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segunda-feira, 16 de maio de 2011

novos sermões

Publiquei mais 2 sermões - vejam na aba "estudos"
120 - a fila de Deus anda e não anda
126 - Onde estão os testemunhos de curas? A benção de Deus está aqui (na sua frente) não lá no tanque

alguns comentários dos alunos

1) Se somente tocarmos nos que tem os dons de curar, seremos curados?

2) A igreja faz uso dos dons de curar, que é infinita vezes melhor que a unção dos enfermos, pois aquele visa a cura enquanto que este (unção dos enfermos) é uma declaração de impossibilidade da cura;

3) Assim como a salvação, a cura também é condicional:
a) confessai as vossa culpas e pecados (Tg 5:16);
b) depende da fé, outras vezes não;
c) Jesus curava e testemunhava a fé de quem recebia a cura, (nem em Israel via tamanha fé (Lc 7:9);
d) Vai e não peque mais

4) Testemunho real: Um jovem recebeu uma mensagem de uma irmã, para que revisse suas atitudes. No primeiro momento ele zombou, mas depois percebeu que Deus estava fazendo algo em sua vida. O seu pai orou junto com ele e pediu para que tudo aquilo viesse sobre ele e não sobre o filho. Esta oração tocou no coração do filho,;

5) As promessas infinitas de curas, tragam os doentes, tragam os paralíticos, corram nos corredores, abaixem, levantem, onde estava sua dor e blá. Blá, bllá, blá;

6) Sobre a operação de maravilhas: Vamos orar, fazer vigília, às margens dos rios como Moises. Ficaríamos a noite toda e nada do milagre e o povo do lado zombando, rindo. Porque pedir isto se tem uma ponte de concreto ao lado? Não seria mais fácil atravessarmos pela ponte? No mar vermelho não havia ponte, portos, navios, barcos, no momento do impossível Deus age. Hoje temos outras prioridades, pregação ao perdidos;

7) Agora no campo missionário, sim, sempre Deus está operando sinais, prodígios e maravilhas, pois o missionário está sem recursos, sem ajuda material, nesta hora é ele com Deus. Estes dias em nossa congregação esteve um missionário (que já retornou) de Portugal e em dois testemunhos pessoais ele nos mostrou como Deus age: Ele recebeu um telefonema de um irmão, que dizia: minha filha está roxa nas minhas mãos, acho que ela morreu? Ele disse ao telefone, não morreu, vou orar daqui. Outro dia por telefone um português disse que estava pronto a cometer suicídio. O missionário bem calmo respondeu: Se for pra se matar, se mate amanhã depois do meio dia, porque 11 horas eu vou te visitar, me espere, depois que eu te apresentar Jesus você decide o que faz da sua vida. O português está firme ate hoje, teve até outros filhos;

8) Testemunhos pessoal de fé natural ou comum, dom da fé, operação de maravilhas: um irmão sitiante que estava sem o veneno para combater uma lagarta no algodão que já havia atacado a vizinhança, estava as portas. A única forma foi orar pela roça pedindo a Deus que não deixasse ela entrar na sua plantação. A esposa testemunhou que as lagartas chegaram até uma curva de nível, a divisa das plantações, mas não entraram na roça;

9) Outro testemunho semelhante: Um outro irmão aplicou o veneno, mas choveu. Na chuva a larga se desenvolve rapidamente (ela come bebendo água, cresce mais rápido, segundo ele). O pai convocou os filhos e sairam pela roça orando, alguns filhos zombaram, mas outros creram. A plantação não foi atacada, somente a do vizinho.

10) Testemunho do nosso pastor: Planejou um trabalho e convidou um pregador (que orava pelas enfermidades ou algo parecido), mas na semana o pregador cancelou. O pastor estava com tudo panfletado, cidade pequena. Convidou uma cantora, que aceitou, apenas tinha uma ressalva, sua irmã estava doente, muito mal e desenganada. Ela disse: se Deus recolher minha irmã eu não tenho condições de ir. O pastor tranqüilizou e afirmou que isto não aconteceria, que poderia vir sem problema naquele final de semana. Ela veio e foi usada no trabalho. Na segunda feira sua irmã foi promovida as mansões celestiais e a cantora conseguiu chegar a tempo do velório em sua cidade.

11) Quantas curas já ocorreram neste mundo afora, quantas famílias se voltaram a Deus agradecido pelo restabelecimento de algum ente? Muitos poucos, realmente a família dos 9 leprosos é grande. Não voltam mesmo para agradecerem.

sábado, 14 de maio de 2011

Sermões publicados

Publiquei mais três sermões:
8 - Alianças - maléficas e benéficas
9 - Direção de Deus
16 - O preço da glória para Daniel, produto de sua paciência (tribulação) e matéria prima de sua tribulação (paciência)

seção - estudos

sexta-feira, 13 de maio de 2011

lição 7 - pré aula

1) Nossa fé deve ser como um grão de mostarda e não do “tamanho”. Como é possível ouvirmos isto em nosso meio?
Esta é uma prova eficaz deste trimestre que teve como intenção desmistificar muitos pensamentos a respeitos deste e de outros assuntos. Álias, o apóstolo Paulo estava correto em preocupar-se com uma possível ignorância por parte da Igreja.
Devemos conhecer a fundo o que apresentamos, pregamos e oferecemos aos que se encontram distante do Criador.
Esta dinâmica do desenho, às cegas, é perfeita para reafirmamos o exposto acima, uma vez que é necessário usarmos com sabedoria, todas as possibilidades e os instrumentos que são colocados a nossa disposição para a obra. Não é tão somente pegarmos uma prancheta e desenharmos o que der na cabeça, em outras palavras, não basta pegarmos uma Bíblia ou um folheto e sairmos à rua evangelizando e falando coisa com coisa, prometendo o impossível, curas milagrosas, milagres voltados somente para a restituição material em detrimento a salvação pura e eficaz da alma humana;

