terça-feira, 17 de abril de 2012

Algumas teorias furadas



UMA CITAÇÃO DE UM PEQUENO HOMEM - grifo meu
"Napoleão, que cobriu de guerra a metade da Europa, escreveu em seu diário ao final de sua vida: "Com todos os meus exércitos e generais,por um quarto de século não consegui subjugar nem um único continente. E esse Jesus, sem a força das armas, vence povos e culturas por dois mil anos."

TEORIAS SOBRE A MORTE DE JESUS - grifo meu
"Entre os séculos XVIII e XIX alguns críticos defenderam a tese de que Jesus realmente não morreu na cruz e foi sepultado vivo. Desta forma esses críticos afirmaram que o sedativo que Jesus tomou quando crucificado e os aromas que as mulheres levaram ao sepulcro para ungilo, teriam contribuído para reanimá-lo e fazê-lo sair do túmulo. Tal teoria é ridícula, fantasiosa e sem fundamento algum".

"O duro e terrível desenrolar da paixão de Cristo, o golpe de lança infligido a Ele, a experiência excruciante e torturante da crucificação, na verdade, nos mostra que Jesus realmente morreu. A história nos mostra que a morte por crucificação incluía asfixia por exaustão, desidratação e falha congestiva do coração. O fato de sequer pensar que Jesus pudesse ter sobrevivido a tal agonia em uma cruz romana e depois ter se levantado do túmulo por suas próprias forças é algo improvável e fantasioso. Exige-se mais fé para crer nisto do que na ressurreição".

"Pense nos espancamentos e ferimentos que o Senhor sofreu, e pense nEle saindo da sepultura totalmente desfigurado. Será que nesta situação Jesus conseguiria convencer a seus discípulos de que Ele era o "Ressurreto Senhor da Vida". E pior, como conseguiria o Senhor nessa situação mover uma pedra de duas toneladas"?

SOBRE A EXPERIÊNCIA DOS ROMANOS PARA ATESTAREM A MORTE DE UM HOMEM NA CRUZ - grifo meu
"Os soldados romanos eram acostumados a lhe dar com pessoas crucificadas e sabiam quando uma pessoa já estava morta. Em João 19:33 está escrito: "...chegando-se, porém, a Jesus, como vissem que já estava morto, não lhe quebraram as pernas". Os soldados não tiveram dúvidas de que Jesus já estava morto. A mistura de sangue e água que derramou-se da ferida feita em seu lado é uma clara evidência de que Jesus havia morrido: "Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água". (João 19:34) Esta é uma evidência de que Jesus provavelmente sofreu um colapso cardíaco".

"O povo da época de Cristo como já vimos não eram ignorantes a tal ponto de não poderem saber que Jesus estava morto. Jerusalém era uma das principais cidades do mundo antigo, e os homens educados daquela época já liam Aristóteles por mais de três séculos. O epicurismo também era a filosofia predominante da época. Devemos levar em conta que os judeus eram também um povo bastante questionador e cético que tinham absorvido as idéias filosóficas de Roma. Desta forma, a teoria do desmaio não tem fundamento histórico e muito menos bíblico".

Extraído: “Jesus Cristo realmente existiu? Revista Cristã. Última chamada. Ed. Especial, número 2. César F. Raimundo.

Por: Ailton da Silva

bons textos para o trimestre

"Juliano o Apóstata. (Imperador Romano em 361 a 363 d.C.). Entre os antigos adversários do cristianismo, este imperador romano foi um dos mais talentosos escritores. Em seu livro contra o cristianismo, Juliano faz uma referência histórica a Cristo e lhe atribui inadvertidamente o poder de realizar milagres. Juliano assim se expressa":

"Já faz cerca de trezentos anos que Jesus vem sendo lembrado. Durante sua vida não fez nada digno de fama, a não ser que alguém considere excepcionalmente grande o fato de curar coxos, cegos e exorcizar demônios nas vilas de Betsaida e Betânia."

"Um deus nascido de uma virgem, no solstício do inverno, que ressuscita na Páscoa, no equinócio da primavera, depois de haver descido ao inferno; um deus que leva atrás de si doze apóstolos, correspondentes às doze constelações; que põe o homem sob o império da luz, não pode ser mais que um deus solar, copiado de tantos outros deuses heliosísticos em que abundavam as religiões orientais.

"No céu da esfera armilar dos magos e dos caldeus via-se um menino colocado entre os braços de uma virgem celestial, a que Eratóstenes dá como Ísis, mãe de Horus. Seu nascimento foi a 25 de dezembro. Era a virgem das constelações zodiacais. Graças aos raios solares, a virgem pôde ser mãe sem deixar de ser virgem... Via-se uma jovem 'Seclanidas de Darzana', que em árabe é 'Adrenadefa', e significa virgem pura, casta, imaculada e bela... Está assentada e dá de mamar a um filho que alguns chamam de Jesus e, nós, de Cristo". Já vimos que Jesus repete todos os mistérios dos deuses solares e redentores, pelo que Heródoto, Plutarco, Lactâncio e Firmico puderam afirmar que esse Deus redentor é o sol. De modo que Jesus é apenas mais um deus sol1a r."

Extraído: “Jesus Cristo realmente existiu? Revista Cristã. Última chamada. Ed. Especial, número 2. César F. Raimundo.

Por: Ailton da Silva

conteúdo da Bíblia



Filemom é instado a perdoar seu escravo, Onésimo, que havia fugido. Filemom deveira aceitá-lo de volta como a um irmão em Cristo.

Extraído da seção: "Ajuda ao leitor" - Bíblia Sagrada - Harpa Cristã – Baureri


Por: Ailton da Silva

domingo, 15 de abril de 2012

arrebatamento

Quando os aviões caírem, os trens e automóveis se chocarem e quando houver choro nas ruas, gritos, pavor, rede de tvs ao vivo, internet, desespero,VOCÊS QUEREM SABER ONDE ESTAREMOS: EIS A RESPOSTA:



Por: Ailton da Silva

lição 3 - pós aula

1. quem poderia chegar em Éfeso e dizer: “Vocês estão no caminho errado. Mudem de igreja, venha para as nossas. Os seus pastores estão ensinando errado. Vocês estão fora da direção de Deus”;

2. Será que na igreja de Éfeso ouvíamos algo do tipo? “Deus mandou dizer, isto é de Deus. Deus manda dizer eu digo, oh glória! Cutuca o seu irmão, diz ai para ele, cutuca”. E com isto o tempo vai passando e nada de mensagem;

3. por isto que aquelas cartas não foram enviadas somente para elas ou por acaso não estamos enfrentando os mesmos problemas;

4. A mensagem enviada para Éfeso cabe tão bem na nossa era atual! Enquanto está no elogio tudo bem, mas a partir do momento que Deus coloca o dedo na nossa ferida, sai de baixo;

5. paralelo entre a cidade e igreja: será que havia liberdade em Éfeso? Era fácil pregar entre os efésios? A educação e a filosofia greco-romana pedia pregadores e ensinadores à altura e até mais gabaritados? Em outras palavras, o ensinador e o discipulador deveria estar muito bem preparado;

6. se sentarmos com alguns membros de outras igrejas, certamente ficaremos de boca aberta, devido ao preparo, mas em outros casos (ministérios que não prezam pelo genuíno estudo, QUE TOLERAM E ACEITAM QUALQUER COISA) sairemos felizes com o nosso desempenho na Palavra;

7. pregar para uma pessoa do nosso nível cultural, é fácil, mas pregar para uma pessoa de um nível intelectual mais adiantado. Apesar que é bem raro ou ainda acontece?

