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terça-feira, 17 de abril de 2012

Refutações a estes contos de fadas



"A TEORIA DO TUMULO ERRADO" – grifo meu
A teoria de que os discípulos de Jesus teriam ido no túmulo errado, é muitíssima absurda. A Bíblia dá detalhes específicos sobre o túmulo onde Jesus foi colocado:
1º - O túmulo era de propriedade de José de Arimatéia (Mateus 27:60);
2º - O túmulo era perto do lugar onde Jesus foi crucificado, era um túmulo novo e ninguém tinha sido posto ali (João 19:41 );
3º - As mulheres seguidoras de Jesus acompanharam o Seu sepultamento e viram detalhes de como o Mestre foi posto no túmulo (Mateus 27:61; Marcos 15:47; Lucas 23.55) .

Diante de tais evidências seria possível os discípulos terem se enganado ao irem no túmulo errado? Seria possível num prazo de três dias, as mulheres, bem como José de Arimatéia (proprietário do túmulo) se esquecerem do exato lugar onde colocaram o Senhor? Na verdade essa teoria do túmulo errado é mais uma idéia fantasiosa desprovida de provas. Os céticos erradamente afirmam que a lei romana automaticamente proibia o sepultamento de Jesus, sendo que ele teria sido jogado em uma vala comum. Esta afirmação é insustentável. A política romana para o sepultamento variava com as circunstâncias e abria a possibilidade de enterro pessoal para alguns dos crucificados.

Devemos lembrar que José de Arimatéia era membro do Sinédrio Judeu (Marcos 15:43). Assim José de Arimatéia conseguiu devido a sua influência pedir a Pilatos o corpo de Jesus. Temos mais conhecimento sobre o sepultamento de Jesus do que temos sobre o sepultamento de qualquer outro personagem histórico.

“TEORIA SOBRE O ROUBO DO CORPO” - grifo meu
"E, indo elas, eis que alguns da guarda, foram à cidade e contaram aos principais sacerdotes tudo o que sucedera. Reunindo-se eles em conselho com os anciãos, deram grande soma de dinheiro aos soldados, recomendando-lhes que dissessem: Vieram de noite os discípulos deles e o roubaram, enquanto dormíamos. Caso isto chegue ao conhecimento do governador, nós o persuadiremos, e vos poremos em segurança.

Eles recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. Esta versão divulgou-se entre os judeus até ao dia de hoje". (Mateus 28:11 a 15). Esta história que os principais sacerdotes inventaram para justificar o túmulo vazio, é tão absurda que Mateus nem perde tempo em refutá-la.

Seria o mesmo que uma pessoa fosse a delegacia e contasse ao delegado que enquanto ela estava dormindo, um parente seu entrou em sua casa e a roubou. Sobre este texto de Mateus, o grande teólogo Santo Agostinho "propõe o seguinte argumento: "dormindo ou acordados: Se acordados, por que deixaram alguém roubar o corpo de Jesus? E se dormindo: como poderiam declarar que foram os discípulos que furtaram o corpo de Jesus?" Em ambas as circunstâncias seriam condenados à morte, se não fosse o interesse dos líderes, em encobrir o fato da intervenção divina."

Os apóstolos não tinham ânimo suficiente para enfrentar um grupo de soldados armados para roubar o corpo de Jesus. Muitos menos tinham ânimo para propagar a ressurreição do Senhor. Para eles Jesus tinha acabado com a morte. Eles não compreendiam as profecias do Antigo Testamento sobre a ressurreição de Cristo. Para eles, o Messias seria político que dominaria o mundo e libertaria Israel. Quando Jesus foi preso "os discípulos todos, deixando-o, fugiram" (Mateus 26:56; Marcos 14:50;). Pedro se acovardou e negou o Mestre três vezes (Mateus 26:69-75; Marcos 14:54-72; Lucas 22:54-62; João 18:15-18,25-27). Dois dos discípulos de Jesus cheios de tristeza vão embora para a cidade de Emaús (Lucas 24:13 a 17).

O evangelho de João relata que as portas da casa onde estavam os discípulos, estavam trancadas porque eles estavam com medo dos judeus (João 20:19). Portanto, não havia força moral em nenhum dos discípulos para enfrentar um pelotão de soldados, mover a pesada pedra para roubar o corpo do Mestre.

Se a teoria de que os discípulos roubaram o corpo não se encaixa, os críticos inventaram que os judeus ou os romanos o tivessem feito. Tanto os líderes judeus e os romanos, que guardavam o túmulo (Mateus 27:62) não poderiam ter levado o corpo do Senhor. Muito pelo contrário, ambos tinham motivos suficientes para negar a ressurreição.

Se caso os judeus tivessem roubado e escondido o corpo de Jesus, eles teriam exibido o corpo em público humilhando assim os discípulos e destruiriam o início da igreja cristã.

Os soldados também não poderiam ter roubado o corpo do Senhor. Eles seriam executados com a pena de morte por falharem em serviço. Portanto, não poderiam se dar ao luxo de fazer uma coisa dessas. Do mais, a máquina governamental tanto do império romano como dos judeus, estavam dispostas a tudo para evitar uma possível ressurreição.

Extraído: “Jesus Cristo realmente existiu? Revista Cristã. Última chamada. Ed. Especial, número 2. César F. Raimundo.

