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terça-feira, 25 de setembro de 2012

2 Crônicas - informações essenciais


PROPÓSITO:
Unificar a nação mediante a restauração da verdadeira adoração a Deus. Os padrões divinos de justiça e retidão foram demonstrados pela forma como os reis foram julgados. Os soberanos justos de Judá e o avivamento na fé no reinado deles foram louvados. Os pecados dos reis iníquos foram denunciados e condenados.

AUTOR:
Esdras, de acordo com a tradição judaica.

DESTINATÁRIO:
Toda a nação de Israel.

DATA:
Aproximadamente 430 a.C. Neste livro, estão registrados os acontecimentos desde o inicio do reinado de Salomão (970 a.C.) até o inicio do cativeiro na Babilônia (586 a.C.).

PANORAMA:
A narrativa de 2 Crônicas é um paralelo a de 1 e 2 Reis, e serve como comentário desta. Originalmente, 1 e 2 Crônicas formavam um único livro, escrito após o exílio, a partir de uma perspectiva sacerdotal que realçava a importância do Templo e do avivamento da fé em Judá. O reino do Norte, Israel, foi ignorado nesta narrativa.

VERSÍCULO CHAVE:
“E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”. (7.14).

PESSOA CHAVE:
Salomão, rainha de Sabá, Roboão, Asa, Josafá, Jeorão, Joás, Uzias, (Azarias), Acaz, Ezequias, Manasses, Josias.

LUGARES CHAVES:
Jerusalém e o Templo.

CARACTERÍSTICA PARTICULAR:
Há um registro detalhado da construção do Templo.

Informações extraídas da seção “Informações essenciais” – Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal
  
Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

Lição 14 - A vida plena nas aflições - AD de Curitiba



Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Proposta das lições: 4 trimestre 2012 - 1ª parte do trimestre







Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

Lição 14 - Proposta

Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

lição 13 - pós aula


O problema não é a ida até a fama, mas sim à volta ao anonimato.

Pedro ficou famoso da noite para o dia. Dormiu ignorante da Palavra e acordou sábio e entendido (Tg 1.5). Ganhou 3000 almas, se fosse hoje, tomaria toda a primeira página do informativo da igreja.

A subida foi rápida, mas ele entendeu que a descida poderia ser mais rápida ainda, era só deixar a fama subir à cabeça.

Ei! Tiraram o meu cargo! Vou morrer, estou doente, vou mudar de igreja. Não esqueçam do exemplo de Ec 9.13-18.

Chega uma época em que os fatores biológicos falam mais altos e temos que dar lugar a outros mais novos, dispostos e interessados. O nosso tempo passou, chegou ao fim, por isto façam enquanto há forças (Ec 12.1).

“Todos te buscam, Jesus”. Ora é para buscarem mesmo, mas não me rendo a fama.

Não temos estrutura para encararmos de frente a fama, fatalmente não saberemos lidar com este artifício maligno.

Alguns dos apóstolos ou auxiliares viajaram somente para conhecerem a obra missionária? Ou foram para trabalhar e sofrer, colocar a mão na massa? Chega de comitiva para o campo missionário, chega de supervisores.

Temos tantos departamentos nas igrejas e não chegamos sequer aos pés da primitiva, no que tange a evangelização, atendimento e socorro aos necessitados, órfãos e viúvas.

As perseguições e dispersão serviram para apresentar ao mundo os primeiros mártires? Ou apresentaram os valentões? “Nem que eu morro, mas prego”. Os valentões falaram isto somente quando estavam na frente da igreja, pois quando contemplaram a espada romana e a ira dos judeus, certamente correram. Corajoso é corajoso e valentão é valentão.

Paulo tinha todos os motivos do mundo para se imaginar o maior apóstolo do mundo, mas ele não se rendeu a fama (Rm 7.24; I Co 9.27), vejamos:
a) Foi chamado pelo próprio Jesus (At 9);
b) Era perseguidor e blasfemador (I Tm 1.13) e foi transformado;
c) Já veio com um conhecimento tremendo (At 22.3), que seria útil para que ele comparasse a lei com a graça, mas inútil para a pregação do Evangelho.

Vaidade é uma qualidade ou valor que não temos, não precisamos, mas que atribuímos a nós mesmos, para nada.

Seja o centro das atenções e caia. O evangelho é para pregar e não para ser usado como instrumento de enriquecimento ilícito.

Jesus disse não para a publicidade. Ele não precisou, pois já era conhecido e procurado pelos que necessitavam Dele.

Paulo, em sua segunda viagem missionária, também disse não a publidade. PUBLICIDADE DE DEMÔNIOS (At 16.17-18).

