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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

38) A filha de Jairo - segundo os 4 evangelistas


MATEUS 9.18-19; 23-26
  • 18 – Um chefe (um dos principais da sinagoga) adorou Jesus e apresentou o seu problema: sua filha havia falecido (em Mc 5.23 – ele ainda não havia recebido a notícia do falecimento). O nome deste homem não foi mencionado por Mateus. Ele pediu para Jesus impor suas mãos para que sua filha vivesse;
  • 19 - Jesus o seguiu juntamente com seus discípulos;
  • 23 – Sua filha havia falecido, mesmo assim ele foi ao encontro de Jesus. Não julgava o caso encerrado. Parecia tarde demais, mas ainda havia solução para o seu problema. Jesus de longe viu o alvoroço na casa do chefe da sinagoga;
  • 24 – Pediu para que todos se retirassem. Os pranteavam e choravam, riram quando Jesus disse que a menina não estava morta, que apenas dormia;
  • 25 a 2 – O povo saiu, Jesus entrou, pegou a menina e ela se levantou. A noticia se espalhou rapidamente por aquela região

MARCOS 5.21-24; 35-43
  • 21 – Jesus estava acompanhado de uma grande multidão;
  • 22 – Jairo, um dos principais da sinagoga, se prostrou quando viu Jesus. Um homem de coragem, pois pela sua posição mantinha uma estreita relação com os fariseus. Ele não temeu as represálias;
  • 23 – Ele apresentou o seu problema: sua filha estava moribunda;
  • 24 – Jesus acompanhou Jairo juntamente com a multidão;
  • 35 – No meio do trajeto, após ter socorrido a mulher do fluxo de sangue, foram abordados por alguns dos empregados do principal da sinagoga que anunciaram a morte da criança. Eles pediram para que Jairo não importunasse mais o mestre (não havia mais nada o que ser feito?);
  • 36 – Jesus disse a Jairo: “Não temas, crês somente”;
  • 37 – Somente Pedro, Tiago, João e Jairo poderiam acompanhar Jesus;
  • 38 – Quando chegaram viram e ouviram o alvoroço e o pranto;
  • 39 – Jesus usou o sono para diagnosticar a temporalidade da situação da menina. Pronto o alvoroço se transformou em riso, provavelmente os contratados (para chorar) foram os que riram. a família duvido que tenha rido, eles se agarraram naquele fiozinho de esperança.;
  • 40 – Os pais, os três discípulos entraram com Jesus onde a menina estava deitada;
  • 41 – Jesus tomou a criança pela mão e disse: “a ti te digo, levanta-te”;
  • 42 – Ela se levantou e andou. Tinha os mesmos doze anos que a mulher do fluxo de sangue havia sofrido com sua enfermidade;
  • 43 – Jesus pediu para que não contassem nada a ninguém, mas e a multidão que estava do lado de fora, souberam? Segundo o evangelista Mateus a noticia se espalhou rapidamente (Mt 9.26). Jesus não queria exposição.

LUCAS 8.40-42; 49-56
  • 40 – Jesus provavelmente voltando de Gadara, foi recebido por uma grande multidão. Ele estava sendo esperado;
  • 41 – Entre a multidão estava Jairo, príncipe da sinagoga, que prostrando-se rogou  para que Jesus entrasse em sua casa;
  • 42 – Seu problema: sua filha de 12 anos estava quase a morte;
  • 49 – Conforme Mc 9.35, exceto que foi um único mensageiro fúnebre, enquanto que o evangelista Marcos mencionou alguns;
  • 50 – Conforme Mc 9.36, acrescido da expressão: “Será salva”;
  • 51 a 53 – Conforme Mc 9.37-40;
  • 54 – Jesus pegou a menina pela mão, clamou e disse; disse: “Levanta-te, menina”;
  • 55 – O espírito da menina voltou e Jesus pediu para que não contassem nada a ninguém.

PRÓXIMO ASSUNTO: A mulher do fluxo de sangue

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia de Estudo Temas em concordância. Nova versão internacional (NVI). Roswell D. Hitchock. Editora Central Gospel. Rio de Janeiro, 2008.

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva - Ano V

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Os dons de poder. Plano de aula

TEXTO AÚREO
A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus (1 Co 2.4,5).

VERDADE PRÁTICA
Os dons de poder são capacitações especiais em situações que demandam a ação sobrenatural do Espírito Santo na vida do crente.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – 1 Co 12.4,9-11
4 - Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.
9 - e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar;
10 - e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.
11 - Mas um só e o mesmo Espírito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer.

PROPOSTA
         Fé em Deus: essencial para as operações divinas;
         Fé como dom é diferente da fé salvífica;
         É como ver um livramento antes do fato acontecer;
         Dons de curar: recursos de caráter sobrenatural;
         Ainda aguardamos a redenção do nosso corpo (Rm 8.23);
         Ciência: O ser humano pensa que pode superar a Deus;
         Operação de maravilhas: alteração da ordem natural;
         Jesus operou muitas maravilhas durante seu ministério;
         Não podemos agendar as operação de Deus.

