domingo, 12 de agosto de 2012

2º Congresso EBD Pirassununga

Não participei do 2º Congresso de Escola Bíblia Dominical, em Pirassununga, como estava programado, pois na saída, havia percorrido apenas 83 km, estava entre Martinópolis e Sagres e sofri uma queda com a moto, ou alguém colidiu na traseira, haja vista o estado que a moto ficou. 

No início pensei que tivesse adormecido, ou cochilado, já aconteceu isto antes na Castelo Branco, mas creio que despertaria com o choque ou queda, no mínimo. Acordei com um rapaz me chamando, dizendo que era socorrista, não acreditei. A única coisa que lembro foi que as 05:58 eu havia parado para verificar a hora. 

Quando o resgate chegou eu ouvi o socorrista se justificando por ter me retirado do local exato da queda, segundo ele eu estava caído no meio da pista. A parte traseira da moto foi toda, praticamente, para cima do tanque, amanhã vou ver o que consigo fazer. Deus sabe o que é melhor para nós.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A divisão espiritual no lar. Plano de aula

TEXTO ÁUREO

Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas ao vosso próprio marido, para que também, se algum não obedece à palavra, pelo procedimento de sua mulher seja ganho sem palavra (I Pe 3.1).

VERDADE PRÁTICA
Ganhe o seu cônjuge para Cristo, através do seu bom testemunho.

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

I Coríntios 7.12-16 
12 – Mas aos outros digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe.
13 – E se alguma mulher tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, não o deixe.
14 – Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos.
15 – Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não esta sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz.
16 – Porque, de onde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? Ou, de onde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?

 

PROPOSTA DA LIÇÃO

  • Deus instituiu a primeira família, pois o homem estava só;
  • Objetivo: convivência pacífica, evitando conflitos;
  • Como criar os filhos longe dos “limites do templo”?
  • “Saber administrar o tempo é um fator que evita conflitos”;
  • Como servir a Deus com impedimentos?
  • O cônjuge convertido deve demonstrar a mudança;
  • O bom testemunho pode ganhar o cônjuge?
  • É uma forma clara e prática de evangelismo no lar;
  • Mas ninguém é salvo pela experiência salvadora do outro.

INTRODUÇÃO

E viu Deus que não era bom que o estivesse só, por isto lhe concedeu uma companheira (Gn 2.18). Este projeto perfeito, família, se tornou o primeiro grupo social ao qual o ser humano foi e é inserido. Neste meio todas as suas “necessidades sentimentais, afetivas e emocionais básicas” são supridas. Portanto não existe uma outra instituição que seja capaz de substituir a família, no tocante à sua atuação durante o processo de formação, desenvolvimento do caráter humano e “socialização do indivíduo”, mas a corrupção do gênero humano atingiu esta instituição e devido a estes ataques ela vem se deteriorando ao longo da história do homem. 

É comum esperarmos ou imaginarmos lares perfeitos, todos servindo ao Senhor, mas por vezes nos deparamos com uma realidade bem diferente. Divisões, contendas, principalmente quando um dos cônjuges expressa a sua fé em Jesus e o outro não, se constituindo isto em um grande drama familiar, fomentado pela divisão espiritual nos lares.

Mas quando a conversão se dá após o casamento, como fica a situação dos cônjuges, caso um dos lados não aceite a nova forma de vida do outro? Os ensinamentos bíblicos nos mostram que tais uniões devem ser mantidas, a qualquer custo e qualquer tentativa ou iniciativa de dissolução deve partir da parte que não professa a fé em Jesus. Mesmo diante dos conflitos que surgem, nestes casos, o cônjuge convertido se torna o principal responsável pela evangelização dos membros de sua família.

Entretanto, na prática, o que ocorre é justamente o contrário, pois geralmente são vistas infindáveis discussões, conflitos de idéias e ideais. Neste caso a melhor atitude evangelística é manter um bom testemunho de vida através da mudança de hábitos. O lado que serve ao Senhor deve ser sábio no falar, no agir para evitar os conflitos e esta boa influência beneficiará os filhos.

I. CONVIVENDO COM O CÔNJUGE NÃO CRENTE
1. A CONVIVÊNCIA COM O CÔNJUGE DESCRENTE. 
Viu Deus que tudo o que havia criado era bom (Gn 1.31), mas a solidão do homem (Gn 2.18) chamou a atenção do Criador, que imediatamente lhe concedeu uma adjutora, Eva, formalizando assim o primeiro casamento e a instituição da primeira família (Gn 2.22), que ao longo dos anos veio sofrendo com a propagação do pecado e degradação da humanidade.

O apóstolo Paulo apresentou algumas instruções acerca do casamento, principalmente quando um dos cônjuges é descrente. Nestes casos o conselho era para que continuassem unidos e não se apartassem (I Co 7.12-16), pois não faz parte do plano divino que o casal se divorcie, mesmo nestas condições (Mt 5.31,32; 19.3-9; Mc 10.2-12), mas se um dia acontecer tal separação, que parta do cônjuge descrente (I Co 7.15).

