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sábado, 3 de abril de 2010

1ª viagem - Pres. Prudente x Campo Grande jun/2009 - 1300 km




“Quando Deus decide, Deus levanta do seu trono para te ouvir, abre o céu na mesma hora para te servir, o milagre acontece pois a mão de Deus está lutando a seu favor.
O impossível acontece em tua vida, todo mundo vê que Deus sempre te amou e escolheu você e te faz sobre esta terra um grande vencedor” interprete:Cristina Mel


Junho/2009 – Campo Grande – MS
Há algum tempo planejava voltar para esta cidade, a cidade morena. Morei lá em 1990, depois voltei em 1991 e na ultima vez foi em 1992.

Como estava de férias resolvi enfrentar os 450 km, me preparei bem, lá pelas 4 e meia da madrugada parti, sem pressa de chegar, queria curtir o trajeto, e que trajeto.

Tanto é que 7 horas da manhã eu ainda estava em Epitácio, ao atravessar a divisa percebi que a viagem teria mais adrenalina que imaginava, chuva, e que chuva!Foram quase 300 km de chuva, tive que parar 2 vezes devido as condições adversas, não conseguia enxergar, teve um momento que parei e pensei em voltar, mas que frustrante seria, continuei e para variar, não é mesmo Campo Grande, faltando 50 km para chegar, cadê a chuva? O sol estava torrando, cheguei molhado de suor, pois não havia tirado a capa.

Fiquei 5 dias, tinha amigo lá, mas resolvi ficar em um hotelzinho no centro, fui para andar, divertir, turismo, não foi para ficar comendo e conversando, andei quase 300 km dentro da cidade, fui em todos os lugares que deu vontade, nos museus, região militar, aeroporto, autódromo, Parque dos Poderes, Parque das nações indígenas, Av. Mato Grosso e Afonso Pena, Aldeia Indigena urbana(a única do Brasil) Estação Ferroviária, Horto, nos locais onde morei e no City Tour que rodeia a cidade nos principais pontos turísticos, sensacional.

Sai de Campo Grande, na volta, mais ou menos 11 da manhã, resolvi enfrentar a rodovia que vai para Três Lagoas, um tapete, eu já conhecia ela, que delicia de viagem, mas quando estava a 20 km de Três Lagoas o pneu da moto furou, era mais ou menos 4 da tarde, eu havia acabado de passar por uma passagem de nível, estava devagar, parei, olhei para o céu e disse: Meu Deus e agora, não dá nem para andar.
Ai veio a providencia divina, um caminhoneiro parou e disse que havia me visto mais ou menos meio dia na rodovia tirando foto, por isso resolveu parar me ajudar, manobrou o caminhão baú vazio, encostou em um barranco e colocamos a moto em cima, amarramos ela e paramos em Três Lagoas, subir ela foi fácil descer não.

Minha intenção era passar pela Usina Hidreletrica de Jupiá antes do anoitecer, mas devido ao furo do pneu não deu, era quase 7 da noite, nem deu para curtir ela, pena, mas deu medo hein, que monstro, uma das maiores do Brasil.

Depois passei por Andradina, Dracena, Pres. Venceslau e cheguei em Pres. Prudente mais ou menos 10 da noite, que viagem, valeu a pena

vejam as fotos e os vídeos no orkut: me localizem por:ailtonsilva2000@yahoo.com.br

sexta-feira, 2 de abril de 2010

1ª DINÂMICA - COMPROMETIMENTO X ENVOLVIMENTO - EBD 2010






O MINISTÉRIO DA ORAÇÃO NOS DÁ UM SENTIDO DE COMPROMETIMENTO E NÃO DE UM SIMPLES ENVOLVIMENTO.

MATERIAL NECESSÁRIO
· UM OVO FRITO
· UMA FATIA DE BACON FRITA.

DESENVOLVIMENTO:
MOSTRAR PARA CLASSE O OVO E A FATIA DE BACON, EXPLICANDO COMO É COMPOSTO O CAFÉ DA MANHÃ DOS NORTE-AMERICANOS (OVO FRITO E BACON).

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Ponte pensil Alves Lima


A ponte foi construída no início do século passado sobre o rio Paranapanema, se tornando uma das mais importantes vias de ligações entre os dois estados (SP e PR).

Desde a sua construção resistiu ao tempo e ação do homem (revoluções de 30 e 34), sendo parcialmente destruida pelos revolucionarios contrarios a administração de Getúlio Vargas.

