quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Livro: Revolucione sua qualidade de vida


Acabei de ler este livro, segue algumas frases dignas de citações em estudos ou mensagens. O 12º capítulo é um verdadeiro espetáculo, vale a pena ler: "Um homem fascinante que soube caminhar nos labirintos (JESUS - grifo e acréscimo meu)

Frases retiradas do livro:
Revolucione sua qualidade de vida. Navegando nas águas das emoções
Augusto Cury - Editora Sextante

Por exemplo, você sabia que os registros na memória são automáticos e que é impossível deletá-los ou apagá-lo? Todo lixo depositado em nossa memória – mágoas, rejeições, perdas, medos – só pode ser reeditado, e nunca apagado.

Somos um caldeirão de ideias e uma usina de emoções.

Se você não aprender a dar risada dos comportamentos estranhos das pessoas, você se deixará contaminar por eles. Mas dê risadas interiormente, para não aumentar a ansiedade delas.

No calor da segunda feira, os atos heróicos de mudança se evaporam.

Árabes e judeus possuem a mesma carga genética paterna. São filhos de Abraão. Apesar da mesma origem, combatem-se como se não fossem irmãos nem pertencentes a mesma espécie.

A violência substitui o diálogo.

Cada vez que um palestino explode seu corpo num ato terrorista, ele já destruiu previamente seus sentimentos humanos

Podemos ser substituídos como profissionais, mas nunca como seres humanos.

Todos os dias, quando recordamos o passado, não nos lembramos puramente dele, mas sempre diminuímos ou acrescentamos algo a ele.

Se você quer que os outro sejam completamente justos e exatos em seus julgamentos, é melhor conviver com os computadores.

O homem moderno se tornou um especialista em fazer velório antes do tempo.

O cérebro tem mais juízo do que nós. Por isso, bloqueia a memoria para que pensemos menos e gastemos menos energia.

Aprender a usar a ferramenta do silêncio diante dos estímulos estressantes.

Quem vence sem riscos triunfa sem honra.

Só existe um único lugar plenamente seguro nesta Terra, mas ninguém quer morar lá: a sepultura no cemitério. Qualquer outro lugar oferece risco. A própria vida é um grande risco, o maior risco é morrer.

O jardineiro da vida era tão magnifico que preferiu ser preso num jardim, no jardim do Getsêmani.

Seus discípulos, que eram especialistas em navegação, se desesperavam quando o mar estava furioso, mas era possível achá-lo dormindo dentro de um barco.

Ele foi um carpinteiro porque um dia morreria com as mesmas ferramentas com que trabalhava; martelo, pregos e madeira.

Maria, sua dedicada mãe, certamente recomendou inúmeras vezes para que ele tomasse cuidado com as ferramentas que usava, pois eram pesadas e perigosas.

Quando Pedro o negou pela terceira vez, Jesus voltou-se para ele e o alcançou com o olhar. Estava mutilado, ferido, mas livre por dentro. Pedro estava livre por fora, mas preso no cárcere do medo.

Em toda a história da humanidade, nunca alguém, por ser tão amável, foi traído de maneira tão suave.

Nunca, na História, um traidor foi tratado de maneira tão amável e elegante! Nunca o amor chegou a patamares tão elevados e a tolerância a níveis tão sublimes.

Dois homens mutilados, que deveriam estar apenas gemendo de dor, discorriam sobre a eternidade.

A vida se dissipa como uma gota de água no sol do meio dia.

Uma desculpa do cérebro que não aceita o seu fim, sua morte, seu caos. Disse muitas vezes para mim mesmo que Deus era fruto da minha imaginação.

Por: Ailton da Silva - Ano VI

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

2º trimestre 2014


Dons Espirituais e Ministerias - servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário.

Este é o nome da revista Lições Bíblicas (CPAD) a ser disponibilizada ao segundo trimestre de 2014 aos estudiosos da Palavra de Deus, com os comentários do Pr. Elinaldo Renovato.

