Presidente Prudente (SP),

Apresentação da lição em power point

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O surgimento da teologia da prosperidade. Plano de aula

O SURGIMENTO DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

TER OU NÃO TER
SER OU NÃO SER
TEOLOGIA DO DOMÍNIO
A SERPENTE ESTAVA CERTA
O PODER DO PENSAMENTO POSITIVO
CONFISSÃO POSITIVA OU NEGATIVA?
TEOLOGIA DA PROSPERIDADE E DA SAÚDE
FILHOS DO REI – MAS O REINO NÃO É DESTE MUNDO!

PROPOSTA DA LIÇÃO:
• 1º round: Verdadeira prosperidade x teologia da prosperidade;
• Gnosticismo: espírito bom - corpo físico mau (inclusive o de Jesus)?
• Pensamentos tão atuais quanto antigos. Perigo para a igreja;
• A confissão positiva torna Deus “refém” das leis espirituais;
• Ovelhas geram ovelhas e Deus gera deuses?
• O maligno é co-autor da salvação? Será possível?
• Acabou o sofrimento, as dores e as doenças? Paraíso terrestre?
• Ministério profissional. Tem para todos os gostos;
• Crentes pensando em si mesmo e nos prazeres;
• Preparação de crentes para o mercado e não para o céu.

INTRODUÇÃO:
A prosperidade é uma verdade bíblica (Gn 39:23; Js 1:8; II Cr 20:20; 26:5; Sl 1:1-3; 122:6; II Co 9:10-11), mas a teologia da prosperidade, em sua essência, é apresentada somente como um sinônimo de sucesso financeiro e bem estar físico, se tornando uma perigosa e oportunista heresia, uma porta para a corrupção doutrinária.

A Teologia da prosperidade é um conjunto de ensinamentos centrados na saúde e na prosperidade material em detrimento ao arrependimento e salvação em Jesus Cristo. Utiliza-se da Bíblia para reforçar suas mensagens, mas de uma forma deturpada, interesseira, inventando pretextos e ignorando contextos (Sl 37:25; Mt 18:18-19; Lc 17:6; Jo 14:12-14; Rm 8:31; Fp 4:13). Surgiu nos Estados Unidos e rapidamente se alastrou, principalmente pela América Latina, um campo fértil para a disseminação deste mal. As “neoigrejas” pentecostais e tanto os pseudos como alguns pentecostais abraçaram com todas as suas forças estes ensinamentos. Seus principais pontos são: busca das riquezas materiais, eliminação da pobreza, do sofrimento e enfermidades.

Alguns personagens bíblicos são usados como exemplos para provarem suas teorias malignas, a saber: Abraão (Gn 24:1), Jacó (Gn 30:43), José (Gn 41:41-43), Davi (II Sm 5:5), Salomão (II Cr 9:22) e Daniel (Dn 2:48), mas não citam as dificuldades, problemas, enfermidades, escassez, incompreensão, pecados, separações, perseguições, injurias, traições, prisões, tristezas, perdas e outros acontecimentos na vida destes exemplos citados, como prova de que não foi assim tão agraciados como pregam os teólogos da prosperidade.

a) Provas da prosperidade material de Jesus?
Jesus, o Rei, portanto a teologia da prosperidade prega, que todos são filhos do Rei, com direito a todas as bênçãos materiais. Somos sim filhos do Rei, mas o reino Dele não é deste mundo (riquezas materiais). Jesus nasceu sem honrarias, numa manjedoura (não foi revelado o dia do seu nascimento), recebeu alguns presentes do magos que serviram para sustento o tempo em que a família Real ficou no Egito.

Seus pais, pela condição financeira, não ofereceram carneiros, ovelhas, de raça, premiadas, sadias, mas sim um par de pombos. Entrou em sua cidade utilizando um camelo importado? Em um cavalo alado? Quarto de milha? Uma grande e moderna carruagem? Ou Ele usou um animal que era utilizado para transporte de carga (Zc 9:9). Talvez os judeus esperavam um Messias que pregasse a teologia da prosperidade, pois o esperavam desta forma, rico, poderoso, cercado de exércitos, capaz de vencer seus opositores. Jesus se fez pobre (II Co 8:9), mas nunca conheceu o pecado (Hb 4:15).

I. RAÍZES DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE
1. GNOSTICISMO.
Os primeiros crentes em Jesus se depararam com um grande perigo que se apresentou com todas as suas garras a fim de abalar a estrutura da igreja primitiva. Doutrinas originadas dos sírios, babilônicos, egípcios e gregos, portanto deveriam ser combatidos e refutados para preservação da sã doutrina.

O gnosticismo é uma filosofia herética que tentava explicar algo (tudo) por meio do conhecimento (gnosis), mas como sempre, explicava nada sobre o tudo e seus ouvintes, pensando que estavam aprendendo mais, aprendem cada vez menos.