O desgaste e a ação de vandalos procuraram destruir um pouco desta riquissima história, além de alguns incêndios, enchentes, mas ela permanceu firme, apesar de sua situação precária hoje.

Uma ponte de concreto foi construida ao lado da ponte pensil pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), como uma compensação pela instalação da hidrelétrica de Ourinhos no rio Paranapanema, mas esta mesma companhia não reconheceu a sua obrigação de restaurar e resgatar história desta ponte.

Uma pena!

sábado, 27 de março de 2010

8ª viagem - ROSANA – 27/03/2010


Tinha planejado às 4 da madruga, mas estava chovendo, ai desanimei, mas quando acordei dei uma olhada no tempo e resolvi arriscar, eram 07:30 horas, alias as outras viagens também foram desta forma, quando não sai com chuva a peguei na rodovia, mas tudo bem.

Nestas viagens a minha intenção é curtir a paisagem, filmar, fotografar, pegar os flagrantes, etc.

Tudo normal até chegar em Teodoro Sampaio, engraçado nunca tinha pensado que a cidade fosse banhada pela paranapanemão, levei um susto, depois dei aquela parada básica no Morro do diabo e consegui fotografar os Três Morrinhos lá longe, (eles ficam em Terra Rica-PR).

Antes de chegar em Primavera resolvi entrar na Usina Hidreletrica Engenheiro Sérgio Motta (minha intenção era passar na volta), que espetáculo, atravessei a passagem filmando o lago e a barragem (10 km de lago), não tinha seguranças e nem funcionários, aproveitei e percorri toda a extensão do lago e fui dar uma voltinha no lado sul-matogrossense, matar a saudade.

Meu coração partiu quando cheguei em Rosana, a cidade é boa, legal, mas estão judiando dela, estão acabando com tudo, como conseguem? Primavera é distrito de Rosana é bem mais arrumadinha, tem mais construções, investimentos e bem mais cuidada.

Em Rosana a minha intenção era conseguir um piloteiro de bote e ir no ponto onde os rios se encontram (o Paraná e o Paranapanema), na minha ótica os dois não se bicam, não falam a mesma língua, um garoto de lá me confirmou isto, ele disse que as águas não se misturam, MAS EU NÃO FUI porque o tempo estava muito fechado, seria muito arriscado. Dei um tempo na prainha, pesquei um pouco com a molecada, estava vazio o balneário.

Então resolvi colocar em prática o plano B, voltei e fui pra Usina Hidrelétrica de Rosana (no rio Paranapanema), queria ver a ponte de Diamante do Norte (meu pai trabalhou nesta ponte), tinha varias pessoas apreciando a Usina, o rio e a ponte, fiquei bem no meio dela, a sensação é horrível quando passava caminhões, carretas, balança tudo. Aproveitei e fotografei alguns dourados e pacús que estavam agitadissimos na água, cardumes inteiros pulando água acima, cada bitelo. Depois respirei um pouquinho do ar paranaense e voltei para a estrada novamente.

A próxima parada foi em Euclides da Cunha Paulista, uma cidade beira rio normal como as outras, porém a prainha e orlinha, é de deixar de queixo caído, e o rio estava bravio, agitadíssimo. Queria passar para o lado paranaense (Terra Rica), mas acho que por falta de movimento a balsa não estava funcionando, ou pelo menos imaginei isto. Deste ponto em Euclides dá para ver certinho os Três Morrinhos em Terra Rica.

Voltei para a rodovia e em Tiodoro Sampaio resolvi ver a ponte sobre o rio Paranapanema (dista 15 km), foi ai que descobri que na verdade alem da ponte tinha também a usina Hidrelétrica de Taquaruçu, quase voltei, mas encontrei um tiozinho que me disse que era “logo ali” e que para Prudente não precisava voltar por Mirante, pois perto da Usina tinha um trevo para Sandovalina, era bem mais perto, duvidei, mas fui, mesmo porque não estava com pressa de chegar, num deixei filho pequeno para tratar e nem tinha ninguém na rabeira dizendo “vamos chegar logo, vamos chegar logo”, aff.

Que presente maravilhoso dos céus, este trecho até Sandovalina é uma rodovia recapeada, mas está um tapetizinho, coisa mais linda, parecia que estava flutuando, que delícia, se todas fossem assim.

Este é um breve relato desta viagem, cheguei em Prudente 19:30 horas, valeu cada minuto.

