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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Tipos humanos de Jesus - Antigo Testamento


ADÃO


ABEL


ISAQUE


JOSÉ


BENJAMIM


MOISÉS


BOAZ


DAVI


JONAS:
Há quem diga que a narrativa de Jonas é lenda porque há ali dois pontos inacreditáveis: Jonas ter sido engolido, passando três dias vivo; e uma geração toda mudar de religião com a pregação de um estrangeiro.

O Espírito Santo já sabia que haveriam de negar estes dois fatos e inspirou os evangelistas a escreverem esta declaração do próprio filho de Deus.

Jesus afirmou que: - “.. .como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do peixe, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra. Os ninivitas ressurgirão no juízo com esta geração, e a condenarão, porque se arrependeram com a pregação de Jonas…” (Mt 12.40-41b).

Jonas já era profeta em Israel no tempo do rei Jeroboão II (2 Rs 14.25). Desobedeceu quando Deus o enviou a Nínive, não queria que aquele povo inimigo de Israel fosse perdoado. Foi castigado pela desobediência, mas Deus lhe deu uma segunda oportunidade. Ele foi, pregou e toda aquela geração se converteu. Jonas, é um tipo de Jesus, porque:


Fonte:http://www.ebdweb.com.br/2010/08/25/jesus-o-cumprimento-profetico-do-antigo-pacto-pr-geraldo-carneiro-filho/

Dinâmica: Ester, um rainha altruísta


Material:
a) caixa de sapato com tampa;

b) papel de embrulho;

c) uma Bíblia;

d) um espelho pequeno (tamanho 12 x 18 cm);

e) recortes de papel para os alunos escreverem (folhas a4 divididas em oito pedaços);

f) reproduzir numa cartolina a definição da palavra chave da lição (altruísmo);

Dinâmica: José um líder piedoso e temente a Deus


Material:
a) uma folha de papel tamanho A4 ou ofício, nova;

b) oito tiras de papel com as seguintes frases: “amasse a folha” “enrole a folha” “abra a folha” “dobre a folha ao meio” “amasse metade da folha” (sem rasgar) “dobre a folha oito vezes” “faça um furo no centro da folha” “faça um aviãozinho com a folha” etc;

c) dobrar, previamente, todas as tiras de papel para realizar um sorteio entre os alunos.

Dinâmica: Elias, um profeta humilde e determinado

Objetivo: oração, pedido de perdão, revisão de vida.

Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.

Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro. Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram. provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro. Peça, então, que tirem conclusões práticas.

Exemplo: em geral, nos prendemos nos aspectos negativos dos acontecimentos, e das pessoas, esquecendo do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior como no caso de Elias.

Não podemos pensar em um Elias debaixo do pé de zimbro, quando a maior parte de sua vida foi totalmente dedicada ao serviço de Deus.

Na busca do caráter cristão teremos alguns revezes em nosso ânimo, mas devemos confiar. Deus sempre restaurará as nossas forças e nos alimentará de forma a continuarmos na jornada.

Dinâmica: Um discípulo sincero dinâmico


Material:
a) Folhas de papel A4, em branco, rasgadas em quatro partes em quantidade suficiente para todos os alunos da classe. Os rasgos devem ser irregulares para que os pedaços fiquem disforme;

b) Tesouras, lápis de cor, giz de cera, fita adesiva, canetas hidrocor. Esse material deverá ser disponibilizado para os alunos, ficando sobre a mesa do professor para uso daqueles que desejarem durante a dinâmica.


Condução:
a) Entregue para cada aluno um pedaço do papel rasgado e oriente-os a escreverem o próprio nome no centro do pedaço do papel;

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

João Batista - último profeta


INTRODUÇÃO:
Foram necessários 400 anos de silencio, desde o ultimo profeta pós-exílio para que Deus se manifestasse novamente ao seu povo através de um profeta propriamente dito. A principal função deste ultimo mensageiro seria apresentar o Desejado das nações, o prometido Messias à Israel. Ele podaria os galhos da videira para que depois Jesus desse o crescimento. Era um homem comum, vestido de forma peculiar que tinha uma mensagem radical, na verdade.

