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quinta-feira, 24 de março de 2011

algumas pontuações - lição 13

1) Porque Paulo não apresentou a Igreja de Antioquia, recordista em missão, a sua vontade de ir à Roma a fim de evangelizar? Ainda mais por saberem que existiam lá cristãos sedentos por doutrinação.
A igreja de Antioquia estava colhendo os frutos de sua visão missionária, estavam debaixo da graça de Deus, assim como Jerusalém, quando soube da fundação da primeira igreja gentílica, fruto dos apóstolos. Agora Paulo teria que continuar sua missão sem lastro, convênio, convenção, sem ajuda, sem companheiros. A única certeza que tinha era que o plano com a rota já estavam traçados pelo responsável por toda a obra missionária da igreja primitiva, o Espírito Santo de Deus, tanto que antecipou ao missionário a sua nova missão.
Esta viagem para Roma, foi ou não foi, de fato a 4ª viagem missionária?

2) qual das três viagens missionárias, anteriores, de Paulo poderiam ser comparadas a de Roma? Levando-se consideração a proporção de povos alcançados?
Na primeira foram evangelizados povos do Mediterrâneo, Ásia menor, na segunda alcançaram a Europa e na terceira foi apenas uma visita de cortesia, doutrinação e reconhecimento, mas se a viagem à Roma tivesse sido um terremoto, certamente atingiria a maior magnitude na escala Richter.

3) os centuriões romanos não eram leais, de fato, a crueldade pregada e vivia pelo império romano?

4) como Paulo coordenava as ações no navio em que ela levado como prisioneiro do império? Ah, se César recebesse relatórios do centurião, certamente os rasgariam e jamais deixariam provas para os anais da história, que humilhação, da mesma forma como acontecera com a saída do povo das terras egpcias, como o escravo, sem armas, sem táticas de guerras, sem forças, conseguiu vencer o opressor. Será que encontramos na história do Egito algo relatado? E como este povo em tão pouco tempo conseguiu vencer exércitos altamente treinados e acostumados com batalhas. A explicação é lógica pura.

5) quando Paulo era livre, pregando e viajando, por varias vezes foi vitima das ciladas dos judeus, mas em Roma estava seguro, mesmo vigiado.

6) entrou em Roma com as mãos amarradas, mas não com a boca amordaçada, ele estava preso, mas a Palavra não.

7) em Roma os judeus não tinham autoridade para proibi-lo de pregar aos gentios e em contrapartida os romanos não tinham leis especificas para promoverem acusações contra ele, pois não consideravam seguir o Cristianismo como um crime e fato digno de repressão, ainda.

8) concluam a lição, concluam o trimestre e aproveitem e concluam o livro de Atos, pois ele não tem um final conclusivo? Mas se levarmos em conta as ordens contidas em 1”8, que marca o seu inicio, podemos afirmar que a vontade de Jesus fora cumprida a risca por determinação do Espírito Santo na vida dos apóstolos, primeiramente em Jerusalém, Pentecostes, pregações e conversões maciças de judeus, evangelização de Samaria e dos gentios em todo o mundo. Então qual a necessidade de um final?

9) Mar Mediterrâneo, medi – meio, terrâeno – terras, então a obra missionária teve inicio exatamente no meio.

segunda-feira, 21 de março de 2011

LOUVORES EVANGÉLICOS PARTE 5

Especial "Sangue de Deus" - parte 5
adaptado para o youtube
original em DVD

LOUVORES EVANGÉLICOS PARTE 6

Especial "Sangue de Deus"
adaptado para youtube
original em DVD

Pré aula - lição 13

1) Certamente a segunda viagem de Paulo deu frutos a curto prazo em toda a Europa, haja vista encontrarmos cristão em Roma antes mesmo de sua ida à capital do império.

2) Como o evangelho chegou tão longe em tão curto espaço de tempo? Será que foram os judeus dispersos e conversos que se deslocavam à Jerusalém para as festas religiosas, que aproveitaram e iniciaram a pregação do Evangelho? Ou os que estiveram no dia de Pentecostes? O certo é que Paulo sabia que existiam cristão naquela cidade, tanto que a sua carta aos romanos foi escrita antes de conhecê-los.

3) eu, particularmente, acredito que o período em que Paulo permaneceu em Roma foi, na verdade, para descansar, férias merecidas, pelos longos e árduos trabalhos em favor do crescimento do Evangelho, pois: teve privilégios em todas as audiências, não sofreu bárbaries, não precisava ter apelado para César, mas o fez, em são consciência, porque sabia que se apelasse seria levado à Roma e para falar a verdade, ele estava ansioso por conhecer os irmãos cristãos residentes na capital do império. Foi uma suposta prisão domiciliar vigiada, escrevendo, auxiliando as igrejas, atendendo os irmãos. Que forma singela Deus encontrou para recompensar o seu missionário.

pós aula 2

eu havia esquecidos estes dois detalhes, também da aula de ontem:

Enquanto a Igreja de Antioquia era discipulada pela dupla Barnabé e Saulo, os irmãos da Judeia passavam necessidade, ou seja, enquanto a igreja missionaria se preparava para enviar seus missionários, ficou isenta do sofrimento, ou então ao menos se abalou com ele, pois estava tão intertida com a missão que não perceberam.

Como temos o que aprender com Deus, vejam isto: os dois missionários, praticamente às vesperas da segunda viagem, se desentendem. A lógica humana prega que os dois ficariam chateados, magoados um com o outro, até que um dia se acertassem.

