quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Esdras - informações essenciais
PROPÓSITO:
Mostrar a fidelidade de Deus e
como ele manteve sua promessa de restaurar o seu povo à Terra Prometida.
AUTOR:
Não foi
mencionado, mas provavelmente Esdras.
DESTINATÁRIO:
DATA:
Por volta
de 450 a .C.,
registrando eventos do periodo entre 538 – 450 a .C. (omitindo 516 – 458 a .C.); foi possivelmente
iniciado na Babilônia e concluído em Jerusalém.
PANORAMA:
Esdras dá
sequencia a 2 Crônicas como uma história do povo judeu, registrando o retorno deste
povo à sua terra após o cativeiro.
VERSÍCULO CHAVE:
Assim comeram a páscoa os filhos de Israel que tinham voltado
do cativeiro, com todos os que com eles se apartaram da imundícia dos gentios
da terra, para buscarem o SENHOR Deus de Israel;
E celebraram a festa dos pães ázimos por sete dias com
alegria; porque o SENHOR os tinha alegrado, e tinha mudado o coração do rei da
Assíria a favor deles, para lhes fortalecer as mãos na obra da casa de Deus, o
Deus de Israel. (6:21-22
PESSOA CHAVE:
Ciro,
Zorobabel, Ageu, Zacarias, Dario I, Artaxerxes I e Esdras.
LUGARES CHAVES:
Babilônia
e Jerusalém.
CARACTERÍSTICA PARTICULAR:
Esdras e
Neemias eram apenas um livro na Bíblia Hebraica, e, com Ester, formavam os
livros históricos pós-cativeiro. Os livros proféticos pós-cativeiro são Ageu,
Zacarias e Malaquias. Ageu e Zacarias devem ser estudados juntamente com
Esdras, porque eles profetizaram durante o período da restauração.
Informações
extraídas da seção “Informações essenciais” – Bíblia de Estudo Aplicação
Pessoal
Pré-aula Lição 1 - A atualidade dos profetas menores - Portal EBD
Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
lição 14 - pós aula - Fim do trimestre
Estudamos neste trimestre os dramas
que atingem a humanidade, oh glória, ainda bem que estamos livres deles:
enfermidades, mortes, problemas materiais, familiares, sociais, e de
relacionamentos, graças a Deus que não somos atingidos por ele, ou somos?
Por isto é que a frequência nas
EBDs não foi tão grande, uma vez que tudo isto não acontece conosco.
Esta lição foi um resumo de todo
o trimestre e para tanto o comentarista falou acerca de Paulo, mestre na
questão de suportar aflições.
Ah, se ele pudesse ter voltado
diante das primeiras dificuldades surgidas no inicio de seu ministério, logo na
primeira viagem.
Será que continuaríamos na
jornada caso fossemos ameaçados, apedrejados, dado como morto, desprezado,
humilhado, acusado ou abandonado pelos companheiros?
O super-homem chamado Paulo, não
agüentou a solidão e o abandono, “venha ter comigo depressa”.
“As igrejas que fundei, as
comunidades que ajudei, os obreiros que levantei, todos estão preocupados com
os seus afazeres, problemas, prosperidade e eu estou aqui sozinho, somente os
filipenses se lembram de mim”.
Ele não queria dádivas,
presentes, ofertas dos filipenses, apenas desejou que o fruto aumentasse na
conta deles (Fp 4.17). Eles não ajudaram um qualquer e quando fizeram isto
fizeram para o bem deles, o beneficio seria para eles e não para Paulo.
Quem recebe mais: a pessoa que
está perdoando ou a pessoa que está sendo perdoada? Quem ganha mais? Quem
ganhou mais, Paulo ou os filipenses?
Faltou para Paulo até mesmo
aquela palavrinha de consolo, tipo: “obrigado Paulo, por tudo que fizeste”, mas
o que ele fez? Apenas deu continuidade, toda a honra e glória é para Jesus.
Ele sabia disto, pois todas as
vezes que pensava em ser alguém, rapidinho lembrava do espinho em sua carne.
Ninguém pensou em montar uma
caravana missionária para visitar Paulo em Roma? Certamente não teriam
problemas para reunir alguns obreiros e abnegados irmãos para enfrentar o
império e oferecer algum consolo para o apóstolo?
Se fosse hoje, certamente alguns Paulo(s)
colocariam os Ananias para correr de sua casa (At 9.16), quando ouvisse que
sofreria por amor a Jesus.
Alias, Paulo recebeu de volta a
visão, pois algo como escamas caíram de seus olhos e recebeu também um novo
aparelho auditivo, sensível o bastante para entender a voz de Jesus.
Paulo recebeu uma revelação
tremenda no terceiro céu, mas rapidamente voltou a terra depois que entendeu
que não poderia se exaltar.
É fácil, fácil um crente voltar
para a terra, basta lembrar do espinho. Volta das nuvens rapidinho.
Fizeram com Paulo o que não foi
permitido fazer com Jesus: “quebraram suas pernas”. A solidão e o desamparo
quase desestruturou o velho e bom apóstolo, por um poucochinho de tempo ele
titubeou, mas lembrou-se do que ensinou aos Corintios (I Co 15.19; 2 Tm 6.7).
