Páginas

Mostrando postagens com marcador pré-aula. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pré-aula. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 28 de abril de 2023

Lição 5 - Motim em família (Os murmuradores do deserto)

Até então, Israel não havia demonstrado este sentimento maligno durante a caminhada, porém naquele momento expuseram esta seta, revelando o caráter da grande e insatisfeita maioria.

Tudo teve início pela reclamação de Arão e Miriã, que se imaginaram nas mesmas condições espirituais que Moisés, para absorverem uma responsabilidade que não suportariam, pois não estavam preparados para exercerem o cargo.

Na verdade, não estavam, não foram chamados, separados e preparados para tal, pois não tinham trilhado o mesmo caminho de Moisés, não possuíam experiência e nem autoridade.

 

A MURMURAÇÃO

Moisés, o líder, não foi forjado do dia para a noite. Foi um longo período de caminhada com Deus, experiências e atitudes, que caracterizaram o seu amadurecimento. Foi preparado ao longo dos anos até que atingisse a estatura de varão libertador.

Esta preparação se iniciou com seu nascimento e continuou pelos seus primeiros quarenta anos de vida, os quarenta intermediários e os anos finais.

Instruído em toda a ciência dos egípcios e poderoso em palavras e obras (At 7.22). No Egito havia aprendido a “COMO MANDAR”, bem diferente do que aprendera no deserto com Deus e em sua chamada, quando aprendeu a “COMO OBEDECER”.

Pastoreando ovelhas, cuidando de bichos, sem perspectiva de mudanças, foi quando Deus o chamou para libertar os hebreus. Este período foi de grande aprendizado para quem mais tarde se tornaria o pastor do povo de Deus (Sl 77.20).

O grande “Eu Sou” escolheu e preparou Moisés para libertar seu povo da escravidão egípcia, mas foi um longo período de preparação. Como alguém em são consciência poderia se imaginar no mesmo patamar que Moisés?

 

“E disseram; Porventura falou o Senhor somente por Moisés? Não falou também por nós? E o Senhor o ouviu” (Nm 12.2).

 

Arão e Miriã não tinham experiência espiritual para tomar, à força, o cargo do irmão, sequer poderiam pensar em tamanha afronta. Caso isto viesse a acontecer, fatalmente atrapalhariam.

 

O CLAMOR

Deus reuniu os três à frente da tenda da congregação para dar testemunho público da liderança de Moisés, para fortalecê-lo diante do povo e para que todos vissem a forma como os murmuradores Miriã e Arão seriam punidos pelo erro, porém antes da punição, o líder clamaria em favor de todos.

Quando Arão presenciou a cena, tratou logo de confessar o seu pecado e de sua irmã e pediu a Moisés que intercedesse em favor deles. Os dois agiram loucamente e não perceberam a magnitude do erro, mas ainda havia tempo para corrigir aquela situação, pelo menos imaginavam isto e esperavam ansiosamente pelo livramento.

Moisés clamou por Miriã, porém a preocupação era para que a ira de Deus não atingisse o povo, que partidariamente se aliaram aos murmuradores, na esperança de benefícios. Esperar o que deles? Sempre pendiam para os pudessem proporcionar algo em troca.

 

O LIVRAMENTO

Não murmuraram contra Moisés, mas sim contra Deus, aborrecendo-o profundamente quando questionaram a autoridade do líder, por isto a sentença dada a Miriã serviria de exemplo a todos.

Deus tinha todos os motivos para consumir Miriã, Arão e todo o povo ali mesmo em pleno deserto, porém não o fez em virtude do clamor de Moisés. Receberam mais um livramento, mas presenciaram uma pequena demonstração da ira de Deus, pois viram lepra atacar a murmuradora,

A aplicação desta pena sensibilizou o povo e serviu de exemplo. Realmente havia sido pouco para tão grande afronta. Ainda saíram no lucro.

Mas ainda faltava algo. A autoridade de Moisés não poderia ser maculada, por isto Deus resolveu o problema (Nm 12.6-8), confirmou que seu servo estava sob suas ordens.

