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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

2º Congresso EBD - Pirassununga




Estarei participando do 2º Congresso de EBD em Pirassununga, centro do Estado de SP, 10 a 12 de agosto, portanto anteciparei as publicações do plano de aula e da apresentação da lição.

Nestes dias estará ensinando o Pastor Eliezer de Lira Silva, de Curitiba, comentarista do trimestre.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

terça-feira, 19 de junho de 2012

13ª Viagem - Ribeirão Claro - PR, via norte do Paraná

SAÍDA
Sai as 4 da manhã, como de costume, já prevendo que enfrentaria problemas na Rodovia em Taciba.

Meus temores se confirmaram, já que esta rodovia continua da mesma forma, um lixo, mas desta vez teve um outro agravante, a neblina. Foram 30 km e não conseguia passar dos 40 km p/h. Não dava para enxergar nada.

Como sempre faço uma previsão de chegada nos locais e para variar nunca consigo cumprir, mas desta vez foi diferente, pois em todas as paradas e cidades cheguei até mesmo adiantado.

Ao passar a divisa o frio se aliou ao tempo fechado, imaginei chuvas fortes, estava preparado, mas elas não vieram, ficaram somente na ameaça.

Depois de Bela Vista do Paraíso começou a subida e descida de morros, uma após outro, parecia que não teria.  Não tinha o que reclamar, pois eu mesmo traçei a rota e escolhi este caminho.



CHEGADA
Seguindo conselhos de um frentista, em Bela Vista, resolvi mudar a rota e não passei em Jataizinho e Londrina, segui direto para Cornélio Procópio, segundo ele a distância seria a mesma e o diferencial seria as condições da rodovia.

Em Jacarezinho dei uma parada, pois imaginava que tivesse que atravessar a cidade para seguir a Ribeirão Claro, mas não houve necessidade, bastava contornar por fora.

Enfim cheguei a Ribeirão, bem antes do previsto, estava pensando algo em torno das 3 da tarde quando muito as 5 horas, mas às 14:00 horas já havia almoçado e estava instalado em um hotelzinho, bom, barato e bem localizado.

Descansar que é bom nada, sai para rodar em toda a cidade. Marquei bem o local da igreja. O culto era somente no outro dia, então, quando deu 16 horas, apaguei.

CACHOEIRA VÉU DA NOIVA E PONTE PÊNSIL
Acordei cedo, 7 da manhã e segui em direção a ponte. Fui seguindo o riachozinho e dei de cara com a cachoeira. O acesso está proibido, devido a recentes tragédias. Cheguei o mais próximo possível, não deu coragem para se aproximar, mas a vista foi legal.

Quando deu meio dia já havia feito tudo o que queria, foi quando de volta para a cidade resolvi conhecer o balneário da cachoeira, segui as placas, imaginando que fosse um balneário e uma cachoeira,pela lógica da placas.

Um senhor me disse assim: “depois que terminar o asfalto, siga mais 4 km”. Cai nesta conversa novamente, já havia acontecido isto na divisa entre Minas e Goiás, em 2010. Foram bem mais que 4 km. Estrada de terra, descendo uma serra, até que enfim uma mulher me disse: “é um patrimoniozinho, quando você chegar lá verá uma Congregação Cristã”. Fiquei com vergonha de perguntar sobre a cachoeira, agradeci e segui viagem.

Quando cheguei perguntei para um senhor, mas já fui direto e disse: “cachoeira é sómente o nome”? Ele concordou. Meu Deus, andei tudo aquilo a toda, somente para ver uma prainha.

Resolvi voltar pelo asfalto, contornando o morro que desci por terra. A vista do mirante é muito legal. Valeu a pena. O ruim foi somente andar muito tempo atrás de um caminhão, não tinha como ultrapassar ele, é muito movimento na rodovia. No restaurante que almocei o proprietário me disse que todos os turistas caem na mesma conversa e chegam bravos. A noite cooperei na igreja. 




RETORNO
Programei para sair de Ribeirão às 7 horas da manhã, mas acordei as 9. Pensei que todo o meu planejamento fosse dar errado, mas deu certo e não precisei correr muito.

Passei em Chavantes, Ourinhos e parei em Palmital para abastecer. Em Assis, resolvi voltar por Paraguaçu Paulista para conhecer o trem turismo, uma Maria-Fumaça, que funciona somente aos domingos e feriados. Segundo um paraguacuense ela percorre um trajeto de mais ou menos 8 km em cerca de 1 hora.

Foram 800 km, 450 para ir, 300 para voltar e 50 na cidade.


Por: Ailton da Silva

terça-feira, 12 de junho de 2012

Uns dias de folga e uma rápido passeio


Antecipei algumas publicações, pois aproveitarei estes dias para passear um pouco de moto, seguindo esta rota, margeando o Rio Paranapanema, cortando boa parte do norte do Estado do Paraná, passando por Bela Vista, Sertanópolis, Londrina (talvez), Jataizinho, Cornélio Procópio, Bandeirantes, Jacarézinho e ficarei alguns dias em Ribeirão Claro, para um tour pela Ponte Pensil Alves Lima, a única ponte pensil de madeira do Brasil, destruída algumas vezes durante a revolução de 32. Mais ou menos um passeio de 600 km.

