Páginas

domingo, 26 de agosto de 2012

Pós aula: lição 8 e 9

Hoje, pela manhã, ministramos as lições 8 e 9. Destinei um espaço maior para a oitava e contei com a ajuda de uma professora auxiliar.

Pedi para uma aluna ler II Sm 2.24-25. Depois perguntei a ela se seria desta forma que repreenderia seu filho. Ela fez a leitura normal, calma, mas disse que se estivesse falando com o filho seria mais enérgica. Será?

Como temos filhos bicudos. Não somente filhos, mas netos, sobrinhos, enteados e os que estão sob nossa responsabilidade.

Na verdade o que atrapalha a educação dos filhos é um amontoados de fatores.

Muitos pais engolem sapos e são obrigados a suportarem de boca fechada.

Castigo sem justificativa é como sacrifício de tolo.

Me lembro de ter aberto as portas para a rebeldia aos  meus 15 anos, quando me rotulei de filho adotivo. Quase apanhei naquele dia.

Histórica verídica. Um tio meu contou estes dias que quando criança, meu avô comprou um queijo e deixou sobre a mesa. Ele viu e cortou um pedaço e outro, quando olhou para trás meu avô estava assistindo a tudo e deixou que comesse mais, outro e outro. Quando estava na metade do queijo, ele não estava aguentando mais, até que comeu tudo. Depois meu avô chamou ele para fora, para conversar um pouco. Coitado, ficou uma semana tratando as marcas que ficou nas costas.

Ele me disse que aprendeu muito com meu avô, mas que não teve coragem de fazer o mesmo com os filhos dele.

Mesmo porque muitas crianças, hoje, são capazes de citar artigos, paragrafos, incisos do ECA para se defenderem.

A rebeldia dos filhos atinge não somente a família, mas também a igreja e como.

Primeiro grupo social no qual a criança é inserida: a família. Reação da criança: nenhuma. Função: educação.

Segundo grupo social no qual a criança é inserido: escola.  Reação da criança: choque. Função: ensino

Tem muitos invertendo esta sequência. Família educa ou ensina? Muitas crianças chegam às escolas alfabetizadas, autodidatas, mas sem nenhuma educação.

Escola não é deposito de crianças.

Os irmãos de José fizeram um pacto: "Não contaremos nada para nosso pai Jacó, mesmo que ele sofra. Para todos os efeitos, José está morto". Corporativismo.

Mas quando ouviram a revelação de José sentiram na pele todo o sofrimento do irmão: "VÃO E CONTEM A NOSSO PAI QUE ESTOU VIVO". Astúcia e inteligência de José.

Adão, Eva, Caim quem foi o maior culpado pela morte de Abel? Abel era exemplo de santidade e bondade? Será que não existem muitos "ABÉIS" hoje dizendo: "Deus ouviu minha oração e não a sua. Deus recebeu meu louvor e não o seu. Deus falou comigo e não contigo. Deus me usa e não usa você".

Davi deu de tudo para seus filhos, treinamento, conhecimento técnico, riquezas, cargos, somente não deu amor e atenção devida.

Salomão seguiu os mesmos passos: poligamia e filhos rebeldes.

O reino de Davi ficou em pé, a família não

Davi e Jó, quanta diferença no cuidado e atenção com a família (próxima lição).

LIÇÃO 9
Desfile de modas nas nossas igrejas? Será que ouvi direito? 

Quantos ternos, quantos apetrechos, quantas cores exóticas!

Uma das alunas disse que os homens não reparam na roupa um do outro, pois não existem babados, rendas, etc e tal nos ternos, legal.

Segundo ela, devemos ter muita roupa, pois estamos de segunda a segunda na igreja. É muito chato ouvirmos: "de novo com aquela roupa".

Bençãos materiais são como bexigas que inflamos, inflamos até que um dia ela estoura.

Por: Ailton da Silva
 (18) 8132-1510

sábado, 25 de agosto de 2012

Nossos problemas quase se acabaram!

