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quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Neemias: como sair do anonimato - Capítulo 12

SITUAÇÃO MINISTERIAL APÓS A RECONSTRUÇÃO 

1) SEGUNDO ESTADO DE JERUSALÉM:

Todos ofertaram voluntariamente e trouxeram os dízimos da terra para manutenção do Templo (10.32-38). Este foi um dos frutos do avivamento produzido.

A destruição do Templo e cidade, por Nabucodonosor, foi uma forma de punição pela apostasia judaica e após os setenta anos de cativeiro (II Cr 36.21), receberam a permissão para retornarem a Jerusalém (II Cr 36.23).

 Zorobabel, Esdras e Neemias foram os responsáveis por três grandes obras: reconstrução do Templo, muros, portas e cidade pelo resgate dos ritos e ensinos da Lei. Bastava aos judeus conservarem, pois estava em questão não somente o presente, mas o futuro daquela nação.

No ano 70 d.C., o Templo foi novamente destruído, agora pelos romanos, sob o comando do general Tito e desde então se passaram muitos anos sem o Templo, sem sacrifícios e sem sacerdotes (Os 3.4). 

 

a) Nova tarefa: Organização do serviço religioso:

Templo reconstruído por Esdras significava o pronto restabelecimento do canal de comunicação com Deus. O muro erguido e as portas levantadas era um sinal de proteção para o povo. O concerto firmado selava a reaproximação com Deus. Estes três acontecimentos colocava definitivamente um ponto final na triste história do cativeiro dos judeus.

Mas a cada dia surgia uma nova tarefa para Neemias, que nunca se mostrou vaidoso, pois nunca gravou seu nome em colunas, portas ou fixou placas para que ficassem registrados nos anais da história judaica os teus feitos.

Então surgiu a necessidade do restabelecimento e organização do ministério levítico. Aos poucos Neemias foi avançando para aquele que sempre foi o alvo principal de sua missão, o Templo.

A reconstrução do muro foi sim para proteger a cidade, o avivamento foi para alegrar o povo e o concerto teve as suas beneficies, porém desde o inicio, ainda na Pérsia, seu ministério mirava algo mais, sempre pensou no resgate da comunhão de seu povo com seu Deus.

Uma santa convocação reuniu todos os responsáveis para que o serviço religioso do Templo fosse restaurado. Todos se purificaram, sacerdotes, levitas, cantores e o povo e desta forma ofereceram grandes sacrifício em meio a jubilo e alegria. O lamento inicial do povo foi transformado em regozijo, pois houve alegria, louvor e cânticos em ações de graças ao Senhor (Ne 12.43).

 

b) Importância do Templo (10.32-39):

O resgate do serviço sacerdotal não dizia respeito ao presente, mas na verdade mirava o futuro dos judeus, por isto se empenharam ao máximo e não permitiram que aventureiros, interesseiros, religiosos ou politiqueiros se aproveitassem da situação.

Os líderes serviram de exemplos e não deixaram suas vaidades dominarem-nos, pois na foram vistas mudanças radicais na engenharia do Templo e tampouco foram incluídos novos ornamentos, monumentos, placas, etc.

A preocupação foi em manter todas as diretrizes entregues por Deus a Moisés ainda no deserto na ocasião da construção do Tabernáculo (Êxodo caps. 25, 26, 27). Não houve inovações e invenções. 

Mas será que os que ajudaram Zorobabel não questionaram a sua intenção de reconstruir o Templo primeiro? Erguer a nossa maior riqueza espiritual e deixar os nossos tesouros expostos? Todos sabiam que sem o Templo os judeus não eram nada. Não seria melhor murar a cidade e proporcionar o mínimo de segurança?

Era necessário que o povo visse o Templo reerguido, para que sentissem a presença de Deus constante. Quando o povo visse o símbolo de sua religiosidade erguido certamente não colocará obstáculos para reconstruir a cidade.

continua...

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Grandes verdades em poucas palavras - 0029

“Se não for permitido rir no céu, eu não quero ir para lá”. Martinho Lutero

“Filosofia é a busca da verdade. Em Jesus, a busca termina.”. J. Blanchard

O que a filosofia está lutando para encontrar, a teologia afirma já ter encontrado”. Augustus H. Strong

É fácil confundir curiosidade intelectual com fome espiritual”. François Fenelon

Nos dias de hoje, nossa cabeça anda de jato, enquanto nosso coração segue em trem de carga”. Vance Havner

“A religião formal sempre prepara um solo fértil para a falsa religião”. Gilbert W. Kirby

O fogo pintado não precisa de combustível; uma confissão morta e formal é sustentada com facilidade”. Thomas Manton

“O fruto é a prova da raiz”. J. Blanchard

Não conhecemos o que o futuro nos reserva, mas conhecemos quem dirige o futuro”. Willis J. Ray

“Deus dá-nos a certeza de um futuro melhor do que todo o nosso passado”. J. Charles Stern

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Os primogênitos: Deixa o meu ir, senão levo o seu! Capítulo 3

continuação...