Nos casos em que houver possibilidade de manutenção da união é necessário que o cônjuge que serve a Deus mantenha a sua integridade, evitando comentários ou discussões a respeito de religião ou igrejas. Outro ponto que deve ser evitado é a exposição de problemas internos da igreja, pois poderá o cônjuge descrente criar uma aversão as coisas de Deus. Para tanto é necessário que as mulheres sejam sujeitas ao vosso próprio marido, para que possa ser ganho sem palavras (I Pe 3.1-2). Isto também se aplica aos homens.

“A convivência com o cônjuge descrente é um desafio à fé”, um verdadeiro campo de batalha e conciliação, onde estarão os dois personagens principais, homem e mulher, ora se degladiando, ora em conformidade. São três os cenários que se apresentam diante de nossa vida, nos quais devemos agir com sabedoria para ganharmos o cônjuge descrente. Sobre isto o professor sobre isto Luciano de Paula Lourenço, escreveu:

Existem três situações, consideradas mistas, que podem ocorrer numa convivência entre cônjuges: (a) Existe o caso em que um homem e uma mulher se casam não sendo crentes, e um deles depois se converte ao evangelho, e o outro não; (b) Existe o caso de uma pessoa crente que se casa com uma não crente. Isso ocorre com certa frequência, quando um cristão decide desobedecer a Deus quanto à escolha de um cônjuge; (c) Existe o caso de duas pessoas se casarem na igreja, e um dos cônjuges professar ser cristão, mas não mostrar de forma evidente o fruto do espírito e a salvação depois do casamento.

2. SANTIFICANDO O CÔNJUGE. 
A Bíblia afirma que o cônjuge que serve ao Senhor santifica o não crente (I Co 7.14), ou seja, “o marido incrédulo é santificado no convívio com a esposa” e vice versa (I Co 7.14), mas isto não garante a salvação automática para um dos cônjuges, pois um incrédulo não pode ser salvo pela experiência salvadora do outro.

Esta santificação, sugerida pelo apóstolo, diz respeito às condições, que se tornam favoráveis, para que o homem descrente possa manter sua família, por isto que as mulheres cristãs não podem abandonar seus maridos e vice-versa. Um será ganho pelo outro através do exemplo (I Pe 3.1-2; I Co 7.16), pois um dos lados terá a chance para conhecer o evangelho e logicamente será abençoado.

2º Congresso EBD - Pirassununga




Estarei participando do 2º Congresso de EBD em Pirassununga, centro do Estado de SP, 10 a 12 de agosto, portanto anteciparei as publicações do plano de aula e da apresentação da lição.

Nestes dias estará ensinando o Pastor Eliezer de Lira Silva, de Curitiba, comentarista do trimestre.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Lares divididos e o plano perfeito de Deus

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

Rute - informações essenciais


PROPÓSITO:
Mostrar como três pessoas permaneceram fortes em seu caráter e fieis a Deus mesmo enquanto a sociedade ao seu desmoronava.

AUTOR:
Desconhecido. Alguns pensam que foi Samuel, mas as evidências internas sugerem que provavelmente foi escrito após a morte dele.

DATA:
Algum tempo depois dos juízes (1375 – 1050 a.C.)

PANORAMA:
Um período obscuro na historia de Israel quando as pessoas viviam para agradar a si mesmas, não a Deus (Jz 17.6).

VERSÍCULO CHAVE:
“Disse, porém, Rute: Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus”. (Rt 1.16).

PESSOA CHAVE:
Rute, Noemi e Boaz.

LUGARES CHAVES:
Moabe e Belém.

Informações extraídas da seção “Informações essenciais” – Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

domingo, 5 de agosto de 2012

Proposta da lição 7

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

lição 6 - pós aula


Certeza: se você ainda não conheceu a despensa vazia, se prepare, pois um dia isto acontecerá na sua vida, ou pelo menos algo semelhante. Já aconteceu nas melhores famílias e linhagens.

Grandes e pequenas igrejas não padecem necessidades, pois estão bem abastadas, prédios suntuosos, equipamentos, multimídia, moveis, mas o mesmo não podemos dizer da membrasia. Tem muitos irmãos sofrendo calados.

Acho que perdemos o costume da campanha do kilo”.

Conheci uma irmã que sujeitou a prostituição para saldar o aluguel de sua casa. Um dos irmãos disse a respeito disto: “certamente Deus permitiu que ela conhecesse este tipo de humilhação, para dar valor, buscar e confiar mais”, concordo.

O jovem que tinha 5 pães e 2 peixes estava preparado para aquela ocasião, ou foi por acaso que tinha este alimento em suas mãos?

O maná caia sempre pelas manhãs para socorro de Israel. Vinha embaladinho e nominal, mas havia uns engraçadinhos que teimavam em pegar os pacotinhos que não eram para eles.

Outros queriam diminuir os custos com os deslocamentos ou talvez permaneciam em suas casas, aproveitando o bom sono da manhã.