Moisés era o único capaz e com o aval de Deus para exercer autoridade sobre aquele povo. Arão reconheceu isto (Nm 12.11), depois que viu sua irmã leprosa, por terem, os dois se levantado contra o líder.

Por: Ailton da Silva - 13 anos (Ide por todo mundo)

quinta-feira, 20 de abril de 2023

Lição 4 - ídolos na família (pré aula)


Jacó desejou em seu coração voltar para as suas terras logo após o nascimento de José, mas teria que informar e solicitar ao seu tio sogro a permissão, pois não seria certo largar tudo e fugir. Não seria fácil, já que teria que encarar seu irmão, após tanto tempo, nem sabia como lhe encontraria ou muito menos qual seria sua reação.

 

a) O desejo de voltar:

  • Gn 30.25 – o nascimento de José não foi somente a resposta das orações de Raquel, mas sim fazia parte dos planos de Deus na vida de Jacó, pois já nasceu em seu coração o desejo de voltar para as suas terras;

 

b) O impedimento:

  • Gn 30.17 – Labão, esperto não deixou Jacó voltar de principio, pois havia recebido muitas bênçãos pela vida de Jacó, mas em nenhum momento agradeceu pelas bênçãos ou muito menos pelas suas filhas e netos, na verdade pensava em si mesmo, queria continuar sendo abençoado;

 

c) A volta para a tua parentela:

  • Gn 31.2-3 – Jacó percebeu a mudança em seu tio, devido aos ciúmes, pois era mais prospero e possuía um rebanho maior, por isso Deus disse o inverso que havia dito ao avô Abraão: “torna para à terra de seus pais e à tua parentela e eu serei contigo”;
  • Gn 31.5-14-15 - foi fácil Jacó convencer suas mulheres e filhos a irem embora, pois todos já estavam decepcionados com Labão, ante o episódio do casamento e as constantes mudanças do salário de Jacó. Se não foi capaz de cumprir os tratos feitos com Jacó o que diriam da herança das filhas e netos.

 

d) A fuga - novamente:

  • Gn 31.17-21 – Jacó fugia porque se sentia ameaçado, mas agora havia uma diferença, era rico, possuía bens e servos, família e o principal, estava na presença de Deus, guiado e cheio de fé;
  • Gn 31.24 – Deus visitou Labão e ordenou que nada de mal fizesse a Jacó, nem uma mão sequer levantou contra eles, somente perdeu o tempo na perseguição;

 

 e) Hora de agir:

  • Gn 32.1-31 – como na primeira fuga Deus visitou Jacó, desta vez permitiu a visão, do que chamou de exército de Deus. Logo após enviou mensageiros para se encontrarem com seu irmão. Imaginava que pudesse amenizar a mágoa do passado.

 

f) A herança

  • A primogenitura era respeitadíssima em Israel e garantia ao filho mais velho a porção dobrada dos bens. As filhas recebiam a herança paterna somente na falta de irmãos. As que não recebiam eram sustentadas pelos irmãos que se encarregavam, inclusive, de seu casa­mento. Na falta de filhos, a herança poderia ser destinada aos servos, caso o senhor assim desejasse. Esse costume da região, trazido de povos antigos, era a maior preocupação de Abraão, pois ainda não havia sido abençoado com filhos (Gn 15.2-3);
  • Outro fator determinante para as questões sobre herança era a posse de ídolos domésticos que passavam de geração a geração, ou seja, o filho a quem fosse confiado a posse e guarda desses ídolos seria constituído herdeiro de todos os bens. Raquel roubou os ídolos de seu pai ao retornar com Jacó para Canaã, pois não sabia o que encontraria pela frente e imaginou ser aquela uma segurança para seu futuro (Gn 31.22-37).

 

Quando Jacó voltou para Canaã, sua esposa Raquel “roubou” os ídolos de seu pai para que pudesse garantir a disputa pela herança, pois as leis da Mesopotâmia garantiam esse direito ao filho que estivesse com a guarda dos ídolos do pai.

Por: Ailton da Silva - 13 anos (Ide por todo mundo)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

Há 12 anos atrás - Estevão e a perseguição

Sobre Estevão - lição 8: Quando a Igreja de Cristo é perseguida (1º trimestre 2011 - CPAD)


Por: Ailton da Silva - 13 anos (Ide por todo mundo)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

O avivamento espiritual. "Avivamento - a chama que não se apaga"


1) Introdução: 

Como herdeiros da chama, temos a responsabilidade de manter o ardor pentecostal, cuidar da sã doutrina, mas para isto devemos conhecer, em essência, a verdadeira natureza do pentecostalismo, que consiste em muita oração, quebrantamento, santidade e vida com Deus. 

“Avivamento é o sopro de Deus para tirar a poeira que foi acumulada no decurso dos anos sob nossa vida espiritual". Aashbel Green Simonton. 

Infelizmente, o homem tende a apatia espiritual, ao esquecimento das coisas de Deus com o passar do tempo, por isto é necessário um avivamento. Se a igreja vivesse continuamente na plenitude do Espírito de Cristo, como Deus deseja, o avivamento seria um estado permanente.

 

a) Significado de avivamento:

  • Animar (se), avigorar (se), reanimar (se),
  • Recobrar (se), despertar (se);
  • Tornar (se) mais forte, intenso, ativo, ágil;
  • Aumentar, aviventar (se), destacar (se);
  • Apressar (se), tornar-se mais vivo.

 

b) Avivar o que e avivar para quê?

Avivar o amor de Deus em nossas vidas, pois isto é uma necessidade da obra. Deus desperta um para avivar a muitos, desperta em pequena escala, para proporcionar grandes avivamentos, porém, somente associamos o avivamento a ideia de manifestações poderosas e visíveis do Senhor.

O avivamento desperta os mornos e cansados para uma nova vida espiritual para que entrem em contato novamente com rios de água viva (Is 44:3).

A busca pelo avivamento deve ser uma constante, pois nossa natureza carnal ainda não foi extirpada, continua em “stand by”, ou seja, a qualquer momento pode vir à tona se não houver uma rigorosa vigilância (Mt 24.41).

 

2) Avivamento bíblico:

O verbo hebraico hyh (avivar) tem o significado de "preservar, manter vivo, purificar, corrigir e livrar do mal”. Através de avivamentos, Deus purificou, livrou do mal e do pecado, tirou a escória e as coisas que impediam sua obra.

O verbo avivar é usado mais de duzentas e cinquentas vezes no Antigo Testamento, traduzida em muitas delas como uma obra ativa e intensiva de Deus (Sl 85.6; Hc 3.2).

Habacuque estava preocupado com o estado espiritual do povo. O profeta foi contemporâneo de Jeremias e viveu numa época de crescente deterioração moral e espiritual em Judá. Pela comunhão com Deus, sabia que o juízo se aproximava e viria por meio da invasão babilônica.

O profeta apela a Deus para agir a favor do seu povo, pois não entendia o porquê da tolerância. Pediu livramento, proteção para os inocentes e castigo para os malfeitores. Foi nesse contexto que apareceu o famoso clamor por avivamento feito por Habacuque (Hc 3.2). É justamente no meio dos anos que a frieza, incredulidade, desânimo e comodismo assaltam a igreja.

Na eminência de um grande avivamento na Terra apareceu Jesus. Foi batizado por João Batista, escolheu e treinou seus discípulos e subiu aos céus, deixando-os na expectativa de receberam a promessa do Espírito Santo (Lc 24.49-53; At 1.1-26). O poderoso derramamento do Espírito Santo, no dia de Pentecostes, inaugurou o avivamento que Jesus havia predito (At 2.1-47). O livro de Atos registra a dimensão desse avivamento, que se iniciou em Jerusalém e se espalhou pela Judéia, Samaria e pelos confins da Terra.