1. E deu dons aos homens
2. O propósito dos dons espirituais
3. Dons de revelação
4. Dons de poder
5. Dons de elocução
6. O ministério de apóstolo
7. O ministério de profeta
8. O ministério de evangelista
9. O ministério de pastor
10. O ministério de mestre ou doutor
11. O presbítero, bispo ou ancião
12. O diaconato
13. A multiforme sabedoria de Deus

Texto extraído: http://belverede.blogspot.com.br/2014/02/cpad-ebd-2-tri-2014-dons-espirituais-ministeriais-servindo-Deus-homens-poder-extraordinario-Renovato-Elinaldo.html

Por: Ailton da Silva - Ano V

Lição 7 - proposta

Por: Ailton da Silva - Ano V

Lição 6 - pós aula

As nações vizinhas estavam vigiando os hebreus no deserto. Quem sabe eles imaginavam: “Lá vem um povo zeloso, especial e de boas obras”. Mal sabiam eles que não eram nada disto.

Os hebreus se lembravam da carne (que carne?), das cebolas, alhos, pepinos, mas se esqueceram dos tijolos pesados que carregavam e dos chicotes doloridos nas costas.

Trilogia:
A saída – a benção imerecida
A caminhada: o sacrifício necessário
A chegada: o presente para a nova geração.

Terra à vista: e nada de Canaã.

Os hebreus, ainda escravos, alimentavam alguma perspectiva de futuro?

A murmuração esteve lado a lado com Israel, enquanto a fama esteve muito à frente.

A caminhada e luta pela Terra Prometida foi necessária para que eles amassem e passassem este sentimento para as futuras gerações.

Pastor de verdade foi este Moisés. Esteve a frente de quase 3.000.000 pessoas revoltosas, ingratas e murmuradoras. Que trabalhão.

Egito, o pior já passou. Os hebreus pensaram isto.

O bezerro de ouro original foi destruído para que não houvesse copias.

Por: Ailton da Silva - Ano V

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Relembrando


EXTRA! EXTRA! LEVITAS MATAM IDÓLATRAS

Os levitas de Israel, invadiram as tendas e mataram à espada 3000 israelitas, de várias tribos, sob a acusação de idolatria e apostasia. Segundo testemunhas oculares (Moisés e Arão), a provocação partiu das próprias vítimas.

Moisés e Arão disseram a esta reportagem que os levitas agiram em legitima defesa (legitima defesa da fé).

Diante do acontecido de nada adiantou o clamor ao bezerro, que as vitimas levantaram em favor de suas vidas, enquanto eram mortos.

O I.M.L. local contabilizou 3000 mortos. Depoimentos colhidos no local indicam que o autor da ordem para que houvesse a faxina [sic] doutrinária partiu do próprio líder do movimento, Moisés e que todo aquele caso teve inicio com a permissividade de Arão, mas nenhum dos dois foram indiciados pela autoridades e pela AUTORIDADE MAIOR.

Os que não foram mortos, da congregação, glorificavam a Deus e diziam: “Não mexam com estes dois homens. Não mexam com Moisés e Arão”.

Entenda o caso:
O líder da congregação, Moisés, estava há vários dias desaparecido [sic] e o povo, por faltas de notícias e com o aval do sacerdote, optaram pela fabricação de uma imagem de um bezerro de ouro para adoção como se fosse uma divindade.

Clique aqui para ler o texto

Por: Ailton da Silva - Ano V

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A peregrinação de Israel no deserto até o Sinai. Plano de aula

TEXTO ÁUREO
Ora, tudo isso lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos(1 Co 10.11).

VERDADE PRÁTICA
Os erros e pecados de Israel servem-nos de alerta para que não venhamos a cometer os mesmos enganos.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – Êx 19.1-6; Nm 11.1-3
Êxodo 19
1 - Ao terceiro mês da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no mesmo dia, vieram ao deserto do Sinai.
2 - Tendo partido de Refidim, vieram ao deserto do Sinai e acamparam-se no deserto; Israel, pois, ali acampou-se defronte do monte.
3 - E subiu Moisés a Deus, e o SENHOR o chamou do monte, dizendo: Assim falarás à casa de Jacó e anunciarás aos filhos de Israel:
4 - Vós tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a mim;
5 - agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes o meu concerto, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha.
6 - E vós me sereis reino sacerdotal e povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.

Números 11
1 - E aconteceu que, queixando-se o povo, era mal aos ouvidos do SENHOR; porque o SENHOR ouviu-o, e a sua ira se acendeu, e o fogo do SENHOR ardeu entre eles e consumiu os que estavam na última parte do arraial.
2 - Então, o povo clamou a Moisés, e Moisés orou ao SENHOR, e o fogo se apagou.
3 - Pelo que chamou aquele lugar Taberá, porquanto o fogo do SENHOR se acendera entre eles.