Enfrentamos alguns problemas financeiros, o nosso rebanho sofreu com a seca e não havia perspectivas de melhoras. Perdemos a noção do tempo e espaço, para não dizer as esperanças, mas continuamos na labuta diária, a fim de alimentarmos nossas "poucas ovelhas".

Em nossas terras não havia mais condições de trabalho, por isto resolvemos partir para outros territórios, conhecidos, porém perigosos, já que aquela situação poderia ter gerado homens "amantes de si mesmo" (I Tm 3.2), que não pensariam duas vezes para nos roubar nosso rebanho.

A dura vida continuou e não contemplavamos mudanças até que, um dia, nós (10 irmãos), contemplamos a mina de ouro, lá no horizonte, vindo em nossa direção.

Demorou para pensarmos desta forma, pois o primeiro pensamento que  veio em nossas mentes foi eliminá-lo de vez, mas analisando melhor a situação caótica e o desespero que paraiva em nossas vidas, chegamos a conclusão que estava diante de nossos olhos o "socorro de Deus", pelo menos imaginamos isto.

Ele nos renderia 20 moedas de prata (Gn 37.28), gigantescas, valiosas, que mudaria a nossa situação e nos proporcionaria alguns recursos para vencermos a escassez por algum tempo.

Deus ouviu nosso lamento e nos enviou o socorro, bastava somente agirmos. Então vendemos o nosso irmão e cada um de nós, os filhos de Léia, Bila e Zilpa, recebeu duas moedas.

Que alegria! Saímos correndo para usar toda aquela dinherama. Compramos mantimentos, pagamos nossas dívidas, socorremos alguns pobres, mas um dia o dinheiro acabou.

Porque Deus permitiu isto? Aquilo não havia sido um socorro dos céus? Quanta ignorância imaginar que o sofrimento de um irmão pudesse enriquecer a outros. Ou isto é possível?

O socorro de Deus para aquela família se iniciou neste episódio, pois José foi separado para ser preservado a fim de, um dia, ser usado como instrumento para beneficiar sua linhagem e findou-se quando foram ao Egito, para serem sustentados por ele, todos os dias de suas vidas (Gn 47.12).

Aquelas 20 moedas de pratas, que alguns pensaram ser a solução para os problemas, não eram nada perto do que receberam do irmão no Egito. A situação momentânea não poderia ser comparada com o que estava reservado para eles (cfe Rm 8.18)Não poderiam ser comparadas

Por: Ailton da Silva
(18) 8132-1510

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A angústia das dívidas. Plano de aula


TEXTO ÁUREO

Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos! Pois comerás do trabalho das tuas mãos, feliz serás, e te irá bem (Sl 128.1,2).

VERDADE PRÁTICA
Para ter uma vida financeira equilibrada e bem-sucedida, o crente deve administrar seus recursos com sabedoria, prudência e comedimento.

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

I Timóteo 6.7-12.
7 - Porque nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele.
8 - Tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.
9 - Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.
10 - Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
11 - Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão.
12 - Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.

PROPOSTA DA LIÇÃO
·         Você não é dono da “décima parte”;
·         Porque gastamos com aquilo que não nos satisfaz?
·         A cobiça de Acã prejudicou Israel. Exemplo para a igreja;
·         Consumismo desenfreado: resultado da insensatez;
·         Liquidações: liquidam a sua espiritualidade;
·         Contentamento com os próprios salários. É possível?
·         As “armas letais” podem ser vencidas pelo autocontrole;
·         Amor ao dinheiro: ciladas e quedas à “VISA”;
·         O meu socorro vem do Senhor.

INTRODUÇÃO
Vivemos numa sociedade extremamente consumista, por isto são muitos os que estão enfrentando problemas em consequência desta mazela social, inclusive alguns cristãos, que encontram dificuldades para se relacionarem com o seu próprio dinheiro.

A sociedade consumista da ultima hora, não perdoa e aproveita-se dos inúmeros apelos para aprisionar ou enterrar de vez os desavisados nas areias movediças da dividas.

