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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Os discípulos e a teologia dos amigos de Jó

Os discípulos de Jesus, ainda meio confusos, acreditavam que o problema do cego (Jo 9.2) fosse produto do pecado dele ou dos pais, ou seja, imaginavam que doença e pecado fossem a mesma coisa. Esta foi a fala dos amigos de Jó.

Na época, pela crença judaica "era comum associar uma calamidade ou sofrimento ao pecado” (BAP, nota de rodapé, referente João 9.3). Isto era um costume muito antigo, visto no ocorrido com Jó, pois seus amigos relacionaram o seu sofrimento ao seu suposto pecado.

Pela primeira e única vez, Jesus ensinou a seus discípulos a forma correta de analisar uma doença, para depois oferecerem a cura.

Algum tempo depois os apóstolos deram continuidade à obra de Jesus e se depararam com ocasiões idênticas a anterior e quais foram as suas reações? Aprenderam a lição?

Quando Pedro e João subiram ao Templo encontraram um varão, que mesmo antes de nascer, já era coxo (At 3.2). Quando os viram, reagiram de uma forma diferente.

Perguntaram entre si de quem era a culpa por aquela situação?

Quem havia pecado para que ele nascesse coxo?

Isto não era mais preocupação para eles. Não interessava o passado da pessoa, mas sim o presente e o futuro.

Pedro e João não disseram nada, pois aprenderam a lição, apenas fitaram os olhos no coxo e disseram: “olha para nós”.

Paulo e Barnabé, durante a primeira viagem missionária, se depararam com algo semelhante em Listra (At 14.8) e da mesma forma não interrogaram acerca da origem da doença e tampouco a associou ao pecado do pobre homem ou dos pais.

E olha que Paulo e Barnabé não fizeram parte dos 12 que andaram com Jesus, mas certamente foram instruídos por eles, para que nunca, em circunstância alguma, dessem brechas para que o inimigo atacasse o Evangelho.

Por: Ailton da Silva

A prosperidade no Antigo Testamento. Plano de aula.



RICOS ABENÇOADOS?
POBRES AMALDIÇOADOS?

OLHOS ENGODADOS PELA GORDURA
RETRIBUIÇÃO X SOBERANIA DE DEUS
ACÚMULOS DE BENS OU DE PROBLEMAS
TEM “BENS” QUE O CORAÇÃO NÃO SUPORTA
LIÇÃO 2 - 1º TRIMESTRE 2012

PROPOSTA DA LIÇÃO:

• Prosperidade é somente acúmulo de bens e saúde perfeita?
• Riqueza – dádiva de Deus? Pobreza – julgamento divino?
• Todos, ricos e pobres dependem do favor de Deus;
• Prosperidade espiritual em primeiro lugar. Em segundo a material;
• Povo afligido pela doença, medicina limitada e Deus soberano;
• Forma de prosperidade material: trabalho;
• A graça de Deus é estendida a todos os homens indistintamente;
• Obediência: causa das bênçãos e prosperidade;
• Desobediência: causa da maldição;
• Paradoxo ou realidade bíblica: justos sofrem e maus prosperam.

INTRODUÇÃO
A sociedade judaica era composta pelos grandes proprietários, comerciantes e integrantes do alto clero que faziam parte da classe alta. Na média encontrávamos os sacerdotes, pequenos e médios proprietários rurais ou comerciantes. Na baixa estavam os trabalhadores em geral e entre os miseráveis encontrávamos os mendigos, escravos, os excluídos sociais e os ladrões.

No Antigo Testamento, a prosperidade não se resumia apenas ao acúmulo de posses, bens materiais e saúde perfeita, mas sim referia-se a dimensão espiritual, a um intimo relacionamento com Deus, tanto que é possível vermos personagens bem sucedidas, mas que não estavam no pleno gozo da prosperidade, propriamente dita (Sl 73.2), e pessoas prósperas que não eram, aos olhos humanos, bem sucedidas ou que estavam passando por algum problema (Jó 1.14-22).

Por isto podemos afirmar que tais condições não são características essências que evidenciam a prosperidade, já que esta é o resultado de uma vida de obediência e fidelidade a Deus.

Os teólogos da prosperidade se utilizam da Palavra, por meios de versículos isolados e ignorando os contextos (Dt 15.4; Sl 82.6) e inventando pretextos para justificarem suas doutrinas.

