terça-feira, 21 de agosto de 2012
Lição 9 - A angústia das dívidas - AD Curitiba
Por: Ailton da Silva(18) 8132-1510
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Proposta da lição 9
Aula transferida
Nossa aula de ontem foi transferida para domingo. Terei que espremer as duas lições. Tivemos trabalho na nossa sede regional em Prudente e na sexta feira será a abertura de Congresso em uma de nossas congregações. Tinha a quarta feira, mas não gosto de lecionar a noite, ainda mais na quarta. O público é diferente, muito diferente do domingo de manhã.
sábado, 18 de agosto de 2012
E o "Oscar de melhor trama" vai para: os irmãos de José
Eli e Davi não disciplinaram
seus filhos, diante de seus erros (I Sm 2.12-17, 22; II Sm 2.6, 29; 15.10), o
mesmo podemos dizer do velho e bom patriarca Jacó.
Os filhos ao perceberem a diferenciação do amor
demonstrado pelo pai (Gn 37.4) mudaram seus semblantes e o tratamento a José. O
grande culpado por toda esta situação foi o próprio pai, que não honrou o primogênito,que
era Rúben.
a) O erro de Jacó:
Ele desde o inicio amou Raquel (Gn 29.18), de
uma forma bem diferente de sua irmã e rival, que havia sido dada como esposa em
primeiro momento.
O seu primogênito, Rubén, era filho de Léia,
mas nunca foi honrado pelo pai como tal. A lei previu este erro e procurou
eliminar esta prática da sociedade hebréia (Dt 21.15-17), mas por enquanto não havia
nada que pudesse desabonar a conduta de Jacó, em relação ao tratamento dado aos
seus filhos, a não ser as inevitáveis conseqüências.
Para a lei, tão logo fosse instituída, não importava
que era a mãe, fosse ela a mulher amada ou não, o primogênito seria o primeiro
filho que nascesse. Era um resguardo do direito do filho e uma segurança para a
mãe. Certamente Jacó enfrentaria algum tipo de problema com a lei, caso ela
existisse em sua época ou vice versa.
O primogênito de fato e direito foi Rúben, mas
o honrado foi José, o primeiro filho da mulher que Jacó sempre amou, tão
especial que após o nascimento o seu coração foi inundado pelo desejo de
retorno às suas terras (Gn 30.23-25).
b) Os erros dos irmãos de José:
Eles tomaram as dores do primogênito desonrado?
Seguiram o exemplo do pai? Questionaram-no a respeito de sua dificuldade em
entender o principio da primogenitura (Gn 25.33; 27.35)?
Este sentimento foi crescendo de tal forma que
tornou impossível a convivência sadia entre eles. A gota d’água foram os sonhos
de José (Gn 37.7,9), contado a seus irmãos por ele próprio, sob a chancela do
pai. O primeiro aumentou ainda mais a rivalidade e acirrou o ciúmes, mas nada
que pudesse ser considerado as reações provocadas, no pai, após a revelação do
segundo, pois Jacó repreendeu o filho publicamente após ouvir o relato. Enquanto
o primeiro sonho mexia somente com o orgulho da prole, o segundo foi capaz de mexer
com o ego do pai.
Depois do ocorrido, seus irmãos, se isolaram
por “n” motivos, foram apascentar bem longe de suas terras. Quando da visita de
José para averiguar a situação e o trabalho deles (G 37.13), eles desejaram a
sua morte (Gn 37.20), mas foram impedidos por Rúben, o primogênito.
Acuaram o irmão, roubaram e rasgaram o seu único
patrimônio, presente de seu pai (Gn 37.23), usaram de violência, praticaram cárcere
privado, omitiram socorro e atendimento, pois a longa viagem, a luta para
evitar que sua túnica fosse rasgada e a queda na cova devem ter deixado algumas
marcas no corpo de José.
Venderam o irmão como escravo, algo inadmissível
para a época e costume hebraico e por fim devem ter aplicado as 20 moedas de
pratas, lucro da venda. Duas moedas para cada irmão, levando em consideração
que Benjamim, irmão e filho da mesma mãe, não tenha participado desta trama.
Mas esta rebelião dos irmãos não trouxe conseqüências
trágicas para cada um deles, tal como aconteceu com Hofni, Finéias (II Sm 4.11)
e Absalão (II Sm 18.4). Qual a explicação lógica para isto? Talvez por se
tratar da espinha dorsal de Israel? Ou talvez porque a rebelião não tenha sido
diretamente contra o pai? Mesmo com a mentira contada sobre a morte do irmão. Ou talvez
tenha havido o arrependimento, por parte deles? Mas não tinham muito o que
fazer, pois por onde começariam a procurar o irmão?
O “Oscar de melhor trama” é deles.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
A rebeldia dos filhos. Plano de aula
TEXTO ÁUREO
“Instrui o menino no caminho em
que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele” (Pv 22.6).
VERDADE PRÁTICA
Os pais que negligenciam a educação
dos filhos, estão cometendo grave pecado diante de Deus.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
I Samuel
2.12-14,17,22-25.