8. podemos até mesmo encontrar alguns que desejam conhecer a Palavra, que nos interrogam, mas cuidado, a intenção dele é avaliar o nosso conhecimento para depois desestimular a nossa fé. E aqueles que não estão preparados viram presas fáceis. Exemplo disto foi Paulo quanto estava pregando entre os gregos no Areópago (At 17.32), mas eles não puderam nada contra o missionário;

9. pregar em Éfeso o básico, tipo 1+1=2 não servia, pois eles viriam com raiz quadrada, equações e inequações de todos os graus, logarítimo etc, por isto que a igreja foi bem preparada teologicamente pelos seus dirigentes, por aquela gama selecionadíssima de obreiros;

10. o mundo passava por Éfeso e deixava cada qual um pouco do seu lixo;

11. como foi fácil para os apóstolos pregarem entre os judeus, mesma língua, mesma esperança, mesmos pais, mesma literatura, mas quando alcançaram os confins da terra, os povos não conheciam nada da história judaica. Neste momento entrou em cena um doutor, um homem doutorado em amor aos gentios;

12. ah, se aparecessem homens em Éfeso dizendo: “eu sou apostolo, eu andei com Jesus”. A igreja o colocaria a prova facilmente (At 1.22). “Conta-nos algo sobre as multiplicações dos pães. Você também viu Ele andando sobre as águas? Você viu o paralítico descendo de elevador do telhado para ser curado? Você viu ele entrando pelo telhado e saindo pela porta da frente? Você viu Zaqueu, é verdade que ele ficou “30 dias” na figueira esperando para ver Jesus? É verdade que ninguém reparou nele? Você esteve no batismo, morte, ressurreição e ascensão?

13. no dia da escolha do substituto de Judas será que os candidatos fizeram fila? Depois que Pedro apresentou os requisitos (At 1.22), diminuiu o número. E se ele tivesse falado que um apóstolo deveria sofrer pelo Evangelho, por amor à causa e que não era somente para viajar pelos confins da terra, então ficaram somente 2;

14. nas reuniões da igreja primitiva quando era dada oportunidade para alguns dos apóstolos testemunharem, todos paravam e ficavam ouvindo, meu Deus que testemunhos foram estes? Valia a pena sentar e ouvir;

15. quando Paulo apresentou o batismo com o Espírito Santo ele logo incentivou a igreja a buscar, na certeza que receberiam;

16. conversão com confissão publica (At 19.18), é uma chamada forte, que demonstração do poder de Deus? Quantos de nós, por este Brasil afora fizeram isto. “Não importam o que pensam, digam, a partir de agora, SOU CRENTE”;

17. o comercio idólatra foi abalado pela pregação do Evangelho, a cidade ficou alvoroçada, agora deveriam ter coragem para continuar na cidade pregando:

18. a igreja de Éfeso poderia ser conhecida como a igreja dos dedinhos, das plaquinhas (quando uma pessoa era condenada deveria carregar uma placa para que todos conhecessem o seu erro). Hoje temos muitos que carregam out-doors e não plaquinhas, outros são verdadeiros celeiros, depósitos, carregamentos e não pequeninos pés de joio, mas não podemos fazer nada, não podemos tirar, pois mesmo que aparentam, nós não sabemos o que fizeram na madrugada anterior? Não sabemos se houve arrependimento, clamor? Por isto é que não podemos mexer;

19. que geração de obreiros foi esta que ensinou a igreja de Éfeso;

sábado, 14 de abril de 2012

As tribos não podem brigar entre si! O inimigo é outro.

As sete igrejas tinham os mesmos objetivos, pois receberam os mesmos ensinamentos por parte dos apóstolos e missionários enviados. Consequentemente também enfrentaram semelhantes problemas, tais como as heresias que tentavam desacreditá-los da encarnação, humilhação, morte, ressurreição e ascensão, além de perturbarem a mente dos primeiros cristãos quanto as naturezas humana e divina de Jesus. O perigo rondavam as igrejas.

Diante de tantos problemas, perigo e perseguições é necessário dizermos que não havia espaço ou cabimento à estas igrejas da Ásia menor, brigarem entre si para ostentarem seus tesouros, se é que possuíam algo, haja vista a perseguição não permitir construções e mesmo que tivessem, certamente foram confiscado pelo Estado romano.

Naquelas igrejas não víamos placas e honras ao méritos destinados a um ou a outro apóstolo ou missionário enviado. Os cristãos sabiam que havia começado aquela boa obra. Sabiam que não era fruto ou resultado do esforço humano.

Mas qual delas agradava mais a Deus? Qual estava na brecha? Ou qual estava totalmente fora da direção? Em que isto aumentava ou diminua?

Receberam o aviso, o conselho, a promessa e se prontificaram a darem continuidade na obra ou ostentaram suas riquezas? Seus tesouros? Seus fundadores? Seus números? Balancetes mensais, trimestrais e balanços anuais, todos no azul?

Se tivessem agido desta forma, após o recebimento da mensagem, certamente não demoraria e estariam brigando entre si para se auto-rotularem, as melhores, as dignas, as que realmente conduziam o povo a salvação.

Uma ou outra diria: "Somente vai para o céu os de Filadélfia. Os de Sardes e Laodicéia já estão queimando no inferno. Os de Esmirna, coitados, o povo sofrido, mas não aprendem, porque não mudam para Filadélfia"?

"Os de Éfeso, pensam que sabem tudo. Os de Pérgamo se consideram os mais fortes e invencíveis. Estão no topo geográfico das igrejas. Os de Tiatira aceitam tudo o que oferecem para eles. Não averiguam se é de Deus ou não, o importante para eles é o barulho".

Cada igreja entendeu a mensagem, não brigaram entre si, não ostentavam seus números, de membros ou templos, patrimônio, aquisições, seus lideres ou pretensos fundadores. Na verdade não se importavam com isto, bem porque a perseguição era o combustível que os faziam trabalhar dia e noite em prol da urgência do crescimento do reino de Deus. Bem diferente dos hodiernos dias."Qualquer semelhança é mera coincidência"

Conclusão: As tribos estão brigando entre si, perdendo tempo com qualquer povo que encontram durante sua caminhada no deserto e com isto vão retardando sua principal batalha, os cananeus.