Ele não era o Cristo (fez questão de frisar isto) (Jo 1”20), na verdade ele iria preparar o caminho do rei, seria o precurssor do Messias.

Deus sempre fez uso de precurssores para preparar o caminho para que os seus planos tivessem êxito.

José foi o precurssor da vitória de sua família, mesmo sofrendo, decepcionado e abandonado, ele preparou o caminho da vitória para todos. Se não tivesse agido desta forma, não somente os seus teriam sidos dizimados pela fome como também muitos hebreus.

Moisés enviou precurssores para que preparassem o caminho da vitória dos hebreus em Canaã. Não bastava somente espiarem, teriam que encorajar o povo para que lutassem pelas bênçãos prometidas por Deus.

João Batista foi o precurssor do Messias, que teria como missão ratificar a profecia messiânica e injetar em Israel a esperança, ora perdida, pois Israel estava da mesma forma como se encontravam os irmãos de José, famintos, desesperançosos e fracos, somente tinham a certeza que Deus jamais os abandonariam, mas estavam precisando de um renovo.


I – A ORIGEM DE JOÃO BATISTA
1)SUA FAMÍLIA:
Isabel, prima de Maria, era descendente de Arão e Zacarias, seu pai, era sacerdote e fora escolhido naquele dia para servir no altar. O certo é que ele não estava ali no templo em serviço por acaso. Estava participando da preparação do caminho para a vinda de Jesus.

No Templo ele recebeu a visita do anjo Gabriel que lhe anunciou o nascimento do filho de sua velhice, pois tanto ele como sua esposa estavam avançados em idade como Abraão e Sara.

João Batista nasceu em uma pequena aldeia distante de Jerusalém cerca de 6 km, entre os anos 7 ac e 2 ac, segundo alguns historiadores. Sua educação foi fortemente influenciado pelas ações religiosas, já que seu pai era um sacerdote.


2)SEU NOME E SEU NASCIMENTO:
O nascimento de João Batista fora vaticinado pelas escrituras em Isaias 40”3-7 e Malaquias 4”5.

Seu nome não fora escolhido ao acaso, seria lógico que recebesse o nome de seu pai ou de outra pessoa ligada a sua família, mas fora ordenado pelo anjo que deveria ser João, para depois mais tarde ser incorporado ao seu nome a alcunha de Batista, devido ao seu ministério.


3)SUA ESTATURA ESPIRITUAL E SUA MISSÃO
João Batista possuía algumas características que o diferenciava de outros homens de sua época, as quais foram concedidas por Deus e teve muitos previlégios:

•Foi considerado a ponte e a transição do Antigo para o Novo Testamento;

•Foi cheio do Espírito Santo;

•Foi chamado de profeta do Altíssimo;

•Foi o precurssor do Messias;

•Foi o único que viu o cumprimento cabal das profecias messiânicas que tratavam da vinda do Messias;

•Foi testemunha do ministério de Jesus;

•Batizou Jesus nas águas. Este foi o marco de seu ministério;

•Fechou o ciclo do oficio profético do Antigo Testamento, já que hoje a profecia é vista como dom e não como serviço.


BASE DE SUA PREGAÇÃO:
•Vinda do Messias;

•Necessidade do arrependimento como condição para entrar no reino de Deus;

•Intolerância ao pecado.


II – PERSONALIDADE DE JOÃO BATISTA
1)O TESTEMUNHO DE JOÃO BATISTA:
Devido aos acontecimentos em sua vida, João Batista, havia sofrido um temporário abalo de sua fé, pois pairava em sua mente duvidas sobre a divindade de Jesus, tanto que enviou dois de seus discípulos para perguntarem se Ele era realmente o Messias. Realmente o abalo foi grande, pois ele era o profeta, precurssor e havia preparado o caminho para a vinda de Jesus e agora estava cheio de dúvidas.