2) Jesus curou a todos que clamaram pela sua misericórdia, como também aqueles que demonstram fé suficiente para receberem a cura, ou seja, não despediu ninguém triste, enfermo ou pior do que estavam.
Mesmo em meio a uma multidão de necessitados e enfermos, somente alguns poucos foram atendidos. A incredulidade e dureza de corações impediram muitas curas e milagres.
Mesmo curando aos sábados, porque sendo Senhor do tempo não havia necessidade de vigilância por parte Dele, mostrou a Isael o quanto não valorizavam aquilo, que num futuro próximo, se tornariam à morada e Templo do Espírito Santo, o corpo humano, para eles era mais importante à guarda da Lei do que a cura e o fim do sofrimento humano, sofrimento mesmo. Esta é prova da necessidade da concessão deste dom à igreja. Quantos sofrimentos, angustias e lamentos já foram extintos através e pelo uso correto destes dons de curar;

3) Na ressurreição de Lazaro os três dons de poder se manifestaram em conjunto, (explicação completa no plano de aula lição 7), pois ele participou de uma ceia, inclusive estava no melhor lugar, à mesa (Jo 12:1-2), completamente livre da enfermidade (causa de sua morte). O único problema, fruto do milagre de Jesus, era que era que os judeus agora queira matar Lazaro (Jo 12”10), haja vista, ser ele agora um testemunho vivo do ministério de Jesus (Jo 12”11);

4) Seria possível, após 100 anos de fundação, apresentarmos ou florescermos uma fé que não a em Jesus (Tg 2:1)? Como trabalharmos sinais, prodígios, maravilhas e dons espirituais por intermédio de um instrumento (pois me recuso a chamar isto de fé) que sequer pode ser comparado ou ser chamada de fé comum, natural, doutrina ou salvíficas? Impossível haver manifestação espiritual produto deste tipo de fé, alias o único fruto possível da fé em acepção é o vomito espiritual (com todo o perdão da expressão utilizada);

5) Se o dom da fé não produz salvação somente sinais, prodígios e maravilhas para edificação, do crente e da igreja, o que dirá a fé comum ou natural? A fé salvífica acompanhada de obras se torna um elemento fortíssimo e suficiente para proporcionar ao homem a obediência, santificação, separação, comunhão estreita com Deus. Esta sim é capaz de embutir na mente humana o desejo e a certeza da salvação;

6) A fé sem obras é morta e a obra sem fé sequer existe, prova disto é que por mais incrédulo que o cidadão possa ser, sempre haverá um interesse por trás de qualquer ato solidário filantrópico etc. Em certa ocasião me interpelaram a respeito da Senhora Agnes Gonxha Bojaxhiu (Madre Teresa de Calclutá), mulher solidária, caridosa, missionária albanesa que não tinha interesses ou esperança de algum retorno por suas ações, mas pergunto não tinha interesse? Não esperava retorno? Não existe ajuda solidária sem o desejo da retribuição, não por parte do auxiliado, mas pela mídia, opinião pública, através do reconhecimento, por isto é que podemos afirmar que não existe obras sem fé.

7) A cura se refere a uma intervenção no corpo do indivíduo, mas a operação de maravilhas é uma intervenção no mundo físico... ) - Revista Ensinador Cristão, ano 12 – nº 46, pagina 39

8) Dons de Cristo – dons ministeriais – Ef 4:11
Sinais de Deus - Mc 16:17-18
Dom do Espírito Santo no singular – batismo com o Espírito Santo
Dom do Pai – Jesus Cristo (Jo 3:16, presente, dádiva) e o Espírito Santo (Jo 14:16) - Profº Caramuru

9) Sinais operados por Felipe, cumprimento da Palavra de Jesus (Mc 16:15-17)

10) Reino de Deus, futuro, é revelado ao homem através da pregação do evangelho.

11) Dons de poder – demonstração de força da parte de Deus

12) Sem o poder de Deus na pregação do Evangelho não haveria respeito pelos mensageiros, seriamos meros filósofos

13) O dom da fé uma manifestação do ESPÌRITO SANTO - não é nossa fé que se manifesta, mas a fé dada no momento pelo ESPÍRITO SANTO para que seja realizada uma obra espantosa. VEM DELE.

14) Toda fé sobrenatural, mas o dom da fé é uma força para invocar a Deus, superar e receber um milagre

15) O exercícios dos dons espirituais, em nenhum momento, alteram os propósitos de Deus para as nossas vidas.

16) Jesus cura todas as enfermidades, mas não cura todos os enfermos

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Os dons de poder. Plano de aula.

DONS DE PODER
VER PARA CRER OU CRER PARA VER
MULETAS ESPIRITUAIS – ACHISMO
DONS NATURAIS – DONS ESPIRITUAIS
FÉ NATURAL – DOM DA FÉ
CURA PELA MEDICINA – DOM DE CURAR

INTRODUÇÃO
A promessa de Jesus aos seus discípulos, antes de ascender aos céus, foi:
• Enviar Outro Consolador (Jo 14:16), semelhante a Ele, mas com ministério diferente para dar continuidade;
• Capacitação para a obra;
• Sinais, prodígios, maravilhas e milagres no meio da igreja primitiva.

Os dons espirituais formam a base do crescimento espiritual e capacita o crente para o serviço. Seu exercício é fundamental para:
• Adoração;
• Edificação da Igreja;
• Pregação do Evangelho.

Esses dons são fundamentais à ação evangelizadora da igreja, pois, através deles, é possível testemunhar sobre a morte e ressurreição de Jesus.