A abertura do mar não significa que já tenhamos alcançado o prêmio da soberana vocação, ainda não começamos o bom combate e não acabamos a carreira (II Tm 4.7), apenas iniciamos”. (grifo meu)

Por: Ailton da Silva

lição 2 - pós aula


Nossa lição 2 foi ontem. O tempo foi muito reduzido, mas deu para entendermos o básico: Encarnação, humilhação e glorificação:

1. A mensagem de João, enquanto estava livre foi tão simples: “Jesus cura, liberta, batiza com Espírito Santo e leva para o céu”. Mas a mensagem que recebeu dentro da prisão não teve precedentes. Se o império romano pudesse prever que o estrago seria maior, teria deixado ele livre em Éfeso;

2. Jesus encarnou, foi humilhado, ressuscitou e recebeu a glorificação. Respeitou esta ordem e não pulou etapas. Lição para nós, mortais;

3. O apocalipse não é um livro histórico, é revelação. Nele não encontramos pré e pós revelação, assim como encontramos o pré e pós entrada na terra prometida no livro de Juízes e anteriores, ou o pré e pós monarquia visto em Samuel e posteriores e o pré e pós igreja registrado em Atos, anteriores e posteriores;

4. No capítulo primeiro João recebeu a revelação e ponto final. Não teve uma preparação. Veja, entenda e escreva. Ele não poderia dizer: “Senhor, eu não entendi, dá para repetir”;

5. Foi mais ou menos assim: João eu sou o Primeiro e o Último e tchau. Bem diferente do ministério terreno de Jesus, que por varias vezes ensinou, pregou incansavelmente para a multidão;

6. No capítulo segundo e terceiro as igrejas receberam as mensagens e colocaram em prática ou não, mas não tiveram motivos para dizerem: “Nós não entendemos, dá para o Senhor repetir”;

7. Oração de João antes da revelação: “Jesus se revele a mim em glória, me mostre o pecado e virtudes das igrejas, me esclareça sobre o juízo aos gentios e judeus e a glorificação de sua igreja, me revele o final dos tempos, a plenitude do reino, a sua glória. Que quero saber tudo, não me esconda nada”;

8. João não orou desta forma, sequer imaginava um plano perfeitamente elaborado. Não esperava que no fim de seus dias pudesse ser agraciado com tamanha revelação, de ALGO QUE NÃO ESTAVA BUSCANDO, MAS QUE RECEBEU;

9. Com esta grandeza de testemunho e de posse desta revelação, se fosse hoje, certamente João não perderia ponto para nenhum alucinado do século XIX ou XX, ou superaria facilmente estes donos de ministérios atuais. Eles perderiam muitos membros para a “IGREJA EVANGÉLICA (OU NÃO) DO APÓSTOLO JOÃO”. “IGREJA APOSTÓLICA DAS REVELAÇÕES”;

10. Sejamos espertos, ouçamos o que Deus tem para nós e entendamos;

11. Imagino aquelas igrejas recebendo as mensagens e dizendo: “Isto veio para nós, mas não é exclusividade nossa”. O que deve ter saido de mensageiros, corajosos, destemidos, os que deixavam arder os corações pelo crescimento do reino. Creio que muitos se dirigiram a outras igrejas para avisarem: “Suportem as tribulações, perseguições, Jesus se apresentou em glória”;

12. Geograficamente o entregador não teve problemas para entregar as mensagem. Ele seguiu a rota estabelecida em Ap 1.11;

13. Qual Cristo recebemos como Salvador de nossas vidas? O de Isaias 53 ou o revelado para João? Aceitamos como Salvador de nossas vidas estas duas manifestações de Jesus? Sofrido, humilhado e glorificado;

14. Um adendo meu: Li algo de manhã sobre Maria e me veio um pensamento: Ela deu a luz sem deixar de ser virgem. Que prato cheio, mas depois ela perdeu este titulo ou o Espírito Santo atuou mais “n” vezes (Mt 13.55);

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Éfeso, a igreja do amor esquecido. Plano de aula.



ÉFESO – O PROBLEMA FOI A REAÇÃO
MARAVILHA OU LIXO DO MUNDO ANTIGO?
LEMBRAR: O PECADO? OU QUANDO CAÍRAM?
DEUS COLOCOU O DEDO NA FERIDA DE ÉFESO
ÓTIMOS OBREIROS – SINAL DE IGREJA SADIA?
O TURISMO IDÓLATRA EM ÉFESO FOI AMEAÇADO
PERDERAM OU ESQUECERAM O PRIMEIRO AMOR?
O PROBLEMA DA IGREJA SERIA A REAÇÃO E NÃO A AÇÃO

PROPOSTA DA LIÇÃO:
• Éfeso, uma igreja ortodoxa, apologética;
• Igreja sólida, avivada, florescida, mas faltava algo;
• Igreja pastoreada por notáveis homens de Deus;
• Mas havia um problema: esqueceram o primeiro amor;
• Igreja rica em obras e pobre em amor;
• Como é difícil defini-lo, mas é fácil senti-lo;
• Como é possível esquecermos o primeiro amor?
• O esquecimento não é um incidente teologico. É queda espiritual;
• Lembre-se onde caiu, volte as primeiras obras e ame a 2ª vinda;
• Desejo ardente pela volta de Jesus.

INTRODUÇÃO
a) A cidade:
• Cidade greco-romana, considerada como uma das três maiores e mais importantes do Império Romano, as outras eram Antioquia (Síria) e Alexandria (Egito). Juntamente com Mileto, foi considerada o berço da filosofia;
• Capital da Província da Ásia. Cosmopolita e idolátra;
• Principal porto da Ásia. Possuía uma grande biblioteca e teatro para 25.000 pessoas;
• Centro do comércio marítimo e terrestre;
• Visitada por Paulo em duas de suas viagens (At 18.19-20; 19.1);
• Local do Templo de Artemis (deusa grega) ou de Diana (deusa romana), uma das 7 maravilhas do mundo antigo;
• Forte indústria e comércio idólatra (At 19.21.41).

b) Igreja:
• Em sua 3ª viagem, Paulo apresentou à igreja o Batismo com Espírito Santo (At 19.2);
• Ao final da 3ª viagem, Paulo mandou chamar os anciãos de Éfeso em Mileto;
• Igreja pastoreada por Paulo (At 20.31) e por Timóteo (I Tm 1.3);
• Igreja ortodoxamente correta. Não era problemática como a igreja de Corinto, que enfrentava divisões (I Co 1.12; 3.3-4), problemas doutrinários, com respeito ao casamento (I Co 7.1-9), a liberdade cristã (I Co 10.28), ressurreição dos mortos (I Co 15.1-8);
• Esqueceram o primeiro amor. Paulo havia ensinado (Ef 2.18);
• A igreja recebeu 2 cartas, de Paulo (64 d.C.) e Jesus (96 d.C.);
• Qualidades: trabalho, paciência, sofrimento e vigor (não se cansaste);
• Lutava contra os falsos ensinos, contra os nicolaítas e contra os que se apóstolos (apologética);
• O seu castiçal foi tirado do lugar. Declínio, ruínas.

Era muito difícil encontrar Igreja como a de Éfeso, obreira, dinâmica e ortodoxa. Apologética, por execelência, capaz de confrontar os que se diziam apóstolos (Ap 2.2). Se destacava também pelo testemunho, esforço em prol do crescimento do reino de Deus. Tanto assim, que se tornou referência para as demais igrejas, mas havia um problema gravíssimo que deveria ser resolvido, caso contrário, sofreriam as conseqüências, pois os acertos não encombrem os erros (Hb 4.13).

Aquela igreja começou bem a sua jornada, mas no decorrer do caminho abandou o primeiro amor, esqueceu o que havia aprendido do pastor dos gentios (Ef 2.18). Extremamente zelosa pela ortodoxia, poderosa nas Escrituras, mas completamente alheia a verdadeira ortopraxia. Se não colocasse em prática a carta recebida, certamente seu fim seria a decadência total.

I. ÉFESO, UMA IGREJA SINGULAR
1. PAULO EM ÉFESO.
Éfeso, a mais notável metrópole da Ásia Menor, foi alcançada pelo Evangelho, durante a segunda viagem missionária de Paulo, (At 18.19), mas foi na terceira passagem, após 3 anos de árduo trabalho (At 20.3), que a igreja experimentou o verdadeiro avivamento. Timóteo deu continuidade ao trabalho (I Tm. 1.3), que passou a ser dirigido por João, o evangelista, antes de seu exílio na ilha de Patmos.

