quarta-feira, 21 de maio de 2014
Pré-aula_Lição 8: O Ministério de Evangelista
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
terça-feira, 20 de maio de 2014
6) Josué - informações sobre o livro
Para quem foi escrito
este livro?
Para
os israelitas.
Por quem foi escrito
(autor)?
Autor
Desconhecido.
Em qual momento
histórico?
Após
a morte de Josué.
Por que este livro foi
escrito?
Porque
a conquista da terra prometida estava incompleta e Israel já não tinha um outro
grande líder como Moisés e Josué.
Para quê este livro
foi escrito?
Para
lembrar a história do admirável cumprimento das promessas do Senhor através do
seu servo Josué (visando reavivar na alma do povo a promessa divina de
possuir toda a terra de Canaã) na esperança do surgimento de algum outro
servo fiel que pudesse conduzir os israelitas à vitória sobre todos os inimigos
que ainda restavam.
Obs: Material extraído do DVD "Mega Coletânea Bíblica - 10.000
artigos". Não tem citação da fonte, mas se alguém conhecer, ficarei grato
e mencionarei.
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Proposta - lição 8
Lições 3 trimestre 2014
EBD - CPAD - 3º
Trimestre de 2014: Ensino de Tiago para uma Vida Cristã Auntêntica.
A Casa Publicadora das Assembleias de
Deus (CPAD) já apresentou ao público a mais nova capa da Revista Lições
Bíblicas Mestre, para o terceiro trimestre de 2014. O tema das lições é: Fé e
Obras - Ensino de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica. Os comentários serão
todos de autoria do Pastor Eliezer de Lira e Silva.
Além das capas costumeiras, a editora
também oferece exemplares em capa dura, com páginas em melhor acabamento
gráfico, proporcionando assim aos consumidores um modelo apropriado para
guardar em prateleiras e voltar a consultar, futuramente, com mais comodidade.
Sumário:
Lição 1: Tiago — Fé que se Mostra pelas Obras
Lição 2: O Propósito da
Tentação
Lição 3: A Importância da
Sabedoria Humilde
Lição 4: Gerados pela
Palavra da Verdade
Lição 5: O Cuidado ao Falar
e a Religião Pura
Lição 6: A Verdadeira Fé não
Faz Acepção de Pessoas
Lição 7: A Fé se Manifesta
em Obras
Lição 8: O Cuidado com a
Língua
Lição 9: A Verdadeira
Sabedoria se Manifesta na Prática
Lição 10: O Perigo da Busca
pela Autorrealização Humana
Lição 11: O Julgamento e a
Soberania Pertencem a Deus
Lição 12: Os Pecados de
Omissão e de Opressão
Lição 13: A Atualidade dos
Últimos Conselhos de Tiago
FONTE: http://belverede.blogspot.com.br/2014/05/ebd-cpad-3-trimestre-2014-fe-obras-ensinos-Tiago-para-vida-crista-autentica-Eliezer-de-Lirae-Silva.html
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
Sumário:
Lição 1: Tiago — Fé que se Mostra pelas Obras
sábado, 17 de maio de 2014
Ailton Silva - Algo a mais da parte de Deus (parte 2): o último passo de Joquebede..
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
sexta-feira, 16 de maio de 2014
O ministério de profeta. Plano de aula
TEXTO ÁUREO
“E a uns pôs Deus na igreja,
primeiramente, apóstolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores,
depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de
línguas” (1 Co 12.28).
VERDADE PRÁTICA
O ministério
de profeta é fundamental para a Igreja de Cristo nos dias atuais.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – 1 Co 12.27-29;
Ef 4.11-13.
1
Coríntios 12
27 - Ora, vós sois o corpo de Cristo e
seus membros em particular.
28 - E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente,
apóstolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores, depois, milagres,
depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.
29 - Porventura, são todos apóstolos? São
todos profetas? São todos doutores? São todos operadores de milagres?
Efésios
4
11 - E ele mesmo deu uns para apóstolos,
e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e
doutores,
12 - querendo o aperfeiçoamento dos
santos, para a obra do ministério, para edificação do
corpo de Cristo,
13 - até que todos cheguemos à unidade da
fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura
completa de Cristo.
PROPOSTA
·
Profeta no Antigo Testamento: falava em nome de
Deus;
·
Confrontavam os nobres e a classe sacerdotal;
·
Profetismo: movimento surgido no reino dividido;
·
Ef 4.11: apóstolo, profeta, evangelista, pastor, e
doutor;
·
As mensagens dos profetas eram rejeitadas;
·
Os profetas, hoje, devem leva a igreja à maturidade;
·
O coração dos profetas transbordavam amor;
·
Pelos frutos reconhecemos os falsos profetas;
·
Eles costumam ser arrogantes e iníquos.
INTRODUÇÃO
O ministério
de profeta é altamente importante para os nossos dias, pois de acordo com o
ensino dos apóstolos, tal ministério tem um valor excelso para a igreja de qualquer
tempo e lugar. Trata-se de um dom de Deus para a igreja
atual. O profeta é chamado para falar segundo o coração do Pai diretamente ao
homem.
