quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Pré-aula_ Lição 2 - A firmeza do caráter moral e espiritual de Daniel
Por: Ailton da Silva - 5 anos (Ide por todo mundo)
19) Salmos (cânticos)
Para quem foi escrito
este livro?
Para
os israelitas.
Por quem foi escrito
(autor)?
Diversos
autores (David, Moisés, Salomão, etc).
Em qual momento
histórico?
Desde
a época de Moisés (90), passam pela experiência de Davi (51) e vão até a época
posterior ao exílio dos nos judeus na Babilônia (126).
Por que este livro foi
escrito?
Porque
o povo da aliança precisa preservar a memória de suas experiências individuais
ou coletivas com Deus e sua Palavra.
Para quê este livro
foi escrito?
Para
diversas finalidades, tais como: Louvor (ex: 8, 24, 29, 33, 47-48); Lamentos
(ex: 25, 39, 51, 86, 102, 120); Ações de Graças (ex: 18, 66, 107, 118, 138);
Cânticos de Confiança (ex: 23, 121, 131); Salmos Reais (ex: Sl 20-21, 24, 45,
93); Salmos Sapienciais (ex: 1, 37, 49).
Obs: Material extraído do DVD "Mega Coletânea Bíblica -
10.000 artigos". Não tem citação da fonte, mas se alguém conhecer, ficarei
grato e mencionarei.
Por: Ailton da Silva - 5 anos (Ide por todo mundo)
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
sábado, 4 de outubro de 2014
Neemias: como sair do anonimato? Capítulo 10
CAPÍTULO 10
TERMINAMOS! FESTA OU ENSINO?
1. OS INIMIGOS VIRAM A OBRA DAS MÃOS DE DEUS:
Enfim a obra estava concluída. Os inimigos não
poderiam fazer mais nada para impedir. Mas qual reação poderíamos esperar dos
inimigos? No inicio do projeto, riram e zombaram,
durante a obra conspiraram, ameaçaram e subornaram, mas então diante da
conclusão da obra eles ficaram sem ação.
Neemias reconheceu a necessidade e grandiosidade da obra. Ele
sabia que muitos seriam beneficiados. A reconstrução avivou o coração dos judeus e resgatou
o verdadeiro culto a Deus e todos se arrependeram e fizeram confissão de seus
pecados e dos pais (9.1-2).
Os inimigos contemplaram a obra das mãos de Deus,
o grande construtor. Eles haviam feito oposição à pessoa errada, pois Neemias
foi apenas um instrumento. Ele venceu as conspirações e resistiu as investidas
dos inimigos. A oposição que parecia pessoal e política foi na verdade
espiritual, contra Deus, aquele que autorizou a reconstrução da cidade.
Era o momento ideal para então, Neemias, cumprir
o que fora dito pelos seus inimigos (6.6-7) para se tornar, fortalecido
politicamente, o único e legitimo representante do império medo-persa naquela
região, mas esta não foi sua vontade e tampouco a de Deus.
2. TERMINAMOS, MAS NÃO COMEMOREM AINDA!
Em cinqüenta e dois dias os judeus desanimados, sem
esperanças, conformados, miseráveis e desprotegidos reconstruíram o muro. Desde
o inicio confiaram em Deus para realizarem tal proeza, sem a qual jamais teriam
conseguido.
Deus esteve o tempo todo auxiliando e protegendo o povo,
enviou um líder corajoso, dedicado, que em poucos dias conseguiu converter em
fervor de coração o desanimo que encontrou em sua chegada.
3. FINAL DA MISSÃO DE NEEMIAS?
A reconstrução do muro de Jerusalém
foi importante e necessária, mas a missão
de Neemias não havia terminado. Além de
ser o responsável pelo estabelecimento da infra-estrutura da cidade, ele também
deu início ao processo de resgate da identidade espiritual do povo judeu. O fruto do pós reconstrução foi
o avivamento gerado entre o povo, através da Leitura e o ensino genuíno da Lei.
