quarta-feira, 19 de março de 2014
A CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
Pré-aula_Lição 12: A consagração dos sacerdotes
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
Dia 33/365 - Levítico 07, 08 e 09
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
Levítico 8 - Cid Moreira (Bíblia em Áudio)
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
terça-feira, 18 de março de 2014
Propostas das lições - 2 trimestre 2014
Capas das lições - 2º trimestre 2014
3 João - informações essenciais
PROPÓSITO:
Elogiar Gaio
por sua hospitalidade e encorajá-lo em sua vida cristã.
AUTOR
O apóstolo
João.
DESTINATÁRIOS
Gaio, um
cristão proeminente em uma das igrejas conhecidas por João, e a todos os
cristãos.
DATA
Aproximadamente
90 d.C., de Éfeso.
CENÁRIO
Os líderes
da Igreja viajavam de cidade em cidade ajudando a estabelecer novas
congregações. Dependiam da hospitalidade dos companheiros crentes. Gaio foi
quem recebeu estes lideres em sua casa.
VERSÍCULO CHAVE
“Amado,
procedes fielmente em tudo o que fazes para com os irmãos e para com os
estranhos” (1.5).
PESSOAS-CHAVE
João, Gaio,
Diótrefes e Demétrio.
Informações extraídas da seção “Informações essenciais” – Bíblia de
Estudo Aplicação Pessoal
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
segunda-feira, 17 de março de 2014
Lição 12 - proposta
Lição 11 - pós aula
Tabernáculo montado, lei entregue e então quem administraria
toda aquela estrutura? Qualquer um?
Se isto acontecesse, aquilo seria apenas um prédio bonito,
com detalhes e ouro, prata e bronze/cobre, nas mãos de qualquer um.
Nunca tive noticia de um levita revoltado por ter nascido naquela tribo. “Por que não nasci em outra tribo? Não quero ser sacerdote. Quero
outro rumo para minha vida”.
Filho de peixe, peixinho deve ser.
Campo não era lugar de levita (Ne 13).
Quem deveria zelar e ensinar a lei foi condenado pelo seu próprio
esquecimento. O sumo sacerdote rasgou suas vestes e encerrou o ministério levítico.
Não fomos salvos para nos preocupar somente com a nossa
chegada na Canaã celestial. Temos que nos preocupar com o trajeto. Somos um
povo sacerdotal, devemos fazer o que Israel não foi capaz, anunciar as boas
novas.
Fomos salvos para darmos frutos.
Boas novas deve ser anunciada para aqueles que ainda não as
conhece.
Paulo sabia que Ananias era o sumo sacerdote? Ele disse que
não (At 23), duvido, pois esta autoridade era bem destacada dentre os outros,
ainda mais, foi ele quem deu a ordem para bater no apóstolo.
Paulo sabia entrar e sair das situações. Quando foi preso em
Jerusalém (At 22) ele se defendeu falando em hebraico (a língua morta). Ele sabia
que os judeus não costumavam falar este idioma (aramaico, grego e uma pouca
fatia falava o latim – vide tabuleta colocada sobre a cruz de Jesus), então ele teve por intenção impressionar os seus acusadores e mostrar
que era um judeu zeloso pelas tradições. Por isto imagino que ele sabia sim que Ananias era o sumo sacerdote.
O que ele pensou foi o seguinte: "Eu não preciso mais de intermediador humano, Jesus é o meu sumo sacerdote, por isto não reconheço a autoridade espiritual que este homem ai sentado pensa ter".
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
sexta-feira, 14 de março de 2014
Deus escolhe Arão e seus filhos para o sacerdócio. Plano de aula
TEXTO
ÁUREO
“E para o nosso Deus os fizeste
reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra” (Ap 5.10).
VERDADE
PRÁTICA
Cristo nos fez reis e sacerdotes,
para anunciarmos as virtudes do seu Reino.
LEITURA
BÍBLICA EM CLASSE - Êx 28.1-11.
1
- Depois, tu farás chegar a ti teu irmão Arão e seus filhos com ele, do
meio dos filhos de Israel, para me administrarem o ofício sacerdotal, a saber:
Arão e seus filhos Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.
2
- E farás vestes santas a Arão, teu irmão, para glória e ornamento.
3
- Falarás também a todos os que são sábios de coração, a quem eu tenha
enchido do espírito de sabedoria, que façam vestes a Arão para santificá-lo,
para que me administre o ofício sacerdotal.
4
- Estas, pois, são as vestes que farão: um peitoral, e um éfode, e um
manto, e uma túnica bordada, e uma mitra, e um cinto; farão, pois, vestes
santas a Arão, teu irmão, e a seus filhos, para me administrarem o ofício
sacerdotal.
