Páginas

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Oração, inveja e maldade



Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

Lição 11 - Inveja, um grave pecado. AD de Curitiba



Por: Ailton da Silva(18) 8132-1510

I Reis - informações essenciais


PROPÓSITO:
Contrastar a vida daqueles que vivem para Deus com daqueles que se recusam a agir assim ao longo da história dos reis de Israel e de Judá.

AUTOR:
Desconhecido. Possivelmente Jeremias ou um grupo de profetas.

PANORAMA:
A outrora grande nação de Israel tornou-se uma terra dividida, não apenas física, mas também espiritualmente.

VERSÍCULO CHAVE:
E, se tu andares perante mim como andou Davi, teu pai, com inteireza de coração e com sinceridade, para fazeres segundo tudo o que te mandei e guardares os meus estatutos e os meus juízos,

Então, confirmarei o trono de teu reino sobre Israel para sempre, como falei acerca de Davi, teu pai, dizendo: Não te faltará varão sobre o trono de Israel.

PESSOA CHAVE:
Davi, Salomão, Roboão, Jeroboão, Elias, Acabe e Jezabel.

CARACTERÍSTICA PARTICULAR:
1 e 2 Reis eram originalmente um só livro.

Informações extraídas da seção “Informações essenciais” – Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal


Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Lição 11 - proposta

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

Lição 10 - pós aula


Nu sai do ventre [...] e nu voltarei. E não adianta boquejar!

Se o Maligno tivesse falado que Jó murmuraria ou reclamaria, fatalmente ele teria sucesso em sua empreitada.

“Só eu escapei”. Sempre haverá alguém ara nos trazer as más notícias.

A minha primeira fala ao iniciar a aula foi: “só restou nós para trazermos as novas”. Estávamos em poucos, o povo chegou foi chegando um a um.

Deus mostrou ao Maligno, que ele como anjo havia caído, e que Jó, como homem, poderia se manter integro sem blasfemar, mesmo com as perdas.

Hoje a igreja sabe o que Jó não soube, pois ele não recebeu nenhuma explicação de Deus. Nós sabemos que no mundo teremos aflições (Jo 16.33).

Os filhos de Jó eram iguais ao pai? Ou iguais a mãe?

Jó  não obrigava os filhos a participarem dos holocaustos nas madrugadas, ou obrigava?

Pela preocupação do pai, tudo nos leva a crer que os filhos eram meio “pinta brava”.

A blasfêmia teimava em fazer parte da vida de Jó. Primeiro pela preocupação que tinha com seus filhos, para que não agissem desta forma e depois pela intenção e atuação do Maligno para que ele também blasfemasse.

Quando Jó soube da morte dos filhos a sua preocupação foi com a continuidade do seu nome, mas que nome?  Família destruída, falido, chaguento, mulher “doida”, certamente não faríamos questão da continuidade da semente nestas condições, ou faríamos?

As noticias más correm mais rápido que as boas, pois o combustivel que as move é muito mais potente (curiosidade e alegria por ver a derrota do outro) e o veículo é bem mais veloz (desejo de ser o primeiro a dar a noticia).

Vou correndo, com a lingua para fora, cansado, largo trabalho, família, mas serei o primeiro a dar a noticia (má).

A enfermidade de Jó impediu que ele tentasse reerguer os seus negócios. Se tivesse são, em condições, certamente se levantaria financeiramente, ou pelo menos tentaria.

As 4 notícias não abalaram a estrutura de Jó, pelo menos não foram suficientes para desiquilibrá-lo.
Então o Maligno tentou a ultima cartada: “amaldiçoa Deus e morra”, mas Deus havia falado que não era para tentar contra a vida dele.

Empatia: Realmente não era fácil aquela mulher ver o seu “herói” arruinado, falido, chaguento e pior foi ver seus filhos, que havia gerado e cuidado, todos mortos. O equilíbrio demonstrado por Jó ao receber as notícias, faltou à sua mulher.

Jó sempre se preocupou com seus filhos, bem diferente de Davi que somente se preocupava com o reino, fronteiras e alianças.

Os amigos de Jó agiram conforme a sua declaração (3.2-11). Falou bobagem e ouviu bobagens ainda maiores (cap. 4).

As perdas materiais e afetivas podem redundar em ganhos espirituais. Que nos diga Jacó que perdeu casa, família, direito a herança, mas que acumulou grandes experiências com Deus. Ele ganhou mais com as perdas, bem mais que seu irmão Esau, que imaginou que tivesse recuperado a sua primogenitura, após a fuga do irmão, mas como ele mesmo disse; “que me adianta a primogenitura”, nada.

Moisés foi  manso, até que perdeu a paciência com o povo no deserto, no episódio do bezerro de ouro e ao quebrar as tabuas da lei. Coitado, depois teve que lavrar novas pedras (Ex 34). Jó foi paciente até que aquela barragem que segurava a pressão das águas rompeu-se. Era um humano.

Diferenças entre os testemunhos de Deus sobre a vida de Jó:
1) sincero, temente, reto e que se desvia do mal (1.8).
 2) idem, idem, idem, idem e que ainda retém a sua sinceridade, mesmo depois da perda (2.3).

A “paciência” de Deus com Jó terminou no capítulo 38. Agora quem falava como louco era ele e não a mulher.

Jó pediu proteção aos filhos e Deus permitiu ......

Deus conhece cada um de nós e nos chama pelo nome:  “Observaste meu servo Jó”.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

sábado, 1 de setembro de 2012

Mulheres: de Ló e Jó. Iguais em tudo.



