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sábado, 22 de setembro de 2012

Nextel - Protagonistas da minha história

Aplicável na aula de amanhã: quando o homem deixa de pensar que é o "centro das atenções", algo acontece de bom!

seja o centro das atenções e "CAIA". 
exemplos não faltam!



Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A verdadeira motivação do crente. Plano de aula

TEXTO ÁUREO
 “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará” (Mt 6.6).

VERDADE PRÁTICA
A verdadeira motivação do crente não está na fama ou no poder, mas em viver para glorificar a Cristo.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Marcos 1.35-45.
35 - E, levantando-se de manhã muito cedo, estando ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava.
36 - E seguiram-no Simão e os que com ele estavam.
37 - E, achando-o, lhe disseram: Todos te buscam.
38 - E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas, para que eu ali também pregue, porque para isso vim.
39 - E pregava nas sinagogas deles, por toda a Galileia, e expulsava os demônios.
40 - E aproximou-se dele um leproso, que, rogando-lhe e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me.
41 - E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, se limpo!
42 - E, tendo ele dito isso, logo a lepra desapareceu, e ficou limpo.
43 - E, advertindo-o severamente, logo o despediu.
44 - E disse-lhe: Olha, não digas nada a ninguém; porém vai, mostra-te ao sacerdote e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho.
45 - Mas, tendo ele saído, começou a apregoar muitas coisas e a divulgar o que acontecera; de sorte que Jesus já não podia entrar publicamente na cidade, mas conservava-se fora em lugares desertos; e de todas as partes iam ter com ele.

PROPOSTA DA LIÇÃO
  • Do anonimato à fama, oh! Glória!, mas se for ao contrário?
  • Vaidade: valorização da própria aparência;
  • Vocacionados por Deus ou chamados pelos homem?
  • Como ser famoso? Seja o centro das atenções e CAIA!
  • A fama na cabeça inibe a graça de Deus no coração;
  • A verdadeira sabedoria é o temor do Senhor;
  • Jesus fugiu da fama. Ele sabia que seria temporária;
  • Não se estresse! Você não é famoso, não é conhecido;
  • Não se transforme. Deus te chamou para ser você mesmo

INTRODUÇÃO
A sociedade nos pressiona e direciona para uma vida materialista, ansiando pelo poder, fama, holofotes, prestígio e influência que são as tônicas e o ápice do sucesso, mas o que acontece quando as pessoas percebem a proximidade do anonimato? Como reagem? Frustrações, decepções, depressão e perda total do controle da situação, como lidar com isso? A vontade de Deus para o seu povo não é este momentâneo estrelado terreno, mas sim a simplicidade e humildade evidenciadas na vida de Jesus.

Mas o que poderia nos motivar a buscar e viver de modo simples e humilde, assim como o nosso exemplo maior? O que nos levaria a agir de acordo com a vontade de Deus? A razão e a emoção concentradas poderiam proporcionar o alcance deste status? Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“A palavra “motivação” pode ser definida como o “motivo para a ação”; é o ímpeto que leva o ser humano ao movimento; é aquela força interna que o dinamiza a realizar o seu intento; é uma mescla entre razão e emoção que se concentram para alcançar algo. A experiência nos ensina que podemos ir muito mais longe se nossa motivação for correta, ao passo que desmotivados teremos pouca chance de triunfo. O cristão motivado é aquele que embora passe por lutas está sempre confiando e sempre aguardando as promessas de Deus para a sua vida (Hb 6:15). A motivação tem uma relação estreita com a fé, pois pela fé somos motivados a crer no impossível (Hb 11:1). Também relaciona-se com a perseverança - a motivação nos encoraja a perseverar na fé (Rm 12:12;Mt 24:13). Também a motivação se relaciona com a alegria, que faz parte do fruto do Espírito Santo (Gl 5:22) - apesar das circunstâncias o cristão não tem razões para andar triste, cabisbaixo ou carrancudo (1Ts 5:16; 2Co 6:10; 5:6-7)”.

Motivados, certamente alcançaremos os nossos objetivos, pois lutaremos para este fim, encontrando forças, fincando nossas raízes para não sermos abalados, mas e quando não existe nenhuma motivação em nós, o que poderíamos dizer? Ou pior, quando estamos mirando em alvos errados ou quando depositamos nossas esperanças somente na certeza de recompensas materiais?