PROPOSTA
         Murmuração: característica negativa de quem não confia;
         Deus curou Israel satisfazendo suas necessidades;
         Maná: provisão especial de Deus;
         Maná: apontava para Jesus (o pão vivo descido do céu);
         Distancia do Sinai à Canaã: cerca de 500 km;
         Parada no Sinai: cerca de 1 ano;
         Os ídolos sempre foram laços para Israel;
         Ídolo: tudo o que ocupa o lugar de Deus na vida humana;
         “Não terás outros deuses diante de mim”.

INTRODUÇÃO
“Por que estudar as lições do Antigo Testamento, sendo nós cristãos da Nova Aliança?”. Os fatos do Antigo Testamento são como figuras (1 Co 10.1-12), que nos alerta para não cometermos os mesmos erros dos hebreus no passado. Jamais devemos seguir os caminhos da desobediência, rebeldia e idolatria trilhados por Israel no deserto.

Durante a caminhada dos hebreus até o Sinai, Deus guiou e sustentou seu povo que foi infiel, murmurador e idólatra, mesmo assim o Senhor permaneceu fiel e cuidou dos israelitas.

A insatisfação dos hebreus ficou evidente logo no inicio, quando se depararam com o mar Vermelho. Em vez de demonstrarem confiança, principalmente após a ocorrência das pragas ainda em território egípcio, eles preferiram questionar a sábia e irrevogável decisão de Deus (Ex 3.9-10).

O sobe e desce do nível espiritual dos hebreus nunca ficou tão evidente quanto nos dias que antecederam e os posteriores à saída. Ficaram tão alegres e temerosos com as pragas e saída e se entristeceram logo quando deram de cara com o mar Vermelho.

Após a milagrosa passagem, novamente juraram fidelidade e louvaram a Deus, mas bastou se sentirem novamente em dificuldades para se rebelarem.

Eles não imaginavam, mas estavam sendo vigiados. Cada passo, ação, conversa e planos. As outras nações se preparavam para o temido encontro com os hebreus. A fama corria muito à frente deles (Js 2.10-11).

I. ISRAEL PEREGRINA PELO DESERTO
1. ISRAEL CHEGA A MARA (ÊX 15.23). 
O povo de Deus estava finalmente livre dos egípcios e toda a tensão vivida no Mar Vermelho havia diminuído. Era um período para descanso do povo. A caminhada recomeçou e eles foram conduzidos por Moisés até o deserto de Sur. Andaram três dias pelo deserto e as águas que encontraram em Mara eram impróprias para beber.

A alegria demonstrada no livramento recebido dava lugar ao choro diante das águas amargas. Eles não estavam reclamando de Moisés, o líder, mas de Deus (Êx 16.7,8), assim como muitos pensam e fazem hoje. Reclamar e cobrar de Moisés não era o melhor caminho para a solução daquele problema

Foram obrigados a tomarem águas amargas, portanto não estavam errados em reclamarem, estariam sim, caso a água fosse boa para o consumo ou se tudo estivesse correndo bem, mas naquelas condições não aceitaram o que estava sendo oferecido. A visão deles contrastava com o desejo de Deus.

A murmuração é uma característica negativa daqueles que não confiam no Senhor. Moisés confiava na providência do Pai. Então ele orou e Deus lhe mostrou um lenho. Moisés jogou o lenho nas águas e elas se tornaram boas para o consumo. Segundo o Comentário Bíblico Beacon, “assim como Deus curou as águas amargas de Mara, assim Ele curaria Israel satisfazendo-lhes as necessidades físicas e, mais importante que tudo, curando o povo de sua natureza corrompida”.

Israel era uma massa de gente briguenta e sem fé que precisava ser lapidada pelo Senhor para que se transformasse em uma nação santa. A lapidação veio com as provações rumo ao monte Sinai.

2. RUMO AO SINAI (ÊX 16.1). 
Depois de Mara os israelitas foram para Elim e em seguida para o deserto de Sim, que ficava entre Elim e Sinai (Êx 19.1,2). Esse é um lugar inóspito, repleto de areia e pedra, porém um local perfeito para Deus tratar do seu povo. Diante das dificuldades o povo volta a murmurar e quer mais uma vez retornar ao Egito (Êx 16.2,3). Mas Deus é bom e misericordioso. Ele mais uma vez supriu as necessidades do seu povo.