INTRODUÇÃO
A promessa de Jesus aos seus discípulos, antes de ascender aos céus, foi a de enviar “Outro Consolador” (Jo 14.16), semelhante a Ele, mas com ministério diferente para dar continuidade à sua obra. Prometeu também capacita-los um a um e operar sinais, prodígios, maravilhas e milagres no meio da igreja primitiva, através e pela concessão dos dons ministeriais, espirituais e de serviços. Os dons concedidos capacitam o crente e são a base do crescimento espiritual e promovem a adoração genuína, a edificação da igreja e a pregação do Evangelho, mas a ausência dos dons não impedem o mesmo progresso espiritual, apenas favorecem.

O ministério terreno de Jesus foi marcado por inúmeros milagres, principalmente curas. A história eclesiástica comprova que a Igreja do primeiro século também operou maravilhas no poder do Espírito Santo. Entre os primeiros cristãos sobejavam os dons de poder, que possuem as seguintes características e atribuições, uma vez que a operação deles fazem algo acontecer:
  • Revelam a Onipotência de Deus;
  • Dão respaldo a pregação do Evangelho;
  • Confirmam a autenticidade da Palavra, a fidelidade e presença de Deus no meio da igreja e O glorificam;
  • Significam o poder e autoridade conferidos à igreja;
  • Revelam a soberania e autoridade de Deus sobre as forças da natureza, sobre o ser humano e sobre os demônios;
  • São concedidos para auxiliar na propagação do evangelho;
Se Jesus não mudou e os dons espirituais são para a Igreja de hoje, por que atualmente não vemos as manifestações dos dons de poder em nosso ambiente com mais frequência? Será falta de conhecimento a respeito do assunto? Ou será por causa do mau uso que alguns fazem das dádivas divinas? Como eles são necessários à vida da igreja.

Mas por outro lado a posse destes dons, ou de outros, não torna os portadores mais espirituais que os outros ou em relação à aqueles que não possuem, pelo contrário, eles dão a idéia de responsabilidade e serviço e continuam disponíveis a igreja.

I. O DOM DA FÉ (1Co 12.9)
1. O QUE SIGNIFICA FÉ? 
Na epístola aos Hebreus lemos que “a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem” (11.1). Essa é a definição bíblica sobre a fé, pois mostra a total confiança e dependência em Deus. “É um elemento fundamental na vida espiritual do crente”, é a vitória que vence o mundo (1 Jo 5.4), o combustível para o céu, cuja falta, impedirá a nossa chegada às mansões celestiais, uma vez que sem fé é impossível agradar a Deus e sem agradarmos a Ele, certamente não herdaremos a promessa maior, a eternidade.

Aprendemos com o texto do capítulo 11 de Hebreus, conhecido como a “galeria dos heróis da fé”, que Deus é poderoso para fazer todas as coisas, sendo a nossa fé em Deus, fundamental para as operações divinas entre os homens. Partindo do principio que se trata do fundamento do que se espera e prova do que se não vê, podemos entender e classificar a fé da seguinte forma:
  • Fé natural: “não leva o homem a Deus e nem trás Deus ao homem”, somente auxilia na esfera material e não pode ajuda-lo no tocante as coisas do espírito, por isto os homens ao fazerem uso dela, não pedem ou requerem milagres. É um recurso inato nascido e desenvolvido no ser humano que o faz crer em um Ser Supremo, invisível (Rm 1.19-20). É a chamada fé esperança, fé intelectual, “a crença baseada na habitualidade ou no raciocínio humano”. Por ela o homem encontra motivação para lutar, trabalhar, enfim viver sua vida superando as dificuldades diárias e ou buscando uma religião, uma filosofia de vida ou algo para crer (cfe Tg 2.19). Em outras palavras, poderíamos dizer que não existe nada de excepcional ou digno de louvor nisto, pois até mesmo os demônio demonstram este tipo de crença;
  • Fé salvífica (Hb 11.6): “esta fé não nasce no homem, mas é dom de Deus” e se torna condição para a salvação (Ef. 2.8-9). É fruto da pregação do Evangelho, manifesta na conversão, momento em que reconhecemos que não há outro Salvador. É uma dádiva de Deus (Ef 2.8), presente na vida dos que já experimentaram o novo nascimento. Estes vivem em obediência, se consagram, praticam boas obras (Rm 10.17; Gl 5.22; Ef 2.8; Hb 11.6; Tg 2.14-26; Tt 1.4; Jd 3);
  • Fé como dom: manifestação sobrenatural, que capacita o crente para remover montanhas (cfe I Co. 13.2), operar milagres, curas e realizar grandes obras, demonstrando uma confiança sem precedentes no poder de Deus, mesmo em situações desesperadoras.
2. A FÉ COMO DOM. 
É distinta daquela que recebemos por ocasião da nossa conversão: a fé salvífica (Rm 10.17; Ef 2.8). Igualmente, se distingue da fé evidenciada como fruto do Espírito (Gl 5.22). O dom da fé é a capacidade que o Espírito Santo concede ao crente para este realizar coisas que transcendem à esfera natural da vida e ou as “que estão além do alcance da imaginação humana, objetivando sempre a edificação da igreja. De acordo com o teólogo Stanley Horton, esse dom “é uma fé milagrosa para uma situação ou oportunidade especial”, porém, em nenhum momento, ele substituiu a mensagem do Evangelho.