Características e atribuições dos dons de poder (fé, operação de maravilhas e dons de curar):
• Revelam a onipotência de Deus;
• Dão respaldo a pregação do Evangelho;
• Confirmam a autenticidade da Palavra;
• Exteriorizam a fidelidade de Deus em relação a sua igreja e Palavra;
• Significam poder e autoridade conferidas, à Igreja, por Deus;
• Revelam a soberania e autoridade de Deus sobre as forças da natureza, sobre o ser humano e sobre os demônios;
• São concedidos para auxiliar a igreja na propagação do evangelho;
• Glorificam o nome do Senhor;
• Confirmam a presença de Deus no meio de sua igreja;
• Jamais devem ser utilizados para a exaltação pessoal.

I. O DOM DA FÉ - NÃO SUBSTITUI A MENSAGEM DO EVANGELHO.
1. DEFINIÇÃO
É o primeiro dom desta relação (dons de poder), pois é a porta de entrada e requisito essencial para a existência dos outros dons (cura e operação de maravilhas). No Novo Testamento, a fé, é apresentada como a confiança em Deus, Jesus e nas coisas espirituais. Pode ser classificada de acordo com os seus empregos e significados:
• Fé natural, inapta, nascida e desenvolvida no homem que o leva a crer em um ser supremo (Rm 1.19,20) ou no visível, certo e provável;
• Fé Comum (Hb 11:6), dádiva de Deus (Ef 2”8), presente na vida dos que foram regenerados, expressas através de uma vida de obediência, consagração boas obras (Rm 10.17; Gl 5.22; Ef 2.8; Hb 11.6; Tg 2.14-26; Tt 1.4; Jd 3);
• Fé como doutrina (Gl 1.23; Jd 20);
• Fé Salvífica, condição para a salvação (Ef. 2.8,9). É manifesta na conversão, quando o pecador reconhece que não há outro modo de ser salvo;
• Fé como aspecto do fruto do Espírito, que tem a ver com fidelidade e confiança (Gl. 5.22). O cristão, mesmo em meio às perseguições e adversidades, não desiste da caminhada e tem como exemplo os heróis da fé (Hb. 11);
• Fé como dom do Espírito Santo (I Co. 12.9). Trata-se de uma manifestação sobrenatural, que capacita o crente para a realização de milagres (I Co. 13.2). fé especial ou milagrosa.

A) DOM DA FÉ
Jesus fala da capacidade do homem em remover montanhas, operar milagres, curas e realizar grandes obras, demonstrar uma confiança sem igual no poder de Deus, produzindo uma reação imediata na alma, mudando a atmosfera, nos dando a convicção do possível (Jo 11.40-44; Jo 14.12; Mc 9.23). Trata-se do poder sobrenatural de confiar em Deus mesmo em situações desesperadoras, sem solução, perdidas. Nestes casos somente um milagre pode mudar a situação.

É distinta da fé que produz salvação (At 16:31) e da fé como fruto do Espírito, pois é sobrenatural, especial, comunicada pelo Espírito Santo, capacitando o crente a crer em Deus para a realização de coisas extraordinárias e milagrosas e que opera conjuntamente com outras manifestações do Espírito Santo, como os dons de curar e de operação de milagres e maravilhas. É o impulso à fé para executar aquilo que DEUS determinou.

O dom da fé está interligado aos dons de curar e operação de milagres, pois diante de determinadas circunstâncias, que somente um milagre pode resolver, o cristão pode fazer proezas, assim como fizeram os apóstolos (Mc. 16.15-18).

Trata-se de uma confiança especial, que produz a crença pontual além dos limites do imaginável, para que o homem realize algo que está além do alcance da imaginação humana. Este dom somente se manifesta diante da necessidade. Tanto pode ser passiva quanto ativa, pois o crente tanto pode receber bênçãos ou livramentos quanto realizar algo grandioso para glória de Deus e edificação da Igreja.

EXEMPLOS DO USO DO DOM DA FÉ:
• Nasceria um filho de um casal em que o homem tem 100 anos e a mulher 90 anos? Abraão creu, pelo dom da fé e recebeu o milagre (Gn 15:1-6; 17:15-22; 18:9-16; 21:1-8);
• Poderia alguém sair com um filho para entregá-lo e em sacrifício e depois voltar para casa com ele vivo (Gn 22:1-19)?
• Josué creu que o sol e a lua pudessem ser detidos (Js 10.12-15). Nesse texto há uma correlação entre fé e operação de maravilhas;
• Sansão também recebeu o milagre (Jz 15:18-19);
• Elias recebeu o milagre, possuindo tamanha fé para o seu sustento sobrenatural. Deus cuidou de sua subsistência (I Rs 17:2-6 );
• Nem as insinuações enciumadas dos caldeus, nem as terríveis ameaças do rei Nabucodonozor amedrontaram os três jovens. Possuíam o dom da fé, pois receberam o milagre (Dn 3:13-30). Além do Dom da Fé, notemos que aqui também houve a atuação do Dom de Discernimento de Espíritos (Dn 6:16-23);
• Se Daniel tivesse pedido a morte dos leões, certamente não teríamos visto o dom da fé em sua vida;
• Pedro e João, na porta do Templo (At 3), tiveram a fé milagrosa para ordenar ao coxo que levantasse e andasse em nome de Jesus;
• Pedro recebeu o milagre através do dom da fé, mas houve também o dom de discernimento de Espíritos (At 12:1-12 );
• Em Atos 14.8,9, outro coxo de nascimento tinha fé para ser curado;
• Paulo tinha a certeza da vitória em meio a um temporal, (At 27:21-26). Neste caso houve também a manifestações do Dom da Palavra da Sabedoria (vs. 22, 24, 26) e o dom do discernimento de Espíritos (v. 23);
• Paulo no navio que o levava a Roma, ao usar de autoridade para impedir que algum mal se fizesse aos presos (At 27:30-36).