I. RIQUEZA E POBREZA; DOENÇA E CURA NA ANTIGA ALIANÇA
1. PROSPERIDADE E SOLIDARIEDADE.
No Antigo Testamento a riqueza e pobreza andavam lado a lado (Rt 2.1-2), mas não poderiam, por isto, serem associadas a benção ou maldição. Ninguém era amaldiçoado ou abençoado em virtude das suas posses ou pobreza. Todos os dois lados dependiam do favor de Deus (I Sm 2.7-8). O certo é que os que estavam em melhores condições deveriam se atentar para os menos favorecidos (Dt 15.4-11), desta forma a prosperidade se tornaria verdadeira, pois a solidariedade seria um de seus sinônimos.

Era alto o número de pobres em Israel. Existem alguns exemplos como o de Rute, a moabita pobre e Boaz, o rico, mas as condições sociais poderiam aferir a prosperidade de um e a pobreza de outro. Não temos base para fundamentar a afirmação de que ela estava diante do julgamento Divino enquanto que ele estava agraciado pelas bênçãos de Deus, pois quem alcançou o favor diante de Deus? Ela ou ele? A prosperidade pode sim ser aferida pela presença de alguns valores tais como a justiça, o entendimento e a humildade, presentes na vida dos dois (Sl 73.1).

A pobreza, sempre existiu em Israel (Dt 15.11; Jo 12.8), não por imposição de Deus, mas sim em decorrência de catástrofes naturais, colheitas desfavoráveis, guerras com os seus vizinhos e ferrenhos inimigos ou pelos desvios espirituais do povo que sempre culminavam com a correção Divina. Nestes casos, a lei mosaica previa que os ricos deveriam atender a estas vitimas. A solidariedade deveria ser uma constante.

a) Lei da rebusca:
A Lei da Rebusca ou respiga (Lv 23.22), estabelecia que o proprietário não poderia efetuar a colheita na sua totalidade, sob pena de maldição, mas sim deveria deixar aos pobres tudo o que caísse no chão. Não precisava fazer alarde e tampouco convocá-los, pois eles conheciam a lei e ficavam esperando o momento da benção. Noemi e Rute, fizeram uso desta lei e sobreviveram ao período de escassez e fome pelo qual passaram (Rt 1.1).

2. PROSPERIDADE E ESPIRITUALIDADE.
A condição privilegiada do homem não está atrelada à sua espiritualidade, por isto o cristão não pode buscar somente o seu bem estar físico e as riquezas materiais, pois existem outras prioridades em sua vida (Pv 10.22). Dentre estes tesouros podemos destacar o conhecimento (Pv 3.13), a integridade (Sl 7.8), a justiça (Sl 15.2), o entendimento (Pv 15.32), a humildade e a paz (Pv 15.33).

As respostas para todos os problemas sociais são encontradas na Palavra de Deus, por isto a igreja deve se preocupar com a situação espiritual dos pecadores, mas não pode, em hipótese alguma, desprezar os necessitados. A igreja primitiva, desde o principio, sempre se importou com o próximo, tanto que os primeiros crentes venderam suas propriedades e depositaram o dinheiro aos pés dos apóstolos, que certamente usavam de forma a suprir as necessidades da igreja (At 2.44,45; 4.34-37) e não para satisfação de suas vaidades individuais.

3. PROSPERIDADE E BEM-ESTAR FÍSICO.
No Antigo Testamento encontramos uma série de enfermidades que assolavam o povo, que devido a limitada medicina, da época, que tratava apenas aos ferimentos exteriores, sempre buscavam em Deus a solução para os seus problemas, pois Ele era o médico de Israel (Êx 15.26).

Deus, tanto curava, quanto permitia que a enfermidade assolasse o povo, pois a sua soberania transcede todo o nosso entendimento e necessidade (Jó 5.18) e todas tem o seu propósito (Sl 119.67).

Um bom exemplo de bem estar físico foi o José no Egito (Gn 39.2-4). Como poderíamos esperar que sua vida tomasse novos rumos de uma hora para outra? Escravo, prisioneiro e por fim estava vivendo como uma respeitada autoridade no palácio, somente Deus poderia ter prosperado a vida daquele jovem. Desde o inicio enfrentou vários problemas, mas ao final recebeu a prosperidade.

II. A PROSPERIDADE COMO RESULTADO DO TRABALHO E DO FAVOR DE DEUS
1. O TRABALHO COMO PROPÓSITO DIVINO.
A prosperidade sempre esteve ligada ao trabalho no Antigo Testamento, portanto se outra forma apresentada é totalmente contrária à Palavra. Isto começou no ainda no paraíso, onde coube ao homem a tarefa de cuidar, vigiar e lavrar (Gn 2.15). A prosperidade alcançada pelo trabalho é algo bíblico (Dt 8.18), mas a indolência e a preguiça (Pv 21.25) são condenadas na Bíblia.