No deserto de Sim, a fome assolou o povo,Deus envia o maná ao seu povo. O maná não foi um fenômeno natural, como alguns cogitam. Foi uma provisão especial de Deus. Esta provisão apontava para Jesus, o Pão Vivo que desceu do céu (Jo 6.31-35).

Deus sustentou seu povo através do deserto não somente com pão, mas também com carne e água. Em Refidim, Deus fez água jorrar da rocha (Êx 17.1-7). Ele é o nosso provedor (Sl 23.1). Tudo que temos vem do Senhor, por isso devemos ser gratos a Ele pela provisão. Depois de partir de Refidim, o povo, sob a orientação de Deus, caminhou até o monte Sinai, onde os israelitas receberam a lei do Senhor.

II. ISRAEL NO MONTE SINAI
1. O MONTE SINAI (ÊX 19.2). 
Este é um lugar especial para todo o povo de Deus. Ali Deus revelou-se de modo especial a Moisés e a Israel e lhe entregou os Dez Mandamentos. Ali os israelitas tiveram a revelação da glória e da santidade do Todo-Poderoso. Tiveram também a revelação da sua natureza, da sua lei, da expiação do pecado, da vontade divina e do seu culto. Todo o livro de Levítico, que trata do ministério e do culto ao Senhor, teve o seu desenrolar no acampamento do Sinai, ao pé do monte.

A distância do Sinai a Canaã é de quase 500 quilômetros, e seria percorrida em um curto prazo pelos israelitas, mas infelizmente levou 38 anos. A demora decorreu como parte do julgamento divino dos pecados de incredulidade, murmuração, rebelião e desvio dos israelitas (Dt 2.14,15).

Os hebreus percorreram, em média, 13 quilômetros ou 13.157 metros por cada ano de caminhada. Eles caminharam cerca 1,1 quilômetros ou 1.096 metros por mês. Foram 0,03 quilômetros ou 36,04 metros por dia.

2. A PERMANÊNCIA NO SINAI. 
No Sinai, Israel permaneceu, conforme as determinações do Senhor a Moisés, cerca de onze meses. Durante sua permanência ali, Israel caiu no abominável pecado da idolatria do bezerro de ouro (Êx 32.1-8,25). Com a idolatria veio a obscenidade, a imoralidade e a prostituição. Este horrível pecado de Israel é mencionado várias vezes (1 Co 10.7). Apesar de Israel ter falhado, o eterno propósito salvífico de Deus não falhou (Ef 3.11).


 
Os hebreus estavam de uma vez por todas engajados naquela caminhada, cansados, mas não poderiam parar, muito menos tinham autorização para fixarem moradas naquelas regiões, mesmo não visualizando Canaã e tampouco imaginando a distância, que ainda faltava, deveriam prosseguir. Se os revoltosos, murmuradores ou descontentes pudessem imaginar que ainda peregrinariam por longos anos certamente iniciariam, ou pelo menos, tentariam, uma nova vida mesmo com as precárias condições de vida vistas pelos lugares que já haviam passado.

A esperança, dos que aguardavam ansiosos, o desfecho daquela história era poderem contemplar a Terra Prometida após algum monte, porém era grande a desilusão, pois avistavam somente areia, deserto, novos inimigos e intermináveis problemas.

III. A IDOLATRIA DOS ISRAELITAS
1. O BEZERRO DE OURO (ÊX 32.2-6). 
Moisés e Josué subiram ao monte Sinai para se encontrar com o Senhor e receber dEle as tábuas da Lei. Ali eles ficaram muitos dias, e o povo, com pressa em saber notícias, começou mais uma vez a reclamar e a especular a causa da demora de Moisés e Josué.

Moisés havia desaparecido ou estava morto? O que poderiam pensar do líder? Procuraram Arão, que estava respondendo temporariamente pelo povo e cobraram atitudes, como se fosse ele um líder, no entanto por não possuir a mesma força e espírito de liderança que seu irmão, não conseguiu convencê-los sobre a possibilidade do retorno de Moisés.