2. A DISTINÇÃO ENTRE O DOM DA FÉ E A FÉ NATURAL.
Através deste dom somos impulsionados a orarmos por uma causa impossível e sermos atendidos (Tg 5.17). Há uma superação, eliminação de obstáculos e de impedimentos, sejam quais forem.

a) A FÉ SALVADORA.
É a crença de que Jesus é o único e suficiente Senhor e Salvador de nossas vidas. Quando alguém dá crédito à pregação do Evangelho, considera-se um pecador e se arrepende dos pecados e crê que Jesus pode perdoá-lo e se submete à vontade de Deus (At 16:31), crendo que Jesus pode dar-lhe a vida eterna e levá-lo ao céu, age com a “fé salvadora” ou “fé salvífica”. Esta fé não nasce no homem, mas é dom de Deus (Ef 2:8). Logo, a fé não vem pelo pedir, mas, pelo ouvir (Rm 10:17). O certo é orar pelo crescimento da fé, como pediram os discípulos (Lc 17:5). O segredo do Cristianismo não é o ‘ver para crer’ e, sim, o ‘crer para ver.

b) A FÉ NATURAL.
A Fé Natural é a chamada fé esperança, fé intelectual. Esta fé nasce com o homem, faz parte da natureza humana. É a fé que dá ao homem motivação para lutar, para progredir, para superar dificuldades. Quando o homem perde a fé natural, ele cai no desânimo, perde a vontade de viver, de lutar. É ela que faz com que o homem seja um ser religioso, faz com que ele creia sempre em algo, ou alguém superior a ele. Ouvindo falar de um Deus Criador, ele, com facilidade, crê na sua existência (Tg 2:19), ou seja, nisto não há nada de excepcional.

A fé natural não leva o homem a Deus e nem trás Deus ao homem. Ela somente atua na esfera material. Ela não pode ajudar o homem a compreender e a adquirir os bens espirituais.

c) A FÉ ATIVA.
É a confiança absoluta em alguém ou em algo. É precisamente este o significado em que se deve entender fé enquanto “fé ativa”. Esta fé é exercida diariamente pelo salvo, após ter aceitado Jesus como seu Senhor e Salvador. Trata-se da atitude de confiança em Deus, de crédito à sua Palavra, às suas promessas. Somente podemos dizer que temos fé se dermos crédito à Palavra de Deus. Esta fé é o combustível que nos leva a caminhar em direção a Jerusalém celestial. É o elemento que nos faz superar todos os obstáculos e a enxergar as circunstâncias sob o prisma espiritual. Foi esta fé que fez com que os antigos vencessem todas as dificuldades, como nos mostra o escritor aos Hebreus no capítulo da fé (Hb 11). É esta fé que nos faz vencer o mundo (1João 5:4).

Portanto, todos os salvos têm Fé Salvadora e Fé Ativa, mas não são todos contemplados com o Dom da Fé. Este Dom é dado, conforme a vontade do Espírito Santo, para o desenvolvimento e expansão do Reino de Deus, para que seu nome seja glorificado.

3. NEM TODOS POSSUEM O DOM DA FÉ.
A fé como dom é distribuída soberanamente pelo Espírito Santo para o proveito da Igreja onde ela for necessária. Recebemos a permissão, na verdade, uma ordem, para procurar os melhores dons (1Co. 12.31). É possível que este desejo sério esteja relacionado com a medida da fé que Deus repartiu a cada um (Rm 12.3), e a Bíblia nos incentiva a orarmos por um aumento da nossa fé. Mesmo assim, a partilha dos dons não depende da nossa vontade, mas da vontade do próprio Espírito Santo. Portanto os dons provêm da vontade graciosa de Deus, e são concedidos por Ele através do Espírito Santo.

II. OS DONS DE CURAR - NÃO SUBSTITUI A MENSAGEM DO EVANGELHO.
1. POR QUE DONS DE CURAR? – ação, verbo
Não podemos confundir os dons de curar com o sinal de cura de enfermos, que se trata de uma operação de Deus para confirmar a pregação do Evangelho. Esta manifestação, além de aliviar a dor do enfermo, o que é uma prova do amor e da compaixão divina, visa sempre atrair as pessoas à Cristo a fim de que elas recebam a mais importante de todas as curas, que é a salvação da alma.

Os dons de curar os diversos tipos de doenças e enfermidades, é uma capacitação divina sobrenatural para que a igreja atue na restauração física e mental das pessoas (At. 3.6-8; 4.30). São poderosíssimas ministrações para os doentes, não importando qual seja a enfermidade. Tal manifestação desfaz males do corpo, da alma e do espírito, podendo ser beneficiados crentes e até mesmo incrédulos.

A operação dos dons de curar aponta para o futuro, a dimensão escatológica, cuja plenitude se dará na glorificação do corpo, quando, uma vez transformado, não mais passará por corrupção (I Co. 15.53,54). Apontam também para a dimensão integral do ser humano, não deva ser um fim em si mesmo, não pode substituir a pregação plena do evangelho de Cristo, que visa a cura da alma, do corpo e do espírito (Is. 53.4,5).