No jardim do Éden o homem viveu uma vida próspera, feliz e abençoada. Foi um período de inocência, comunhão e prosperidade, pois esteve em um lugar agradável, tranqüilo, que lhe proporcionava bem estar físico e mental, com alimento a sua disposição.

Jacó também foi um homem próspero, pois trabalhou durante 20 anos com seu tio Labão (Gn 31.41), porém deixou claro que não fosse o trabalhar de Deus em sua vida ele não teria atingido aquela situação de prosperidade.

2. A BÊNÇÃO DE DEUS COMO FAVOR DIVINO.
A prosperidade também pode ser compreendida como um favor divino, uma benção dada a todos os homens (Pv 10.22), fato este conhecido na teologia como ‘graça comum’. Todos são alcançados por ela, por isto devemos reconhecer o Senhor como fonte de toda prosperidade.

A benção para Israel era como uma confirmação da aliança feita com Abraão. Se dependesse da justiça ou fidelidade certamente eles mesmos criariam muitos obstáculos para serem abençoados.

O rei Uzias buscou o Senhor e foi um homem próspero. De forma extraordinária desfrutou de sucesso e progresso (II Cr 26.7-15), mas a soberba entrou em seu coração e toda a prosperidade alcançada em sua vida caiu por terra (II Cr 26.16-23).

III. PRINCÍPIOS BÍBLICOS PARA A PROSPERIDADE
1. RETRIBUIÇÃO.
Todos os patriarcas de Israel foram bem sucedidos na vida, não pela posição ou escolha de Deus, ou porque não vieram a cometer pecados, mas porque desde o inicio mantiveram uma intima comunhão com Deus e viveram uma vida de obediência. Abraão foi abençoado (Gn 14.18-20), Isaque (Gn 26.1-6), Jacó (Gn 30.43), José (Gn 40.41-43).

A lei da retribuição é bem conhecida do povo de Deus (Dt 27 e 28). A causa das bênçãos e prosperidade sempre foi a obediência, assim como ocorreu no caso dos patriarcas, mas por outro lado a desobediência sempre trouxe sérias consequências ao povo (Jz 2.11) após a morte de Josué, (3.12) após a morte de Otniel, (4.1) após a morte de Eúde, (6.1; 10.6; 13.1). Durante o período tribal isto aconteceu com frequência, já na monarquia foi bem menos, pois houve o ministério dos profetas enviados por Deus, que alertavam o povo e os governantes.

2. SOBERANIA DIVINA.
Mesmo diante da lei da retribuição, existem muitos casos em que a soberania de Deus impera. No tocante a prosperidade, a relação causa e efeito, as vezes fica subordinada a vontade de Deus, a isto também se aplica a questão do pecado e suas consequências. Talvez por isto encontramos o salmista reclamando da prosperidade dos ímpios (Sl 37.1-7).

Outra prova da soberania Divina é o fato do sofrimento dos justos e da prosperidade dos maus (Sl 73.3). Para estes casos, o coração teve mais do que poderia suportar e os olhos ficaram inchados por causa da gordura (Sl 73.7). Moisés, mesmo fiel, no final da carreira desejou ardentemente entrar na boa terra (Dt 3.25), mas não obteve sucesso diante da soberana vontade de Deus.

Os amigos de Jó apenas reconheciam o principio da retribuição ou a lei do pecado e suas consequências, por isto atribuíram a ele o peso do erro. A situação de Jó nos revela o quanto ainda Deus se preocupa com o homem, seja em que circunstâncias ele estiver (Jó 42.6).

CONCLUSÃO - OBJETIVOS DA LIÇÃO
A prosperidade no Antigo Testamento não era resultado de méritos pessoais, pelo contrário, dependia totalmente da relação homem e Deus. também não pode ser entendida como casual, circunstancial, fruto da lei da causa e efeito. A soberania Divina está acima de todas as circunstâncias.

1) Conceituar: A prosperidade no Antigo Testamento.
• Era muito mais do que o acúmulo de posses, bem estar e saúde;
• Conhecimento, integridade, justiça, entendimento, humildade e paz.

2) Identificar as fontes da prosperidade no Antigo Pacto.
• A prosperidade sempre esteve ligada ao trabalho na Antiga Aliança;
• A prosperidade é um favor divino (soberania de Deus).