Sexta-feira disponibilizarei o plano de aula e a apresentação da lição.

Por: Ailton da Silva

domingo, 10 de julho de 2011

12ª viagem - 3 morrinhos (550 km)


Foram 550 km, de Prudente à Terra Rica, voltando por Paranavaí. Saímos as 6 da manhã, com previsão de chegada em Euclides da Cunha Paulista (168 km) às 08:00, pois a balsa sai as 08:30 com destino a Terra Rica, cruzando o rio Paranapanema, mas para variar um pouco, não consegui chegar em tempo. A culpa foi do frio, paramos muito. Passamos por Mirante, Teodoro Sampaio, Morro do diabo. Como o tempo estava meio nublado não dava para enxergar os 3 morrinhos ali mesmo antes de Euclides.

Chegamos em Euclides as 9:45, mas a balsa saiu às 10:20, estava esperando o ônibus de linha. Foram 25 minutos de travessia e depois 20 km de terra, cascalho.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

3 Morrinhos - Terra Rica (PR)


O primeiro morro sentido oeste é o mais alto, sua altura aproximadamente é de 180 m e a superfície do topo é de mais ou menos 120 m2. Os empregados da Colonizadora SINOP foram os primeiros a subirem até o topo. A partir daí, muitos curiosos e aventureiros se adentraram por entre o mato fechado, fazendo picadas e enfrentaram todas as dificuldades e barreiras que a natureza impunha. Tudo isso em troca de alcançar a maravilhosa vista panorâmica, estar próximo das nuvens e poder apreciar a natureza de um novo ângulo.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

BATAGUASSÚ

Para descansar um pouco, neste feriado, dei esta voltinha. Foram 124 km, mas demorei 6 horas, parando em todas as cidades. A ponte na divisa SP/MS está em reformas, legal.Me deparei na região, com a tradição de corpus cristi, ainda é muito forte aqui na região.

O bom da reforma é que apenas permitem uma mão de cada vez, atravessar a ponte e o aterro (11 km), com isto esperamos no meio do trajeto, apreciando a beleza do rio. Em dias normais não podemos fazer isto.

sábado, 25 de junho de 2011

11ª viagem - Bataguassu (MS)


Decidimos percorrer este pequeno trechos. Rodamos 350 km (ida e volta). Saímos exatamente as 6 horas da manhã, com destino a Bataguassú (MS), divisa com SP. São 124 km de distância, que certamente gastaria pouco mais de uma hora, mas a intenção desta viagem foi, além do trecho, acessar todas as cidades que estão no entorno da Rodovia. Pres. Bernardes, Santo Anastácio, Piquerobi, Pres. Venceslau, Caiuá e Pres. Epitácio, todas em SP e Nova porto 15 de novembro e finalmente Bataguassu (ambas no MS).

terça-feira, 21 de junho de 2011

10ª viagem - 90 km somente um aquecimento

Domingo passado, 19/06, fui dar uma volta de moto com a Tane. Fazia algum tempo que não fazia isto. A última foi em abril de 2010, sai de Prudente e parei somente no sul de Goiás. Foram 5 dias, asfalto, mato, sol e a solidão da rodovia.

Estava precisando disto. Tinhamos programado para o feriado (quinta) uma corrida de 300 km, mas antes eu precisava sentir a moto na rodovia, ver se ela ainda está respondendo, etc, por isto resolvemos fazer este passeio.

Foram 90 km, inclusive, foi bom para a Tane, pois não tem este costume, eu já fiz 9, corri os estados de SP, MS, PR, MG e GO. Foi fichinha para mim.

Quinta feira de madrugada estaremos saindo em direção ao sul do Mato Grosso do Sul, cruzando o rio Paraná, divisa dos Estados, é perto, mas o trajeto, quando curtido, sentindo a natureza, observando os detalhes, não tem preço que pague.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ponte Pensil Alves Lima - Chavantes (SP) - Ribeirão Claro (PR)

Visita a ponte Pensil Alves Lima - ida pelo norte do Paraná, passando por Bela Vista do Paraíso, Alvorada do Sul, Sertanopolis, Ibiporã, Jataizinho (rio Tibagi), Cornélio Procópio, Santa Mariana, Bandeirantes (Cachoeira Laranjinha), Andirá, Cambará, Jacarézinho (Rio Ouro Grande), Ribeirão Claro (cachoeira do moinho, e véu da noiva, igrejinha e casa da Farinha). Retorno pela Raposo Tavares


HISTÓRICO
A ponte Alves Lima, que permite a ligação entre Ribeirão Claro (PR), e Chavantes (SP) é uma das três pontes pênseis construídas no Brasil. As mais famosas são: a Hercílio Luz, em Florianópolis, que tem toda a sua estrutura de ferro, a qual foi recentemente interditada para qualquer tipo de tráfego, uma vez que sua estrutura está comprometida devido à corrosão, não oferecendo nenhuma segurança. A outra, por sinal a mais antiga (inaugurada em 1914), situada em São Vicente, permitiu a ocupação e o desenvolvimento de Praia Grande e demais localidades do litoral sul de São Paulo.

