segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Pós aula - lição 10
Mais uma da seção: “somente Deus explica”
Audácia de Jacó: depois de tudo o
que havia acontecido ele teve coragem de fazer um voto. O que lhe garantia que Deus
pudesse ouvi-lo? Jurado de morte, ficha extensa de delitos, estava de posse de
uma benção que não era sua (entendimento humano), longe da família, sem
perspectiva de futuro entre outras consequências de seus erros.
Ele entendeu que aquele era o
melhor momento para se buscar em Deus o refugio e fortaleza. O Deus imanente se
manifestou a ele.
A consciência de Salomão bateu
muito forte nele?
Salomão buscou as coisas de Deus e
as colocou em primeiro lugar, desta forma a paz, tranquilidade, sabedoria foram
acrescentadas em sua vida.
Transcendência de Deus: trono no
alto, eternidade (humanos esqueçam, jamais atingirão).
Imanência de Deus: Ele sabe que
somos pó, por isto vem até nós.
Por: Ailton da Silva - Ano V
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Cumprindo as obrigações diante de Deus. Plano de aula
TEXTO ÁUREO
“Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em
cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o” (Ec 5.4).
VERDADE PRÁTICA
A
nossa vida de adoração somente será verdadeira quando nos conscientizarmos dos
nossos direitos e deveres diante de Deus.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Ec 5.1-5.
1 - Guarda o teu pé, quando entrares na Casa de Deus; e
inclina-te mais a ouvir do que a oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem
que fazem mal.
2 - Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração
se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos
céus, e tu estás sobre a terra; pelo que sejam poucas as tuas palavras.
3 - Porque da muita ocupação vêm os sonhos, e a voz do
tolo, da multidão das palavras.
4 - Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em
cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o.
5 - Melhor é que não votes do que votes e não pagues.
PROPOSTA
•
Conhecimento sem o temor de Deus não é sabedoria;
•
Primeiro a obrigação, depois a devoção? Ou não?
•
Obrigações de ordem religiosa: culto, adoração;
•
Liturgia: o que há de errado?
•
Legalismo: obedecer leis sem conhecer seus
princípios;
•
Todas as religiões possuem noção e respeitam o
sagrado;
•
O homem foi criado por Deus como a coroa da criação;
•
Imanência: relacionamento de Deus com sua criação;
•
Deus se faz presente e abençoa seus filhos.
INTRODUÇÃO
O
que acontece “debaixo do sol” (Ec 1 — 4), juntamente com o conhecimento sem o
temor de Deus, pura loucura, aliados ao desejo desenfreado do ser humano pela
busca do prazer e bens terrenos não são capazes de fazer um ser humano feliz.
Estes foram os pontos apresentados
pelo escritor de Eclesiastes, que são ineficientes quando o assunto é
proporcionar este estado de satisfação e alegria, que somente pode ser
alcançado através e pelo estilo de vida de um adorar consciente dos seus
direitos e obrigações diante de Deus. Mas como conhecer e atingir este estágio?
O pregador nos expôs “uma série de conselhos práticos”, falando acerca da reverência
à Casa de Deus (Ec 5.1). Por vezes pensamentos que tais obrigações e
compromissos se limitam
apenas ao “mundo eclesiástico-religioso”, mas este universo se estende a todas
as esferas de nossas vida, por isto devemos nos empenhar no compromisso de
servi-lo de toda mente e coração.
I. OBRIGAÇÕES E DEVOÇÃO
1) OBRIGAÇÕES DE
NATUREZA POLÍTICO-SOCIAL
Há um ditado
popular que diz: “Primeiro a obrigação, depois a devoção”. Aqui, há um dualismo
que separa a obrigação (vida social) da devoção (vida espiritual), como se
ambas fossem duas dimensões distintas, sem duvidas elas estão interligadas e
uma depende da outra. Se comungarmos a ideia de separação destas duas grandezas
(social e espiritual) estaremos caminhando a passos largos ao enfado e
fracasso.