As ordens de Deus a Moisés e Arão foram especificas e diretas e dizia respeito à liberdade incondicional de todos os hebreus. Faraó, uma espécie de deus humano, deveria ser confrontado, mas não com artifícios humanos, pois não seria convencido facilmente, por isto foi necessário que Moisés se apresentasse diante dele com sinais e maravilhas.

As dez pragas foram a resposta de Deus para Faraó, pois a sua primeira pergunta ao receber os embaixadores foi: “Quem é o Senhor, cuja voz eu ouvirei?”. O Egito foi duramente castigado devido ao coração endurecido de Faraó.

As duas primeiras pragas foram prontamente copiadas pelos magos e encantadores do Egito, que ficaram felizes e se sentiram realizados por imitarem as ações de Deus, porém da terceira em diante não foram capazes e se desesperaram diante da situação que fugia ao controle. Então declararam a inferioridade das divindades egípcias (Ex 8.18-19) e de mãos atadas, apenas presenciaram a sequência dos fatos e se tornaram vítimas da sexta praga (Ex 9.11)

Cada uma das pragas teve o propósito de afrontar os muitos dos deuses egípcios em seus respectivos campos de atuação, ou pelo menos no que acreditavam atuar:

  • Primeira praga: A água do rio Nilo converteu-se em sangue e provocou um mau cheiro. Esta praga afrontou Hápi (deus da prosperidade), como também o sagrado rio. A morte dos peixes também foi um duro golpe contra os preceitos religiosos dos egípcios, uma vez que algumas espécies eram até mesmo veneradas;
  • Segunda praga: As rãs que invadiram o Egito eram associadas ao deus Hapi (deus do Nilo) e Hegt (deusa da fecundidade). As rãs representavam a fartura, bênçãos e certeza de boa colheita, talvez por isto Faraó tenha solicitado a Moisés que as retirasse somente no dia seguinte (Ex 8.10). Pode ser que a quantidade de rãs tenha assustado ao governante egípcio, no entanto, não foi capaz de se desvencilhar da velha superstição;
  • Terceira praga: O pó da terra, considerado sagrado, converteu-se em piolhos, afligindo todos os egípcios e desonrando Tot, o deus inventor da magia e artes secretas;
  • Quarta praga: O enxame de moscas que invadiu o Egito serviu de limitação entre os egípcios e os hebreus. Ptah, o criador do universo, Tot o deus da magia e Kheper, que tinha a forma de um besouro nada puderam fazer;
  • Quinta praga: Todo o gado egípcio foi atingido por esta praga. Esta foi uma afronta as divindades Amom (cabeça de carneiro), Hator e Ápis (deus-touro e deusa-vaca, respectivamente), responsáveis pela guarda e proteção dos animais;

continua...
Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Soterilogia - aula 3

8) OS TRÊS ELEMENTOS BÁSICOS PARA A SALVAÇÃO (Rm 3.24-25)

Graça, a fonte da salvação (Tt 2.11): Graça significa, primeiramente, favor, ou a disposição bondosa da parte de Deus, um favor não merecido. A graça de Deus aos pecadores revela-se no fato de que Cristo pagou toda a pena do pecado, por conseguinte, Ele pode perdoar sem levar em conta ou não os merecimentos humanos, por mais que não existam tais merecimentos. A graça manifesta-se independente das obras dos homens;

  • O Sangue, a base da salvação (I Jo 1.7): O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo pecado. Em virtude do sacrifício de Cristo no Calvário, o crente é separado para Deus, seus pecados são perdoados e a sua alma purificada;
  • A Fé, meio para salvação (Ef 2.8-9): O homem reconhece, pela fé, a necessidade de salvação e é levado a crer em Cristo Jesus (Hb 11.6). A Fé nos conduz ao Salvador e coloca a verdade na mente e Cristo no coração. A Fé é a ponte que dá passagem ao mundo espiritual.

