas agora era preciso dizer algo;

• 4b – “NEM SÓ DE PÃO VIVERÁ O HOMEM”

• 5 – Então o maligno o tentador o transportou a cidade santa, mas como? E o colocou sobre o pináculo do templo. Ficou levando Jesus de um lado para o outro, como uma folha seca ao vento?

• 6 – “Se tu és”. Jesus não necessitaria dar ordens aos anjos para que o sustivesse, era somente dar ordens aos montes ou a terra para que se juntassem um ao outro;

• 7 – Jesus disse: “Não tentarás ao Senhor teu Deus”, Senhor teu Deus!;

• 8 – Outro transporte, agora para um alto monte e mostrou todos os reinos deste mundo, que temporariamente estão nas mãos dele. Não tem nenhuma preocupação e não da valor nenhum. Seria possível Jesus dizer algo semelhante: “Tomem o meu reino, que o meu Pai me deu”, jamais Ele dirá isto, tem cuidados de nós;

• 10 – Jesus resistiu as ofertas do tentador, pois não queria ter mais do que o necessário, não queria se aparecer diante dos homens, não queria glória momentânea. Se tivesse aceitado, então literalmente Ele teria pulado de um alto monte.

MARCOS 1”12-13
• 12 - Ninguém vai ao deserto por conta própria, somente impelido pelo Espírito Santo;

• 13ª – 40 dias sendo tentado pelo inimigo;

• 13b – vivendo entre feras;

• 13c – sendo servido pelos anjos (atendido em suas necessidades?)

LUCAS 4”1-13
• 1 – foi levado pelo Espírito Santo ao deserto;

• 2 – foi tentado, não comeu nada e terminado os 40 dias teve fome;

• 3 – idêntico a Mt 4”3;

• 4 – idêntico a Mt 4”4;

• 5 – idêntico a Mt 4”8;

• 6 – inimigo dá o reino a quem desejar, não faz questão nenhuma?

• 7 – idêntico a Mt 4”9;

• 8 – idêntico a MT 4”10;

• 9 – idêntico a Mt 4”15;

• 10 – idêntico a Mt 4”16a;

• 11 – idêntico a Mt 4”16b;

• 13 – terminado a sua tarefa de tentar, ele se ausentou de Jesus, por algum tempo.

JOÃO
• Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: OS PRIMEIROS DISCÍPULOS DE JESUS

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva