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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Criado, eleito perdido e resgatado

A partir de hoje estarei postando trechos de um dos meus livros (tenho 3). Estou em fase de revisão do primeiro. Decidi retomar a lida, havia parado por algum tempo. Graças a Deus que guardei estes originais.
  1. Criado, eleito, perdido e resgatado
  2. mensagens do mal, mensagens do bem
  3. Jerusalém, cidade de Deus
"A expressão “no princípio” foi usada para demonstrar a situação da Terra antes do início do plano da criação e também porque o homem jamais teria condições de determinar a época ou o tempo de tal evento, devido à inexistência de um calendário capaz de tal proeza, ou pelo limitado conhecimento humano que não nos permite estabelecer uma relação cronológica entre o que já existia e o que veio a ser criado depois, ou seja, não existe uma outra expressão, a não ser “no princípio”, que seja capaz de definir com exatidão e clareza como se deu o início da criação e como tudo veio a existir.

Já a palavra criar tem um significado tão importante e profundo quanto à expressão no princípio, pois sempre anuncia algo novo, maravilhoso, indica também a realização de uma obra sem que haja a necessidade de um esforço humano, consumo de energia corporal ou matéria prima, por isso deve ser sempre empregada quando se referir aos atos de Deus, já que todo o poder de criação está concentrado em suas mãos. Ao homem basta contemplar estas maravilhas e adorar ao seu Criador.

“No princípio criou Deus os céus e a Terra”.
"E a Terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”. Gn 1”1-2

A Terra estava totalmente desfigurada do que é hoje, um verdadeiro caos, sem nenhuma forma de vida animal ou vegetal ou muito menos algum atrativo capaz de despertar desejo ou interesse de qualquer forma de vida, pois Deus ainda não havia iniciado o seu grande plano de estruturação, modelação e decoração da Terra. Somente o Espírito de Deus se movia sobre a face do abismo, como símbolo de sua grandeza e força. Isto foi o princípio de tudo."

Extraído do livro: Criado, eleito, perdido e resgatado.
Autor: Ailton da Silva
em fase de revisão

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Reflexões

O que pensamos de Deus
Pensamos em Deus como uma deidade a ser estudada, não um lugar para morar.
Pensamos em Deus como um fazedor de milagres, não um lar para viver. Pensamos em Deus como um Criador a quem apelar, não uma casa onde residir.
Mas nosso Pai quer ser muito mais. Ele quer ser aquele em quem "vivemos, movemos e existimos" (At 17.28).

Extraído do livro: A grande casa de Deus. Um lugar para o seu coração. Max Lucado. CPAD

"É mais fácil cairmos de uma escada enquanto estamos descendo do que quando estamos subindo"
"Deus nos prometeu a vitória, mas não nos dispensou da guerra"

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A perfeição de Deus

No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem por toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para escolas comuns.
Em um jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes. Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou ele:
— Onde está a perfeição em meu filho Shaya? Tudo o que DEUS faz, é feito com perfeição. Mas meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem. Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras crianças. Onde está a perfeição de Deus?
Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai. Mas ele continuou: — Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança. Vou contar uma história sobre meu filho:
Uma tarde Shaya e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que Shaya conhecia, estavam jogando beisebol. Shaya perguntou-me: — Você acha que eles me deixariam jogar?
Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria no time. Mas entendi que se Shaya pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação. Aproximei-me em um dos meninos no campo e perguntei se Shaya poderia jogar.
O menino deu uma olhada ao redor buscando a aprovação de seus companheiros de time. Mas, mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse: — Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava. Acho que ele pode entrar em nosso time e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.
Fiquei admirado quando Shaya abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino. Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar. No final da oitava rodada, o time de Shaya marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três. No final da nona rodada, o time de Shaya marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Shaya foi escalado para continuar.
O time deixaria Shaya de fato rebater nesta circunstância e jogar fora a chance de ganhar o jogo? Surpreendentemente, foi dado o bastão a Shaya. Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão.
Porém quando Shaya tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Shaya pudesse ao menos rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Shaya balançou desajeitadamente e o perdeu.
Um dos companheiros do time de Shaya foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador. O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Shaya. Quando veio o lance, Shaya e os seus companheiros de time balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador.
O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Shaya estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso, lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base. Então todo o mundo começou a gritar: — Shaya, corra para a primeira base! Corra para a primeira!
Nunca em sua vida ele tinha corrido... Mas saiu em disparada para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base o que colocaria Shaya para fora, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base. Todo o mundo gritou: — Corra para a segunda, corra para a segunda base!
Shaya correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal. Quando Shaya alcançou a segunda base, a curta parada adversária, colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram: — Corra para a terceira!
Quando Shaya contornou a terceira base, os meninos de ambos os times correram atrás dele gritando: — Shaya, corra para a base principal!
Shaya correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para o time dele. Naquele dia, aqueles18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!

