quinta-feira, 17 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
PASTOR GILBERTO ENGANA OS FIÉIS E É DESMASCARADO
EDIFICAÇÃO?
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
Pré-aula_Lição 3: Dons de Revelação
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
terça-feira, 15 de abril de 2014
Pastor Carlos Padilha de Siqueira - promovido às mansões celestiais
Foi promovido hoje, às mansões celestiais, o nosso Pastor Carlos Padilha de Siqueira. Fica o legado deste grande homem de Deus.
Um homem que, no auge de sua juventude, prometeu ao vizinho que o levaria ao culto, porém havia no meio do caminho um pequeno rio, e este amigo não poderia ser exposto à água, devido a sua enfermidade. Promessa é promessa, então ele foi carregado até a igreja nas costas do nosso pastor. Esta é apenas um de seus muitos testemunhos que ele contava nas reuniões de obreiros e nos cultos de ensino em nossa sede em Pres. Prudente.
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Mensagem 100: A frustração de Ezequiel
Mensagem entregue na Assembleia de Deus, setor (Álv. Machado-SP). Campanha: vivendo o extraordinário de Deus.
"Abaixe o som da rádio Resgate Net no respectivo botão abaixo", na seção parceiros
A
FRUSTRAÇÃO DE EZEQUIEL
O
SACERDOTE SEM TEMPLO
1)
Trigésimo ano e quinto ano do cativeiro:
Ezequiel completou 30 anos e estava
no quinto ano de cativeiro. Era a idade mais aguardada. Se estivesse em
Jerusalém seria consagrado para o sacerdócio no Templo (cf Nm 4.3), mas ali na
Babilônia não poderia desempenhar seu trabalho levítico. Frustrado sim, mas
sozinho não, pois Deus não havia abandonado ele.
2)
Sacerdote ou Profeta
Ezequiel
queria muito assumir sua posição de sacerdote, mas este não era o plano de Deus
para a sua vida. Como sacerdote ele levaria o homem ate Deus, o que era somente
faixada, exterior, pois não havia arrependimento por parte do povo.
Como profeta, ele levaria Deus até
aos homens, então a conversa seria diferente. Os ministérios eram completamente
opostos, porém cada qual tinha a sua importância e utilidade na época.
3)
O trio de ferro:
Deus levantou três profetas na
época:
- Jeremias em Jerusalém (Jr 29), que demonstrou
preocupação com os cativos na Babilônia. Ele havia ficado com aqueles que
não foram considerados aptos para produzirem na corte babilônica;
- Daniel desempenhou seu trabalho profético na corte
babilônica;
- Enquanto isto entre os cativos esteve Ezequiel, o
sacerdote sem templo e sem sacrifícios.
4)
Os céus abertos e as visões de Deus
Céus abertos e visões de Deus: mesmo
diante das visões houve em seu coração uma frustração, pois não estava em
Jerusalém trabalhando como sacerdote no Templo. Mas este acontecimento serviu
para atestar seu ministério profético e inclui-lo no trio de ferro.
5)
O sacerdote sem Templo e sem sacrifício:
Deus precisava de um profeta entre
os cativos. Ezequiel não ficaria sem ministério, mas ele precisava da chamada.
6)
Deus não frustra planos:
O sacerdote sem ministério aguardou
com ansiedade o dia da consagração, mas quando este dia chegou não havia mais
templo ou muito menos serviço.
O mesmo aconteceu com Moises que
aguardou ansioso a entrada na Terra Prometida. Ele não entrou (Dt 3.23-26),
porém não ficou na frustração, pois a contemplou com os próprios olhos (Dt
34,4)
7)
CONCLUSÃO
Ezequiel quando completasse a idade
poderia ser consagrado ao sacerdócio, porém quando este dia chegou ele estava
entre os cativos na Babilônia. O templo e os serviços levíticos não existiam
mais. Deus se revelou a ele para confirmar sua chamada profética e junto com
Jeremias, que estava em Jerusalém e Daniel que estava na corte, formou o trio
de ferro profético.
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
Lição 3 - proposta
Pós aula - lição 2
Eu tenho
dons – então deixe a igreja te conhecer os frutos.
Muitos
não buscam dons, pois não querem trabalhar para a edificação da igreja.