Pedro tinha palavra destinada a conversão em massa (At 2.42; 4.4). Tiago sossegava o ministério (At 15.13-20), João era mais amoroso e Paulo era direto, não rodeava (cfe 2 Co 13.1), mas qual deles poderia requisitar o título de “o maior apostolo do mundo”.

O leproso curado por Jesus (Mc 1.45), naquele dia atrapalhou o trabalho de Jesus.

Para ele era melhor falar do que sacrificar (Lv 14), pois o ritual do sacrifício era tão cansativo e demorado.

É melhor obedecer do que sacrificar (I Sm 15.22) ou mais fácil falar do que sacrificar (Mc 1.45)? Para o leproso foi mais fácil falar, eu também sairia falando.

Ainda bem que os anônimos podem andar sossegados na rua, de chinelo, de bike, carro, podem passear, coisas que muitos famosos não podem, mas eles não podem reclamar, pois buscaram isto.

Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

sábado, 22 de setembro de 2012

Que rei sou eu? Fugindo da fama!


Davi foi ungido por Samuel (1 Sm 16.13) diante de seus incrédulos e atônitos irmãos e desde então foi sentia o Espírito do Senhor em sua vida, enquanto isto Saul já dava indícios de que não estava mais agradando a Deus (1 Sm 16.14).

Então o caminho real, forrado com tapete vermelho, foi aberto definitivamente para Davi? Ele poderia rumar em direção ao palácio? Enfim seria reconhecido, ganharia status, respeito e “tapinhas nas costas”. No dia anterior estava no pasto e no seguinte poderia estar adentrando as mansões reais, isto é para poucos. Era tudo o que qualquer ser humano queria ou quer. Fama! Esta rapidez vista em sua unção não foi vista no processo de sua posse.

Porque não assumiu de pronto? Porque retardou os momentos de glória? Porque não desejou ser o centro das atenções? Tinha muito por aprender? Era muito jovem? Tanto quanto o rei Josias (2 Rs 22.1) e o rei Manassés (2 Rs 21.1)? Quais desculpas Davi poderia apresentar aos seus ansiosos súditos para justificar sua inercia em assumir rapidamente o trono? Eles queriam festa, “carreatas”, fogos, barulhos e principalmente banquetes.

Enfim, pareceu que Deus resolveu intervir na vida de Davi e o DIRECIONOU AO PALÁCIO, MAS NÃO PARA O TRONO, pois ainda não era a hora. Sua primeira atribuição foi zelar, limpar e carregar, em seus ombros, as armas de seu amado rei, o ungido, no qual ele não teve coragem de levantar as mãos. Pelo menos saiu do pasto e do convívio com os irmãos invejosos, tal qual foram os irmãos de José (cfe 1 Sm 17.28), mas isto era muito pouco diante da grandeza do futuro rei. Assim pensariam os seus mais próximos e leais súditos e oficiais.

O recém-ungido rei recebeu sua segunda tarefa, quem sabe agora esta seria grandiosa, explicita aos olhos de Israel, todos veriam. Iria e retornaria nos braços do povo. Fama e glória à vista! Seu pai lhe atribuiu como tarefa a entrega de pães e queijo aos irmãos e soldados.

Entregador de pão e queijo para quem esperava um trono? Era muito pouco. Isto era capaz de estressar qualquer inflamado assessor direto.

Depois da luta com o gigante Golias, quando ele voltou nos braços do povo (cfe 1 Sm 17.52-58; 18.4), mas isto foi momentâneo, pois os ciúmes doentio de Saul o instigou à fuga.

Durante este período, talvez tenha imaginado que estivesse apenas fugindo para preservar sua vida, mas isto foi necessário para que ele aprendesse diretamente com Deus. Mais ou menos a ordem foi esta:
  • Conheça o seu reino;
  • Deixe eles te conhecerem;
  • Avalie os seus vizinhos;
  • Conheça seus aliados;
  • Veja de perto seus inimigos;
  • Conheça a realidade espiritual de seu povo;
  • Saiba o que eles pensam de você;
  • Faça sua “campanha eleitoral”, antes de receber o trono.
Davi foi chamado no pasto, ungido em casa e recebeu o aprendizado bem longe do trono e da benção, tal como aconteceu com José, que foi chamado na cova, separado no deserto e recebeu todas as instruções entre os subalternos, nas frias prisões, diante do choro, da angustia e solidão para então assumir o subtrono do Egito.

Dois homens de Deus que governaram duas potencias mundiais. Não buscaram a fama, sequer imaginavam algo do gênero, mas Deus trabalhou e na hora certa exaltou esta dupla de governantes, cada qual com sua missão e respeito o contexto geopolítico de suas épocas.

Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III