 

9) A SEGURANÇA DA SALVAÇÃO

É possível alguém que já aceitou à Cristo como Salvador se afastar da graça? Os que seguem a doutrina de Calvino (teólogo francês nascido em 1509) dizem que não e os que seguem a de Armínio (teólogo holandês nascido em 1560) dizem que sim.

 

No Calvinismo a salvação é inteiramente de Deus e o homem nada tem a ver com salvação (Rm 8.35). Sem a ajuda de Deus o homem não pode se arrepender (Ef 1.4-5). A doutrina calvinista ensina que Deus predestinou alguns para serem salvos e outros para a perdição eterna. A predestinação é o eterno decreto de Deus, pelo qual Ele decidiu o que será de cada um.

 

No Arminianismo, a vontade de Deus é que todos os homens sejam salvos, porque Cristo morreu por todos (I Tm 2.4). As Escrituras ensinam uma predestinação, mas não individual. Ele predestina a todos os que querem ser salvos (Tt 2.11). O homem pode escolher aceitar a graça de Deus, ou pode resistir-lhe. Seu direito de livre arbítrio sempre permanecerá.    

 

10) SOTERIOLOGIA DOS REFORMADORES

A reforma protestante, datada de 31 de outubro de 1517, exaltou grandes verdades bíblicas que formam e sustentam a evangelização, manifestas em cinco grandes pontos apontados e defendidos pelos reformadores:

  • Sola gratia (só a graça): O pecador é justificado somente pela graça de Deus, mediante a fé em Jesus Cristo. A Graça, favor divino que o homem não merece, é dada por Deus. O homem a recebe de mãos vazias, pois em nada depende dele, por isso deve se dispor a recebê-la. O conceito de “só pela graça” é um duro golpe contra o orgulho humano, autossuficiência e arrogância;
  • Solo Christus (só Jesus): Os reformadores defenderam a mensagem cristocêntrica (Jo 14.6; At 4.12). O Cristo revelado nas Escrituras é o único mediador entre Deus e os homens, e exclui todos os que resistem à graça de Deus. É o Logos eterno, sustentador dos céus e terra, associado eternamente com o Pai e com o Espírito, o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o “que é, que era e que há de vir”, o Todo-poderoso Senhor. O Cristo manifestado no tempo e no espaço, na plenitude da história humana, inserido em um contexto geográfico, histórico, social e cultural, feito homem, nascido e identificado com a humanidade, o profeta, o arauto do Deus Pai, o Sacerdotes e Grande Juiz;
  • Sola fide (só a fé): “O justo viverá pela fé” (Rm 1.17), esta foi a grande descoberta de Lutero e se tornou uma de suas bandeiras na reforma. A fé é muito mais do que um mero exercício intelectual, é confiar em Cristo e admitir nossa incapacidade diante das situações, enfim é deixar-se salvar por Ele, por isso, não se trata de uma fé isolada, mas sim acompanhada de responsabilidades;
  • Sola scriptura (só as Escrituras): As Escrituras foram adotadas como norma objetiva e única, a autoridade final, autenticada por Jesus. Os apóstolos também se apoiaram na autoridade do Antigo Testamento e a Igreja primitiva aceitou ambos os Testamentos e teve assim um cânon mais extenso ao qual apelar para suas decisões de fé e prática. Esse principio tem sido ameaçado e desafiado, ao longo da história, pela presunção de homens que teimam em induzir a humanidade às suas interpretações. Para os reformadores o importante era a livre consulta e não a livre interpretação;
  • Soli deo gloria (glória somente a Deus): Segundo o principio do Soli Deo Gloria, o homem havia sido criado para glória de Deus, por isso toda glória deve ser destinada a Deus e não a seres humanos, que em nada seriam dignos de glória. A vida do cristão deve ser vivida diante de Deus sob sua autoridade. Isso é para a glória de Deus. 

Fonte: Apostila Curso Básico de Teologia do SETEM – Seminário Teológico Manancial. Elaboração: Pb. Ailton da Silva

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

domingo, 1 de agosto de 2021

Os patriarcas. Coincidências ou repetições da história? – Capítulo 7

continuação...

Jacó, no caminho de volta pensava em Esaú, como enfrentá-lo, depois de tudo o que havia acontecido. Será que os anos de separação tinham amenizado o furor?

Por isso enviou mensageiros para encontrá-lo com ofertas e presentes, pois ainda ecoava em sua mente a ameaça de morte do passado.