Jesus dotou os discípulos com a mesma autoridade para curar toda sorte de doenças e enfermidades (Mc. 16.18), portanto o seu sacrifício no calvário é a causa primária de toda e qualquer cura miraculosa (Is 53.4,5; I Pe 2.24,25). O ministério de Jesus foi marcado por uma quantidade inumerável de curas (algumas no sábado). Ele curou:
• Lepra (Mt 8.1-4);
• Febre (Mt 8.14-17);
• Paralisia (Mt 9.1-8);
• Hemorragia (Mt 9.18-26);
• Cegueira (Mt 9.27-33);
• Ressecamento da pele (Mt 12.9-21);
• Doenças psíquicas (Mt 17.14-18).
• Surdez e gagueira (Lc 7”31:37)
• Mudez (Mt 9”32:33);
• hidropsia (Lc 14”1-6);
• Enfermidade de Lázaro, a causa de sua morte (Jo 12:1)

A continuidade desse ministério após a ascensão de Cristo ficou sob a responsabilidade do Espírito Santo, que por Ele foi enviado (Jo 16.14). A manifestação dos dons de curar tem por finalidade glorificar a Jesus. Ele ordenou que seus discípulos continuassem a curar (Mt 10.8).

a) A PLURALIDADE
O original grego (dons de curar) sugere uma pluralidade, ressaltando, assim uma diversidade de doenças, enfermidades ou a capacidade concedida a alguns para serem instrumentos para operações especificas de curas. Este é um dom do Espírito Santo, não do homem, portanto é concedido a quem Ele determinar.

Segundo a Biblia de Estudo Plenitude (I Co 12:811), a pluralidade da palavra não deixa dúvidas de que se trata de dons especiais, são curas sobrenaturais, operadas pelo Espírito Santo. Já a Bíblia de Estudo Pentecostal também enfatiza que se trata de curas de diferentes enfermidades, mas sugere que cada ato de cura provém de um dom especial de Deus.

A expressão dons de curar está no plural, designando as variadas formas pelas quais o Espírito Santo opera em diferentes ocasiões:
• Curas mediante uma palavra de ordem (At 3.1-8; 9.32-34);
• Curas no ministério de Filipe (At 8.7);
• Curas mediante o ministério dos apóstolos (At 5.15,16);
• O apóstolo Paulo conseguiu discernir que o enfermo tinha fé para ser curado (At 14.8-10);
• Curas e libertações através de objetos de Paulo (At 19.11,12);
• Cura através da oração (At 28.8,9);

b) OS DONS DE CURAR E A FÉ DOS ENFERMOS
Em certas ocasiões os doentes eram curados pela fé dos que faziam a oração, como no caso da cura do coxo na porta do Templo, chamada Formosa, o qual não demonstrou em nenhum momento possuir fé para receber a cura. Paulo, na cidade de Listra, em sua primeira viagem missionária, fitou os olhos em um coxo de nascença e percebeu que ele tinha fé suficiente para ser curado (At 14:9-10). Mas ele não curou seu companheiro Trófimo (2Tm 4:20).

A fé do homem é uma condição relativa e não absoluta para o recebimento da cura divina. Há momentos que a resposta de Deus, em relação à cura, é negativa, e, quando isso acontece, devemos aprender a lidar com a soberania divina. Mesmo homens de fé, como Moisés e Paulo, deixaram de ter suas orações atendidas (Dt 3:26; 2 Co 12:8,9). Paulo fora usado por Deus para que muitas pessoas fossem curadas, no entanto, ao dirigir-se a Timóteo, quanto a uma enfermidade estomacal, recomendou-lhe a ingestão de um pouco de vinho (1Tm 5:23). Fazemos uma ressalva de que essa é uma recomendação particular de Paulo a Timóteo, que não pode ser transformada em doutrina. Do mesmo modo, não podemos pensar que a busca do auxílio médico seja pecado, devido ao exemplo de Asa (2Cr 16:12), que fora reprovado, nesse sentido, porque preferiu depositar sua confiança nos médicos, e não no Senhor.

Jesus não curou mais enfermos em virtude da incredulidade de muitos (Mt 13:58), por isto podemos afirmar que a pessoa que tem este dom não tem o poder de curar a todos os enfermos, pois a cura depende da vontade soberana de Deus.

Há exemplos na Bíblia em que apenas uma pessoa, em meio a uma multidão, tenha recebido a cura, como é o caso do enfermo do tanque de Betesta (João 5:1-8) e do paralítico de Cafarnaum (Mc 2:12). Isso porque a cura é um ato eminentemente divino.

2. OS PROPÓSITOS DOS DONS DE CURAR.
O Espírito Santo fornece e distribui os dons para a igreja justamente para que esta não fique limitada a capacidade e ações humanas. A cura sobrenatural deve ser um ministério permanente.

Os dons de curar são especiais para a libertação de vários tipos de enfermidade. Eles atuam em prol da saúde do povo de Deus e da conversão dos que não conhecem a Cristo. Como o dom da fé, os dons de curar não são concedidos a todos os crentes (1Co 12.11,30), todavia, todos nós podemos orar pelos enfermos e havendo fé, eles serão curados.

Por onde os apóstolos passavam, os milagres e as curas aconteciam, e o povo era liberto ao ouvir a mensagem do Evangelho. É necessário saber que as curas divinas convenciam as pessoas do poder salvador de Jesus. Sem dúvida alguma, a pregação do Evangelho, acompanhada por sinais e prodígios, promove a fé e a conversão de muitas almas a Cristo.

A cura tem sido uma das marcas identificadoras da pregação pentecostal ao redor do mundo. É algo destinado aos que crêem, é uma realidade atual e indispensável, mas não devemos nos esquecer de que o propósito da cura divina não é a saúde física de alguém, mas, sim, a glorificação do nome do Senhor (At 4:21), a confirmação da palavra da pregação (Mc 16:20; 1Ts 1:5) e a comprovação da presença de Deus no meio do seu povo (At 10:38; 1Co 2:4,5).

a) IMPEDIMENTOS PARA A CURA:
Às vezes há, na própria pessoa, impedimentos à cura divina, como:
• pecado não confesso (Tg 5:16);
• opressão ou domínio demoníaco (Lc 13:11-13);
• insucessos no passado que debilitam a fé hoje (Mc 5:26; João 5:5-7);
• o povo (Mc 10:48);
• ensino antibíblico (Mc 3:1-5;7:13);
• descuido da igreja em buscar e receber os dons de operações de milagres e de curar, segundo a provisão divina (At 4:29,30; 6:8;8:5,6; 1Co 12:9,10,29-31; Hb2:3,4);
• incredulidade (Mc 6:3-6; 9:19,23,24);
• irreverência com as coisas santas do Senhor (1Co 11:29,30);
• casos em que não foram esclarecidos os motivos ou razões da persistência das doenças físicas em crentes dedicados (Fl 4:13,14; 1Tm 5:23; 2Tm4:20).