Ensinava que toda a matéria era má e somente o espírito era bom, portanto negavam a realidade da matéria, seus sofrimentos e intempéries. O ataque a igreja primitiva foi em relação a encarnação de Jesus, pois como o espírito (de Jesus) sendo bom poderia habitar em um corpo mau. Os apostolos João, Paulo e Pedro foram combateram veemente este ensinamento nos primórdios da igreja (I Jo 2:23; 4:2,3,15).

A filosofia dos gnósticos (negação da divindade, supremacia e obra de Cristo);
• Jesus não era humano, pois um ser celestial jamais poderia encanar-se na matéria humana má. Esta filosofia é defendida por aqueles que negam a vinda de Cristo em carne;
• A morte de Jesus na cruz foi apenas aparente, portanto a salvação, segundo eles, está atrelada ao conhecimento secreto que apenas alguns conseguem obter;
• Como Jesus não se fez carne, não morreu, logicamente a ressurreição também é ignorada. A morte foi aparente e a ressurreição espiritual;
• O ascetismo como filosofia religiosa que ensinava que o corpo era essencialmente mau e que deveria ser severamente punido. Rigorosos costumes, regras, flagelos, “greves de fome” e desprezo pelo mundo material.

2. CRENÇAS PERIGOSAS.
Estes ensinamentos e outros tantos que atacam a sã doutrina não são exclusividades do passado, pois ainda estão em evidencia na atualidade, por isto os cuidados devem ser redobrados. Entre alguns destes ensinamentos podemos citar a teosofia (filosofia + religião + ciência), logosofia (evolução consciente que conduz ao conhecimento de si mesmo), culto e adoração aos anjos, flagelos, isolamentos do mundo material, libertinagem espiritual, esoterismo, legalismo, falsas visões, falsa humildade, calendário escravizante (atualíssimo) entre outros tantos.

O surgimento da teologia da prosperidade está ligado a história de Phineas Parkhurst Quimby (1802-1866), criador do “Novo pensamento”, estudioso acerca do espiritismo, ocultismo, parapsicologia e hipnose. Panteísta e universalista, acreditava que o homem tivesse parte na divindade. Sua tese defendia que o pecado e doenças existiam apenas na mente das pessoas.

a) Origem:
• Muitas destas crenças tiveram suas origens em revelações individuais recebidas diretamente de Deus ou por conversas com mortos. Assim como todas as demais aberrações doutrinarias vistas na atualidade.

b) Visão de Deus e do homem:
• A teologia da prosperidade apresenta Deus como uma divindade sem soberania, sem poder e refém das leis espirituais, por Ele mesmo criadas. Os papeis de criador e criaturas são invertidos;
• O homem é supervalorizado e torna-se centro do universo. Os seres humanos se tornam deuses, ou possui um dentro de si mesmo. Riqueza e saúde são seus principais objetivos.

Segue um trecho do livro "Telepsiquismo-como alcançar a vida perfeita" de Joseph Murphy que fala algo a respeito de Phineas Parkhurst Quimby:

“O Dr. Phineas Parkhurst Quimby, de Belfast, Maine, era capaz de condensar sua identidade e visitar pessoas a centenas de quilometros de distância de sua casa. Ele sabia projetar seu corpo sutil ou quadridimencional para qualquer ponto do espaço. O Dr. Quimby também era capaz de ler os pensamentos das pessoas, descobrir a causa de seus males e curá-las. Era clarevidente. Nunca precisou entrar em transe; pelo contrário, permanecia perfeitamente consciente enquanto executava todas estas proezas. Enquanto conversava com um paciente, o Dr Quimby era capaz de atender a outro paciente a centenas de quilometros de distancia, sem ao menos fechar os olhos”

3. CONFISSÃO POSITIVA.
A Confissão Positiva ou teologia da determinação prega que as palavras do homem tem poderes para concretizarem os seus desejos, colocando-os em posição elevada, mandando até mesmo em Deus.

A Confissão Positiva respeita a inerrância e inspiração da Bíblia como Palavra de Deus, mas crê que a palavra do homem (determinação) também tem a mesma autoridade que a Palavra.

O conjunto de pensamentos da Confissão Positiva permeia a igreja e sorrateiramente se infiltra, ou pelo menos tenta, por isto a necessidade de conhecimento da Palavra para que não sejamos enganados por qualquer vento de doutrina estranha (Ef 4:14).