Manter a fé em Éfeso não era muito fácil, pois pelo fato de não adorarem ao imperador e muito menos a Diana, a grande dos efésios (At 19.28), muitos foram perseguidos. Foi neste cenário que Paulo se encontrou ensinando e pregando aos judeus e gentios. Não demorou para que os sinais do crescimento do reino se manifestassem naquela cidade, com o derramamento do Espírito Santo (At 19.1-7), que saiu dos arredores de Jerusalém e Samaria para alcançar os confins da Terra, com curas (At 19.11-12), genuínas conversões acompanhadas da confissão publica e do abandono das velhas práticas (At 19.18), que em muitos casos estavam relacionados com o ocultismo (At 19.19).

A permanência de Paulo em Éfeso foi impedida pela perseguição, pois quase derrubou o maior orgulho dos efésios, o Templo de Diana, uma das sete maravilhas do mundo antigo. As conversões abalaram sobremaneira o comércio idólatra na cidade (At 19.21-40; I Co 15.32). Os moradores agiram rapidamente, na tentativa de condenar o pregador e salvarem o turismo e seus negócios.

2. A SOLIDEZ DOUTRINÁRIA DE ÉFESO.
Não foi por acaso que a igreja de Éfeso apresentava-se enraizada teologicamente, pois por um período de 3 anos teve como pastor um dos maiores ensinadores do Cristianismo (At 20.31), tornando-se uma apologética por excelência, com capacidade para afrontar aqueles que se diziam apóstolos, sem serem (Ap 2.2). Talvez este tenha sido o motivo que a igreja de Antioquia foi tão atuante na obra missionária, haja vista o trabalho de um ano inteiro de Barnabé e Saulo no discipulado daquele povo (At 11.26).

Este preparo teológico tornou a igreja capaz de combater as heresias (Ap 2.2), o pecado moral (Ap 2.6) e os falsos ensinamentos apresentados pelos nicolaítas, que seria uma espécie de nova versão do cristianismo, sem exigências, proibições, um liberalismo sem precedente. O resultado disto seria, sem dúvida, o caos na igreja, caso ela não lutasse contra tudo isto.

3. UMA IGREJA DE MINISTROS EXCELENTES.
Paulo, Timóteo, Tíquico, Apolo, Áquia, Priscila e, segundo alguns, João trabalharam naquela igreja, homens e mulheres de comprovada excelência (At.18.18,19,24; I Tm.1.3; II Tm.4.19), tal qual aconteceu com a igreja de Jerusalém, que teve a presença constante dos apóstolos, na pregação (At 2.14-36), nas operações de milagres e maravilhas (At 3.1-8), no testemunho (At 4.19) e ensino e discipulado (At 6.1a; 7), nem mesmo a perseguição local foi capaz de dispersar e tirar os tais da igreja primeira (At 8.1).

Apesar desta gama de obreiros, inquestionáveis, a igreja apresentou um problema, que deveria ser corrigido, urgentemente. Eram fiéis e conheciam a Palavra, mas o amor já havia esfriado.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

MELHOR DIA PARA CRIAR O HOMEM!


O plano de Deus já previa a criação do homem somente no sexto dia, pois sabia que ele não sobreviveria às condições originais apresentadas pela Terra.

Dentro dos seis primeiros dias seria necessário o estabelecimento das condições mínimas de sobrevivência para que então a coroa da glória da criação não encontrasse dificuldades.

O planejamento foi necessário, pois não haveria uma segunda chance ou opção para reforma. A grande certeza é que Deus não queria deixar brechas para contestação ou o direito para que algum homem pudesse tomar para si a glória por todo o trabalho realizado. Não havia obstáculo para que a singela e bonita criação não se adaptasse à sua nova morada.

O homem não poderia ter sido criado no primeiro dia, pois a Terra estava sem forma, vazia e em trevas. Certamente ele ficaria em uma completa escuridão, perdido, sem rumo, isto contraria um dos princípios básicos da salvação.

É inadmissível imaginarmos Deus dando vida a sua criação e a colocando nas trevas para ficar esperando pelos seus tropeços e erros, pois o seu maior desejo é que o homem ande na luz assim como Ele está.

Que decepção seria para o homem quando abrisse os seus olhos e se deparasse com as trevas? Era aquilo que Deus havia preparado para ele? O que dizer então do tempo que ficaria esperando para que a terra atingisse o estágio final, após todo o processo de criação? Certamente reclamaria do período de espera entre a primeira declaração Divina para que houvesse luz e a última, lá no sexto dia. Seriam horas, anos, séculos, ou eras de espera. Se lhe fosse permitido diria a Deus: “Se possível, afasta de mim este cálice”!

Se tivesse criado o homem no segundo dia, este encontraria dificuldades para sua adaptação, pois não existiria nenhum tipo de proteção contra os elementos ardentes dos céus, ainda que Deus não tivesse criado o sol, mas a falta da proteção seria sentida a partir do momento em que fosse atacado pelo inimigo, que não se cansaria até vê-lo caído. Certamente ele reclamaria para si uma proteção, um campo de força para protegê-lo. Quem sabe não diria: “Pai, eu sou teu servo, não mereço isto”.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

JERUSALEM - OLD CITY - 2010 WALKING TOUR - 1080P HD

um passeio por esta maravilhosa cidade!



Por: Ailton da Silva

Gincana bíblica - mais uma pergunta


Esta é muito fácil!

Jogadas fomos com Sadraque, Mesaque e Abednego na fornalha de fogo ardente e fomos todas queimadas, menos eles. Quem somos nós?

RESP: _________________________________________

Por: Ailton da Silva

19) A cura do leproso - os 4 evangelistas

MATEUS 8.1-4
• 1 – Jesus desceu do monte seguido por uma grande multidão, como era costumeiro;
• 2 – Um leproso veio ao seu encontro, adorando-o, mas depois lançou um desafio: “Se quiserdes, torne-me limpo”;
• 3 – Como Jesus não perdia oportunidade e não deixava brechas para a operação do inimigo respondeu: “Eu quero”. E logo aquele homem foi limpo;
• 4 – Jesus pediu para que o leproso não dissesse nada a ninguém, mas que fosse imediatamente se apresentar ao sacerdote para oferecer a oferta pela cura. A obrigação de dizer algo ou anunciar a cura era do sacerdote e não do ex-leproso, através do sacrifício público. Qualquer judeu entenderia aquela linguagem, pelo menos os que conhecessem a lei. Fique de boca fechada!

MARCOS 1.40-45
• 40 – Um leproso se aproximou de Jesus, provavelmente muitos da multidão se afastaram dele, ou tentaram impedi-lo. Rogou de joelhos: “Se queres, bem podes limpar-me”;
• 41 – Jesus movido de intima compaixão (tomou as dores do leproso bem lá no seu intimo, na alma, somente Ele pode chegar nesta região e entender este sentimento). Estendeu as mãos e tocou o pobre homem, que foi limpo imediatamente;
• 42 – a lepra sumiu após a resposta de Jesus: “Quero”;
• 43 – o ex-leproso foi advertido severamente: “não diga nada a ninguém”. Tinha que anunciar ao sacerdote que imediatamente, proclamaria a todos, através da oferta;
• 44 – idem Mt 8.4;
• 45 – mas aquele homem não conseguiu ficar de boca fechada, contou a muitos e Jesus não pode continuar naquela cidade, por isto se dirigiu a um lugar deserto. O testemunho público, antes da hora, e sem estar autorizado, atrapalhou momentaneamente o ministério público de Jesus naquela cidade.

LUCAS 5.12-16
• 12 – quando Jesus estava naquela cidade, um homem cheio de lepra, prostrou-se sobre o rosto e rogou (Marcos disse que foi de joelhos, Mateus afirmou que primeiramente adorou Jesus). Se fosse da vontade do Mestre ele poderia ser limpo e se não fosse, iria embora sem murmurar? E a multidão certamente apoiaria Jesus, pois ele não poderia estar ali no meio deles;
• 13 – idem Mc 1.41;
• 14 – Idem Mt 8.4; Mc 1.44;
• 15 – A fama de Jesus se propagou e ajuntou uma multidão para ouvirem e serem curados. Então o ex-leproso, que não poderia contar nada a ninguém, contou a muitos;
• 16 – então Jesus se retirou e foi para o deserto, orar.

JOÃO
• Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: A cura de um paralítico (introduzido pelo telhado)

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003

Por: Ailton da Silva

terça-feira, 10 de abril de 2012

conteúdo da Bíblia



Tito era ministro em Creta. Nesta carta, o apóstolo Paulo o orienta sobre como ajudar os novos cristãos.

Extraído da seção: "Ajuda ao leitor" - Bíblia Sagrada - Harpa Cristã – Baureri


Por: Ailton da Silva

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Da série: As sete igrejas


Por: Ailton da Silva

Quero ser como criança (Abraça-me) - Heloisa Rosa



Por: Ailton da Silva

Israel no plano da Salvação

Este foi o tema da EBO 2012, em Prudente. No sábado, de manhã e à tarde esteve ensinando o Pastor Alberto Resende de Várzea Paulista. Segue trecho da mensagem. Ele citou muitos testemunhos que encontramos no livro: Israel, Gogue e o Anticristo, de Abraão de Almeida:

  • As mãos recebem, a boca introduz, a garganta direciona e o estômago processa.
  • Como deve ter sido dolorido para Israel saber que o silêncio de Deus havia sido havia em virtude de seus próprios erros. É muito cruel para o homem este silêncio.
  • A vinda de Jesus foi a última oportunidade para Israel, mas eles não entenderam. Foi também a última prova, caso passassem seriam promovidos.
  • Deus x Noé – relação de obediência
  • Deus x Abraão – relação de confiança, fé.
  • A primeira coisa que Jesus busca na sua criação é o fruto, vide figueira seca.
  • Promessas eternas – sabemos quando foram prometidas, quando se cumprirão, algumas, mas não sabemos quando será o fim.
  • Teologia da substituição: a igreja se iniciou entre os israelitas.
  • Israel e igreja – natureza única do projeto de Deus
  • Se Israel tivesse sido deixado de lado, por Deus, eles teriam sumido, um povo sem atenção e o cuidado de Deus, não duraria muito tempo.
  • Linhagens deletadas do mundo: filisteus, edomitas, amalequitas, cananeus, amonitas, moabitas. Restou somente Israel, mesmo que eles tenham trocado o Deus verdadeiro por deuses estranhos.
  • Porque pregar para os ninivitas, se eles não dariam crédito? Pelo menos saberiam que Deus havia dado a eles a oportunidade.
  • Porque Deus não destruiu Israel? Deus precisava do tronco, mesmo sem galhos, folhas e frutos.
  • Oliveira verdadeira – judeus messiânicos.
  • Oliveira brava – sem valor, enxertado no tronco. Os brotos saem e não produzem frutos dignos de arrependimento e não mais os amargos.
  • Areia do mar – descendência terrestre, filhos de Abraão.
  • Estrelas do céu – descendo espiritual, por isto ele não conseguiu contar. Representava a igreja.
  • Não importa onde um judeu nasça, ele sempre continuará sendo judeu (o tronco).
  • O império romano (com suas investidas e depois Hitler não foram capazes de exterminarem os judeus).
  • Movimento sionista – Israel voltou, ouviu o chamado, mas a terra estava ocupada.
  • Guerra dos 6 dias: para cada soldado e tanque judeu havia 50 do lado inimigo. Em muitas locais de batalhas, quando Israel chegava encontrava somente armas e equipamento. Os soldados inimigos fugiram diante da presença de Deus.
  • Osvaldo Aranha: Deus tem bênçãos para a nação deste homem.
  • Aprendamos a respeitar aquele que está sob a proteção de Deus, Israel. Se não fosse a rejeição deles não teríamos a nossa chance.
  • No Armagedon, Jesus dirá: “Não toque neles, Eu prometi a Abraão que os protegeria”.
  • “A excelência do vaso está no interior e não no exterior”.

Por: Ailton da Silva

domingo, 8 de abril de 2012

proposta da lição 3 - 2 trimestre 2012

Por: Ailton da Silva

Izaley Nascimento - A Deus seja a Gloria

A Deus seja a glória, por tudo que fez?



Por: Ailton da Silva

Lição 2 transferida para sexta-feira

Nossa aula de hoje foi transferida para sexta-feira, em virtude da 60 Escola Bíblica de Obreiros em Pres. Prudente.

O encerramento da EBO se deu hoje, pela manhã, com a santa ceia em jejum. Logo mais estarei postando algumas partes da mensagem de ontem à tarde, entregue pelo pastor presidente da igreja Ad em Várzea Grange - SP.

Por: Ailton da Silva

sábado, 7 de abril de 2012

Um pouco sobre o docetismo - Texto extraído da BAP


A maioria das testemunhas oculares do ministério de Jesus havia morrido, quando João escreveu esta carta. Algumas pessoas da segunda e terceira gerações de cristãos começaram a ter dúvidas sobre o que haviam aprendido a respeito de Jesus. Alguns cristãos com raízes gregas, tiveram dificuldade de crer que Jesus era humano e também divino, porque no pensamento platônico, o espírito era o mais importante. O corpo era apenas uma prisão da qual se desejava fugir. As heresias se desenvolveram a partir da união deste tipo de pensamento platônico e o cristianismo.

Um falso ensinamento, particularmente difundido, mais tarde chamado de docetismo (da palavra grega doceo, que significa “parecer”), sustentava que Jesus era realmente um espírito que somente “parecia” ter um corpo físico. Defendiam que Ele não tinha nenhuma sombra e não deixava nenhuma pegada, que era Deus, mas não homem. Outro ensino herético, relacionado ao gnosticismo (uma palavra grega que significa “conhecimento”), sustentava que tudo o que fosse relacionado à matéria física era perverso; o espírito era bom, e somente os intelectualmente iluminados poderiam apreciar os benefícios da religião. Ambos os grupos consideravam difícil crer em um Salvador que fosse completa e perfeitamente humano e divino ao mesmo tempo.

João responde a esses falsos ensinadores como uma testemunha ocular da vida de Jesus na Terra. Ele viu a Jesus, falou com Ele, e o tocou – ele sabia que Jesus era mais que um mero espírito. Na primeira fase de sua carta , João estabelece que Jesus estava vivo antes do inicio do mundo e também que Ele viveu como um homem em meio aos homens e mulheres. Em outras palavras, Ele era tanto divino como humano. Noutras palavras: Jesus era homem perfeito e perfeito Deus.