A tarefa agora
seria outra e tão mais difícil e árdua quanto a primeira, mas necessária, pois
em nada adiantaria os muros reconstruídos, as portas levantadas, segurança
estabelecida se permanecessem ainda alheios aos ensinos da Lei Mosaica,
vulneráveis ao desânimo, enganos e com possibilidade de voltarem ao estado
anterior de sofrimento.
Deus encontrou
as condições mínimas necessárias para operar entre o povo, por isto este foi um
dos maiores avivamentos registrados na Bíblia em seus dois testamentos, pois:
·
Busca
incessante da misericórdia e poder de Deus;
·
Submissão
à Palavra do Senhor;
·
Confissão
dos pecados;
·
Arrependimento;
·
Mudança
de vida.
O
ministério de Neemias começou com uma oração ainda na corte persa e agora o
resgate espiritual dos judeus se iniciava pelo ensino da Palavra.
4. A RECONSTRUÇÃO AVIVOU O CORAÇÃO DO POVO:
Os setenta anos de cativeiro foram tão cruéis para eles, tão
mais quanto os da escravidão no Egito e os quase dois milênios em que viveram
sem bandeira, sem hino, sem terra e sem direito a ajuntamento para adorarem a
Deus na era moderna. A Babilônia foi capaz, de em pouco tempo, tirar muito dos
judeus. Se levássemos em conta o principio da proporção, este período foi
tempos de refrigério perto dos outros dois.
Pouco a pouco, o cativeiro, foi tirando dos judeus as suas
preciosidades: o temor, o fervor, as tradições, os ritos, a Lei e
principalmente foram esquecendo o próprio idioma, pois o aramaico foi
sutilmente introduzido nas famílias judaicas exiladas e permaneceu após o
retorno. Muitas expressões hebraicas contidas na Lei eram desconhecidas por
muitos deles, por isto houve a necessidade da leitura, explicação e ensino para
que entendessem.
Após o término fizeram a leitura da
Lei (8.5-6) e alguns ministérios foram resgatados (8.7-8), pois os levitas
explicavam e ensinavam o povo conforme era lido o livro da Lei e por fim comemoraram
a festa dos Tabernáculos (8.17-18).
5. AJUNTAMENTO ESPONTÂNEO PARA OUVIREM
A LEI:
Após a reconstrução dos muros
restava agora o resgate espiritual dos judeus, que por muito tempo estiveram
distantes e alheios aos ensinos da Lei Mosaica. A situação espiritual dos que
permaneceram na cidade e dos que retornaram pedia um urgente avivamento. A
missão do grande líder não era somente material, agora seria a segunda parte.
a) Como se deu este ajuntamento (8.1-2):
- Não houve convocação (8.1), tampouco uso da força ou violência, pois todo o povo se ajuntou espontaneamente;
- Praticamente exigiram o ensino, pois ainda no ardor da reconstrução do muro, pediram a Esdras que trouxesse o livro da Lei (8.1), estavam com sede da Palavra;
- Foi em unidade, pois todo o povo se ajuntou como um só homem.
A leitura, explicação e ensino foram a base para o grande
avivamento entre os judeus, pois buscaram a Deus, foram renovados e
demonstraram interesse pela Lei. Neemias entendeu que aquela tarefa era tão
urgente e necessária quanto a reconstrução da cidade, por isto envolveu todos
no trabalho, principalmente os levitas (11.1). Os ensinadores também foram
renovados, capacitados, muitos deles resgatados e outros seriam apresentados a
tradição judaica, pois até aquele momento conheciam somente a cultura
babilônica, mas o principal estava sendo revelado e eles manejaram bem a Lei (I
Tm 2.15)
6. CULTO DE ENSINO/RESGATE DA REVERÊNCIA (8.5-8):
Todos se reuniram diante da Porta das Águas, desde
a alva até ao meio dia para ouvirem atentamente a leitura da Lei. Durante sete
dias foram seis horas diárias de leitura. De pé, Esdras lia o livro da lei e não havia espaço para a
distração, cansaço ou dispersão. Todos estavam atentos a leitura, pois estavam
sedentos. Não poderia ter outro resultado que não o choro e o arrependimento
coletivo.