“Meu Deus e meu Pai, graças te dou, pois me livrastes de tais”.

1) A MULHER DE LÓ:
Quando aquela mulher se condoeu da situação da sorte de Sodoma e Gomorra (Gn 19.24-25), ela deixou transparecer toda a intenção maligna que residia em seu coração. Na verdade ela não queria abandonar a cidade, seu circulo social e outros atrativos que estavam ao seu dispor, sem falar de seus bens.

Ela não entendeu a obra que Deus tinha na vida de sua família e para tal seria necessário sua atuação como esposa e mãe, uma verdadeira matriarca.

A sua atitude impensada, pois olhou para trás desejando a vida anterior (cfe Is 43.18), colocou em risco sua vida e de seu marido e principalmente a de suas filhas e de três futuras nações, Israel, Moabe e Amon (Gn 19.35-38).

a) Fogo de Deus (Gn 19.24).
O verdadeiro fogo de Deus caiu do céu para destruir Sodoma e Gomorra, bem diferente do fogo que caiu do céu para aniquilar o rebanho e servos de Jó (Jó 1.16), que certamente teve outra origem que não de Deus (cfe Jo 10.10).

O fogo que veio sobre Sodoma e Gomorra teve por função limpar o mal que existia naquelas terras enquanto que o fogo de Deus que caiu do céu (segundo relato do mensageiro) serviu para tomar as posses do patriarca Jó.

A mulher, que hoje está na vitrine em frente ao mar Morto, exposta para quem quiser conferir a veracidade da história, não atrapalhou a caminhada de Ló, mesmo que ele tenha se entristecido pelas perdas materiais, pois certamente não deu tempo para reunir seus bens e riquezas no momento da fuga (os anjos apressaram-no – Gn 19.15-16). Saiu sem nada e ficou sem mulher no meio da fuga. Quantas perdas.

Mas isto não foi capaz de abalar a estrutura do sobrinho de Abraão, ou foi? Em relação as filhas eu não me arriscaria a dizer o mesmo (cfe Gn 19.31).

2) A MULHER DE JÓ:
Da mesma forma esta mulher também presenciou seus bens, circulo de amizade e o orgulho pela vida que levava, caírem por terra de uma hora para outra, tal como a mulher de Ló. Assim como a primeira personagem esta também olhou para trás e elegeu o estado anterior muito mais benéfico e proveitoso do que aquele que estava vivendo.

Igualmente a primeira, a segunda também colocou em risco sua vida (2.29), “amaldiçoa Deus e morra”. Ora quem garante que não poderia ser ela a que estava prestes à morrer, devido a sua ousadia? Ela, sem dúvida nenhuma, deu um rasante, passou bem perto, fez por onde, pois antes de entristecer o marido, ela afrontou o Deus Todo Poderoso.

Talvez ela tenha pensado nisto ou não. O certo é que filhos para caírem nas mãos do Deus Vivo (Hb 10.31) ela não tinha mais. Quanto ao seu marido não havia mais nada que pudesse receber como “castigo”, segundo o entendimento dela.

A morte do marido seria um alívio para ambos, pois um ficaria livre do sofrimento e a outra parte ficara livre para outro relacionamento ou pelo menos para viver sua vidinha.

3) SEMELHANÇAS ENTRE OS HOMENS (LÓ E JÓ)
  • Possuíam bens e posses (Gn 13,7; Jó 1.1-3);
  • Famílias felizes e crescendo (Gn 19.14; Jó 1.1-5);
  • Ló tinha condições de vida agradável (cfe Gn 13.10), pois o lugar em que escolhera para habitar era como o “jardim do Senhor”. Jó era muito respeitado e tinha um padrão de vida elevado (Jó 1.3-4);
  • De uma hora para outra perderam e deixaram tudo para trás, pois não deu tempo para Ló recolher seus bens e riquezas, ainda mais com a pressa demonstrada pelos anjos para retirarem sua família daquele lugar (Gn 19.15-16), o mesmo aconteceu com Jó, que não pode fazer nada ante as mensagens que ouviu. Não deu tempo para salvar nada;
  • O fogo de Deus esteve presente na vida dos dois. No caso de Ló a origem foi realmente de Deus, mas no caso de Jó não.

4) SEMELHANÇAS ENTRE AS MULHERES (DE LÓ E JÓ):
  • Sentiram as perdas;
  • As duas olharam para trás (Gn 19.26; Jó 2.9), “amaldiçoa Deus que mudou o seu grupo social, pois agora ninguém mais te aplaude, eles cospem em teu rosto (cfe Jó 30.10);
  • Se o fogo do céu fosse interrompido em Sodoma e Gomorra, certamente a mulher de Ló não pensaria duas vezes para retornar para aquela cidade, tal como a mulher de Jó, que o ajudaria na vã tentativa de reerguer seu patrimônio;
  • Mas o plano de Deus não era este, no caso de Ló era necessário que prosseguissem avante, tal como no de Jó que deveria seguir em seu oficio de testemunho vivo da reviravolta e providências futuras de Deus. Certamente haveria espaço para que elas ajudassem seus maridos nesta nova empreitada;
  • Uma foi convertida em estátua de sal, enquanto que a outra se transformou em um zumbi, uma viva morta, que não foi capaz de estender a mão para ajudar o marido, pelo menos a se coçar;
  • Uma está até hoje como exemplo, forte, pujante, às margens do mar Morto, servindo como exemplo, enquanto que a outra desapareceu do cenário bíblico, alias não foi sequer mencionadas no rol de bênçãos recebidas por Jó.
“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis”. (Pv 31.10).

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510