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sábado, 8 de outubro de 2011

pós aula - lição 1

A nossa primeira aula foi ontem. Mesmo com a historicidade da lição, deu para refletirmos em muitos pontos. Realmente este trimestre nos levará a uma teologia reflexiva.

1. Qual foi a intenção de Hanani ao contar a situação de Jerusalém para Neemias? Será que foi com a certeza de que um grande líder seria levantado pela sua conversa? Quantas conversas nossas não produzem metade do que esta produziu em Neemias.

2. Hanani precisava conversar com alguém. Ele imaginava que Neemias ficasse triste, chorasse e depois o despedisse em paz. Jamais esperava que fosse deixa-lo tão perturbado. Será que Hanani entendeu tanta preocupação? Ele não foi chamá-lo para resolver o problema, apenas desabafar. Bem diferente de Barnabé quando foi atrás de Saulo para ajudá-lo em Antioquia;

3. Arriscar minha vida por um povo que não estava assim tão preocupado. Largar tudo, jogar para o alto minha carreira. Sequer recursos, formação secular tenho, diplomacia então, passa longe, somente entendo de vinhos;

4. “esta cidade não tem jeito, acabou, Nasci assim e vou morrer assim.”. Os judeus não tinham esperanças da reconstrução. Não havia necessidade de um homem forte, mas sim de um homem corajoso, um verdadeiro líder. Não estava ali entre eles, viria de longe, preciasava ser assim? Quantos que se julgam em condições e não fazem e quantos fazem sem terem as condições. Não importa, se está longe, sem recursos, sem formação, mais cedo ou mais tarde será levado para o lugar onde Deus deseja usar e pronto;

5. O fato de serem orientados a reconstruírem perto de suas casas poderia motiva-los a capricharem mais?

6. O período de diferença entre a invasão assíria e a babilônica foi pouco mais de 130 anos e Judá não percebeu a aproximação do perigo. Ah, se fosse hoje? "aconteceu com o irmão, vou ficar esperto"

Por: Ailton da Silva

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

"De volta para a minha terra" - (abomino este tipo de programa)

Muitos nasceram naquelas terras e não se viam na obrigação de chorar por ela, brigar ou muito menos reedificá-la, prova disto foi o número reduzido dos que disseram sim a Zorobabel, Esdras e Neemias, nos respectivos retornos.

Às vezes fico imaginando a cena ocorrida no primeiro minuto pós proclamação da independência de Israel, que alvoroço, aeroportos lotados, estações rodoviárias e ferroviárias, rodovias, mares, júbilos de alegria de um povo retornando para as suas terras após um longo período de separação.

Que sensação gostosa, pisar na areia, beber das fontes, respirar o ar, subir nas árvores, reconstruir suas casas, prédios, resgatar o sentimento nacionalista, mas enfrentar logo no dia seguinte a fúria da liga árabe e o pior, com um exército recém formado.

Se fosse hoje teríamos redes de TV e internet ao vivo, programas de auditório (que particularmente abomino) acompanhando passo a passo o retorno de um judeu. Tele jornais sendo transmitidos diretamente das fronteiras, portais reconstituindo a história. Um número incalculável de judeus retornando de todos os cantos da terra. A diferença para o que ocorreu no Egito foi que lá estavam todos reunidos no mesmo lugar. Então porque na Babilônica também não tiveram este sentimento? Que luta terrível para Zorobabel, Esdras e Neemias convencê-los?

O que me entristece é que os 430 anos no Egito e o tempo em que ficaram dispersos no mundo, cerca de 1900 anos, foram cruéis e tristes, mas não tanto quanto o cativeiro. Este período fez um estrago muito grande na vida e na mente deles. Se levarmos em conta o princípio da proporção, poderíamos imaginar que os 70 anos foram capazes de tirar muito de Israel, o que dirá então o quase meio milênio de escravidão e os dois de dispersão, humilhação e sofrimento pelo mundo afora.

O que não seria possível perderem em cerca de dois milênios? Em 7 décadas esqueceram a própria língua, o respeito pela história dos patriarcas e da nação. A espiritualidade, até foi aceitável, pois estavam vislumbrados com a cultura babilônica e por serem duros de coração, o que poderia se esperar?