O desejo pelo supérfluo é maior que a atenção destinada ao necessário, gerando os incansáveis consumidores impulsivos, mola propulsora do comércio atual. As consequências por esta impulsividade tem feito muitas vitimas, verdadeiros zumbis aflitos e angustiados. O professor Luciano de Paula Lourenço discorreu em seu subsidio semanal para a Escola Bíblica Dominical:
“A prática desenfreada de aquisição de bens tem sido uma das marcas de nossa era materialista. Isso tem trazido diversos problemas, inclusive para os servos de Deus, que não conseguem resistir a determinadas “promoções imperdíveis” oferecidas pelo comércio e adentram por endividamentos e financiamentos, sem mesmo avaliar se sua situação financeira comportará tais compromissos. Quando esquecemos de planejar nossas finanças e cedemos às pressões “urgentes”, para adquirir coisas supérfluas, corremos o risco de manchar o nome do Senhor e o nosso diante dos homens. O consumismo nos faz comprar coisa que não precisamos, com um dinheiro que não temos, para impressionar pessoas de que não gostamos. Isso é perigoso”.

I. QUEM É O DONO DO NOSSO DINHEIRO
1. Dê a Deus o que lhe pertence.
A décima parte do nosso salário não nos pertence, é do Senhor. Devemos priorizar o Reino de Deus e a sua justiça (Mt 6.33) e assim veremos a bênção do Senhor sobre nossas vidas (Ml 3.10,11), mas de nada adiantará tal zelo se não nos blindarmos contra a sociedade consumista da última hora.

Como novas criaturas, nascidas em Cristo, temos que honrar os nossos compromissos, tanto na pátria celestial, quanto na terrena. “Gastamos muito em nossos próprios deleites, enquanto investimos tão pouco nas causas nobres do Reino de Deus.

A terra e tudo o que há nela é de Deus (Sl 24.1; Ag 2.8), portanto não somos donos de nada, mesmo que por algumas vezes sintamos donos de algo. O certo é que não trouxemos nada para este mundo e dele também nada levaremos, pois somos apenas mordomos (I Tm 6.7). Deus concede a quem Ele quer e tira da mesma forma (Jó 1.21), sem distinção de raça, cor, caráter etc. (Mt 5.45).

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Mensagem 59 - De entregador de queijo aos braços do povo!

DE ENTREGADOR DE QUEIJO
AOS BRAÇOS DO POVO NA PRIMEIRA LUTA

INTRODUÇÃO – I Sm 17.17-18
Davi foi enviado por seu pai para levar suprimentos para seus irmãos e para verificar a situação deles, assim como José, quando foi enviado por Jacó a Siquem com a mesma missão (Gn 37.13).

A única diferença entre os episódios foi o ambiente, pois o de José era de trabalho enquanto que o de Davi era de guerra. Aquele jovem poderia temer ou recusar, mas era necessário ir para aquele lugar, pois:
  • Deus mudaria a sua vida naquele lugar;
  • Os homens o veriam com outros olhos, como um verdadeiro guerreiro e não e tão somente um pajem de armas (I Sm 16.21) ou um simples tocador de harpa;
  • Ele mudaria a história de Israel, seria o marco para aquela nação, naquele episódio;
  • Ele veria o inimigo em fuga diante de seus olhos;
  • Obteria o reconhecimento de seus futuros súditos e Deus provaria que realmente era chamado e escolhido para o trono.
Mas até aquele momento era um simples entregador de queijo, pães e leite (I Sm 18.7).

1) TRES GIGANTES VENCIDOS POR DAVI (I Sm 15.26; 16.1)
A) O GIGANTE REJEITADO
Porque Samuel ainda tinha pena de Saul? Seria devido a confirmação da unção ter ocorrida diante de todas as tribos de Israel (I Sm 10.20).

Saul já estava rejeitado e como tal se portava. Não autorizou o jovem para que lutasse contra Golias, mas foi convencido pelos testemunhos (I Sm 17.34-37), pois entendeu que Deus estava com ele, inclusive o fortaleceu com a declaração: “o Senhor é contigo”, mas isto não veio do fundo do coração e tampouco era manifestação de sua fé, foi apenas por costume.

