sexta-feira, 14 de setembro de 2012

As dores do abandono. Plano de aula.


TEXTO ÁUREO
Deus faz que o solitário viva em família; liberta aqueles que estão presos em grilhões; mas os rebeldes habitam em terra seca(Sl 68.6).

VERDADE PRÁTICA
Ainda que sejamos abandonados por parentes, amigos ou irmãos, Deus jamais nos desamparará.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
II Timóteo 4.9-18.
9 - Procura vir ter comigo depressa.
10 - Porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica; Crescente, para a Galácia, Tito, para a Dalmácia.
11 - Só Lucas está comigo. Toma Marcos e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério.
12 - Também enviei Tíquico a Éfeso.
13 - Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos.
14 - Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segundo as suas obras.
15 - Tu, guarda-te também dele, porque resistiu muito às nossas palavras.
16 - Ninguém me assistiu na minha primeira defesa; antes, todos me desampararam. Que isto lhes não seja imputado.
17 - Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que, por mim, fosse cumprida a pregação e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão.
18 - E o Senhor me livrará de toda má obra e guardar-me-á para o seu Reino celestial; a quem seja glória para todo o sempre. Amém!

PROPOSTA DA LIÇÃO
  • Doenças: somos abandonados no momento mais difícil;
  • Vícios: motivados pela carência afetiva, alguns casos;
  • Melhor idade: desamparo, abandono;
  • Desemprego: amigos e familiares desaparecem;
  • Davi e Jônatas, Noemi e Rute, grandes amizades;
  • Igreja: local onde vencemos a solidão e o abandono;
  • Elias, você não está só, ainda restam 7.000 fiéis;
  • Abraão, amigo de Deus. Lázaro, amigo de Jesus;
  • E nós? Não ficamos órfãos, o Consolador foi enviado

INTRODUÇÃO
O abandono é um dos maiores dramas de relacionamento e é tão cruel quanto a inveja. Sua marca registrada é a separação, rejeição, despreocupação, justamente nos momentos de angustia e aflições, mas o que nos alegra é sabermos que Deus jamais nos esquece, conhece-nos e nos chama pelo nome, Ele não nos deixou órfãos (Jo 14.16).

O fato gerador desta situação é o egocentrismo humano que impede de atentarmos para o outro, por isto muitos estão a mercê do abandono, desprezo, solidão até mesmo dentro das igrejas. Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“O abandono é uma das piores experiências pelas quais um ser humano pode passar. Pense em um soldado sendo abandonado para morrer em um campo de combate; ou um pastor, que depois de dedicar toda a sua vida á igreja, ser abandonado por ela na velhice, ou ainda um bebê sendo deixado de lado por sua própria mãe”.

A instituição que mais sofre com este drama é a família, que constantemente é atacada pelo Maligno, que tenta desestruturar seus membros com a intenção de atingir a sociedade. Estes ataques e posteriores abandonos acontecem justamente nos momentos que mais precisamos do amparo e do acompanhamento.

I. O ABANDONO FAMILIAR
1. NA DOENÇA
Ninguém está imune ás doenças, mesmo aqueles que professam a fé em Jesus (Gn 3.16-19), por isto, quando enfermos, precisamos de ajuda e auxilio especializados e apoio familiar, mas o que vemos são muitos casos de abandonos, devido ao estresse, principalmente nos casos crônicos inclusive diante da doença do cônjuge, atitude estas totalmente reprovada por Deus (Mt 19.6).

A queda humana fragilizou o próprio homem no que diz respeito a sua saúde e atingiu também a Terra, pois ela se tornou maldita (Gn 3.17), colaborando assim para o desgaste do corpo humano favorecendo o desequilibro e degeneração do nosso organismo, levando-nos ao pó.

2. NO VICIO
Geralmente é na fase da adolescência que se conhece e que se inicia o consumo do fumo , álcool e até drogas ilícitas, um dos ardis do Maligno (I Pe 5.8). Muitos entram no submundo das drogas por carência efetiva, curiosidade ou para ser aceito por um determinado grupo social. A pessoa viciada perde a noção do certo ou do errado e, para satisfazer o vício, é capaz de roubar e até mesmo matar. Alguns cometem suicídios porque se sentem sozinhos e abandonados por amigos e familiares. Lidar com viciados não é tarefa fácil. Mas é nessa hora que a família precisa fazer-se presente e estar unida para ajudá-los (I Tm 5.8).

