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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Sugestões para dinâmicas para lição 6


jezabel vai te pegar:

Os enrolados, intenção de jezabel: :


Cuidado com as portas de jezabel: 

Vasos de Jezabel quebrados - conforme Ap 2.27 (parafraseando)
Material:
  • um vaso de barro;
  • uma barra de ferro.
Desenvolvimento:

  • quebrem o vaso com a ajuda da barra de ferro

Conclusão:
  • Leiam 2.21-24
Por: Ailton da Silva

A reforma humana e o protesto da natureza


um trecho do útimo capítulo do 2º livro. 


O homem teria condições de refazer toda a obra da criação? Criar algo novo do nada? Melhorar o que julgasse com falhas ou inacabado? Mesmo que Deus permitisse, jamais teria sucesso.
A constante busca de glória e o egocentrismo fariam com que esquecesse a obrigação de proporcionar o bem aos outros e procurasse o seu próprio favorecimento, abrindo brechas para que acontecesse algo parecido com o que ocorreu no céu com os anjos rebeldes, pois tentaria usurpar o trono do Altíssimo e pela ignorância aliada a ganância destruiria tudo chegando ao cúmulo de inversamente usar a mesma seqüência da criação, ou seja, enquanto Deus criou tudo do nada, entregando uma Terra perfeita em seis dias, o homem a destruiria a partir deste ponto, deixando-a sem forma, vazia e em trevas.

1º DIA
TERRA PERFEITA – HOMEM GLORIFICADO
No primeiro dia estaria a Terra perfeita, bonita, cheia de vida habitada. Isso tudo representaria a supremacia da glória de Deus, pois todo o seu plano de criação estava concretizado, restando somente à volta de seu Filho Unigênito para buscar o seu seleto e santo povo, porém com o passar dos anos o homem tornar-se-ia muito inteligente a ponto de se achar auto-suficiente, um deus, detentor de todo o conhecimento, tecnologia, máquinas, computadores, botões, satélites, sistemas de vigilância total, ninguém seria surpreendido. Desta forma poderia prever e decidir a sorte de todos os seres humanos, tornando-se senhor de todos e de tudo.
Muitos morreriam para que este visível poder de decisão e julgamento fossem mantidos, pois a idéia seria invadir, tomar, destituir impérios, redemocratizar paises e reinos e medirem forças. Este seria o passo inicial para a destruição da Terra e da raça humana.

2º DIA
O ALTO PREÇO DO CUSTO-BENEFÍCIO
No segundo dia o homem poluiria toda a Terra matando os animais e aves, já que a sua ganância faria com que não pensasse nas conseqüências de seus atos, somente se preocuparia com construções e produções, sem jamais pensar na preservação da natureza.
Cidades inteiras ficariam sem condições de serem habitadas, pois seriam submersas em todos os tipos de poluição que impediriam a permanência de qualquer ser vivo e muitos morreriam. Isso sem mencionarmos a camada de ozônio que seria destruída deixando toda forma de vida exposta aos raios solares, nocivos à saúde. Nestas condições o homem não teria alternativas, ou morreria sufocado pelos gases poluidores ou por doenças provocadas pela radiação solar.

3º DIA
ELEMENTOS DA NATUREZA FORA DE CONTROLE
No terceiro dia, com a ajuda da tecnologia, o homem tentaria mudar o clima conforme suas necessidades, porém erraria e a natureza reagiria, pois a situação fugiria ao controle quando produzissem calor, chuva ou frio, mais do que o necessário e suportável.
A partir deste momento o clima mudaria, a temperatura subiria onde antes era baixa ou vice-versa, chuvas em lugares áridos, longas estiagem nas regiões chuvosas, derretimentos de geleiras, caos nos pólos terrestres, nos desertos e regiões tropicais, maremotos, tsunames, os mares desrespeitariam os limites estabelecidos por Deus no momento da criação, revolta total da natureza e êxodo final dos humanos e animais para fugirem da calamidade.
Muitos morreriam por não suportarem esta inversão climática ou pela escassez de alimentos, pois toda a produção agrícola seria atingida, comprometendo o abastecimento de toda a população.