  • Oferta do gigante rejeitado
Saul percebeu que Davi seria um instrumento de Deus, portanto temeu pela perda prematura do controle sobre o reino. Será que imaginou estar diante de seu sucessor? Tratou logo de agir e de forma compulsória ofereceu suas vestes sujas e manchadas pela desobediência (I Sm 15.22), o capacete de bronze para atrapalhar a comunicação com Deus e a couraça para impedir o agir de Deus no coração de Davi.

A primeira vista parecia que este aparato seria útil, bom e que ajudaria Davi, mas a astúcia de Saul logo foi compreendida pelo jovem. Caso ele aceitasse aquela oferta certamente toda a glória pela vitória seria dada aos apetrechos e a inteligência do rei (I Sm 17.52) e não a Deus. Fariam altares, exposições de armas, lembrancinhas, aqueceriam o comercio local e se esqueceriam de Deus. Se servisse para algo, o próprio Saul usaria e teria vencido a batalha.

B) O GIGANTE REVOLTADO (I SM 17.28)
Eliabe, o primogênito (I Sm 17.13), foi o primeiro a se apresentar a Samuel e logicamente foi o primeiro a ser rejeitado por Deus (I Sm 16.6), portanto estava revoltado e para aumentar ainda mais a sua frustração foi enviado a guerra com alguns de seus irmãos. Na festa da unção ele foi colocado em primeiro lugar pelo DEDO HUMANO de Jessé e Samuel, mas a MÃO DE DEUS trocou as posições e colocou Davi na frente de todos os seus irmãos.

Isto o revoltou de tal maneira, pois sua juventude e beleza poderiam ser perdidas na guerra, apesar do ideal nacionalista. Ele descarregou esta sua revolta no pobre do irmão entregador de pão, leite e queijo. O problema dele não era Golias, a guerra, mas sim o ocorrido dias antes na festa da unção. Foi preterido e precisava aliviar toda a sua frustração. Porque não fez tudo isto com Golias? Não serviu para o trono, também não serviria para a guerra.

Outro problema grave era o instituto humano conhecido como primogenitura, algo criado pelo homem para diferenciar os filhos e muitas vezes não levado em consideração por Deus (VIDE TEORIA DA INVERSÃO).

A primogenitura era um grande obstáculo que somente os grandes e valentes conseguiria vencer (Gn 25.33; 27.33). Jacó conseguiu reaver a sua, por intermédio de sua astúcia, pois sabia que Esaú não se sentiria seduzido por simples lentilhas cruas, mas com um guisado bem preparado teria sucesso em seu plano.

  • A intenção do gigante revoltado
Eliabe, o primogênito, tentou desanimar e desqualificar Davi, atribuindo-lhe adjetivos ao seu caráter. Sua intenção era impedir que seu irmão fosse usado como instrumento nas mãos de Deus. Pela segunda vez, veria aquele jovem franzino sendo exaltado bem a sua frente.

Ele questionou Davi sobre a segurança das ovelhas e o acusou de irresponsável por imaginar que o pequeno rebanho tivesse ficado desprotegido. “Ele estava olhando para um menino, mas estava falando com um homem”. Mal sabia que Davi havia deixado o rebanho e a bagagem nas mãos de um guarda (I Sm 17.20-22).

C) O GIGANTE DESPEITADO
Golias se imaginava invencível e por 40 longos dias (I Sm 17.16), afrontou os homens de Israel (I Sm 17.10), por julgar que não havia ali um, pelo menos, que tivesse coragem de enfrentá-lo. Estava agindo em nome de seus deuses (I Sm 17.43),.

  • Afronta do gigante (cantou vitória antes da hora)
Por 40 dias este gigante esteve afrontando os homens de Israel (I Sm 17.10), tidos por ele, como fracos e covardes. Davi ouviu isto e não se importou, pois realmente Golias estava certo. Um exército bem treinado por Abner, armas e escudos a disposição, mas ninguém teve coragem.