Fizeram uma escultura de ouro com as suas jóias, atribuindo-lhe toda a gloria e honra acreditando que a liberdade do Egito houvera sido em virtude da intervenção da estátua. Esqueceram dos milagres vistos até aquele momento. Então aborreceram a Deus, que ali mesmo teve o desejo de destruí-los, já que chegaram ao extremo. Diversas passagens bíblicas relacionam o ídolo aos demônios, e o culto idólatra ao culto diabólico (Lv 17.7). Os ídolos sempre foram laços para o povo de Israel, a quem Deus elegeu como seu povo peculiar aqui na terra. Neste dia um bezerro de ouro conseguiu laçar uma nação.

Boa parte da riqueza ganha na saída do Egito (Ex 12.35-36), cumprimento do que fora prometido a Abraão (Gn 15.14) foi perdida, pois doaram (Ex 32.2) seus pendentes de ouro e quando não havia mais, partiram para os vasos de ouro. Afinal o bezerro deveria ficar bem bonitinho. Como gastaram para comemorar o nascimento de um falso deus.

2. CUIDADO COM A IDOLATRIA. 
“Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1 Jo 5.21). O crente deve estar vigilante contra a idolatria. Muitos pensam que idolatria é somente adorar a imagens de escultura. Todavia, um ídolo é tudo aquilo que ocupa o lugar de Deus na vida humana. Alguma coisa tem ocupado o lugar do Senhor em seu coração? Peça a ajuda do Pai e livre-se imediatamente de toda idolatria. O apóstolo Paulo adverte a igreja de Corinto para não se envolver com a idolatria, como o povo de Israel no deserto (1Co 10.14,19-21).

3. A IDOLATRIA NO CORAÇÃO. 
O profeta Ezequiel adverte-nos sobre isso em 14.2-4,7 do seu livro. O primeiro mandamento do Eterno em Êxodo 20.3, ordena: “Não terás outros deuses diante de mim”. Israel, antes de ser liberto e resgatado da escravidão do Egito, pecou contra o Senhor, adorando a falsos deuses (Is 24.2,15; Gn 35.2,4). Deus conhece o coração do homem e sabe da sua propensão à idolatria. Precisamos vigiar, pois somente Deus deve ser único dominador e rei em nosso coração.

Os hebreus receberam um livramento naquele dia, mas sentiram pela primeira vez o ardor da ira de Deus, que foi dividida em duas fases:
a) Castigo aos idólatras. Todos temeram quando viram Moisés dando ordens aos levitas para que matassem todos os idolatras, fossem ele idosos, mulheres, crianças, filhos, parentes, amigos ou não. Sentiram então a proporção do pecado cometido. Imaginaram que morreriam todos ali, porem pela misericórdia Divina, foram poupados do total derramamento da ira e novamente aquela situação tão delicada teve um desfecho, um tanto quanto tranqüilizador.

b) Perda da companhia de Deus. A partir daquele momento perderam a constante presença de Deus que não mais estaria a frente deles. Agora o seu anjo os guardaria na caminhada, isto tudo em virtude da infidelidade demonstrada por aqueles que contemplavam as operações de Deus de prodígios e maravilhas. Mesmo nestas condições não ficaram órfãos ou somente dependentes de suas próprias forças ou sorte.

Por um momento, Israel esteve na iminência de ser varrido do mapa, antes mesmo de possuir seu território. Quase adotaram um novo Senhor, a imagem de um bezerro de ouro, eleito por eles, diante do breve sumiço de Moisés, que estava justamente recebendo os mandamentos de Deus, um dos quais alertava justamente para aquele erro. Israel conheceu a idolatria, em pleno deserto, se rendendo a imagem de um animal irracional, o que também seria condenado e reprovado por Deus.

CONCLUSÃO
O Salmo 106 relata os tropeços de Israel a caminho de Canaã, e a sublime história da infinita misericórdia de Deus para com eles. Deus é fiel! Israel pecou e cometeu muitos erros, porém os planos do Senhor em relação a Israel e a toda humanidade não foram frustrados. Como crentes devemos repudiar toda forma de idolatria, entronizando a Deus como único Senhor em nossos corações e mentes.

 

OBJETIVOS DA LIÇÃO

FORAM ALCANÇADOS?

1.   Israel reclamou muito durante a peregrinação pelo deserto;
2.   A chegada ao Sinai foi conturbada assim como a permanência;
3.   A idolatria provocou muitas perdas para Israel

REFERÊNCIAS
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003.