12 - Eram, porém, os filhos de Eli
filhos de Belial e não conheciam o Senhor;
13 - Porquanto o costume daqueles
sacerdotes com o povo era que, oferecendo alguém algum sacrifício, vinha o moço
do sacerdote, estando-se cozendo a carne, com um garfo de três dentes em sua
mão;
14 - e dava com ele, na caldeira, ou
na panela, ou no caldeirão, ou na marmita; e tudo quanto o garfo tirava o
sacerdote tomava para si; assim faziam a todo o Israel que ia ali a Siló.
17 - Era, pois, muito grande o pecado
desses jovens perante o Senhor, porquanto os homens desprezavam a oferta do
Senhor.
22 - Era, porém, Eli já muito velho e
ouvia tudo quanto seus filhos faziam a todo o Israel e de como se deitavam com
as mulheres que em bandos se ajuntavam à porta da tenda da congregação.
23 - E disse-lhes: Por que fazeis tais
coisas? Porque ouço de todo este povo os vossos malefícios.
24 - Não, filhos meus, porque não é
boa fama esta que ouço; fazeis transgredir o povo do Senhor.
25 - Pecando homem contra homem, os
juízes o julgarão; pecando, porém, o homem contra o Senhor, quem rogará por
ele? Mas não ouviram a voz de seu pai, porque o SENHOR os queria matar.
PROPOSTA DA LIÇÃO
- Como é difícil educar uma criança!
- Qual a diferença entre disciplina e castigo?
- Disciplina com sabedoria: sinônimo de educação;
- Pais: não ”terceirizem” a educação de seus filhos;
- Filhos rebeldes: Caim, Hofni, Fineias e Absalão;
- Rebeldia: sinônimo de pecado;
- Morte de Absalão na rebeldia, dor para o pai;
- Mesmo assim Davi demonstrou todo o seu amor pelo filho;
- A disciplina conduz o filho ao caminho da obediência.
INTRODUÇÃO
Os filhos são presentes e herança do Senhor
(Sl 127.3), portanto devem ser tratados e levados à uma vida em direção ao
caminho da obediência, mas como é difícil instruí-los para andarem na presença
de Deus. Para isto é necessário o uso da sabedoria e orientação divina, sem a
qual é impossível o cumprimento desta tarefa.
O desejo dos pais é que os filhos se tornem
pessoas de bem, obedientes, cumpridores de seus deveres e acima de tudo, servos
do Deus Altíssimo.
O que temos visto, na atualidade, são os
filhos aflorando a rebeldia, cada vez mais cedo, motivados pela “cultura de
contestação”, programas televisivos, juntamente com o acumulado nas escolas ou
com o descontrole dos pais, que em nada contribuem para a formação do caráter
santo e sadio da criança. Sobre isto o professor Francisco de Assis Barbosa
escreveu:
“Pais irritam seus filhos principalmente quando confundem autoridade com
autoritarismo. Quando ultrapassam a linha entre autoridade amorosa e autoridade
ditatória. Quando existe um padrão duplo, um para o pai, outro para o filho.
Quando o pai aproveita seu tamanho, sua posição, seu intelecto, sua autoridade,
para escravizar o filho, ou ridicularizar o filho, ou pegar no pé do filho, ou
nunca pedir perdão do filho. Os filhos são presentes de Deus e herança do
Senhor”.
I – A
DISCIPLINA EVITA A REBELDIA
1 – O
QUE É DISCIPLINA
Disciplina não é
castigo, como muitos pais possam imaginar, mas sim é algo bem mais profundo,
edificante e que contribui para a estrutura e formação do caráter santo e sadio
da criança.
Disciplinar é dar limites e parâmetros (Pv
23.13) e não retirar a liberdade e alegria ou tampouco pode ser vista como uma
simples forma de castigo corregedor.
A criança deve entender que não pode fazer
o que deseja em qualquer momento ou lugar. Existe uma linha imaginária, uma
faixa amarela que não pode ser ultrapassada, mas ela não entende isto, por isto
é necessário o ensino e de vez em quando a aplicação da disciplina, conforme
determinado na própria Palavra (Pv 13.24; Hb.3-6). Mas como
corrigir a criança sem provocar traumas? Sobre isto o pastor Geraldo Carneiro
discorreu:
“A correção não deve ter o efeito de uma
trovoada sem relâmpago, em noite escura, em que o viajante não vê a estrada. O
estrondo do trovão pode assustar e causar terror. O relâmpago pode trazer luz
para o caminho. A correção não deve faltar o ensino (que produz consciência do
que está errado) de como fazer o que é certo. Antes de qualquer castigo, os
pais devem deixar bem claro, com bastante antecedência, quais as regras
convenientes. Devem esclarecer o que é e o que não é comportamento aceitável.
Quando a criança, deliberadamente, prefere desafiar os limites que lhe foram
impostos, e o faz de maneira atrevida, é tempo de levá-la a lamentar o seu
feito desobediente, aplicando-lhe a devida correção.
2- O
PORQUE DA DISCIPLINA
Disciplinar não provoca ressentimento,
raiva ou afastamento da criança da presença dos pais, mas isto é um dos fatores
que inibem a aplicação da disciplina, pois muitos pais esperam estas reações
por parte dos filhos.