Deus sempre desejou e procurou se
comunicar com o homem, mesmo ainda no Éden Deus manteve esta rotina, porém o
pecado original colocou um obstáculo, que não poderia perdurar ou impedir comunicação
entre o Criador e sua criatura, por isto foram levantados homens especiais que
traziam a mensagem do alto diretamente ao homem. Este ministério não se
encerrou, mesmo que tal ideia seja defendida por alguns, encontramos em plena
atividade tanto na era apostólica quanta na atual. Os exemplos são diversos. Em o Novo
Testamento Ágabo e outros profetas exerciam o ministério em Antioquia (At
11.27-30; 21.10-12). As filhas de Filipe eram profetisas (At 21.8,9). Apesar de
usar o ministério para o mal, a mulher em Apocalipse, que se dizia profetisa
(Ap 2.20), era respeitada na comunidade cristã de Tiatira induzindo a muitos
para a prostituição.
Em o Novo Testamento os profetas
não perderam a preeminência. Eles, juntamente com os apóstolos, eram as colunas
da Igreja sobre o fundamento eterno. Atualmente, temos a Bíblia, a profecia
maior, porém o Senhor continua a levantar e a usar homens através do dom
ministerial de profeta, para revelar a sua mensagem ao seu povo, para
encorajá-los, enquanto que ao mesmo tempo usa seus servos no dom espiritual de
profecia, “não mais para a revelação do plano de Deus ao homem”,
e sim para edificação, exortação e consolação da igreja.
Mas nem sempre as mensagens dos
profetas foram ou são bem aceitas, prova disto é que no Antigo Testamento
alguns sofreram perseguições terríveis por trazer aos israelitas a mensagem
divina.
I. O
PROFETA DO ANTIGO TESTAMENTO
1.
CONCEITO.
O profeta do
Antigo Testamento era a pessoa incumbida para falar
em nome de Deus. Na atual conjuntura, os profetas são um verdadeiro esteio
da sabedoria divina para a igreja, pois encoraja-nos a lutarmos pela causa de
Cristo, o mesmo que faziam durante o período profético. Por estar acima de
muitos homens de sua época, o escolhido para esta função se tornava o porta-voz
de Deus na terra, um embaixador que
representava os interesses do reino divino. Quando Deus levantava um profeta,
designava-o a falar para toda a nação israelita, e até mesmo a povos ou nações
estranhas (Jr 1.5).
Ao longo de
toda a história veterotestamentária o Senhor levantou homens e mulheres para
profetizarem em seu nome: Samuel, o último dos juízes e o primeiro dos profetas
para a nação de Israel (1 Sm 3.19,20), Elias e Eliseu (1 Rs 18.18-46; 2 Rs
2.1-25), a profetisa Hulda (2 Rs 22.14-20) e muitos outros, como os profetas
literários Isaías, Jeremias e Daniel.
Este foi um
privilegio que Deus concedeu ao seu povo, uma particularidade, nunca vista nas outras
nações. Os profetas denunciaram os problemas, mas apresentavam as soluções de
uma forma bem suscinta e direta. Era Deus falando aos homens para que eles não
se corrompessem (cf Pv 29.18). O segredo era crer em Deus e nos seus profetas,
bem simples (2 Cr 20.20).
2. O
OFÍCIO.
Através da
inspiração divina o profeta recebia uma revelação que desvendava o oculto,
anunciava juízos, emitia conselhos e advertências divinas. A mensagem dos profetas refletiam a vontade e
a soberania de Deus, pois assim como os apóstolos, eles também eram inspirados.
Esta
inspiração fascinava o povo e consequentemente avivava o temor, no entanto, nem
sempre foram bem recebidos, principalmente após a divisão de Israel, já que
suas profecias confrontavam diretamente a prepotência da nobreza, a
dissimulação dos sacerdotes e a injustiça social (Jr 1.18,19; 5.30,31; Is
58.1-12). Não foram poucas às vezes em que, tanto Israel quanto Judá, fizeram
ouvidos moucos, vistas grossas ou tentaram emudecê-los
Expressões
como “veio a mim a palavra do Senhor” e “assim diz o Senhor” eram fórmulas
usuais para o profeta começar a mensagem divina (Jr 1.4; Is 45.1). Símbolos e
visões também eram formas de Deus falar através dos profetas ao seu povo (Jr
31.28; Dn 7.1).
Num primeiro
momento, o profeta exercia um importante papel de conselheiro no palácio real
(Natã, cf. 2 Sm 12.1; 1 Rs 1.8,10,11).
3. O
PROFETISMO.
De acordo
com o Dicionário Teológico (CPAD), o profetismo foi um movimento
que surgiu no período aproximado do século VIII a.C. tanto em Israel quanto em
Judá. O objetivo desse movimento era:
·
Restaurar
o monoteísmo hebreu;
·
Combater
a idolatria;
·
Denunciar
as injustiças sociais;
·
Proclamar
o Dia do Senhor;
·
Reavivar
a esperança messiânica.
Foi nesse
tempo que os verdadeiros profetas em Israel foram cruelmente surrados, presos e
mortos. Suas mensagens não se resumiam a uma retórica baseada em imaginação
humana, tampouco era uma construção artificial. As experiências dos profetas, assim
como a dos apóstolos no monte da transfiguração, provam a iniciativa divina em
comunicar seus oráculos à humanidade. Foram homens escolhidos, preparados e
inspirados, para falarem em nome do Senhor. Eles fizeram uso de inúmeros
métodos para cumprirem suas atribuições (cf Os 12.10; Hb 1.1). Verdadeiros
educadores ungidos para ensinarem o povo a viver em santidade, tornando
conhecida a revelação de Deus e desvendando as coisas futuras (Nm 12.6; 1 Rs 19.16;
Jr 18.18).