Testemunho de uma das alunas: Ela sempre teve receio de mendigos, mas um dia um bateu em seu portão e pediu um prato de comida. Quando se deu conta o seu filho (3 anos) estava sentado junto com o pobre homem, comendo e conversando com ele. No final o mendigo disse: “Dona, que Deus abençoe esta criança”. Depois disto sua visão e conceito mudaram.

O que adianta detectar as necessidades e não agir (Tg 2.14-17).

A miscelanêa de milagres de Jesus prova as suas inúmeras formas de trabalhar.

Não creio em gemidos fingidos, lágrimas forçadas, por isto que o socorro deve ser priorizado entre os domésticos da fé, pois fica fácil identificar a necessidade. Tem que ser muito artista para fingir.

Apesar que já contemplei um grupo de senhoras entregando uma cesta básica para uma vizinha, pois detectaram a necessidade, mas no fim de semana seguinte esta mulher que recebeu a cesta estava churrasqueando até altas horas da noite.

A viúva disse a Eliseu: “Se vira, resolve o meu problema, você é profeta”.

“Meu marido, teu servo [...], você sabe que ele temia a Deus”, não tinha como Eliseu ignorar aquela mulher.

O nosso olhar não denuncia a nossa necessidade.

A profecia de Elias atingiu todos em Israel, mas Deus havia reservado um lugarzinho especial para que ele vivesse aqueles terríveis dias. Que providencia bendita, mas um dia o ribeiro secou!

Então Deus ordenou que Elias fosse a Sarepta para ser sustentado por uma viúva pobre, mas será que ele não estranhou tal situação? Tirar o último alimento da boca da viúva e do filho. Teríamos coragem para tal? Mas era Deus que estava ordenando.

O crédito do falecido não serviu para ele no além, mas serviu para a família no aquém.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

sábado, 4 de agosto de 2012

A primeira multiplicação de migalhas


Por duas vezes Jesus multiplicou pães para alimentar multidões (Mc 6.36-44; 8.59), que acompanhavam-no na esperança de saciarem a fome material e espiritual. Em outra ocasiao, Deus multiplicou vinte pães de cevada para saciar a fome de cem homens (II Rs 4.42-44). As viúvas de Sarepta (I Rs 17.15) e a do profeta (II Rs 4.6) também foram agraciadas com a bênção da multiplicação.

Todas estas bênçãos foram grandiosas, visíveis, palpáveis e animadoras, capazes de tirar da cova, do poço, da incredulidade o mais duro coração. Certamente os personagens envolvidos se alegraram sobremaneira. Por isto eles retomaram suas vidas normais ou em outros casos, tomaram novos rumos, ou seja, é facil, gratificante entender e receber a bênção de Deus na vida quando todos podem contemplar a nossa vitória.

Mas, e quando a bênção não é assim tão visivel? Quando não é alarmante, quando não sai na midia, nos informativos das igrejas?

A mulher grega, sirio fenicia de nação (Mc 7.26), rogou a Jesus pela libertação da filha, mas ouviu algo que não a agradou, de principio, principalmente vindo daquele a quem depositara a sua confiança. O que fazer então? Voltar para sua casa e continuar no sofrimento ou clamar novamente? Na minha mente imagino o seguinte diálogo:

Mulher: “Me socorre, Mestre de Israel”. (lágrimas)

Jesus: “Eu tenho que socorrer primeiro Israel”.

Mulher: “Eu sei, mas o que o Senhor veio fazer aqui na Fenícia, fora de Israel”? (lágrimas)

Jesus: “Eu ouvi o teu clamor, mas preciso que exercite a sua fé, continue. O que desejas”.

Mulher: “O teu socorro, Mestre”. (lágrimas)

Jesus: “Para você?

Mulher: “Tú não é onisciente? Tú não sabes que minha filha está miseravelmente endemoniada”?

Jesus: “Eu sei, mas preciso que você mostre que realmente veio para clamar por ela e não apenas para passear ou para simplesmente me conhecer superficialmente. Se tú vieste para ter um encontro comigo, continue”.

Mulher: “Me socorre”! (lágrimas)

Jesus: “Não posso ainda tirar o pão dos filhos e deitá-lo aos cachorros”. (movido de intima compaixão)

Mulher: “Eu sei, mas quem é que disse que eu quero o pão inteiro. Eu não sou como muitos, lá do seculo XXI, que buscarão somente o material, gananciosos, soberbos, que pensarão somente em si mesmos. Eu não quero o pão inteiro, eu quero somente migalhas”? (lágrimas)

Pausa na conversa.....

Ponto de partida para a bênção. Isto que eu chamo de prensar Jesus na parede. Que sabedoria, que entendimento, que visão, que desejo de mudança, que fé.

Aquela mulher não desejava a riqueza, prosperidade, mudança de sua vida ou da familia, apenas queria ver sua filha livre da opressão maligna, queria vê-la crescer sadia, bonita, correndo pelo quintal, na escola, com amigos, feliz, casada, desejo de todas as mães.

Há quanto tempo ela contemplava aquela situação? Os deuses fenicios, cananeus, etc, não resolveram o seu problema. Que tristeza ver aquela criança sofrendo, sem solução.