 

3) Ensino da Palavra de Deus gera avivamento:

Desde o Antigo Testamento o avivamento do povo de Deus é caracterizado por uma busca pela lei do Senhor, por uma renovação no interesse e na observância das Escrituras. Todo e qualquer movimento que menosprezar a Palavra de Deus, que não der espaço ao estudo e ao ensino da Palavra, não pode ser chamado por verdadeiro avivamento.

Um ambiente sem espaço para o ensino, exposição e meditação na Palavra do Senhor, onde somente é visto uma sequência interminável de cânticos, com ditas operações de maravilhas, divulgações de visões, revelações, diálogos cansativos com demônios, teatralizações, sessões de exorcismo ou outras operações similares, carregadas de misticismo e histeria, nada mais é do que puro engano, mentira e ilusão.

Esdras, escriba e entendido da lei de Moisés, liderou o segundo grupo de israelitas que retornaram da Babilônia após o exílio. Sua viagem teve como propósito o ensino da Palavra, tanto aos que estava voltando, quanto ao remanescente que havia ficado na cidade (Ed 7.10).

 

4) Os frutos do avivamento:

O avivamento sempre resulta em frutos que denotam claramente mudança no padrão moral e espiritual das pessoas. Na época de Esdras e Neemias houve restauração moral e espiritual dos judeus (Ne 8.1-18; 10.29).

 

a) O fruto do avivamento produz na igreja:

  • Uma barreira para afastá-la do mundo (Ef 4.25-31);
  • Um aprofundamento na Palavra de Deus (Jo 6.63);
  • Um crescimento abundante da fé (Rm 10.17);
  • Perseverança nas orações (At 2.42; 3.1; 12.12-13);
  • Louvores a Deus (At 2.47);
  • Temor a Deus (At 2.43).

 

5) Avivamento gera mudança de vida:

Habacuque estava ciente de que o julgamento de Deus seria questão de tempo (Hc 1.4; 2.18-20). Havia injustiças, violência e idolatria entre o povo (Hc 2.9-11,17-19), por isso era necessária uma mudança urgente (Hc 3.2).

O tempo do avivamento é hoje, no meio dos anos, e somente o agir de Deus poderá deter ou restringir a ação do secularismo, mundanismo, comodismo, conformismo e a conivência com o erro, pecado e maldade.

 

6) Buscando o avivamento (passado):

Josias (Jeová cura) foi o 16º a reinar em Judá (640 a 649 a.C.), seu pai o rei Amom foi assassinado por conspiradores., mas o povo restaurou a autoridade régia da linhagem davídica e o colocou no trono (II Rs 22.1).

Ainda jovem embrenhou-se na batalha para banir a idolatria, destruindo postes sagrados, altares e imagens.

Os sacerdotes encontraram (II Cr 22.8-17) e lhe entregaram o livro da Lei, que foi adotado como guia de suas reformas. Ao recebê-lo, ordenou que fosse lido em público, na intenção de que houvesse uma renovação do compromisso da aliança feita com Deus.

Promulgou a lei de Deus ao povo e jurou ser obediente. Dessa forma, aconteceu um avivamento em Judá, pois o povo se arrependeu e retornou às práticas descritas por Deus em sua Lei, trazendo maravilhosos resultados ao Reino de Judá.

 

7) Buscando avivamento no presente:

Para conservarmos uma vida renovada, cheia da graça divina, é preciso:

  • Leitura bíblica: A relação entre Bíblia e avivamento é tão intrínseca que é impossível que ocorra o avivamento sem a presença da Bíblia;
  • Oração: Os cristãos primitivos estavam sempre cheios do Espírito e renovados porque viviam em oração (At 4.31);
  • Santificação: Devemos ser santos em nosso viver, em nossa conduta, isto é, em nosso caráter, internamente e em nosso proceder externamente;
  • A busca constante da face de Deus: Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor (Os 6.3).

O avivamento jamais pode ser algo que acontece uma única vez e pronto. Muito pelo contrário, deve ser fruto do nosso relacionamento com Deus, através da leitura da Palavra, da meditação, da oração e dos momentos de comunhão diante do Pai.