O sangue daquele jovem ferveu quando ouviu: “Não há Deus em Israel” (I Sm 17.45), tanto que se encheu de coragem e talvez, meio incrédulo, tenha dito: “Eu vou a ti em nome do Senhor dos exércitos”. Então teria que ir mesmo, agora não poderia recuar.

Como assim não há Deus em Israel? Quem então deu forças para que ele vencesse os animais que tentaram atacar as ovelhas de seu pai (I Sm 17.34-36)? Aquele incircunciso conhecia a historia dos patriarcas? Ou a libertação de Israel do Egito? Da caminhada a te Canaã? Davi gritou isto a uma distancia considerável, pois não era bobo para se aproximar, ficando ao alcance da lança do filisteu.

  • Davi, o marco para a história de Israel.
Os israelitas temeram os insultos (I Sm 17.11, 24), mas não agiam. Foi preciso que Deus capacitasse alguém para ser usado como instrumento. Depois da ação de Davi (I Sm 17.50) a história mudou. Os mesmos que temeram, se alegraram e perseguiram os filisteus para se apoderarem dos despojos (I Sm 17.52).

Davi foi o ultimo da família a ser chamado para a festa da unção e o ultimo a ser enviado para a guerra, mas foi o primeiro a cair nos braços do povo. Deste momento em diante estava reconhecida a sua autoridade para reinar sobre Israel. De imediato ele não serviu para o exercito, pois mostrou pela sua valentia que para nada adiantava táticas de guerras, armas pesadas, escudos, conhecimento do inimigo. Davi desmoralizou todo o treinamento militar que Abner havia fornecido ao seu exercito.

CONCLUSÃO
Davi foi ungido para o trono, mas não assumiu de imediato. Sua vida mudou radicalmente. Sua primeira luta, após a unção, foi com seu irmão revoltado, depois enfrentou um rei rejeitado para então encarar de frente um gigante despeitado. Esta trajetória o qualificou para cair nos braços do povo, que reconheceu sua chamada e valentia.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A parábola do semeador - segundo os 4 Evangelistas


MATEUS 13.1-9
  • 1 – Jesus estava assentado junto ao mar;
  • 2 – Muitos se ajuntaram ao pé Dele. Entrou em um barco e assentou-se enquanto a multidão ficou em pé na praia;
  • 3 – Falou-lhes por parábolas. “Eis que o semeador saiu a semear”;
  • 4 – Uma parte da semente caiu ao pé do caminho e vieram as vês e comeram-na;
  • 5 – Outra parte caiu nos pedregais, sem terra o suficiente e logo nasceu sem força e raiz, fraquinha;
  • 7 – Outra caiu entre espinhos e foram sufocadas;
  • 8 – A ultima parte caiu em terra boa e deu fruto, 1/100, 1/60, 1/30;
  • 9 – Quem tem ouvidos ouça.

MARCOS 4.1-9
  • 1 – cfe Mt 13.1-2;
  • 2 – 3 – cfe Mt 13.3;
  • 4 – cfe Mt 13.4;
  • 5 – 6 – cfe Mt 13.5;
  • 7 – cfe Mt 13.7;
  • 8 – cfe Mt 13.8;
  • 9 – cfe Mt 13.9.

LUCAS 8.4-8
  • 4 – A multidão ajuntou-se a Jesus. Eram gentes de todas as cidades. Mateus e Marcos não citaram a origem da multidão. Lucas não falou nada a respeito do mar;
  • 5 – A primeira parte caiu na beira do caminho e foi pisada. Mateus e Marcos não mencionaram as pisaduras. As aves do céu comeram as sementes caídas no caminho;
  • 6 – Outra parte caiu sobre as pedras e nasceu, mas secou, pois não tinha umidade. Mateus e Marcos citaram a falta de raiz;
  • 7 – cfe Mt 13.7; Mc 4.7;
  • 8 – cfe Mt 13.8; Mc 4.8, mas Lucas citou apenas a proporção de 1/100, enquanto que os outros evangelistas falaram também de 1/30 e 1/60.

JOÃO
  • Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: A explicação da parábola do semeador.

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.


Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510