Enquanto isto a obra missionária sofreria e as igrejas já estabelecidas na primeira viagem ficariam sem o conforto espiritual e tampoucos novos trabalhos na Ásia seriam abertos, MAS Deus, que até mesmo na divisão multiplica, fez o contrário das nossas perspectivas, pois antes eram 2 missionarios e uma direção, talvez refazessem o mesmo trajeto da primeira viagem, no entanto, aquele desentendimento foi a forma que Deus trabalhou no coração de Barnabé e João Marcos para fortalecê-los e também à Silas.

Os 2 que tinham apenas uma direção foram transformados em 4 com 2 direções, uma equipe iria pela Ásia e a outra pela ilha de Chipre e CERCARAM os judeus dispersos e gentios. Quem conseguiu escapar deste cerco correu para a Europa, mas de nada adiantou, pois o Espírito Santo tocou no coração de Paulo para também fazer missão naquelas terras.

domingo, 20 de março de 2011

pós aula - lição 12

1) Os apóstolos sabiam que deveriam alcançar todas as nações e criaturas, já estavam revestidos com o Espírito Santo, mas porque não iniciaram?

Faltava o homem que Deus havia escolhido para tal obra. Este homem não estava entre os onze, tampouco entre os cento e vinte, ou muito menos entre os três mil e cinco mil convertidos. Da mesma forma que o futuro rei de Israel não estava entre os filhos de Jessé que foram apresentados ao profeta Samuel, mas sim seria uma aquisição especial, assim como aconteceu com Paulo, que teve uma conversa de homem para homem com Jesus.

Pela lógica humana certamente escolheríamos um entre os discípulos que andaram com Jesus, mas com Deus a história foi diferente. Ele escolheu para espalhar o seu evangelho justamente aquele que tentava impedir o crescimento da igreja primitiva.

2) se dependêssemos dos judeus para sermos alcançados pelo Evangelho, onde estaríamos e em quais situações?

3) os missionários chegavam nas cidades e ficavam observando, esperando o momento certo de agirem. Aos sábados os judeus dispersos se reuniam em suas sinagogas, pois não trabalhavam neste dia. Desta maneira seria “fácil” serem alcançados pela Palavra, pelo menos reunidos estavam, já era um começo.

4) os gregos eram muitos educados, até mesmo para demonstrarem insatisfação com a pregação do Evangelho, bem diferentes do judeus dispersos e dos gentios que Paulo encontrou em suas viagens. A resposta deles foi tão branda “uma outra hora te ouviremos, mas continue com sua lida pela região. Os tessalonicensese, os moradores de Éfeso, Listra, Derbe, Icônio e Antioquia de Psídia, Perge e outros, da época, deveriam aprender com o gregos.

5) em atos 13”1 encontramos uma igreja forte, poderosa, estruturada, bem discipulada, a igreja de Antioquia. E foi justamente com esta igreja que os judaizantes foram mexer. Como foram corajosos aqueles judeus, mexeram no vespeiro, Barnabé, Paulo, entre outros doutores, profetas e mestres que existiam lá. Foi nocaute no primeiro round.

6) hoje de manhã estava indo para a EBD e passei por outras congregações e como é bonito ver as igrejas abertas e os obreiros e irmãos chegando para a aula.

7) os missionários, em todas as cidades que chegavam, procuraravam as sinagogas, local estratégico para pregarem o Evangelho, pois a idéia era alcançarem primeiramente os judeus para depois chegarem aos gentios ou em alguns casos, inversamente, bem que ele disse em Romanos 1”16 (não me envergonho do evangelho, porque é poder de Deus para salvação, primeiro dos judeus.......)

8) na torre de babel a intenção do povo era erguer o prédio para orgulho próprio que ficaria somente para eles, para contemplação, até o dia que enjoassem. Da mesma forma aconteceria com os judeus, se o evangelho ficasse somente com eles, seria um orgulho, a nação de Deus salva e o restante do mundo perdido, mas Jesus não queria assim, derrubou o prédio, o muro de separação que existia entre Israel e o mundo e enviou missionários a todas as línguas, povos e nações. Caiu por terra pela segunda vez a grande torre da presunção, do preconceito e do orgulho. Na torre os homens foram confundidos pela lingua, mas no Evangelho foram aproximados pela mesma linguagem.

9) um recado para os atenienses:
ao Deus desconhecido;
ao Deus que um dia falará com a gente;
ao Deus que um dia enviará alguém;
ao Deus que um dia nos salvará;
ao Deus que um dia conheceremos;
Eis ai o nosso Deus, Jesus Cristo.

10) foi longo o período em que Paulo ficou no anonimato, de sua conversão à confirmação de sua chamada como missionário, foram longo anos, de busca por respostas, de auto afirmação, de reconhecimento no meio da igreja. E olha que ele tinha condições de sair para o campo missionário desde o primeiro momento da conversão, caso fosse projeto de Deus.

11) será que Paulo faria 0,1% ao judaísmo do que fez ao Cristianismo? Não, pois onde ele encontraria forças, recompensas, conforto espiritual, alegria, fé, salvação, confirmação, ousadia, coragem, liberdade, Palavra, verdade entre outros.

até a proxima aula!

pós-aula

A partir de hoje, 20/03/2011 - estarei publicando na integra, os pontos mais importantes da aula, os comentarios inteligentes dos alunos, na verdade as pérolas de cada aula.

já tinha feito isto em algumas aulas, mas a partir de hoje, deixarei este espaço, para registrar estas maravilhas.

Os comentários dos alunos durante a aula é ríquissimo e devem ser valorizado, nós professores aprendemos muito, as vezes uma frase, que soa durante aula, ecoa a semana toda em nossa mente.