Ao longo dos séculos, muitos hereges negaram que Jesus fosse simultaneamente Deus e homem. Nos tempo de João, as pessoas tinham dificuldade de acreditar que Ele era humano; hoje as pessoas tem mais problemas para enxergá-lo como Deus. Mas a natureza divina/humana de Jesus é uma questão essencial ao cristianismo. Antes de aceitar o que os ensinadores religiosos dizem sobre qualquer tópico, ouça cuidadosamente qual é a sua crença a respeito de Jesus. Negar sua divindade ou sua humanidade é considerá-lomenos do que ele realmente é: Cristo, o Salvador.

Texto extraído da BAP (Bíblia de aplicação pessoal) página 1787. referência a I João cap 4

Por: Ailton da Silva

Ascensão de Jesus - sem pular etapas

É difícil entendermos que a ascensão é o ultimo estagio do processo de vitória e não o primeiro como muitos imaginam, pregam ou esperam, vejamos:

Jesus foi assumpto aos céus (At 1.9). O mistério da ascensão:
• Mas antes disto houve necessidade de que ressuscitasse dentre os mortos e provasse aos seus discípulos, por um período de 40 dias (At 1.3) de que estava vivo e que possuía todo o poder nos céus e na terra. Ele saiu do lugar onde não poderia ficar muito tempo, o túmulo (At 2.24).

Jesus ressuscitou (Lc 24.34). O mistério da ressurreição:
• Mas antes disto houve necessidade de que demonstrasse todo o seu amor pela humanidade, mesmo se esvaziando de sua glória, mantendo suas duas naturezas bem distintas, fazendo uso, ora de uma, ora de outra, mas nunca para se auto promover, somente para mostrar que era verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Como um cordeiro se encaminhou para o sacrifício, sem manifestar má vontade ou demonstrar medo ou arrependimento pela sua ação.

Jesus morreu (Mt 27.50), se fez vergonha por amor (Fp 2.6-8). O mistério de sua morte:
• Mas antes houve necessidade de que manifestasse ao mundo através da encarnação (Is 7.14; Lc 1.27). Se fez homem, carne, habitou entre os homens pecadores, mas não se deixou contaminar.

Jesus habitou entre os homens (Jo 1.14b). Mistério da “convivência”:
• Mas antes houve necessidade de que Jesus nascesse na dimensão material, carnal, por obra do Espírito Santo (nasceu de novo? Da água e do espírito?).

Jesus nasceu, se fez carne (Jo 1.14a). Mistério da piedade (I Tm 3.16):
• Mas antes houve necessidade de que Jesus demonstrasse todo o seu amor pela humanidade, para então aceitar fazer parte do plano do Pai para a redenção do homem. Esvaziou-se de sua glória, não da divindade e assumiu a natureza humana juntamente com a divina para exercê-la durante seu ministério terreno.

Portanto o processo de glorificação de Jesus teve uma seqüência, que humanamente não é aceita, pois é inversa. Para ser glorificado, após a ascensão, Jesus percorreu um trajeto, que homem nenhum teria condições ou tem hoje. Ele respeitou o estabelecido no seu plano de trabalho, não pulou etapas, poderia? Muitos homens certamente pulariam a etapa da cruz para irem diretamente ao da ascensão.

Nascer é bom, gostoso, bonito, traz alegria, que o diga os parentes de Zacarias e Isabel e seus vizinhos, pois todos se alegraram com o nascimento de João Batista (Lc 1.58), mas quando aquele menino cresceu e começou a abrir a boca e falar a verdade, “raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira”, “produzi frutos dignos de arrependimentos”, “o machado já está posto a raiz”, “vocês presumem em vós mesmos serem filhos de Abraão” (Mt 3.1-10), a alegria se transformou em ira.

Para se atingir o ápice da vitória, como muitos desejam, buscam e esperam, se torna necessário:
• primeiramente, nascer de novo, da água e do espírito (Jo 3.3);
• viver uma vida plena de santidade, separação, mesmo que esteja diante da corrupção, pecado etc;
• aceitar o plano de Deus, aquilo que nos foi proposto, pois tudo contribui para o nosso bem (Rm 8.28). Devemos aceitar as intempéries, as adversidades, etc;
• morrer, como o grão de trigo jogado ao solo (Jo 12.24), ignorar as ofertas mundanas e caminhar como uma ovelha muda diante de seus tosquiadores;
• encarar a cruz como um caminho para a nossa glorificação, pois diante dela contemplaremos a nossa vitória, o nosso resgate, a nossa salvação;
• olharmos para o céu, como os galileus olhavam (At 1.11), e desejarmos, como eles, o retorno imediato Daquele que subiu em glória, sendo ocultado pela nuvem;
• somente assim seremos ressuscitados, naquele dia, (I Ts 4.13-18) em um novo corpo de glória, incorruptível, momento em que seremos elevados aos céu para encontrarmos o Senhor nos ares;

Não adianta querer pular etapas, o processo é constituído por esta seqüência lógica. Jesus não pulou nenhuma.

Por: Ailton da Silva

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A visão do Cristo glorificado. Plano de Aula


NATUREZA HUMANA DIVINIZADA?
NATUREZA DIVINA HUMANIZADA?
ASCENSÃO – COROAÇÃO DE JESUS
VERBO ENCARNADO – VERBO GLORIFICADO
UMA NATUREZA? DUAS? TRÊS? OU NENHUMA?
JESUS RESSUSCITOU COMO HOMEM OU COMO DEUS?
ASCENSÃO – TÉRMINO DA PRESENÇA FÍSICA DE JESUS?

PROPOSTA DA LIÇÃO:
• A morte de Jesus trouxe morte à morte;
• Cristo encarnado, humilhado na cruz, se apresentou em glória;
• Cristo encarnado, esvaziou-se de sua Glória e não de sua Divindade;
• Objetivos da encarnação: consumar, manifestar e revelar;
• Cristo humilhado e morte: escândalo para uns e natural para outros;
• Cristo Glorificado: Ressurreição, ascensão e segunda vinda;
• Ressurreição, fato histórico e não mitológico;
• Ascensão: corpo de Glória mas com as marcas do Calvário;
• Segunda vinda: em Glória tanto quanto a ascensão.

INTRODUÇÃO
João, um dos maiores inimigos do império do mal, tanto que na tentativa de calar sua voz, jogaram-no em Patmos, imaginando o fim dos problemas, mas que ilusão, pois as portas da verdadeira revelação foram abertas para aquele pobre e rico homem. Ele recebeu todas aquelas informações e fielmente as escreveu como lhe foi ordenado, bem diferentes de muitos, principalmente no século passado, que buscaram algo, não receberam nada, escreveram aleatoriamente sem serem ordenados por Deus. Quantas placas, ministérios e heresias surgiram? João, de posse daquele valiosíssimo material levantou quantas placas? Pelo menos seu testemunho seria capaz de arrebatar multidões na Ásia, Oriente e confins da Terra. Deus tinha outros planos para aquela revelação e o patriarca da igreja primitiva entendeu.