O dom da fé é o primeiro desta relação, pois se torna como uma espécie de porta e requisito para a manifestação dos outros dois dons de poder (cura e operação de maravilhas), estando interligado com eles, porém se distingue da fé que produz salvação (At 16.31) “e também da fé como fruto do Espírito, pois é sobrenatural, especial, comunicada pelo Espírito Santo”.

“Jesus fala da capacidade do homem em remover montanhas, operar milagres, curas e realizar grandes obras, demonstrar uma confiança sem igual no poder de Deus”, ação esta capaz de produzir uma reação em sua alma, mudar ambientes e nos a convicção do possível diante do impossível (Jo 11.40-44; Jo 14.12; Mc 9.23), prévia do grande milagre.

3. EXEMPLO BÍBLICO DO DOM DA FÉ. 
Quando guiou o povo de Israel na saída do Egito e se aproximou do Mar Vermelho, já na iminência de ser destruído por Faraó, Moisés disse: “Não temais; estai quietos e vede o livramento do Senhor, que hoje vos fará; porque aos egípcios, que hoje vistes, nunca mais vereis para sempre. O Senhor pelejará por vós, e vos calareis” (Êx 14.13,14). Moisés “viu” pela fé o livramento do Senhor antes de o fato acontecer. Esta é uma boa amostra bíblica do exercício do dom da fé. A sua experiência até então havia sido com as pragas no Egito e algumas outras operações de Deus, mas nada como aquilo que estava prestes a ver. Será que ele, desde a saída, confiava em tamanho milagre?

O fato ocorrido às margens do mar Vermelho nos prova que o dom da fé se manifesta diante de uma situação calamitosa. Outros casos do uso do dom da fé foram citados na Bíblia:
  • Abraão creu, pelo dom da fé, que seria possível que ele e Sara tivessem um filho, mesmo em idade avançada (Gn 15.1-6; 17.15-22; 18.9-16; 21.1-8);
  • Abraão creu que poderia voltar para casa com o filho vivo, mesmo diante das ordens de Deus para sacrifica-lo (Gn 22.1-19);
  • Josué creu que o sol e a lua pudessem ser detidos (Js 10.12-15);
  • Sansão também recebeu o milagre, quando teve sua sede saciada (Jz 15.18-19);
  • Elias fez uso do dom da fé quando confiou nas orientações de Deus para que fosse sustentado de forma sobrenatural (1 Rs 17.2-6) e quando pediu que descesse fogo do céu para consumir cem homens (2 Rs 1.10-12);
  • Hananias, Misael e Azarias, mesmo diante das insinuações enciumadas dos caldeus e das terríveis ameaças do rei Nabucodonozor não se amedrontaram (Dn 3.13-30);
  • Daniel que confiou na providência de Deus, mesmo estando diante de famintos leões (Dn 6.16-23);
  • Pedro também teve a fé milagrosa para ordenar ao coxo que levantasse e andasse em nome de Jesus (At 3.1-9);
  • Pedro recebeu o milagre através do dom da fé, mas houve também o dom de discernimento de Espíritos (At 12.1-12 );
  • Paulo teve fé suficiente para ordenar que o coxo desde o ventre da mãe fosse curado (At 14.8,9);
  • Paulo no navio que o levava a Roma, durante o naufrágio, impediu que o mal fosse feito aos prisioneiros, abrindo a todos a oportunidade da salvação (At 27.30-36). Ele teve a certeza da vitória em meio ao temporal (At 27.21-26). Neste caso houve também a manifestações do Dom da Palavra da Sabedoria (vs. 22, 24, 26) e o dom do discernimento de Espíritos (v. 23);
II. DONS DE CURAR (1Co 12.9)
1. O QUE SÃO OS DONS DE CURAR? 
São recursos de caráter sobrenatural para atuarem na cura de qualquer tipo de enfermidade. Por isso a expressão está no plural. Deus é quem cura! Ele concede os “dons” segundo o conselho da sua vontade, sabedoria e no momento certo.

Os dons de curar não podem ser confundidos com o sinal da cura de um enfermo, uma operação de Deus para confirmar a pregação do Evangelho, na verdade os dons de curar são uma prova do amor e compaixão de Deus, pois a dor é aliviada e as pessoas são atraídas para Cristo e acabam por receber a maior de todas as curas, que é a salvação da alma. É também a capacitação divina e sobrenatural para que a igreja atue na restauração física e mental das pessoas, (At. 3.6-8; 4.30). São poderosíssimas ministrações para os doentes, não importando qual seja a enfermidade, beneficiando crentes e até mesmo incrédulos, mas assim como todos os outros dons, eles não substituem a mensagem do evangelho.

No Antigo Testamento, o Todo-Poderoso se manifestou ao povo de Israel como “Jeová Rafá” — O Senhor que sara (Êx 15.26; Sl 103.3). A concessão desses dons à Igreja deve-se à necessidade de o Evangelho ser anunciado como uma mensagem poderosa ao não crente, que outrora não tinha fé, mas que agora passou a crer no Evangelho, arrependendo-se dos seus pecados (Mc 16.17,18; At 3.11-26; 4.23-31).

2. A REDENÇÃO E AS CURAS. 
Apesar de o crente ser redimido pelo Senhor através da obra expiatória efetuada por Jesus na cruz do Calvário, ele (o crente) ainda aguarda a redenção do seu próprio corpo.

Quando o apóstolo Paulo tratou dos males que afligem à criação como resultado do pecado da humanidade, escreveu que “não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo” (Rm 8.23). Enquanto não recebermos o novo corpo imortal e incorruptível estaremos sujeitos a toda sorte de doenças.

3. A NECESSIDADE DESSES DONS. 
Os dons de curar são necessários à igreja da atualidade. Num mundo incrédulo em que a medicina se desenvolve rapidamente, o ser humano pensa que pode superar a Deus e esquece de que está sujeito às enfermidades. Através dos dons de curar as pessoas reconhecem suas limitações e total dependência de Deus no que diz respeito a restauração da saúde, principalmente quando ocorrem curas de doenças graves, tidas como incuráveis ou terminais.

A humanidade precisa compreender a sua limitação e convencer-se da sublime realidade de um Deus Todo-Poderoso que, em sua misericórdia e amor, concede sabedoria a homens e mulheres para multiplicar o conhecimento da medicina visando o bem-estar de todos. Quanto aos dons de curas, são manifestações de poder sobrenatural que o Espírito Santo colocou à disposição da Igreja de Cristo para que a humanidade reconheça que Deus tem o poder de sanar todas as doenças.

III. O DOM DE OPERAÇÃO DE MARAVILHAS (1Co 12.10)
1. O DOM DE OPERAÇÃO DE MARAVILHAS. 
Este dom realiza obras extraordinárias, espantosas, surpreendentes, ocorrências difíceis de serem explicadas e que vão além do poder humano. O dom de operação de maravilhas altera a ordem natural das coisas consideradas impossíveis e impensáveis e que modificam as leis naturais (2 Rs 4.32-37). É a suspensão temporária da ordem costumeira (Js 10.12-13). A capacitação sobrenatural para a igreja para realizar obras maravilhosas, prodígios capazes de convencer até mesmo os mais incrédulos, porém o dom de operação também não substitui a mensagem do Evangelho, assim como os demais dons. Ele se manifesta para o que for útil e para a glorificação do Deus Todo-poderoso.

O dom de operação de maravilhas é dado à igreja para a sua própria edificação (1 Co 14.12), levando-a a manter e a desenvolver sua unidade no corpo de Cristo (Ef 4.4-6).

a) Simultaneidade da operação dos dons de poder:
Em alguns casos a ressurreição de mortos, os três dons podem operar conjuntamente, a saber o dom da fé, operação de milagres e de curas, isto foi visto na ressuscitação de Lázaro:
  • Dom da fé – necessária para chamar a pessoa de volta;
  • Dom de operação de maravilhas – para ressuscitar a pessoa;
  • Dons de curar – para curar a enfermidade que motivara a morte de Lázaro, pois ele voltou livre da enfermidade (Jo 12.1-2).

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Como superar os traumas da violência social. Plano de aula


E SE FOSSE COM VOCÊ?
VIOLÊNCIA – AÇÕES INÉDITAS
VIOLÊNCIA – A VEDETE DA MÍDIA
LEIS HUMANAS INIBEM A VIOLÊNCIA?
LAMEQUE – ADORADOR DA VIOLÊNCIA
EMOÇÃO + MÁ INTENÇÃO = VIOLÊNCIA
VIOLÊNCIA – A RECÍPROCA É VERDADEIRA?
VIOLÊNCIA – PRENÚNCIO DO FIM DO MUNDO? GN 6.7

TEXTO ÁUREO
 “A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência(Gn 6.11).

VERDADE PRÁTICA
A Igreja de Cristo deve acolher, com amor e hospitalidade, toda pessoa vítima de violência.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Gênesis 6.5-12.
5 - E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.
6 - Então arrependeu-se o SENHOR de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração.
7 - E disse o SENHOR: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito.
8 - Noé, porém, achou graça aos olhos do SENHOR.
9 - Estas são as gerações de Noé. Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus.
10 - E gerou Noé três filhos: Sem, Cão e Jafé.
11 - A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência.
12 - E viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra.