Por: Ailton da Silva

Algumas teorias furadas



UMA CITAÇÃO DE UM PEQUENO HOMEM - grifo meu
"Napoleão, que cobriu de guerra a metade da Europa, escreveu em seu diário ao final de sua vida: "Com todos os meus exércitos e generais,por um quarto de século não consegui subjugar nem um único continente. E esse Jesus, sem a força das armas, vence povos e culturas por dois mil anos."

TEORIAS SOBRE A MORTE DE JESUS - grifo meu
"Entre os séculos XVIII e XIX alguns críticos defenderam a tese de que Jesus realmente não morreu na cruz e foi sepultado vivo. Desta forma esses críticos afirmaram que o sedativo que Jesus tomou quando crucificado e os aromas que as mulheres levaram ao sepulcro para ungilo, teriam contribuído para reanimá-lo e fazê-lo sair do túmulo. Tal teoria é ridícula, fantasiosa e sem fundamento algum".

"O duro e terrível desenrolar da paixão de Cristo, o golpe de lança infligido a Ele, a experiência excruciante e torturante da crucificação, na verdade, nos mostra que Jesus realmente morreu. A história nos mostra que a morte por crucificação incluía asfixia por exaustão, desidratação e falha congestiva do coração. O fato de sequer pensar que Jesus pudesse ter sobrevivido a tal agonia em uma cruz romana e depois ter se levantado do túmulo por suas próprias forças é algo improvável e fantasioso. Exige-se mais fé para crer nisto do que na ressurreição".

"Pense nos espancamentos e ferimentos que o Senhor sofreu, e pense nEle saindo da sepultura totalmente desfigurado. Será que nesta situação Jesus conseguiria convencer a seus discípulos de que Ele era o "Ressurreto Senhor da Vida". E pior, como conseguiria o Senhor nessa situação mover uma pedra de duas toneladas"?

SOBRE A EXPERIÊNCIA DOS ROMANOS PARA ATESTAREM A MORTE DE UM HOMEM NA CRUZ - grifo meu
"Os soldados romanos eram acostumados a lhe dar com pessoas crucificadas e sabiam quando uma pessoa já estava morta. Em João 19:33 está escrito: "...chegando-se, porém, a Jesus, como vissem que já estava morto, não lhe quebraram as pernas". Os soldados não tiveram dúvidas de que Jesus já estava morto. A mistura de sangue e água que derramou-se da ferida feita em seu lado é uma clara evidência de que Jesus havia morrido: "Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água". (João 19:34) Esta é uma evidência de que Jesus provavelmente sofreu um colapso cardíaco".

"O povo da época de Cristo como já vimos não eram ignorantes a tal ponto de não poderem saber que Jesus estava morto. Jerusalém era uma das principais cidades do mundo antigo, e os homens educados daquela época já liam Aristóteles por mais de três séculos. O epicurismo também era a filosofia predominante da época. Devemos levar em conta que os judeus eram também um povo bastante questionador e cético que tinham absorvido as idéias filosóficas de Roma. Desta forma, a teoria do desmaio não tem fundamento histórico e muito menos bíblico".

Extraído: “Jesus Cristo realmente existiu? Revista Cristã. Última chamada. Ed. Especial, número 2. César F. Raimundo.

Por: Ailton da Silva

bons textos para o trimestre

"Juliano o Apóstata. (Imperador Romano em 361 a 363 d.C.). Entre os antigos adversários do cristianismo, este imperador romano foi um dos mais talentosos escritores. Em seu livro contra o cristianismo, Juliano faz uma referência histórica a Cristo e lhe atribui inadvertidamente o poder de realizar milagres. Juliano assim se expressa":

"Já faz cerca de trezentos anos que Jesus vem sendo lembrado. Durante sua vida não fez nada digno de fama, a não ser que alguém considere excepcionalmente grande o fato de curar coxos, cegos e exorcizar demônios nas vilas de Betsaida e Betânia."

"Um deus nascido de uma virgem, no solstício do inverno, que ressuscita na Páscoa, no equinócio da primavera, depois de haver descido ao inferno; um deus que leva atrás de si doze apóstolos, correspondentes às doze constelações; que põe o homem sob o império da luz, não pode ser mais que um deus solar, copiado de tantos outros deuses heliosísticos em que abundavam as religiões orientais.

"No céu da esfera armilar dos magos e dos caldeus via-se um menino colocado entre os braços de uma virgem celestial, a que Eratóstenes dá como Ísis, mãe de Horus. Seu nascimento foi a 25 de dezembro. Era a virgem das constelações zodiacais. Graças aos raios solares, a virgem pôde ser mãe sem deixar de ser virgem... Via-se uma jovem 'Seclanidas de Darzana', que em árabe é 'Adrenadefa', e significa virgem pura, casta, imaculada e bela... Está assentada e dá de mamar a um filho que alguns chamam de Jesus e, nós, de Cristo". Já vimos que Jesus repete todos os mistérios dos deuses solares e redentores, pelo que Heródoto, Plutarco, Lactâncio e Firmico puderam afirmar que esse Deus redentor é o sol. De modo que Jesus é apenas mais um deus sol1a r."

Extraído: “Jesus Cristo realmente existiu? Revista Cristã. Última chamada. Ed. Especial, número 2. César F. Raimundo.

Por: Ailton da Silva

conteúdo da Bíblia



Filemom é instado a perdoar seu escravo, Onésimo, que havia fugido. Filemom deveira aceitá-lo de volta como a um irmão em Cristo.

Extraído da seção: "Ajuda ao leitor" - Bíblia Sagrada - Harpa Cristã – Baureri


Por: Ailton da Silva