“Uma das causas das aflições na vida de muitos filhos de Deus nos dias atuais é viver no anonimato”, principalmente diante de uma sociedade extremamente materialista que apresenta a fama ao anônimo servo de Deus e do dia para a noite o transforma em um estrelado ator “do show business gospel”.

a) Diferenças entre a fama em seus distintos aspectos:
  • Bíblica: é o resultado da ação de Deus para sua Glória e logicamente não é buscada pelo homem;
  • Mundana: “é almejada, buscada e disputada pelo próprio indivíduo, e tem como fim último a sua glória pessoal”, já que o homem é viciado em poder.

I – A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE
1-O CRENTE FIEL DISPENSA A VAIDADE.
Vaidade é a valorização que se atribui a própria aparência, uma vez que o desejo de sermos reconhecidos e admirados pelos outros é muito intenso e as vezes incontrolável. Isto é totalmente dispensável quando nós referimos a verdadeira motivação do crente ( Jo 3.30).

Qual foi a real motivação dos apóstolos e da igreja primitiva em continuar servindo a Jesus mesmo em meio as perseguições?
  • Almejaram alguma posição entre os maiorias?
  • Desejaram as primeiras cadeiras nas reuniões (cfe Mt 23.6)?
  • Miraram os melhores cargos?
  • Se auto promoveram, segundo os recursos midíaticos da época, tal como cartazes e cartas?
  • A dispersão (At 8.1), serviu para eleger os primeiros corajosos, mártires e revolucionários?
  • As viagens missionárias foram somente para apresentarem suas plataformas de trabalho e nomes?
Ou todos estes acontecimentos contribuíram para a propagação do Evangelho e unicamente motivados pelo amor e desejo de servir a Jesus (Fp 1.21; 2 Co 5.14).

2-O CRENTE FIEL NÃO DESEJA O PRIMEIRO LUGAR.
Jesus ensinou seus discipulos e ,por conseguinte,  sua igreja, através do exemplo de uma criança, que a inocência e sinceridade visto no coração de um infante (Mc 9.36) devem ser constantes na vida dos verdadeiros seguidores, portanto não há espaço para disputas, intrigas, contendas  e egoísmo. Esta é a diferença entre os vocacionados por Deus e os  chamados pelo homem, já que aqueles permanecem na vocação esperando, enquanto estes avançam sinais para anteciparem e viverem a glória terrena.

3-O CRENTE FIEL NÃO SE PORTA SOBERBAMENTE.
O que o ser humano é capaz de fazer para alcançar a fama? Pela soberba de seu coração, (Pv 17.19) se torna pronto a agir perversamente, faz uso da língua mentirosa, semeia contenda entre os irmãos e assiste, satisfeito, as conseqüências de seus feitos (Pv 6.16-19). A verdadeira motivação do discípulo de Jesus está em servi- lo com um coração integro e sincero diante de Deus e dos homens.

 

II – NÃO FOMOS CHAMADOS PARA A FAMA

1. O QUE É FAMA?
É o conceito que um grupo determina ou forma em relação a uma pessoa, mas  para isto é, necessário que o tal se torne o centro das atenções, algo que não faz parte do plano de Deus para o homem, uma vez que não fomos criados para buscarmos a fama ou para fazermos parte de uma classe de privilegiados, em detrimento a outra composta por meros coadjuvantes. A respeito disto o Ev. Isaias Silva de Jesus escreveu:

“O que realmente vem a ser fama? Eu defino como o “desejo desenfreado de sair do anonimato”. Uma pessoa que deseja fama na verdade está buscando basicamente quatro coisas malignas, ou seja: O dinheiro, o sucesso, a publicidade e o glamour. Os quatro males que a fama traz. Dinheiro: A raiz de todos os males. Sucesso: Ser bem sucedido naquilo que faz. Publicidade: Ser conhecido por muitos. Glamour:  Qualidade de ser atraente, charmosa”.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

mensagem 62 - O intérprete sem função nenhuma

JOSÉ ESTÁ MORTO, ALELUIA
JOSÉ ESTÁ VIVO, MISERICÓRDIA
VOCES COMEÇARAM, ENTÃO VOCES QUE TERMINEM

INTRODUÇÃO
José reconheceu seus irmãos e os entrevistou contando com a ajuda de um interprete, que não tinha, naquela oportunidade, nenhuma função (Gn 42.23), já que José entendia muito bem a língua falada pelos irmãos. Sua intenção era descobrir o que eles pensavam dele, após os poucos mais de 13 anos de separação (cfe Gn 37.2; 41.46).