Um dia ela ouviu: “Em Israel, apareceu UM, que liberta, que atende os pobres, necessitados, viúvas, orfãos e enfermos. Deus visitou Israel”. Isto a alegrou, mas no mesmo instante veio a tristeza e a pergunta: “E os estrangeiros, Ele atende”? (lágrimas)

Atende sim, mulher, a voz veio no seu coração. Basta clamar, mesmo longe Ele te ouvirá e virá te socorrer, Ele mudará o caminho dele, dará um tempo no ministério entre os israelitas e virá lhe atender, clame! Esta é a sua única esperança.

Retomando o diálogo:
Mulher: “Eu quero somente migalhas, muitas migalhas, multiplique as migalhas, eu me contentarei com isto”.

Jesus: “Certeza? Eu costumo atender conforme o pedido”.

Mulher: “Sim”. (lágrimas e já prevendo a benção)

Jesus: “Pois bem, pela sua palavra, sua filha está livre”.

Mulher: Silêncio, interrupção do choro e os que estavam presenciando o diálogo esperavam alguma reação dela.

Creio que ficou muda, não disse nada. Saiu correndo em direção à sua casa para contemplar a bênção. Foi gritando, chorando, tremendo, confiando. O que veria quando abrisse a porta? Veria sua filha vindo em sua direção, abrançando-a, agradecendo pelo clamor?

Coração palpitando, alma esquentada e refrigerada ao mesmo tempo. Suas lágrimas corriam pelo rosto sofrido. A região onde se encontra a divisão da alma e espírito estava agitada.

Abriu o portão, a porta, gritou pela filha e a viu em pé, livre da opressão, correndo ao seu encontro. Naquele momento, ela se ajoelhou e disse: “Verdadeiramente há um Deus em Israel”.

Enquanto isto Jesus, vendo tudo de pertinho, do lado delas, disse bem suvemente: “a hora de vocês chegará. Para isto Eu vim”.

 Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

pós aula lição 5 - 03/08/2012


Será que a profetisa Ana pediu para segurar o menino Jesus no colo? Mulher nenhuma resiste a isto. Quando vê um recém-nascido o instinto feminino entra em ação. Particularmente acredito que aquela senhora, sem filhos e logicamente sem netos, não resistiu. Ela fez este “pedido” à Maria, alias este era o único “pedido” que a mãe poderia atender, somente este.

Ana contemplou o menino Jesus, indefeso, um bebezinho, mas esta bênção não lhe foi concedida logo no primeiro dia de oração. Creio que se dedicava a Deus e todos os dias estava orando e jejuando. Então no meio desta campanha de oração recebeu a sua bênção. E nos queremos que tudo aconteça no primeiro momento de oração.

Quantos viúvos que de uma hora para outras saem às ruas, corridinhas em parques, academias, shoppings, baile 3ª idade, mas nunca fizeram isto quando estavam casados. Porque a mudança? Novos atores sociais, a viuvez pede isto. Outros casos preferem servir a Deus com mais vigor.

Quantas mulheres que não tem acesso aos assuntos do marido? Bancos, contas, direitos, deveres? Quando ficarem viúvas certamente encontrarão dificuldades, mas terão que dar conta de tudo isto. Novos atores sociais em ação.

Viúva de Naim, não chores! Não chores diante deste sofrimento duplo? Viúva, sem filhos e pobre! Eu vou é fazer escândalo, gritar para todos ouvirem! Século XXI.

Jesus se comoveu de intima compaixão pela situação da viúva de Naim e não se aproveitou do sofrimento para tirar o último centavo dela. Nestes casos eram elas que deveriam dar (Lc 21.2).

Os fariseus eram mestres para tirarem os centavos das viúvas. Há tanto tempo vivendo sob a legislação mosaica e não cumpriam, não socorriam.

Perguntei para as irmãs presentes se elas teriam coragem de se sujeitarem a lei do levirato, caso estivessem em Israel naquela época. Algumas disseram que não, outras sim, depois chegaram a conclusão que faziam isto ou morriam na pobreza.

Depois dirigi aos homens a mesma pergunta, supondo que lei previsse para nós o direito de casarmos com outras, escolhermos alguém da mesma família, certamente colocaríamos em fila e escolheríamos a que fosse agradável aos olhos. Imaginem as respostas!

Conclusão: mesmo o levirato sendo uma espécie de socorro, as mulheres se esforçavam sobremaneira para se sujeitarem novamente a outro relacionamento, mas era melhor aceitarem, caso contrário sofreriam. O Israel de coração duro.

Se fossem famílias boas, prazeirosas, certamente as mulheres não se esforçariam tanto, mas se fossem homens violentos, maus, contendeiros, blasfemadores, idolatras, misturados, contaminados com a cultura do Oriente Médio da época?

Se fosse uma família como a de Noemi, mulher nenhuma rejeitaria. Que nos diga Rute, a moabitinha decente, crente e fiel.

Quando Noemi ordenou que suas duas noras retornassem para suas famílias moabitas, elas recusaram. Sua última tentativa para deixá-las em suas terras foi quando disse que não tinha mais idade para gerar filhos.