3. NA MELHOR IDADE
A terceira idade, também chamada de melhor idade, é composta por aqueles que passaram dos sessenta anos. Em nossa sociedade, os idosos não são prezados, e algumas famílias chegam até a desampará-los. Muitos são colocados em casas de repouso, ou asilos, e lá permanecem sem assistência alguma. As escrituras relatam que os mais velhos devem ser respeitados e ouvidos pelos mais novos (Js 23.1-2; Lm 5.12,14; Ef 6.1-3). Esta fase da vida é “talvez o momento em que as pessoas mais precisam de assistência por parte dos seus familiares, em razão do esmaecimento das forças com as conseqüente doenças”.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

a parábola do crescimento da semente - segundo os 4 evangelistas

MATEUS
  • Não há registro.
MARCOS 4.26-29
  • 26 - O reino de Deus foi comparado ao ato de um homem lançar a semente na terra;
  • 27 – E dormisse, levantando depois, visse a semente, não no buraco, no fundo da terra, mas sim brotada e crescida sem saber como;
  • 28 – A terra por si só mesmo frutifica, primeiro a erva, depois a espiga e por ultimo o grão cheio na espiga;
  • 29 – E quando o fruto aparece, junto com ele vem a foice para ceifar porque chegou a hora.

LUCAS 8.9-18
  • Não há registros.

JOÃO
  • Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: A parábola da candeia.

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

 Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

Pré Aula_Lição 12: As dores do abandono - Prof.Dr. Caramuru



Por: Ailton da Silva(18) 8132-1510

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Lição 12 - As dores do abandono - AD de Curitiba



Por: Ailton da Silva(18) 8132-1510

II Reis - informações essenciais


PROPÓSITO:
Mostrar a destruição que está reservada a todos aqueles que se recusam a ter Deus como seu verdadeiro líder.

AUTOR:
Desconhecido. Possivelmente Jeremias ou um grupo de profetas.

PANORAMA:
A nação de Israel foi dividida em dois reinos, Norte e Sul, por mais de um século.

VERSÍCULO CHAVE:
E o SENHOR protestou a Israel e a Judá, pelo ministério de todos os profetas e de todos os videntes, dizendo: Convertei-vos de vossos maus caminhos e guardai os meus mandamentos e os meus estatutos, conforme toda a Lei que ordenei a vossos pais e que eu vos enviei pelo ministério de meus servos, os profetas.
Porém não deram ouvidos; antes, endureceram a sua cerviz, como a cerviz de seus pais, que não creram no SENHOR, seu Deus.

PESSOA CHAVE:
Elias, Eliseu, a mulher sunamita, Naamã, Jezabel, Jeú, Joas, Ezequiel, Senaqueribe, Isaías, Manasses, Josias, Jeoaquim, Zedequias e Nabucodonosor.

CARACTERÍSTICA PARTICULAR:
Os 17 livros proféticos do final do Antigo Testamento fornecem uma grande compreensão do período abrangido por 2 Reis.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Proposta da lição 12

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

lição 11 - pós aula


"Inveja tem pernas curtas" ou encurta as pernas do invejoso? Ele não sai do lugar para aprender, conquistar e fica somente invejando.

Aqueles que conseguem enxergar o espinho na própria  “cara” (II Co 12.7) se rendem a inveja, duvido?

Jovens com inveja de outros, estudo, condições oportunidades e recursos.

Que profecia bonita, era tudo o que a mulher e o homem gostariam de ouvir: “Vós sereis como Deus”.

Uma vez ouviu um testemunho de um conferencista, ele disse: “fico 90 dias sem aparecer em casa, fazendo a obra, visitando igrejas e ensinando, não vi meus filhos e netos crescerem”.

Em outra oportunidade ouvi de um pastor intinerante que dizia estar cansado das viagens e do fato de não ver seus filhos crescendo, de não poder passear, viajar com a familia. Como alguém pode invejar tais situações?

A inveja estaciona o invejoso e a vitima da inveja prospera, vide caso de José. As vezes alguém é invejado na congregação local e anos mais tarde está em uma situação melhor, com mais responsabilidade, com CD e DVD gravados e o invejoso continua sentado no banco a procura de outra vitima.

Como pode haver derramamento do Espírito Santo em um ambiente cheio de invejosos e maldosos? Nós que somos pecadores conseguirmos discernir imagine Deus em sua Santidade.

Existe inveja santa? Querer ser igual ao outro sem praticar mal? Então existe adultério santo, fornicação santa, querer sem maldade e o que dizer do assassinato santo, para resolver pelejas?

Prova maior de que a inveja é maléfica e traz sérias consequências são justamente os fatos ocorridos com Caim, Abel e os irmãos de José. Pelos menos avisados fomos para não agirmos conforme eles.

“Não é bom que o homem esteja só”. Oba! Terei alguém em quem colocar a culpa.

Caim entregou seu sacrifício e ficou vigiando, vigiando, olhando de “canto de olho” o que seu irmão entregaria. Ele queria ser o número 1.