Dom não
é sinal de superioridade, é responsabilidade.
Dons de
Deus geram responsabilidade.
Repartir
com o necessitado e perceber que os obreiros estão sobrecarregados, seriam dons
esquecidos pela igreja (At 6.1-6).
Se os
dons não fossem irrevogáveis seria um tal de dá e toma sem precedentes na
história. Imaginemos o seguinte: “Fui batizado com o Espírito Santo.... fui
rebatizado.....fui tribatizado......fui tetra batizado...penta. hexa e por ai
afora, dons de Deus não tem nada a ver com copa do mundo.
Nunca
vi crentes frustrados tentando o suicídio por não terem recebido alguns dos
dons de Deus.
Comentário
de um aluno: “Alguns dos dons concedidos por Deus a nós tem somente alcance
local, outros regional, alguns nacional e poucos internacional – interessante,
por isto que vemos muitos trabalhando nas igrejas, dando o sangue enquanto
outros tem seus ministérios pelo Brasil e mundo afora.
Igreja
do Apóstolo Fulano......igreja do pastor Fulano....... igreja do evangelista
Fulano....., mas nunca vi uma assim: Igreja do mestre, doutor, ensinador
Fulano.
Este
foi um comentários de um aluno: “Pregar p Evangelho é uma caridade”.
Dom para
sair da situação em que entramos entrar e dom pra sair. Entrar é fácil, nas
confusões, o difícil é sair, só Jesus na causa.
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
sexta-feira, 11 de abril de 2014
O propósito dos dons espirituais. Plano de aula
TEXTO
ÁUREO
“Assim, também vós, como desejais dons espirituais, procurai sobejar
neles, para a edificação da igreja” (1 Co 14.12).
VERDADE
PRÁTICA
Os dons são recursos concedidos por
Deus para fortalecer e edificar a Igreja espiritualmente.
LETURA
BÍBLICA EM CLASSE – 1 Coríntios
12.8-11; 13.1,2.
12.8 - Porque a um, pelo Espírito, é dada a
palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência;
12.9 - e a outro, pelo mesmo Espírito, a
fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar;
12.10 - e a outro, a operação de maravilhas;
e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a
variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.
12.11 - Mas um só e o mesmo Espírito opera
todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer.
13.1 - Ainda que eu falasse as línguas dos
homens e dos anjos e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o
sino que tine.
13.2 - E ainda que tivesse o dom de profecia,
e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a
fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor; nada seria.
PROPOSTA
·
Igreja de Corinto: “nenhum dom lhe faltava”;
·
Mas a igreja não usava corretamente os dons
recebidos;
·
Dons espirituais não garantem espiritualidade
genuína;
·
Os que falam línguas estranhas edificam a si mesmo;
·
Todos devem ser edificados, crentes ou não;
·
Corinto: exerciam vários dons, mas esqueceram do
amor;
·
Se não houver amor, certamente não haverá
edificação;
·
Os ministros devem cuidar das “pedras assentadas”;
·
Cada um administre aos outros o dom como o recebeu.
INTRODUÇÃO
Qual é o real propósito dos dons espirituais? Muitos estão se
utilizando dos dons de forma interesseira e egoísta. Os dons não são para
elitizar o crente, segregar ou criar tribos na igreja, tal como: os que
trabalham nas “tardes da benção, cultos de libertação, reuniões de orações,
campanhas domiciliares” entre outras atividades, das quais, particularmente eu
excetuo a Escola Bíblica Dominical, haja vista ser inadmissível que um
professor com bagagem teológica e espiritual venha usar o dom recebido, da
parte de Deus, para proveito próprio ou para exibicionismo, mesmo porque este
seria o último lugar que um cidadão, totalmente desprovido de um caráter
espiritual sadio, poderia pensar em ajuntar em torno de si ávidos expectadores
sedentos por aprenderem com suas experiências e conhecimentos. A EBD não pode
se tornar um palco para intermináveis aplausos e ovações por parte dos alunos,
pelo contrário, pois este departamento objetiva a estruturação da igreja, para
que ela suporte os ventos de doutrina que tão de perto teimam em rodeá-la.