5
- E tomarão o ouro, e o pano azul, e a púrpura, e o carmesim, e o linho
fino
6
- e farão o éfode de ouro, e de pano azul, e de púrpura, e de carmesim, e
de linho fino torcido, de obra esmerada.
7
- Terá duas ombreiras que se unam às suas duas pontas, e assim se unirá.
8
- E o cinto de obra esmerada do éfode, que estará sobre ele, será da sua
mesma obra, da mesma obra de ouro, e de pano azul, e de púrpura, e de carmesim,
e de linho fino torcido.
9
- E tomarás duas pedras sardônicas e lavrarás nelas os nomes dos filhos
de Israel,
10
- seis dos seus nomes numa pedra e os outros seis nomes na outra pedra,
segundo as suas gerações.
11
- Conforme a obra do lapidário, como o lavor dos selos, lavrarás essas
duas pedras, com os nomes dos filhos de Israel; engastadas ao redor em ouro as
farás.
PROPOSTA
•
Israel precisava aprender a adorar a Deus;
•
Ministério: sumo sacerdote, sacerdotes e levitas;
•
Funções do sacerdote: santificar, sacrificar e interceder;
•
Os sacerdotes não possuíam herança, eram
sustentados;
•
Suas vestes deveriam ser santas;
•
Eles não poderiam se apresentar de qualquer maneira;
•
Urim e Tumim: indispensáveis na hora das decisões?
•
Os que exercem o ministério sem chamada são
intrusos;
•
Os sacerdotes também ensinavam a Palavra.
INTRODUÇÃO
O Tabernáculo já estava montado,
faltavam somente os responsáveis para administrarem os serviços. O povo
precisava aprender a adorar a Deus e era necessária a presença de homens vocacionados,
para que cuidassem da prática do culto ao Senhor no Tabernáculo e na
congregação no dia a dia. A chamada divina para o sacerdócio em Israel
encontra-se no capítulo 28 de Êxodo
A intenção de Deus era eleger
Israel, no todo, como um povo sacerdotal, com a função de apresentá-lo às
outras nações, no entanto, os hebreus falharam nesta sua missão. Como Deus não
ficaria sem esta representação na terra, Ele separou os filhos de Levi para
esta função. Os levitas serviam a Deus e auxiliavam os sacerdotes. Assim, todo
sacerdote em Israel era levita, mas nem todo levita era sacerdote.
Arão e
seus filhos foram nomeados de inicio para o ministério sacerdotal. Esta vocação
poderia e deveria ser transmitida de pais para filhos, já que uma das
características primordiais deste serviço era a hereditariedade.
I. O SACERDÓCIO (ÊX 28.1-5)
1. O SACERDOTE.
Deus ordena que Moisés separe Arão e
seus filhos para o ministério sacerdotal. O sacerdote deveria não somente
pertencer à tribo de Levi, mas era preciso que fosse um descendente de Arão,
que teve o privilégio de ser o primeiro sacerdote de Israel. Pertenciam à
classe sacerdotal em Israel o sumo sacerdote, os sacerdotes e também os
levitas.
O sacerdócio de Arão apontava para
Cristo, o nosso Sumo Sacerdote eterno (Hb 6.20), segundo a ordem de
Melquisedeque, que apresentou-se em sacrifício único, completo e aceito pelo
Pai.
Arão era um ser humano e, portanto,
um pecador que carecia de se apresentar diante de Deus com sacrifícios pelos
seus próprios pecados, prova disto foi a sua participação e conivência com a
idolatria vista na imagem do bezerro de ouro.
O ministério sacerdotal em Israel
era limitado, alcançava somente o perímetro estabelecido pela congregação das
doze tribos, além do mais, os sacrifícios oferecidos não perdoavam os pecados,
apenas adiava por algum tempo, as consequências. Na verdade eles aguardavam uma
possibilidade melhor, uma nova aliança, que fosse definitiva e que fosse capaz
de apagar por completo os pecados.
O sacerdote levítico era uma espécie
de mediador entre Deus e os homens e atuava dentro do Tabernáculo nas
imediações compreendias entre o pátio e o lugar Santo. O acesso ao Santo dos
Santos era permitido somente para o Sumo Sacerdote. A separação destes homens
foi necessária para que houvesse “o devido relacionamento entre Deus e os homens,
ante a entrada do pecado no mundo”.