Tal máxima,
fundamento deste dualismo sociológico maléfico e falível, não é bíblica, pois o
livro de Eclesiastes denota uma perspectiva completamente oposta (Ec 8.2). As
Escrituras orientam-nos a priorizar o Reino de Deus sem perder de vista a
dimensão material em que estamos inseridos (Mt 6.33; 22.21).
Temos
obrigações, temos direitos, pois vivemos em um mundo em que há autoridades
constituídas e onde, consequentemente, estes direitos e deveres são
estabelecidos para que a relação horizontal (humano com humano) não seja
comprometida. Possuímos direitos e deveres para com o Estado. Pagamos os
impostos, podemos votar e receber votos. Enfim, não podemos eximir-nos das
nossas obrigações para com a nação. A nossa consciência cívica deve ter como
base a Bíblia Sagrada.
2) OBRIGAÇÕES DE NATUREZA RELIGIOSA
Além
da nossa obrigação político-social, de natureza cível, há também a de natureza
religiosa ou espiritual. Elas acontecem na dimensão do culto, da adoração. Elas
atingem o ápice no momento em que ocorre a unidade de pensamentos, de vontades,
de ideais. A partir de então Deus se agrada e opera entre o seu povo.
A
palavra hebraica shachar mantém o sentido de “prostrar-se com
deferência diante de um superior” (Gn 22.5; Êx 20.5). É com esse entendimento
que Salomão fala da casa de Deus como o local de adoração (Ec 5.1). Construtor
do grande templo, ele sabia que essa casa tinha como objetivos centralizar o
culto, a fim de assegurar os elementos mais sublimes de sua liturgia: a
adoração verdadeira a Deus e a unidade dos adoradores num único povo.
II. OBRIGAÇÕES ANTE A SANTIDADE DE DEUS
1) REVERÊNCIA
Todo
culto tem uma liturgia, e não há nada de errado nisso. A palavra liturgia está associada ao culto da Igreja
Primitiva. Quando em Antioquia houve uma escolha e separação de obreiros para a
obra missionária (At 13.2), Lucas registra o fato utilizando a palavra grega leitourgeo para designar serviço, e dessa palavra
vem o vocábulo português liturgia.
Esta também faz parte da adoração a Deus.
Salomão
sabia disso e advertiu-nos quanto ao cuidado que devemos ter quando entrarmos
na casa de Deus (Ec 5.1). Desligue o celular, não masque chiclete, seja reverente!
Seja um verdadeiro adorador, mas diante da situação atual, onde o sagrado é
zombado e menosprezado, torna-se necessário resgatarmos “o respeito e reverência para com Deus e Sua Palavra”.
Mas
como definirmos a palavra reverência? É certo que “significa mais do que dar
louvores ou ajoelhar-nos quando oramos”. Jesus se indignou com a falta de reverência
de alguns, quando adentrou ao Templo (Mt 21.12), pois a atenção dos que ali
estavam certamente não estava voltada para a glória devida a Deus, mas sim para
os gritos dos cambistas “e dos que comercializavam os pombinhos que eram
utilizados nos sacrifícios”.
2) OBEDIÊNCIA
Obedecer
a um conjunto de normas e regras sem atentar para os princípios que o
fundamentam é puro legalismo. Não vale a pena observar o preceito sem atentar
para o princípio existente por trás dele. O livro de Eclesiastes demonstra isso
com clareza (Ec 5.1), pois Deus não se interessa na observância do sacrifício
em si, e sim na obediência aos princípios que regulamentam a sua prática. Foi
exatamente isso que o profeta Samuel ensinou a Saul (1Sm 15.22), obedecer com
reverência. Desta forma se portou Jesus em relação ao Pai: “Embora sendo Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que
padeceu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para
todos os que lhe obedecem” (Hb 5.8-9).
III. OBRIGAÇÕES FRENTE À TRANSCENDÊNCIA DE DEUS
1) DEUS, O CRIADOR
Todas as religiões
possuem a noção do sagrado e demonstram respeito por ele. No cristianismo, como
no judaísmo, a consciência do sagrado revela-se na manifestação do Deus
verdadeiro, que ao longo da história deu-se a conhecer ao homem. O Deus Criador
se distingue da própria criação (Dt 4.15-20). A teologia bíblica denomina essa
doutrina de “a transcendência de Deus”.