Existe alguma diferença entre os retornos de Zorobabel, Esdras e Neemias com o movimento sionista? Enquanto estavam na miséria, esquecidos, no opóbrio, não apareciam nenhum dos inimigos, mas foi somente os três retornarem com o ideal da reconstrução para se inflamarem.

O mesmo ocorreu com Israel, no momento da proclamação do estado judeu, em 14 de maio de 1948, há poucas horas do vencimento do mandato britânico, pois enquanto estavam dispersos pelo mundo, excetuando o holocausto, todos os seus inimigos estavam reservados. Poucas horas depois do auge do movimento sionista eles apareceram furiosos para atacarem o recém formado estado judeu, totalmente indefeso, no pensamento deles. A vitória seria esmagadora, senão tivesse UM velando e guardando a sua nação.

Era bem possível que o movimento sionista estivesse prevendo a reação árabe, mas os judeus que retornavam alegre também esperavam? Por tudo isto deveria ser bem reduzido o número de judeus voltando para Israel, pois estariam ciente que estavam se dirigindo para uma guerra inevitável. Ou voltaram confiantes no verdadeiro mar de rosas prometido, enfim o reino restaurado?

Os que estavam além fronteiras sofreram e os que decidiram pelo retorno muito mais, pois não tiveram tempo para cozerem bolos (já vimos esta história antes) e não receberam presentes das nações as quais estavam abandonando (a história no êxodo foi diferente). Em muitos lugares o anjo da morte passou e devastou a casa dos judeus e não do inimigo, perderam tudo, confiscaram seus bens com intenção de enfraquecer Israel, pois a promessa destas nações era que as riquezas não sairiam com os judeus.

Esta também foi a intenção de Faraó ao propor a Moisés que levasse o povo para sacrificar a Deus ali mesmo na terra do Egito, ou quando um pouco afastado e no auge de sua prepotência quando propôs a saída do povo sem comida e víveres, para serem facilmente recapturados ou vencidos.

No Egito, Iraque, Síria, enfim no mundo árabe muitos foram permitidos saírem, mas sem nada, para que poucos dias depois, não oferecessem resistência ao ataque da liga árabe, talvez por isto muitos árabes tenham fugido tão logo o estado judeu foi declarado. A previsão de carnificina era real. Logo o território seria tirado dos judeus. Será que Deus inflamaria o seu povo, diante do cumprimento de uma profecia (Is 66"8) para depois permitir que saíssem envergonhados no outro dia.

A história nos mostra 3 retornos do exílio babilônico, Zorobabel, Esdras e Neemias e em outras três ocasiões Israel retornou para as suas terras, regozijante, com voz de jubilo e principalmente, assombrando o mundo, vejamos:
• Saída do Egito – para adorarem a Deus no deserto a caminho de 3 dias, mas também para serem direcionados para uma terra que manaria leite e mel, promessa feita a Abraão, as terras de Israel. As notícias da caminhada corria todas as nações. Eles temiam pela passagem do povo por seus territórios (Js 2"9).

• Retorno do exílio – 70 anos de perdas (idioma, espiritualidade, história, tradições, nacionalismo). As nações deram testemunhos desta caminhada de vitória e júbilo (Sl 126);

• A criação do estado judeu – em poucos dias o mundo ficou assombrando diante da vontade e disposição judaica de retorno as suas terras e origens. Mas o que alarmou todo o planeta foi a capacidade daquele exercito, recém formado, vencer em poucos dias, a liga das nações árabes encabeçada pelo Egito. Repetição da história, pois este foi o primeiro império vencido após a saída da escravidão.

Por: Ailton da Silva

conteúdo da Bíblia

Durante um tempo de prosperidade, este profeta de Judá pregou aos ricos lideres de Israel sobre o juízo de Deus; insistia em que pensassem nos pobres e oprimidos antes de pensarem em sua própria satisfação.

Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Liderança em tempos de crise. Plano de aula.

LIDERANÇA EM TEMPOS DE CRISE

SILÊNCIO = PRUDÊNCIA
JERUSALÉM – TERRA DE NINGUÉM
CONTRA A CARNE, SANGUE OU APATIA?
POBREZA INTERNA E A ZOMBARIA EXTERNA
OBSERVAÇÕES NOTURNAS REVELARAM MAIS

PROPOSTA DA LIÇÃO:
• Um copeiro do rei se entristeceu pela situação de Jerusalém?
• Na cidade avaliou a situação e os estragos. Estava procurando aliados?
• O “inimigo” tentou embargar a reconstrução por várias vezes;
• Prioridade de Neemias: reconstrução e não privilégios;
• Lema de Neemias: “Levantemo-nos e edifiquemos”;
• Todos se envolveram no trabalho. Do maior ao menor;
• A cidade estava destruída, mas ainda estava nos planos de Deus;
• Neemias esteve o tempo todo com o povo trabalhando;
• Cada um sabia o que fazer, não perdiam tempo.