A disciplina, quando
administrada com sabedoria, provoca a segurança na criança e a faz sentir amada
e aceita, é uma expressão do amor paternal (Hb 12.5-11). Sem disciplina, limites e parâmetros, “a criança, o adolescente, o
jovem, tenderão a serem filhos desobedientes, instáveis, rebeldes”.
A primeira disciplina aplicada com
sabedoria na história da humanidade foi vista ainda no Éden, quando Deus,
depois de declarar a sentença da serpente, se dirigiu ao casal e aplicou a
correção (Gn 3.16-19).
Eles não forram severamente punidos, mesmo
que merecessem, pelo contrário, foram instruídos pelo caminho novo que
trilhariam (cfe Pv 22.6), pois na primeira oportunidade souberam, após o
nascimento de Caim, atribuir a Deus a glória pelos feitos (Gn 4.1).
3 –
OS PAIS DEVEM DISCIPLINAR
Isto é tarefa exclusivamente caseira, dos
pais, que devem ser “bairristas” e não elementos multiplicadores da
terceirização no que diz respeito à educação de seus filhos.
Como confiar o presente, que interferirá no
futuro do filho, nas mãos de terceiros? Teriamos coragem de entregar esta
responsabilidade aos Caims (Gn 4.17) e Lameques (Gn 4.23-24) da vida? Babás,
professores seculares e de EBD, TV, mídias sociais, jamais terão o mesmo
resultado que os pais. Não disciplinar a criança quando devido “poderá influenciar no futuro dela criação de filhos, tudo depende do
relacionamento de amor existente entre
II –
FILHOS REBELDES
1 –
Filhos que não ouviram os pais.
Mesmo negativos, encontramos na Palavra,
exemplos reais de filhos que desrespeitaram seus pais para que por eles,
pudéssemos aprender para não permitirmos os mesmos erros em nossas vidas com os
filhos, que fatalmente acabam punidos com a morte (Ex 21.15-17; Lv. 20.9).
a)
Caim:
Educado em condições iguais a de seu irmão,
porém seu coração se encheu de inveja, ira e ciúmes (Gn 4.5), insubmisso,
indiferente, egoísta, enganador e incrédulo, pois não acreditou no aviso de Deus
(Gn 4.7) e permitiu que sua vida fosse manchada. A culpa não foi dos pais, mas
do próprio filho que fez a sua escolha.
b)
Hofni e Finéias:
O sacerdote Eli, durante 40 anos, julgou
Israel, mas foi um péssimo pai para os seus filhos, que o envergonharam pela
rebeldia, conforme tradição judaica.
Foi capaz de instruir e preparar um
sucessor, Samuel, mas não soube educar seus filhos no caminho do Senhor. A
disciplina com sabedoria não foi aplicada naqueles jovens, quedavam verdadeiros
coices nos sacrifícios oferecidos no Tabernáculo (I Sm 2.29).
- Eram filhos de “belial” (I Sm 2.12), inúteis, imprestáveis, sem valor;
- Tomavam parte dos sacrifícios antes de serem oferecidos ao Senhor (I Sm 2.13);
- Comiam a carne antes que a gordura fosse queimada durante os sacrifícios (I Sm 2.16, cfe Lv 3.3-5);
- Ameaçavam tomar os sacrifícios à força, caso não fossem atendidas suas solicitações (I Sm 2.16b);
- Se ajuntavam as mulheres à porta das congregações (I Sm 2.22).
Eli não procurou disciplinar seus filhos e
fazia vistas grossas, fingia que nada estava acontecendo, fugiu da
responsabilidade, não agiu e praticamente disse: “Se Deus quiser agir e fazer o
que eu não estou fazendo, Ele pode fazer, mas eu não vou agir”. As
conseqüências deste desleixo do pai foram inevitáveis e trágicas, tanto para
ele, quanto para toda a família e nação:
- Os filhos foram mortos pelos filisteus (I Sm 4.11), castigo pela rebeldia;
- Morte do pai ao saber do ocorrido com os filhos (I Sm 4.18);
- Perda da arca da aliança (I Sm 4.11);
- Morte da esposa de Finéias, ao dar a luz (I Sm 4.120);
- Nascimento de Icabo, “foi-se a glória de Deus” (I Sm 4.21).
c)
Absalão:
Jovem formoso, que assassinou seu irmão
Amnon (o primogênito e sucessor direto de Davi), que havia cometido violência
sexual contra sua irmã a mando de um primo (II Sm 13.1-29). Ele tomou esta
decisão, pois o pai ao tomar conhecimento do ocorrido não demonstrou nenhum
tipo de reação para corrigi-lo (cfe II Sm 13.21-23).
Como não foi
disciplinado pelo ato (cfe II Sm 13.31), o seu coração se encheu ainda mais de
maldade, a ponto de desejar o trono do próprio pai, que para não matar o filho,
resolveu fugir (II Sm 15.14). Por algum tempo, se tornou inimigo do próprio pai, agindo como filho rebelde, desrespeitando seu pai e rei e
Deus.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Primeira campanha de Israel em terras cananéias
Esta semana tive que diminuir o ritmo, mas a vida continua. Hoje a noite estaremos na campanha no Jd Santa Eugênia (Josué cap.6).