III. O DOM DE OPERAÇÃO DE MARAVILHAS – NÃO SUBSTITUI A MENSAGEM DO EVANGELHO.
1. O que é a operação de maravilhas?
• São operações de milagres extraordinários e espantosos pelo poder de Deus;
• São fatos que fogem à explicação das leis naturais e da natureza (2Rs 4.32-37);
• São ocorrências difíceis de explicar, que aparentemente contradizem a ordem natural das coisas, modificando as leis estabelecidas pelo próprio Deus;
• É uma intervenção sobrenatural (2Rs 4.1-7);
• É uma suspensão temporária da ordem costumeira, mediante o poder de Deus (Js 10.12-13);
• É a capacitação sobrenatural pela qual a igreja realiza obras maravilhosas, portentosas.
• São milagres que vão além das leis físicas conhecidas;
• São milagres extraordinários, surpreendentes, pasmosos;
• Prodígios que espantam pela intensidade do poder de Deus e que convencem até mesmo os mais incrédulos
• algo que vai contra as leis da química e da física (2Rs 6.1-7);

No original grego, os dois termos que designam este dom são dunamis (façanhas de grande poder sobrenatural) e energêma (resultados eficazes). Esse dom pode estar relacionado a situações diversas como proteção, provisão, expulsão de demônios, alteração ou suspensão de circunstâncias, inclusive leis naturais, juízo.

Como todos os demais dons, a operação de maravilhas é manifesta para o que for útil e para a glorificação do Deus Todo-poderoso.

Portanto, sinais e maravilhas estão na mesma magnitude de milagres. Pedro, em seu sermão no dia de Pentecostes (At 2.22), teve intenção de apelar para o entendimento e queria maravilhar pela imaginação, a maravilha apela para a imaginação, o poder (dunamis) indica que a sua fonte é sobrenatural.

a) EXEMPLOS DE MANIFESTAÇÃO DO DOM DE MARAVILHAS:
• A vara de Moisés transformada (Ex 4:1-5);
• As dez pragas no Egito foram derramadas mediante Moisés (Ex 7-10);
• Abertura do mar vermelho (Ex 14.15-26);
• Transformação de águas amargas em potáveis (Ex 15.23-27);
• A descida do maná (Ex 16.4-10);
• A água que saiu da rocha (Ex 17.5-7);
• A passagem do povo pelo rio Jordão, cujas águas pararam (Js 3.13-17);
• Paralisação do sol e da lua (Js 10.12-15). Cientistas afirmam que foi universo inteiro que parou;
• Retenção das chuvas (I Rs 17.1);
• A utilização de corvos para alimentar o profeta (I Rs 17.6);
• A multiplicação de azeite e farinha (I Rs 17.13-16);
• O fogo que desceu do céu no desafio aos profetas de Baal (I Rs 18.22-39);
• O derramamento de grande chuva por meio da oração do profeta (I Rs 18.41-46);
• As águas do Rio Jordão se dividiram (II Rs 2.14);
• Cura da esterilidade de uma mulher (II Rs 4.14-17);
• Ressurreição do filho da mulher que havia sido curada da esterilidade (II Rs 4.32-37);
• Imunização da comida (II Rs 4.38-41);
• Cura da lepra de um general sírio (II Rs 5.1-19);
• O machado que emergiu do fundo do rio (II Rs 6.1-7);
• Ressurreição de um homem através do contato com a ossada de Eliseu (II Rs 13.20,21).
• Isaías fez voltar a sombra do relógio de sol em dez graus (II reis 20:11)
• Jesus acalmando a tempestade (Mc. 4.41);
• A transformação da água em vinho (João 2:7-11);
• Ressurreição de Lázaro (João 11.39-44);
• A multiplicação dos pães(Mt 14:19-21);
• Em alguns casos a ressurreição pode ser um exemplo poderoso de maravilha, pois não se trata de cura, já que o corpo já está morto;
• Paulo e a víbora na ilha de Malta (At 28:5).

A diferença entre os dons de curar e o dom de operação de maravilhas, reside justamente no fato de que o primeiro está sempre relacionado com o restabelecimento da saúde, enquanto que o segundo atinge a esfera da matéria em geral, sem estar ligado com a saúde de alguém. Embora algumas curas sejam chamadas de maravilhas ou milagres.

b) OBJETIVOS DO DOM DE MARAVILHA:
• Glorificar o nome de Jesus;
• Autenticar a mensagem de Cristo;

Conquanto Deus realize sinais e maravilhas através do seu povo santo, os mesmos não devem nortear a vida do crente. Sinais e maravilhas são feitos pelo Senhor, que utiliza a instrumentalidade humana para esse fim, mas isso não significa que eles são o indicativo para a orientação de Deus às nossas vidas. Há pessoas que se colocam como reféns de milagres, como se estes fossem o marco regulatório para a vida cristã, e não tomam nenhuma postura ou atitude na vida se não virem milagres à sua volta.

C) RESSURREIÇÃO:
Em alguns casos a ressurreição de mortos, os três dons podem operar conjuntamente, a saber o dom da fé, operação de milagres e de curas.
• Dom da fé – necessária para chamar o espírito da pessoa de volta, depois de ter deixado o corpo;
• Dom de operação de maravilhas - para ressuscitar a pessoa;
• Dons de curar – para curar a enfermidade que motivara a morte, como a de Lázaro que estava enfermo, mas quando Jesus o ressuscitou, o mesmo voltou à vida completamente curado de sua enfermidade (Jo 12:1-2).

