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terça-feira, 21 de agosto de 2012

II Samuel - informações essenciais


PROPÓSITO:
(1) registrar a historia do reinado de Davi
(2) demonstrar a efetiva liderança de Davi em obediência a Deus
(3) revelar como uma pessoa pode fazer a diferença
(4) mostrar as qualidades pessoais que agradam a Deus
(5) retratar Davi como um líder ideal de um reino imperfeito e prenunciar Cristo que será o líder ideal para o reino novo e perfeito (cap. 7).

AUTOR:
Desconhecido. Alguns sugerem que Zabude, filho de Nata, provavelmente foi o autor (I Rs 4.5). esse livro também inclui os escritos de Nata e de Gade (I Cr 29.29).

DATA:
Em 930 a.C.; logo após o reinado de Davi, de 1010 a 970 a.C.

PANORAMA:
A terra de Israel sob o reinado de Davi.

VERSÍCULO CHAVE:
“E entendeu Davi que o SENHOR o confirmara rei sobre Israel, e que exaltara o seu reino por amor do seu povo” (II Sm 5.12).

PESSOA CHAVE:
Davi, Joabe, Bate-Seba, Nata e Absalão.

CARACTERÍSTICA PARTICULAR:
Esse livro recebeu o nome do profeta que ungiu Davi e o conduziu a uma vida dedicada a Deus.

Informações extraídas da seção “Informações essenciais” – Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

Lição 9 - A angústia das dívidas - AD Curitiba



Por: Ailton da Silva(18) 8132-1510

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Proposta da lição 9

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

Aula transferida

Nossa aula de ontem foi transferida para domingo. Terei que espremer as duas lições. Tivemos trabalho na nossa sede regional em Prudente e na sexta feira será a abertura de Congresso em uma de nossas congregações. Tinha a quarta feira, mas não gosto de lecionar a noite, ainda mais na quarta. O público é diferente, muito diferente do domingo de manhã.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

sábado, 18 de agosto de 2012

E o "Oscar de melhor trama" vai para: os irmãos de José



Eli e Davi não disciplinaram seus filhos, diante de seus erros (I Sm 2.12-17, 22; II Sm 2.6, 29; 15.10), o mesmo podemos dizer do velho e bom patriarca Jacó.

Os filhos ao perceberem a diferenciação do amor demonstrado pelo pai (Gn 37.4) mudaram seus semblantes e o tratamento a José. O grande culpado por toda esta situação foi o próprio pai, que não honrou o primogênito,que era Rúben.

a) O erro de Jacó:
Ele desde o inicio amou Raquel (Gn 29.18), de uma forma bem diferente de sua irmã e rival, que havia sido dada como esposa em primeiro momento.

O seu primogênito, Rubén, era filho de Léia, mas nunca foi honrado pelo pai como tal. A lei previu este erro e procurou eliminar esta prática da sociedade hebréia (Dt 21.15-17), mas por enquanto não havia nada que pudesse desabonar a conduta de Jacó, em relação ao tratamento dado aos seus filhos, a não ser as inevitáveis conseqüências.

Para a lei, tão logo fosse instituída, não importava que era a mãe, fosse ela a mulher amada ou não, o primogênito seria o primeiro filho que nascesse. Era um resguardo do direito do filho e uma segurança para a mãe. Certamente Jacó enfrentaria algum tipo de problema com a lei, caso ela existisse em sua época ou vice versa.

O primogênito de fato e direito foi Rúben, mas o honrado foi José, o primeiro filho da mulher que Jacó sempre amou, tão especial que após o nascimento o seu coração foi inundado pelo desejo de retorno às suas terras (Gn 30.23-25).

b) Os erros dos irmãos de José:
Eles tomaram as dores do primogênito desonrado? Seguiram o exemplo do pai? Questionaram-no a respeito de sua dificuldade em entender o principio da primogenitura (Gn 25.33; 27.35)?

Este sentimento foi crescendo de tal forma que tornou impossível a convivência sadia entre eles. A gota d’água foram os sonhos de José (Gn 37.7,9), contado a seus irmãos por ele próprio, sob a chancela do pai. O primeiro aumentou ainda mais a rivalidade e acirrou o ciúmes, mas nada que pudesse ser considerado as reações provocadas, no pai, após a revelação do segundo, pois Jacó repreendeu o filho publicamente após ouvir o relato. Enquanto o primeiro sonho mexia somente com o orgulho da prole, o segundo foi capaz de mexer com o ego do pai.