PROPOSTA DA LIÇÃO:
  • Violência: resultado direto da rebelião no Éden;
  • Caim inaugurou a violência na terra. O primeiro homicida;
  • Ele incentivou a outros. Lameque louvou seus crimes;
  • Atualmente, vivemos dias semelhantes aos de Noé;
  • Todas as pessoas estão sujeitas à violência;
  • Tortura psicológica e assédio moral, ambos danosos;
  • A igreja deve amparar as vitimas da violência;
  • Auxiliando, com ações para que superem os traumas;
  • Eles necessitam de conforto espiritual, moral e emocional
INTRODUÇÃO
A violência ocupa grande parte dos noticiários e aflige a todos, independente da classe social, idade, formação e ou religião. É um dos mais sérios problemas enfrentados pela sociedade. Sua origem é espiritual e data dos primórdios da humanidade. Para entendê-la é torna-se necessário uma análise a partir deste raciocínio.

O afastamento de Deus, provocado pelo pecado, abriu as portas para a violência e desde então o homem vem sendo acompanhado por este grande mal. O primeiro caso foi visto na família adâmica (Gn 4.8) e nunca mais parou de se manifestar na raça humana. Caim, Lameque, pré diluvianos (Gn 4.23) e Ninrode, pós dilúvio (Gn 10.8), nos mostra que a humanidade não ficou livre da violência, mesmo com este grandioso evento. Este foi um dos motivos apresentados por Deus para por um fim a existência do homem (Gn 6.13; 10.8).

A situação saiu do controle a partir do momento em que o homem passou a viver em sociedade, pois o desejo pela sobrevivência, a auto busca pelo poder, a organização humana, o aparecimento de costumes, tradições e culturas, favoreceu o uso da força ou da violência para atingir os seus objetivos.

A Palavra de Deus nos ensina a agirmos a fim de vencermos os traumas provocados pela violência, já que vencê-la em si, é algo que está muito além da nossa capacidade. Luciano de Paulo Lourenço em seu subsidio semanal disse o seguinte:

“Em nossos desditosos dias, a violência surge como o sol, dificilmente escapamos de sua presença. Ela está abrigada pela impunidade, porque as autoridades perderam a sua força, a sua moral, pelo mau exemplo que a cada dia nos chega ao conhecimento pelos meios de comunicação. O homem bom se torna prisioneiro em sua própria habitação e o perverso anda lisonjeiramente como que a zombar do infortúnio dos honestos e humildes, caracterizando-se assim um claro e preocupante paradoxo humanitário. Todo esse quadro, gera no homem insuportável aflição, desassossego, insônia, apatia, desânimo, ao ponto de muitos perderem a vontade de viver.  Nesse momento, surge uma grande e desesperadora interrogação: a quem recorrer? Quem pode se levantar em auxílio dos desesperados e aflitos? Olhando no plano horizontal, ou seja, buscando auxílio no homem, frustramo-nos e ficamos desolados. Até porque a Palavra de Deus nos afirma: “...vão é o socorro  do homem” (Sl 60:11). Resta-nos a única fonte capaz de não somente nos livrar da desgraça da violência, mas também nos proporcionar alívio quando ela nos acometer. Essa Fonte é Jesus Cristo (Deus Conosco – Mt 1:23)) e o Espírito Santo (o Sumo Consolador da Igreja – João 16:7,13). Superar os traumas da violência é um desafio e um exercício de fé em Deus. Que Ele nos ajude”!

I. A VIOLÊNCIA IMPERA SOBRE A TERRA
1. A ORIGEM DA VIOLÊNCIA.
A violência é resultado da rebelião de Adão e Eva contra Deus (Gn 3.4-24; 6.5). As consequências não demoraram, pois seus filhos, ao apresentarem ofertas ao Senhor, se depararam com o primeiro ato violento da humanidade (Gn 4.3-5). Movido pela inveja, que não nasceu no momento da rejeição da oferta, mas que veio sendo alimentado por algum tempo, Caim matou seu irmão Abel. Levado por suas más intenções, que aliada à sua emoção, protagonizou o primeiro homicídio da história.

Mesmo sendo uma consequência do erro humano, é notório a ação e interesse do Maligno para que o ocorrido não ficasse restrito somente aquela família, uma vez que tais atitudes contrariam “os preceitos e princípios bíblicos.

Portanto, nos primeiros anos de sua estadia, o homem já corrompeu toda a Terra com a violência (Gn 6.11), vide o ocorrido com Caim e com Lameque, que louvou os seus crimes, como se fosse um grande feito (Gn 4.23).

2. A MULTIPLICAÇÃO DA VIOLÊNCIA.
O ato de Caim revela a natureza da humanidade que, arruinada pelo pecado (Sl 14.1-3; Rm 3.10-18). A violência generalizou-se de tal maneira, que constrangeu a Deus a destruir o mundo antigo pelas águas do dilúvio (Gn 6.7), homens e animais. Novamente a natureza é atingida pelo erro humano (Gn 3.17-18, 21).