Deus está buscando homens e mulheres que se consagrem para que possam ser usados. Vivemos dias de apostasia, de novas unções e novas revelações, tempos onde os interesses pessoais são mais importantes que o reino de Deus. A renovação é resultado da graça, que oferece sempre oportunidade para o cristão reiniciar sua caminhada.

 

8) O que não é avivamento:

a) Avivamento não é ação da igreja:

Avivamento é obra soberana e livre do Espírito Santo. A igreja não promove, não produz, não é a agente, não agenda e não programa o avivamento, somente busca.

A soberania de Deus, no entanto, não anula a responsabilidade humana, pois o avivamento jamais virá se a igreja não preparar o caminho do Senhor.

Para tanto, a igreja deve se humilhar em oração e buscar, caso contrário não haverá derramamento do Espírito Santo.

 

b) Avivamento não é abandono ou mudança doutrinária:

Avivamento sem doutrina gera misticismo e uma vida sem sentido, subjetiva, fogo de palha, emocionalismo e uma conduta antropocentrista.

Deus tem compromisso com a verdade e a sua Palavra é a verdade e todo avivamento precisa estar fundamentado na Palavra.

 

c) Avivamento não é mudança litúrgica:

Muitos confundem avivamento com forma de culto, com liturgia animada, com coreografia e instrumentos musicais. Louvor não é encenação, ritualismo ou emocionalismo. Não é apenas seguir formas pré-estabelecidas, como bater palmas, dizer aleluia, amém e levantar as mãos.

Avivamento não é mudança litúrgica, é mudança de vida. Avivamento não é histeria carnal, é choro pelo pecado. Deus não procura adoração. Ele procura adoradores. 

Por: Ailton da Silva - 13 anos (Ide por todo mundo)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

1º trimestre 2022


Todas as quintas, postarei acréscimos 
para cada um dos tópicos das lições.
 
Por: Ailton da Silva - 12 anos (Ide por todo mundo)

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

A primeira vez de Deus

´
Deus nunca havia se manifestado entre os humanos com mensagens e promessas do porte das que foram entregues para Abraão. Havia se manifestado e falado com o homem antes de Abraão, somente para atribuir tarefas ou para corrigir os problemas criados com o pecado original no Éden. Neste caso a promessa de restauração da humanidade não dependia da fidelidade e obediência de Adão e Eva, tal como foi requerida de Abraão e sua descendência.

No caso de Noé, Deus falou com ele para tornar conhecido toda a maldade que existia na Terra e para expor seu sentimento antropomorfomico, ou seja o fato de ter se "arrependido" de ter criado o homem. 

Já no caso de Abraão, as promessas envolviam ele e sua descendência e estavam atreladas à sua obediência e fé, desde que largasse tudo e fosse para o local determinado por Deus.


Naquela oportunidade, quando Deus revelou as promessas a Abraão ainda em Ur (At 7.2) e depois confirmadas  em Harã (Gn 12.1-4) e em Canaã, se tornou a primeira e última vez que Deus se manifestou com tamanha potência. Nunca mais na Terra alguém recebeu promessas e revelações daquele porte. 

Por: Ailton da Silva - 9 anos (Ide por todo mundo)

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Lição 1


Lição 1
07/10/2018

Abraão,
chamada e revelação


Versículo chave
“Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.” (Gn 12.1)

Leitura bíblica em classe – Gênesis 12.1-4
1-Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.
2-E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção.
3-E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.
4-Assim, partiu Abrão, como o Senhor lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos, quando saiu de Harã.

Objetivo Geral:
  • Entender que Deus escolhe e retira o homem da sua vã maneira de viver.
  
Objetivos específicos:
  • Compreender que o nosso estilo de vida anterior desagradava a Deus.
  • Valorizar a chamada de Deus em nossa vida;
  • Entender a revelação da bênção de Deus para toda a família.
INTRODUÇÃO
O então conhecido como Abrão (pai elevado, pai ilustre), teve seu nome alterado, por Deus, para Abraão (pai de multidões) e desde a sua chamada até o fim de sua trajetória nos proporcionou riquíssimas lições, que devem ser conhecidas e colocadas em prática.
A obediência deste grande homem, algo nunca visto na Terra, serve de exemplo para todos os povos.
Uma chamada, uma ordem direta e inédita de Deus, que foi obedecida, pela fé, por Abraão e sua descendência.