Primeiro Deus provou para os israelitas que era o "Deus deles", e que estava preocupado, inclusive suprindo em suas necessidades. A primeira campanha, pós entrada em Canaã, teria que ser diferente, marcante, para nunca mais ser esquecida. CAIA JERICÓ.
As vitórias anteriores foram pela espada, força e táticas de guerra, que os diga, os amalequitas, midianitas, amorreus e os de Basã, mas em Jericó a história seria diferente.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
A família de Jesus -segundo os 4 Evangelistas
MATEUS 12.46-50
- 46- Jesus estava falando à multidão e sua mãe e irmãos estavam do lado de fora, querendo falar-lhe. Não queriam esperar? Não queriam participar também daquela reunião? Havia muitos que desejavam o atendimento ou o aprendizado, será que não perceberam que poderiam atrapalhar?
- 47 – “ALGUÉM” interrompeu Jesus para avisar-lhe que sua família estava do lado de fora, desejando falar-lhe. Ora porque não entraram para ouvirem e aprenderem?
- 48 – Jesus na desprezou sua família, mesmo porque estava diante de muitos que eram desprezados e que precisavam do conforto, certamente se escandalizariam se Ele estivesse desprezando os seus. Ele simplesmente perguntou: “Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos?
- 49 – Primeiramente estendeu sua mão para os discípulos e os apresentou como sua família.
- 50 – Depois estendeu este novo conceito sociológico para a multidão. Qualquer um que fizer a vontade do Pai se tornaria seu irmão, irmã e mãe.
MARCOS 3.31-35
- 31 – Conforme Mt 12.46, exceto que agora eles “mandaram” chamar Jesus. Isto era uma ordem?
- 32 – conforme Mt 12.47, exceto que Jesus foi avisado pelos que estavam entre a multidão. Mateus afirmou que foi um “alguém”.
- 33 – conforme Mt 12.48
- 34 – conforme Mt 12.49, porém Ele já afirmou olhando para todos os que estavam assentados ouvindo. Mateus afirmou que primeiramente foram os discípulos agraciados com tal revelação e depois foram os da multidão.
- 35 – Conforme Mt 12.50.
LUCAS 8.19-21
- 19 – A família de Jesus foi ter com Ele, mas não puderam se aproximar devido a multidão. Mateus afirmou que eles queriam falar, Marcos registrou a rodem para chamá-lo e Lucas deixou claro que eles não puderam se aproximar.
- 20 – conforme Mt 12.47; Mc 3.32
- 21 – Conforme Mt 12.50; Mc 3.35
JOÃO
- Não há registros.
PRÓXIMO ASSUNTO: A parábola do semeador.
Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal.
CPAD, 2003
Bíblia Sagrada: Nova tradução na
linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000
Bíblia Sagrada – Harpa Cristã.
Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das
Assembléias de Deus, 2003.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
I Samuel - informações essenciais
PROPÓSITO:
Registrar a vida de
Samuel, último juiz de Israel; o reinado e declínio de Saul, o primeiro rei e a
escolha e a preparação de Davi, o maior rei de Israel.
AUTOR:
Possivelmente Samuel, mas inclui também escritos
dos profetas Nata e Gade (I Cr 29.29).
PANORAMA:
O livro tem inicio nos dias dos juízes e descreve a
transição da teocracia para a monarquia em Israel.
VERSÍCULO CHAVE:
“E disse o SENHOR a Samuel: Ouve a voz do povo em tudo
quanto te dizem, pois não te têm rejeitado a ti, antes a mim me têm rejeitado,
para eu não reinar sobre eles.
Conforme a todas as obras que fizeram desde o dia em que
os tirei do Egito até ao dia de hoje, a mim me deixaram, e a outros deuses
serviram, assim também fazem a ti.
Agora, pois, ouve à sua voz, porém protesta-lhes
solenemente, e declara-lhes qual será o costume do rei que houver de reinar
sobre eles”. (I Sm 8.7-9).
PESSOA CHAVE:
Eli, Ana, Samuel, Saul, Jonatas e Davi.
LUGARES CHAVES:
Moabe e Belém.
Informações extraídas da seção “Informações
essenciais” – Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal
Programa: pais parteiros
Lição 8 - A rebeldia dos filhos - AD Curitiba
Por: Ailton da Silva(18) 8132-1510
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Proposta da lição 8
domingo, 12 de agosto de 2012
pós aula - lição 7
Não estava previsto em lecionar neste domingo, mas Deus providenciou a situação.
Pós aula:
Como é interessante o transito livre que o inimigo
teve, no paraíso, para tentar o primeiro casal.
O inimigo chegou primeiro que Deus? Depois da criação
e já no paraíso, sim.
Então Deus ficou em segundo lugar? Mas Ele era a única
alternativa para que todo aquele problema fosse resolvido.
Que plano estranho foi aquele de Sara para tentar
antecipar o recebimento da benção? Quando a coisa começa errada tende a
terminar errada, pois quando soube da promessa, qual foi a reação dela?
Triangulo amoroso: Sara e Agar se deram muito bem,
enquanto eram patroa e empregada, porque depois que as duas ficaram na “mesma
posição’, a relação entre as duas piorou e a conseqüência até hoje é sentida. Conseqüências
da poligamia.