Depois do ocorrido, seus irmãos, se isolaram por “n” motivos, foram apascentar bem longe de suas terras. Quando da visita de José para averiguar a situação e o trabalho deles (G 37.13), eles desejaram a sua morte (Gn 37.20), mas foram impedidos por Rúben, o primogênito.

Acuaram o irmão, roubaram e rasgaram o seu único patrimônio, presente de seu pai (Gn 37.23), usaram de violência, praticaram cárcere privado, omitiram socorro e atendimento, pois a longa viagem, a luta para evitar que sua túnica fosse rasgada e a queda na cova devem ter deixado algumas marcas no corpo de José.

Venderam o irmão como escravo, algo inadmissível para a época e costume hebraico e por fim devem ter aplicado as 20 moedas de pratas, lucro da venda. Duas moedas para cada irmão, levando em consideração que Benjamim, irmão e filho da mesma mãe, não tenha participado desta trama.

Mas esta rebelião dos irmãos não trouxe conseqüências trágicas para cada um deles, tal como aconteceu com Hofni, Finéias (II Sm 4.11) e Absalão (II Sm 18.4). Qual a explicação lógica para isto? Talvez por se tratar da espinha dorsal de Israel? Ou talvez porque a rebelião não tenha sido diretamente contra o pai? Mesmo com a mentira contada sobre a morte do irmão. Ou talvez tenha havido o arrependimento, por parte deles? Mas não tinham muito o que fazer, pois por onde começariam a procurar o irmão?

O “Oscar de melhor trama” é deles.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

A rebeldia dos filhos. Plano de aula


TEXTO ÁUREO

Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele (Pv 22.6).

VERDADE PRÁTICA

Os pais que negligenciam a educação dos filhos, estão cometendo grave pecado diante de Deus.

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

I Samuel 2.12-14,17,22-25.
12 - Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial e não conheciam o Senhor;
13 - Porquanto o costume daqueles sacerdotes com o povo era que, oferecendo alguém algum sacrifício, vinha o moço do sacerdote, estando-se cozendo a carne, com um garfo de três dentes em sua mão;
14 - e dava com ele, na caldeira, ou na panela, ou no caldeirão, ou na marmita; e tudo quanto o garfo tirava o sacerdote tomava para si; assim faziam a todo o Israel que ia ali a Siló.
17 - Era, pois, muito grande o pecado desses jovens perante o Senhor, porquanto os homens desprezavam a oferta do Senhor.
22 - Era, porém, Eli já muito velho e ouvia tudo quanto seus filhos faziam a todo o Israel e de como se deitavam com as mulheres que em bandos se ajuntavam à porta da tenda da congregação.
23 - E disse-lhes: Por que fazeis tais coisas? Porque ouço de todo este povo os vossos malefícios.
24 - Não, filhos meus, porque não é boa fama esta que ouço; fazeis transgredir o povo do Senhor.
25 - Pecando homem contra homem, os juízes o julgarão; pecando, porém, o homem contra o Senhor, quem rogará por ele? Mas não ouviram a voz de seu pai, porque o SENHOR os queria matar.

PROPOSTA DA LIÇÃO

  • Como é difícil educar uma criança!
  • Qual a diferença entre disciplina e castigo?
  • Disciplina com sabedoria: sinônimo de educação;
  • Pais: não ”terceirizem” a educação de seus filhos;
  • Filhos rebeldes: Caim, Hofni, Fineias e Absalão;
  • Rebeldia: sinônimo de pecado;
  • Morte de Absalão na rebeldia, dor para o pai;
  • Mesmo assim Davi demonstrou todo o seu amor pelo filho;
  • A disciplina conduz o filho ao caminho da obediência.

INTRODUÇÃO
Os filhos são presentes e herança do Senhor (Sl 127.3), portanto devem ser tratados e levados à uma vida em direção ao caminho da obediência, mas como é difícil instruí-los para andarem na presença de Deus. Para isto é necessário o uso da sabedoria e orientação divina, sem a qual é impossível o cumprimento desta tarefa.