A gota d’água para Órfã foi ouvir da sogra que mesmo, “SE FOSSE HOJE”, quando um suposto novo filho de Noemi tivesse idade suficiente para casar, certamente ela estaria quase no final de sua carreira. Pronto, ela beijou a sogra e voltou para Moabe. O desejo dela era um casamento e não auxiliar a sogra viúva.

Rute ao ouvir isto da sogra disse: “Teu povo, teus caminhos, teu Deus são também os meus”. Eu quero virar CRENTE EM JEOVÁ. ORE POR MIM, ESTOU ACEITANDO ELE COMO SALVADOR DA MINHA VIDA”.

Rute gostava muito de Noemi, pois em Judá se sujeitou a respiga e foi ao campo. Foi mais ou menos como dizer: “MINHA SOGRA, cuide da casa que eu cuido do sustento”. A nora gostava muito de sua sogra e vice versa.

De que forma Deus ORDENOU (I Rs 17.9) que a viúva de Sarepta sustentasse Elias? Visão, sonhos, anjos, Teofania, algum outro profeta que antecedeu a chegada de Elias? Como? Como? Como? Como?

Será que Deus ORDENOU da mesma forma como se revelou a Cornélio (At 10.3)? Um gentio, que teve uma visão antes de receber a bênção de Deus.

Seja lá como foi a comunicação Deus/viúva, certamente ela estava preparada e quando Elias apareceu, ela deve ter pensado: “É este, Oh! Deus de Israel, confirma a bênção”! Por isto que ela disse: “Vive o Senhor teu Deus, Elias”.

Não esperem nada de mim em velório, alias no penúltimo, fui proibido de entrar, pois uma amiga me disse: “pelo amor de Deus, fique aqui fora, você não serve para este momento, é capaz dos vivos morrerem também olharem para você”.

Há alguns dias atrás atendi uma senhora que me disse: “ele era ruim, não me inteirava a respeito dos assuntos, não saia comigo, mas está fazendo uma FALTA tremenda”. E começou a chorar. Eu fique sem ação, não sabia o que responder. Ela ainda estava na primeira semana de viuvez.

Certa feita vi um viúvo muito triste no velório da esposa. As pessoas ao fundo diziam: “ele não dura 1 ano sem ela, diabetes, problemas com alimentação, tristeza e solidão”. Não durou 1 ano mesmo.

“Me leve, vou junto, acabou minha vida, não vivo sem ele(a), estou arrasado(a), vou entrar na urna e blá, blá, blá....”. No outro dia, eles estão no cartório se inscrevendo para novos casamentos.

O irmão coordenador contou no final esta: “Me leve, vou junto, acabou minha vida, não vivo sem ele(a), estou arrasado(a), vou entrar na urna e blá, blá, blá...”. Quando estava perto da cova a pessoa escorregou e caiu dentro, então ela gritou, “ME TIREM DAQUI, ME TIREM DAQUI”.

Para finalizar: Rute e Noemi quando saíram de Moabe já sabiam o que Deus faria em suas vidas em Judá. Foram embora confiantes que seriam socorridas, felizes e que a moabitinha seria incluída no seleto rol de homens e mulheres que fizeram parte da genealogia messiânica. Oh glória!

SABIAM NADA! Esperavam somente o alimento delas de cada dia e possivelmente um novo casamento para Rute, somente isto. Saíram pobres, sem esperanças, tristes, mas CONFIANDO EM Deus. É desta forma que os viúvos e viúvas devem se comportar 

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Atividade: início da aula, lição 6

Sugestão de atividade para lição 6, irmã Sulamita. Tudo a ver com o tema da lição, muito bem elaborado:

"Em seguida, distribuam chocolates somente para a metade da turma. E, continuem falando sobre o tema da aula e observem as reações dos alunos.
Alguém certamente falará que não recebeu, outro vai dizer que quer receber, outro vai questionar porque não tem para todos etc.
Então, falem: As condições financeiras para adquirir alimento não são iguais para todos, há pessoas que tem o que comer diariamente, outras que estão passando por situações difíceis e a despensa está vazia.
Mas, perguntem: Como podemos resolver esta situação?
Aguardem que algum aluno tenha a iniciativa de repartir o chocolate com o colega, caso isto não aconteça, solicitem que os alunos dividam o chocolate com os que não possuem".

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/search/label/Subs%C3%ADdio%203o.%20Trimestre%202012

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

A despensa vazia. Plano de aula


O QUE TEMOS EM CASA?
DEUS – JUIZ DAS VIÚVAS
DEUS – PAI DOS ORFÃOS
CRÉDITO – DÉBITO = BÊNÇÃO
O CRÉDITO (COM DEUS) ERA DO MARIDO

O DÉBITO (COM O HOMEM) ERA DA VIÚVA

O CRÉDITO FOI BEM MAIOR QUE O DÉBITO

TEXTO ÁUREO

Fui moço e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão (Sl 37.25).

VERDADE PRÁTICA

Mesmo em meio à escassez, cremos que o Senhor é poderoso para suprir, em glória, todas as nossas necessidades.