Adão, Eva, Caim e Abel, que maravilha de família,
todos na presença de Deus, o primeiro a sair foi Caim (pós paraíso).
Então o inimigo pensou: “o outro projeto de Deus,
família, também deu errado. O primeiro foi o homem”. Pelo menos este foi o
pensamento dele.
O inimigo percebeu que separando o casal, ele
fatalmente atinge os filhos.
A poligamia enfraquecia a mulher, antes da Lei e
depois também, pois os hebreus nunca foram assim tão zelosos pela Lei.
Mulheres polígamas? Recebiam outro nome e eram tratadas
de outra forma! Exemplo disto foi a mulher samaritana.
O que tem de mulheres chorando nestes círculos de
oração pelo Brasil afora. Quantos casamentos errados. Isto que dá buscar lá
fora.
Jacó, quando preparou sua família para encontrar seu
irmão Esaú, colocou quem na comissão de frente? A mulher que não amava, a amada
ficou ao seu lado.
Se Jacó tivesse sob o regime da Lei certamente não teria
errado no tocante a Rubem o seu primogênito (Dt 21.17). Então ele teria dado as
honras a Rubem e não a José, que era o seu primeiro filho com a mulher que
amava, mas não era o seu primogênito. Quem se habilitou para dizer isto a ele?
Os filhos erram em suas escolhas e afetam a vida dos
pais.
Tem mãe que faz de tudo pelos seus filhos (Mc 7.24).
O individualismo pode atrapalhar o coletivo?
Devemos agir com sabedoria na criação dos filhos, nos
afazeres domésticos e principalmente na igreja.
Adão e Eva ensinaram seus filhos nos caminhos que
deviam andar. Pelo menos devem ter contado muitas histórias para eles.
Muitos de nós não usamos o cambio em nossa vida,
queremos sempre ir para a frente, empurrando com a barriga, quando a lógica nos
pede para recuar um pouco. De vez em quando é bom engatar uma marcha ré na
vida, dar uns passos atrás, para prosseguir novamente.
O comprometimento dos filhos não depende da
espiritualidade dos pais.
Mudança da linguagem sempre é percebida após a
conversão, quando acontece!
O bom testemunho, através desta mudança, fala mais
alto que as palavras, mesmo porque o cônjuge convertido não possui conhecimento
suficiente, de inicio, para pregar a outra parte. Isto é um sinal de sabedoria
de Deus que previu tudo e não é fingimento ou máscara.
O problema da mulher é o termino do culto, pois demora
para ir embora? O do homem é o início, vontade de chegar logo para se mostrar
que não chega atrasado, que é comprometido? Quem é o problemático nesta
história?
"Você não carpe o quintal, não arruma a casa, não faz
nada. E você? Que não cozinha, não cuida das crianças, não cuida da casa, só vive na igreja". Isto tudo
dá para ser evitado com sabedoria na criação dos filhos e nos afazeres
domésticos.
Por: Ailton da Silva
(18) 8132-1510
2º Congresso EBD Pirassununga
Não participei do 2º Congresso de Escola Bíblia Dominical, em Pirassununga, como estava programado, pois na saída, havia percorrido apenas 83 km, estava entre Martinópolis e Sagres e sofri uma queda com a moto, ou alguém colidiu na traseira, haja vista o estado que a moto ficou.
No início pensei que tivesse adormecido, ou cochilado, já aconteceu isto antes na Castelo Branco, mas creio que despertaria com o choque ou queda, no mínimo. Acordei com um rapaz me chamando, dizendo que era socorrista, não acreditei. A única coisa que lembro foi que as 05:58 eu havia parado para verificar a hora.
Quando o resgate chegou eu ouvi o socorrista se justificando por ter me retirado do local exato da queda, segundo ele eu estava caído no meio da pista. A parte traseira da moto foi toda, praticamente, para cima do tanque, amanhã vou ver o que consigo fazer. Deus sabe o que é melhor para nós.
Por: Ailton da Silva
(18) 8132-1510
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
A divisão espiritual no lar. Plano de aula
TEXTO ÁUREO
“Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas ao vosso próprio marido,
para que também, se algum não obedece à palavra, pelo procedimento de sua
mulher seja ganho sem palavra” (I Pe 3.1).
VERDADE PRÁTICA
Ganhe
o seu cônjuge para Cristo, através do seu bom testemunho.
LEITURA
BÍBLICA EM CLASSE
I Coríntios
7.12-16
12 – Mas aos outros digo eu, não o Senhor: Se
algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a
deixe.
13 – E se alguma mulher tem marido descrente, e
ele consente em habitar com ela, não o deixe.
14 – Porque o marido descrente é santificado pela
mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os
vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos.
15 – Mas, se o descrente se apartar, aparte-se;
porque neste caso o irmão, ou irmã, não esta sujeito à servidão; mas Deus
chamou-nos para a paz.
16 – Porque, de onde sabes, ó mulher, se salvarás
teu marido? Ou, de onde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?
PROPOSTA DA
LIÇÃO
- Deus instituiu a primeira família, pois o
homem estava só;
- Objetivo: convivência pacífica, evitando
conflitos;
- Como criar os filhos longe dos “limites do
templo”?
- “Saber administrar o tempo é um fator que
evita conflitos”;
- Como servir a Deus com impedimentos?