A marca registrada da Confissão Positiva é a sua preocupação com a prosperidade material e com a saúde perfeita, em detrimento a salvação, arrependimento. É uma verdadeira preparação de crentes para o comércio deste mundo e não para o reino dos céus.

a) Características e fatos importantes da teologia da prosperidade:
• Origem – importação norte americana (séc. XIX);
• Cura de doenças por intermédio da mente e hipnose;
• Negação da existência da matéria, do sofrimento, do pecado, da enfermidade;
• Ciência Cristã (superioridade do espírito sobre a matéria);
• Cura espiritual das doenças;
• Ênfase a saúde e prosperidade e aplicação da técnica do poder do pensamento positivo;
• Adoção do ideal central da confissão positiva: “o que eu confesso, eu possuo”;

II. PRINCIPAIS ENSINAMENTOS DA “TEOLOGIA DA PROSPERIDADE”
1. DIVINIZAÇÃO DO HOMEM.
Os teólogos da prosperidade criaram a doutrina dos pequenos deuses, a partir de uma interpretação equivocada de Salmos 82:6 (juízes e magistrados que julgava a causa do povo, cfe vers. 2;3;4) e deram origem a teologia do domínio, mas a Bíblia nos afirma que o homem é estruturalmente pó (Gn 2:7; 3:19) e nada mais além disto.

Cremos que existe um único Deus que deve ser adorado e servido e temos inteira certeza de que não somos nós e tampouco outro mortal qualquer. Os fariseus não se irritavam quando eram chamados de deuses (Sl 82:6), mas ameaçaram de Jesus de apedrejamento quando Ele falou acerca da unidade com o Pai (Jo 10:30-36).

Alguns pensamentos sobre o homem. Cumprimento da palavra da serpente que “profetizou” há muito tempo atrás: "sereis como Deus” (Gn 3:5):
• Nietzsche: Deus morre e o homem assume a sua divindade;
• Feuerbach: a grande vitória para o homem será quando ele se conscientizar-se que ele é o seu único deus;
• Edmund Leach: os homens são deuses e torna-se necessários que assumam a sua divindade;
• M. Scott Peck: é desejo de Deus que o homem se torne como Ele (ou Ela). O alvo da evolução do homem é Deus;
• Hank Hanegraff: o homem foi criado tão parecido com Deus que poderia permanecer diante Dele sem qualquer problema;
• Kenneth Copeland: Deus criou Adão para reproduzir a si mesmo;
• Benny Hinn: se diz ser um pequeno messias sobre a terra

2. DEMONIZAÇÃO DA SALVAÇÃO.
Os defensores da teologia da prosperidade colocam o inimigo das nossas almas como o co-autor da salvação, pois afirmam que Jesus nasceu de novo, no inferno, assumindo a natureza do Maligno, sofrendo novamente a fim de conquistar definitivamente a salvação. Para eles o brado da cruz “está consumado” (Jo 19:30), não foi suficiente para completar a obra salvífica, mas a Bíblia diz que a salvação foi sim conquistada na cruz e que o maligno não tem parte com o Senhor (Jo 14:30).

A Bíblia também não registra nenhum acerto de contas entre Jesus e o Maligno, mas somente o sacrificio suficiente da cruz, mesmo porque a divida era entre o homem e Deus e não entre Deus e o Maligno.

A prova cabal da suficiência do sacrifico de Jesus foi o fato do véu do templo ter se rasgado (Mt 27:51), abrindo oportunidade para salvação de todos aqueles que crerem em seu nome. A ressurreição e a sua glorificação (ascensão aos céus) são a garantia de que o pecado foi tirado do mundo. Não há portanto necessidade de atribuirmos a co-autoria da salvação a quem quer que seja. A intenção destes falsos ensinamentos é exaltação total dos homens e rebaixamento de Jesus.

3. NEGAÇÃO DO SOFRIMENTO.
Um verdadeiro paraíso instalado na terra. Esta é a visão dos defensores da teologia da prosperidade, pois apresentam este cenário aos desavisados crentes. O cristão não deve temer o sofrimento e tampouco negá-lo (Cl 1:24; Tg 5:10).

A teologia da prosperidade defenda a idéia de que o homem faz parte da divindade, portanto não há motivos para sofrer ou algo a temer. Também é necessário frisar que a ausência do mal anula a necessidade da oração e clamor.

Segundo estes ensinamentos o pecado e as doenças não podem dominar a nova criatura. Refutação Bíblica: o pecado gerou consequências para o homem, entre elas a morte física (Gn 3:19) e as doenças. Temos casos na Bíblia de pessoas que enfrentaram dificuldade e doenças, mas que estavam em comunhão com Deus, como Jó (Jó 1:1), Eliseu (II Rs 13:14), o cego de nascença (Jo 9:3), heróis contidos na galeria da fé (Hb 11:4-39) e o próprio apóstolo Paulo (II Co 11:22-33) e seus companheiros adoeceram (Fp 2.30), Timóteo tinha uma doença crônica (1 Tm 5.23). Trófimo ficou doente (2 Tm 4.20).