II. O
PROFETA EM O NOVO TESTAMENTO
1. A
IMPORTÂNCIA DO TERMO “PROFETA” EM O NOVO TESTAMENTO.
São cinco os
ministérios mencionados em Efésios 4.11, que exerciam papéis fundamentais na
liderança da igreja Antiga: apóstolo, profeta, evangelista, pastor e doutor.
Não por acaso, o termo “profeta” aparece na segunda posição da lista
apresentada em 1 Coríntios 12.28; Efésios 4.11. O profeta é identificado três
vezes na epístola aos Efésios como alguém que acompanhava os apóstolos (2.20;
3.5; 4.11), sempre estiveram ao lado deles e não andavam de uma região para
outra a procura de “melhores pastos”, como
muitos pensando serem portadores destes dons fazem atualmente.
A Bíblia
afirma que os “concidadãos dos Santos e da família de Deus estão edificados
sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas [...]” (Ef 2.19,20). Aqui, a
Bíblia denota a importância do ministério de profeta na liderança da Igreja do
primeiro século, como “um dos pilares da igreja do primeiro século”.
2. O
OFÍCIO DO PROFETA NEOTESTAMENTÁRIO.
Seu ministério no Novo Testamento não
consistia em predizer o futuro, adivinhar o presente ou ficar fora de si. Não! “Parece
que o ofício profético está mais ligado a uma comunidade local, a uma igreja
local, como edificador”, um instrutor do povo, um consolador (Is 40.1), e não
um “anunciador de catástrofes, como alguns presumem”. De acordo com o Comentário Bíblico Pentecostal Novo
Testamento, o profeta neotestamentário era dotado por Deus para receber e
mediar diretamente a Palavra do Altíssimo. Apesar de ele algumas vezes predizer
o futuro, conforme instrui-nos a Bíblia
de Estudo Pentecostal, seu ofício consiste em proclamar e interpretar a
Palavra de Deus, por vocação divina, com vistas à admoestação, exortação,
ânimo, consolação e edificação da igreja (At 3.12-26; 1Co 14.3).
“Era dever
do profeta do NT, assim como para o do AT, desmascarar o pecado, proclamar a
justiça, advertir do juízo vindouro e combater o mundanismo e frieza espiritual
entre o povo de Deus (Lc 1.14-17)”. Por causa da mensagem de justiça que o
profeta apresenta em tempos de apostasia e confusão espiritual, inclusive na
igreja, não há outro jeito: ele fatalmente será rejeitado e perseguido por
muitos.
Os profetas do Antigo Testamento, muitas vezes, saiam de suas cidades
para cumprirem suas missões, tal como aconteceu com os profetas menores Amós,
Jonas e Naum, sendo que o primeiro saiu dos arredores de Jerusalém para
profetizar em Betel, reino do Norte, enquanto que o segundo e terceiro pregaram
para os habitantes de Nínive, capital da Assíria, respeitando o intervalo de
poucos mais de cento e cinquenta anos entre a atuação de um e de outro.
Um exemplo de perseguição e livramento de profeta foi visto no caso de Elias, “conhecido como o profeta do
fogo”, que não tinha onde reclinar sua cabeça (cf Mt 8.20), um homem estranho,
que “se vestia de pelos de camelos e que dispensava o conforto do cotidiano” e
com uma mensagem de igual forma rejeitada, mas contundente. Ele sofreu as
consequências pelo seu ministério, mas nunca foi abandonado por Deus em nenhum
momento:
- Ele foi afastado do local onde o julgamento seria executado: “Vai-te daqui” (1 Rs 17.3). Deus julga e não quer que o seu servo experimente as consequências amargas desse juízo!
- Ele foi orientado a se esconder: “Esconde-te junto ao ribeiro de Querite” (1 Rs 17.3), a leste do rio Jordão. Deus não estava fazendo espetáculo, era uma ocasião de juízo;
- Foi suprido com pão e carne trazidos pelos corvos (1 Rs 17.6), ave imunda (Lv 11.16). Aquilo não era uma iguaria, mas era uma provisão divina!
- Ele foi instruído a dirigir-se a Sarepta (1 Rs 17.9), na Fenícia, para ser sustentado por pobre viúva, que tinha somente recursos para ela e o filho, mas que contemplou a mão de Deus abençoando sua vida através de sua obediência.
3. O
OBJETIVO DO DOM MINISTERIAL DE PROFETA.
A função do
profeta do Novo Testamento é apresentada por Paulo no mesmo bloco de versículos
em que ele menciona os cinco ministérios em Efésios (4.11-16). Ou seja, o
profeta é chamado por Deus para “o aperfeiçoamento da igreja, com vistas à sua
maturidade cristã”, pois como um organismo vivo, a Igreja, o Corpo de Cristo,
deve desenvolver-se para a edificação em amor (v.16). Para que tal seja uma
realidade, os profetas do Senhor devem desempenhar suas funções, capacitados e
dirigidos pelo Espírito Santo.
III. DISCERNINDO O VERDADEIRO
PROFETA DO FALSO
1.