I – HISTÓRICO
1) Estilo de vida idólatra
Abraão teve os primeiros contatos com Deus quando ainda estava em Ur dos caldeus (At 7.2-3), uma cidade localizada ao longo do rio Eufrates, na Mesopotâmia (parte da região do Iraque).
Ur era uma das mais fabulosas cidades do mundo antigo, que estava mergulhada na mais profunda idolatria. Um excelente lugar para se viver, mas não para adorar a Deus.
Abraão, mesmo em meio a idolatria (Js 24.2,14,15), sentiu que sua vida tomava novos rumos.

2) Família rica e influente
Abraão, filho de Terá, irmão de Naor e Harã, fazia parte de uma família pagã e certamente influente na região.
Era de se esperar que houvesse orgulho de sua parte por estar rodeado de pessoas tão importantes e respeitadas, mas tudo isto estava com os dias contados e dependia somente de uma resposta sua para Deus.

3) Aplicação Pessoal
Digamos “não” para o mundo e suas possibilidades materiais, para então seguirmos rumo ao que Deus tem determinado para nossas vidas.

II – O VALOR DA CHAMADA
1) Perspectivas para o futuro
As promessas para Abraão contemplavam o presente, mas também apontavam para o futuro e sinalizavam para algo que ia muito além do visível e terreno.
Não seriam simples favores e privilégios, mas sim seria algo inédito e surpreendente.
O alcance daquelas bênçãos rompia os limites, barreiras e as fronteiras do que era, até então, conhecido pela humanidade. Todas as famílias e nações da Terra seriam abençoadas pela fé de Abraão.
Deus revelou ao patriarca, em primeira mão, o seu Evangelho (Gl 3.8), para que ele fosse o anunciador da verdadeira fé e através de promessas unilaterais, deu inicio ao seu plano para que a humanidade recebesse Jesus.

2) O desafio de acreditar
Como não crer na chamada e nas promessas? Mas como crer logo de principio?
Seria necessário que Abraão conhecesse antecipadamente o plano de Deus? Não, a sua parte era somente crer e obedecer.
Deus se encarregaria de tudo o que fosse necessário, desde o inicio da caminhada até a chegada em Canaã.
Tudo se fez novo na vida de Abraão, novas aspirações e perspectivas. Pela primeira vez um homem então começava a ser guiado por Deus.

3) Aplicação Pessoal
Devemos acreditar e valorizar a chamada de Deus em nossas vidas, para usufruirmos das bênçãos, tanto no presente, quanto na plenitude dos tempos.

III – A REVELAÇÃO
1) Bênção local
Não adiantaria Abraão ser tão abençoado se não proporcionasse aos que estavam ao seu redor os mesmos benefícios.
Sem as bênçãos de Deus, Abraão e todos os que estavam aos seus cuidados não teriam suportado as lutas, dificuldades e desafios que surgiram enquanto caminharam e no tempo em que aguardaram o cumprimento das promessas em Canaã.

2) Bênção global
Pela obediência de Abraão todas as famílias da Terra, no futuro, seriam abençoadas, mas para isto, deveria atentar primeiramente para a situação e necessidades daqueles que estavam ao seu redor para depois então estender as bênçãos para todos os povos da Terra.

3) Aplicação Pessoal
A bênção não é somente para nós, mas para todos, por isto devemos apresentá-las aos que estão ao nosso redor.

CONCLUSÃO
A trajetória inicial de Abraão foi marcada pela fé e obediência, justamente os pontos que agradam a Deus.
O patriarca seguiu confiante sua viagem, crendo no fiel cumprimento das promessas recebidas e desde então se tornou exemplo de fé e obediência para todas as famílias da Terra e para a igreja de Jesus nos dias atuais. 