Bíblia de Estudo Temas em Concordância. Nova Versão Internacional (NVI). Rio de Janeiro. Editora Central Gospel, 2008.

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000.

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

CARNEIRO FILHO, Geraldo. A peregrinação de Israel no deserto até o Sinai. Disponível em: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com.br/2014/02/1-trimestre-de-2014-licao-n-06-09022014.html. Acesso em 05 de fevereiro de 2014. Acesso em 29 e janeiro de 2014.

LOURENÇO, Luciano de Paula. A peregrinação de Israel no deserto até o Sinai. Disponível em: http://luloure.blogspot.com.br/2014/02/aula-06-peregrinacao-de-israel-no.html. Acesso em 05 de fevereiro de 2014.

Por: Ailton da Silva - Ano V

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Eita bezerro (de ouro) duro de desmamar

Nada a ver com política.

Moisés não deixou alguns se aproveitarem da situação. Se o bezerro de ouro não tivesse sido destruído, eles teriam feito copias para serem vendidas no deserto. Muitos ganhariam dinheiro com a fé alheia. Moisés impediu, ele desmamou o bezerro.

Por: Ailton da Silva - Ano V

Pré-aula_Lição 6: A peregrinação de Israel no deserto até o Sinai



Por: Ailton da Silva - Ano V

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Tiago - informações essenciais

PROPÓSITO:
Expor as práticas hipócritas e ensinar o correto comportamento cristão.

AUTOR
Tiago, irmão de Jesus, um líder da igreja em Jerusalém.

DESTINATÁRIOS
Os cristãos judeus do primeiro século que residiam em comunidades de gentios, fora da Palestina, e todos os cristãos em todos os lugares.

DATA
Provavelmente em 49 d.C., antes do Conselho de Jerusalém, ocorrido em 50 d.C.

PANORAMA
Esta carta expressa a preocupação de Tiago pelos cristãos perseguidos que haviam sido membros da igreja de Jerusalém.

VERSÍCULO CHAVE
“Mas dirá alguém: Tú tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras” (2.18).

Informações extraídas da seção “Informações essenciais” – Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal

Por: Ailton da Silva - Ano V

Casa de oração para todos os povos


Quinta feira, dia 06 de fevereiro, estaremos ministrando a Palavra na igreja Casa de Oração para todos os povos, de Presidente Bernardes, dirigida pelo nosso irmão Pastor Carlos Leandro Moreira.

Tema - Ap 3 - portas abertas.

É uma tema sugestivo e atual

Por: Ailton da Silva - Ano V

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Lição 5 - pós aula


A saída dos hebreus se deu de forma amigável, mas somente depois que Deus entrou no assunto, aliás Deus entrou no assunto desde o início, foi Ele que iniciou o dialogo diplomático.

As três nações envolvidas no conflito: Um hebreu, criado entre os egípcios, que vivia em Midiã foi o diplomata escolhido.

Quando os hebreus saíram do Egito, eles imaginaram que o problema havia terminado.

Ficou provado publicamente que os hebreus eram filhos de Deus e foram depois desta evidencia, enviados ao deserto, o que eles queriam mais? Será que desejavam ver todas as nações se dobrando diante deles? Ou o caminho sendo aberto para o seu destino final? Jesus quando ouviu publicamente a declaração de paternidade vinda diretamente do Pai, foi enviado para o deserto e não para um pedestal.

Deus tirou os hebreus do Egito e cuidou no meio do deserto. Ele faz o mesmo com o homem, tira do mundo e abre as portas para o deserto e cuida da mesma forma.

Exemplo: liberta o homem das drogas, insere-o no deserto e envia a coluna de fogo (para iluminar o caminho durante a noite e nuvem para proteger dos ataques do dia). Sem as colunas de fogo e nuvem, estaríamos perdidos.

No caminho mais longo à terra prometida havia um obstáculo para impedir o retorno voluntário dos hebreus ao Egito, o Mar Vermelho.

No caminho mais curto, não havia impedimento nenhum. A volta seria tão mais rápida quanto a ida.

Os hebreus andaram, andaram e andaram e nada de Terra Prometida. Se fosse hoje teríamos um monte de gente dizendo: Kd, kd, kd, kd, kd?