Escrever na areia

Certa feita, dois amigos, Mussa e Nagib, viajavam pelas estradas que recortam as tristes e sombrias montanhas da Pérsia. Eram nobres e ricos e andavam acompanhados por seus servos e ajudantes. Certa manhã, chegaram as margens de um grande rio barrento e impetuoso. Para que continuassem o caminho, era preciso transpor a corrente ameaçadora.

Porém, ao saltar de uma pedra, Mussa foi infeliz e caiu no torvelinho espumante das águas em revolta. Teria ali perecido, arrastado para o abismo, se não fosse Nagib. Este, sem a menor hesitação, atirou-se à correnteza, livrando da morte seu companheiro de jornada. Mussa, já sob uma coberta quente e confortável, ordenou que o mais hábil de seus servos gravasse na face lisa de uma pedra, que ali se erguia, esta legenda admirável. O servo gravou:

"VIAJANTE, NESTE LUGAR COM RISCO DA PRÓPRIA VIDA, NAGIB SALVOU HEROICAMENTE SEU AMIGO MUSSA".

Feito isso, prosseguiram com suas caravanas pelos caminhos do Oriente. Cinco meses depois, durante a viajem de regresso, encontravam-se os dois amigos naquele mesmo lugar perigoso e trágico. E, como estavam fatigados resolveram repousar à sombra acolhedora da pedra que ostentava a honrosa inscrição feita por Mussa. Já acomodados na areia clara, começaram a conversar, e, eis que por motivo fútil, surgiu de repente grave desavença entre os dois companheiros.

Discordaram. Discutiram. E então Nagib exaltado em um ímpeto de grande cólera esbofeteou brutalmente o amigo. Mussa, sem dizer palavra alguma, não revidou a ofensa. Ergueu-se e tomando tranqüilo o seu bastão andou até a margem do grande rio. Ali escreveu na areia, ao pé do negro rochedo:

"VIAJANTE, NESTE LUGAR POR MOTIVO FÚTIL, NAGIB INJURIOU GRAVEMENTE SEU AMIGO MUSSA".

Surpreendido com o estranho ato, um dos ajudantes de Mussa observou respeitosamente: — Senhor, da primeira vez, para exaltar a coragem de Nagib, mandaste gravar na pedra o feito heróico. E agora que ele acaba de ofendê-lo tão gravemente, o senhor limita-se a escrever na areia incerta o ato de covardia. — acrescentou mais: — A primeira legenda ficará para sempre.

Todos os que transitarem por este sítio, dela terão notícia. Esta outra porém, riscada na areia, antes do cair da tarde terá desaparecido!
Mussa fitou o humilde servo e esclareceu: — A razão é simples. O beneficio que recebi de Nagib permanecerá para sempre em meu coração. Mas a injúria... essa negra injúria... escrevo na areia, com o voto de que ela desapareça rapidamente não só do local onde a registrei mas também das minhas lembranças.

