Apresentação da lição em power point

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

lição 6 - pós aula


1. Os trabalhadores pegavam os feixes maiores durante as colheitas e os pobres e necessitados viam atrás colhendo os grãos que caiam ao chão. Os que frequentar Escola Bíblica estão no grupo dos trabalhadores ou entre os pobres e necessitados que saciavam sua fome com os poucos grãos que caiam no chão? Eu acho que é no segundo;

2. Em que momento da vida somos mais gratos a Deus? Quando contemplamos o nosso carro zero, mansão, vestes do oriente, alimentos de primeira qualidade ou quando nos saciamos com uma cesta básica enviada por Deus, com uma pequena oferta de alguém direcionado ou quando somos socorridos em nossas necessidades?

3. Seria muito bom se as bem-aventuranças fossem compostas somente de certezas e promessas, mas o duro são as condições, ações ou situações, as quais são capazes de impedir o cumprimento das promessas, caos não sejam observadas;

4. Quantos de nós que já fomos consolados por Deus ao atentarmos para as bem-aventuranças?

5. O que a lei previa sobre os inimigos, pobres, estrangeiros e escravos? Os fariseus ensinavam uma coisa e faziam outra? Jesus deu um tapa na cara de muitos, com estas palavras, pois o seu ministério, em nenhum, momento, foi para dar tapinhas nas costas para aprovarem a conduta deles;

6. Os gentios buscavam comida, bebida e vestido, mas eles ajudaram quando Paulo pediu ajuda pelos irmãos que estavam em necessidade;

7. “Deus é a necessidade das necessidades” (John Wesley)

8. Sempre haverá uma recompensa para quem reconhece as suas necessidades;

9. Os moradores do campo de Moabe acolheram Elimeleque (Rt 1.1-2 ) e sua família, mas os judeus fariam o mesmo por alguma família moabita que viesse fugindo de algum problema? Noemi saiu das terras de Judá rica e voltou sem nada (Rt 1.21);

10. As bem-aventuranças (alguma delas) nos dá a garantia da salvação? Bênçãos materiais ela não garante, somente as espirituais, paz com Deus;

11. No momento em que deixamos as nossas misérias espirituais e olhamos para o outro, quanto tempo perdermos com a nossa altivez de espírito. As bem-aventuranças corrigem este erro nosso;

12. “As bem-aventuranças nos corrigem do pé a cabeça e quem freqüenta escola dominical constrói muros em volta de sua casa”;

13. Se os judeus tivessem cumprindo o plano de Deus para as outras nações, apresentando-O, certamente eles não teriam sofrido tanto, opressões, perdas, idolatria e cativeiro

14. A palavra de Deus, a cada dia, nos dá uma direção nova, um objetivo diferente. Pouco a pouco ela clareia a nossa mente, limpa. Assim como um homem que trabalha o dia todo e ao tomar banho imagina que tirou toda a sujeira. Ao colocar uma camisa branca perceberá que ao suar, a sujeira continuará saindo pelos poros. Da mesma forma o Jesus nos lava, na conversão, e com o passar dos tempos o Espírito Santo continuará nos limpando. Quanto mais trabalharmos na obra mais rapidamente a sujeira sairá de nossa vida;

15. Quantas coisas consideramos como esterco, agora que conhecemos a justiça de Deus (Fp 3.8-10);

16. As bem-aventuranças desafiam a nossa conduta e fé. Em Mt 5.11 temos o momento exato em que a nossa vida espiritual ficará boa, “quando vos injuriarem, MENTINDO, disserem todo o mal contra vocês, exultai e alegrai-vos porque grande é o vosso galardão”. Vai em paz homem e exercite a sua fé;

17. É fácil falarmos, mas quando ouvimos injúrias ou passamos por perseguições, qual é a nossa reação? Aceitamos de bom grado?

