quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Pré-aula - Lição 3: Joel - O derramamento do Espírito Santo - Ev. Dr. Caramuru
Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Lição 3 - Joel - O Derramamento do Espírito Santo - AD Londrina
Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III
Ester - informações essenciais
PROPÓSITO:
Demonstrar
a soberania e o cuidado amoroso de Deus por seu povo.
AUTOR:
Desconhecido.
Possivelmente Mardoqueu (9.29). Alguns estudiosos sugerem Esdras ou Neemias
por causa da similaridade entre eles nos estilos da escrita.
DATA:
Aproximadamente
470 a .C.
(Ester se torna rainha em 479).
PANORAMA:
Embora na
Bíblia o livro de Ester venha após o de Neemias, seus fatos ocorreram
aproximadamente 30 anos antes dos registrados em Neemias. A história se
passa no período do Império persa e quase todos os fatos ocorrem no palácio do
rei em Susã, a capital persa.
VERSÍCULO CHAVE:
“Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento
de outra parte sairá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e
quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino”?
PESSOA CHAVE:
Ester,
Mardoquei, rei Assuero e Hamã.
LUGAR CHAVE:
O palácio
do rei em Susã, Pérsia.
CARACTERÍSTICA PARTICULAR:
Ester é
um dos livros bíblicos com nome de mulher (Rute é o outro). O livro é singular em
sua versão original por não conter qualquer nome, titulo ou pronome para Deus (leia
nota sobre 4.14). Isto fez com que alguns pais da igreja questionassem sua inclusão
no cânon. Mas a presença de Deus é clara por todo o livro.
Informações
extraídas da seção “Informações essenciais” – Bíblia de Estudo Aplicação
Pessoal
Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
lição 2 - pós aula
Muitos estão no lamaçal ou
voltaram, mas mesmo assim não podemos criticar, pois a qualquer momento eles serão
resgatados e por um "bom preço" (I Co 6.20).
Oséias 3.3 – promessa de proteção
contra idolatria e de eternidade.
Uma resposta que possivelmente daríamos
a Deus: “me peça qualquer coisa, menos isto. Como ficará minha reputação”?
Manda outro Deus, manda outro.
Manda Amós, Miquéias, manda algum dos profetas maiores ou dos orais, porque eu?
“quem sou eu, disse Moisés” (Ex
3.11), traduzindo: manda outro, manda outro. E olha que era para ser um líder,
chefe do povo, legislador, profeta, para ter o nome lembrado por todas as
gerações e o homem não queria, imagina então se fosse para uma missão como a de Oséias.
Imagine se Deus tivesse falado
assim para Moisés: “Ei, Moisés, volte ao Egito e se case com uma egípcia. De
preferência com uma parente daquele homem que você matou”. A resposta dele
seria curta e direta: “Vou nada, to fora, manda outro, eles estão doido para se
vingar de mim”.
Se Deus tivesse dado a Oséias
ouro e prata para simbolizar a prosperidade do reino do Norte, ele diria sim
sem pensar duas vezes? Teríamos até fila de profetas para concorrerem ao cargo,
usa-me, usa-me, usa-me! Mas para casar com uma prostituta certamente
ouviríamos: misericórdia, misericórdia, sangue do Cordeiro.
Hoje, como temos muitos crentes
“bocudos”, certamente a resposta seria a segunda opção: misericórdia,
misericórdia, sangue do Cordeiro.
Capítulo 1 de Oséias:
advertências, juízo e promessa de restauração, tudo em apenas 11 versículos em
uma simples história, simples história? (grifo meu).
Mulher de Oséias, quase uma
mulher pródiga, tinha tudo e não deu valor, preferiu o de fora (Os 2.5), mas
quando ouviu o chamado do esposo (a compra) ela voltou. Será que o pai reuniu
os filhos e gritou bem alto: Alegremo-nos,
pois sua mãe “estava morta e reviveu, esta perdida e achou-se”.
Que vai e vem entre Oséias e sua
mulher. Ainda bem que foi assim, pior se fosse de outra forma: “Ei, profeta,
case com uma mulher e caso ela te largue, não vá atrás e tampouco a procure
novamente”, misericórdia!
Judá e Israel ficaram cercados
pelos inimigos, Babilônia e Assíria, respectivamente, que esperaram somente o
momento certo para atacar. A deixa para o ataque viria do próprio povo, alias a
brecha sempre vem de nós para permitirmos o ataque do inimigo (I Pe 5.8).