SIMPLICIDADE X ARROGÂNCIA.
Duas características do verdadeiro profeta
são a simplicidade e o amor. Ainda que a Palavra seja de juízo, o coração do
profeta transborda de amor e a sua conduta simples demonstra a quem ele está
servindo: o Deus de amor. Lembremo-nos de Jeremias (38.14-27), Oseias (8.12) e
do próprio Senhor Jesus (Mt 23.37). Já o falso profeta, “apesar da aparência de piedade, não
passam de agentes de Satanás”, com a missão de abalar a fé e atrapalhar
o trabalho, pois pensam somente em si mesmo, procurando status e benefícios. Profetizam
objetivando a autopromoção, mentem, iludem e enganam. Lembremo-nos de Hananias,
o profeta mentiroso que enfrentou Jeremias (Jr 28.10-12) e da mulher que se
dizia profetisa na igreja de Tiatira (Ap 2.20).
2. PELOS
FRUTOS OS CONHECEREIS.
Uma
advertência séria de Jesus para os seus discípulos foi acerca da precaução com
os falsos profetas. Como reconhecê-los? Jesus disse que os reconheceríamos
“pelos seus frutos” (Mt 7.15,20), pois o resultado, ou “fruto”, do que o
profeta “diz” e “faz”, revela o seu caráter. Logo você conhecerá de onde
procede a “árvore” (o profeta). Lembre-se de que não devemos diferençar o
verdadeiro profeta do falso pela “performance” ou pelo “espetáculo”, mas pelos
frutos que eles produzem.
3. AINDA
SOBRE O FALSO PROFETA.
Apesar de o
falso profeta ser arrogante e iníquo, ele fala com grande eloquência, e isso
basta para que ele seja tido como verdadeiro. Na obra Assim Diz o Senhor? (CPAD), John Bevere diz que falsos
profetas “são aqueles que ministram em nome de Jesus nas nossas igrejas e
conferências, os que partem o coração dos justos, [e que] embora o ministério
seja apresentado em nome de Jesus, não é desempenhado pelo seu Espírito”. Não
tenha medo! Na autoridade do Espírito de Deus, “acautele-se” dos falsos profetas.
Seja prudente! O Espírito Santo mediante o Evangelho te fará discernir a
procedência desses enganadores. Não se deixe conduzir por eles!
CONCLUSÃO
Os profetas
do Novo Testamento, juntamente com os apóstolos, era um dos pilares na
liderança da Igreja do primeiro século (Ef 2.20). Apesar de ao longo da
história da igreja o ministério de profeta ter perdido preeminência, sabemos o
quanto ele é importante para a vida espiritual da Igreja de Cristo. O profeta
do Senhor, com autoridade e sabedoria divina deve desmascarar as injustiças, o
falso profetismo e primar pela edificação da Igreja do Senhor Jesus. Que Deus
levante os legítimos profetas!
OBJETIVOS DA LIÇÃO – FORAM
ALCANÇADOS?
- Os profetas do A.T. falavam em nome de Deus;
- Os Profetas do N.T. acompanhavam os apóstolos;
- O verdadeiro profeta tem amor, o falso engana.
REFERÊNCIAS
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003.
Bíblia de Estudo Temas em Concordância. Nova Versão
Internacional (NVI). Rio de Janeiro. Editora Central Gospel, 2008.
Bíblia Sagrada. Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP).
Sociedade Bíblica do Brasil, 2000.
Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP. Sociedade Bíblica do
Brasil, Rio de Janeiro. Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.
GONÇALVES,
José. Elias e Eliseu. Um ministério de
poder para toda a igreja. Lições Bíblicas. Faixa Jovens e Adultos. 1º
trimestre de 2013. Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2013.
LOURENÇO, Luciano de Paula. O Ministério de profeta. Disponível em: http://luloure.blogspot.com.br/2014/05/aula-07-o-ministerio-de-profeta.html.
Acesso em 14 de maio de 2014.
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Slides - lição 7
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Pré-aula_Lição 6: O ministério de Apóstolo
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
terça-feira, 13 de maio de 2014
5) Deuteronômio (“Segunda Lei” ou “Repetição da Lei”):
Para quem foi escrito
este livro?
Para
os israelitas.
Por quem foi escrito
(autor)?
Moisés.
Em qual momento
histórico?
Antes
da entrada de Israel na terra prometida.
Por que este livro foi
escrito?
Porque
os israelitas precisavam ser preparados para entrar na terra prometida e nas
promessas da aliança.
Para quê este livro
foi escrito?
Para
instruir o povo a amar e a obedecer a Deus e a viver de forma santa e piedosa
na nova terra; e, para confirmar Josué como o novo líder de Israel, escolhido
por Deus para dar continuidade aos Seus planos.
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
39) A mulher do fluxo de sangue - segundo os 4 evangelistas
MATEUS 9.20-22
- 20 – Uma mulher que durante 12 anos sofria de uma hemorragia, chegou por detrás de Jesus e tocou em suas vestes. Ela poderia tocar em alguém mesmo com sua enfermidade? Conforme Lv 15.25 ninguém poderá tocar nela, talvez isto tenha facilitado sua passagem pelo meio da multidão, haja vista que todos notariam seu problema e a evitariam;
- 21 – Ela estava convicta de que se apenas tocasse nas vestes de Jesus poderia ser curada;
- 22 – Jesus olhou para ela e disse: “coragem, minha filha! Você sarou porque teve fé” (NTLH), e imediatamente a mulher ficou sã.