- O cônjuge convertido deve demonstrar a
mudança;
- O bom testemunho pode ganhar o cônjuge?
- É uma forma clara e prática de evangelismo no
lar;
- Mas ninguém é salvo pela experiência
salvadora do outro.
INTRODUÇÃO
E viu Deus que não era bom que o estivesse só, por isto lhe concedeu
uma companheira (Gn 2.18). Este projeto perfeito, família, se tornou o primeiro
grupo social ao qual o ser humano foi e é inserido. Neste meio todas as suas “necessidades
sentimentais, afetivas e emocionais básicas” são supridas. Portanto não existe
uma outra instituição que seja capaz de substituir a família, no tocante à sua
atuação durante o processo de formação, desenvolvimento do caráter humano e “socialização
do indivíduo”, mas a corrupção do gênero humano atingiu esta instituição e
devido a estes ataques ela vem se deteriorando ao longo da história do
homem.
É comum esperarmos ou imaginarmos lares perfeitos, todos servindo ao
Senhor, mas por vezes nos deparamos com uma realidade bem diferente. Divisões,
contendas, principalmente quando um dos cônjuges expressa a sua fé em Jesus e o
outro não, se constituindo isto em um grande drama familiar, fomentado pela
divisão espiritual nos lares.
Mas quando a conversão se dá após o casamento, como fica a situação dos
cônjuges, caso um dos lados não aceite a nova forma de vida do outro? Os
ensinamentos bíblicos nos mostram que tais uniões devem ser mantidas, a
qualquer custo e qualquer tentativa ou iniciativa de dissolução deve partir da
parte que não professa a fé em
Jesus. Mesmo diante dos conflitos que surgem, nestes casos, o
cônjuge
convertido se torna o principal responsável pela evangelização dos membros de
sua família.
Entretanto, na prática,
o que ocorre é justamente o contrário, pois geralmente são vistas infindáveis
discussões, conflitos de idéias e ideais. Neste caso a melhor atitude evangelística
é manter um bom testemunho de vida através da mudança de hábitos. O lado que
serve ao Senhor deve ser sábio no falar, no agir para evitar os conflitos e
esta boa influência beneficiará os filhos.
I. CONVIVENDO COM O CÔNJUGE NÃO CRENTE
Viu
Deus que tudo o que havia criado era bom (Gn 1.31), mas a solidão do homem (Gn
2.18) chamou a atenção do Criador, que imediatamente lhe concedeu uma adjutora,
Eva, formalizando assim o primeiro casamento e a instituição da primeira família
(Gn 2.22), que ao longo dos anos veio sofrendo com a propagação do pecado e
degradação da humanidade.
O apóstolo Paulo apresentou algumas
instruções acerca do casamento, principalmente quando um dos cônjuges é
descrente. Nestes casos o conselho era para que continuassem unidos e não se
apartassem (I Co 7.12-16), pois não faz parte do plano divino que o casal se
divorcie, mesmo nestas condições (Mt 5.31,32; 19.3-9; Mc 10.2-12), mas se um
dia acontecer tal separação, que parta do cônjuge descrente (I Co 7.15).
Nos casos em que houver possibilidade de
manutenção da união é necessário que o cônjuge que serve a Deus mantenha a sua
integridade, evitando comentários ou discussões a respeito de religião ou
igrejas. Outro ponto que deve ser evitado é a exposição de problemas internos
da igreja, pois poderá o cônjuge descrente criar uma aversão as coisas de Deus.
Para tanto é necessário que as mulheres sejam sujeitas ao vosso próprio marido,
para que possa ser ganho sem palavras (I Pe 3.1-2). Isto também se aplica aos
homens.
“A convivência com o cônjuge descrente é um
desafio à fé”, um verdadeiro campo de batalha e conciliação, onde estarão os
dois personagens principais, homem e mulher, ora se degladiando, ora em conformidade. São
três os cenários que se apresentam diante de nossa vida, nos quais devemos agir
com sabedoria para ganharmos o cônjuge descrente. Sobre isto o professor sobre
isto Luciano de Paula Lourenço, escreveu:
Existem três situações, consideradas mistas, que
podem ocorrer numa convivência entre cônjuges: (a) Existe o caso em que um
homem e uma mulher se casam não sendo crentes, e um deles depois se converte ao
evangelho, e o outro não; (b) Existe o caso de uma pessoa crente que se casa
com uma não crente. Isso ocorre com certa frequência, quando um cristão decide
desobedecer a Deus quanto à escolha de um cônjuge; (c) Existe o caso de duas
pessoas se casarem na igreja, e um dos cônjuges professar ser cristão, mas não
mostrar de forma evidente o fruto do espírito e a salvação depois do casamento.
2. SANTIFICANDO O CÔNJUGE.
A Bíblia afirma que o cônjuge que serve ao Senhor santifica o
não crente (I Co 7.14), ou seja, “o marido incrédulo é santificado no convívio com
a esposa” e vice versa (I Co 7.14), mas isto não garante a salvação automática
para um dos cônjuges, pois um incrédulo não pode ser salvo pela experiência
salvadora do outro.
Esta
santificação, sugerida pelo apóstolo, diz respeito às condições, que se tornam
favoráveis, para que o homem descrente possa manter sua família, por isto que
as mulheres cristãs não podem abandonar seus maridos e vice-versa. Um será
ganho pelo outro através do exemplo (I Pe 3.1-2; I Co 7.16), pois um dos lados
terá a chance para conhecer o evangelho e logicamente será abençoado.
2º Congresso EBD - Pirassununga
Estarei participando do 2º Congresso de EBD em Pirassununga, centro do Estado de SP, 10 a 12 de agosto, portanto anteciparei as publicações do plano de aula e da apresentação da lição.
Nestes dias estará ensinando o Pastor Eliezer de Lira Silva, de Curitiba, comentarista do trimestre.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Lares divididos e o plano perfeito de Deus
Rute - informações essenciais
PROPÓSITO:
Mostrar como três pessoas permaneceram fortes em seu caráter e fieis a Deus mesmo enquanto a sociedade ao seu desmoronava.
AUTOR:
Desconhecido. Alguns pensam que foi Samuel, mas as evidências internas sugerem que provavelmente foi escrito após a morte dele.
DATA:
Algum tempo depois dos juízes (1375 – 1050 a.C.)
PANORAMA:
Um período obscuro na historia de Israel quando as pessoas viviam para agradar a si mesmas, não a Deus (Jz 17.6).
VERSÍCULO CHAVE:
“Disse, porém, Rute: Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus”. (Rt 1.16).
PESSOA CHAVE:
Rute, Noemi e Boaz.
LUGARES CHAVES:
Moabe e Belém.
Informações extraídas da seção “Informações essenciais” – Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Proposta das lições - 2ª parte - 3º trim. 2012
Lição 7 - A divisão espiritual no lar - AD: Curitiba
Por: Ailton da Silva(18) 8132-1510
domingo, 5 de agosto de 2012
Proposta da lição 7
lição 6 - pós aula
Certeza: se você ainda não conheceu
a despensa vazia, se prepare, pois um dia isto acontecerá na sua vida, ou pelo
menos algo semelhante. Já aconteceu nas melhores famílias e linhagens.
Grandes e pequenas igrejas não padecem
necessidades, pois estão bem abastadas, prédios suntuosos, equipamentos, multimídia,
moveis, mas o mesmo não podemos dizer da membrasia. Tem muitos irmãos sofrendo
calados.
Acho que perdemos o costume da
campanha do kilo”.
Conheci uma irmã que sujeitou a
prostituição para saldar o aluguel de sua casa. Um dos irmãos disse a respeito
disto: “certamente Deus permitiu que ela conhecesse este tipo de humilhação, para
dar valor, buscar e confiar mais”, concordo.
O jovem que tinha 5 pães e 2
peixes estava preparado para aquela ocasião, ou foi por acaso que tinha este
alimento em suas mãos?
O maná caia sempre pelas manhãs
para socorro de Israel. Vinha embaladinho e nominal, mas havia uns engraçadinhos
que teimavam em pegar os pacotinhos que não eram para eles.
Outros queriam diminuir os custos
com os deslocamentos ou talvez permaneciam em suas casas, aproveitando o bom
sono da manhã.
Testemunho de uma das alunas: Ela
sempre teve receio de mendigos, mas um dia um bateu em seu portão e pediu um
prato de comida. Quando se deu conta o seu filho (3 anos) estava sentado junto
com o pobre homem, comendo e conversando com ele. No final o mendigo disse: “Dona,
que Deus abençoe esta criança”. Depois disto sua visão e conceito mudaram.
O que adianta detectar as
necessidades e não agir (Tg 2.14-17).
A miscelanêa de milagres de Jesus
prova as suas inúmeras formas de trabalhar.
Não creio em gemidos fingidos, lágrimas
forçadas, por isto que o socorro deve ser priorizado entre os domésticos da fé,
pois fica fácil identificar a necessidade. Tem que ser muito artista para
fingir.
Apesar que já contemplei um grupo
de senhoras entregando uma cesta básica para uma vizinha, pois detectaram a
necessidade, mas no fim de semana seguinte esta mulher que recebeu a cesta
estava churrasqueando até altas horas da noite.
A viúva disse a Eliseu: “Se vira,
resolve o meu problema, você é profeta”.
“Meu marido, teu servo [...], você
sabe que ele temia a Deus”, não tinha como Eliseu ignorar aquela mulher.
O nosso olhar não denuncia a nossa
necessidade.
A profecia de Elias atingiu todos
em Israel, mas Deus havia reservado um lugarzinho especial para que ele vivesse
aqueles terríveis dias. Que providencia bendita, mas um dia o ribeiro secou!
Então Deus ordenou que Elias
fosse a Sarepta para ser sustentado por uma viúva pobre, mas será que ele não estranhou
tal situação? Tirar o último alimento da boca da viúva e do filho. Teríamos coragem
para tal? Mas era Deus que estava ordenando.