a) Quem bate esquece, mas quem apanha não:
Logo de cara os irmãos foram reconhecidos por José, mas eles não reconheceram o irmão (Gn 42.7), bem provavelmente, os tons graves e agudos das vozes ouvidos na cova ainda ecoavam na mente de José. Alegria, tristeza, ódio, desejo de vingança, medo, o que José sentiu ao reconhecê-los?

b) O Plano perfeito:
José queria saber que sentimento seus irmãos nutriam por ele, depois de tanto tempo. Foi áspero com eles, pois a única forma de abrirem o coração (Gn 42.7). Recebeu uma ducha de água fria ao ouvir que seus irmãos sequer acreditavam que ele estivesse vivo. “Para nós, José não existe mais” (Gn 42.13). Como deve ter doído seu coração ao ouvir isto. Poderia ter se vingado deles, pois estava em seu território, da mesma forma como os irmãos estavam por cima no episodio da cova. Quantos não dizem o mesmo: "Para mim, o fulano não existe mais, morreu"

Lembrou-se dos sonhos (Gn 42.9), mas entendeu que ainda não era a hora de forçar o cumprimento, ainda mais naquelas condições. Será que não ficou tentado a isto? Ficaríamos?

c) O arrependimento dos irmãos:
Enfim José percebeu o arrependimento no coração de seus irmãos (Gn 42.21), quando eles declararam, sem saber que ele estava entendendo perfeitamente. “Porque não ouvimos o clamor do menino, agora esta angustia vem sobre nós” (Gn 42.21b). Era tudo o que José queria ouvir. Ele se reservou e chorou ao perceber este sentimento por parte de seus irmãos. Queriam ficar livres da angustia.

d) Fechamento com chave de ouro:
O plano perfeito pedia um final memorável. Rapidamente José pensou: “eles querem ficar livres da angustia, estão arrependidos, portanto facilitarei as coisas para eles”.

José poderia ter enviado um mensageiro, comitiva ou poderia ter ido ele mesmo dar a boa noticia para o pai, mas ele encarregou seus irmãos desta tarefa. Porque? Ora queriam tirar aquele peso, fruto da mentira e inveja, então que fossem eles dar a noticia ao pai, já que foram eles que iniciaram aquela trama, então deveriam terminar toda aquela história.

Mas para contarem a boa nova ao pai era necessário, primeiramente, pedir perdão ao velho patriarca. Esta foi a jogada de mestre de José para ajudar seus irmãos, que não perceberam o plano dele.

e) Conclusão:
O interprete, naquela situação, não tinha nenhuma função ou utilidade e poderia até mesmo mentir para os irmãos de José. Devemos ter cuidado, pois o interprete pode muito bem estar entendendo o que estamos falando. 

O plano foi perfeito, pois sem ser reconhecido, conseguiu descobrir o que seus irmãos pensavam a seu respeito. Eles contaram a boa nova ao pai, ficaram livres da angustia e foram sustentado pelo irmão em terras egípcias (Gn 47.12)

Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

Os homens que não se renderam à fama!








Por: Ailton da Silva
(18) 8132-1510
 Ano III

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Pré Aula_Lição 13: A verdadeira motivação do crente



Por: Ailton da Silva
(18) 8132-1510
Ano III

I Crônicas - informações essenciais


PROPÓSITO:
Unificar o povo de Deus, traçar a linha davídica e ensinar que a adoração genuína deve ser o centro da vida individual e nacional.

AUTOR:
Esdras, de acordo com a tradição judaica.

DESTINATÁRIO:
Todo o Israel.

DATA:
Aproximadamente 430 a.C., registrando eventos que aconteceram entre 1000 e 960 a.C.

PANORAMA:
1 Crônicas é paralelo ao livro de 2 Samuel e serve de comentário sobre ele. Escrito depois do exílio, de um ponto de vista sacerdotal, 1 Crônicas enfatiza a história religiosa de Judá e Israel.

VERSÍCULO CHAVE:
"E entendeu Davi que o Senhor o tinha confirmado rei sobre Israel, porque o seu reino se tinha muito exaltado por amor do seu povo Israel". (14.2).

PESSOA CHAVE:
Davi e Salomão.

LUGARES CHAVES:
Hebrom, Jerusalém e o Templo.

Por: Ailton da Silva
(18) 8132-1510
Ano III