MARCOS 5.25-34
- 25 – conforme Mt 9.20;
- 26 – Marcos falou a respeito da perda material dela em virtude dos gastos com a enfermidade. Foram 12 anos de dor e sofrimento nas mãos dos médicos;
- 27 – Ela ouviu falar de Jesus e veio por detrás, entre a multidão, que abriu caminho para ela devido a enfermidade (Lv 15.25) e tocou nas vestes do Mestre;
- 28 – conforme Mt 9.21;
- 29 – a fonte de seu sangue secou e sentiu que já estava curada;
- 30 – Jesus conheceu que saiu virtude de si mesmo e olhou para a multidão perguntando que o havia tocado;
- 31 – Os discípulos não entendendo o que seria “sentir virtude sair”, disseram: “A multidão te aperta, como saberemos”?
- 32 – A mulher foi procurada por Jesus, que sabia que estava ali ainda a pessoa que havia tocado em suas vestes;
- 33 – A declaração de culpa que inocentou a mulher. Ela temeu, aproximou-se e prostrou-se;
- 34 – No versículo 25 ela era apenas uma “certa mulher que sofria”, já no versículo 40 se tornou “alguém que tocou em Jesus” e no versículo 34 foi chamada de “filha”.
LUCAS 8.43-48
- 43 – Conforme Mc 9.26, acrescentando que nenhum médico foi capaz de curar sua enfermidade;
- 44 – Conforme Mc 9.27, tocou e logo foi curada;
- 45 – Conforme Mc 9.30, todos negaram o toque em Jesus. Pedro tomou a palavra e lembrou Jesus que a grande multidão o estava oprimindo;
- 46 – Conforme Mc 9.30, Jesus conhecia quando de si saia virtude;
- 47 – Conforme Mc 9.33, a mulher percebeu que não poderia mais se ocultar, por isto declarou sua culpa porque havia tocado em Jesus e como havia sido curada;
- 48 – Conforme Mc 9.34.
JOÃO
- Não há registro.
Obs: Jesus não interrompeu o atendido à filha
de Jairo, simplesmente não havia como Ele não atender aquela mulher. Ela se
achegou a Ele. A história seria a dela, mas o principal da sinagoga se
adiantou. Ela sabia que devido a sua enfermidade não teria problemas para
chegar perto de Jesus, já que todos na multidão fariam o possível para não
tocar nela (Lv 15.25-27)
PRÓXIMO ASSUNTO: Jesus cura dois cegos
Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003
Bíblia de Estudo Temas em concordância. Nova versão internacional (NVI).
Roswell D. Hitchock. Editora Central Gospel. Rio de Janeiro, 2008.
Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP).
Sociedade Bíblica do Brasil, 2000
Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil,
Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Lição 7 - proposta
domingo, 11 de maio de 2014
Ailton Silva - Algo a mais da parte de Deus - (parte 3): O último dia de...
Algo a mais da parte de Deus - (parte 3): O último dia de José na prisão
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
sábado, 10 de maio de 2014
Sugestão de dinâmica - lição 6 (O ministério de apóstolo)
Para a lição 6 - (O ministério de apóstolo), podemos repetir a dinâmica "José, um líder piedoso e temente a Deus". Basta trocar José por Paulo.
Aplicação 1:
A folha limpa, sem nenhuma marca representa a vida de Saulo (antes) e a folha amassada, suja, cheia de marcas representa a vida de Paulo.
A folha limpa, sem nenhuma marca representa a vida de Saulo (antes) e a folha amassada, suja, cheia de marcas representa a vida de Paulo.
Aplicação 2:
Peguem várias folhas sulfite e mostrem para a Igreja. Elas representam os cristãos. Rasgue ao meio. Esta era a atitude assassina de Saulo ao perseguir os cristãos.
Peguem várias folhas sulfite e mostrem para a Igreja. Elas representam os cristãos. Rasgue ao meio. Esta era a atitude assassina de Saulo ao perseguir os cristãos.
Depois pegue uma e amasse várias vezes, pise, suje ela, fure, jogue na parede, mas não rasgue, deixe inteira. Ela representará a vida de Paulo que sofreu por amor ao Evangelho.
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
sexta-feira, 9 de maio de 2014
O ministério de apóstolo. Plano de aula
TEXTO ÁUREO
“E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros
para evangelistas, e outros para pastores e doutores” (Ef 4.11).
VERDADE
PRÁTICA
O dom do apostolado foi concedido
por Deus à igreja com o propósito de expandir o Evangelho de Cristo.
LEITURA
BIBLICA EM CLASSE - Efésios 4.7-16.
7 - Mas a graça foi dada a cada um de
nós segundo a medida do dom de Cristo.
8 - Pelo que diz: Subindo ao alto, levou
cativo o cativeiro, e deu dons aos homens.
9 - Ora, isto — ele subiu — que é, senão
que também antes tinha descido às partes mais baixas da terra?
10 - Aquele que desceu é também o mesmo
que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas.
11 - E ele mesmo deu uns para apóstolos,
e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e
doutores,
12 - querendo o aperfeiçoamento dos
santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo;
13 - até que todos cheguemos à unidade da
fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura
completa de Cristo.