Os dons não são aferidores de espiritualidade, não são sinais de
superioridade espiritual. São dádivas divinas nos concedidas pela graça e devem
ser utilizadas com sabedoria e santidade a fim de que o nome do Senhor seja
exaltado e todos os membros do Corpo de Cristo sejam edificados. São recursos imprescindíveis do Pai para
os seus filhos. O seu propósito é edificar-nos e unir-nos, fortalecendo assim a
Igreja de Cristo (1Tm 3.15).
I. OS DONS NÃO SÃO PARA ELITIZAR O
CRENTE
A Igreja em Corinto localizava-se
numa cidade comercial, economicamente rica, cosmopolita, próxima do mar, uma
das mais importantes do Império Romano, porém marcada pela idolatria, paganismo
e imoralidade. “Ser um crente fiel naquela cidade não era fácil”, por
isto era necessária a manifestação dos dons, mesmo que estes não aferiam a
espiritualidade da igreja.
Durante a segunda viagem missionária
de Paulo, a igreja recebeu a visita do apóstolo (At 18.1-18). Por conhecer
muito bem a comunidade cristã em Corinto foi que o apóstolo dos gentios tratou,
em sua Primeira
Epístola dirigida àquela igreja, sobre a abundância da
manifestação dos dons do Espírito, chegando a afirmar daquela igreja que
“nenhum dom” lhe faltava (1 Co 1.7).
2. UMA IGREJA DE MUITOS DONS, MAS
CARNAL.
Os dons do Espírito concedidos por
Deus à igreja de Corinto tinham por finalidade prepará-la e santificá-la para o
serviço do evangelho: a proclamação da Palavra de Deus naquela cidade, por isto
Deus concedeu dons à igreja para que “tivessem condições de lutar contra a
idolatria, a imoralidade e permanecessem em santidade”.
Mesmo de
posse dos dons, a igreja de Corinto estava longe de ser considerada uma igreja
espiritual, pois não usava corretamente
os dons que recebera do Pai e, além disto, tinha em seu meio divisões, inveja,
imoralidade sexual, etc. Havia quatro grupos dentro da igreja: “os de Paulo, de
Cefas, de Apolo e os de Jesus”, sendo este último grupo o mais perigoso, já que
não se submetiam à autoridade humana e não recebiam as orientações. Como pode
uma igreja evidentemente cristã ser ao mesmo tempo carnal e imoral? Por isso
Paulo a chama de carnal e imatura (1 Co 3.1,3).
Com este relato, aprendemos que as
manifestações espirituais na igreja local não são propriamente indicadoras de
seriedade, espiritualidade e santidade. Uma igreja onde predominam a inveja,
contenda e dissensões, nem de longe pode ser chamada de espiritual, e sim de
carnal.
3. DOM NÃO É SINAL DE SUPERIORIDADE
ESPIRITUAL.
Muitos creem erroneamente que os
irmãos agraciados com dons da parte de Deus são, por isso, mais espirituais que
os outros. Todavia, os dons do Espírito são concedidos pela graça de Deus e não
pelos méritos, por isto o propósito dos dons espirituais é a edificação e não a
exibição. Isto faz parte do projeto de Deus, a sua resolução, o seu decreto que
não pode ser mudado pelo homem.
Que a mensagem de Jesus possa
ressoar em nossa consciência e convencer-nos de uma vez por todas de que os
dons não são garantia de espiritualidade genuína, nem da igreja, muito menos do
individuo: “Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós
em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não
fizemos muitas maravilhas? E, então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci;
apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mt 7.22,23).
Se os
dons pudessem, um dia, aferir a espiritualidade de uma igreja, a Corinto,
estaria sob um pedestal, e seria intocável. Aquela congregação possuiu muitos
dons, mas cometeu inúmeros erros, os mesmos que estão presentes na atualidade,
entre os quais destacamos o pior e o mais grave, que foi o de imaginar que as
ferramentas espirituais destinadas à igreja fossem para exibição humana.
II. EDIFICANDO A SI MESMO E AOS
OUTROS
1. EDIFICANDO A SI MESMO.
Paulo diz que quem “fala língua
estranha edifica-se a si mesmo” (1 Co 14.4), edificação esta que auxiliará no
cumprimento da Grande Comissão, mas nunca, em nenhum momento pode ser
considerada como de vital importância para a pregação do Evangelho, uma vez que
novos convertidos e até mesmo aqueles que não foram agraciados com dons também
podem desempenhar suas funções a contento.