Deus está além de
suas criaturas, como afirma o Eclesiastes: “Deus está nos céus, e tu estás
sobre a terra” (Ec 5.2b). Ele pode humanizar-se, como já o fez (Jo 1.14), mas o
homem não pode tornar-se divino. Quem procurou ser igual a Deus foi expulso do
céu (Ez 28.1,2; Is 14.12-15).
2) HOMEM, A CRIATURA
O
homem foi criado por Deus como a coroa da criação, uma dotação impar, ainda
mais por ter recebido do próprio Deus o fôlego de vida. Ele não surgiu do acaso
nem de uma mistura acidental de elementos naturais, mas do próprio trabalho das
mãos de Deus, que a nós se revelou, manifestando seus atributos, vontades e apesar
de estarmos condenados à morte eterna, Deus proporcionou em Jesus Cristo a
salvação que nos era necessária para que passássemos a eternidade futura com o
nosso Criador e Redentor.
IV. OBRIGAÇÕES DIANTE DA IMANÊNCIA DE DEUS
1) DEUS ESTÁ PRÓXIMO
O atributo da imanência divina
revela-nos um Deus que se relaciona com a sua criação. Isto significa que o Pai
Celeste não é um Deus distante que, após criar o mundo, ausentou-se dele! Pelo
contrário, Ele é um Deus presente, participa da sua criação e nela intervém. É a
“sua presença difundida e seu poder dentro de sua criação”. Ele não é um mero
espectador das obras de suas mãos.
O
capítulo cinco de Eclesiastes narra Salomão falando do culto a Deus e como o
Senhor identifica-se com o homem que lhe oferece adoração, seja aprovando-o ou
reprovando-o (Ec 5.4b). Essa mesma verdade é confirmada em o Novo Testamento
(2Co 6.16). A proximidade de Deus com o homem deve fazer-nos melhores crentes e
pessoas.
2) O VALOR DAS ORAÇÕES E VOTOS.
Deus
não apenas se faz presente, mas também prometeu abençoar os seus filhos,
atendendo nossas orações e súplicas. Isso acontecerá quando orarmos de acordo
com sua vontade (Jr 29.12,13; Jo 14.13,14).
Cientes
dessa verdade, os judeus não somente oravam a Deus, como também se empenhavam
com votos (Nm 30.3-16; Dt 23.21-23). Não há dúvidas de que o livro de
Eclesiastes tem em mente essas passagens bíblicas, quando adverte sobre a
seriedade do voto (Ec 5.4). Em o Novo Testamento , não encontramos um preceito
específico concernente a essa prática, mas o seu princípio permanece válido,
pois o cumprimento de um voto, ou de um propósito diante de Deus, é algo que
ultrapassa gerações.
CONCLUSÃO
Não
há adoração verdadeira quando o crente não leva em conta e quando não cumpre
suas obrigações diante de Deus e dos homens. Se quisermos viver uma vida
espiritual plena devemos ter em mente as implicações que a acompanham. De nada
adianta termos templos suntuosos, pregadores eloquentes e cantores famosos se
não estamos cumprindo as obrigações que uma verdadeira adoração requer. Esta
advertência bem se aplica nos dias de hoje. Muitos estão guardando o pé ao
entrar, mas estão jogando as mãos para o alto, levantando a voz, em sinal de irreverência
a Deus.
OBJETIVOS DA LIÇÃO:
1) Conceituar as obrigações político-social e religiosa:
•
Possuímos direitos e deveres para
com o Estado.
•
Obrigações religiosas acontecem na
dimensão do culto.
2) Explicar as obrigações ante a santidade de Deus:
•
Devemos ter reverência diante de
Deus.
3) Compreender: obrigações/transcendência/imanência:
•
Transcendência: Deus se distingue
de sua criação;
•
Imanência divina: Deus se
relacionando com a criação.
REFERÊNCIAS
Bíblia
de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003.
Bíblia de Estudo Temas em Concordância. Nova Versão
Internacional (NVI). Rio de Janeiro. Editora Central Gospel, 2008.