Abel morreu, Caim não pode fazer o que mais gostava, lavrar a terra e virou um fugitivo “protegido por Deus” e os irmãos de José estacionaram no tempo.

Os irmãos de José invejaram a túnica e deram de mãos beijadas um trono ao irmão, imaginem se tivessem invejado o trono? O que não aconteceria de bom com José.

Os irmãos de José, mesmos invejosos, saíram do lugar. Saíram para pedir socorro, mantimentos e foram sustentados pelo irmão (Gn 47.12)

Gostar de um filho, mais do que o outro, ter mais afinidade com um, é aceitável, mas o que não pode acontecer é cometermos o mesmo erro de Jacó, dar o melhor presente e suscitar a inveja nos outros.

Saul foi tão invejoso e maldoso que esqueceu do reino. Perseguiu Davi e esqueceu de reinar, esqueceu até mesmo dos inimigos.

Inveja teórica e inveja prática? Inveja somente no pensamento ou com ações, creio que ai viraria maldade.

Se estivermos diante de  possibilidades, qual escolheríamos: “salário mínimo, 2 salários e o de chefia em qual cargo cresceríamos os olhos?

Deus não vai eliminar a inveja do meio da igreja, pois isto é possível ao homem (Gn 4.7 parte final).

A inveja tira até a vontade de comer, dá uma tristeza no homem (I Rs 21.4).

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

sábado, 8 de setembro de 2012

Inveja, a "alma do negócio"?



Tudo bem que a intenção dos irmãos de José não foi esta, mas é bem provável que aproveitaram para pensarem nisto. Alias, pensaríamos desta forma.

A inveja dos dez irmãos (filhos de Léia, Zilpa e Bila) motivou o desejo de eliminar e tirar de circulação o irmão sonhador, pois ele era um potencial candidato a chefe da família. O eterno sonhador, que teve mais pesadelos do que sonhos, não poderia receber esta honra, segundo o entendimento dos irmãos, já que tal era um direito do primogênito, Ruben, filho de Léia, legalmente estabelecido e confirmado na lei mosaica, anos mais tarde (Dt 21.15-17).

De uma hora para outra a situação financeira dos irmãos foi resolvida. Fecharam um grande negócio, pois foram agraciados com vinte moedas de prata, duas para cada um.

Voltaram para casa felizes com o lucro e com o fim dos problemas familiares:
  • Aplicaram o dinheiro?
  • Aumentaram o rebanho?
  • Ampliaram as tendas?
  • Estocaram mantimentos?
  • Compraram metros e metros de tecidos para que o pai fizesse túnicas para eles iguais a de José?
Alias o ponto de partida para todo este sentimento maligno foi justamente esta peça do vestuário de José. Os negócios prosperaram! O rebanho aumentou! A felicidade finalmente se encravou nos rostos daqueles pobres homens, até que o lucro sujo, fruto da inveja, um dia terminou.

Fome, desespero, desilusão, lembranças do ocorrido, mas até aquele momento não havia nenhuma manifestação de arrependimento.

Os negócios da família estavam de mal a pior, por isto resolveram “aplicar" os últimos recursos em mantimentos “MADE IN EGITO”, aliás ou faziam isto ou morriam de fome.

Foi então que perceberam que o dinheiro ganho com a maldade, fruto da inveja, nunca havia sido capaz de supri-los no básico, apenas foi uma mera ilusão do fim dos problemas familiares e um falso alívio (Gn 42.21).

O rebanho não aumentou, a alegria e o alívio foram ilusórios, momentâneos e o único ganho real dos irmãos de José foi a aflição (cfe Gn 42.21b).

Portanto, a inveja, um grave pecado, não compensa. Invejaram a túnica e deram um trono para o irmão e tiveram que ser sustentados por ele até o final de suas vidas (Gn 7.12).
  
Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

2 estados de José e a inveja dos irmãos

 invejaram uma simples peça de roupa

não tiveram coragem! Aprenderam a lição.
invejaram o vestuário e o HOMEM virou "sub-faraó", 
imaginem se invejassem o trono: o HOMEM viraria 
"dono do mundo"

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Inveja, um grave pecado. Plano de aula.


TEXTO ÁUREO

O coração com saúde é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos (Pv 14.30).

VERDADE PRÁTICA
O cristão verdadeiro não se deixa levar pela inveja e não age com maldade.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – I João 2.9-15.
9 - Aquele que diz que está na luz e aborrece a seu irmão até agora está em trevas.
10 - Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo.
11 - Mas aquele que aborrece a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos.
12 - Filhinhos, escrevo-vos porque, pelo seu nome, vos são perdoados os pecados.
13 - Pais, escrevo-vos, porque conhecestes aquele que é desde o princípio. Jovens, escrevo-vos, porque vencestes o maligno. Eu vos escrevi, filhos, porque conhecestes o Pai.
14 - Eu vos escrevi, pais, porque já conhecestes aquele que é desde o princípio. Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno.
15 - Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.