Paulo estimulava os crentes da
igreja de Corinto a cultivarem sua devoção particular a Deus através do falar
em línguas concedidas pelo Espírito, com o objetivo de edificarem a si mesmos.
Isto não significa que o apóstolo dos gentios proibia o falar em línguas
publicamente, mas ao fazê-lo de maneira devocional o crente batizado com o
Espírito Santo edifica-se no seu relacionamento com Deus. Falar ou orar em
línguas provenientes do Espírito é uma bênção espiritual maravilhosa.
2. EDIFICANDO OS OUTROS.
Os crentes de Corinto falavam em
línguas e exerciam vários dons espirituais, mas parece que eles não se
preocupavam muito em ajudar as pessoas, por isso, Paulo lembra que os dons só
têm razão de existir quando o portador preocupa-se com a edificação da vida do
outro irmão em Cristo (1 Co 14.12). "O amor pensa nos outros, e não em si mesmo. Se for
usado em amor, o Dom de Línguas beneficiará os outros, e não apenas o indivíduo
que fala”.
Em lugar de buscarmos prosperidade
material, como se pudéssemos barganhar com Deus usando dinheiro em troca de
bênçãos, busquemos os dons espirituais. Agindo assim edificaremos a nós mesmos
e também aos outros.
Paulo
não tentou limitar o Dom de Línguas, pois sabia da origem divina do dom. Se
esta fosse a sua intenção, ele estaria sendo conivente com os “grupinhos” que
já existia na igreja. Seria um absurdo, o apóstolo, defender a ideia de que os
dons somente poderiam ser usados por aqueles que já eram possuidores, enquanto
que aqueles que ainda não haviam sido agraciados deveriam ficar de lado, na
verdade, ele queria que muitos falassem, mas antes era necessário que
entendessem o propósito de Deus embutido nos dons. Tal como Moisés, que um dia
desejou que todos fossem profetas de Deus entre os congregados de Israel, Paulo
também tinha a mesma intenção.
3. EDIFICANDO ATÉ O NÃO CRENTE.
Embora o apóstolo dos gentios
estimulasse todos os crentes a falarem em línguas, isto é, a edificarem a si
mesmos, seu desejo era que também esses mesmos crentes profetizassem a fim de
que a igreja toda fosse edificada. O comentário da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal diz sobre esse texto: “Embora o
próprio Paulo falasse em línguas, enfatizava a profecia, porque esta edificava
a Igreja inteira, enquanto falarem línguas beneficiava principalmente o
falante”.
Todos quantos vierem a frequentar
nossas reuniões devem ser edificados, sejam crentes ou não. Por isso, não
podemos escandalizar aqueles que não comungam a mesma fé que nós (1 Co 14.23).
Como eles compreenderão a mensagem do evangelho se em uma reunião não
entenderem o que está sendo falado? (1 Co 14.9).
III. EDIFICAR TODO O CORPO DE CRISTO
1. OS DONS NA IGREJA.
Paulo mostrou à igreja de Corinto que
quando os dons são utilizados com amor o resultado é satisfatório, pois todo o
Corpo de Cristo é edificado, o mesmo não acontece quando são usados “para
projeção humana” ou quando são tidos como medidores da espiritualidade dos
portadores.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Slides - lição 2
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Pré-aula_Lição 2 - O propósito dos dons espirituais
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
terça-feira, 8 de abril de 2014
Genêsis - "origem" ou "princípio"
Para quem foi escrito
este livro?
Para
os israelitas.
Por quem foi escrito
(autor)?
Moisés.
Em qual momento
histórico?
Antes
da entrada de Israel na terra prometida.
Por que este livro foi
escrito?
Porque
os israelitas precisavam ser preparados para entrar na terra prometida e nas
promessas da aliança.
Para quê este livro
foi escrito?
Para
incentivá-los a confiar somente em Deus (Criador dos céus e da Terra) e
a se manterem fiéis à aliança que Ele fez com Abraão (observando seus
estatutos e mandamentos).