18. Bem-aventuranças, bem-aventuranças, bem-aventuranças, até aqui nos ajudou o Senhor. Ministério de restauração, reconciliação, mudança de vida e caráter;

19. Bem aventurados os pobres (Lc 6.20), mesmo com o caráter sinótico Lucas não registrou como Mateus. Um exemplo de homem piedoso foi Nicodemos, que ouviu a mensagem de Jesus e depois O defendeu na presença dos fariseus (Jo 7.50). Ele foi questionado se havia virado um “galileu” (seguidor de Jesus?). Quantas vezes ouvimos: “Você agora é um crente”;

20. Não precisamos estocar, aprendamos com o exemplo do maná. Eles estocavam porque tinham medo que Deus pudesse mudar de idéia. Maná caia todos os dias, exceto em um;

21. “Eu estou chorando porque os irmãos, em vez, de me ajudarem, estão cavando a minha cova”. Este choro não te torna bem-aventurados.

22. Durante muito tempo eu fiquei observando crianças na hora do intervalo em uma escola. Notei que eles suportam muitas coisas, xingamento de parentes, amigos, um pegando lanche do outro, mas eles saem do espírito quando falam da mãe, um do outro. Muitos homens suportam pauladas, pedradas, tiros, mas não suportam um tapa na cara, mesmo que seja de leve ou sem querer;

23. Uma irmã que já foi recolhida, certa vez, ao reger o circulo de oração, ficou sabendo que uma outra não participaria devido a presença dela na liderança. Seguindo conselhos, ela ofereceu a regência do circulo para esta irmã e as duas se tornaram grande amigas;

24. Uma outra irmã sentiu no coração de abraçar determinada pessoa após o culto. Dias depois ficou sabendo que aquela pessoa a considerava orgulhosa, que passava de carro e não saudava ninguém;

25. Frouxidão: podem falar de mim, não ligo não, eu estou na Graça. Fala isto na frente dos outros, mas depois sai maquinando o mal e leva o caso ao pastor da igreja;

26. Pela Graça ficamos livres do sacrifício maior, graças a Jesus, mas temos muitas condições para alcançarmos a salvação;

27. Hoje teremos apedrejamento. Oba! Como os judeus gostavam disto. Que alvoroço. Reúnam-se para tentarmos eliminar o mal;

28. Os judeus aceitarem de bom grado o cativeiro? Não se revoltaram, pois foram orientados por Jeremias (sirvam aquele que é mais poderoso que vocês. Tenho pensamentos de paz);

29. Teologia da prosperidade prega contra a mansidão. Eles orientam o povo a rebelião e revolta. Os mansos aceitam a situação porque foi determinada por Deus. Adão poderia ter se rebelado e não ter saído do paraíso. “Daqui não saio e daqui ninguém me tira”;

30. Moisés lutou, esteve na infantaria, cavalaria, foi marinheiro naval, paraquedista, atravessou mar, deserto, mas não entrou na terra prometida, apenas contemplou pela visão. Ele aceitou a situação determinada por Deus e se alegrou, apesar que tentou sem determinar, decretar ou impor (Dt 3.25-26). Bastou uma única resposta e ele se calou. Não precisou do material, não precisou pisar os pés, beber da água de Canaã e não precisou do ouro, da gordura da terra, da primeira colheita, do rebanho daquela terra;

31. Os apóstolos em Jerusalém ficaram com receio de receberem o novo convertido Saulo? Precisou Barnabé colocar a mão no fogo por ele? Isto acontece hoje? Quantos saem e voltam e nós os desprezamos? Eles voltaram pela misericórdia de Deus, lembremos disto;

32. Será que Neemias teria coragem de bater em Boaz, por ter se casado com Rute? E em Sansão? Foram épocas e circunstâncias diferentes;

33. Tínhamos um pastor que não permitia que os jovens e crianças portassem chicles de bolas durante o culto, mas o nosso pastor por várias vezes esteve com ele em púlpitos e o viu abrindo balas de hortelã durante a oração. Qual a diferença?

34. As bem-aventuranças foi somente o começo do Sermão do monte.Tem mais!

Por: Ailton da Silva

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