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – II Reis 4.1-7.

1 - E uma mulher das mulheres dos filhos dos profetas, clamou a Eliseu dizendo: Meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que o teu servo temia ao Senhor; e veio o credor a levar-me os meus dois filhos para serem servos.
2 - E Eliseu lhe disse: Que te hei de eu fazer? Declara-me que é o que tens em casa. E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite.
3 - Então, disse ele: Vai pede para ti vasos emprestados a todos os teus vizinhos, vasos vazios, não poucos.
4 - Então, entra, e fecha a porta sobre ti e sobre teus filhos, e deita o azeite em todos aqueles vasos, e põe à parte o que estiver cheio.
5 - Partiu, pois, dele e fechou a porta sobre si e sobre seus filhos, e eles lhe traziam os vasos, e ela os enchia.
6 - E sucedeu que, cheios que foram os vasos, disse a seu filho: Traze-me ainda um vaso. Porém ele lhe disse: Não há mais vaso nenhum. Então, o azeite parou.
7 - Então, veio ela e o fez saber ao homem de Deus; e disse ele: Vai, vende o azeite e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto.

PROPOSTA DA LIÇÃO:
  • Uma viúva de um homem fiel? Ela não se desesperou;
  • Mas a dívida era alta. Perderia seus filhos para o credor;
  • A família dependia dela para sobreviver;
  • A mudança começou pelo que ela possuía em sua casa;
  • Seria possível uma pobre viúva sustentar um profeta?
  • Uma multidão ser alimentada com 5 pães e 2 peixes?
  • Pão: caiu do céu para Israel. Corvos trouxeram para Elias;
  • Igreja primitiva alimentando e socorrendo;
  • Fé sem obras e amor somente de palavras? Não!
INTRODUÇÃO
Deus supre nossas necessidades, através de seus cuidados e a mesma preocupação devemos ter em relação aos pobres e necessitados. Os nossos recursos são multiplicados para que nossas carências básicas sejam supridas e para que possamos alimentar os famintos (II Co 8.14; II Rs 4.42-44).

As necessidades sempre estiveram ao lado do homem no decorrer de sua história, tanto que o próprio salmista já previa esta situação calamitosa, mesmo para aqueles que serviam ou servem a Deus com zelo (Sl. 37.25). Para tais, deixou em seus registros a certeza de que Deus jamais deixaria ou deixará de prover o sustento, tanto para o necessitado quanto para a sua descendência.

a) Homem de Deus x despensa vazia:
  • É possível um servo de Deus se deparar com a despensa vazia? E com a escassez de recursos materiais? São muitos os fatores que contribuem para esta situação: “morte do provedor ou o descaso deste para com os seus dependentes, desemprego, doenças, etc”.
b) Despensa vazia x suficiência de Deus (Mt 6.26; Fp 4.19):
  • Como Deus se manifesta aos teus servos diante deste grande drama social? Deus nos socorre em nossas necessidades e aflições (Sl 40.17), por vezes, de forma individual (Sl 37.25), ou coletivamente, pois como Criador, conhece muito bem as nossas necessidades, por isto somos instados a crermos em suas providências, mesmo que as condições não sejam tão favoráveis.
c) Despensa vazia x responsabilidade social da igreja:
  • A igreja possui uma responsabilidade social e deve demonstrar sua solicitude pelos pobres e necessitados, socorrendo a todos, mas principalmente aos domésticos da fé (Gl 6.10).
I. LUTANDO CONTRA O IMPREVISTO
1. A VIUVEZ. 
O que havia sobrado para aquela mulher? Dividas e preocupações. Esta foi a herança deixada pelo seu marido profeta. Viúva, sem dinheiro e com filhos para criar, o que poderia ser pior? Nada neste mundo é tão ruim que não possa piorar! Apareceram os credores para levarem seus filhos como pagamento (cfe Lv 25.39-40). Ficaria viúva e sem filhos na miséria.

O seu marido havia andado na presença de Deus, mas uma calamidade atingiu aquela família, após a sua morte. Ela não se desesperou, procurou o socorro na pessoa certa e foi atendida. A forma como interpelou o profeta foi a concretização e materialização de sua fé (I Rs 4.1).

Ela não tinha como depositar sua fé a não ser em Deus, pela instrumentalidade do profeta Eliseu. Não poderia ficar ali, vendo seus filhos morrendo de fome e como presas fáceis para os credores. Agüentaria esperar até chegar o ano do jubileu para reaver seus filhos? Isto demoraria muito (Ex 21.2-7; Lv 25.39-40). Tomou a decisão correta, expôs o seu caso e confiou na palavra do profeta.

2. A DÍVIDA. 
A Bíblia não revela o montante da dívida deixada pelo falecido, mas era alta, pois seria necessário os dois filhos para que fosse quitado o débito (II Rs 4.1), conforme estabelecido pela lei mosaica (Lv 25.39,40). O credor não estava errado, não era mau, estava no gozo de seu direito, não poderia ser repreendido por ninguém (Ex 21.7).