Sete foi dado como filho a Adão e Eva em lugar de Abel e a geração seguinte (Gn 4.26) começou a invocar o nome do Senhor, motivados pelo interesse espiritual, fato este que os caracterizaram como filhos de Deus, “enquanto que a geração de Caim, marcada pelo interesse material, é conotada como os filhos dos homens”, mas com o passar dos tempos estas duas linhagens se misturaram (Gn 6.4), ocasionando a apostasia da linhagem que antes invocavam a Deus. A violência na Terra foi agravada devido esta mistura.

Esta situação se tornou insuportável para Deus que decidiu pela limpeza da Terra, a fim de restabelecer o temor e justiça ora esquecidos e desprezados pela humanidade.

3. A VIOLÊNCIA NA SOCIEDADE ATUAL.
Apesar das políticas públicas, as estatísticas são assustadoras. Assassinatos, lesões corporais, estupros, roubos aumentam de forma assustadora. São verdadeiros dias de Noé, mas a igreja de Cristo deve se portar como sal da terra e luz do mundo, como a voz profética de Deus contra todos os tipos de violência.

Diante deste quadro caótico, a cada dia somos surpreendidos pelo “ineditismo”, novas ações, por vezes uma mais violenta que a outra, tudo para resolver os inúmeros problemas, vide a suposta solução encontrada por Caim para resolver a sua frustração.

A frágil sociedade está exposta aos todos os problemas possíveis e imagináveis, pois há violência contra crianças, cônjuges, idosos, mulher, filhos, profissional ou de natureza sexual e não são poucas as vezes em que o homem procura resolver ou atingir os seus objetivos através e pelo uso da força.

Uso da violência não é sinal de força, como muitos pensam, mas de pura fraqueza. A humanidade é menosprezada e se “desenvolve, entre os homens, uma verdadeira cultura da morte”. Esta ferocidade humana cria verdadeiros monstros que buscam somente a própria satisfação ou seus interesses (II Tm 3.2-3). Insegurança, egoísmo, desconfiança, descrédito, ódio e raiva são características de inimigos e não do viver em sociedade. Parece que vivemos os últimos minutos da humanidade e que precisamos eliminar uns aos outros. Isto acontece até mesmo dentro do dito “meio espiritual”?

II. VIOLÊNCIA, UM PROBLEMA DE TODOS
1. QUANDO O CRENTE É PERSEGUIDO.
A violência não se resume apenas e tão somente a atos físicos covardes, agressões, existem outras formas bem mais destrutivas entre as quais destacamos a tortura psicológica, “rejeição, depreciação, preconceito, discriminação, ameaça, desrespeito, humilhação, assédio moral, silenciosa hostilidade, entre outras atitudes”. Ações danosas que podem levar as vitimas a danos irreversíveis (Sl 73.21), atingindo em muitos casos a auto estima.

O que dizer, então, das perseguições que muitos sofrem em virtude de sua postura moral e espiritual? Que atitude tomar diante desta situação? Revidar ou confiar nas promessas de Deus (Mt 5.10-12)?

Porque então a reciproca não é verdadeira? Ensinos de Jesus reforçam a necessidade do amor ao inimigo e não somente ao próximo (Mt 5.43-44). Se não conseguirmos atingir esta prática em nada seremos diferentes dos ímpios (cfe Mt 5.20). A vida santa da igreja aborrece o mundo e ao inimigo (Jo 15.18). Jesus nos disse isto para que tivéssemos paz Nele (Jo 16.33).

quinta-feira, 15 de julho de 2010

A Ressurreição de Jesus


A ressurreição é o ressurgimento, reanimação, um recomeço, o retorno da morte para a vida.

A ressurreição de Jesus é o combustível que move o Cristianismo e que dá sentido a fé cristã e a distingue das outras religiões.

Este foi o primeiro e o ultimo caso de auto-ressurreição da história.

Algumas civilizações antigas associavam à ressurreição as estações do ano, pois no outono e inverno as vegetações desapareciam e boa parte dos animas hibernavam, dando idéia de fim do ciclo da vida, mas na primavera e verão tudo voltava ao normal. Como a maioria destas civilizações era idolatras alimentavam a idéia da ressurreição como mito, como uma seqüência da morte e ressurgimento dos seus deuses.