Jesus se apresentou a João e o surpreendeu, pois assim como muitos, ele também tinha somente a lembrança da cruz e da ascensão. Para entendermos o mistério da glorificação torna-se necessário primeiramente compreendermos a encarnação do Filho de Deus.

a) O contraste das visões.
Isaías:
• Raiz de uma terra seca, sem formosura e beleza;
• Os homens escondiam seus rostos;
• Não havia beleza para que o desejássemos;
• Desprezado, rejeitado, homem de dores e experimentado nos sofrimentos;
• Tomou sobre si nossas enfermidades, dores e aflições. O ferido de Deus, oprimido;
• Não fizemos caso dele;
• Moído pelas nossas transgressões, foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca;
• Como um cordeiro mudo foi levado ao matadouro;
• Ele não abriu a sua boca, assim como a ovelha perante seus tosquiadores;
• Foi cortado da terra dos viventes (mas não da glória);

João:
• Vestes longas e peito cingido com cinto de ouro (justiça e fidelidade);
• Cabelos alvos, o Ancião de Dias, eterno (Dn 7.9), sábio e puro em suas sentenças. Não estavam manchados pelo sangue da cruz;;
• Olhos como chama de fogo (1.14), conhecimento, discernimento infalível. Não estavam inchados como na cruz;
• Pés semelhantes ao latão ou bronze reluzente (1.15), como que refinados em uma fornalha, representando a sua retidão no cumprimento de sua função judicial, o justo juiz. Não estavam marcados pelo prego ou manchado pelo sangue;
• Voz como de muitas águas, limpa, nítida, suave, afinada como uma trombeta. Não era uma voz rouca, como na cruz quando estava sedento;
• Em sua mão direita tinha sete estrelas (poder, controle e honra), Mãos fortes, que todo este tempo seguraram a igreja e não mais aquelas furadas e manchadas pelo sangue;
• De sua boca saia uma espada afiada de dois gumes (1.16), sua própria Palavra (Hb 4.12);
• Seu rosto brilhava como o sol no auge de sua força (1.16). Seu rosto não estava desfigurado como na cruz.

b) Resposta de João diante do Cristo glorificado:
• Caiu como morto aos seus pés (será que lembrou dos áureos tempos do ministério terreno, quando andou ao lado, as palavras que ouviu, os milagres e maravilhas que contemplou. Agora O via em glória.

c) Resposta do Cristo glorificado ao quase morto João:
• “Não temas”. Eu sou o primeiro e o último, ou seja, antes não houve ninguém e nunca haverá outro, pois somente é possível inserirmos um intervalo de tempo entre o primeiro e o “n”, mas quando o Primeiro também é o Último, então se torna impossível qualquer afirmação contrária.

Que cenário ideal para alimentar a fé e a esperança da igreja por dias melhores, pois até aquele momento o que ela conhecia era somente a perseguição e sofrimento. A visão do Cristo ressurreto fortalecia aos oprimidos e perseguidos e os incitava a continuar de fé em fé em busca da vitória sobre o mal, que estavam completamente nas mãos de Jesus.

A morte reinou desde a saída do homem do paraíso até a cruz, pois naquele dia, ela também conheceu a morte, fim de seu reinado.

I. O CRISTO ENCARNADO
1. A ENCARNAÇÃO
Pela encarnação (o revestimento de carne, ato pelo qual Deus se fez homem, sem deixar de ser Deus, sem perder sua essência. Não foi criada uma quarta pessoa, apenas ocorreu a união das naturezas divina e humana em um corpo e alma), a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade foi concebida, virginalmente, no ventre de Maria (Is 7.14; Lc 1.27), por obra do Espírito Santo, pela qual o filho de Deus veio habitar entre os homens (Jo 1.14), por isto afirmarmos ser Jesus Cristo Verdadeiro homem e Verdadeiro Deus. Desta forma a graça (I Jo 4.9) e amor do Pai (Jo 3.16) foram manifestos ao homem.

Na encarnação, Jesus não esvaziou-se de sua divindade, mas somente da glória que usufruía ao lado do Pai (Fp 2.5-11). Ele foi capaz de manter as suas duas naturezas em harmonia, tanto a humana quanto a divina.

A encarnação não divinizou sua natureza humana, como também não humanizou sua natureza divina. Ele Foi capaz de separá-las, pois em nenhum momento elas entraram em conflito. Jesus não enfrentou crise existencial quanto as suas duas naturezas. O filho de Deus fez-se homem, tomando um corpo e uma alma racional, para crescer em sabedoria, estatura e em graça (Lc 2.52). Ele se sujeitou a este estágio progressivo.

Na sua primeira vinda, para apresentar o Pai, Ele não apareceu em corpo de glória, pelo contrário, pois se sujeitou as mesmas condições de qualquer outro humano enfrenta, entre elas a fome (Mt 4.2), fadiga (Jo 4.6), desconhecimento de fatos (Lc 8.45-47) e tristeza (Jo 11.35,38). Era necessário que enfrentasse todas estas situações, para mostrar-nos que estava realmente qualificado para ajudar-nos em nossas fraquezas e dificuldades (Hb 2.17-18.

Sua intenção era convencer os homens a respeito de sua divindade e que não era um ser sobrenatural, dotado da capacidade de transmutação de naturezas, ou seja, não ficava transitando entre as dimensões espiritual e carnal. Enganados estão aqueles que afirmam que Jesus, pela sua onisciência, onipotência e onipresença, fingia uma limitação como homem.

A fé na encarnação é o sinal da fé cristã (I Jo 4.2), primeiramente demonstrada pela igreja primitiva que recitava com grande júbilo, desde o inicio, o grande mistério da piedade (I Tm 3.16).

a) Operações simultâneas das naturezas de Cristo:
• Nascimento em humildade (Lc 2.12; II Cor 8.9) – natureza humana;
• Honras recebidas dos anjos (Lc 2.9-14) – natureza divina;
• Sua prisão no Getsêmani (Jo 18.1-3, 12-13) – natureza humana;
• Ao identificar-se aos soldados, dizendo: “EU SOU”, restituindo aquilo que era do servo do sumo sacerdote, a orelha, (Jo 18.6; Lc 22.51) – natureza divina;
• No episodio da ressurreição de Lázaro, quando disse: “onde o puseste? (Jo 11.34) – natureza humana, pois pela divina saberia onde ele estava;
• Seu choro pela morte do amigo (Jo 11.35) – natureza humana;
• Quando pediu para tirar a pedra (Jo 11.39) – natureza humana, já que a pedra poderia sair correndo apenas como uma palavra Dele;
• Em sua oração, antes da ressurreição, (Jo 11.41-42) – natureza humana, dependente da oração e da atuação do Espírito Santo (Mc 1.35; Lc 22.41-45; Jo 6.15; Hb 5.7; At 10.38);
• Quando clamou para que Lazaro viesse para fora (Jo 11.43) – natureza divina, “haja luz, haja vida” (cfe Gn 1.1-3);
• Ele chamou pelo nome, Lázaro, teve o cuidado para não despertar os outros mortos, pois se dissesse: Morto, saia para fora”, todos viriam. Jesus queria somente Lázaro – natureza divina.

Nos primórdios, a igreja foi atacada por alguns ensinamentos heréticos, os quais negavam, tanto a humanidade e o nascimento quanto a divindade e a ressurreição de Jesus. A teoria era simples, pois apregoavam que toda a matéria era má e que por outro lado o espírito era a parte boa. Desta forma negavam a encarnação, já que o espírito de Jesus (bom), jamais habitaria em um corpo (mau), na verdade, a intenção era retirar o título de Cristo. Os apóstolos João, Paulo e Pedro (I Jo 2.23; 4.2,3,15) combateram veemente estes ensinamentos, entre quais destacamos:
• Gnosticismo: teoria acima;
• Apolinarismo: Jesus não tinha espírito humano, pois o Logos ocupou o lugar da alma;
• Monofisismo eutiquiano:atribuía uma natureza híbrida a Jesus;
• Ebionismo: era profeta, mas Deus não, pregavam o respeito a lei, em especial a circuncisão;
• Nestorianismo: dormindo era homem e acordado era Deus, nunca usufruía das duas naturezas;
• Kenoticismo: Jesus não era Deus, pois havia se esvaziado da glória.