A resposta de Jesus para João Batista foi através da Palavra, pois citou:

•Mt 8”16-17;
•Mt 11”4-5;
•Is 35”5-6;
•Is 53”4;
•Is 61”1
Com tanto apego aos pobres, doentes e necessitados era evidente que Jesus era o tão esperado Messias, não restava duvidas.

A partir deste momento Jesus exaltou o ministério de João Batista, destacando a sua valentia, caráter, eloqüência e a sua fidelidade à Deus. Chegou ao ponto de afirmar que entre os nascidos de mulher não havia outro que fosse maior que ele.

Jesus estava certo ao afirmar isto, pois qual dos profetas, ou qual dos homens comuns tiveram o privilegio de ver, tocar e batizar Aquele que fora vaticinados e desejados por muitos no passado.

João Batista se opôs ao pecado e pregava a verdade, sem temer as conseqüências, a opinião publica (raça de víboras) e nem tampouco as autoridades que fizeram vistas grossas ao pecado de Herodes.


III – JOÃO BATISTA – O ÚLTIMO PROFETA
João Batista apontou diretamente para o Messias, fez parte do cumprimento das profecias messiânicas, enquanto que outros profetas do passado apenas vaticinaram a respeito Dele. Este foi um dos seus grandes privilégios.

Não foi um homem fraco, inconstante nem popular ou muitos menos, inovador e modista, mas sim foi um profeta que até os últimos momentos de sua vida honrou o plano de Deus na sua vida, pois não trangrediu a sua consciência e nem peverteu os princípios bíblicos a fim de conquistar destaque ou posição social.


2)O TÉRMINO DA DISPENSAÇÃO DA LEI:
Ele fora o profeta que encerrava esta dispensação e através de suas mensagens, que primavam pelo arrependimento para remissão dos pecados, alcançou todas as classes sociais, pregando e batizando multidões, pessoas comuns, publicanos e autoridades.


3)O ELIAS QUE HAVIA DE VIR:
João Batista preferiu viver no deserto ante ao sistema mundano de sua época, sequer consumia os mesmo alimentos. Em tudo era diferente, pois sabia que sua missão dependeria de sua total fidelidade a Deus.

Quando soube que Jesus também estava batizando a sua única reação foi dizer que isto era necessário, pois ele deveria ser diminuído para que o Messias se revelasse à Israel.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Sorte ou azar? É Deus agindo.

Era uma vez um menino pobre que morava na China e estava sentado na calçada do lado de fora da sua casa. O que ele mais desejava era ter um cavalo, mas não tinha dinheiro.

Justamente nesta dia passou em sua rua uma cavalaria, que levava um potrinho incapaz de acompanhar o grupo. O dono da cavalaria, sabendo do desejo do menino, perguntou se ele queria o cavalinho.

Exultante o menino aceitou. Um vizinho, tomando conhecimento do ocorrido, disse ao pai do garoto: "Seu filho é de sorte!" "Por quê?", perguntou o pai. "Ora", disse ele, "seu filho queria um cavalo, passa uma cavalaria e ele ganha um potrinho. Não é uma sorte?" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", comentou o pai.

O menino cuidou do cavalo com todo zelo, mas um dia, já crescido, o animal fugiu. Desta vez, o vizinho diz: "Seu filho é azarento, hein? Ele ganha um potrinho, cuida dele até a fase adulta, e o potro foge!" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", repetiu o pai.

O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue cercá-los e fica com todos eles. Observa o vizinho: "Seu filho é de sorte! Ganha um potrinho, cria, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", responde novamente o pai.

Mais tarde, o rapaz estava treinando um dos cavalos, quando cai e quebra a perna. Vem o vizinho: "Seu filho é de azar! o cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o garoto vai treinar um deles e quebra a perna." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", insiste o pai.

Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna quebrada. O vizinho: "Seu filho é de sorte..."

Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro.

Do livro: O Sucesso não Ocorre por Acaso
Dr. Lair Ribeiro - Ed. Objetiva