Chama-se ponte pênsil aquela cujo tabuleiro é sustentado por cabos ancorados (como diz o Aurélio). Coincidentemente hoje as três pontes são bens tombados, visando assegurar a sua preservação. Também as três assistiram à construção de novas pontes nas suas proximidades, mais modernas, visando desafogar a grande demanda de tráfego que elas mesmas ajudaram a promover.

Ponte Alves Lima.
O Norte Pioneiro foi colonizado através de uma ocupação espontânea de levas de paulistas e mineiros, trazendo a cultura do café para o Paraná. A transposição dos rios, como o Paranapanema, representou uma dificuldade a mais, principalmente na hora de escoar a produção. Meios de transporte precários e a inexistência de estradas eram o tormento daqueles que se estabeleceram nas novas terras que , se por um lado eram dadivosas, por outro dificultavam a transferência de suas riquezas para os centros consumidores.

De início a transposição do rio Paranapanema era feita por balsa, que, além das dificuldades do transporte, não oferecia condições de segurança. Aumentando a produção cafeeira, os fazendeiros da região se movimentaram para superar as dificuldades, construindo uma estrada de ferro.

A construção de uma ponte ligando Ribeirão Claro a Chavantes ocorreu no início dos anos 20, tendo à frente Manoel Antônio Alves Lima, proprietário da fazenda Monte Claro, localizada nas proximidades e à margem esquerda da Paranapanema. Com auxílio financeiro do município de Ribeirão Claro, a ponte foi construída dentro dos planos de ligar essa cidade com a Estação Chavantes da Estrada de Ferro Sorocabana. Embora seja mais conhecida como “Ponte Pênsil de Chavantes”, sua denominação oficial é Ponte Alves Lima, em homenagem ao seu construtor.

Bastante estreita para os padrões atuais, ela representou a “salvação da lavoura” na época em que foi construída. Para comprovar a sua importância, a Prefeitura de Ribeirão Claro chegou em 1926 a dar uma ajuda de três contos de réis para a construção da estrada, no Estado de São Paulo, ligando a ponte até Chavantes.

Destruída três vezes.
A ponte Alves Lima foi vítima de três fatalidades. Sua importância estratégica fez com que ela fosse abatida nas duas primeiras, tendo sucumbido pela terceira vez devido às forças da natureza. Foi destruída pela primeira vez em 1924, durante a Revolução Paulista, quando as tropas do capitão Alberto Costa invadiram a cidade de Chavantes. Laura Garrido, atualmente residente em Ribeirão Claro, lembra perfeitamente do fato: “Correu notícia na cidade de que a ponte estava queimando e viemos ver. Meus pais me trouxeram. Havia muita gente. Chegamos em tempo de ver as vigas caindo na água. Eu era pequena e sentia dó de tudo que estava acontecendo com nossa ponte”. Terminado o conflito, as obras de reconstrução foram iniciadas, terminando em 1928.

Novo confronto armado destruiu, desta vez com dinamite, a “ponte da esperança”. Foi durante a Revolução Constitucionalista de 1932. Tropas gaúchas ficaram aquarteladas em Ribeirão Claro, requisitando alimentos da população. Pessoas como Manoel Pereira Garrido, dono de uma padaria, armazém e posto de gasolina, chegavam à falência, pois eram obrigados a prover a manutenção dos invasores. Forçados pelos gaúchos, os revolucionários paulistas recuaram e dinamitaram a ponte para impedir a passagem dos sulistas. O governo paulista só veio a reerguê-la em 1936. A terceira tragédia aconteceu em junho de 1983, vitimada pela maior enchente de que se tem notícia na região. Mas ela foi recuperada dois anos depois.

Na realidade ela é uma ponte mista: dos seus 164 m, apenas 82,5 m formam a parte pênsil, com 4,10 m de largura e 2,88 m livres na altura, o que só permite a passagem de veículos de pequeno porte. Uma placa, gravada em letras de chumbo, ilustra bem a trajetória histórica da única ponte pênsil do Paraná: “Em 1924 e 1932 revoluções armadas destruíram esta ponte. Em 1983 uma grande enchente a destruiu. Toda vez que um mal destruir um bem ele será reconstruído, para que não morra no coração dos homens a esperança. Jovens de Chavantes, 1985.”

Para o coroamento de sua história, através da resolução n.º 65, de 2/3/85 a ponte foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo.

fonte: http://www.patrimoniocultural.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=151

quinta-feira, 29 de abril de 2010

MG & GO - 5º dia - Frutal a Prudente

Ainda bem que Deus colocou no meu coração o desejo de parar em Frutal, primeiro pela cidade, me surpreendeu, depois pelo perigo de passear de moto a noite com mundo de caminhões.


Como é de costume, acordei cedo e fui bater perna, o engraçado, até eles acham, é que o centro da cidade fica na saída, coisas de mineiro.

Andei pelo centro, rodei a cidade toda, muito boa, grandinha, encontrei um senhor na praça que jogou futebol profissional e hoje é treinador, disse que conhecia todo o interior de SP, falei que acompanhei o Corinthinha quando era criança, nos anos 80, então me me perguntou de alguns jogadores, quando falei do Souzinha (estava treinando o Bandeirantes de Birigui), ele ficou super contente, são amigos, jogaram futebol profissional juntos no antigo time de Frutal, o 13.