O desejo dos pais é que os filhos se tornem pessoas de bem, obedientes, cumpridores de seus deveres e acima de tudo, servos do Deus Altíssimo.

O que temos visto, na atualidade, são os filhos aflorando a rebeldia, cada vez mais cedo, motivados pela “cultura de contestação”, programas televisivos, juntamente com o acumulado nas escolas ou com o descontrole dos pais, que em nada contribuem para a formação do caráter santo e sadio da criança. Sobre isto o professor Francisco de Assis Barbosa escreveu:

“Pais irritam seus filhos principalmente quando confundem autoridade com autoritarismo. Quando ultrapassam a linha entre autoridade amorosa e autoridade ditatória. Quando existe um padrão duplo, um para o pai, outro para o filho. Quando o pai aproveita seu tamanho, sua posição, seu intelecto, sua autoridade, para escravizar o filho, ou ridicularizar o filho, ou pegar no pé do filho, ou nunca pedir perdão do filho. Os filhos são presentes de Deus e herança do Senhor”.

I – A DISCIPLINA EVITA A REBELDIA
1 – O QUE É DISCIPLINA
Disciplina não é castigo, como muitos pais possam imaginar, mas sim é algo bem mais profundo, edificante e que contribui para a estrutura e formação do caráter santo e sadio da criança.

Disciplinar é dar limites e parâmetros (Pv 23.13) e não retirar a liberdade e alegria ou tampouco pode ser vista como uma simples forma de castigo corregedor.

A criança deve entender que não pode fazer o que deseja em qualquer momento ou lugar. Existe uma linha imaginária, uma faixa amarela que não pode ser ultrapassada, mas ela não entende isto, por isto é necessário o ensino e de vez em quando a aplicação da disciplina, conforme determinado na própria Palavra (Pv 13.24; Hb.3-6). Mas como corrigir a criança sem provocar traumas? Sobre isto o pastor Geraldo Carneiro discorreu:

“A correção não deve ter o efeito de uma trovoada sem relâmpago, em noite escura, em que o viajante não vê a estrada. O estrondo do trovão pode assustar e causar terror. O relâmpago pode trazer luz para o caminho. A correção não deve faltar o ensino (que produz consciência do que está errado) de como fazer o que é certo. Antes de qualquer castigo, os pais devem deixar bem claro, com bastante antecedência, quais as regras convenientes. Devem esclarecer o que é e o que não é comportamento aceitável. Quando a criança, deliberadamente, prefere desafiar os limites que lhe foram impostos, e o faz de maneira atrevida, é tempo de levá-la a lamentar o seu feito desobediente, aplicando-lhe a devida correção.

2- O PORQUE DA DISCIPLINA
Disciplinar não provoca ressentimento, raiva ou afastamento da criança da presença dos pais, mas isto é um dos fatores que inibem a aplicação da disciplina, pois muitos pais esperam estas reações por parte dos filhos.

A disciplina, quando administrada com sabedoria, provoca a segurança na criança e a faz sentir amada e aceita, é uma expressão do amor paternal (Hb 12.5-11). Sem disciplina, limites e parâmetros, “a criança, o adolescente, o jovem, tenderão a serem filhos desobedientes, instáveis, rebeldes”.

A primeira disciplina aplicada com sabedoria na história da humanidade foi vista ainda no Éden, quando Deus, depois de declarar a sentença da serpente, se dirigiu ao casal e aplicou a correção (Gn 3.16-19).

Eles não forram severamente punidos, mesmo que merecessem, pelo contrário, foram instruídos pelo caminho novo que trilhariam (cfe Pv 22.6), pois na primeira oportunidade souberam, após o nascimento de Caim, atribuir a Deus a glória pelos feitos (Gn 4.1).

3 – OS PAIS DEVEM DISCIPLINAR
Isto é tarefa exclusivamente caseira, dos pais, que devem ser “bairristas” e não elementos multiplicadores da terceirização no que diz respeito à educação de seus filhos.