Para refletir e vivenciar
1) Nosso estilo de vida anterior desagradava a Deus:
Digamos “não” para o mundo e suas possibilidades materiais, para então seguirmos rumo ao que Deus tem determinado para nossas vidas.

2) O valor da chamada de Deus:
Devemos acreditar e valorizar a chamada de Deus em nossas vidas, para usufruirmos das bênçãos, tanto no presente, quanto na plenitude dos tempos.

3) Plano de Deus para toda a família:

A bênção não é somente para nós, mas para todos, por isto devemos apresentá-las aos que estão ao nosso redor.

Por: Ailton da Silva - 9 anos (Ide por todo mundo)

Lição 1

Iniciaremos hoje, 
em nossa congregação em Pres. Prudente 
a nossa EBA (Escola Bíblica Aplicada).





Por: Ailton da Silva - 9 anos (Ide por todo mundo)

domingo, 30 de setembro de 2018

Por quê Escola Bíblica Aplicada?

Vejam só: 

Deus apareceu para Abraão, estando na Mesopotâmia, antes de habitar em Harã (At 7.2-3; Ne 9.7. Então, o patriarca teve os primeiros contatos com Deus ainda em Ur.

Uma chamada, que poderia ser simples e mais uma, o diferencial foi a renúncia de Abraão. Largou e saiu rumo ao recebimento da revelação, que veio somente depois do envolvimento, do conhecimento e principalmente pela experiência e vivência com Deus.

O recebimento da revelação não teria acontecido caso Abraão tivesse continuado em seu mundinho de conformismo. 

Chamada sem envolvimento e sem experiência torna-se simples chamada, mas quando ocorre o envolvimento e experiência, a revelação é certa.

Aplicação: Se optarmos por sermos somente mais um, seremos, mas se buscarmos a revelação de Deus na nossa vida teremos muito a ganhar e certamente seremos usados por Deus para o progresso de sua obra na Terra.

Por: Ailton da Silva - 9 anos (Ide por todo mundo)

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

E.B.A. - 4º trimestre 2018


Apresentação da revista
Neste 4º trimestre de 2018, o Ministério Casa de Oração para todos os povos Manancial, dará inicio aos trabalhos da Escola Bíblica Aplicada em todas as suas congregações, fazendo uso de nossa própria revista. O tema deste trimestre será:

Abraão, fé e obediência.
Um exemplo para todos os povos.

A revista abordará, em suas treze lições, a chamada e trajetória deste grande homem de Deus que serve de exemplo para todos nós.

Cada lição possui:
  • Objetivo geral: será alcançado ao final de cada lição;
  • Objetivos específicos (3): serão alcançados ao final de cada tópico da lição;
  • Aplicação pessoal: ao final de cada tópico é apresentada uma síntese para reflexão e aplicação na vida do aluno;
  • Ao final de cada lição são apresentados os três objetivos específicos para proporcionar aos alunos um momento de reflexão e vivencia dos assuntos tratados durante a lição.
Por: Ailton da Silva - 9 anos (Ide por todo mundo)

4º trimestre 2018 - E.B.A.


Comentários: Pb. Ailton da Silva – Diretor Pedagógico do SETEM
Consultor Doutrinário e Teológico: Bispo Carlos Leandro dos A. Moreira
4º trimestre de 2018
 

Lição 1 - Abraão, chamada e revelação

Lição 2 - O primeiro dia depois do “sim”

Lição 3 - Os primeiros passos de Abraão

Lição 4 - Homem esperançoso, mulher duvidosa

Lição 5 - Medo da solidão foi maior que o desejo de obedecer

Lição 6 - Não ajunte o homem o que Deus separou

Lição 7 - O preço, os obstáculos e as promessas

Lição 8 - Promessa feita, promessa cumprida

Lição 9 - Dois príncipes, duas promessas, dois caminhos

Lição 10 - A inversão de posições

Lição 11 - Isaque, o sacrifício imperfeito e não consumado

Lição 12 - A continuidade do plano. Passagem do comando

Lição 13 - A promoção de Abraão às mansões celestiais


Por: Ailton da Silva - 9 anos (Ide por todo mundo)