Sai de Frutal eram 11 horas da manhã, que delícia, ainda bem que pernoitei, se tivesse continuado a noite não teria conhecido o trecho até Fronteira, a cidade que faz divisa com SP, legal, deu para relaxar bem.


Mas antes não poderia ir embora de Frutal sem ouvir mais um causo de mineiro. Reclamei do calor para a dona do Hotel e falei que o bom seria se chovesse para lavar a moto na rodovia, pronto dei trela. Ela olhou sério e disse:

"Aqui em Frutal a chuva não entra, ela rodeia por todos os lados, mas não chove, porque um ex-prefeito nosso enterrou uma cabeça de jumento na entrada da cidade e a partir deste dia é muito difícil chover." O pior foi que no final ela disse: se não quiser acreditar, não acredite, foi porque eu estava olhando para ela perplexo, sem reação, como eu gosto disto.

O interessante é que ouvi isto também na rodovia, antes de chegar em Frutal, quando parei numa vendinha para molhar a guela e um rapaz me disse que seria melhor eu tirar a capa de chuva, porque não iria chover, garantiu mesmo. Eh mineirada.



Em Fronteira eu nem iria parar, mas resolvi procurar um barzinho para tomar um cafezinho mineiro, mas não encontrei, ai resolvi dar uma volta no centro e me deparei com esta estátua, aff, não tem como não rir, parei e fiquei olhando para aquilo, é muito engraçado, o pior é que uns 200 metros antes tem uma estátua do Cristo redentor, pequena e logo depois esta escrota.


A verdade é que o encanto da viagem terminou no momento em que atravessei a divisa, pois no lado paulista não achei graça, exceto em Rio Preto e no Rio Tietê, que é um espetáculo, mas o restante, desci a lenha pra chegar logo.


Parei em Clementina para abastecer e em Santopolis do Aguapeí para refrescar a guela e depois não via a hora de chegar. Depois de Osvaldo Cruz até Prudente não teve graça, a não ser o por do sol que filmei. Assim terminei a aventura MG & GO, agora é preparar-se para outra.

vejam todos os vídeos no youtube: ailtonsilva2000

MG & GO - 4º dia - São Simão - Frutal

Aproveite a manhã deste dia e fui dar uma volta na prainha, mas como não tinha ninguém comigo ficou difícil entrar, porque quem cuidaria dos meus "trens"?




Crie coragem e entrei no cais, fui até o fim, mas dá um friozinho na espinha, ouvi um pouco da história da cidade, um tiozinho estava lá reclamando da mudança da cidade, ele havia nascido e crescido onde era a cidade antiga, tudo água agora.


A praia da cidade é bem estruturada, vale a pena conhecer, nunca tinha visto nada igual, nem mesmo aqui nas nossas Estâncias turisticas paulistas.


Mas como digo, "o meu prazer não é a estadia, mas sim a rodovia", resolvi vir embora, sai de São Simão às 12:00 horas, mas agora qual decisão tomar:

* ir pelo Mato Grosso do Sul, para isto teria que entrar em Goiás mais uns 90 km até Caçú, depois sair para Paranaíba, Aparecida do Taboado até sair em Santa fé do Sul e Jales, na verdade eu não queria envolver o meu Mato Grosso do Sul (lindo) nesta história, em outra oportunidade faço este trecho, e chego a Lagoa Santa em Goiás (estes dias o Álvaro Garnero esteve la e mostrou, no seu programa da Record, e eu estava tão perto dela e nem lembrei), mas o meu negócio agora era MG e GO;

* ou poderia ir por Ituiutaba para depois pegar outra BR para Iturama (descobri que era terra também, um mineiro disse que eram 20 km outro 40 km, tô fora)

* ou ir por Ituiutaba até Frutal, que era o ideal.

* ou voltar pela mesma estrada de terra até União de Minas, olha entrada dela ai;


Escolhi a terceira opção, mas depois de Ituiutaba parei para perguntar se faltava muito para chegar no que eles chamam de "grande trevo". Aqui abro um parenteses, como é duro entender uma explicação de mineiro, sofri lá em Iturama e agora um senhor me disse assim, depois de rodear um monte:

Segue reto até o trevo para Berlândia, este ai embaixo:


Como fui parando muito nas cidadezinhas que encontrava não percebi que o tempo corria, esta escurecendo e certamente não conseguiria chegar em Rio Preto antes das 8 da noite, como estava prevendo. Foi quando resolvi passar a noite em Frutal, pois os caminhoneiros são uns cavalos, pensam que são donos da rodovia, ultrapassam e quando a coisa aperta jogam a luz para a gente se virar, ou seja, ou você para no acostamento e espera, ou encara uma carreta de frente, fizeram isto comigo, mas como sou esperto, fico cuidando de longe. O problema não são as que vem átras, mas sim as que estão vindo de frente, eles abrem para ultrapassagem e quem estiver vindo ao contrário que se vire. Não tem condições de passear de moto com eles, a noite não, de dia me garanto.


Aquela velha história de sempre, parece que quando estamos com pressa ai que demora, meu Deus cadê Frutal? Encontrei um hotel perto da rodoviária, legalzinho, depois fui conhecer a cidade e na igreja, claro.