PROPOSTA DA LIÇÃO
  • Eva, a primeira invejosa da terra. inveja de Deus;
  • Caim foi o segundo. Inveja da alegria do irmão;
  • A maldade é precedida pela inveja;
  • Caim foi avisado por Deus, mas a inveja falou mais alto;
  • Abel teve 1 irmão invejoso, José teve 10 (Benjamim, não);
  • E você, tem quantos? Na família? No trabalho? Na igreja?
  • Inveja na família: vença o mal com o bem;
  • Inveja no trabalho: seja ético, diferente, seja sal e luz;
  • Inveja na igreja: cuidado com o lobo e joio.

INTRODUÇÃO
A inveja e a maldade, capazes de afastar o homem do seu Criador, são dois males que não deveriam ser encontrados na vida do cristão, pois os tais que assim agem são ainda controlados pelos próprios desejos (I Co 3.3; Gl 5.26).

A sociedade consumista, imediatista e da ostentação, fomenta a disputa pelo poder, riqueza e status e exalta as posições, promovendo a inveja e não poupando ninguém, seja em que âmbito for, família, escola, trabalho e até mesmo na igreja.

A inveja, que se resume a mesquinhez, perturbação por não possuir o que o outro possui, um “ressentimento pela prosperidade e felicidade do próximo” e também pelo desejo para que o outro não seja bem sucedido na vida. É um drama decorrente do mau relacionamento que acompanha a humanidade desde os primórdios. É um mal, um câncer que corrói e destrói (Pv 14.30), sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço discorreu:

“Existem três tipos de inveja. O primeiro deles é a inveja autodestrutiva; é quando nos sentimos inferiores diante da aparência ou conquista de outras pessoas [...]. O segundo tipo, o mais grave, é a inveja patológica, aquela que nos faz querer destruir aquele que invejamos. [...] O terceiro tipo é a inveja criativa que você sente e usa para conquistar o que deseja. Em vez de odiar o outro pelo que ele tem, tenta encará-lo como um exemplo a ser seguido”.

I. A INVEJA NO PRINCÍPIO DO MUNDO
1. INVEJA, UM SENTIMENTO MALÉFICO.
Inveja, falha grave que dá origem a outros pecados, e a cobiça caminham lado a lado (cfe SL 42.17), ocasionando nas pessoas um desgosto tremendo, por verem a felicidade do outro, ou por não possuírem o que lhes pertencem, tal como foi demonstrado pelo Maligno na tentativa de se apoderar dos atributos divinos (Is 14.12-20).

No Jardim do Éden, a serpente despertou algo parecido em Eva, levando-a ao desejo de ser como Deus (Gn 3.1-5), pensando que seus olhos seriam abertos, quando na verdade a mente foi entenebrecida pela inveja, justamente o mesmo sentimento que motivou o primeiro homicídio da história (Gn 4.5), por isto a manifestação da inveja entre os servos de Deus é condenada pela Palavra (Gl 5.26).

2. MALDADE, UMA AÇÃO MALIGNA. 
A pessoa que pratica a maldade é naturalmente perversa e está sempre pronta a prejudicar e a ofender ao próximo, tais são abominados pelo Senhor (Pv 11.20). Isto ocorreu com os filhos do sacerdote Eli, que faziam o que era mau diante de Deus, e tiveram por sentença a morte (I Sm 2.34; 4.11). Outro personagem que se deixou dominar pela inveja foi Caim, que mesmo advertido por Deus (Gn 4.6-7) praticou o primeiro homicídio, provando assim que a pessoa tomada pela inveja está sempre propensa e vulnerável a outro mal ainda maior.

3. A INVEJA LEVA À MALDADE. 
Quem se deixa contaminar pela inveja, vive angustiado e planejando o mal de seu próximo. Aliás, a maldade é precedida pela inveja, pois exerce uma forte dominação sobre a pessoa de forma a dar ação a este outro sentimento maligno. Um duplo pecado praticado por alguns personagens bíblicos que se deixaram corromper pela inveja, assim como Caim, os irmãos de José, rei Saul e a sociedade religiosa de Israel que tramaram a prisão e morte de Jesus (Mt 27.18).