Segundo Esaú, esta promessa seria cumprida logo após a morte de seu pai, por isso restava somente a Jacó esperar por mais um livramento. Será que imaginava seu pai vivo ou morto?

Jacó desesperado ouviu de seus mensageiros que seu irmão estava vindo ao seu encontro com quatrocentos varões. Seria este o seu fim? Estava na presença de Deus e cumprindo a sua vontade, não deveria temer, mas também sabia que aquela situação poderia ser a colheita ou o pagamento pelos seus erros do passado.

Os presentes enviados para o irmão, pelos seus servos, lhe dariam a garantia da boa recepção? A sua dívida era antiga, por isto temia pelo pior, mas teria que agir como um verdadeiro patriarca, enfrentar de frente e não fugir mais. Tinha estrutura suficiente para suportar.

Quando foi enganado por seu sogro, poderia ter largado tudo, mas resolveu ficar e recomeçar do zero. Agora estava diante de outro impasse, encarar seu irmão e seu exército ou fugir para preservar sua vida e de sua família.

Seu avô Abraão e seu pai Isaque enfrentaram o mesmo dilema no passado, quando esconderam[1] suas respectivas situações conjugais e desta forma preservaram suas vidas e de suas famílias.

Jacó decidiu encarar seu irmão, porém antes deveria enfrentar a maior de todas as lutas. O duelo travado com o varão enviado, por Deus, para abençoá-lo o tornou apto para enfrentar toda e qualquer dificuldade.

Pelo novo nome recebido, Israel, não teria mais o que temer, era somente prosseguir em frente, pois Deus não deixaria nada acontecer de mal.

As dúvidas e o medo foram vencidos pela valentia demonstrada nesta luta, portanto não havia mais motivo para fuga.

Após a luta, o importante não era saber o nome do seu oponente na luta, o que interessava era sua conduta diante da honra do novo nome que recebera, Israel (alguém que luta com Deus e prevalece), já que o seu nome anterior Jacó (aquele que agarra, enganador, dissimulador, ambicioso) já havia honrado com todas as suas forças.

Enfim chegou o momento do reencontro com Esaú, mas não havia com que se preocupar, pois assim como Labão não lhe fez nada, da mesma forma seria com seu irmão.

Ao vê-lo se prostrou sete vezes por terra, em sinal de arrependimento por tudo que fizera no passado. Se prostrou naquele dia, diante do irmão, para ser honrado depois pelo filho, pois o mesmo procedimento foi repetido[2] por José, anos mais tarde no Egito, no reencontro com Jacó, após se revelar aos seus irmãos.

Deus já havia trabalhado no coração dos dois durante os vinte anos de separação, por isso se abraçaram, choraram e se reconciliaram. Chegou ao fim todo a angústia e sofrimento de Jacó e Esaú.

Depois deste reencontro amigável fizeram questão de visitar o velho pai, que então contemplava seus filhos unidos e livre daquele peso, fruto de um erro seu e de Rebeca. Sequer imaginava esta cena novamente, pois na sua mente Jacó poderia estar até morto, ou em terras muito distantes.

Este foi o período de maior tristeza da vida de Isaque, mas agora seu consolo era vê-los juntos, avô, netos, tios, pais e filhos, proporcionando momentos de pura alegria. Foi sepultado pouco tempo depois pelos seus filhos que em seguida tomaram caminhos diferentes.

A família[3] de Jacó que retornou era composta por doze filhos e uma filha, duas esposas, Raquel e Leia, irmãs e rivais entre si e duas concubinas, Bilá e Zilpa. Seria natural que houvesse problemas de relacionamentos, como de fato houve desde o principio, no entanto, nada que pudesse impedir que fossem usados por para cumprimento de seu plano.

Assim Jacó prosseguiu sua vida com seus filhos, cada vez mais confiante nas providências de Deus e aguardava então o cumprimento da promessa maior.



[1] Abraão (Gn 12.10-13); Isaque (Gn 26.7).

[2] José se lançou honrosamente no pescoço de seu pai e chorou (Gn 46.29).

[3] Pai, mãe, filhos e servas apresentaram condutas repreensíveis. 

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

sábado, 31 de julho de 2021

Anticristo. A solução material com implicações espirituais! Capítulo 8

C) UMA ÚNICA FORÇA MILITAR:

Um comando forte, que implantará a ideia de proteção militar, mas que na verdade terá outros objetivos. Uma organização que atenderá todo o território do globo e aniquilará a força militar independente de cada nação. O sentimento de nacionalismo e patriotismo cairá por terra e um novo ideal será implantando na mente dos soldados. Esta será uma preparação para a guerra final contra Israel.