Meu amigo, ai está a grande verdade. Aprenda a gravar na pedra os favores que você recebe, os benefícios que lhe fazem, as palavras de carinho, simpatia e outras tantas que ouvir. Porém aprenda a escrever na areia as injurias, as ingratidões, as ironias que lhe ferirem a vida. Só dessa maneira serás feliz.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

deletar informações sem deletar registros

Esta é uma dica boa.
Aplicação: Um botão de comando que no evento ao clicar ele deletará as informações de alguns campos que forem indicados e fechará o formulário. Eu incluo sempre em formulario onde efetuo estornos de pagamentos, recebimentos, etc, ele deleta as informações, confirmando e fechando.

(no evento ao clicar) do botão
Me.(nome do campo que deseja deletar informações, sem os parenteses) = Null
Me.(outro campo que deseja deletar) = Null
MsgBox "BLA BLA BLA BLA BLA, tipo estorno efetuado com sucesso", vbOKOnly, "NOME DO SEU PROGRAMA"
DoCmd.Close End Sub

uma do Sr. Spock

“onde não há emoção não há razão para a violência – Senhor Spock

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A águia

HISTÓRICO DA ÁGUIA
3 - O COMPANHEIRO DA ÁGUIA
A ornitologia profere que nenhuma outra ave é tão unida quanto as águias, elas são tão unidas que quando um caçador chega a capturar uma delas, as demais choram literalmente, a falta da águia capturada. (Será que isto é companheirismo?). Assim deve ser o crente águia, deve amar o seu irmão com amor ágape (amor sacrificial), Sal. 133:1-3. Já diz o adágio popular "uma comunidade unida, jamais será vencida". (Gl.6:2).

4 - A VISÃO DA ÁGUIA
O golpe de vista da águia é humanamente falando incomparável. É a única ave que encara por quantas horas quiser o resplendor do sol. A águia é dotada de um grande poder visual, tem olhos graúdos de natureza que o mesmo ocupa quase um terço do seu crânio, segundo a ornitologia o cristalino dos olhos das águias focaliza uma formiga a 10.000m de altitude e em linha reta, horizontal, pode detectar a 20 km de distância.

5 - A POTENCIALIDADE DE VOAR
Os ornitólogos, apelidam as águias de rainha dos ares, porque de todas as aves que decolam, ela é a que voa mais alto.
E chamada também de rainha dos ares por ser a única ave que enquanto voa, descansa. Isso é possível devido a sua estrutura óssea.
Todas as aves que existem neste mundo tem a estrutura óssea longitudinal (comprida), a águia não, toda a sua estrutura óssea é cilíndrica, o que lhe permite:
A) Descansar enquanto voa;
B) Enfrentar tempestades;
C) Invadir turbulências.
A águia voa numa velocidade de 300 km/h e atinge a 10.000m de altitude (Pv. 30:18,19;Pv23:5).

6 - O BRILHO OSTENSIVO NAS PENAS DAS ÁGUIAS
As penas da águia brilham de tal natureza que ofuscam os olhos de quem a fita. (Quando refletidos pelos raios solares).

7 - AS GARRAS DA ÁGUIA
A águia usa as suas garras como instrumento de defesa e ataque. As garras são tão importantes para elas como os braços são para os homens. Suas garras funcionam como trava, quando uma águia toma uma presa jamais ela escapa das suas garras.
A águia tira a serpente do buraco. Quando a águia percebe a presença de cobras ou serpentes em alguma toca, coloca as pontas das asas na boca da mesma. -A serpente irada morde as penas da águia solta o veneno mas não lhe atinge, porque são penas e não carne.
Continua irritando a serpente até que ela saia da toca para dar o bote. Aí então é agarrada pelas garras da águia, levada as alturas e esmagadas.

8 - A ÁGUIA É UMA AVE DIURNA
As águias exercem as sua atividades durante o dia, durante a noite elas se recolhem.