14 - Para que não sejamos mais meninos
inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos
homens que com astúcia enganam fraudulosamente.
15 - Antes, seguindo a verdade em
caridade, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo.
16 - Do qual todo o corpo, bem ajustado,
e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada
parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.
PROPOSTA
- Apóstolo: enviado,
mensageiro comissionado por Cristo;
- Colégio apostólico:
grupo dos 12 primeiros discípulos;
- Os 12: convocados para
andarem com Jesus;
- A transformação: de
Saulo, o fariseu, a Paulo, o apóstolo;
- Paulo escreveu 13 dos 27
livros do Novo Testamento;
- Paulo recebeu o
Evangelho diretamente do Senhor;
- Não houve uma sucessão
apostólica;
- Houve sim a manifestação
do dom ministerial (apóstolo);
- O ministério dos 12 não
se repete mais.
INTRODUÇÃO
Os dons ministeriais são distribuídos
por Deus à sua Igreja, objetivando desenvolver o caráter cristão da comunidade
dos santos, tornando-o semelhante ao de Cristo (Ef 4.13).
Jesus consumou sua missão na terra,
concedendo ao homem a oportunidade para sair do lamaçal do pecado, no entanto,
a caminhada rumo a Jerusalém celestial requer santidade e perfeição, sem as
quais certamente não será possível vermos Deus. Para esta missão foram
designados homens, com dons concedidos por Jesus, para que estes trabalhem na
intenção de proporcionar à igreja condições e conhecimento para atingir o
estagio que possa agradar a Deus.
De acordo com as epístolas aos
Efésios e aos Coríntios, são cinco os dons ministeriais concedidos por Deus à
Igreja: apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores (1 Co 12.27-29).
Estes ministérios são necessários à vida da igreja local para cumprir a missão
ordenada pelo Senhor ante o mundo e, simultaneamente, crescer “na graça e
conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pe 3.18).
Mas como frisou o
professor Luciano de Paula Lourenço é necessário fazermos distinção “entre os
Dons Ministeriais e os títulos ministeriais”, também conhecidos como “cargos
eclesiásticos”, que na verdade são meros preenchimentos de departamentos por
pessoas não capacitadas e não preparadas, às vezes, que somente servem para
aumentar o ego de ditos dirigentes ou pastores.
O dom ministerial vem
de Deus e não depende do reconhecimento ou vontade humana, enquanto que os
cargos eclesiásticos somente dependem do bom relacionamento, capacidade secular
ou são efêmeras indicações motivadas por interesses políticos religiosos ou
financeiros. Quem não conhece casos como estes?
Será que a igreja
primitiva se rendia a tais artimanhas humanas? Na época, uma boa pessoa para
assumir o controle entre os apóstolos e na própria igreja seria Paulo, devido
ao seu conhecimento da Lei e posição de destaque entre os religiosos, mas ao
contrário vimos homens comprometidos com a obra e que, nenhum momento,
cogitaram separar o então Saulo para que exercesse algum cargo importante entre
eles.
I. O COLÉGIO APOSTÓLICO
1. O TERMO “APÓSTOLO”.
O Dicionário
Bíblico Wycliffe informa que
o termo grego apóstolos origina-se do verbo apostellein,
que significa “enviar”, “remeter”. A palavra apóstolo, portanto, significa
“aquele que é enviado”, “mensageiro”, “oficialmente comissionado por Cristo”.
Ao longo do Novo Testamento, o verdadeiro apóstolo é enviado por Cristo
igualmente como o Filho foi enviado pelo Pai (Mc 9.37; Lc 10.16; Jo 4.34) com a missão de salvar o pecador com
autoridade, poder, graça e amor.
O primeiro dom citado por Paulo, foi
o também o primeiro recebido pelos discípulos após a ressurreição de Jesus (Jo
20.19-21). Eles estavam reunidos, com exceção de Tomé, que foi visitado oito
dias depois, e recebeu depois. O verdadeiro apostolado baseia-se na pessoa e
obra de Jesus, o Apóstolo por excelência (Hb 3.1).
2. O COLÉGIO APOSTÓLICO.
Entende-se por colégio apostólico o
grupo dos doze primeiros discípulos de Jesus convidados por Ele para auxiliarem
o seu ministério terreno, mesmo não sendo homens perfeitos, eles foram os primeiros
escolhidos e vocacionados a levarem a mensagem do Evangelho a todo o mundo (Mt
28.19,20; Mc 16.15-20).
De acordo com Stanley Horton, eles
foram habilitados a exercer “o ministério quando do estabelecimento da Igreja”
(At 1.20,25,26), com exceção de Judas Iscariotes que cedeu seu lugar a Matias
(At 1.26) que recebeu este dom, o qual lhe caiu em seu colo. Em outras
palavras, os doze apóstolos constituíram a base ministerial para o
desenvolvimento e a expansão da Igreja no mundo (cf Ef 2.20;
3.5; Mt 16.18; Ap 21.14), com autoridade nunca vista entre os homens na face da
terra, até então, mas antes,
como nos mostra a Palavra de Deus, eles receberam o batismo com o Espírito
Santo (Lc 24.49; At 1.8; 2.1-46) e se tornaram os únicos, “os Apóstolos do Cordeiro”,
não deixando sucessores, uma vez que o ministério apostólico, na concepção da
palavra, deixou de existir, cessou, pode ser copiado? Pode, mas as cópias
apenas se tornam meros títulos para homens se gabarem ou se auto-dotarem de autoridade
terrestre superficial, sem utilidade para o reino de Deus.
3. A SINGULARIDADE DOS DOZE.
O apostolado dos doze tem uma conotação bem
singular em relação aos demais encontrados em Atos e também nas epístolas
paulinas. Os onze discípulos fiéis fizeram parte do “grupo dos treze”,
juntamente com Matias, o escolhido (At 1.26) e Paulo, o especialmente chamado
(At 9.4). Estes preencheram todos os requisitos necessários para que fossem
considerados verdadeiros apóstolos, entre os quais destacamos o fato de todos
terem visto o Cristo após a ressurreição (1 Co 15.7-9; cf At 1.21-22), entre
outros:
a) Eles foram convocados
pessoalmente pelo Senhor. Multidões seguiam Jesus por onde Ele
passava (Mt 4.25), e muitos se tornavam seguidores do Mestre. Mas para iniciar
o trabalho da Grande Comissão, apenas doze foram convocados pessoalmente por
Ele (Mt 10.1; Lc 6.13).
b) Andaram com Jesus durante todo o
seu ministério. Desde o batismo do Senhor até a
crucificação, os doze andaram com o Mestre, aprenderam e conviveram com Ele (Mc
6.7; Jo 6.66-71; At 1.21-23).
c) Receberam autoridade do Senhor
(Jo 20.21-23). Os doze receberam de Jesus um
mandato especial para prosseguirem com a obra de evangelização. Eles foram
revestidos de autoridade de Deus para expulsarem os demônios, curar os enfermos
e pregar o Evangelho à humanidade (Mc 16.17,18; cf. At 2.4).
II. O APÓSTOLO PAULO
1. SAULO E SUA CONVERSÃO.
Saulo foi um judeu de cidadania
romana, educado “aos pés de Gamaliel”, e também um importante mestre do
judaísmo (At 22.3,25). Ele era intelectual, fariseu e foi perseguidor dos
cristãos, ato este que realizava com uma paixão nunca vista antes.
Assim como acontece com qualquer um, ele
também visualizou um “divisor de águas não só em sua vida, mas também na
história da humanidade”, pois um belo dia enquanto se dirigia a Damasco com
cartas de autorização para prender os cristãos daquela localidade, que haviam fugido
devido à perseguição em Jerusalém, Saulo teve uma experiência com o Cristo
ressurreto (At 9.1-22). A sua vida foi inteiramente transformada a partir desse
encontro pessoal com Jesus. De perseguidor, passou a perseguido; de Saulo, o
fariseu, a Paulo, o apóstolo dos gentios.
Paulo levou o primeiro
“soco” durante os momentos em que ficou ouvindo a pregação de Estevão e ficou
meio atormentado, zonzo, logo se renderia aos pés de Jesus, era questão de
tempo. O encontro à caminho de Damasco foi o golpe de misericórdia, que ele não
suportou. Naquele dia caiu o bravo, o lobo, o valente e se levantou uma ovelha,
um fraco, o fruto do pó da terra que sequer conseguiu dar um passo sem ajuda do
próximo. Os companheiros perguntaram o que havia acontecido e não obtiveram resposta,
pois o homem ficou sem voz. Pediram para que olhassem para eles, mas não tinham
como, uma vez que o homem ficou cego. Por último pediram que se colocasse de
pé, vã tentativa. O bravo Saulo precisava de ajuda. O golpe foi certeiro. É
deste jeito que Jesus derruba “touro bravo”.
2. UM HOMEM PREPARADO PARA SERVIR.
Dos vinte e sete livros do Novo
Testamento, treze foram escritos pelo apóstolo Paulo. Quão grande tratado
teológico encontramos em sua Epístola aos Romanos! O seu legado teológico foi
grandioso para o cristianismo. Mas para além da intelectualidade teológica, o
apóstolo dos gentios levou uma vida de sofrimento por causa da pregação do
Cristo ressurreto. Este foi a aviso recebido pela vida de Ananias, quando foi
colocado de pé, após a queda das escamas de seus olhos.
Toda a sua preparação intelectual
anterior de nada serviria dali para frente, alias era preciso uma preparação,
um novo mergulho nas profundezas dos mistérios de Deus, que certamente ele
receberia e posteriormente repassaria para a igreja (cf 1 Co 11.23). Não foi a
toa a declaração apostólica que denota tal verdade: “Combati o bom combate,
acabei a carreira, guardei a fé” (2Tm 4.7).
Com uma conversão tão espetacular quanto a de Paulo, certamente
sairíamos imediatamente para testemunhar, pregar e anunciar o que ocorrera,
porém Jesus ensinou ele a ser dependente dos outros, cegando-lhe para que fosse
conduzido pela mão até ao endereço indicado na visão.
Desde cedo o grande líder aprendeu a depender dos outros, para
entender pessoalmente o que é igreja como corpo de Cristo. Assim Jesus anulou
qualquer possibilidade de obra pessoal, individual, centralizada num homem só,
mesmo que ele fosse culto, inteligente, formado aos pés dos sábios, de grande
reputação moral, social, política e religiosa, dependeu de seus subordinados e
já em Damasco não foi recepcionado por nenhum dos grandes líderes da igreja
primitiva, pelo contrário, pois Ananais um simples discípulo foi mencionado somente
neste episódio. Isto serviu para mostrar ao recém convertido que todos, por
mais simples que possam parecer, são membros do corpo de Cristo e por
conseguinte são úteis a igreja, inclusive aqueles que a perseguiram ferozmente.
3. “O MENOR DOS APÓSTOLOS”.
O apóstolo Paulo não pertencia ao
colégio dos doze. Ele não andou com Jesus em seu ministério terreno nem
testemunhou a ressurreição do Senhor, requisitos indispensáveis para o grupo
dos doze (At 1.21-23), mas conheceu o Cristo ressurreto (At 9.4,5) e esteve
lado a lado com Ele durante sua visão na sua chamada, quanto a não ter
presenciado o ministério terreno há de se frisar que muito foi passado a ele, muito
lhe foi ensinado. O apóstolo recebeu o Evangelho diretamente do Senhor (Gl
1.6-24; 1 Co 11.23), porém mesmo assim e humildemente, ele reconheceu que não
merecia ser assim chamado, pois considerava-se um “abortivo”, como que nascido
fora de tempo, o menor de todos (1 Co 15.8,9). Embora o colégio apostólico
tenha reconhecido o apostolado paulino (Gl 2.6-10; 2 Pe 3.14-16), as igrejas
plantadas por ele eram o selo do seu ministério apostólico (1 Co 9.2).
III. APOSTOLICIDADE ATUAL (Ef 4.11)
1. AINDA HÁ APÓSTOLOS?
No sentido estrito do termo, e de
acordo com a sua singularidade, apóstolos como os doze não mais existem. A
Palavra de Deus diz que durante o milênio, os doze se assentarão sobre tronos
para julgar as doze tribos de Israel (Mt 19.28). Os seus nomes também estarão
registrados nos doze fundamentos da cidade santa (Ap 21.12-14). Logo, o colégio
apostólico foi formado por um grupo limitado de discípulos, não havendo,
portanto, uma sucessão apostólica, mesmo diante dos insistentes apelos
midiáticos e do histórico religioso romano.
2. APÓSTOLOS FORA DOS DOZE.
A carta aos Efésios apresenta a vigência do
dom ministerial de apóstolo. O teólogo Stanley Horton informa-nos que “o Novo
Testamento indica que havia outros apóstolos que também haviam sido dados como
dons à Igreja. Entre estes se acham Paulo e Barnabé (At 14.4,14), bem como os
parentes de Paulo, Andrônico e Júnia (Rm 16.7) e Tiago, irmão de Jesus (Gl
1.19; 1 Co 15.7-9). Ao
longo do Novo Testamento, e no primeiro século da Igreja, o termo apóstolo
recebeu um significado mais amplo, de um dom ministerial distribuído à igreja
local (Dicionário Vine).
3. O MINISTÉRIO APOSTÓLICO ATUAL.
Não há sucessão apostólica. Esta é
uma doutrina formada pela igreja romana e, infelizmente, copiada por algumas
evangélicas para justificar a existência do poder papal. O ministério dos doze
não se repete mais. O que há é o ministério de caráter apostólico e não cabem
neste contexto a vontade humana para preencher lacunas em departamentos ou para
favorecer amigos ou parentes.
Atualmente, missionários enviados
para evangelizar povos não alcançados pelo Evangelho são dignos de serem
reconhecidos como verdadeiros apóstolos de Cristo. Homens como John Wesley,
William Carey (cognominado “pai das missões modernas”), Hudson Taylor, D. L.
Moody, Gunnar Vingren, Daniel Berg, “irmão André” e tantos outros, em tempos
recentes, foram verdadeiros desbravadores apostólicos. Cidades e até países
foram impactados pela instrumentalidade desses servos de Deus.
CONCLUSÃO
Nos moldes do colégio dos doze, o
ministério apostólico não existe atualmente. Entretanto, o dom ministerial de
apóstolo citado por Paulo em Efésios 4.11 está em plena vigência. Pastores
experimentados, evangelistas e missionários que desbravaram os rincões do nosso
país ou em países inimigos do Evangelho, são pessoas portadoras desse dom
ministerial. São os verdadeiros apóstolos da Igreja de Cristo hoje.
OS OBJETIVOS DA LIÇÃO FORAM
ALCANÇADOS?
1) Verdadeiros apóstolos: possuíam autoridade nunca vista.
2) Paulo:
recebeu depois e nos ensinou.
3) Dom
ministerial de apóstolo é para os corajosos.
REFERÊNCIAS
ANDRADE,
Claudionor de. Atos dos apóstolos. Até
aos confins da terra. Lições Bíblicas. Faixa Jovens e Adultos. 1º trimestre
de 2011. Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2011.
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003.
Bíblia de Estudo Temas em Concordância. Nova Versão
Internacional (NVI). Rio de Janeiro. Editora Central Gospel, 2008.
Bíblia Sagrada. Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP).
Sociedade Bíblica do Brasil, 2000.
Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP. Sociedade Bíblica do
Brasil, Rio de Janeiro. Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.
LOURENÇO, Luciano de Paula. Os dons de elocução.
Disponível em:
http://luloure.blogspot.com.br/2014/05/aula-06-o-ministerio-de-apostolo.html.
Acesso em 07 de maio de 2014.
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