 

D) FILIAÇÃO E INSPIRAÇÃO SATÂNICA (DRAGÃO):

O Anticristo contará com o suporte de dois tenebrosos personagens, um espiritual, o Dragão e outro humano, o Falso Profeta, a segunda besta, com os quais formarão a trindade satânica e que estarão unidos até ao fim. O “pai” será o próprio Dragão, o “filho” será o Anticristo e o ajudador será o Falso Profeta (Ap 16.13).

O Dragão é identificado no Apocalipse como a Antiga Serpente (Ap 12.9). Conhecido também como Maligno e Satanás, o responsável pela primeira apostasia da humanidade, ao induzir Adão e Eva ao pecado (Gn 3.1-7). Nos últimos dias, seduzirá a raça humana e a levará para adorá-lo como um deus, a segunda grande apostasia da história.

O grande sedutor das nações (Ap 20.10), o Dragão, concederá autoridade ao Anticristo para subjugar os reinos. Seu governo, universal, cruel e controlador (Ap 13.16-17) terá um tempo bem reduzido, mas o suficiente para enganar a muitos.

 

E) O FALSO PROFETA.

O Falso Profeta, o testa de ferro, o grande marqueteiro religioso do político Anticristo, um grande enganador, o porta-voz do Dragão e grande admirador do Anticristo, convincente e irresistível, assim será o Falso Profeta. Realizará grandes milagres, prodígios, porém mentirosos (II Ts 2.9; Ap 13.13).

Seu objetivo será encaminhar a humanidade para o seu “grande ídolo”, para convencer a todos de se tratar do Messias tão esperado (Ap 19.20). A sua outra função será idealizar e instalar a marca da besta (13.16-18). Desta forma conseguirá unir o poder político ao religioso, eliminando a grande barreira que impede a administração e o controle total da humanidade.

Será semelhante a um cordeiro, com aparência de santidade, pureza e religiosidade. Enganará a muitos e será um grande imitador, pois fará cair fogo do céu (Ap 13.11-14) para convencer a humanidade de que o Anticristo é o Messias.

Sua primeira proeza será a falsa ressurreição do Anticristo, dado como morto (Ap 13.3). O Falso Profeta aproveitará este momento e o apresentará como um deus e toda a humanidade exclamará: “Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?” (Ap 13.4).

A segunda proeza será o seu poder de persuasão, pois reivindicará a deidade ao Anticristo ao construir sua imagem para que a humanidade o adore, algo semelhante ao que fez Nabucodonosor (Dn 3.1-6). A diferença é que a estatua babilônica do passado era imóvel, enquanto que a do futuro será vivificada e se colocará a falar (Ap 13.14-15). Com esses prodígios, convencerá todos a aceitarem a o governo do Anticristo.

continua...

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

sexta-feira, 30 de julho de 2021

Prefiro murmurar no deserto. As 10 murmurações do primogênito



Prefiro

murmurar

no

deserto

 

As 10 murmurações

do primogênito

 

 

 

“A liberdade nunca é voluntariamente CONCEDIDA pelo opressor;

ela tem de ser EXIGIDA pelo oprimido”. Martin Luther King Jr

 

“O que causava medo na chegada,

se transformou em admiração durante a passagem”. Anônimo.

 

“O oásis é mais belo quando construído no deserto

e não em florestas”. Augusto Cury

 

“Murmuração: a difícil transição para a nova vida”

 

 

 

 

 

Ailton da Silva


SUMÁRIO

Apresentação

4

Capítulo I: Primeira murmuração. Motivo: Medo da morte e do inimigo

5

Capítulo II: Segunda murmuração. Motivo: Falta de água doce

19

Capítulo III: Terceira murmuração. Motivo: Fome

29

Capítulo IV: Quarta murmuração. Motivo: Sede

37

Capítulo V: Quinta murmuração. Motivo: A suposta falta de líder

43

Capítulo VI: Sexta murmuração. Motivo: Reclamaram do maná

51

Capítulo VII: Sétima murmuração. Motivo: Inveja

59

Capítulo VIII: Oitava murmuração. Motivo: Medo dos cananeus

65

Capítulo IX: Nona murmuração. Motivo: Queriam ser independentes

71

Capítulo X: décima murmuração. Motivo: Falta de água

77

Capítulo XI: As dez murmurações

83

Referências Bibliográficas

87

                                           

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)