1) AS TEORIAS SOBRE A RESSURREIÇÃO DE Jesus:
O sepultamento de Jesus foi um ato público, de conhecimento dos romanos, aprovado por Pilatos, num sepulcro novo, de uma pessoa importante com ajuda de José de Arimatéia e Nicodemos, aberto em uma rocha, fechado e selado com uma grande pedra, que era um costume da época.

a) teoria do furto:
Como os discípulos poderiam roubar o corpo sem serem percebidos pela guarda romana? Os romanos facilmente localizariam os discípulos, caso eles tivessem realmente roubado o corpo e assim acabariam com a dita, por eles, “farsa da ressurreição”, pois os discípulos não fugiram, não mudaram de cidade, não eram ladrões profissionais, na verdade eles estavam somente escondidos com medo de também serem mortos. Como seria fácil localizá-los.

b) teoria do erro:
Mc 15”47 – as mulheres observaram de longe onde eles O sepultaram e pelas descrições do túmulo seria muito difícil elas errarem o local. Então porque os romanos e judeus foram e mostraram o dito “verdadeiro túmulo”.

c) teoria da Caxemira ou do resgate
Mesmo se Jesus tivesse se recuperado fisicamente de todo o sofrimento como conseguiria abrir o túmulo sozinho? Ou como os discípulos removeriam a pedra por fora sem serem notados pela guarda romana? E se realmente os discípulos tivessem resgatado Jesus como manteria uma mentira por tanto tempo sem caírem em contradição, pois em todas as suas pregações, em locais públicos, eles atestavam à ressurreição (At 2”32; 3”15; 4”10; 10”40; 13”30-37).

Se os judeus quisessem impedir o crescimento do Cristianismo bastava e tão somente apresentarem o corpo de Jesus e assim provariam que Ele não havia ressuscitado.

No caso da teoria do erro bastava apresentar o tumulo correto e com isso provariam que aquelas mulheres haviam errado o tumulo. Defendiam com tanta veemência estas teorias que se esqueceram de prová-las.

2) A RESSURREIÇÃO
Em Mc 16, as mulheres tomaram especiarias e ungüentos para ungirem o corpo de Jesus (mesmo sabendo que estavam ferindo a Lei), mas no caminho lembraram da pedra e quem iria removê-la para entrarem no túmulo, mas mesmo assim continuaram.

Mal sabiam elas que um anjo já havia removido a pedra, mas caso não tivesse acontecido isto Jesus também ressuscitaria da mesma forma. Este acontecimento foi somente para comprovação física de sua ressurreição, para que todos vissem.

Para crermos na ressurreição de Jesus temos que deixar de lado todas as teorias, explicações lógicas cientificas, materialistas e os obstáculos naturais. As mulheres deixaram de lado, a lei, os guardas, a pedra e a limitação física.

3) EXEMPLOS DE RESSURREIÇÕES:

  • o filho da viúva de Sarepta (I Rs 17);
  • o filho da sunamita – (II Rs 4);
  • Lázaro (Jo 11);
  • a filha de Jairo (Mt 9);
  • o filho da viúva de Naim (Lc 7).

Estas ressuscitações não foram exatamente da morte para a vida, como a de Jesus, pois eles foram somente restaurados para o mesmo corpo limitado, fraco e doente. Depois morreram novamente.

A ressurreição de Jesus sim foi de fato da morte para a vida, pois após o seu sacrifício ser aceito por Deus, Ele abriu as portas da dispensação da Graça, proporcionando o retorno da comunhão anterior que existia entre Deus e o homem. Esta sim foi a verdadeira ressurreição.

Foi também em um corpo glorificado, bem diferente e não em carne e sangue como as anteriores citadas acima, mas também não foi somente em espírito, pois deixou Se tocar pelos discípulos e a sua fisionomia era a mesma, tudo isto para que comprovassem realmente que Ele estava vivo.

A sua ressurreição foi verdadeira, diferente e única, pois jamais enfrentará a morte novamente.

4) APARIÇÕES DE Jesus - COMPROVAÇÃO DE SUA RESSURREIÇÃO:
  • a Maria Madalena (Mc 16”9-11);
  • as mulheres que foram ao seu sepulcro (Mt 28”8-10);
  • a Pedro em Jerusalém (Lc 24”34);
  • aos discípulos a caminho de Emaus (Lc 24”13-31);
  • apareceu aos discípulos, menos a Tomé (Jo 20”19-23);
  • apareceu a Tomé (Jo 20”24-29);
  • aos discípulos enquanto pescavam (Jo 21”1-14);
  • aos discípulos na montanha (Mt 28”16-20);
  • a 500 pessoas (I Co 15”6);
  • a Thiago seu irmão (I Co 15”7);
  • aqueles que O viram ascendendo ao céu (At 1”3-8).
Não precisava aparecer a todos, mas sim e somente aos seus discípulos para que cressem e dessem inicio a tão gloriosa obra para a qual foram preparados.

5) CONCLUSÃO:
  • o ministério de Jesus foi público;
  • o sacrifício e sofrimento foi acompanhado por muitos;
  • a cruz foi vista por todos;
  • o sepulcro foi em local conhecido por muitos;
PORÉM, VÊ-LO RESSURRETO, É PARA POUCOS, SOMENTE PARA AQUELES QUE O ACEITAM COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR.