2. O MINISTÉRIO DOS SACERDOTES.
Os sacerdotes tinham inúmeras
atribuições e deveres no exercício do ministério levítico, dentre elas,
deveriam:
- Apresentar o homem pecador diante do Deus Santo;
- Santificar o povo e oferecer dons e sacrifícios;
- Interceder pelos transgressores, fazendo mediação entre o povo e Deus;
- Oferecer sacrifícios pelos pecados, visando à reconciliação com o Senhor (Lv 16.11-28; Nm 3.3; II Cr 13.11);
- Consultar a Deus pelo povo, buscando discernir a vontade do Senhor (Nm 27.21);
- Ministrar os cultos religiosos e atuar como professores ou mestres da Lei (Lv 10.10,11);
- Discernir a existência de lepra e efetuar o rito de purificação (Lv 13.14-15);
- Determinar castigos por assassinatos e outras questões civis (Dt 21.5; II Cr 19.8-11);
- Tomar conta do tabernáculo (Nm 18.5-7);
- Cobrir os objetos sagrados do santuário antes de sua remoção (Nm 4.5-15);
- Conservar sempre aceso o fogo do altar (Lv 6.12-13);
- Queimar incenso (Ex 30.7-8);
- Purificar os imundos (Lv 15.30-31);
- Transportar a arca (Js 3.6-17; 6.12;
- Encorajar o povo a ir à guerra (Dt 20.1-4);
- Tocar as trombetas em várias ocasiões (Nm 10:1-10; Js 6.3-4);
- E não podiam beber vinho ou bebida forte (Lv 10:9);
- E não podiam oferecer fogo estranho (Lv 10.1-2);
- Colocar e remover os pães da proposição (Lv 24:5-9).
O sacerdócio de Arão, que apontava
para Cristo, serviu-nos de aio, orientação para nos apresentar a realidade do
Sacerdócio eterno de Jesus, o nosso único mediador diante de Deus. Como Sumo
Sacerdote, Cristo intercede diante do Pai por nós (1Tm 2.5).
3. O SUMO SACERDOTE.
As nações que estavam ao redor dos
hebreus já conheciam o serviço sacerdotal, vide caso de Moisés que tivera
contato com Jetro, seu sogro e sacerdote de Midiã.
Os
levitas, descendentes da tribo de Levi, não tiveram herança material quando
entraram na Terra Prometida (Dt 10.9), mas foram separados por Deus para serem
seus (Nm 8.14). Exerciam o sacerdócio e
auxiliavam nos trabalhos contínuos (Nm 3.6-10). Eram os únicos autorizados a trabalharem no
Tabernáculo. A recompensa era servir ao
Todo-Poderoso. Eles eram sustentados pelas ofertas e os sacrifícios levados ao
Tabernáculo. Viviam de modo simples e dependiam única e exclusivamente da
obediência e fidelidade do povo ao trazer seus dízimos (Nm 18.3-32).
a) O
sumo sacerdote:
Arão foi
o primeiro sumo sacerdote de Israel (Êx 28:1-3). Era uma posição honrosa,
hereditária (Ex 28.43) reservado ao primogênito, exceto nos de enfermidade,
mutilação (Lv 21.17-20) ou na vacância, como ocorreu com Nadabe e Abiú (Nm
3.4), mas de muita responsabilidade e cercada por muitas restrições, as quais
sequer imaginavam respeitar o mais simples israelita (Lv 21.1-15). Deviam estar
de prontidão, pois eram os representantes responsáveis e qualificados para que
Deus fosse consultado nas necessidades.
O sumo
sacerdote era o responsável pela intercessão do povo, principalmente “no dia
anual da expiação” (Lv 23.27), quando entrava no Santo dos Santos diante de
toda a congregação.
b)
Proibições ao sumo sacerdote:
- Não poderia descobrir a sua cabeça e ou rasgar os seus vestidos (Lv 21.10), tal como Caifas houvera feito diante de Jesus (Mt 26.65);
- Não poderia se chegar a qualquer cadáver, nem mesmo de seus pais (Lv 21.11);
- Deveriam se casar com mulher virgem e de forma nenhuma poderia se casar com mulher repudiada ou viúva (Lv 21.13,14).
As vestes do sacerdote deveriam ser
santas (Êx 28.3), eles deveriam se apresentar de forma digna e não de qualquer
maneira diante do Senhor de qualquer maneira. “Isto lhe recordava seu dever
de viver uma vida pura e santa”. O
linho fino apontava para a pureza, perfeição e justiça de Cristo, nosso
sacerdote e também passava a ideia de voluntariedade do serviço.
Segundo a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal,
“o éfode era um tipo esmerado de avental bordado, unido nos ombros e ligados
por uma faixa na cintura”. No éfode havia duas pedras de ônix com os nomes das
doze tribos. Arão deveria levar e apresentar diante de Deus as doze tribos de
Israel. Cristo carregou sobre si os nossos pecados e os apresentou diante do
Pai (1Co 15.3).
Sobre o éfode estava o peitoral
contendo doze pedras preciosas com os nomes dos doze filhos de Israel. Esta
peça ficava sobre o coração de Arão, o sumo sacerdote (Êx 28.15,17,21,29).
2. O URIM E TUMIM (ÊX 28.30).
Eram pedras que os sacerdotes
utilizavam na hora de tomar decisões, que significavam luzes e perfeição. Não
existem muitas informações sobre estas pedras. Elas deveriam ser carregadas junto
ao coração, mostrando a importância delas. Isso nos mostra que nossas decisões
devem ser tomadas de acordo com a Palavra de Deus.
III. MINISTROS DE CRISTO PARA A
IGREJA
1. CHAMADOS POR DEUS.
Os verdadeiros ministros da igreja
são chamados e vocacionados pelo Senhor. O ministério pastoral não é
simplesmente um cargo ou uma forma de se alcançar status seja ele qual for.
Muitos querem viver da obra e não
para ela. Quem exerce o santo ministério sem a direta chamada do Senhor — o
Dono da obra — é um intruso e está profanando a obra de Deus.
2. QUALIFICAÇÕES.
O sacerdote não podia se apresentar
diante de Deus e da congregação de qualquer maneira. Um pastor deve sempre agir
de modo a dar um bom testemunho (1Tm 3.7). O bom testemunho deve vir não
somente dos que estão fora da igreja, mas especialmente pelos irmãos em Cristo.
É preciso viver uma vida digna diante dos homens e também diante de Deus (1Tm
6.11,12). O pastor deve em tudo ser o exemplo (Tt 2.7).
3. COMPROMETIDOS
COM A PALAVRA.
Os sacerdotes também tinham a função
de ensinar a Palavra de Deus. Da mesma forma, Paulo recomenda que o ministro
seja apto para ensinar (1Tm 3.2). É preciso que seja alguém capacitado na
Palavra. A missão dos ministros de Cristo consiste no serviço, na mordomia,
isto é, na administração dos negócios de Deus e, sobretudo, em sua fidelidade e
santidade.
CONCLUSÃO
Os sacerdotes levavam os israelitas
até a presença de Deus. O sacerdócio de Arão apontava para o sacerdócio
perfeito de Cristo, o único mediador entre Deus e os homens. Atualmente, todos
os que creem em Jesus e no seu sacrifício na cruz foram feitos, pela fé, reis e
sacerdotes do Deus Altíssimo (1Pe 2.5,9).
OBJETIVOS DA LIÇÃO
FORAM ALCANÇADOS?
1. Sacerdotes:
mediador entre Deus e os homens.
2. Os
sacerdotes deveriam se apresentar dignamente.
3. Ministros;
chamados, qualificados e comprometidos.
REFERÊNCIAS
Bíblia
de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003.
Bíblia de Estudo Temas em Concordância. Nova Versão
Internacional (NVI). Rio de Janeiro. Editora Central Gospel, 2008.
Bíblia
Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do
Brasil, 2000.
Bíblia
Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de
Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.
LOURENÇO, Luciano de Paula. As leis civis entregues por Moisés aos
Israelitas. Disponível em: http://luloure.blogspot.com.br/2014/03/aula-11-deus-escolhe-arao-e-seus-filhos.html.
Acesso em 12 de março de 2014.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Slides lição 11
Ex 28,15-30 = O Peitoral, o Urim e o Tumim
)
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
Roupa Sacerdotal
)
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
Próximos trabalhos e agenda
13/03/2014
Chácaras Cobral - tema: Isaías 43.13 - "Antes que houvesse dia "EU SOU".
16/03/2014
- 09 horas - Abertura da campanha "Manhã com Deus" (jovens subsede) - mensagem: O povo de Deus no deserto e as manhãs com Deus, tardes da bênção e noites dos Milagres.
- 18:15 - Escola Bíblia Dominical subsede classe de jovens.
26/03/2014
Subsede setor 5 (Álv. Machado) - tema: Ez 1.1 (mensagem: trigésimo ano. Abriu-se os céus. Visões de Deus".
27/03/2014
Culto de Jovens (Maria de Lourdes) - mensagem: Algo mais de Deus parte 3 (Joquebede - ela queria somente que Deus salvasse seu bebê).
29/03/2014
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
29/03/2014
Culto de Jovens UMADAM setor 5 em Coronel Goulart (Álvares Machado) - mensagem: O que perdido foi não pode ser comparado com o que há de vir" (a túnica tirada de José não pode ser comparada com o trono que ele recebeu depois).
quarta-feira, 12 de março de 2014
SCC - Fascinante este espisódio
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