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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Esdras - informações essenciais


PROPÓSITO:
Mostrar a fidelidade de Deus e como ele manteve sua promessa de restaurar o seu povo à Terra Prometida.

AUTOR:
Não foi mencionado, mas provavelmente Esdras.

DESTINATÁRIO:

DATA:
Por volta de 450 a.C., registrando eventos do periodo entre 538 – 450 a.C. (omitindo 516 – 458 a.C.); foi possivelmente iniciado na Babilônia e concluído em Jerusalém.

PANORAMA:
Esdras dá sequencia a 2 Crônicas como uma história do povo judeu, registrando o retorno deste povo à sua terra após o cativeiro.

VERSÍCULO CHAVE:
Assim comeram a páscoa os filhos de Israel que tinham voltado do cativeiro, com todos os que com eles se apartaram da imundícia dos gentios da terra, para buscarem o SENHOR Deus de Israel;

E celebraram a festa dos pães ázimos por sete dias com alegria; porque o SENHOR os tinha alegrado, e tinha mudado o coração do rei da Assíria a favor deles, para lhes fortalecer as mãos na obra da casa de Deus, o Deus de Israel. (6:21-22

PESSOA CHAVE:
Ciro, Zorobabel, Ageu, Zacarias, Dario I, Artaxerxes I e Esdras.

LUGARES CHAVES:
Babilônia e Jerusalém.

CARACTERÍSTICA PARTICULAR:
Esdras e Neemias eram apenas um livro na Bíblia Hebraica, e, com Ester, formavam os livros históricos pós-cativeiro. Os livros proféticos pós-cativeiro são Ageu, Zacarias e Malaquias. Ageu e Zacarias devem ser estudados juntamente com Esdras, porque eles profetizaram durante o período da restauração.

Informações extraídas da seção “Informações essenciais” – Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal

Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

Pré-aula Lição 1 - A atualidade dos profetas menores - Portal EBD



Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Início do 4º trimestre - Proposta da lição 1

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Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

lição 14 - pós aula - Fim do trimestre

Estudamos neste trimestre os dramas que atingem a humanidade, oh glória, ainda bem que estamos livres deles: enfermidades, mortes, problemas materiais, familiares, sociais, e de relacionamentos, graças a Deus que não somos atingidos por ele, ou somos?

Por isto é que a frequência nas EBDs não foi tão grande, uma vez que tudo isto não acontece conosco.

Esta lição foi um resumo de todo o trimestre e para tanto o comentarista falou acerca de Paulo, mestre na questão de suportar aflições.

Ah, se ele pudesse ter voltado diante das primeiras dificuldades surgidas no inicio de seu ministério, logo na primeira viagem.

Será que continuaríamos na jornada caso fossemos ameaçados, apedrejados, dado como morto, desprezado, humilhado, acusado ou abandonado pelos companheiros?

O super-homem chamado Paulo, não agüentou a solidão e o abandono, “venha ter comigo depressa”.

“As igrejas que fundei, as comunidades que ajudei, os obreiros que levantei, todos estão preocupados com os seus afazeres, problemas, prosperidade e eu estou aqui sozinho, somente os filipenses se lembram de mim”.

Ele não queria dádivas, presentes, ofertas dos filipenses, apenas desejou que o fruto aumentasse na conta deles (Fp 4.17). Eles não ajudaram um qualquer e quando fizeram isto fizeram para o bem deles, o beneficio seria para eles e não para Paulo.

Quem recebe mais: a pessoa que está perdoando ou a pessoa que está sendo perdoada? Quem ganha mais? Quem ganhou mais, Paulo ou os filipenses?

Faltou para Paulo até mesmo aquela palavrinha de consolo, tipo: “obrigado Paulo, por tudo que fizeste”, mas o que ele fez? Apenas deu continuidade, toda a honra e glória é para Jesus.

Ele sabia disto, pois todas as vezes que pensava em ser alguém, rapidinho lembrava do espinho em sua carne.

Ninguém pensou em montar uma caravana missionária para visitar Paulo em Roma? Certamente não teriam problemas para reunir alguns obreiros e abnegados irmãos para enfrentar o império e oferecer algum consolo para o apóstolo?

Se fosse hoje, certamente alguns Paulo(s) colocariam os Ananias para correr de sua casa (At 9.16), quando ouvisse que sofreria por amor a Jesus.

Alias, Paulo recebeu de volta a visão, pois algo como escamas caíram de seus olhos e recebeu também um novo aparelho auditivo, sensível o bastante para entender a voz de Jesus.

Paulo recebeu uma revelação tremenda no terceiro céu, mas rapidamente voltou a terra depois que entendeu que não poderia se exaltar.

É fácil, fácil um crente voltar para a terra, basta lembrar do espinho. Volta das nuvens rapidinho.

Fizeram com Paulo o que não foi permitido fazer com Jesus: “quebraram suas pernas”. A solidão e o desamparo quase desestruturou o velho e bom apóstolo, por um poucochinho de tempo ele titubeou, mas lembrou-se do que ensinou aos Corintios (I Co 15.19; 2 Tm 6.7).