III. CONSEQÜÊNCIAS DA “TEOLOGIA DA PROSPERIDADE”
1. PROFISSIONALISMO MINISTERIAL E ESPIRITUALIDADE MERCANTIL.
O primeiro dano da teologia da prosperidade pode ocorrer nos próprios púlpitos, lugares ocupados antes por homens vocacionados, que são substituídos por verdadeiros profissionais ou executivos bem sucedidos. A fé é vista como um bem de consumo e os verdadeiros adoradores são meros consumidores.

Tais profissionais são obreiros fraudulentos, gananciosos, avarentos e enganadores. São amantes de si mesmo e do dinheiro. Deixam o tronco para se firmarem nos fracos galhos. Desiludidos rompem com suas raízes e abrem ministérios próprios, para se tornarem verdadeiros donos da igreja, sua propriedade particular.

2. NARCISISMO E HEDONISMO.
O narcisismo ensina o homem a esperar reconhecimentos, recompensas e aplausos pelos seus feitos. Que melhor adjetivo podemos atribuir aos defensores e adeptos da teologia da prosperidade? Em quem pensam? No bem estar da sociedade? Da igreja? Do bairro? Da família? Ou deles próprios (Fp 2.4)?

O hedonismo torna o homem a principal figura do sistema. A sua existência gira em torno da realização de seus próprios interesses. É um lutador e incansável, mas o problema é a motivação da sua luta, ou seja, ele mesmo. Atingem os seus objetivos a qualquer custo e não se importam com as conseqüências. Egoístas e hedonista, saciado pelo seu bel prazer (II Tm 3:4).

Que diferença pode ser vista na vida dos que buscam tais intentos com aqueles que ainda não conhecem ou desprezam a Palavra de Deus? Como o pecador se converterá a Cristo se as mesmas lutas, pelo poder e bens materiais, que são vistas no mundo estão infiltradas também na igreja?

3. MODISMOS E PERDA DE IDEAIS.
A igreja sempre foi atacada pelos modismos teológicos, inovações ou mecanismos humanos que visam a satisfação e busca dos próprios interesses em detrimento aos interesses espirituais. Estas práticas afastam os crentes dos ideais do reino de Deus, que visam unicamente a salvação em Jesus.

A maior preocupação é com o ter e não o ser (Lc 16:16-21). Se a nossa esperança em Cristo se baseasse apenas nos bens materiais, certamente seriamos os mais infelizes de todos os homens (I Co 15:19).

CONCLUSÃO
Os excessos criados pela teologia da prosperidade fomenta o materialismo e afronta a são doutrina. A verdadeira prosperidade é consequência de um correto relacionamento com Deus.

1) Explicar: As raízes da teologia da prosperidade:
• Gnosticismo, confissão positiva e outras crenças perigosas.

2) Descrever: Os principais ensinamentos da teologia da prosperidade:
• A divinização do homem, mas ele é pó;
• Demonização da salvação (o inimigo não tem parte - Jo 14;30);
• Negação do sofrimento.

3) Analisar: As principais conseqüências da teologia da prosperidade:
• Ministérios exercidos por profissionais e não vocacionados;
• Crentes narcisistas, hedonistas e igreja sujeita a modismos.

REFERÊNCIAS:
BARBOSA, Francisco A. O surgimento da teologia da prosperidade. Disponível em: http://auxilioebd.blogspot.com/2011/12/licao-1-o-surgimento-da-teologia-da.html. Acesso em 28 de dez. 2011.

BARBOSA, José Roberto A. O surgimento da teologia da prosperidade. Disponível em: http://subsidioebd.blogspot.com/2011/12/licao-01.html. Acesso em 27 de dez. 2011.

Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

CARNEIRO FILHO, Geraldo. O surgimento da teologia da prosperidade. Disponível em: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/2011/12/1-trimestre-de-2012-licao-n-01-01012012_28.html. Acesso em 28 de dez. 2011.
GERMANO, Altair. O SURGIMENTO DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE. Subsídio para Lição Bíblica - 1ª Trimetre/2012. Disponível em: http:// www.altairgermano.net/2011/12/o-surgimento-da-teologia-da.html. Acesso em: 27 de dez. 2011

JESUS, Isaias Silva de Jesus. O surgimento da teologia da prosperidade. Disponível em: http://rxisaias.blogspot.com/2011_12_01_archive.html# 5568788613303570163. Acesso em 28 de dez. 2011.

LOURENÇO, Luciano de Paula. O surgimento da teologia da prosperidade. Disponível em: http://luloure.blogspot.com/2011/12/aula-01-o-surgimento-da-teologia-da.htm Acesso em 28 de dez. 2011.

Por: Ailton da Silva

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