Igreja de Filipos, um caso a
parte: uma igreja grata ao que Paulo fez por eles, ensino, evangelismo e
cuidado. O que esta igreja pensava de Jesus, que havia morrido por eles? Se
foram gratos a um homem imaginem como foram gratos a Deus.
“Tudo posso”, muda a minha
situação Deus, chega de sofrimento, sou teu servo. Paulo não se preocupou com
isto.
Além de todo o seu sofrimento,
havia outra coisa que oprimia o apóstolo, o cuidado e zelo pelas igrejas (2 Co
11.28).
Quem que perseguia tanto Paulo
nos desertos? Nos mares, cidades, nações até entendemos que havia muitos
perseguidores e opositores, mas no deserto? Sabemos muito bem quem tentou
afligi-lo naquele lugar, enquanto ele recebia as revelações. “Porque eu recebi
do Senhor o que vos ensinei”.
Nenhum império humano se
preocupava com seus prisioneiros, nenhum, Jesus sempre se preocupou com o seus
prisioneiros (Fm 1.1).
Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III
sábado, 29 de setembro de 2012
Apelaste para Cesar, para Cesar irás!
Agora não havia mais possibilidades de
contornar aquela situação. O abismo estava chamando outro abismo (Sl 42.7)? Jamais!
Era apenas um novo acontecimento que culminaria com aquilo que o apóstolo cria
e esperava (cfe I Co 15.19; Fp 3.14).
Paulo estava cansado, precisava de
descanso, apesar que não deixava transparecer, queria fazer mais e não pensava
em sua limitada massa corpórea (cfe I Co 9.27). no fundo, sabia que um dos
dramas biológicos o havia afetado, já não era o mesmo, tudo por consequências
dos inúmeros fatos ocorridos em ua trajetória (2 Co 11.23-27).
Segue um breve relato de uma provável
conversa entre Jesus e Paulo:
- Meu caro apóstolo, suportaste muito.
Conheço o seu coração. Sei que existe, em ti, o desejo de pisar, novamente ou
pela primeira vez, no solo da capital do império, para conhecer ou rever a
minha igreja naquela cidade e nos arredores (At 28.13-15). Sei que precisas de
descanso, pois trabalhaste muito.
- Já fiz a contagem do seu tempo de contribuição
para o crescimento do meu reino, ei-la: “x” anos, “x” meses, “x” dias,
perfazendo um total de “x” dias de efetivo exercício do ofício, para o qual foi
chamado. Desejas aposentar-se? Caso queria, posso te encaixar em alguma regra
especial ou de transição. Não faço acepção de pessoas, sou leal, fiel, justo e
jamais concedo privilégios a uns em detrimento a outros. Tu és prova viva disto
(At 9.16), por isto decidi conceder o desejo do seu coração. Tu vais a Roma,
prepara-te. O navio partirá ao meu comando, em breve, de Cesaréia.
“Ei, Paulo, acorda, o navio partirá,
apressa-te”. Este foi o grito que o apóstolo ouviu e rapidamente se colocou em
pé.
Que alegria sentir a brisa do mar, o
trabalho árduo da tripulação. Que sensação gostosa, tanto que por alguns
momentos ele se esqueceu das algemas, soldados e do centurião Júlio, seu guarda
pessoal muito humano, muito mais do que deveria ser (At 27.3).
Chegariam logo em Roma, nada poderia dar
errado, pois esta seria a última viagem especificamente missionária por aquela
região, já que cada momento e acontecimento foi aproveitado, por ele, para
apresentar o Evangelho (cfe At 27.22-37), aquilo que sabia fazer e gostava.
Estava certo de que, mesmo em prisões, estaria livre dos dramas enfrentados
anteriormente, mas logo a situação mudou.
Tempestade, perdas materiais (pertences,
suprimentos e navio), medo, ataques malignos, desconfiança (At 27.10-11), julgamento
precipitado (At 28.3-5), mas acima de tudo isto estava o agir de Deus, pronto
para apresentar a Paulo mais uma lição.
No navio estavam duzentos e setenta e seis
almas entre oficiais, soldados, tripulantes e prisioneiros, uma estratificação
aceitável e necessária para manterem a ordem e segurança (At 27.43), mas na
praia, após o naufrágio se encontraram as mesmas duzentas e setenta e seis
almas (cfe At 27.22, 44) igualadas, transformadas, novas criaturas, pois não
existia mais divisões, insígnias, escalões, desprivilegiados ou criminosos. Foi
uma reunião de salvos (do naufrágio), que acreditaram na pregação do apóstolo
(At 27.22) e comemoraram o livramento. “Qualquer semelhança escatológica faz
parte do plano de Deus”.
Mesmo diante do dramas biológicos, sociais,
familiares, materiais e de relacionamento é possível aprendermos e crescermos
em nossa estrutura espiritual. Experiências angustiosas, como a de Paulo, serve
para mostrar a nossa limitação e total dependência de Deus.
Fim do trimestre, mas a viagem continua,
conforme exemplo do apóstolo. Até a próxima lição.
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