Obs: Material extraído do DVD "Mega Coletânea Bíblica - 10.000 artigos". Não tem citação da fonte, mas se alguém conhecer, ficarei grato e mencionarei.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Lição 2 - proposta
sexta-feira, 4 de abril de 2014
E deu dons aos homens. Plano de aula
TEXTO ÁUREO
“Pelo que diz: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro e deu dons aos
homens” (Ef 4.8).
VERDADE
PRÁTICA
Os dons são dádivas divinas para a
Igreja cumprir sua missão até que o Noivo venha buscá-la.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – Rm
12.3-8; 1 Co 12.4-7
Rm 12.3 - Porque, pela graça que me é dada,
digo a cada um dentre vós que não saiba mais do que convém saber, mas que saiba
com temperança, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um.
Rm 12.4 - Porque assim como em um corpo temos
muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação,
Rm 12.5 - assim nós que somos muitos, somos um
só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.
Rm 12.6 - De modo que, tendo diferentes dons,
segundo a graça que nos é dada: se é profecia, seja ela segundo a medida da fé;
Rm 12.7 - se é ministério, seja em ministrar;
se é ensinar; haja dedicação ao ensino;
Rm 12.8 - ou o que exorta, use esse dom em
exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o
que exercita misericórdia, com alegria.
1 Co 12.4 - Ora, há diversidade de dons, mas o
Espírito é o mesmo.
1 Co 12.5 - E há diversidade de ministérios, mas
o Senhor é o mesmo.
1 Co 12.6 - E há diversidade de operações, mas é
o mesmo Deus que opera tudo em todos.
1 Co 12.7 - Mas a manifestação do Espírito é
dada a cada um para o que for útil.
PROPOSTA:
·
Na Antiga Aliança os dons de Deus não eram
acessíveis;
·
Mas hoje os dons de Deus estão disponíveis para a
igreja;
·
Dons: de serviço, espirituais e ministeriais;
·
Dons de serviço: ação em prol do outro, do próximo;
·
Dons espirituais: “não sejamos ignorantes”;
·
Dons ministeriais: Efésios 4.11;
·
Cessacionistas: os dons cessaram no primeiro século;
·
O importante não é a quantidade, mas sim a diversidade;
·
Os dons são concedidos pela graça e não pelos
méritos.
INTRODUÇÃO
Os dons de Deus, “manifestações
sobrenaturais concedidas da parte do Espírito Santo, e que operam através dos
crentes, para o seu bem comum”, favorecem o cumprimento da Grande Comissão, a proclamação
do Evangelho de Jesus a toda criatura e auxiliam os santos na tentativa de
atingirem o conhecimento de Deus e promovem a unidade da fé (Ef 4.12,13).
Os dons
são frutos da Graça, são dádivas que confirmam a
vocação do chamado. A responsabilidade pela concessão é toda de Deus, pois Ele resolve
investir, por isto concede os dons. A nossa missão é evitarmos que enterremos
ou deixemos de lado, sem uso.
Portanto, os dons, sempre foram e
sempre serão necessários, principalmente, para resgatarmos a nossas origens e identidade
espiritual, ora abalada e acima de tudo para lutar contra o indiferentismo,
frieza e a assombrosa mornidão espiritual, tão maléfica e destrutiva.
Eles são irrevogáveis, são dados e
jamais serão tomados por Deus, mesmo porque, se assim fosse, seria um tal de
“toma e devolve” sem precedentes na história. A irrevogabilidade dos dons reside
justamente no principio da necessidade do uso pela igreja para facilitar o seu
trabalho, tal como os grandes patriarcas de Israel, Abraão, Isaque, Jacó, José
e Moisés fizeram uso para cumprirem cada qual sua missão e principalmente no
fato de Deus ter decidido pela saída dos hebreus do Egito, sem pedir nada em
troca (Ex 3.8-10) e nunca intentou mudar o seu decreto, mesmo diante dos erros
e tropeços de seu povo.
As promessas e dons concedidos aos patriarcas e a Israel foram, sem
duvidas, irrevogáveis, isto por si só, nos garante, que o mesmo é proporcionado
à igreja, pois os patriarcas erraram como qualquer humano e não foram poucos os
erros. Alguns foram vergonhosos, inadmissíveis, algumas mentiras, enganos,
preterições, zombaria diante de uma revelação de Deus, uma espécie de “não
quero trabalhar, quero somente trazer más noticias daqueles que estão
trabalhando” e por ai afora.