3) Compreender: Os princípios veterotestamentários e a prosperidade;
• Lei da Retribuição: a prosperidade é resultado da obediência;
• Soberania Divina: a lei de retribuição não anula a soberania de Deus

REFERÊNCIAS:
BARBOSA, Francisco A. A prosperidade no Antigo Testamento. Disponível em: http://auxilioebd.blogspot.com/2012/01/licao-2-prosperidade-no-antigo.html. Acesso em 05 de jan. 2012.

BARBOSA, José Roberto A. A prosperidade no Antigo Testamento. Disponível em: http://subsidioebd.blogspot.com/2011/12/licao-02.html. Acesso em 02 de jan. 2012.

Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

GABY, Wagner. A missão integral da Igreja. Porque o reino de Deus está entre vós. Lições Bíblicas. Faixa Jovens e Adultos. 3º trimestre de 2011. Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2011

GERMANO, Altair. A prosperidade no Antigo Testamento. Disponível em: http://www.altairgermano.net/2011/12/prosperidade-no-antigo-testamento.html. Acesso em 30 de dez. 2011.

JESUS, Isaias Silva de Jesus. A prosperidade no Antigo Testamento. Disponível em: http://rxisaias.blogspot.com/2012_01_01_archive.html#1607143323725963065. Acesso em 05 de jan. 2012.

LOURENÇO, Luciano de Paula. A prosperidade no Antigo Testamento. Disponível em: http://luloure.blogspot.com/2012/01/aula-02-prosperidade-no-antigo. html. Acesso em 05 de jan. 2012.

Por: Ailton da Silva

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Leiamos os nossos direitos!

Más nós temos direitos! Que direitos, crentes? Que direitos?

Deus já nos disse quais direitos temos, aliás qual direito:

"Todos vós, CRENTES, tem o direito de: "permanecerem calados, na presença do PAI, pois tudo o que disserem poderá ser usado contra vós, no TRIBUNAL"

Não vamos facilitar!

Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

um pouco da aula do Profº Caramuru Francisco

Muito boa esta aula. Segue alguns pontos:
  • Eliseu pediu a "porção dobrada" e recebeu, pois ele realizou 13 milagres. O 14º foi quando ressuscitou o morto com os seus ossos, enquanto que Elias realizou somente 7 (encontrei alguns que afirmam que um realizou 13 e o outro 26);

  • Por isto que algumas igrejas colocam em suas fachadas: "pare de sofrer". Eles pregam que o homem é um pequeno deus;

  • "Todos os reinos te darei se protrados me adorares" - mas ele é mentiroso, não possuia nada;

  • Rhema e logos – mas Deus vai e fala “não”;

  • Cuidado quando for cobrar a Deus, lembre-se que somos devedores, Ele poderá nos cobrar muito mais.
Fonte: www.portalebd.org.br/principal/videos

Por: Ailton da Silva

Os propósitos dos pastores da prosperidade:

Os teólogos da prosperidade não querem problemas. Eles pregam a conquista, a riqueza material, o bem estar, físico e espiritual e a saúde perfeita, traduzindo, um verdadeiro mar de rosas para o cristão, mas analisando, ao pé da letra conforme Gl 2:3, eu cheguei a conclusão que eles NÃO querem na verdade é: TRABALHO E DORES DE CABEÇA. Não querem preocupações com seus membros, com suas cargas, que são muitas.

Eles desenvolvem seus ministérios de uma forma tão serena, sem preocupações ou por acaso os seus membros batem em suas portas, altas horas da noite, madrugada ou mesmo durante o dia para apresentarem seus problemas, dificuldades, doenças e lamentos.

Assim é fácil ser ministro do Evangelho, pastor, dirigente de Igrejas e até mesmo crentes. Com tudo na mão e acessível. Acho que é por isto que as igrejas hoje estão super lotadas, cheia de pessoas felizes, bem de vida, prósperas, vendendo tudo o que tem para darem aos pobres, atendendo as viúvas, orfãos e estrangeiros. Utopia!

Mais alguns títulos para a teologia da prosperidade:
  • Teologia do “não encoste em nós” (nós, considero ministério);
  • Teologia da vitória certa;
  • Teologia da vitória sem luta;
  • Teologia das lutas vencidas em gabinetes e à canetadas;
  • Teologia da imunidade geral;
  • Teologia dos amigos de Jó (colaboração Profº Caramuru)
Por: Ailton da Silva

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

conteúdo da Bíblia


Neste evangelho é enfatizado como a salvação em Jesus está ao alcance de todos. O evangelista mostra como Jesus estava em contato com as pessoas pobres, com os necessitados e com os que são desprezados pela sociedade.