INTRODUÇÃO
Neemias, abnegado e fiel servo de Deus, um articulador, um verdadeiro líder, destacou-se pelo seu elevado senso de organização, humildade e coragem. Chegou em Jerusalém e ficou sem silêncio, apenas observando com muita prudência a situação da cidade (2.12,16). Como havia sido enviado pelo rei e estava de posses das cartas, para comprovação, poderia ter revelado a todos a sua missão, fazendo prevalecer a autoridade que lhe fora concedida. Mas em quem confiar? Aquele ambiente era tão hostil.

Era uma crise sem precedentes, que para muitos não teria fim, pois os repatriados, da primeira e segunda turmas, ainda estavam desmotivados e não encontravam forçar para mudarem aquela situação. Nos dois primeiros retornos até estavam animados, mas foram obrigados a paralisarem as obras por um decreto real (Ed 4”21).

A crise atingiu os campos estrutural, político, social e espiritual. Era essencial e urgente a presença de um líder autêntico, que fosse capaz de reverter aquele trágico quadro. Este era o momento ideal para que um homem fosse levantado, de um longínquo e inesperado local, com poucos recursos materiais, apenas provido da capacitação de Deus.

a) Outras característica de Neemias, o líder completo;
• Corajoso, destemido, determinado, perseverante;
• Humilde, prudente, probo, cauteloso;
• Comunicativo, empático, motivador, participativo;
• Sábio, responsável, organizado, estrategista;
• Motivador, participativo, prospectivo;
• Discernente, homem de oração e temente a Deus.

I. AS CARACTERÍSTICAS DO LÍDER NEEMIAS
1. Um líder corajoso.
Quem dentre os homens da terra poderia demonstrar tamanha preocupação e amor por Jerusalém? Quantos não foram informados da situação e não tomaram nenhuma atitude? Justificativas para isto tiveram, pois estavam na segura, confortável e aprazível Babilônia. Para que olhar para trás? Enxergariam somente a miséria e destruição. Aos olhos de muitos, Jerusalém estava condenada a ruínas, em pouco tempo.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

mensagem 29 - Jesus nos envia para lugares para enfrentarmos perigos?

Introdução – Lc 18”22-23

Existem situações na vida em que nos deparamos com momentos de perigo. Muitos homens de Deus também passaram por estas situações. Jesus permite passarmos por ela a fim de que cresçamos na fé.

1) Poucos são os ceifeiros, pois muitos desistem ou não buscam o fortalecimento para enfrentarem os perigos eminentes. Podemos encontrar muitos perigos na seara e até mesmo entre os congregados (Mt 9”37):
• Rm 1”29-31 – Os que não conhecem a Deus, os cheios de iniqüidades, os que praticam a prostituição, os maliciosos, os avarentos, os maldosos, os invejosos, os homicidas, os contendeiros, os enganadores, os murmuradores, os detratores, os injuriadores, os soberbos, os presunçosos, os inventores de males, os desobedientes aos pais, os néscios, infiéis nos contratos, os sem afeição natural, os irreconciliáveis, os sem misericórdia;

• Gl 5”19-21 – Os impuros, lascivos, os idólatras, os feiticeiros, os que praticam inimizades, porfias, emulações, os irados, os que praticam as pelejas, dissensões, heresias, os bêbados, glutônicos;

• I Co 6”9-10 – os injustos, os devassos, os adúlteros, os efeminados, os sodomitas, ladrões, os maldizentes.

2) Os discípulos também enfrentaram situações semelhantes:
• Mt 10”6 – A primeira missão dos discípulos, ao serem chamados, foi alcançarem as ovelhas perdidas de Israel, onde encontrariam os leprosos, mortos de todas as naturezas, endemoniados, traidores, etc;

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Aguardem!

Últimos detalhes da capa e algumas correções. Tão logo eu receba o meu exemplar disponibilizarei.

Por: Ailton da Silva