Não foi o Cristo que veio para a carne de Jesus, mas o próprio era o Cristo vindo em carne. Quem negar isto, tal não é de Deus.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Escola Bíblica de Obreiros - 2012


Ontem ocorreu a abertura da Escola Bíblica de Obreiros em Presidente Prudente. Esteve pregando a Palavra, o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da convenção geral e estadual das AD.

Seguirá hoje, amanhã, o dia inteiro, sábado, idem e o encerramento será no domingo.

Segue alguns trechos da mensagem ontem:

  • O pastor José Welington traçou um paralelo entre as qualidades e problemas apresentados pelos discípulos: Bartolomeu, segundo a história era uma homem de muita oração, enquanto que Tomé era incrédulo;
  • Felipe era matemático, tecnicista, via somente os problemas, enquanto que André corria atrás da solução (Jo 6.7-9);
  • Pedro tinha o sangue no pé da guela, enquanto que João era amoroso (jo 13.25)
  • Jesus veio ao mundo com o seu programa de trabalho completo e consumou tudo, não deixando nada por fazer;
  • Sinais da volta: Como está se estreitando o espaço para a igreja no mundo atual;
  • I Ts 4.13-18: mensagem inovadora, impactante e perturbadora;
O pastor pregou em uma igreja em Oslo e se espantou com o nível social. Ao final do culto alguns irmãos conversando, com interprete é claro, disse a ele o seguinte: "Jesus está despertando o Brasil, pois vocês são menos desenvolvidos, por isto necessitam mais Dele do que nós aqui, na Noruega";

ILUSTRAÇÃO: Salomão, um dia resolveu sair para verificar o que os seus súditos pensavam dele. Vestiu uma roupa simples e saiu. Encontrou umas moças que estavam pisando uvas e reparou que uma delas estava com as vestes brancas, mesmo naquele ofício. Intrigado, resolveu conversar com ela e perguntar como conseguia manter suas vestes brancas. Ela respondeu:
- "Nós temos a esperança que a qualquer dia o nosso rei venha nos visitar, por isso procuramos nos manter com as vestes brancas, mesmo neste ofício"

Por: Ailton da Silva

Naturezas de Jesus - simultâneas




Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Obra de minhas mãos!

Com a ajuda das aulas do ICP do youtube, fica fácil desenhá-los!

O CRESCENTE FÉRTIL

PEREGRINAÇÃO DE ABRAÃO


ESCRAVIDÃO E SAÍDA DO EGITO


A DIVISÃO DAS TRIBOS

Por: Ailton da Silva

18) Como devemos seguir a Jesus? - Os 4 evangelistas

MATEUS 8.18-22
• 18 – A multidão era grande em torno de Jesus. Ele dividiu em grupos: os que procuravam somente bênçãos e os que estavam em busca da salvação;

• 19 – “Te seguirei, por onde fores”. A resposta de Jesus foi: “Jovem,não diga bobagens, você não será capaz de cumprir isto”. Na primeira oportunidade você deserda (At 13.13);

• 20 – Os reis e governantes (leia-se raposas) tem asas assim como as aves do céu, mas o que o Filho do homem tinha para oferecer a olhos nus? Eles queriam sinais, maravilhas e demonstração de força. Jesus não veio com esta intenção;

• 21 – Outro discípulo pediu permissão para primeiro enterrar seu pai. Então Jesus ficaria esperando a morte do pai para que aquele homem fizesse parte de seu grupo? Havia dois agravantes: o pai dele poderia estar vivo e talvez ele fosse o primogênito ou unigênito, então estava de olho na herança do pai. Depois que resolvesse este problema seguiria Jesus com toda a dedicação;

• 22 – Morto enterra morto.


MARCOS
• Não há registros


LUCAS 9.57-62
• 57 – idem Mt 8.19;

• 58 – idem Mt 8.20;

• 59 – o discípulo pediu permissão para enterrar seu pai, depois que ouviu o “segue-me” de Jesus. Em Mateus 8.21 não houve o chamado;

• 60 – Morto enterra morto. Jesus não estava chamando coveiros, mas sim propagadores do seu reino, por isto disse: “Tu vai e anuncia o reino”;

• 61 – outro personagem. Queria seguir, mas desejava primeiramente se despedir dos vivos, da família. Estava analisando as vantagens, os prós e contra de sua decisão. Se fosse despedir dos que estavam em sua casa, certamente não voltaria;

• 62 – Uma vez que tira a mão do arado, é muito difícil tornar a colocá-las novamente;



JOÃO
• Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: A cura do leproso

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003

Por: Ailton da Silva

terça-feira, 3 de abril de 2012

O contraste das visões: Isaias x Jeremias


Não tem como não adiantar:

a) O contraste das visões.
Isaías:
• Raiz de uma terra seca, sem formosura e beleza;
• Os homens escondiam seus rostos;
• Não havia beleza para que o desejássemos;
• Desprezado, rejeitado, homem de dores e experimentado nos sofrimentos;
• Tomou sobre nossas enfermidades, dores e aflições. O ferido de Deus, oprimido;
• Não fizemos caso dele;
• Moído pelas nossas transgressões, foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca;
• Como um cordeiro mudo foi levado ao matadouro;
• Ele não abriu a sua boca, assim como a ovelha perante seus tosquiadores;
• Foi cortado da terra dos viventes (mas não da glória);

João:
• Vestes longas e peito cingido com cinto de ouro (justiça e fidelidade);
• Cabelos alvos, o Ancião de Dias, eterno (Dn 7.9), sábio e puro em suas sentenças. Não estavam manchados pelo sangue da cruz;;
• Olhos como chama de fogo (1.14), conhecimento, discernimento infalível. Não estavam inchados como na cruz;
• Pés semelhantes ao latão ou bronze reluzente (1.15), como que refinados em uma fornalha, representando a sua retidão no cumprimento de sua função judicial, o justo juiz. Não estavam marcados pelo prego ou manchado pelo sangue;
• Voz como de muitas águas, limpa, nítida, suave, afinada como uma corneta. Não era uma voz rouca, como na cruz quando estava sedento;
• Em sua mão direita tinha sete estrelas (poder, controle e honra), Mãos fortes, que todo este tempo seguraram a igreja e não mais aquelas furadas e manchadas pelo sangue;
• De sua boca saia uma espada afiada de dois gumes (1.16), sua própria Palavra (Hb 4.12);
• Seu rosto brilhava como o sol no auge de sua força (1.16). Seu rosto não estava desfigurado mo na cruz.

b) Resposta de João diante do Cristo glorificado:
• Caiu como morto aos seus pés (será que lembrou dos áureos tempo do ministério terreno. Andou com Ele e agora O via em glória.

c) Resposta do Cristo glorificado ao quase morto João:
• “Não temas”. Eu sou o primeiro e o último, ou seja antes não houve ninguém antes e nunca haverá outro, pois não há intervalo no tempo. Primeiro e ultimo.

Por: Ailton da Silva