Páginas

sábado, 12 de março de 2016

Lição 11 - aplicação


Lição 11
O juízo final
1º trimestre 2016

O apito final, o dia do acerto de contas entre os ímpios e Deus, enfim chegará. A igreja, livre deste momento, contemplará o resultado do usufruto do livre arbítrio, que é a responsabilidade pelos atos, uma vez que é esta a consequência pelo uso deste instrumento de justificação dos erros.

Como não louvarmos a Deus, nos dias atuais, por sabermos que somos avisados de forma antecipada sobre todo o juízo que está reservado aos que desprezam a obra redentora do Calvário. O fato de sermos alertado nada mais é do que a pura demonstração de amor de Jesus pela sua igreja. Se estivéssemos servindo a Jesus às cegas, confiando em nossas próprias expectativas, fatalmente nos desiludiríamos ao final.

A grande tribulação, a guerra do Armagedom, o julgamento das nações, o juízo final não são eventos escatológicos que devam ser aguardados ou desejados pela igreja, não são para nós. Não podemos nos imaginar presentes nestes fatídicos encontros, ao contrário, a igreja deve ter ciência e certeza de que não estará presente, como organismo vivo, durante estes acontecimentos, principalmente nos dois julgamentos, o das nações e o final, pois estaremos sim, glorificados participando ativamente com o grande Juiz.

O que é para a igreja, é para a igreja e ninguém mais, ou seja, o arrebatamento, o Tribunal de Cristo, bodas do Cordeiro, participação especial ao lado do Grande Juiz no dia do juízo final, mas antes deste grande evento reservado para os ímpios, estaremos desfrutando de um período de refrigério e alegria no momento em que Jesus estará governando a terra por mil anos.


Será um motivo de muita alegria passarmos por todos os eventos gloriosos reservados aos crentes que estarão, por isto, salvos e guardados dos eventos trágicos e punitivos preparados para os ímpios.

Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

sexta-feira, 11 de março de 2016

Fascínio pelos montes. Monte Sião – o maior. Águas do mar Morto. Semeadura antes do preparo. Língua original da Terra. Assírios – os mais cruéis.


Os judeus sempre foram fascinados pelos montes e chuvas, uma explicação aceitável para este fascínio talvez sejam os 400 anos que viveram nas terras planas do Egito, local de pouca incidência de chuvas. Da noite para o dia, saíram do Egito e tomaram posse da Terra Prometida, um local de chuvas a seu tempo e cercada por montes e vales.

Monte de Sião: o mais alto de Jerusalém, aproximadamente a 800 metros acima do nível do mar. Local de habitação dos Jebuseus, antigos moradores da região que foram expulsos pelos hebreus.

Para onde vão as águas do Mar Morto? Ele não transborda, mesmo com o volume que recebe do rio Jordão, mas como o nível das águas se abaixa: as águas do mar Morto evaporam.

Era costume em Canaã a semeadura preceder o preparo da terra, por isto que algumas sementes caiam entre as pedras, espinheiros ou ficavam pelo caminho (Mt 13.4-9).

A humanidade estava toda reunida em torno da Torre de Babel? Não estavam todos lá, mas os que estavam, fatalmente, foram confundidos pela língua. E qual era a língua original que falavam até então? Foi preservada por alguns deles ou foi totalmente esquecida?

Os mais cruéis assassinos de guerra da história foram os assírios. Eles venciam, oprimiam, mas não se contentavam, queriam mais, eles mutilavam, torturavam e matavam seus inimigos, por isto eram odiados e evitados por muitos, inclusive pelo profeta Jonas.

Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

quinta-feira, 10 de março de 2016

Juízo final - trimestres anteriores


Etapas do juízo final

Trechos extraídos do livro : Apocalipse - Versículo por Versículo. Severino Pedro Silva. CPAD.




Juízo final - plano de aula




Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

62) 1 João


Para quem foi escrito este livro?     
Indeterminado.

Por quem foi escrito (autor)?  
João, o apóstolo.

Em qual momento histórico?
Por volta dos anos 90-100 d.C.

Por que este livro foi escrito? 
Porque seus leitores estavam sendo ameaçados por um falso ensino que negava que Jesus Cristo havia se encarnado (4.2-3) (este falso ensino é chamado de Docetismo, uma variação do gnosticismo).

Para quê este livro foi escrito?        
Para reafirmar a verdade aos seus leitores; para, ressaltar os ideais cristãos de pureza e amor (pureza e amor são dons de Deus comunicados aos homens através da auto-revelação que Ele fez de si mesmo a nós – na encarnação de Cristo); e, para ensinar o que fazer com os falsos ensinamentos.

Obs: Material extraído do DVD "Mega Coletânea Bíblica - 10.000 artigos". Não tem citação da fonte, mas se alguém conhecer, ficarei grato e mencionarei.

Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)