Como confiar o presente, que interferirá no futuro do filho, nas mãos de terceiros? Teriamos coragem de entregar esta responsabilidade aos Caims (Gn 4.17) e Lameques (Gn 4.23-24) da vida? Babás, professores seculares e de EBD, TV, mídias sociais, jamais terão o mesmo resultado que os pais. Não disciplinar a criança quando devido “poderá influenciar no futuro dela criação de filhos, tudo depende do relacionamento de amor existente entre

II – FILHOS REBELDES
1 – Filhos que não ouviram os pais.
Mesmo negativos, encontramos na Palavra, exemplos reais de filhos que desrespeitaram seus pais para que por eles, pudéssemos aprender para não permitirmos os mesmos erros em nossas vidas com os filhos, que fatalmente acabam punidos com a morte (Ex 21.15-17; Lv. 20.9).

a) Caim:
Educado em condições iguais a de seu irmão, porém seu coração se encheu de inveja, ira e ciúmes (Gn 4.5), insubmisso, indiferente, egoísta, enganador e incrédulo, pois não acreditou no aviso de Deus (Gn 4.7) e permitiu que sua vida fosse manchada. A culpa não foi dos pais, mas do próprio filho que fez a sua escolha.

b) Hofni e Finéias:
O sacerdote Eli, durante 40 anos, julgou Israel, mas foi um péssimo pai para os seus filhos, que o envergonharam pela rebeldia, conforme tradição judaica.

Foi capaz de instruir e preparar um sucessor, Samuel, mas não soube educar seus filhos no caminho do Senhor. A disciplina com sabedoria não foi aplicada naqueles jovens, quedavam verdadeiros coices nos sacrifícios oferecidos no Tabernáculo (I Sm 2.29).
  • Eram filhos de “belial” (I Sm 2.12), inúteis, imprestáveis, sem valor;
  • Tomavam parte dos sacrifícios antes de serem oferecidos ao Senhor (I Sm 2.13);
  • Comiam a carne antes que a gordura fosse queimada durante os sacrifícios (I Sm 2.16, cfe Lv 3.3-5);
  • Ameaçavam tomar os sacrifícios à força, caso não fossem atendidas suas solicitações (I Sm 2.16b);
  • Se ajuntavam as mulheres à porta das congregações (I Sm 2.22).

Eli não procurou disciplinar seus filhos e fazia vistas grossas, fingia que nada estava acontecendo, fugiu da responsabilidade, não agiu e praticamente disse: “Se Deus quiser agir e fazer o que eu não estou fazendo, Ele pode fazer, mas eu não vou agir”. As conseqüências deste desleixo do pai foram inevitáveis e trágicas, tanto para ele, quanto para toda a família e nação:
  • Os filhos foram mortos pelos filisteus (I Sm 4.11), castigo pela rebeldia;
  • Morte do pai ao saber do ocorrido com os filhos (I Sm 4.18);
  • Perda da arca da aliança (I Sm 4.11);
  • Morte da esposa de Finéias, ao dar a luz (I Sm 4.120);
  • Nascimento de Icabo, “foi-se a glória de Deus” (I Sm 4.21).

c) Absalão:
Jovem formoso, que assassinou seu irmão Amnon (o primogênito e sucessor direto de Davi), que havia cometido violência sexual contra sua irmã a mando de um primo (II Sm 13.1-29). Ele tomou esta decisão, pois o pai ao tomar conhecimento do ocorrido não demonstrou nenhum tipo de reação para corrigi-lo (cfe II Sm 13.21-23).

Como não foi disciplinado pelo ato (cfe II Sm 13.31), o seu coração se encheu ainda mais de maldade, a ponto de desejar o trono do próprio pai, que para não matar o filho, resolveu fugir (II Sm 15.14). Por algum tempo, se tornou inimigo do próprio pai, agindo como filho rebelde, desrespeitando seu pai e rei e Deus.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Primeira campanha de Israel em terras cananéias


Esta semana tive que diminuir o ritmo, mas a vida continua. Hoje a noite estaremos na campanha no Jd Santa Eugênia (Josué cap.6).

Primeiro Deus provou para os israelitas que era o "Deus deles", e que estava preocupado, inclusive suprindo em suas necessidades. A primeira campanha, pós entrada em Canaã, teria que ser diferente, marcante, para nunca mais ser esquecida. CAIA JERICÓ.

As vitórias anteriores foram pela espada, força e táticas de guerra, que os diga, os amalequitas, midianitas, amorreus e os de Basã, mas em Jericó a história seria diferente.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510