Israel, em um momento de sua história, sequer sabia o Nome
de Deus (Ex 3.10). Aquela geração clamou a “Deus desconhecido” e foram ouvidos.
Durante cerca de quarenta anos se preocuparam somente com o prêmio da soberana
vocação e se esquecerem de colocar em prática o dom que receberam de Deus. Em
todas estas oportunidades não vimos Deus tomar dos patriarcas ou dos hebreus o que
havia dado a eles, então porque tomaria da igreja?
Os
dons são irrevogáveis, mas são garantia de salvação (Mt 7.21-23), pois mesmo de
posse deles, o homem pode não dispensar a devida vigilância, o que fatalmente o
levará a ouvir a temida sentença: “Apartai-vos de mim”. Eis o pagamento para o
justo que se desvia de sua justiça (Ez 33.18).
Deus deu aos homens o maior dom, seu Filho (Jo 3.16) e
nunca ameaçou de tomar ou revogar seu ato, mesmo diante de tanto pecado e injustiças.
I. OS DONS NA BÍBLIA
1. NO ANTIGO TESTAMENTO.
O Dicionário
Bíblico Wycliffe mostra que
há várias palavras hebraicas que significam “dádiva”. A origem dessas palavras
está na raiz hebraica nathan,
que significa “dar”. Por isso, podemos afirmar que no Antigo Testamento há
vislumbres dos dons divinos concedidos a pessoas peculiares como reis,
sacerdotes, profetas, aos patriarcas de Israel e outros, tal como “Bezalel em Êxodo
31:2-5, o qual foi dotado para fazer muito do trabalho de arte relacionado com
o Tabernáculo”.
Estes
personagens fizeram uso
e cumpriram suas respectivas missões, porém os dons divinos não estavam
acessíveis ao povo em geral tal como observamos no regime da Nova Aliança,
justamente por serem destinados e relacionados à algum tipo de serviço ou
missão e não somente para exibições, não muito diferente da finalidade dos dons
que hoje são concedidos para a igreja.
2. NO NOVO TESTAMENTO.
O mesmo dicionário informa ainda que
ao longo do Novo Testamento a palavra “dom” aparece com diferentes
significados, que se relacionam ao verbo grego didomi. Este verbo representa o
sentido ativo da palavra “dar” em Filipenses 4.15.
Na Nova Aliança, os dons de Deus
estão disponíveis como “ferramentas de trabalho” para que a Igreja, em nome de
Jesus, promova a libertação dos cativos, ministre a cura aos doentes e proclame
a salvação do homem para a glória de Deus. O Novo Testamento também deixa claro
que todos os crentes têm acesso direto a Deus através de Cristo Jesus e, por
isso, alguns buscam e podem receber os dons do Espírito.
3. UMA DÁDIVA PARA A IGREJA.
Para sermos mais didáticos e
eficientes no estudo a respeito dos dons, dividiremos este assunto em três
categorias principais: Dons de Serviço, Dons
Espirituais e Dons
Ministeriais. Esta divisão acompanha a classificação dos dons conforme
se encontra nas epístolas paulinas aos Romanos, 1 Coríntios e Efésios,
respectivamente.
Porém, que esta classificação é
apenas um recurso didático, pois quando o apóstolo expõe o assunto em suas
cartas, ele não parece querer exaurir os dons em uma lista, antes, preocupa-se
em exortar os irmãos a buscá-los e usá-los para encorajar, confortar e edificar
a Igreja de Cristo, bem como glorificar a Deus e evangelizar o mundo.
Os dons
são dados por Deus aos homens para que estes trabalhem, mostrem serviços, para
que façam tudo em prol do crescimento do reino, mas os dons ainda continuam
sendo de Deus (cfe Mt 25.18). Não se
tornam propriedade daqueles que recebem para fazerem mal uso, para se exporem
ou para buscarem seus próprios interesses.
II. OS DONS DE SERVIÇO, ESPIRITUAIS
E MINISTERIAIS
1. DONS RELACIONADOS AO SERVIÇO
CRISTÃO.