Mas, qual terá sido o motivo de tamanha divida? Josefo discorre sobre isto da seguinte forma:

A viúva de Obadias, mordomo do rei Acabe, veio dizer ao profeta que, não tendo meios de restituir o dinheiro que seu marido havia emprestado para alimentar os cem profetas que, como Eliseu devia saber, ele salvara da perseguição de Jezabel, os credores queriam tomá-la como escrava e também aos seus filhos. E, por causa dessa dificuldade em que se encontrava, recorria a ele, para rogar que tivesse piedade dela.

Eliseu perguntou-lhe se ela possuía alguma coisa. A mulher respondeu que só lhe restava um pouco de óleo. O profeta então mandou-lhe que tomasse emprestado dos vizinhos algumas vasilhas vazias, fechasse a porta do quarto e enchesse os vasos com óleo, com a firme confiança de que Deus os encheria a todos.

Ela fez o que ele ordenou, e a promessa do profeta realizou-se. Ela foi logo contar-lhe o resultado. Ele disse-lhe então que vendesse o óleo: uma parte do dinheiro serviria para pagar as dívidas, e o resto deveria ser guardado para sustentar os filhos. Assim, ele satisfez a pobre mulher e livrou-a da perseguição dos credores. JOSEFO (Livro Nono, capítulo 2).

3. A SOLUÇÃO. 
Aquela pobre mulher foi ao encontro de Eliseu, ciente de que Deus a atenderia. Não se preocupou com conformidades, convenções, tradições ou regras. Ela entendeu o perigo que sua familia corria, por isto não mediu esforços. Seu pedido foi em relação a seus filhos, pois poderiam ser levados como escravos, mas as consequências desta situação seriam ainda maiores e duramente sentidas por ela. Escravidão, fome, miséria e desprezo.

Eliseu, movido de compaixão, pois conhecia a história do falecido, se colocou como instrumento para a realização do milagre da multiplicação do azeite, mas como operar diante daquela situação? Num lampejo divino, fez a pergunta certa e foi direto ao “mapa da mina”: “O que tens em casa”?

Ao final da história a quantidade foi suficiente para pagar toda a divida e ainda a pobre mulher contemplou uma reserva, lá no canto da casa, pela qual sobreviveram toda a família (II Rs 4.1-7). Ela recebeu muito mais do que havia pedido. Seus filhos foram livres da escravidão mediante a manifestação do azeite.

O crédito utilizado por aquela viúva foi a vida temente do marido e quando esteve diante do débito, deixado por ele, contemplou a reversão de sua situação. A sua bênção foi justamente a diferença entre o crédito e débito, pois como avaliar o preço da liberdade e da prosperidade daquela família? Venda o azeite e viva do resto que sobrou, ou seja, viva com o que é teu e não com o que é dos outros.

II. DEUS AGE COM O QUE VOCÊ TEM
1. A BOTIJA DE AZEITE. 
O que havia restado para aquela pobre viúva? Uma pequena botija de azeite (II Rs 4.2). Para uma pergunta simples e direta a resposta foi rápida, eficiente, sem rodeios, mas desanimadora. Como esperar que a quantidade de azeite que havia na botija pudesse ser suficiente para aliviar a dor e o sofrimento daquela mulher? Após a intervenção e o socorro de Deus o pouco se tornou muito. Sobre isto o professor Luciano de Paulo Lourenço discorreu:

Moisés - tinha uma vara: “… e os filhos de Israel passaram pelo meio do mar em seco…” (Êx 14:16,21, 22).
Sansão - tinha uma queixada de um jumento: “… e feriu com ela mil homens.” (Jz 15:15).
Davi - tinha uma funda e cinco pedras: “E assim… prevaleceu contra o gigante filisteu…” (1Sm 17:40,50).
A viúva de Sarepta - tinha farinha na panela e azeite na botija: “… e assim comeu ela… e a sua casa muitos dias” (1Rs 17:12,14,15).
Elias - tinha uma capa: “… e passaram ambos (Elias e Eliseu) o rio Jordão em seco.” (2Rs 2:8).
Os discípulos - tinham cinco pães e dois peixinhos: “… e deram de comer a quase cinco mil pessoas.” (Mc 6:37-44).  
O apóstolo Pedro - tinha unção e poder e disse ao paralítico: “Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta e anda.” (At 3:6).
A mulher do profeta - tinha apenas uma botija de azeite. E foi a partir desta botija de azeite que Deus operou o milagre: “E sucedeu que, todos os vasos foram cheios…” (2Rs 4:2,6,7). O milagre, portanto, depende do que se têm.

Ela foi orientada, por Eliseu, a pedir vasos emprestados a seus vizinhos, o máximo que pudesse recolher. Depois deveria encher todos os vasos com o azeite que tinha em sua botija, mas isto deveria ser feito com as portas de sua casa fechadas.

Deus multiplica o pouco que temos (I Rs 17.14) e o transforma em muito e necessário, bem mais do que aquilo que pedimos ou pensamos (Ef 3.20), mas somente a partir do momento que oferecemos a Ele este nosso pouco.