Bíblia
Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do
Brasil, 2000.
Bíblia
Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de
Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.
Por: Ailton da Silva - Ano V
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Apresentação de um(a) professor(a) de EBD
Sei que existem "ns" problemas e dificuldades por este Brasil afora. Sei também que devemos levar em conta alguns costumes, culturas e condições climáticas (regiões litorâneas, quentíssimas). Sei que muitos de nós, às vezes ou regra, se ainda não encontrou um armário vazio, creio que um dia passará por isto, pois é um crescimento, amadurecimento, muito bom (depois que passamos). Sei que as vezes nos faltam condições para renovarmos radicalmente o guarda-roupa, sapateiros etc, mas sempre tem um jeitinho, de vez em quando aparece um par de sapatos, sabe somente Deus de onde veio e serve certinho em nossos pés e procuramos o dono e nada de aparecer, então usamos, fazer o quê (testemunho próprio).
Mas estes dias fiquei pensando: como um professor de EBD deve se apresentar? Levando-se em consideração que, por vezes, levamos algum convidados, amigos e parentes e certamente eles reparam em tudo, não por maldade, mas por curiosidade, algo normal quando adentramos um ambiente novo.
Qualquer um dos leitores poderia responder e creio que rapidamente pensaram ou responderam em voz alta que as vestes não interferem, também penso desta forma, mas é inadmissível que um professor de EBD com atributos particulares, tais:
- É um formador de opinião;
- "Convençe" pelas palavras e gestos;
- Se mostra como bom obreiro (sem nada do que se envergonhar);
- Mostra amadurecimento, conhecimento e estratégias;
- Sabe abordar pedagogicamente os alunos, apresentando a Palavra, abrindo caminho e instigando a um mergulho ao fascinante universo revelado, primeiramente ao comentarista, depois a ele e por fim exposto à classe.
Por todo o comentado acima e pela urgência da obra, creio que um professor de EBD deve se apresentar de forma a cativar e prender a atenção dos alunos, no mínimo, pois imaginem se os cantores e aqueles que louvam (não falei levitas, falei cantores e os que louvam):
- Se apresentassem de qualquer jeito nos altares deste planeta? Como venderiam o produto de seu trabalho?
- Imaginem se usassem qualquer tipo de vestimenta para se apresentarem nas igrejas e shows? Como venderiam o produto de seu trabalho?
- Principalmente as cantoras, como venderiam o produto de seu trabalho, caso não dessem um jeitinho nos cabelos? E o que dizer das maquiagens, vestidos, sapatos impecáveis?
Poderíamos falar também dos intinerantes, dos ensinadores por excelência, bons diga-se de passagem. Como seriam renovados os convites, casos se apresentassem nas igrejas/congressos/escola de obreiros de qualquer jeito? Sapatos furados, camisas manchadas, rasgadas, polo, regata? Meu Deus, eles cuidam da aparência. É normal, pois estamos diante de um público seleto, convidados especiais, para não dizer, de vez em quando, algumas autoridades municipais, estaduais e até mesmo federais.
Por que então um professor de EBD não pode cuidar de sua aparência? Qual seria a vestimenta correta para este valoroso(a) trabalhador do Evangelho?
1) Ternos importados caríssimos, combinando com camisa, gravata e sapato?
Creio que não precisa tanto, mas quem gosta e tem condições e dependendo do ambiente, caso ele peça, use. Estilo de vida é estilo de vida. É bom, bonito, mas também é caríssimo.
2) Camisa social manga longa limpa, bem passada ou não (depende da correria) com uma simples gravata?
Muito bom! Independente de circunstâncias, crises, provações, final de mês, creio que todos possuem uma camisa social manga longa e gravata.
3) Camisa social manga curta, mas também limpa, bem passada ou não (depende da correria) com uma simples gravata?
Muito bom, especialmente nas regiões quentes, apesar que prefiro a manga longa (no máximo a aula dura 1 hora e creio que a maioria das congregações possuem ventiladores).
4) Camisa social manga longa limpa, bem passada ou não (depende da correria) sem gravata?