Em Romanos 12 o apóstolo Paulo
admoesta a igreja, lembrando-a de que o membro do Corpo de Cristo não pode se
achar autossuficiente. Assim como um membro do corpo humano depende dos outros
para exercer a sua função, na igreja necessitamos uns dos outros para o
fortalecimento da nossa vida espiritual e comunhão em Cristo.
Esta categoria, de dons, apresentada
em Romanos 12 traz a ideia da manutenção dessa comunhão dos santos, pois ao
falarmos de serviços, subentende-se que quem serve está prestando um serviço
para alguém. Estes dons também são “chamados de serviçais, dons de serviço ou, ainda,
dons espirituais de ministérios práticos”. Não podem ser confundidos com os
dons espirituais.
Observe os dons de serviço listados
por Paulo em Romanos: Ministério (ofício diaconal), exortação (encorajamento),
repartir, presidir e exercer misericórdia, estão relacionados com uma ação em
prol do outro, do próximo. Portanto, se você tem um dom, deve usá-lo em
benefício da Igreja de Cristo na Terra e não para se exibir ou buscar os
próprios interesses.
2. CONHECENDO OS DONS ESPIRITUAIS.
“Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que
sejais ignorantes” (1Co 12.1). Os dons listados em 1 Coríntios 12 são: Palavra
da sabedoria; palavra da ciência; fé; curas; operação de maravilhas; profecia;
discernimento de espíritos; variedades de línguas; interpretação de línguas.
Apesar de as manifestações
sobrenaturais pertencerem ao mundo espiritual, isto é, a uma categoria
particular da experiência religiosa do crente, o apóstolo Paulo desejava que as
igrejas, e em especial a de Corinto, conhecessem algumas considerações
importantes sobre os dons espirituais, outorgados à igreja para que houvesse
unidade entre eles, para que vivesse uma unidade, bem como para a expansão do
reino de Deus. Dons estes que não eram e não são distribuídos aleatoriamente ou
em série. Eles
são repartidos particularmente a cada um como Deus quer e para que seja útil à
as igreja. Não existem regras, critérios, méritos para o recebimento. Depende
exclusivamente daquele que concede.
Uma característica predominante em
Corinto, segundo o Comentário
Bíblico Beacon(CPAD), era a vida pregressa dos membros envolvidos com
idolatria. Muitas manifestações espirituais na igreja lembravam a experiência
mística das religiões de mistérios.
Os coríntios precisavam ser
ensinados de forma correta sobre a existência dos dons e de sua utilização
dentro do culto e fora dele. Por isso, à luz da Palavra de Deus, devemos
ensinar a respeito dos dons espirituais para que a igreja seja edificada. A
Bíblia traz os ensinos corretos sobre o uso dos dons, e se há distorções nessa
esfera, estas acontecem por algumas igrejas não ensinarem de forma correta o
que a Bíblia diz, e isso contribui para o surgimento do fanatismo religioso, da
corrupção doutrinária dos movimentos estranhos e de muitas heresias. Portanto,
o ensino correto das Escrituras nos orienta sobre a forma adequada da
utilização dos dons e previne o surgimento de práticas condenáveis no culto.
3. ACERCA DOS DONS MINISTERIAIS.
A Epístola de Paulo aos Efésios
classifica os dons ministeriais assim: Apóstolos, profetas, evangelistas,
pastores e doutores (4.11). Os propósitos de o Senhor concedê-los à Igreja,
segundo a Bíblia de Estudo
Pentecostal, são:
a) Capacitar o povo de Deus para o
serviço cristão;
b) Promover o crescimento da igreja
local;
c) Desenvolver a vida espiritual dos
discípulos de Jesus (4.12-16).
Como resultado da aplicação destes
dons, vemos uma igreja estável e capaz de resistir aos ventos de doutrina que
tão de perto teimam por rodeá-la.
O Senhor deu a sua Igreja ministros
para servi-la com zelo e amor (1Pe 5.2,3). O ensino do Novo Testamento acerca
do exercício ministerial está ligado a concepção evangélica de serviço (Mt
20.20-28; Jo 13.1-11), jamais à perspectiva centralizadora e sacerdotal do
Antigo Testamento.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Slides - lição 1
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