Igreja de Filipos, um caso a parte: uma igreja grata ao que Paulo fez por eles, ensino, evangelismo e cuidado. O que esta igreja pensava de Jesus, que havia morrido por eles? Se foram gratos a um homem imaginem como foram gratos a Deus.

“Tudo posso”, muda a minha situação Deus, chega de sofrimento, sou teu servo. Paulo não se preocupou com isto.

Além de todo o seu sofrimento, havia outra coisa que oprimia o apóstolo, o cuidado e zelo pelas igrejas (2 Co 11.28).

Quem que perseguia tanto Paulo nos desertos? Nos mares, cidades, nações até entendemos que havia muitos perseguidores e opositores, mas no deserto? Sabemos muito bem quem tentou afligi-lo naquele lugar, enquanto ele recebia as revelações. “Porque eu recebi do Senhor o que vos ensinei”.

Nenhum império humano se preocupava com seus prisioneiros, nenhum, Jesus sempre se preocupou com o seus prisioneiros (Fm 1.1).

Sim, é possível, mesmo em meio ao sofrimento, aflições e angustias termos uma vida plena em Cristo, ACREDITE QUEM QUISER!.

Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

sábado, 29 de setembro de 2012

Apelaste para Cesar, para Cesar irás!


Agora não havia mais possibilidades de contornar aquela situação. O abismo estava chamando outro abismo (Sl 42.7)? Jamais! Era apenas um novo acontecimento que culminaria com aquilo que o apóstolo cria e esperava (cfe I Co 15.19; Fp 3.14).

Paulo estava cansado, precisava de descanso, apesar que não deixava transparecer, queria fazer mais e não pensava em sua limitada massa corpórea (cfe I Co 9.27). no fundo, sabia que um dos dramas biológicos o havia afetado, já não era o mesmo, tudo por consequências dos inúmeros fatos ocorridos em ua trajetória (2 Co 11.23-27).

Segue um breve relato de uma provável conversa entre Jesus e Paulo:
- Meu caro apóstolo, suportaste muito. Conheço o seu coração. Sei que existe, em ti, o desejo de pisar, novamente ou pela primeira vez, no solo da capital do império, para conhecer ou rever a minha igreja naquela cidade e nos arredores (At 28.13-15). Sei que precisas de descanso, pois trabalhaste muito.

- Já fiz a contagem do seu tempo de contribuição para o crescimento do meu reino, ei-la: “x” anos, “x” meses, “x” dias, perfazendo um total de “x” dias de efetivo exercício do ofício, para o qual foi chamado. Desejas aposentar-se? Caso queria, posso te encaixar em alguma regra especial ou de transição. Não faço acepção de pessoas, sou leal, fiel, justo e jamais concedo privilégios a uns em detrimento a outros. Tu és prova viva disto (At 9.16), por isto decidi conceder o desejo do seu coração. Tu vais a Roma, prepara-te. O navio partirá ao meu comando, em breve, de Cesaréia.

“Ei, Paulo, acorda, o navio partirá, apressa-te”. Este foi o grito que o apóstolo ouviu e rapidamente se colocou em pé.

Que alegria sentir a brisa do mar, o trabalho árduo da tripulação. Que sensação gostosa, tanto que por alguns momentos ele se esqueceu das algemas, soldados e do centurião Júlio, seu guarda pessoal muito humano, muito mais do que deveria ser (At 27.3).

Chegariam logo em Roma, nada poderia dar errado, pois esta seria a última viagem especificamente missionária por aquela região, já que cada momento e acontecimento foi aproveitado, por ele, para apresentar o Evangelho (cfe At 27.22-37), aquilo que sabia fazer e gostava. Estava certo de que, mesmo em prisões, estaria livre dos dramas enfrentados anteriormente, mas logo a situação mudou.

Tempestade, perdas materiais (pertences, suprimentos e navio), medo, ataques malignos, desconfiança (At 27.10-11), julgamento precipitado (At 28.3-5), mas acima de tudo isto estava o agir de Deus, pronto para apresentar a Paulo mais uma lição.

No navio estavam duzentos e setenta e seis almas entre oficiais, soldados, tripulantes e prisioneiros, uma estratificação aceitável e necessária para manterem a ordem e segurança (At 27.43), mas na praia, após o naufrágio se encontraram as mesmas duzentas e setenta e seis almas (cfe At 27.22, 44) igualadas, transformadas, novas criaturas, pois não existia mais divisões, insígnias, escalões, desprivilegiados ou criminosos. Foi uma reunião de salvos (do naufrágio), que acreditaram na pregação do apóstolo (At 27.22) e comemoraram o livramento. “Qualquer semelhança escatológica faz parte do plano de Deus”.

Mesmo diante do dramas biológicos, sociais, familiares, materiais e de relacionamento é possível aprendermos e crescermos em nossa estrutura espiritual. Experiências angustiosas, como a de Paulo, serve para mostrar a nossa limitação e total dependência de Deus.

Fim do trimestre, mas a viagem continua, conforme exemplo do apóstolo. Até a próxima lição.

Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III