2. A ATUALIDADE DO OPERAÇÃO DE MARAVILHAS.
Os dons são dados à igreja para a sua própria edificação (1Co 14.12), levando-a a manter e a desenvolver sua unidade no corpo de Cristo (Ef 4.4-6). Podemos ver isso através dos dons ministeriais e espirituais. O objetivo da Igreja como o corpo de Cristo é executar as ordens da cabeça, o próprio Cristo. (Ef 4.16). Sem exceção, maravilhas acompanharam o ministério de pregação dos líderes da Igreja primitiva.

3. A IMPORTÂNCIA DESSE DOM PARA A IGREJA.
O dom, também chamado de operação de milagres, prodígios e sinais, se constitui em manifestações especiais do poder de Deus que fogem às limitações humanas. São superiores e inexplicáveis. Ele demonstra o poder de Deus na realização de coisas miraculosas e extraordinárias.

Na operação dos poderosos sinais que envolvem os milagres, o supremo Senhor, apenas usa da forma que ele quer as leis e forças por ele mesmo criadas em socorro dos seus filhos. Isso é milagre (Gl 3.5).

CONCLUSÃO – OBJETIVOS DA LIÇÃO
1 – CONHECER OS DONS DE PODER:
a) Dom da fé
b) Dons de curar
c) Dom de operação de maravilhas

2 – EXPLICAR O QUE REPRESENTA CADA DOM:
A) DOM DA FÉ:
• É a porta de entrada e requisito essencial para a existência dos outros dons;
• É a capacidade do homem em remover montanhas, operar milagres, curas e realizar grandes obras;
• demonstrar uma confiança sem igual no poder de Deus;
• nos dá a convicção do possível;
• É o poder sobrenatural de confiar em Deus mesmo em situações desesperadoras, sem solução, perdidas.

B) DONS DE CURAR:
• Alivia a dor do enfermo, o que é uma prova do amor e da compaixão divina;
• Atrai as pessoas à Cristo a fim de que elas recebam a mais importante de todas as curas, que é a salvação da alma;
• É a capacitação divina e sobrenatural para que a igreja atue na restauração física e mental das pessoas, beneficiando crentes e até mesmo incrédulos.

C) DOM DE OPERAÇÃO DE MARAVILHAS:
• Milagres extraordinários, sobrenatural, espantosos, surpreendentes, pasmosos;
• Ocorrências difíceis de explicar;
• Contradizem a ordem natural das coisas;
• Modificam as leis naturais;
• É a suspensão temporária da ordem costumeira;
• Capacitação sobrenatural para a igreja para realizar obras maravilhosas;
• Milagres que vão além das leis físicas conhecidas;
• Prodígios que espantam e convencem até mesmo os mais incrédulos;
• Algo que vai contra as leis da química e da física.

3 – OS DONS SÃO NECESSÁRIOS PARA EDIFICAÇÃO DO CORPO DE CRISTO
Aquele que possui um dom de operação exteriorizada (mais visível) não é mais espiritual do que quem tem dons de operação mais interiorizada, menos visível. Também, quando uma pessoa possui um dom, isso não significa que Deus aprova tudo quanto ela faz ou ensina. Os dons de poder, como os demais dons, são soberanamente distribuídos pelo Espírito, continuam atuais e disponíveis à Igreja para a glória do nome do Senhor.

Os dons espirituais não cessaram, continuam disponíveis à Igreja, pois a pregação do Evangelho só vai cessar quando o Senhor Jesus voltar. Basta que nos coloquemos diante do altar do Senhor, ou seja, apresentemos nosso corpo “em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”; apresentemos uma vida de consagração a Deus, uma vida de santificação. O Senhor nosso Deus usa vasos limpos, ou purificados pelo sangue de Cristo, vasos que não estejam em conformidade com o mundo.

Os milagres em si não trazem a salvação, mas atraem as pessoas para a mensagem do Evangelho. Todos os milagres, operados pelo poder do Espírito Santo, foram antecedidos pela pregação da Palavra e, por conseguinte, serviram de confirmação e veracidade do Evangelho (Mc 16.20).

Resumo extraído do conteúdo proposto na lição 7 (Revista Lições Bíblicas) e dos subsídios disponibilizados nos sites abaixo:
http://www.ebdbrasil.net/ - acesso em 09/05/2011
http://auxilioebd.blogspot.com/ - Francisco A Barbosa – acesso em 08/05/2011
http://www.subsidioebd.blogspot.com/ - Pb. José Roberto A. Barbosa – acesso em 09/05/2011
http://www.ebdweb.com.br – acessos diários
http://www.altairgermano.net/ - acesso em 09/05/2011
http://www.redebrasildecomunicacao.com.br/licoes-biblicas/index/ - acesso em 09/05/2011
http://luloure.blogspot.com/ - acesso em 09/05/2011
http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/ - acesso em 10/05/2011
http://ebdprofessornei.blogspot.com/p/dicas-para-professores.html - acesso em 10/05/2011

Resumo convite para a aula de domingo

Eu utilizo este resumo nos cultos de quarta e sexta feira para apresentar um breve relato da lição, mas aproveito para mostrar os pontos chaves e interessantes. Sempre ao final dos cultos temos a oportunidade para apresentar para a igreja.




LIÇÃO 7 – DONS QUE MANIFESTAM O PODER DE DEUS

OS DONS QUE MANIFESTAM O PODER DE DEUS SÃO: DOM DA FÉ, DONS DE CURAR E OPERAÇÃO DE MARAVILHAS.