II. A INVEJA E SUA CONSEQUÊNCIA
1. NA VIDA DE CAIM. 
O homicídio cometido por Caim foi motivado pela inveja que sentiu de seu irmão. A oferta apresentada por ele, foi rejeitada por Deus, ao passo que a de Abel foi aceita (Gn 4.1-16). O problema não estava na composição ou características das ofertas (Lv 2.1-16), mas sim na qualidade espiritual e moral do ofertante.

Caim foi advertido por Deus, quanto ao pecado que batia em sua porta, mas permitiu que a inveja se transformasse em ódio que, mais adiante, o levou a planejar e a executar o assassinato de seu irmão. Como consequência de seu crime, ele foi banido da presença do Senhor (Gn 4.16).

Não é de se estranhar, assim como neste episódio, que ocorra tantos casos de invejas e maldades no seio de uma família. Muito embora seja um ambiente acolhedor, que favorece a maturidade, é valido ressaltarmos que enfrentamos inúmeros problemas de relacionamento, motivados pelas disputas, falta ou excesso de oportunidades e principalmente pela preterição.

2. NA VIDA DOS IRMÃOS DE JOSÉ. 
José, filho amado de Jacó, recebeu de seu pai um presente especial (Gn 37.3) e teve, certa vez dois sonhos que mostravam toda a sua família curvando-se diante dele. Tais fatos suscitaram a inveja e a maldade de seus irmãos, pois era-lhes inadmissível que o seu irmão caçula viesse, um dia, a dominá-los (Gn 37.4-11).

Tomados pela inveja, venderam-no como escravo para o Egito, já que desistiram da idéia do homicídio, graças ao apelo de Ruben, o primogênito, mas como a inveja nunca anda sozinha, apareceram agarradas a ela, a maldade e mentira. Após treze anos o escravo hebreu tornou-se governador do Egito e salvou sua família, inclusive os que intentaram-lhe o mal (Gn 41-48). Mais tarde, eles se arrependeram de seus pecados e reconheceram que Deus havia operado uma grande salvação por intermédio de José.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

mensagem 92: Deus proverá para Si um cordeiro. E para Abraão? Nada!



Abraão tinha certeza de que Deus proveria para Si um cordeiro, por isto caminhou confiante, com seu filho, até ao local estabelecido para o sacrifício.

1) A CHEGADA AO LOCAL:
Foram cerca de 3 dias de caminhada (Gn 22.4) e todo aquele tempo Abraão esperava uma ação de Deus, seu amigo (cfe II Cr 20.7). Sua esperança era que a qualquer momento Deus se manifestaria mudando o seu pedido, mas não aconteceu nada no trajeto e tampouco na chegada. Ainda não era hora, pois faltava o altar e a lenha. Deus não falou com Abraão.

2) O TEMPO FOI CONTROLADO POR ABRAÃO:
Deus não se manifestou no trajeto, então a esperança de Abraão era que Deus poderia se manifestar durante a construção do altar ou na preparação da lenha.

O tempo dependeria dele, caso desejasse poderia demorar o tempo que julgasse necessário. Poderia fazer corpo mole, trabalhar meio período, justificar cansaço pela viagem ou que desejava oferecer um altar digno, decente e apropriado para o sacrifício. Isto demandaria algum tempo, que poderia ser usado por ele como trunfo, na esperança que o pedido de Deus fosse mudado.

O controle do tempo estava nas mãos de Abraão. Deus jamais cobraria rapidez na construção do altar ou na preparação da lenha, pois Ele não se importa com o nosso tempo.

Quanto tempo ele demorou para terminar a construção? Será que pensou em demorar o mesmo tempo que esperou pelo cumprimento da promessa? Cerca de 25 anos, (cfe 12.4; 21.5)?

O tempo dependeu somente dele. Deus não interveio de forma a apressá-lo, mas quanto mais tempo demorasse para concluir e preparar o altar, maior seria o tempo para sair daquela angustia. Deus também não falou com ele durante este período.

3) HORA DO SACRIFÍCIO (GN 21.10):
Por mais que Abraão retardasse o inicio do sacrifício de nada adiantaria, pois Deus poderia cobrar uma atitude dele. No fundo ele imaginava que pudesse, pelo tempo, tocar o coração de Deus. Quem sabe o objeto do sacrifício pudesse ser alterado. Caminhada concluída, altar construído, lenha preparada e sacrifício iniciado, portanto não havia restrições para impedir que Deus agisse.

4) CONCLUSÃO DO SACRIFÍCIO OU CANCELAMENTO? (GN 21.11):
O anjo bradou e Abraão parou para ouvi-lo. Será que aquela manifestação seria somente para confirmar o aceite do sacrifício ou mudaria o pedido de Deus? Caso esta intervenção tivesse ocorrido durante a caminhada ou durante a construção do altar ou na preparação da lenha, fatalmente poderíamos afirmar que havia sido cancelado por Deus, portanto ele foi concluído e aceito por Deus.

5) NÃO FAÇAS TAL. TIRE SUAS MÃOS E DEIXE COMIGO:
Não faças mais nada, pois você já fez. Você já caminhou na minha presença durante estes três dias, construiu um altar novo, preparou a lenha e iniciou o sacrifício, portanto não resta mais nada por fazer. Agora o negocio é “COMIGO”. Daqui para frente EU assumo.

6) SITUAÇÃO DE ABRAÃO CASO TIVESSE CONCLUIDO O SACRÍFICIO:
Perplexo, assustado, inconformado, revoltado e descrente, ou seja, acabaria o homem de fé, a rocha, o amigo de Deus. Ele recebeu o livramento na hora certa, pois não agüentaria tamanha pressão. Ele desabaria ante a visão de seu filho, promessa de Deus, sem vida e ainda por cima, através de suas mãos.

O retorno para suas terras seria horrível. Tristeza, medo e problemas a vista, pois como encarar a família, os amigos e servos? Como seria recebido o homem que já havia despedido o sobrinho Ló, o filho Ismael e sacrificado o filho Isaque? Antes que desabasse o seu mundo, Deus agiu e deu a vitória.

7) O CORDEIRO AMARRADO (Gn 22.13):
Ele havia profetizado que Deus proveria para Si um cordeiro, portanto ainda faltava o cumprimento desta palavra, mas como isto aconteceria? Cairia do céu? Alguém lhe entregaria? O mesmo anjo que bradou colocaria em suas mãos? Quantas dúvidas.

O cordeiro apareceu do nada, amarrado e no meio do mato, pronto para ser sacrificado. Abraão não teve sequer o trabalho de procurar, correr, suar, bastou apenas se dirigir até ao animal e tomá-lo. Assim fica fácil.

Para quem imaginou que fosse perder tudo, pois qual outro sentimento poderia ter naquele momento a não ser o de perdas? De uma hora para outra Deus devolveu tudo para ele, filho, alegria, vida e certeza de sua fé inabalável.

8) CONCLUSÃO
Abraão teria o seu nome perpetuado através do tempo em todas as gerações e seria respeitado pelas 3 maiores religiões da atualidade, mas para isto, deveria se mostrar fiel. O impossível aconteceu em sua vida no momento certo, pois ele não suportaria a cena de seu filho inerte no altar. A sua fé foi tanta que durante a construção ele via um altar e não túmulo para seu filho.

Ele saiu de cabeça de baixa, triste e não contou nada para Sara, pois se assim o tivesse feito, certamente ela não teria consentido, por isto ele tomou a decisão sozinho. Voltou de cabeça erguida, feliz e mais fortalecido. Se tivesse contado a mulher, provavelmente ela buscaria Ismael de volta e mandaria o marido oferecer o filho de Agar (da outra).

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Oração, inveja e maldade



Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

Lição 11 - Inveja, um grave pecado. AD de Curitiba



Por: Ailton da Silva(18) 8132-1510

I Reis - informações essenciais


PROPÓSITO:
Contrastar a vida daqueles que vivem para Deus com daqueles que se recusam a agir assim ao longo da história dos reis de Israel e de Judá.

AUTOR:
Desconhecido. Possivelmente Jeremias ou um grupo de profetas.

PANORAMA:
A outrora grande nação de Israel tornou-se uma terra dividida, não apenas física, mas também espiritualmente.

VERSÍCULO CHAVE:
E, se tu andares perante mim como andou Davi, teu pai, com inteireza de coração e com sinceridade, para fazeres segundo tudo o que te mandei e guardares os meus estatutos e os meus juízos,

Então, confirmarei o trono de teu reino sobre Israel para sempre, como falei acerca de Davi, teu pai, dizendo: Não te faltará varão sobre o trono de Israel.

PESSOA CHAVE:
Davi, Salomão, Roboão, Jeroboão, Elias, Acabe e Jezabel.

CARACTERÍSTICA PARTICULAR:
1 e 2 Reis eram originalmente um só livro.

Informações extraídas da seção “Informações essenciais” – Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal


Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Lição 11 - proposta

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

Lição 10 - pós aula


Nu sai do ventre [...] e nu voltarei. E não adianta boquejar!

Se o Maligno tivesse falado que Jó murmuraria ou reclamaria, fatalmente ele teria sucesso em sua empreitada.

“Só eu escapei”. Sempre haverá alguém ara nos trazer as más notícias.

A minha primeira fala ao iniciar a aula foi: “só restou nós para trazermos as novas”. Estávamos em poucos, o povo chegou foi chegando um a um.

Deus mostrou ao Maligno, que ele como anjo havia caído, e que Jó, como homem, poderia se manter integro sem blasfemar, mesmo com as perdas.

Hoje a igreja sabe o que Jó não soube, pois ele não recebeu nenhuma explicação de Deus. Nós sabemos que no mundo teremos aflições (Jo 16.33).

Os filhos de Jó eram iguais ao pai? Ou iguais a mãe?

Jó  não obrigava os filhos a participarem dos holocaustos nas madrugadas, ou obrigava?

Pela preocupação do pai, tudo nos leva a crer que os filhos eram meio “pinta brava”.

A blasfêmia teimava em fazer parte da vida de Jó. Primeiro pela preocupação que tinha com seus filhos, para que não agissem desta forma e depois pela intenção e atuação do Maligno para que ele também blasfemasse.

Quando Jó soube da morte dos filhos a sua preocupação foi com a continuidade do seu nome, mas que nome?  Família destruída, falido, chaguento, mulher “doida”, certamente não faríamos questão da continuidade da semente nestas condições, ou faríamos?

As noticias más correm mais rápido que as boas, pois o combustivel que as move é muito mais potente (curiosidade e alegria por ver a derrota do outro) e o veículo é bem mais veloz (desejo de ser o primeiro a dar a noticia).

Vou correndo, com a lingua para fora, cansado, largo trabalho, família, mas serei o primeiro a dar a noticia (má).

A enfermidade de Jó impediu que ele tentasse reerguer os seus negócios. Se tivesse são, em condições, certamente se levantaria financeiramente, ou pelo menos tentaria.

As 4 notícias não abalaram a estrutura de Jó, pelo menos não foram suficientes para desiquilibrá-lo.
Então o Maligno tentou a ultima cartada: “amaldiçoa Deus e morra”, mas Deus havia falado que não era para tentar contra a vida dele.

Empatia: Realmente não era fácil aquela mulher ver o seu “herói” arruinado, falido, chaguento e pior foi ver seus filhos, que havia gerado e cuidado, todos mortos. O equilíbrio demonstrado por Jó ao receber as notícias, faltou à sua mulher.

Jó sempre se preocupou com seus filhos, bem diferente de Davi que somente se preocupava com o reino, fronteiras e alianças.

Os amigos de Jó agiram conforme a sua declaração (3.2-11). Falou bobagem e ouviu bobagens ainda maiores (cap. 4).

As perdas materiais e afetivas podem redundar em ganhos espirituais. Que nos diga Jacó que perdeu casa, família, direito a herança, mas que acumulou grandes experiências com Deus. Ele ganhou mais com as perdas, bem mais que seu irmão Esau, que imaginou que tivesse recuperado a sua primogenitura, após a fuga do irmão, mas como ele mesmo disse; “que me adianta a primogenitura”, nada.

Moisés foi  manso, até que perdeu a paciência com o povo no deserto, no episódio do bezerro de ouro e ao quebrar as tabuas da lei. Coitado, depois teve que lavrar novas pedras (Ex 34). Jó foi paciente até que aquela barragem que segurava a pressão das águas rompeu-se. Era um humano.

Diferenças entre os testemunhos de Deus sobre a vida de Jó:
1) sincero, temente, reto e que se desvia do mal (1.8).
 2) idem, idem, idem, idem e que ainda retém a sua sinceridade, mesmo depois da perda (2.3).

A “paciência” de Deus com Jó terminou no capítulo 38. Agora quem falava como louco era ele e não a mulher.

Jó pediu proteção aos filhos e Deus permitiu ......

Deus conhece cada um de nós e nos chama pelo nome:  “Observaste meu servo Jó”.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

sábado, 1 de setembro de 2012

Mulheres: de Ló e Jó. Iguais em tudo.



“Meu Deus e meu Pai, graças te dou, pois me livrastes de tais”.

1) A MULHER DE LÓ:
Quando aquela mulher se condoeu da situação da sorte de Sodoma e Gomorra (Gn 19.24-25), ela deixou transparecer toda a intenção maligna que residia em seu coração. Na verdade ela não queria abandonar a cidade, seu circulo social e outros atrativos que estavam ao seu dispor, sem falar de seus bens.

Ela não entendeu a obra que Deus tinha na vida de sua família e para tal seria necessário sua atuação como esposa e mãe, uma verdadeira matriarca.

A sua atitude impensada, pois olhou para trás desejando a vida anterior (cfe Is 43.18), colocou em risco sua vida e de seu marido e principalmente a de suas filhas e de três futuras nações, Israel, Moabe e Amon (Gn 19.35-38).

a) Fogo de Deus (Gn 19.24).
O verdadeiro fogo de Deus caiu do céu para destruir Sodoma e Gomorra, bem diferente do fogo que caiu do céu para aniquilar o rebanho e servos de Jó (Jó 1.16), que certamente teve outra origem que não de Deus (cfe Jo 10.10).