4º DIA
GENOCÍDIO ARTIFICIAL
No quarto dia, devido à calamidade provocada pelo descontrole do clima, os homens se deslocariam de um lugar para o outro disseminando as suas doenças, bactérias, vírus, epidemia, pandemia geral. As barreiras sanitárias e o controle epidemiológico não teriam resultados satisfatórios, pois o desespero não respeitaria fronteiras e divisas. As doenças facilmente se espalhariam pela Terra.
Os cientistas, à procura da cura de outras doenças que surgiram, criariam vacinas em larga escala, mas não venceriam a demanda reprimida, então a solução seria a rendição, em vez de curas, criariam vírus laboratoriais mortais para controlarem a situação. Chegariam à conclusão que seria melhor dizimarem, para manterem a ordem, do que oferecerem cura e permanecerem no caos.
A poluição, inversão climática, revolta da natureza, escassez de alimentos, doenças, epidemias, pandemias, vírus e doenças laboratoriais estariam dizimando boa parte da humanidade.

5º DIA
O SALVADOR BOTÃO NUCLEAR
No quinto dia, diante da calamidade mundial e pressionados, os poucos e últimos lideres mundiais, desprovidos de poder e autoridade, teriam somente uma alternativa, a mais cruel de todas, pois todos pagariam pelo erro, inclusive a natureza, seria atingida novamente.
Neste momento trágico da humanidade onde estarão:
a) A inteligência, a ciência multiplicada?
 b) conhecimento e auto-suficiência?
 c) A tecnologia, os potentes computadores?
d) As máquinas, os satélites e os infalíveis sistemas humanos de vigilâncias e previsões?
Na verdade, o sensato seria terminarem com tudo do que contemplarem aquela catástrofe, os sofrimentos, angústias, mortes, destruições, falta de segurança, invasões sem precedentes e multidões famintas clamando aos pseudos poderosos.
Um simples botão com um poder de destruição tremendo, nunca visto antes. O fogo nuclear envolveria a Terra e atingira todos os povos, ricos, pobres, grandes e pequenos. Este seria o trágico fim da humanidade.

6º DIA
TERRA SEM FORMA, VAZIA E EM TREVAS
No sexto dia apagar-se-ia a luz, pois a poeira e as cinzas do grande incêndio nuclear encobririam o sol, a lua e as estrelas e a Terra ficaria em trevas, sem forma e vazia. A poeira baixa e a fumaça dissipada revelariam:
·        Trevas;
·        A morte dos animais e aves;
·        O fim da natureza;
·        A inutilidade dos grandes luminares, sol, lua e estrelas;
·        As águas espalhadas por toda a Terra;
·        A porção seca condensada, reduzida e recoberta de cinzas.
E o homem? Qual seria a situação do homem neste caos? Destruído, dizimado, a coroa da glória de toda a criação de Deus não existiria mais.
Este seria o trágico fim da Terra caso, Deus permitisse ao homem tentar fazer algo parecido com que Ele fez durante os dias da criação, mesmo que mudasse a sua natureza má, jamais conseguiria repetir a perfeição vista pelas mãos do Criador.

E viu Deus tudo o que tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto. Gn 1.31

Portanto não teria como Deus olhar para a obra de suas mãos e classificá-la como imperfeita, inacabada, ruim, pois foi tão somente pensando em dar condições dignas de vida ao homem, as mesmas que Ele nos ofertou quando enviou seu Filho Unigênito a este mundo, para expiação de nossos pecados, ou seja, facilitou ao máximo a nossa vida na Terra e também abriu as portas para a nossa entrada no reino celestial, esta é a segunda parte do plano com a humanidade, a salvação.
A Terra recebeu todas as benfeitorias para propiciar condições dignas de vida ao homem e se mantém fiel, cumprindo o que lhe fora determinado. Por outro lado, a raça humana, em toda a sua história, não foi capaz de cumprir a única ordenança[1] recebida e para piorar a sua situação, a cada dia, se afasta de Deus, fruto de sua inclinação para o mal.