O crédito do falecido não serviu
para ele no além, mas serviu para a família no aquém.
sábado, 4 de agosto de 2012
A primeira multiplicação de migalhas
Por duas vezes Jesus multiplicou pães para
alimentar multidões (Mc 6.36-44; 8.59), que acompanhavam-no na esperança de
saciarem a fome material e espiritual. Em outra ocasiao, Deus multiplicou vinte
pães de cevada para saciar a fome de cem homens (II Rs 4.42-44). As viúvas de
Sarepta (I Rs 17.15) e a do profeta (II Rs 4.6) também foram agraciadas com a
bênção da multiplicação.
Todas estas bênçãos foram grandiosas, visíveis,
palpáveis e animadoras, capazes de tirar da cova, do poço, da incredulidade o
mais duro coração. Certamente os personagens envolvidos se alegraram
sobremaneira. Por isto eles retomaram suas vidas normais ou em outros casos,
tomaram novos rumos, ou seja, é facil, gratificante entender e receber a bênção
de Deus na vida quando todos podem contemplar a nossa vitória.
Mas, e quando a bênção não é assim tão visivel?
Quando não é alarmante, quando não sai na midia, nos informativos das igrejas?
A mulher grega, sirio fenicia de nação (Mc
7.26), rogou a Jesus pela libertação da filha, mas ouviu algo que não a
agradou, de principio, principalmente vindo daquele a quem depositara a sua
confiança. O que fazer então? Voltar para sua casa e continuar no sofrimento ou
clamar novamente? Na minha mente imagino o seguinte diálogo:
Mulher: “Me socorre, Mestre de Israel”.
(lágrimas)
Jesus: “Eu tenho que socorrer primeiro Israel”.
Mulher: “Eu sei, mas o que o Senhor veio fazer
aqui na Fenícia, fora de Israel”? (lágrimas)
Jesus: “Eu ouvi o teu clamor, mas preciso que
exercite a sua fé, continue. O que desejas”.
Mulher: “O teu socorro, Mestre”. (lágrimas)
Jesus: “Para você?
Mulher: “Tú não é onisciente? Tú não sabes que
minha filha está miseravelmente endemoniada”?
Jesus: “Eu sei, mas preciso que você mostre que
realmente veio para clamar por ela e não apenas para passear ou para
simplesmente me conhecer superficialmente. Se tú vieste para ter um encontro
comigo, continue”.
Mulher: “Me socorre”! (lágrimas)
Jesus: “Não posso ainda tirar o pão dos filhos
e deitá-lo aos cachorros”. (movido de intima compaixão)
Mulher: “Eu sei, mas quem é que disse que eu
quero o pão inteiro. Eu não sou como muitos, lá do seculo XXI, que buscarão
somente o material, gananciosos, soberbos, que pensarão somente em si mesmos.
Eu não quero o pão inteiro, eu quero somente migalhas”? (lágrimas)
Pausa na conversa.....
Ponto de partida para a bênção. Isto que eu
chamo de prensar Jesus na parede. Que sabedoria, que entendimento, que visão,
que desejo de mudança, que fé.
Aquela mulher não desejava a riqueza,
prosperidade, mudança de sua vida ou da familia, apenas queria ver sua filha
livre da opressão maligna, queria vê-la crescer sadia, bonita, correndo pelo
quintal, na escola, com amigos, feliz, casada, desejo de todas as mães.
Há quanto tempo ela contemplava aquela
situação? Os deuses fenicios, cananeus, etc, não resolveram o seu problema. Que
tristeza ver aquela criança sofrendo, sem solução.
Um dia ela ouviu: “Em Israel, apareceu UM, que
liberta, que atende os pobres, necessitados, viúvas, orfãos e enfermos. Deus
visitou Israel”. Isto a alegrou, mas no mesmo instante veio a tristeza e a
pergunta: “E os estrangeiros, Ele atende”? (lágrimas)
Atende sim, mulher, a voz veio no seu coração.
Basta clamar, mesmo longe Ele te ouvirá e virá te socorrer, Ele mudará o
caminho dele, dará um tempo no ministério entre os israelitas e virá lhe
atender, clame! Esta é a sua única esperança.
Retomando o diálogo:
Mulher: “Eu quero somente migalhas, muitas
migalhas, multiplique as migalhas, eu me contentarei com isto”.
Jesus: “Certeza? Eu costumo atender conforme o
pedido”.
Mulher: “Sim”. (lágrimas e já prevendo a
benção)
Jesus: “Pois bem, pela sua palavra, sua filha
está livre”.
Mulher: Silêncio, interrupção do choro e os que
estavam presenciando o diálogo esperavam alguma reação dela.
Creio que ficou muda, não disse nada. Saiu
correndo em direção à sua casa para contemplar a bênção. Foi gritando,
chorando, tremendo, confiando. O que veria quando abrisse a porta? Veria sua
filha vindo em sua direção, abrançando-a, agradecendo pelo clamor?
Coração palpitando, alma esquentada e
refrigerada ao mesmo tempo. Suas lágrimas corriam pelo rosto sofrido. A região
onde se encontra a divisão da alma e espírito estava agitada.
Abriu o portão, a porta, gritou pela filha e a
viu em pé, livre da opressão, correndo ao seu encontro. Naquele momento, ela se
ajoelhou e disse: “Verdadeiramente há um Deus em Israel”.
Enquanto isto Jesus, vendo tudo de pertinho, do
lado delas, disse bem suvemente: “a hora de vocês chegará. Para isto Eu vim”.
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