9 - O NINHO DA ÁGUIA
Os caçadores menos favorecidos são os caçadores de águia, pois ela faz o seu ninho em locais de alta segurança, aonde os homens não podem chegar.
Segundo a Bíblia as águias fazem o seu ninho em rochedo alterneiros, em montanhas altíssimas, em locais de difícil acesso. (Jó 39:27, 28).
A formação do ninho. Uma vez achando o local ideal para o seu ninho a águia vai até uma região espinhosa e transporta através de suas garras até o cume do monte uma boa quantidade de espinhos pontiagudos, posteriormente vem em alta velocidade e da numa manada de carneiros, apanha um filhote distante da manada, mata-o e desfola cuidadosamente, (o bico de uma águia é tão afiado como uma faca de açougueiro) come a carne do cordeiro morto com companheiros e companheiras, o couro do cordeiro e levado para secar, uma vez seco, é transportado para o ninho, esta estende o couro do cordeiro sobre os espinhos pontiagudos, assenta-se ali e põe quatro ovos, dois propositadamente é dispensado rochedo abaixo, os outros dois são chocados, no período de 35 a 40 dias.
Ao nascer os filhotes, a águia fica na incumbência de alimentá-lo. Enquanto ela sai para buscar a presa os filhotes são vigiados pelo pai.
Quando os filhotes já estão revestidos de plumagem a águia mãe chega na ponta do ninho e convida os seus filhotes a subirem em suas costas, porém o medo da altura em que estão não permite que eles atentem ao chamado da velha águia, ela irada por ser desobedecida puxa o tapete e eles caem sobre os espinhos, aí piando de dor eles sobem nas costas da velha águia, e a rainha dos ares alça vôo, em direção aos céus, duas horas de vôo mais ou menos é hora de ensinar seus filhotes voarem.
Ela baixa uma das asas e os filhotes descem, batem as asas desesperadamente, mas ainda não sabem voar, quando estão perto de espatifarem-se, ela dá um vôo rasante e apara os seus filhotes em suas costas, este processo é reiniciado por várias vezes, até as aguiazinhas alçarem vôo.

10 - O RENOVO DA ÁGUIA
A águia é a única ave que se renova (SI.103:5). Segundo a ornitologia a águia quando velha, perde o brilho das penas, as penas começam a cair, o nervosismo apodera-se dela, o bico enverga e cria um campo adunco de forma que a águia não pode alimentar-se, pois o capo adunco a impede, cria-se duas escamas nos seus olhos e o golpe de vista já não é mais o mesmo, suas garras envergam e perde o tato. Ficando feia, detestável. Mas o que me admira é que ela (a águia), não aceita a vida irrenovável. Que ela faz quando velha?
Foge para um rochedo e oculta-se ali, num período de 9 a 12 semanas enquanto isto, as velhas penas vão caindo e ela fica completamente depenada. As duas escamas ostensivas nos olhos aos poucos vão caindo. Já com a nova plumagem ela sai do refúgio (em um dia de sol), agora é hora do segundo processo de sua renovação (as garras e o capo adunco do bico). Que ela faz?
Voa em velocidade contra a rocha, crava o bico e as garras na parede de pedra, do cume até embaixo, deixando ali o adunco e as velhas garras, piando de dor, pois que tanto o bico quanto as garras estão em carne viva, jorrando sangue, vejam o que ela faz. Alça as alturas em busca do oceano, uma vez encontrado ela dá um rasante vôo e mergulha no oceano, o salitre (sal) ostensivo no mar estanca o sangue que jorra das garras e do bico.
Este processo (de mergulho) é repetido por 3 ou mais vezes. Posteriormente ela voa em direção ao bando, dá um brado "Keu; keu; keu " e é verdadeira festa entre elas.
Assim é o crente águia, nunca aceita a vida irrenovável. Se a vida irrenovável já te alcançou faça como a águia, fuja para a rocha (tipo de Cristo; rocha ferida de Meribá; pedra angular de esquina, rejeitada pelos edificadores) depois rala a tua vida nele mesmo e aí então poder mergulhar no oceano do Espírito.

Extraído do Livro: O crente e a águia – Pr. Abílio Santana