Faraó, o último egípcio a ser atingido. Ficou por último para contemplar a glória maior do “Eu Sou”.

O Egito foi varrido do mapa. Fim.

Por: Ailton da Silva - Ano V

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Dois ventos. Mesma direção. Objetivos diferentes


a) Vento Oriental diurno e noturno – para devastação (Ex 10.13).
Deus trouxe sobre a terra um forte vento oriental durante o dia todo e a noite. E aconteceu que pela manhã havia gafanhotos. Houve devastação, pois se tratava da oitava praga sobre o Egito em virtude da teimosia de seu insano e irresponsável[1] governante.

Este vento oriental que agiu durante o dia e noite apareceu justamente para tirar a paz e o sossego dos egípcios, que já estavam espiritualmente abalados, pois não criam mais na proteção de seus infinitos, animalescos, aterrorizantes e medíocres deuses.

Tudo o que houvera acontecido naquela nação nos últimos dias com as sete pragas anteriores, serviu para provocar muitas dores de cabeças, traumas, medos e incalculáveis prejuízos materiais sem contar o tormento mental que assolou a vida dos pobres egípcios. Eles não sabiam mais se criam seus deuses carregáveis ou no Deus Único e Verdadeiro dos hebreus. A conversão era evitada a todo custo. Imaginem o reboliço caso a mudança de lado fosse pública como hoje? Um possível novo convertido tinha que ser muito corajoso. Imagino muitos egípcios refletindo, meditando ou reavaliando sua crença em suas abomináveis imagens.

Agora imaginem o desespero que sobreveio sobre os egípcios quando ouviram o primeiro barulho do vento que se formava ao leste? Correria, gritaria, choros, por anteverem novas perdas e danos. Alguns céticos apenas olhavam e não imaginavam fatalidades, seria somente mais uma ventania. Realmente foi uma ventania sem precedentes na história da humanidade até então conhecida.

Os mais lúcidos devem ter dito: “alguém, por favor, nos dê uma boa notícia. Chega de catástrofes. Diga que não virá o pior sobre nós novamente”.

O mesmo acontece conosco hoje, pois um vento oriental, de origem maligna, sopra durante o dia e noite com a intenção de devastar, tirar a nossa paz, nos afastar de Deus e tirar o que já temos recebido de bom.

Engraçado é que justamente durante o dia que ocorre o bombardeio, por parte do inimigo de nossa alma. Informações aos montes, preocupações sem fins, medos aflorados, perturbações intensas, reações inesperadas, contendas uma atrás das outras e por ai afora. É uma ventania sem precedentes.

Durante o dia encontramos várias pessoas que em regra sabem mais do que nós, possuem muito mais informações. Geralmente toda esta carga recebida serve somente para nos atribular ainda mais. Algo mais ou menos assim: “você ficou sabendo da última? Você soube o que aconteceu? Você viu o que falaram? Você viu o que fizeram”? Alguém, por favor, me traga boas notícias, por favor! Vou falar como alguns desesperados egípcios: “Chega desta ventania nojenta”.

Este vento sopra durante o dia e noite e se tivesse mais algum período no tempo, certamente ele também estaria agindo traiçoeiramente. Um vento que vem para atingir nossa estrutura, tal como ocorrera com os discípulos de Jesus quando enfrentaram uma estrondosa ventania (Mc 4.35-41), que seria capaz de destruí-los, porém havia um diferencial, a mira do vento estava no barco e não nos homens que estavam ali, até então se sentindo protegidos, ainda mais com Jesus presente. Será que alguns deles também não devem ter dito: “não aguento mais ventos, perseguições, ondas, blá, blá, blá”. Algo bem familiar, costumeiro e conhecido nosso.

A intenção do maligno era atingir primeiro a estrutura que dava confiança e segurança aos homens, por isto o ataque ao barco foi intenso. Assim haveria pânico e desconcentração. Eu não consigo imaginar as ondas e vento procurando homens para serem açoitados, tal como fazem as anacondas de Hollywood, que são direcionadas por ondas eletromagnéticas ou pelo calor do corpo humano, ou quem sabe pelo desespero. A ideia que aceito é a de um barco sendo atacado por todos os lados para ser destruído e consequentemente contribuir para a morte dos embarcados.