Em abril tem outra.

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

comemorar o que e porque?

Agradeço por quem lembrou, mas na verdade tudo isto não me comove, somente reforça a tese que defendo há muitos anos de que toda e qualquer data comemorativa, seja oficial, religiosa (não entendo como um país constitucionalmente e totalmente laico possa respeitar e incluir em seu calendário os ditos feriados religiosos, nós mesmos ferimos a nossa Carta Magna) ou pessoal (aniversários, encontros, casamentos, divórcios) ou até mesmo as inventadas comercialmente (fruto da falsidade, deslealdade humana, entre as quais incluo os diabólicos finados, dia das crianças, natal e ano novo (pois até que me provem o contrário eu vejo pessoas durante o ano se matando, odiando, convivendo forçadamente com outros, para na última semana se deixarem levar pelo, CREDO, “espírito natalino” para se abraçarem, se respeitarem, trocarem presentes, chorarem, pedirem desculpas, perdão por supostas ofensas e magóas do ano.

Não vejo utilidade nisto, alguém um dia me disse: “pelo menos uma vez no ano é necessário que as pessoas façam isto, você não acha importante este quebrantamento dos corações?”, a minha resposta foi o vômito.

Chego a conclusão agora que se tivesse recebido, digamos algo como metade da atenção que recebi agora por este dia (ao qual não atribuo importância nenhuma para a minha existência), em novembro do ano passado ou em janeiro deste ano (quando estava temporariamente sensível emocionalmente), talvez algum efeito teria surtido, mas certamente seria por pouco tempo, creio que algumas horas somente, no máximo um dia.

Mas, a minha intenção neste artigo não é condenar, ser injusto ou ingrato com aqueles que perderam alguns minutos para reunir algumas poucas palavras, que no entendimento dos autores poderiam ser suficientes para alegrar, animar ou fazer bater acelerado de novo o coração deste velho ermitão, que não se ilude mais com isto, mas pelo contrário, enxergo outras prioridades para as nossas preocupações:
• um mundo excessivamente competitivo;
• um cotidiano animal e cruel;
• crises reais e inventadas;
• o difícil e árduo relacionamento interpessoal (nosso ponto fraco);
• enfermidades oriundas do nosso enfraquecimento biológico;
• enfermidades criadas para favorecerem grandes laboratórios falidos;
• enfermidades que nunca existiram, mas que foram divulgadas somente para que governantes pudessem mostrar uma fachada, uma preocupação, um envolvimento com uma luta contra um inimigo invisivel que nunca existiu, quando na verdade se deliciavam do pavor, da sensação de insegurança e da confiança que todo este aglomerado de pessoas depositavam neles.

Traduzindo: temos tantas preocupações neste mundo, tantas aflições, tanto por fazer e para conquistar, por isso creio que minutos são importantíssimos e que devem ser aproveitados a contento para que alcancemos nossas metas, sejam elas materiais ou espirituais, não podemos desperdiçar o nosso tempo com futilidades, tradições, costumes, considerações e até mesmo (pasmem) educação, pois muitos se lembram de datas justamente, e tão somente, nas circunstancias citadas neste parágrafo, sinto muito, mas nada disto consegue avançar nesta barreira que estabeleci, não agora, e não pelo que aconteceu na minha vida, mas aqueles que conhecem e convivem há algum tempo, podem testemunhar ao meu favor.

Não concebo na minha mente o período de um ano para que haja comemorações, festas, reconhecimento, respeito por datas (pais, mães, criança, natal, ano novo, finados, páscoa, festas juninas, aniversários, mulher), sem mencionar que toda a aflição e preocupação com isto se finda quando entregamos a alguém um presente (não poderia esquecer de frisar a comercialidade destas datas), quem ganha com tudo isto?

Creio que seria mais útil se me desejassem:
• feliz primavera;
• feliz inverno;
• feliz aniversario de seu RG e do seu CPF, de sua CNH;
• feliz dia do habite-se da sua ex casa;
• feliz dia do aviso prévio
• feliz dia dos vivos;
• feliz dia do asfalto, da sarjeta, da janela, da porta;
• ou feliz dia do arremesso (o que o Dino da Silva Sauro ansiosamente aguardava)

Para finalizar deixo aqui uma frase que usei muito em um período da minha vida:
“Conhecemos uma pessoa pela sua reação e não pela sua ação” Eu reagi