Seria possível encontrarmos a
figura do profeta Oséias na igreja? Já no caso da mulher é bem mais fácil.
Os 3 primeiros capítulos do livro
de Oséias é o oposto do livro de Cantares (Oséias, prostituta, abandono.
Cantares, mulher amada).
Oséias, um verdadeiro pastor em
busca de uma ovelha perdida.
Não tinha como Oséias não
obedecer, não tinha como “bater boca com Deus”
Era melhor ser conhecido como o
marido da prostituta, do que ficar famoso como o profeta que disse NÃO, assim
como Jonas, o profeta fujão.
Vai Oséias! Sim Senhor. Vai
Jonas, NÃO!
Mesmo retornando para o seu
antigo ambiente, a mulher de Oséias ainda estava no coração de Deus.
Deus sabia muito bem com quem
estava mexendo quando tirou Israel do Egito, da mesma forma que Ele sabe quando
nos tira do mundo e nos traz para a sua maravilhosa luz.
Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III
sábado, 13 de outubro de 2012
Antes só do que mal acompanhado?
Ah, se Deus tivesse este mesmo pensamento, o que teria sido de Israel? Teria ouvido a declaração de amor e posse definitiva (Ex 19.5)? Seus clamores no Egito seriam ouvidos (Ex 3.9)? Moisés teria sido enviado para libertá-los (Ex 3.10)?
Deus conhecia Israel, sabia com quem estava mexendo (cfe Os 1.2), mas resolveu, digamos, dar uma chance para que revelasse seu caráter e o local ideal para isto seria o deserto (Os 13.5), bem longe de seus “amantes, os falsos deuses”, principalmente aqueles conhecidos na extensa relação idolatra egípcia, durante os anos de escravidão, já que ficaram frente a eles e sujeitos, sem contar que neste meio tempo sequer conheciam a Deus (Ex 13.14).
Como seria fácil para Israel se desvencilhar do velho homem (cfe 2 Co 5.17), aplicação perfeita para aquele momento, haja vista que Deus não estava requerendo nada de especial ou de difícil de ser atingido pelo povo recém liberto.
O que Israel não contava era com a presença constante do “pouco fermento” em terras cananéias (Jz 2.3; cfe 1 Co 5.6), quantidade suficiente para levedar toda aquela massa de pretensos fiéis alegres com a libertação, que havia gritado em alto e bom som que fariam tudo o que o Senhor lhe ordenasse (Ex 19.8).
Enquanto caminhavam no deserto conseguiram manter um certo ar de “pureza” ou, pelo menos, as máscaras sempre estiveram bem presas em suas “caras largas”, mas quando receberam o presente, a herança para avivar, renovar e reforçar a aliança do Sinai (Ex caps. 19 e 20), se deram de frente com os novos “amores”, desconhecidos por eles até então, porém bem mais destrutivos que as divindades egípcias ou que aqueles conhecidos e adorados durante a caminhada no deserto (Ex 32; Nm 25.2).
Os povos não expulsos de Canaã (Jz 2.3) disseminaram seus ensinos sobre seus falsos deuses e os apresentaram aos recém chegados, cansados e famintos hebreus. Aquela nova geração que foi agregada estava carente da operação de Deus e muitos deles esqueceram tudo o que havia acontecido com seus antepassados que saíram do Egito. Será que a aliança havia sido quebrada? Da parte de Deus, jamais (Jz 2.1).
Quando se deram às primeiras práticas idólatras cananéias, eles ouviram do Senhor que a aliança jamais seria quebrada, somente estava correndo sério perigo, devido a tolerância e erro deles próprios.
Israel havia sido tirado de uma casa de prostituição espiritual, o Egito, e levado para ao encontro de seu fiel esposo (Os 1.2) para viver em eterna alegria, mas na primeira oportunidade em que esteve frente ao seu passado tenebroso e idólatra, facilmente se deixou corromper e retornou as velhas práticas (Os 2.5). Restava somente um resgate, mas como?
Um bom preço (Os 3.2, cfe 1 Co 6.20) seria capaz de trazê-los novamente, da mesma forma como Oséias fizera com sua esposa infiel e com o desenrolar desta história toda fomos igualmente alcançados e comprados para permanecermos eternamente com o nosso Deus (cfe 1 Co 7.39), já que o “o marido” não morre, é Eterno, portanto a lição é igualmente caracterizada.
Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III
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