O fogo que veio sobre Sodoma e Gomorra teve por função limpar o mal que existia naquelas terras enquanto que o fogo de Deus que caiu do céu (segundo relato do mensageiro) serviu para tomar as posses do patriarca Jó.

A mulher, que hoje está na vitrine em frente ao mar Morto, exposta para quem quiser conferir a veracidade da história, não atrapalhou a caminhada de Ló, mesmo que ele tenha se entristecido pelas perdas materiais, pois certamente não deu tempo para reunir seus bens e riquezas no momento da fuga (os anjos apressaram-no – Gn 19.15-16). Saiu sem nada e ficou sem mulher no meio da fuga. Quantas perdas.

Mas isto não foi capaz de abalar a estrutura do sobrinho de Abraão, ou foi? Em relação as filhas eu não me arriscaria a dizer o mesmo (cfe Gn 19.31).

2) A MULHER DE JÓ:
Da mesma forma esta mulher também presenciou seus bens, circulo de amizade e o orgulho pela vida que levava, caírem por terra de uma hora para outra, tal como a mulher de Ló. Assim como a primeira personagem esta também olhou para trás e elegeu o estado anterior muito mais benéfico e proveitoso do que aquele que estava vivendo.

Igualmente a primeira, a segunda também colocou em risco sua vida (2.29), “amaldiçoa Deus e morra”. Ora quem garante que não poderia ser ela a que estava prestes à morrer, devido a sua ousadia? Ela, sem dúvida nenhuma, deu um rasante, passou bem perto, fez por onde, pois antes de entristecer o marido, ela afrontou o Deus Todo Poderoso.

Talvez ela tenha pensado nisto ou não. O certo é que filhos para caírem nas mãos do Deus Vivo (Hb 10.31) ela não tinha mais. Quanto ao seu marido não havia mais nada que pudesse receber como “castigo”, segundo o entendimento dela.

A morte do marido seria um alívio para ambos, pois um ficaria livre do sofrimento e a outra parte ficara livre para outro relacionamento ou pelo menos para viver sua vidinha.

3) SEMELHANÇAS ENTRE OS HOMENS (LÓ E JÓ)
  • Possuíam bens e posses (Gn 13,7; Jó 1.1-3);
  • Famílias felizes e crescendo (Gn 19.14; Jó 1.1-5);
  • Ló tinha condições de vida agradável (cfe Gn 13.10), pois o lugar em que escolhera para habitar era como o “jardim do Senhor”. Jó era muito respeitado e tinha um padrão de vida elevado (Jó 1.3-4);
  • De uma hora para outra perderam e deixaram tudo para trás, pois não deu tempo para Ló recolher seus bens e riquezas, ainda mais com a pressa demonstrada pelos anjos para retirarem sua família daquele lugar (Gn 19.15-16), o mesmo aconteceu com Jó, que não pode fazer nada ante as mensagens que ouviu. Não deu tempo para salvar nada;
  • O fogo de Deus esteve presente na vida dos dois. No caso de Ló a origem foi realmente de Deus, mas no caso de Jó não.

4) SEMELHANÇAS ENTRE AS MULHERES (DE LÓ E JÓ):
  • Sentiram as perdas;
  • As duas olharam para trás (Gn 19.26; Jó 2.9), “amaldiçoa Deus que mudou o seu grupo social, pois agora ninguém mais te aplaude, eles cospem em teu rosto (cfe Jó 30.10);
  • Se o fogo do céu fosse interrompido em Sodoma e Gomorra, certamente a mulher de Ló não pensaria duas vezes para retornar para aquela cidade, tal como a mulher de Jó, que o ajudaria na vã tentativa de reerguer seu patrimônio;
  • Mas o plano de Deus não era este, no caso de Ló era necessário que prosseguissem avante, tal como no de Jó que deveria seguir em seu oficio de testemunho vivo da reviravolta e providências futuras de Deus. Certamente haveria espaço para que elas ajudassem seus maridos nesta nova empreitada;
  • Uma foi convertida em estátua de sal, enquanto que a outra se transformou em um zumbi, uma viva morta, que não foi capaz de estender a mão para ajudar o marido, pelo menos a se coçar;
  • Uma está até hoje como exemplo, forte, pujante, às margens do mar Morto, servindo como exemplo, enquanto que a outra desapareceu do cenário bíblico, alias não foi sequer mencionadas no rol de bênçãos recebidas por Jó.
“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis”. (Pv 31.10).

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510