a) Resgate da reverência a Lei (8.5):
Todo o povo compreendeu aquele
momento e reverenciou a leitura da Lei, se colocaram em pé, participando
ativamente, concordando com a leitura, adorando ao Senhor e prostrando-se por
terra.
b) Resgate do ensino da Lei (8.7-8):
Os líderes compreenderam que
não era tão somente apresentar a Lei a muitos deles, que sequer conheciam, seria
necessário o empenhar maior para que entendessem o que estava sendo lido, pois
muitos somente conheciam o aramaico, língua oficial dos que voltaram do exílio.
O importante para eles seria o entendimento e não propriamente as emoções.
Não saiam do lugar, não distraiam,
não se preocupavam com o amanhã, apenas prestavam atenção à leitura. Neste
momento os levitas entraram em cena e ensinaram e explicaram o sentido para que
entendessem o que estava sendo lido. Neemias, orgulhoso pelo trabalhar de Deus,
consagrou aquele dia ao grande responsável por toda aquela obra.
7.
COMENTÁRIOS ADICIONAIS:
- Às vezes temos que explicar aos visitantes na igreja cada passo do culto, pois muitos não conhecem nosso vocabulário, não entendem a Palavra;
- Clamor do povo: "Expliquem melhor o que vocês estão nos dizendo";
- Seria possível ouvirmos uma mensagem na igreja e não entendermos nada?
- Quando pregamos para os pecadores muitos não entendem, zombam, mas depois que explicamos, ensinamos, eles aceitam Jesus como Salvador e a história muda;
- Leitura, ensino e explicação são base para o genuíno avivamento. De nada adiantariam seis horas diárias e sete dias por semana se não houvesse a exposição da Palavra;
- O ideal seria os mega pregadores ficarem dois ou mais dias, após os grandes congressos, para ensinarem e explicarem suas mensagens para a igreja;
- Pregação da Palavra é como uma foice que corre o mato e corta em grande quantidade. O ensino é como aquela enxadinha de horta, que fica rodeando a plantinha, limpando ao seu redor;
- Avivamento é reunir de trezentas a mil pessoas em um estádio ou ginásio ou é leitura, ensino, explicação, choro, arrependimento e mudança de vida;
- Os judeus pediram aos líderes como um dia pediram a Paulo na sinagoga na sua primeira viagem missionária (At 13.15) “se você tem alguma palavra de consolação para o povo, falai”;
- Todo tempo em que ficaram dispersos pelo mundo, os judeus fizeram de tudo para preservarem as suas tradições, apesar que em alguns casos tiveram que ensinar novamente;
- Neemias poderia ter ordenado o seguinte: Esdras você faz a leitura e eu fico ao lado como representante do rei. O povo que ouça e pratique depois, mas não foi isto que aconteceu, pois colocaram os obreiros a direita e esquerda e os levitas auxiliado no ensino e explicação;
- Poderíamos dizer para uma criança que da árvore tal colhemos os seus frutos. Não seria melhor ensinarmos e explicarmos sobre a semente que é jogada no chão, dentro de um buraco, várias vezes maiores que ela, para ficar no escuro, na solidão, umidade, enterrada, pisada e que quando começa a crescer em vez de desabrochar para cima, primeiramente ela busca o fortalecimento de suas raízes, para então aparecer sobre a terra. Neste momento ela começa a fugir das enxadadas do agricultor, quando não aparecem os ventos, que ajudam a engrossarem o seu caule. Somente depois é que vem o fruto visível.
Por: Ailton da Silva - 5 anos (Ide por todo mundo)
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
A frustração de Ezequiel
Mensagem para entendermos a contemporaneidade entre Ezequiel, Jeremias e Daniel e também para ficar claro a situação caótica dos reinos do Norte e Sul antes e após os seus respectivos cativeiros.
Por: Ailton da Silva - 5 anos (Ide por todo mundo)
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
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