Fonte: Revista Bíblica dominical – 1º Trimestre de 2008: “Jesus Cristo, verdadeiro homem, verdadeiro Deus” – Plano de aula – autor Ailton Silva.

terça-feira, 13 de maio de 2014

39) A mulher do fluxo de sangue - segundo os 4 evangelistas


MATEUS 9.20-22
  • 20 – Uma mulher que durante 12 anos sofria de uma hemorragia, chegou por detrás de Jesus e tocou em suas vestes. Ela poderia tocar em alguém mesmo com sua enfermidade? Conforme Lv 15.25 ninguém poderá tocar nela, talvez isto tenha facilitado sua passagem pelo meio da multidão, haja vista que todos notariam seu problema e a evitariam;
  • 21 – Ela estava convicta de que se apenas tocasse nas vestes de Jesus poderia ser curada;
  • 22 – Jesus olhou para ela e disse: “coragem, minha filha! Você sarou porque teve fé” (NTLH), e imediatamente a mulher ficou sã.

MARCOS 5.25-34
  • 25 – conforme Mt 9.20;
  • 26 – Marcos falou a respeito da perda material dela em virtude dos gastos com a enfermidade. Foram 12 anos de dor e sofrimento nas mãos dos médicos;
  • 27 – Ela ouviu falar de Jesus e veio por detrás, entre a multidão, que abriu caminho para ela devido a enfermidade (Lv 15.25) e tocou nas vestes do Mestre;
  • 28 – conforme Mt 9.21;
  • 29 – a fonte de seu sangue secou e sentiu que já estava curada;
  • 30 – Jesus conheceu que saiu virtude de si mesmo e olhou para a multidão perguntando que o havia tocado;
  • 31 – Os discípulos não entendendo o que seria “sentir virtude sair”, disseram: “A multidão te aperta, como saberemos”?
  • 32 – A mulher foi procurada por Jesus, que sabia que estava ali ainda a pessoa que havia tocado em suas vestes;
  • 33 – A declaração de culpa que inocentou a mulher. Ela temeu, aproximou-se e prostrou-se;
  • 34 – No versículo 25 ela era apenas uma “certa mulher que sofria”, já no versículo 40 se tornou “alguém que tocou em Jesus” e no versículo 34 foi chamada de “filha”.

LUCAS 8.43-48
  • 43 – Conforme Mc 9.26, acrescentando que nenhum médico foi capaz de curar sua enfermidade;
  • 44 – Conforme Mc 9.27, tocou e logo foi curada;
  • 45 – Conforme Mc 9.30, todos negaram o toque em Jesus. Pedro tomou a palavra e lembrou Jesus que a grande multidão o estava oprimindo;
  • 46 – Conforme Mc 9.30, Jesus conhecia quando de si saia virtude;
  • 47 – Conforme Mc 9.33, a mulher percebeu que não poderia mais se ocultar, por isto declarou sua culpa porque havia tocado em Jesus e como havia sido curada;
  • 48 – Conforme Mc 9.34.

JOÃO
  • Não há registro.

Obs: Jesus não interrompeu o atendido à filha de Jairo, simplesmente não havia como Ele não atender aquela mulher. Ela se achegou a Ele. A história seria a dela, mas o principal da sinagoga se adiantou. Ela sabia que devido a sua enfermidade não teria problemas para chegar perto de Jesus, já que todos na multidão fariam o possível para não tocar nela (Lv 15.25-27)

PRÓXIMO ASSUNTO: Jesus cura dois cegos

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia de Estudo Temas em concordância. Nova versão internacional (NVI). Roswell D. Hitchock. Editora Central Gospel. Rio de Janeiro, 2008.

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

mensagem de domingo a noite, encerramento de congresso

Neste final de semana passado, estávamos em festa, 2º congresso integrado do setor 42 (mocidade e circulo). Esteve pregando o pastor Ademilson de Oliveira (http://ministerioemfoco.blogspot.com/) da cidade de Catanduva, campo de Marília (SP). Os trechos abaixo transcrevi durante a mensagem, vale a pena ler o texto completo:

“Deus não trabalha no campo da coincidência, mas sim no campo da providência”.

“arca no ombro significava o peso da presença de Deus”.

“eu te encaro Rio Jordão, você vai abrir, você não vai me impedir”.

“por 3 vezes Abraão foi chamado de amigo, por Deus”.

“Ló era uma mala sem alça, de papelão, em dia de chuva e cheia de pedra. Vivia na sombra de Abraão”.

terça-feira, 25 de abril de 2023

A mulher do fluxo de sangue e a filha de Jairo - 12 anos de espera


No ano em que uma nasceu (Mc 5.42), a outra começou a sofrer (Mc 5.25), mas as duas foram atendidas no mesmo dia. 

Não importa qual seja o seu problema e tampouco importa quando começou a aflição sobre sua vida. 

O dia da sua bênção 

vai chegar.

Por: Ailton da Silva - 13 anos (Ide por todo mundo)