Quantos que já não foram "pegos" de surpresa? Duvido que nunca passaram por esta situação? Imaginem chegando nas congregações e o dirigente/pastor ou superintendente/coordenador da EBD olha para você e diz: "Nos ajude! O professor faltou e não avisou". O que fazer então: Negar a oportunidade ou arregaçar as mangas e trabalhar? Isto já aconteceu comigo e respondi: "mas eu não estou vestido como o figurino pede" e ouvi como resposta: "se vira, deixa Deus te usar, obreiro".
5) Camisa manga pólo listrada ou lisa, bem passada ou não (depende da correria)?
Daqui para frente começo a me preocupar. Independente das circunstâncias, crises, provações, momentos ruins da vida, falta de professores ou qualquer outro motivo, creio que dá para se evitar tal constrangimento.
Se um obreiro atender um pedido do supervisor, coordenador da EBD ou do dirigente/pastor creio que na próxima oportunidade ele ficará esperto, no mínimo estará sempre de camisa social e com uma gravatinha no bolso de prontidão, escondidinha para não "dar na cara" que ele quer novamente dar aula, algo como do tipo: "gostei da experiência anterior e estou aqui para o que der e vier, quando faltar alguém é só me chamar". Ele não terá coragem de se oferecer, mas estará com uma vontade enorme de fazer uso da oportunidade (creio que muitos professores já passaram por isto no início, muitos de nós, muitos de nós). Um dia ou outro, pode acontecer e seria até certo ponto normal uma camisa pólo, diante do calor, correria e falta de recursos, um dia ou outro, nunca todos.
6) Camiseta normal, sem mangas ou regata bem passada ou não (depende da correria)?
Revezes, crises, provações e circunstâncias, diante de tudo isto não creio que um professor de EBD ou obreiro não tenha pelo menos uma camisa manga longa ou curta para usar com gravata, é impossível.
Faz muito calor em sua região, peça para seu dirigente/pastor a instalação de um ventilador. Lembre-se que temos que mostrar maturidade, conhecimento, segurança, opinião formada e balizada. Não precisa ser um profundo conhecedor da Palavra, mestre, doutor, graduado, mas tem que manejar bem (quando der um branco normal na mente procure junto com os alunos a referência, instigue eles a encontrarem ou permita a participação deles).
Concluindo: devemos sim nos apresentar como um bom obreiro, vestidos a caráter, conforme suas condições, camisa manga longa ou curta com gravata ou sem (quando for "pego" de surpresa). Isto não é vaidade, é cuidado.
Fiz uso deste instrumento para falar a respeito das vestimentas de um professor de EBD, do cuidado que devemos ter, pois temos muitos mirando em nós, miram mesmo, principalmente os jovens, eles querem exemplo, precisam materializar a visão de futuro deles.
Imaginem um sacerdote se apresentando de qualquer jeito no Tabernáculo/Templo em Jerusalém? Até a lenha e os objetos e instrumentos eram supervisionados e cuidados, que dirá os obreiros do serviço levítico.
Falar de roupa é fácil o difícil seria se prender ao modelo ideal de carro para o professor de EBD ou a sua graduação e formação:
- Carro importado ou nacional?
- Zero km ou usado?
- Cor forte ou neutra?
- Documentação vencida ou em dia?
- Moto customizadas ou popular?
- Bike ou carroça?
- Doutorado, mestrado, graduação?
- Ensino médio, fundamental, antigo primário ou somente a pré-escola?
Não perderia o meu tempo falando destes ítens. Falei acerca da apresentação. Me lembro que ao final do ano de 2012, participei de uma EBD em outra denominação em minha cidade e sai encantado com a organização, apresentação e conhecimento do professor.
Por: Ailton da Silva - Ano V
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Natalis solis invicti
Não adianta insistir!
Esta foi de doer! Dava para ficar sem esta!
Merece uma pesquisa profunda!
Tem muitos que aniversariam em 25 de dezembro, exceto UM
Ninrode, Ninrode! Até Baal está no meio desta história!
Fazer o que, parabéns!
Os papais noéis não trazem nada, eles levam o pouco que sobra!
Por: Ailton da Silva - Ano V
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
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