Extraído da seção: "Ajuda ao leitor" - Bíblia Sagrada - Harpa Cristã – Baureri

Por: Ailton da Silva

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

DESMONTANDO PRESÉPIOS – ORIENTAÇÕES PRÁTICAS:

1º passo - Mt 2:1-11
Pegue a sua Bíblia (presépio nenhum resiste à Palavra de Deus) - Mt 2:1-11



2º passo - Mt 2:1
Vamos descoroar os magos, pois eles não eram reis (Mt 2:1), eram apenas estudiosos, adivinhadores que provavelmente conheciam boa parte das profecias messiânicas. Acho que conheciam mais que os próprios hebreus, pois perceberam o sinal e acreditaram. Como homens de outras regiões da terra acreditaram, mesmo não conhecendo a essência da promessa? E os maiores interessados repousavam em suas casas ainda esperando o Messias valente, general, com tanques de guerra e grande exército. Talvez um pregador de prosperidade, vitória sem luta.


3º passo - Mt 2:11
Não foram três magos, por isto deleto um, acho que vou tirar outro, tradição por tradição, poderiam dizer que foi apenas um “rei mago muito rico”, que viajou centenas de léguas sem exército, sem proteção e acreditando em algo que não era para glorificação da nação dele, mas somente de Israel, como seria emocionante, muitos chorariam e tomariam como exemplo, provavelmente viajariam centenas de milhas para repetirem o ato (fazem hoje com cruz) e socorreriam algum recém nascido. Quantas palmas ouviríamos por isto? Eu não se isto seria tão pior ou desnecessário quanto jogarem balas de caminhonetes zero para as bobas crianças, uma vez por ano, imaginando que isto apagará os 364 dias de humilhação que provocam nos pais delas. No mínimo foram dois magos, mas vou deixar apenas um.



4º passo - Mt 2:11
Vou tirar o bebê do presépio, pois creio que pela resposta dos magos a Herodes e por evidências bíblicas Jesus não foi encontrado na manjedoura, em uma gruta e muito menos neste dia fatídico. Para ser mais exato Ele já estava em idade para frequentar “creche, maternal 1 ou quase na fase final do berçário 2” (pela minha experiência profissional).

Ele estava com seus pais em sua casa, aguardando orientações de Deus e não ali exposto e desprotegido. Todo cuidado era pouco, pois naquele tempo já corria perigo.


5º passo - Mt 2:11
Como não tinha a figura do bebê, logicamente os pais não estariam ali, pois que função teriam naquele lugar? Então vou tirar do presépio a mãe e o pai, mesmo porque estava cuidando dele na casa. Afinal de contas, vai que aparece um papai noel (credo), rodeado por renas (credo 2) num trenó (credo 3), para trazer presentes? Não, para levar, pois o papai noel não traz, ele leva (seu 13º salário).


6º passo - Mt 2:11
Como o bebê e o pais não estavam naquele lugar, não teria lógica os magos pararem ali, a não ser para descansarem um pouco da viagem. Aquela gruta era para animais, por isto vou deixá-los. A estrela também vou deixar pois ela foi a guia, mas os magos não entenderam, eles erraram o endereço. O Messias não estava na gruta, estava na casa ao lado. Se pelo menos tivessem perguntado a alguém: “Onde está o menino, viemos adorá-lo? Para Herodes fizeram esta pergunta, porque não repetiram o mesmo gesto aos vizinhos do bebê? Certamente alguém responderia: “O menino que vocês procuram está na casa ao lado”.


Viram como é fácil desmontarmos um presépio, aliás quanto trabalho sem necessidade! A desmontagem? Não, a montagem. Aquela gruta servia apenas de refúgio de animais. Quando os magos chegaram encontraram Jesus correndo e brincando pela casa.

Os natais incitam ou não à idolatria?

Um povo que deveria estar estudando a Palavra, buscando as revelações de Deus, mas ficam perdendo tempo com este calendário escravizante. Se toda esta disposição e garra para defender esta tradição (romana, pagã e anterior ao paganismo, idos de Genêsis, pós dilúvio, início da idolatria no mundo) fosse revertidas para a EBD e aos culto de ensinamentos?

Mas como disse anteriormente: Respeito quem comemora, mas na minha "guela" não desce. Prefiro comemorar a morte e ressurreição, que são mandamentos claros para a igreja. Sinto Muito.

Por: Ailton da Silva