Extraído do livro: Terra. A preparada para o homem. Autor: Ailton Silva. Em fase de revisão

[1] Comissão cultural (Gn 1.28)


Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 2 de maio de 2012

21) Jesus come com pecadores e publicanos? Segundo os 4 evangelistas


MATEUS 9.9-13

  • 9 – Jesus viu Mateus assentado na alfândega. Chamou-o e ele largou tudo para seguir Jesus. Foi transformado;
  • 10 – Estando Mateus, Jesus e dos discípulos, eis que chegaram muitos pecadores e publicanos (companheiros de Mateus, que também foram em busca de transformação)
  • 11 – idem Mc 2.16. Os acusadores acertaram quando disseram aos discípulos “vosso Mestre”;
  • 12 – 13 – idem Mc 2.17. Acréscimo de “misericórdia quero e não sacrifício”. Era para aprenderem o significado.


MARCOS 2.13-17
  • 13 – Novamente Jesus se dirigiu ao mar da Galiléia e toda a multidão foi atrás;
  • 14 – Jesus encontrou Levi, o publicano, o cobrador de impostos que recolhia as obrigações de todos os habitantes e dos que passavam por aquela cidade. Era rico? Bem sucedido? Recebia comissões? Cobrava a mais? Era honesto? Foi encontrado por Jesus, ouviu o chamado, se levantou e seguiu Jesus;
  • 15 – Muitos foram reunidos na casa de Mateus, a convite dele. Sua intenção era apresentar aos seus convidados o grande amigo que havia acabado de conhecer (cfe At 10.24). Na mesa estavam Jesus, Mateus, publicanos e pecadores;
  • 16 – Era aquele que havia acabado de perdoar um pecador (Mc 2.7)? Naquela ocasião Ele estava no uso de sua natureza Divina e agora naquela refeição estava se revelando a sua natureza humana;
  • 17 – Na ocasião anterior (Mc 2.8) eles não precisaram dizer nada, pois Jesus conheceu os pensamentos deles, mas agora disseram: “porque come e bebe com publicanos e pecadores”? O paralítico curado anteriormente recebeu o que estava realmente necessitado, assim como aqueles pecadores e publicanos que urgentemente precisavam comer com o Mestre. Jesus chamou os doentes e pecadores e eles ouviram o chamado.


LUCAS 5.27-32
  • 27 – 28 – idem Mc 2.14;
  • 29 – Levi fez um grande banquete e havia uma multidão de publicanos. Mateus registrou que eles chegaram depois;
  • 30 – idem Mt 9.10 e Mc 2.16;
  • 31-32 – idem Mt 9.12-13 e Mc 2.17.


PRÓXIMO ASSUNTO: O jejum

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva

conteúdo da Biblia



Tiago aconselha os cristãos a viverem na prática sua fé e, além disso, oferece idéias sobre como isso pode ser feito.

Extraído da seção: "Ajuda ao leitor" - Bíblia Sagrada - Harpa Cristã – Baureri


Por: Ailton da Silva

terça-feira, 1 de maio de 2012

Como um professor de Escola Bíblica deve se preparar? Reparem neste trecho que extraí da última lição, dividi em 3 partes:

A Igreja em Pérgamo. 
1) Pérgamo, em grego, significa casado. 
2) É bem provável que a Igreja de Cristo haja sido implantada em Pérgamo quando da estadia de Paulo em Éfeso (At 20.31). 
3) Apesar de a cidade ser a guardiã do trono do próprio demônio, o Reino de Deus prevaleceu em seus termos. Se o trono era do Diabo, o cetro estava nas mãos de Cristo (Is 9.6).

Três assuntos completamente diferentes, mesmo fazendo parte do contexto da lição, poderiam levar a aula para outros assuntos. Se isto acontecesse deveríamos estar preparados.

Um pequeno trecho, abre um universo.

Por: Ailton Silva

Proposta das lições - 8 a 13 (2º trimestre 2012)






Por: Ailton da Silva

Tiatira: cidade x igreja

Por: Ailton da Silva