A viúva buscou a Deus e conheceu como o “pai de órfãos e juiz de viúvas” (Sl 68.5). Ele é também o socorro bem presente na angústia” (SI 46.1).

2. A FARINHA NA PANELA. 
Elias havia profetizado sobre a seca em Israel, a qual também o atingiu, por isto recebeu a ordem divina de ir à Sarepta, uma pequena cidade da Fenícia, porque ali seria sustentado por uma viúva, que também sofria devido aquela tragédia natural (I Rs 17.8-9). Pela lógica humana, o profeta deveria procurar socorro nos palácios, nas autoridades, entre a nobreza, mas estes eram justamente os que perseguiam o seu ministério.

É paradoxal imaginar Elias sendo sustentado por uma mulher viúva. Que estava em situação semelhante ou pior, mas isto serviu para provar que Deus não esquece os filhos seus e tampouco desampara os necessitados, independente da nacionalidade e crença. Aquela viúva socorreu o profeta, mesmo sem ter condições para tal e por isto foi de igual forma socorrida por Deus em suas necessidades.

Aquela refeição servida, por ela, não foi a última como havia predito, mas sim a primeira de muitas, pois ela acreditou na palavra: “vai e faze conforme a tua palavra. Porém faze disso primeiro para mim um bolo pequeno”.

3. CINCO PÃES E DOIS PEIXES. 
Jesus alimentou uma grande multidão com apenas cinco pães de cevada e dois peixinhos (Jo 6.9), de um jovem precavido que não se importou em doar o pouco que tinha. Mesmo que a quantidade, aos olhos humanos, fosse matematicamente insuficiente, isto não se tornou obstáculo para que todos fossem saciados. A multiplicação foi tamanha que ainda sobraram doze cestos cheios de pedaços de pães (Jo 6.13).

Este milagre é um dos “que mais exerce fascínio nos seres humanos porque atinge seu maior drama: a escassez”. Assim como o exemplo da viúva do profeta, da viúva de Sarepta, este acontecimento nos prova o quanto o pouco pode virar muito, desde que seja depositado nas mãos do Senhor.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Programa Escola Bíblica Dominical

Todos os sábados, a partir das 12 horas


Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

Uma grande verdade



Manassés, rei de Israel, é um de meus personagens favoritos. Tenho certa atração por gente problemática e emblemática. Gosto de estudar Saul, que ora profetiza cheio do Espírito Santo, ora desobedece a Deus e tenta matar Davi. 

Gosto de Sansão, que depois de barbarizar com os filisteus, faz a sua derradeira oração e por fim morre por causa de sua imaturidade e é incluído na galeria da fé de Hebreus.

Manassés é o perfeito exemplo da misericórdia em ação. Primeiro diz-se que ninguém errou mais que ele. Porém, surpreendentemente, Manassés depois de preso e torturado se arrepende e ora ao Senhor pedindo misericórdia. Manassés não merecia o perdão, mas eu também não! Ninguém merece. Somos perdoados pela graça e pela misericórdia e, por mais que as consequências do pecado sejam inevitáveis, Deus sempre dá uma nova chance àqueles que sinceramente desejarem mudar de atitude e recomeçar. A Bíblia não fala que tudo de mal foi esquecido, mas fala que Manassés mudou de postura e agiu de maneira reta nos seus últimos dias.

Texto extraído: Manancial, 30/07. União feminina missionária Batista do Brasil. Rio de Janeiro, 2012.


Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

28) O sinal de Jonas - segundo os 4 evangelistas


MATEUS 12.38-45
  • 38 – Os escribas e fariseus se uniram e pediram um sinal a Jesus;
  • 39 – Eles pediram um sinal visível e ouviram algo que não agradou, mas que os incitou à reflexão;
  • 40 – O que tinha a ver Jonas, os 3 dias dentro do ventre da baleia, o Filho do Homem, 3 dias e 3 noites e o seio da terra?
  • 41 – Agora veio a irritação: citar os ninivitas e os colocar em posição privilegiadas, como juízes sobre eles. Os ímpios e cruéis?
  • 42 – Agora foi a gota d’agua para eles. Quem era aquela mulher para que também os julgasse?
  • 43 – 45 – Se tivessem pedras por perto, certamente apedrejariam Jesus, pois a história se inverteu. Os atormentados por espíritos imundos agora eram eles (cfe Mc 3.30)

MARCOS
  • Não há registros.

LUCAS 11.29-32
  • 29 – A multidão pediu um sinal (v. 16), Mateus especificou a origem do pedido, os fariseus e escribas;
  • 30 – Jonas foi sinal para os ninivitas, sinal de possibilidades, da mesma forma Jesus seria para Israel;
  • 31 – cfe Mt 12.42;
  • 32 – cfe Mt 12.41

JOÃO
  • Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: A família de Jesus.

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

Crédito - débito = bênção!


Os dois filhos olhando para a mãe, sem entenderem: "mas o que é isto, porque não para de sair azeite desta botijinha"? Ela respondeu: "Seu pai, tanto nos ensinou e falou acerca deste Deus, olha aí a prova".

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510