Foi o mesmo que aconteceu no caso do naufrágio de Paulo, enquanto estava sendo escoltado para Roma como prisioneiro dos “senhores do mundo” (At 27.13-20). De inicio foi um vento fraco, que eles imaginaram tirarem de letra, ainda mais com a experiência de grandes navegadores do Mediterrâneo. Depois apareceu o “Nordeste” (NTLH) ou o Euro-aquilão, vento muito forte que os arrastou, na verdade, acoitou o barco até que despedaçasse por completo sobrando somente algumas peças em quais os prisioneiros e tripulação aproveitaram para se salvar.

O vento atingiu o barco, mas preservou todos os que foram incluídos na revelação recebida por Paulo: “ninguém vai morrer; vamos perder somente o navio” (At 27.22 NTLH). Ele disse isto rindo, satisfeito e com uma confiança nunca vista. “O barco em que estamos agora, vai se despedaçar e todos sobreviverão”. Como entregaríamos uma mensagem deste porte com segurança? Se estivéssemos envolvidos no provável sinistro, o desespero afloraria. Duvido que possa existir reveladores com tamanha calma. Acho que seria assim: “Deus me revelou, mas agora é pernas pra que te quero. Um por todos e todos por um”.

Então estes dois ventos, o enfrentado pelos discípulos e multidão que os acompanhava em seus barquinhos (Mc 4.36), na companhia de Jesus e bem como o encarado pela comitiva romana que escoltava o “perigosíssimo” apóstolo dos gentios, foram em tese semelhantes ao soprado durante o dia e noite no Egito, somente por um detalhe, a fonte, já que os dois primeiros foram de origem maligna, para destruir, impedir o início e crescimento da obra de Deus e para não permitir que perigosos prisioneiros ouvissem a Palavra e vissem milagres, sinais, prodígios e maravilhas, enquanto que o primeiro vento visto no Egito foi para correção, para colocar tudo em seu devido lugar, para mostrar realmente quem é o Verdadeiro e Único Deus na terra, céu e mares.

b) O vento oriental noturno – para salvação (Ex 14.21)
Moisés estendeu a mão sobre o mar, mas não abriu o mar com este gesto, foi somente para que os hebreus vissem que algo estava por acontecer, foi tipo um: “prestem atenção”. Então Deus soprou um vento leste (NTLH), oriental toda aquela noite para que o mar se tornasse em terra seca. Não foram ouvidos gritos de desespero como no início da ventania anterior (Ex 10.13), pelo menos no lado dos hebreus, na verdade o que se ouviu foram júbilos diante de uma cena, nunca vista antes na história da humanidade. Creio que do lado egípcio alguém deve ter gritado: “De novo não, outro vento, chega, não aguento mais, eu entrego os pontos. Não mexo mais com o Deus dos hebreus. Fui”.

Este vento noturno, que abriu o mar Vermelho, não pode ser associado ou comparado ao diurno e noturno, o vento dos gafanhotos, muito menos ao que assolou[2] os discípulos de Jesus e ao que provocou o naufrágio do barco de Paulo.

Este vento noturno trouxe ares refrescantes para os hebreus, gostinho de quero mais, representou uma doce vitória. O primeiro vento do Egito abriu as portas para a devastação, agora o segundo abria a porta para salvação de toda uma nação.

O vento noturno arrancou suspiros aliviados e de alegria dos hebreus. O anterior trouxe o espanto e o terror antes da destruição. Dois ventos, mesma origem, mas com objetivos bem diferentes. Deus sabe o que faz.

Referências:
Bíblia de estudo aplicação pessoal - BAP (ARC). CPAD, 2003.

Bíblia de Estudo Temas em Concordância. Nova Versão Internacional (NVI). Rio de Janeiro. Editora Central Gospel, 2008

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje (NTLH). Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000.

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

A Bíblia Viva. Edição para todos. Associação Religios Editora Mundo Cristão.


[1] Muitos alguns inocentes egípcios morreram e muitos prejuízos foram vistos no Egito devido a teimosia insana de Faraó.
[2] Os discípulos de Jesus não deveriam se apavorar, pois a grande maioria era pescadores experientes.
Por: Ailton da Silva - Ano V

Os povos que viram o fundo do mar


Mensagem sobre a passagem do Mar Vermelho e sobre os povos que viram o fundo do mar, somente um sobreviveu para contar a história.

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Por: Ailton da Silva - Ano V