1) O DOM DA FÉ
A FÉ É A PORTA DE ENTRADA E É ESSENCIAL PARA A NOSSA VIDA ESPIRITUAL. É CLASSIFICADA EM:
• FÉ NATURAL
• FÉ COMUM
• FÉ COMO DOUTRINA
• FÉ SALVÍFICA
• FÉ COMO ASPECTO DO FRUTO DO ESPÍRITO
• FÉ COMO DOM DO ESPÍRITO SANTO – DOM DA FÉ

O DOM DA FÉ É A CAPACIDADE DO HOMEM EM REMOVER MONTANHAS, OPERAR MILAGRES, CURAS E REALIZAR GRANDES OBRAS, DEMONSTRAR UMA CONFIANÇA SEM IGUAL NO PODER DE DEUS MESMO EM SITUAÇÕES DESESPERADORAS. É ORAR PELO IMPOSSÍVEL E SER ATENDIDO.

EXEMPLOS DO USO DO DOM DA FÉ:
• ABRAÃO E SARA AOS 100 E 90 ANOS GERANDO FILHOS
• ABRAÃO VOLTANDO COM ISAQUE, A SALVO, DEPOIS DO SACRIFICIO
• JOSUÉ ORANDO PELA DETENÇÃO DO E LUA
• SANSÃO, ELIAS, DANIEL, PEDRO, JOÃO, PAULO E OUTROS EXERCITARAM ESTE DOM

2) DONS DE CURAR OU DONS DE CURA OU DOM DA CURA, QUAL É O CORRETO?
DONS DE CURAR ALIVIA A DOR DO ENFERMO E ATRAI AS PESSOAS À CRISTO A FIM DE QUE ELAS RECEBAM A MAIS IMPORTANTE DE TODAS AS CURAS, QUE É A SALVAÇÃO DA ALMA.

O MINISTÉRIO DE JESUS FOI MARCADO POR UMA QUANTIDADE INUMERÁVEL DE CURAS: LEPRA, FEBRE, PARALISIA, HEMORRAGIA, CEGUEIRA, RESSECAMENTO DA PELE, DOENÇAS PSÍQUICAS, ENTRE OUTRAS.

OS DONS DE CURAR DEPENDE DA FÉ DOS ENFERMOS?
PEDRO E JOÃO ENCONTRARAM UM HOMEM QUE NÃO TINHA FÉ, JÁ PAULO SE DEPAROU COM UM QUE DEMONSTROU TER FÉ SUFICIENTE PARA SER CURADO. A FÉ DO HOMEM É UMA CONDIÇÃO RELATIVA E NÃO ABSOLUTA PARA O RECEBIMENTO DA CURA DIVINA. MESMO SENDO MUITOS NA MULTIDÃO, AS VEZES, JESUS CURAVA APENAS UMA PESSOA.

QUAIS SÃO OS PROPÓSITOS E O QUE PODE IMPEDIR O RECEBIMENTO DA CURA?

3) O DOM DE OPERAÇÃO DE MARAVILHAS.
• SÃO OPERAÇÕES, ACONTECIMENTOS E MILAGRES EXTRAORDINÁRIOS E ESPANTOSOS
• FATOS QUE FOGEM À EXPLICAÇÃO DAS LEIS DA NATUREZA
• OCORRÊNCIAS SOBRENATURIAS, DIFICEIS DE SEREM EXPLICADAS, POIS CONTRADIZEM A ORDEM NATURAL DAS COISAS
• UMA SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DA ORDEM COSTUMEIRA, ETC, QUE CONVENCEM ATÉ MESMO OS INCRÉDULOS.

EXEMPLOS DE MANIFESTAÇÃO DO DOM DE MARAVILHAS:
• A VARA DE MOISÉS, AS DEZ PRAGAS NO EGITO E A ABERTURA DO MAR VERMELHO
• TRANSFORMAÇÃO DE ÁGUAS AMARGAS EM POTÁVEIS, O MANÁ E A ÁGUA DA ROCHA
• PASSAGEM PELO RIO JORDÃO E A DIVISÃO DE SUAS ÁGUAS
• A DETENÇÃO DO SOL E LUA
• RETENÇÃO E O DERRAMAMENTO DE CHUVAS
• OS CORVOS ALIMENTANDO PROFETA
• MULTIPLICAÇÃO DE AZEITE E FARINHA
• O FOGO QUE DESCEU DO CÉU
• CURA DA ESTERILIDADE E RESSURREIÇÃO DO FILHO DE UMA MULHER ESTÉRIL
• IMUNIZAÇÃO DA COMIDA
• CURA DA LEPRA DE UM GENERAL SÍRIO.
• O MACHADO QUE EMERGIU DO FUNDO DO RIO
• RESSURREIÇÃO DE UM HOMEM ATRAVÉS DO CONTATO COM A OSSADA DE ELISEU
• A VOLTA EM 10 GRAUS DO RELÓGIO DE SOL
• JESUS ACALMANDO A TEMPESTADE, TRANSFORMAÇÃO DE ÁGUA EM VINHO, RESSURREIÇÃO DE LÁZARO E A MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES
• PAULO E A VÍBORA NA ILHA DE MALTA.

OBJETIVOS DO DOM DE MARAVILHA - GLORIFICAR JESUS E AUTENTICAR SUA MENSAGEM;

RESSURREIÇÃO – A OPERAÇÃO CONJUNTA ENTRE O DOM DA FÉ, DONS DE CURAR E OPERAÇÃO DE MARAVILHAS:

QUAL A IMPORTÂNCIA DESSE DOM PARA A IGREJA?

Dinâmica para aula 7

Dinâmica simples e objetiva, basta fazermos uma aplicação de acordo com o tema da lição. Muito boa

Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Material: Lápis e papel.

Descrição: O professor entrega uma folha de papel a cada aluno e pede para que eles fechem os olhos.

Depois fale para cada um que desenhe com os olhos fechados uma: