Presidente Prudente (SP),

Apresentação da lição em power point

quarta-feira, 27 de abril de 2016

terça-feira, 26 de abril de 2016

segunda-feira, 25 de abril de 2016

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Os Patriarcas. Coincidências ou repetições da história. Apresentação do livro


APRESENTAÇÃO

Esta é uma viagem ao fascinante mundo dos cinco grandes homens de Deus, os patriarcas de Israel, que foram usados para que uma promessa, feita ao primeiro, fosse cumprida na integra, por intermédio do último.
Foram vários os problemas apresentados por eles. Coincidências, plano, permissões de Deus ou repetições da história? O certo é que as trajetórias foram idênticas. 
Nascimentos, infâncias, juventudes problemáticas e condutas repreensíveis, mas todos foram preservados por Deus.
Em várias oportunidades o inimigo de nossas almas imaginou ou viu o plano de Deus caminhar para outras direções que não o seu cumprimento, mas em todos estes casos ele amargou a derrota.
Nenhum destes patriarcas, durante sua trajetória, foi ameaçado por algum inimigo externo, tampouco enfrentaram doenças ou problemas em seus respectivos recolhimentos. Todos morreram fartos de dias, velhos e alguns com vigor, até suportariam mais.
O primeiro patriarca abandonou família, terras, posses e creu na promessa maior. O segundo recebeu um grande livramento durante o sacrifício não consumado.
O terceiro reencontrou um filho que julgava estar morto. No seu enterro reuniram-se três povos, os israelitas, chorando, os egípcios, tristes por José e os cananeus, que não entendiam tamanho respeito.
O quarto, antes de sua morte, profetizou que Deus, um dia, visitaria Israel e os retiraria do Egito. Será que já estava desiludido com o sistema? O quinto, no término de sua tarefa contemplou a Terra Prometida e se alegrou. Naquele monte findou os seus dias, sendo sepultado pelo próprio Deus, um grande privilégio. Enfim a promessa feita ao primeiro patriarca, teve o seu cumprimento na vida do ultimo.

A versão impressa 
está disponível no Clube de autores (clique aqui) 

e a digital 
está na Editora Saraiva (clique aqui)

Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Lição 4






 



Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

terça-feira, 19 de abril de 2016

Ilustração: A árvore e o fogo


Quando o fogo passa na floresta todos correm. O homem corre, os pássaros voam para outro abrigo e até o leão por mais forte, dominador e temido da floresta também corre. A única que não corre é a árvore.

Então o fogo pergunta pra árvore:
- Árvore, todos correram e você não vai correr?

A árvore responde:

- Eu sou árvore plantada por Deus, você passará por mim, queimará meus frutos e folhas, mas dentro de alguns meses eu volto a florescer porque a minha raiz você não queimará e minhas folhas, galhos e frutos novamente aparecerão, pois a árvore que Deus planta ninguém arranca. Deus te sustentarás em toda sua vida  nessa terra, venha o fogo que vier, fique firme, pois você é uma árvore plantada por Deus.

Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

Pré-aula_Lição 4: Os benefícios da justificação



Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

segunda-feira, 18 de abril de 2016

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Teoria da inversão da primogenitura



Segue teoria desenvolvida sobre a inversão da primogenitura, executada por Deus nas famílias dos patriarcas. Este texto faz parte do livro: Os patriarcas. Coincidências ou repetições da história (Ailton Silva).

Ismael foi o filho de Abraão com Agar, o primeiro, enquanto que Isaque foi o único com Sara, por isto, foi chamado de filho da promessa, o unigênito. Aos nossos olhos os dois teriam direito a participação e reconhecimento nas mesmas proporções no grande plano de Deus, respeitando-se a ordem de nascimento, primogênito e o outro, porém na ótica Divina a história foi diferente, somente um poderia ser incluído neste contexto e caberia a quem decidir? O mais novo deveria respeitar o primogênito?

“E disse Deus: Na verdade, Sara, tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque; e com ele estabelecerei o meu concerto; por concerto perpétuo para a sua semente depois dele”. (Gn 17.19)

A promessa era grandiosa, mas para o cumprimento seria necessário apenas um filho. Neste episódio não haveria espaços para o “filho da serva”, por isto era preciso uma intervenção Divina para inverter esta situação.

Em quase todas as gerações dos patriarcas, as mulheres tiveram dificuldades para gerarem seus respectivos filhos, e ao primeiro sinal de sucesso, devido a intervenção Divina, eles se deparavam com outro grande problema, que deveria ser resolvido, não pelo homem, que não reunia condições para tal, mas por Deus:
  • Ismael[1] foi o primeiro filho de Abraão, mas não estava nos planos de Deus, por isto foi despedido juntamente com sua mãe. Isaque[2] foi então promovido à condição de unigênito e este seu título anulou todos os privilégios do seu irmão primogênito;
  • Esaú foi o primogênito, mas Jacó foi o escolhido para dar continuidade aos planos de Deus, por isto, as duras penas, recuperou o que deveria ser seu, se não fosse assim ele não teria alcançado inúmeras vitórias em sua vida;
  • José foi o décimo primeiro filho de Jacó, mas precisava receber atenção e status de primogênito, pois foi o primeiro filho da mulher que seu pai realmente amou desde o princípio. O problema seria a reação de seus irmãos e caso a Lei mosaica estivesse em vigor, certamente Jacó teria problemas[3];
  • Ruben, primogênito de Jacó, caráter vingativo, inconstante e duvidoso, por isto não herdou a maior de todas as bênçãos já direcionadas a um homem, não foi o ascendente do Rei dos reis, o Messias. Este privilégio foi repassado para seu irmão Judá, mesmo tendo cometido, da mesma forma, erros durante sua vida;
  • Manassés, o primogênito, teve que aceitar seu avô, Jacó, abençoar seu irmão, mais novo, Efraim, com as suas bênçãos de direito, mesmo José tendo preparado a ordem dos dois, antes de adentrarem no quarto do velho patriarca.
Bem antes da geração patriarcal, Deus já havia trabalhado na primeira família a fim de inverter a ordem dos filhos de Adão, pois Caim, o primogênito, não havia alcançado graça no seu sacrifício, enquanto Abel, o segundo filho, se tornou o primeiro homem a agradar a Deus, por isso recebeu o direito de contemplar a aceitação de seu sacrifício.

A falta de comunhão com Deus impediu a geração adâmica de perceber que não se tratava da única ou última chance para oferecerem sacrifícios. Mesmo que a freqüência fosse anual, teriam outras oportunidades no futuro. A falta deste discernimento contribuiu para aquela tragédia familiar.

Todas estas inversões foram administradas por Deus, para corrigir situações constrangedoras, fruto das rivalidades, disputas, privilégios dado a um filho em detrimento dos outros, falhas de caráter, condutas repreensíveis ou para mostrar que o controle de tudo sempre esteve em suas mãos.

O mais importante e bonito destas inversões é que elas não foram simples troca de posições, pelo contrário, pois tiveram um significado bem mais profundo, uma vez que representaram a escolha de homens e a eleição de uma nação.

No primeiro caso a intervenção de Deus foi para consertar o erro de Sara, que não soube esperar e tentou resolver o problema utilizando uma terceira pessoa.

A inversão ocorreu logo após Isaque ser desmamado, quando Agar e Ismael foram despedidos, pois preferiram criar problemas, em vez de apresentarem soluções. Mãe e filho zombaram, quando perceberam que o pai dispensava toda sua atenção ao seu legitimo herdeiro. Abraão, a princípio, foi contrário a expulsão, mas depois recebeu a confirmação de que era necessária.

Isto foi antes do sacrifício não consumado de Isaque, fato este que amargurou ainda mais os corações do casal, pois poderiam pensar que Deus estivesse cobrando deles, o fato de terem despedido mãe e filho.

No caso de Jacó e Esaú, os problemas foram motivados pelas disputas entre dois irmãos, que desde o ventre, já se mostravam rivais. Gêmeos separados por fração de segundos no nascimento, deram valores diferentes a primogenitura, um desejava demais e o outro desprezava.

No terceiro caso o problema de Jacó foi a incapacidade demonstrada para criar seus filhos em condições iguais, talvez este tenha sido o motivo pelo qual Deus, primeiramente exaltou José entre seus irmãos, para depois retirá-lo a fim de confirmar sua chamada e prosperar sua vida.

No quarto caso foi necessária a inversão, pois o primogênito, Ruben, profanou a casa de seu pai, por isto não reunia condições morais e psicológicas para herdar a maior de todas as bênçãos. Seu irmão Judá herdou este direito, mesmo se envolvendo com a sua nora, Tamar, imaginando ser ela uma prostituta. O plano dela consistia em prover para a família um herdeiro legítimo, já que não havia gerado filhos com os irmãos Er e Onã, seus maridos anteriores. O resultado foi a inclusão de Perez, seu filho, na genealogia de Jesus.

No quinto caso houve a necessidade da inversão, pois Deus queria mostrar que as nossas grandezas de tempo, espaço, convenções, determinações, escolhas, valores e esquemas não afetam a sua soberania, o seu caráter e, tampouco influenciam em suas decisões.

José, sabendo da limitação física de seu pai, preparou todo o esquema antes, para que quando seus filhos entrassem no quarto do avô, recebessem as suas respectivas bênçãos. O primogênito ficaria a direita e o mais novo à esquerda, porém na hora de abençoar Deus permitiu que Jacó cruzasse seus braços e invertesse as bênçãos, para mostrar que não se sujeita à esquemas humanos, e desta forma, Efraim recebeu as bênçãos reservadas ao primogênito.

Todas as inversões foram necessárias e nenhuma delas surtiu efeito contrário ao que Deus desejava, pois todos os objetivos foram alcançados.

A intenção de Deus era revolucionar este conceito, pois a humanidade, desde o início, não entendeu o seu real significado, fizeram uma ideia errada. Uma valorização, desnecessária, para o primeiro filho em detrimento dos outros e um sentimento de inferioridade diante de uma situação irreversível, pelo menos para o homem.

Deus sempre primou pela igualdade entre os homens, tanto que sua intenção foi mostrar que o direito da primogenitura seria algo bem mais sério do que somente a ordem de nascimento.

Logo na primeira família isto ficou evidente, pois Caim, o primogênito, o qual seus pais pensaram ser o cumprimento da promessa[4] que receberam ainda no paraíso, decepcionou a todos, bem diferente de seu irmão, o segundo, que acabou se tornando o primeiro homem a ter o seu sacrifico aceito.

A ordem de nascimento não era o que mais importava, o que Deus desejava era encontrar o primeiro e verdadeiro adorador, um para agradá-lo.



[1] Ismael foi circuncidado aos treze anos de idade (Gn 17.25).
[2] Isaque foi circuncidado aos oito dias de idade (Gn 21.4).
[3] Conforme a Lei, quando o homem tivesse duas mulheres, o primogênito seria o primeiro filho, independente do amor ou não que o pai sentisse pela mãe (Dt 21.15-17).
[4] A semente, descendente da mulher ferirá a cabeça da serpente (Gn 3.15 - ARA). 

Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

quinta-feira, 14 de abril de 2016

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Haja cruz. Atos criativos de Deus. Terra de Ezequiel e Terra sem forma e vazia. Período extra dispensacionalista. Tempo cronológico e o eterno presente. Os 3 mordomos. A digital de Deus.


Antes de Deus dizer haja luz, Ele disse: “Haja cruz”.

Os atos criativos de Deus:
Criação do UNIVERSO, céus e terra;
Criação da vida ORGÂNICA, a vida animal;
Criação do GÊNERO HUMANO, o homem.

Comparação entre a Terra vista por Ezequiel e a Terra citada no livro de Gênesis.
"Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro e dize-lhe: Assim diz o Senhor Jeová: Tu és o aferidor da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estavas no Éden, jardim de Deus; toda pedra preciosa era a tua cobertura: a sardônia, o topázio, o diamante, a turquesa, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo, a esmeralda e o ouro; a obra dos teus tambores e dos teus pífaros estava em ti; no dia em que foste criado foram preparados" (Ez 28.12-13).

No princípio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas (Gn 1.1-2)

Período Extra dispensacionalismo.
O que havia antes de Genesis?
a) Houve uma manifestação de amor e comunhão eterna entre Deus Pai e Deus Filho (Pv 8.22-26; Jo 1.1-2);
b) O Cordeiro sem manchas já era conhecido como Aquele que viria a ser mediador entre Deus e os homens, bem antes da fundação do mundo (1Pe 1.19-20).

O tempo cronológico desaparecerá e viveremos o eterno presente (eternidade).

O que está reservado para um, não servirá para o outro:
Para a igreja: Arrebatamento;
Para Israel: tribulação para concerto;
Para os gentios: tribulação para conversão ou castigo.

Para tudo o que foi criado. Deus usou uma simples palavra, mas quando chegou a vez do homem, Ele mudou o método e colocou suas próprias mãos em ação para imprimir uma marca no novo ser vivente que estava criando. Assim nós temos a marca de Deus, a sua impressão digital.

Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Resumo da aula - EBO (Pr. Hernandes Dias Lopes)


O Maligno está antenado e espera a brecha para atacar. Ele rodeia a Terra e não para de fazer isto.

Pessoa integra: o que somos dentro do nosso quarto às portas fechadas.
Pessoa reta: o que somos em público.

Jó tinha uma grande muralha de provisões para servir a Deus e o Maligno usou este argumento para provar sua tese, que segundo ele, Deus era adorado somente pelo que dava e não pelo que era.

Tese do Maligno:
a) Jó ama mais o DINHEIRO do que a Deus;
b) Jó ama mais a FAMÍLIA do que a Deus;
c) Jó ama mais a SI MESMO do que a Deus.

Deus atestou a integridade e fidelidade de Jó, este por sua vez recebeu a responsabilidade de defender o caráter de Deus, jogando por terra a tese do Maligno.

“O que granjeamos entre o berço e a sepultura não pode ser a razão de ser de nossa vida”.

Deus ficou em silêncio diante de todas as perguntas feitas por Jó e quando falou não respondeu nenhuma daquelas perguntas.

Jó fez 34 perguntas a Deus e nenhuma delas foram respondidas. Deus rompeu o silêncio com 70 perguntas que não tinham respostas.

“O silêncio de Deus grita mais alto em nossos ouvidos”.

Áreas da vida de Jó que foram atingidas:
a) financeira;
b) saúde;
c) casamento (mulher revoltada);
d) filhos;
e) amigos (os que deveriam ser bálsamo se transformaram em vinagre).

O tempo não perdoa, ele esculpe em nossos rostos muitas rugas indesejáveis.

Quando estamos no fundo do poço só temos uma opção, devemos olhar para o alto.

Cinco verdades que mudaram a vida de Jó:
a) Jó reconheceu a onipotência de Deus (sei que tudo podes);
b) Reconheceu a soberania dos propósitos de Deus (os planos de Deus não podem ser frustrados);
c) “falei do que eu não entendia”;
d) Ele conhecia Deus somente de ouvir e então ele viu;
e) Reconheceu o seu limitado conhecimento de Deus. Os que andam bem perto de Deus confessam suas limitações.

“As vezes ficamos perto de pessoas que estão tão longe de Deus”.

Quando estamos mais perto de Deus, Ele parece grande, mas quando estamos longe Ele parece pequeno. Um filho perguntou ao pai qual era o tamanho de Deus. O pai sem resposta avistou um avião e perguntou ao filho se era grande ou pequeno. O filho disse que era pequeno. Foram a um aeroporto e avistando um avião no solo, perguntou novamente se era grande ou pequeno. O filho respondeu que era grande, enorme. Então ele finalizou: “quando estamos longe de Deus, Ele parece pequeno, mas quando estamos perto, Ele é grande”.

O Universo tem 93 bilhões de anos luz de diâmetro. Deus é maior que isto.

Com qual velocidade Jesus voltou ao céu? Se voltou à velocidade da luz, Ele não estaria nem na metade do caminho.

Existem mais estrelas no céu do que grão de areia em todas as praias e desertos da Terra. E Deus conhece todas elas pelo nome.

Uma gema de ovo é mais complexa que a mais avançada máquina humana.

Na presença de Deus não podemos estufar o peito, devemos ser humildes.

O que Jó sentiu quando ouviu as acusações dos seus amigos? Devemos sair do campo de defesa para entrarmos no campo da intercessão.

Deus restaurou a saúde de Jó e não deixou sequelas.

Deus restaurou a vida financeira de Jó (em dobro).

Deus restaurou as amizades de Jó, pois os seus amigos voltaram e mudaram a opinião acerca do amigo que acusaram.

“Cuide de sua piedade, que Deus cuidará de sua reputação”.

Deus restaurou o casamento de Jó. A esposa desejou sua morte, queria que ele morresse (amaldiçoa Deus e morra). A fila não andou para Jó, pois Deus não faz a obra pela metade.

Deus restaurou os filhos de Jó. Ele tinha dez filhos e teve outros dez. Ele não teve vinte (dobro), pois não havia perdido os dez filhos que morreram. Ele sabia onde eles estavam, por isto ficou caracterizado o dobro de filhos (dez antes do ocorrido e dez depois ao final da prova). O mesmo já não podemos dizer do rebanho, pois os animais foram todos perdidos no início da prova, animais não tem nome e não deixam dores.

O Maligno queria colocar Jó bem longe de Deus, mas acabou por vê-lo cada vez mais perto.

Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

Lição 3 - proposta


Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

sexta-feira, 8 de abril de 2016

quinta-feira, 7 de abril de 2016

terça-feira, 5 de abril de 2016

66) Apocalipse


Para quem foi escrito este livro?        
Para as sete igrejas da Ásia.

Por quem foi escrito (autor)?    
João, o apóstolo.

Em qual momento histórico?      
Por volta do ano 95 d.C., quando o apóstolo João estava preso na ilha de Patmos e a igreja continuava sendo perseguida.

Por que este livro foi escrito?    
Porque os oficiais romanos queriam obrigar os cristãos a adorar o imperador e as falsas doutrinas tentavam os cristãos a se envolverem com a sociedade pagã.

Para quê este livro foi escrito?  
Para assegurar aos cristãos que Cristo conhece as suas condições; e, para chamá-los a permanecer firmes contra todas as tentações, pois a vitória dos cristãos já foi assegurada pelo sangue do Cordeiro (5.9-10; 12.11), que voltará em breve para derrotar Satanás e todos os seus agentes (19.11-20.10), e o seu povo desfrutará da paz eterna em sua presença (7.15-17; 21.3-4).

Obs: Material extraído do DVD "Mega Coletânea Bíblica - 10.000 artigos". Não tem citação da fonte, mas se alguém conhecer, ficarei grato e mencionarei.


Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Lição 2 - proposta


Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

Lição 1 jovens - pós aula


Projeto plural de Deus – um projeto que era mais do que simples união.

Sexo frágil – quem realmente é o sexo frágil da história? Aquela que foi trazida à existência a partir de um pedaço de OSSO ou aquele que surgiu do pó da terra?

Terra selvagem – caso Adão tivesse dito não para Eva o que teria acontecido com ela? Teria sido expulsa do paraíso e ficaria sozinha exposta à Terra selvagem? Eles começaram juntos e teriam que terminar juntos.

Deus não poderia expulsar um e deixar o outro no Éden, pois o que Ele não poderia separar o que Ele mesmo havia juntado (não separe Deus o que Ele ajuntou).

O certo é que Adão não foi homem suficiente para dizer a Deus: “foi a mulher que Tu me deste, mas ela somente me mostrou, a decisão final foi minha”.

Eva estava só quando recebeu a visita do Maligno, mas onde estava Adão? Estava trabalhando, nomeando animais e cuidando da terra? Estava sobrecarregado de serviço? Se dedicou muito ao serviço a ponto de esquecer a frágil esposa?


Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

sexta-feira, 1 de abril de 2016