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MG & GO - 3º dia - Iturama - União de Minas - São Simão (GO)



Dei uma volta logo cedo por Iturama, para me despedir, fiquei de novo mais uns minutinhos sentado na praça, foi dificil achar um banco vago, estava lotada a praça, segundona de manhã, arzinho puro. Reparei que eles chegam cedo no serviço e ficam sentados na praça conversando, eu chego todo dia atrasado, correndo, que diferença

A umidade do ar é tão baixa que logo de manhã, antes de abrirem, as lojas no centro tomam um banho, muita poeira.

Resolvi sair cedo e ir para União de Minas (50 km), pensava em pousar la e seguir para São Simão na terça ou na quarta, mas é tipo um vilarejo, grandinha, pensei bem e resolvi ir para Goias, afinal eram somente 120 km, apesar que disseram que eram somente 80 km, eh minerada, uns aumentam outros diminuem.

Agora veio a melhor parte, perguntei para um borracheiro onde estava a rodovia para São Simão, ele me respondeu:

Ela está ai, bem na sua frente. E ria. Onde? Não estou vendo o asfalto. É a BR-364, terra pura, ou melhor, areião.





Fiquei olhando para ela e pensei, voltar por causa de 60 km de terra, vou arriscar. O borracheiro me deu as dicas, diminuir a calibragem do pneu dianteiro para 10 libras, deveria ter diminuido o traseiro também, ensacar a mala, por causa do poeirão. Ele ainda me indicou voltar pelo Mato Grosso do Sul, aumentava um pouco, mas era asfalto (depois falo disto, meu negócio era com Minas e Goiás não queria entrar no MS, apesar de ser minha terra de coração).

Nunca imaginei uma rodovia sem asfalto, ainda mais uma BR, mas tudo bem, encarei. Apesar disto tudo ela é muito movimentada, caminhões boiadeiros, treminhões, carros de passeios e pasmem, motos. O incrível é que enquanto eu estava me matando para segurar no braço e nas pernas, para não cair, os motoqueiros de lá passavam por mim a mil, não entendo isto, será que sou tão ruim assim de areia? É a prática, um deles parou e disse que estava indo para Chaveslândia (divisa de Minas com Goías) 8 km antes do meu destino. Fazer o quê? Faltavam 15 km para eu encontrar o asfalto quando ele passou por mim, já voltando, que humilhação, o cara voou.

Apesar de tudo isto, do areião, eu estava me divertindo, em um momento eu ri tanto, pois lembrei do que havia ficado um ano trabalhando numa sala com ar condicionado, ventilador, computador, água gelada, sombra e agora estava lá, sol quente, poeirão, caminhões para lá e para cá, mas na verdade não tem mastercard nenhum que pague aquela sensação. Cheguei imundo em São Simão.

Demorei 3 horas para percorrer 60 km, por várias vezes me vi lambendo o chão, mas segurava no braço, atolava na areia, saia na força, eu sou o cara, que cara? Desistir e voltar para trás, nunca.


Quando estava faltando 10 km, me distrai e derrapei. Quantas vezes consegui segurar, mas ali não teve jeito e pior ainda cai dentro de um buraco. Parece pequeno, mas ele encombriu o motor. E para tirar a moto, olhei para o céu e disse: Me ajuda Deus, grudei nas bengala dela e puxei. Saiu inteirona, somente suja e eu? Rindo!

O pior estava por vir. O borracheiro havia me falado que eram 60 km até chegar no asfalto, que asfalto? Fui para em outra BR (a 365), terra, cascalhada por causa de uma usina. Até que enfim depois encontrei a rodovia, que confusão de BR, não entendo mais nada.


Passei pela divisa, Rio Paranaíba, às 16:00 horas, aff, estava imundo, até mesmo uma dona de hotel me zuou, disse que eu sujaria qualquer parede somente em olhar. Consegui encontrar um hotel em São Simão e depois de um banho fui conhecer a cidade, valeu a pena, toda arrumadinha, o centro, a praça central, os prédios públicos, o balneário é de tirar o chapéu.


A cidade foi deslocada para este ponto há 36 anos átras, devido a inundação do lago da usina, era mais ou menos 8 km da prainha, ela vive totalmente do turismo, é bem cuidada, bem servida de hotéis, são vários, mas cobram caro demais, falaram que é por causa das empreeiteiras que estão na região, aproveitam.


Andei a cidade toda, a noite fui na Igreja, tinha muito o que agradecer, passar por aqueles 60 km ileso, que perigo, se precisasse correr de alguém não teria como, por isso nao tenho coragem de enfrentar aquilo de novo, apesar que para chegar no sul de Goiás dá para ir pelo MS ou por Ituiutaba, mais fácil. O negócio era que eu queria passar em União de Minas.

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MG & GO - 2º dia - Iturama


Acordei cedo, lá não dá pra ficar muito tempo na cama, o sol já estrala logo cedo, ele vive dando rasante na cidade, não é possivel, esta é a única explicação que encontrei para o calor.

Logo de manhã tomei um bom café no hotel, com as iguarias mineiras, com opções, humm! Somente não entendi a manteiga na água, curiosidade é fogo, fui perguntar. Até comi queijo, aff, muito cremoso e encarei também o pão de queijo, ai meu Deus, nem lá estas coisas descem em mim???.

Participei de um trabalho muito bom na Igreja (Catedral Assembléia de Deus, em fase de acabamento, bem no centro da cidade), depois fui dar um passeio na city, procurar os lugares pitorescos.

Na volta cai na besteira de perguntar para a atendende do hotel se tinha mais algum lugar que pudesse ir, conhecer, eu perguntei, ai tive que ouvir, ela disse:

Você pode ir no local onde caiu o meteoro aqui em Iturama! Fica a uns 30 km da cidade, na hora eu pensei porque os meteoros sempre caem afastado das cidade? Meu Deus, eu respirei fundo, será que estava em smalville? Mas refiz a pergunta, ela respondeu a mesma coisa e ainda acrescentou:

É verdade moço, o buraco é do tamanho deste hotel, quase um quarteirão. Eu nem durmo mais de janela aberta, tenho medo de ET!

Naquela hora eu quase refiz as malas e voltei para casa. É nada brincadeira, eu me diverti muito com esta história, ela jurou de pés juntos que era verdade, mas tinha outra moça do hotel que disse nunca ter ouvido esta história e que eu estava ouvindo mais um causo de mineiro. Aproveite a oportunidade para tirar uma nelas, se não bastasse Varginha com os ETs e agora Iturama com meteoros

Fui ao Estadio Municipal, pelo que apurei a cidade já teve um time de futebol profissional, hoje estão largados, acho que enfrentam as mesmas dificuldades que Prudente tem em relação a capital, a distância e o calor.


Dei um tempo na praça central, sentei nos bancos e fiquei como eles ficam, olhando para o tempo, os passarinhos, bem que me falaram que é uma cantoria de pássaros o dia todo.


Á noite adorei a Deus, depois fui dar uma olhada na Carreta da alegria, um caminhão adaptado, colorido e iluminado que faz a festa da criançada e de gente grande também, a fila era kilometrica, eu nao fui!

O duro é que nestes lugares ninguém consegue acordar cedo ou muito menos dormir cedo, o dilema bom! Ficar curtindo a noite mineira, o ar puro e olha que eu estava quase na divisa com SP, mas é muito diferente daqui, muito...

Estava com muita vontade de assistir a programação local, mas no hotel era parabólica, tive que me contentar com a programação paulista, aff.

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domingo, 25 de abril de 2010

1º Seminário diaconato de Iturama


um breve resumo do seminário de diáconos em Iturama
25/04/2010 - Salmos 100:2

SERVIR:
* deve ser fruto da nossa volição e não da obrigação;

* ação humana, prestar serviços, ser oportuno (colocar-se na brecha, ir atrás, colocar-se à disposição, querer servir, não perder oportunidades, aproveitar;

* favorecer;

* ajustar-se ao corpo (precisa estar em acordo com a Igreja, não pode servir do seu jeito, é preciso conhecer as características do corpo para poder se ajustar);

* com alegria - selo de qualidade, cartão de apresentação.


SERVOS:
São aqueles que não exercem direitos individuais e não usufruem de seus bens, antes pelo contrário, colocam-os à disposição do seu Senhor.


PERFIL:
* deixa de lado a sua personalidade (não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim);

* o maior entre vós que seja o servo (sinal de humildade, que deve ser exercida tanto na hora do aplauso, do elogio quanto na hora do confronto);

* não é imparcial, pois fica sempre do lado da justiça;

* obediente em tudo e não em partes (obediência consciente).


ASCENDÊNCIA:
* Josué serviu a Moisés e foi seu sucessor;

* Eliseu serviu a Elias e o sucedeu.


TRIPLÉ PARA O EQUILÍBRIO:
* amor;

* alegria;

* obediência (horizontal e vertical)


DIÁCONO - significado:
* servo;

* assistente;

* servente;

* pronto a obedecer;

* pronto a ouvir;

* prestar socorro.


EXIGÊNCIAS PARA O DIACONATO:
* deve ser escolhido pelo representante legal da igreja e aprovado por todos;

* deve ter boa reputação;

* deve demonstrar ter sabedoria


FUNÇÕES - ASSISTÊNCIA SOCIAL:
* visitar os órfãos, viúvas e necessitados;

* conhecer a realidade dos membros e identificar os que se enquadram nos critérios acima.


FUNÇÕES - ASSISTÊNCIA LITÚRGICA
* ter visão de 360º graus, visão difusa, enxergar todas as direções, estar atento aos detalhes;

* ser prestativo e atencioso na recepção e indicação de lugares;

* ser sutil nos movimentos para não serem percebidos ou atrapalharem o andamento do culto;

* auxiliar nos trabalhos diversos, ceia, batismo, etc.

Palestrante:
Pastor Marcus Aurélio Lopes da Silva
Pastor em Limeira do Oeste
Assembléia de Deus - Belém
campo de Iturama MG

MG & GO - 1º dia - Chegada em Iturama








Sai às 06:30 e vou frisar que o meu objetivo não é o tempo da viagem, mas sim o trajeto, por isso a chegada em Araçatuba (1ª etapa) estava previsto para às 12:00, cheguei 11:00 horas, fiz várias paradas (não para esticar o esqueleto, pois a moto não força, as minhas paradas foram para fotos e filmagens).

Estranho que a corrente escapou na rodovia e afrouxou, foram quase 10 km a 50 por hora, afrouxou muito e olha que revisei tudo na sexta, deve ter sido por causa dos buracos, antes de Osvaldo Cruz tem um trecho ruim, por isso fiquei parado na cidade mais ou menos meia hora, mas gostei, num tinha previsto esta parada, cidadezinha bonitinha, sempre gostei de lá, matei a saudade.

Em Turmalina (2ª etapa) tinha previsto chegar as 15:00, cheguei as 14:30 (mesmo parando um tempão no Rio Tietê - limpinho). Previ chegar no Rio Grande (divisa) as 17:00, passei la às 15:00 e parei mesmo, que rio estranho, diferente, mas bonito.


Tinha previsto chegar em Iturama (MG) às 19:00, cheguei eram 17:00, me espantei com a cidade, imaginava e pelo que vi na net parecia uma cidadezinha, mas é enorme, bonita, tem os seus problemas, mas acolhedora. E o ar de manhã.

Vou correr mais 50 km pra chegar em União de Minas e se der coragem ando mais 123 km e chego em Goiás (São Simão).

Agora de manhã (domingo) vou participar de um seminário na Igreja local (Catedral Assembleia de Deus) de Iturama e a tarde vou correr a cidade, aproveitar um pouco.

vejam todos os vídeos no youtube: ailtonsilva2000

quarta-feira, 21 de abril de 2010

8ª viagem - Rosana 27/03/2010



Re-publicando somente para manter a ordem das viagens, ok?

Meu plano era sair as 4 da madruga, mas para variar, estava chovendo. Foi assim em todas as outras viagens, quando não sai com chuva a peguei na estrada. Por um momento desanimei, porém ao acordar as 07:30 meu animo se recobrou, pois o tempo estava limpinho.

Nestas viagens a minha intenção é somente curtir a paisagem, filmar, fotografar, pegar os flagrantes, etc, ou seja, não me preocupo com o clima e com o tempo gasto, mas sim e somente com o trajeto.

Tudo normal até chegar em Teodoro Sampaio, engraçado nunca tinha imaginado que a cidade fosse banhada pela paranapanemão, levei um susto, depois dei aquela parada básica no Morro do diabo e consegui fotografar os Três Morrinhos lá longe, (eles ficam em Terra Rica-PR).


Antes de chegar em Primavera resolvi entrar na Usina Hidreletrica Engenheiro Sérgio Motta (minha intenção era passar na volta), que espetáculo, atravessei filmando o lago e a barragem (10 km de lago), não tinha seguranças e nem funcionários, aproveitei e percorri toda a extensão do lago e fui dar uma voltinha no lado sul-matogrossense, matar a saudade.

Meu coração partiu quando cheguei em Rosana, a cidade é boa, legal, mas estão judiando dela, estão acabando com tudo, como conseguem? Primavera é distrito de Rosana é bem mais arrumadinha, tem mais construções, investimentos e bem mais organizada.


Em Rosana a minha intenção era conseguir um piloteiro de bote e ir no ponto onde os dois rios se encontram (o Paraná e o Paranapanema), na minha ótica os dois não se bicam, não falam a mesma língua, um garoto de lá me confirmou isto, ele disse que as águas não se misturam, MAS EU NÃO FUI porque o tempo estava muito fechado, seria muito arriscado. Dei um tempo na prainha, pesquei um pouco com a molecada, estava vazio o balneário.

Então resolvi colocar em prática o plano B, voltei e fui pra Usina Hidrelétrica de Rosana (no rio Paranapanema), queria ver a ponte de Diamante do Norte (meu pai trabalhou naquela ponte nos anos 80), tinha varias pessoas apreciando a Usina, o rio e a ponte, fiquei bem no meio dela, a sensação é horrível quando passava caminhões, carretas, balança demais da conta. Aproveitei e fotografei alguns dourados e pacús que estavam agitadissimos na água, cardumes inteiros pulando água acima, cada bitelo. Depois respirei um pouquinho dei um pulo rapido no lado paranaense, somente para respirar o arzinho de lá e voltei para a estrada novamente.


A próxima parada foi em Euclides da Cunha Paulista, uma cidade beira rio normal como as outras, porém a prainha e orlinha, é de deixar de queixo caído, e o rio estava bravio, agitadíssimo. Queria passar para o lado paranaense (Terra Rica), mas acho que por falta de movimento a balsa não estava funcionando, ou pelo menos imaginei isto. Deste ponto em Euclides dá para ver certinho os Três Morrinhos em Terra Rica.

Voltei para a rodovia e em Teodoro Sampaio resolvi dar uma olhada na ponte sobre o rio Paranapanema (dista 15 km), foi ai que descobri que na verdade alem da ponte tinha também a usina Hidrelétrica de Taquaruçu. Encontrei um tiozinho que me disse que era “logo ali” e que para Prudente não precisava voltar por Mirante, pois perto da Usina tinha um trevo para Sandovalina, era bem mais perto, duvidei, mas fui, mesmo porque não estava com pressa de chegar, num deixei filho pequeno para tratar e nem tinha ninguém na rabeira dizendo “vamos chegar logo, vamos chegar logo”, aff, (glória a Deus).

Que presente maravilhoso dos céus, este trecho até Sandovalina é uma rodovia recapeadinha, está um tapetizinho, coisa mais linda, parecia que estava flutuando, que delícia, se todas fossem assim.

Saindo de Sandovalina tive que pegar a SP 425, lixo de rodovia até Pirapó, e pra ajudar a minha lente do farol estava ofuscada (culpa minha) como estava dificil de enxergar, mas cheguei bem em Prudente as 19:30 horas.



vejam as fotos e vídeos no orkut

sábado, 17 de abril de 2010

7ª viagem - Ponte de Paulicéia e Panorama 20/02/2010 - 350 km


Já estava enferrujando, precisava logo esticar o esqueleto, então para isto somente uma corridinha de moto. Primeiro desafio estabelecer o destino, para isso levo em conta e estudo o momento do local na mídia, historia, distância, etc., na verdade não considero nada disto, é como se fosse a paixão a primeira vista, vejo, gosto e vou.

Um dia correndo pela net me deparei com a ponte de Paulicéia, lindona, moderna com um histórico de construção complicado, demorada, ficou muito evidente na mídia em 2009 devido a sua inauguração pelo Presidente Lula. Pronto, marquei as coordenadas e estabeleci o curso. Paulicéia – Panorama.

Encarei a Júlio Budisk, Marcondes, Sto Expedito, Flora, Irapuru, Junqueiropolis, Dracena, até chegar no meu destino, foram 350 km entre ida e volta.


Como para mim o importante é a curtição e não o tempo, demorei 4 horas, média de 40 km por hora para, para voltar foi o mesmo tempo.

A ponte realmente é linda e vista de perfil é mais ainda, bem feita, os raios no centro, tem até segurança. Passei por ela e desemboquei no lado sul matogrossense para matar a saudade daquela terrinha vermelha. Se soubesse que o segurança não invocaria teria atravessado ela a pé, apesar da sensação de insegurança que deve dar.


Somente não entendi uma coisa, uma vicinal dá acesso a ponte, ela fica 5 km da cidade, porém a cabeceira não é asfaltada, é terra, estranho, não dá nem 500 mts e deixaram sem asfalto. Do lado do MS é uma estrada que dá acesso a Brasilândia, 25 km de terra, num tive coragem de enfrentar, esforça muito a moto, apesar que estava com vontade.


Fiquei um tempo na ponte, depois corri a cidade e na volta dei uma parada em Panorama, que é do lado, fiquei umas horas, no balneário e na city até o momento que achei que deveria voltar. Parei em Junqueiropolis, aqui abro um parênteses, que cidade bonitinha e arrumadinha, o centro, os semáforos engraçados, nunca tinha visto daquele jeito, valeu a pena os minutos que fiquei lá.

Como voltei sem preocupação, demorei 4 horas para chegar em Prudente, rejuvenescido, pronto para outra.

Depois desta fui para Rosana, na próxima postagem eu conto como foi.

vídeo completos e fotos - orkut

sábado, 10 de abril de 2010

5ª viagem – Mirante Rally Fest - nov/2009 - 150 km

Mirante do Paranapanema - A porta do Pontal

Esta aventura decidi a partir do momento em que fiquei sabendo, através de um conhecido. Seria em Mirante do Paranapanema, cerca de 70 km de Pres. Prudente, perto, mas o que vale é a aventura, o cheiro e a solidão da rodovia, num tem coisa melhor.

Como sempre, os preparativos na noite anterior, despertador, as 5 da matina, mochila, com alguns apetrechos, filmadora recarregada e etc. E como é de praxe durante a madrugada choveu, mas isto não me impediu de ir, acordei decidido.

O percurso foi normal, sempre vou atento para fotografar e filmar flagras, mas desta vez não peguei nenhum. Cheguei à cidade mais ou menos 8 horas, descansei um pouco, dei uma volta na praça central, que estava toda enfeitada, até um mini circo, era os comemorativos do aniversário de Mirante, o coreto, tudo organizadinho, até banda musical.

As largadas, de moto e carro estavam previstas para 9 horas, mas deram uma atrasadinha, a cidade ficou lotada de maquinas envenenadas, motocas, coisa linda.


Estacionei a motoca no centro perto da praça e estava circulando quando um cara me parou para perguntar sobre os acessórios que eu tinha instalado, quis saber tudo, onde tinha comprado, o valor, é porque ele tinha uma igual, mas a dele estava crua, sem nada, ficou fascinado pelos alforjes, bolha parabrisa, comando avançado etc.



Foi uma verdadeira festa, coisa de cidade grande em cidade pequena, a largada foi um espetáculo, as motos largavam do coreto e os carros ao lado, Mirante parou.

Minha intenção era correr o trecho, fazer o mesmo percurso que as motos fariam, mas a CHUVA, estava um barro, num tive coragem, dei um tempo na cidade e depois voltei, mas como não tenho pressa de chegar em casa e nem tenho filho pequeno para dar comida ou remédios mudei e voltei por outra rodovia (Santo Anastácio x Mirante) e por coincidência uma parte desta rodovia fazia parte do perusso do rally, ou seja, encontrei jipes, motos e alguns que já haviam desistido.

Foi legal este viagem, mas a mais louca e radical seria a próxima.