quinta-feira, 31 de maio de 2012
Teologia do "Detentor" - II Ts 2.7
sábado, 12 de junho de 2021
Anticristo. A solução material com implicações espirituais! Capítulo 5
ANTICRISTO: IMPEDIMENTO E MANIFESTAÇÃO
A humanidade ainda não está vivendo o
período obscuro de sua história, pois o Anticristo ainda não se revelou. Os
tessalonicenses, na época, imaginaram que estivessem já diante da triste
realidade, por isto Paulo escreveu para tranquilizá-los.
Não havia motivos para os tessalonicenses se alarmarem, pois o Espírito Santo de Deus, o Detentor que impede a manifestação do Anticristo, ainda estavam agindo na Igreja.
A) O IMPEDIMENTO PARA MANIFESTAÇÃO DO
ANTICRISTO (TEOLOGIA DO DETENTOR).
A grande questão sempre foi a concordância em relação a identificação
da pessoa do Detentor, que sem sombra de dúvida, trata-se do Espírito Santo de
Deus.
Ao longo dos anos, alguns estudiosos tentaram associar esta figura,
propriamente do bem, ao império Romano, entendendo que a partir do momento em
que este mecanismo opressor sucumbisse, certamente o caminho ficaria livre para
o Anticristo operar, se assim fosse, Paulo não teria dificuldade para revelar a
identidade do Detentor em suas cartas.
Uma segunda parcela de estudiosos identifica o Detentor como sendo o
conjunto de leis humanas, no entanto as instituições legisladoras não preenchem
os requisitos, mesmo porque durante o período da Grande Tribulação muitas leis
ainda estarão em vigor e muitas outras serão criadas a fim de sustentar o
governo do Anticristo, que em tese será humano, então não tem fundamento o
Detentor ser aquilo que dará sustentação à administração do governante mundial.
A terceira linha de pensamento identifica o próprio Maligno com o
Detentor. Os que defendem esta ideia alegam que a bondade não é, de fato, a
principal das características do Detentor, mas se o Maligno tem um plano para
colocar em prática na humanidade o ideal seria pensarmos em um desejo pela
antecipação ou pelo menos uma ansiedade demoníaca para colocá-lo em prática, ou
o que poderia estar esperando para dar inicio? Como poderia impedir a sua
própria manifestação? Portanto o Detentor, sem sombra de dúvida, não tem perfil
maligno.
A Igreja é também incluída neste rol de pensamentos, pois alguns
defendem a ideia de que esteja exercendo o papel de Detentor do Maligno, até o
dia do arrebatamento, mas isto é improvável, uma vez que, enquanto organismo
imperfeito e autorizado por Deus, age por meio dEle, desempenhando o seu papel
primordial que é a pregação do Evangelho.
Para comprovar que a Igreja não age como Detentor da manifestação do
mal é importante entendermos sua limitação para desempenhar esta função, pois
durante o exercício da Grande Comissão[1], sua preocupação é buscar a
santificação e não trabalhar para impedir a atuação das forças do mal na Terra.
A mais coerente linha de pensamento afirma que o Espírito Santo é o
responsável pelo impedimento da manifestação do Anticristo na Terra. Se
partirmos da ideia de eliminação ou critérios, certamente chegaremos a
identidade do Detentor, pois este deve ser inculpável, com uma autoridade
suprema e superior ao Maligno, deve ter uma abrangência espiritual muito maior
que as dos possíveis candidatos anteriores e deve ser membro da Trindade. Como
imaginarmos humanos, organismos, impérios ou seres malignos no desempenho desta
função? Ainda mais se estiverem limitados ao tempo e espaço.
A Igreja ganhou vida justamente no dia de
Pentecostes com a vinda do Espírito Santo e o fim de sua trajetória na Terra se
dará na última tarefa do Consolador enviado que entregará a ao Noivo e com este
ato permitirá a manifestação do Anticristo.
continua...
sexta-feira, 22 de março de 2024
As três bestas e a brecha. Rio Eufrates – A estrada para o fim: “fechem as brechas para que o inimigo não entre”
Introdução
O rio Eufrates era essencial para o sustento
dos inimigos de Israel, Babilônia e Assíria e também para o império medo-persa,
povo “meio amigo dos judeus”, todos conhecidos na época como impérios do
Oriente e não sobreviveriam sem o rio.
Atualmente, o grande rio
Eufrates está secando, devido a intensos períodos de seca e mudanças climáticas.
Muito embora trata-se de um prenúncio da segunda vinda de Cristo, é bom lembrar
que esta situação causará problemas na região e até crises humanitárias no
mundo.
a) Eufrates – o rio seco (Ap 16.12),
a brecha para o inimigo:
A taça da ira de Deus será derramada sobre o
GRANDE Rio Eufrates (quase 3000 km de extensão que vai da Turquia até o Golfo
Pérsico). Seco, se tornaria um caminho para o inimigo atravessar e atacar.
O rio Eufrates representa todos os poderes
civis, seculares e políticos que estão a disposição na atualidade, como símbolo
de segurança e controle. O rio seco simbolizará o colapso, o tempo do
fim e a retirada de apoio e a brecha para que inimigos avancem.
Qualquer exercito é capaz de percorrer grandes
distancias e atravessar obstáculos naturais, principalmente rios secos. Esta brecha
aberta naturalmente facilitaria em muito as invasões por parte dos inimigos
vindos do mar, terra e do mundo espiritual.
1) Primeiro inimigo – primeira besta: subiu do mar (Ap 13.1-2):
Se manifestará
logo no inicio da tribulação, como uma pessoa inteligente, carismática, um
grande líder mundial (II Ts 2.3-9; I
Jo 2.18; Ap 13.1-10). Fará uma aliança com muitos, várias nações, dentre
eles os judeus (Dn 9.27). Anticristo,
que fingirá ser o Messias esperado.
- Terá sete cabeças (nações, organizações, reinos, controle, inteligência, apoio, logística)
- Terá também dez chifres, que representam poder, liderança e governo.
- Terá dez diademas (coroa real, poder visível), pois o
Anticristo se fingirá ser o Messias, o Único que possui muitas diademas (Ap
19.12);
- E sobre as cabeças trará um nome de blasfêmias (Ap 13.1), pois não fará nada escondido, quando se revelar ao mundo não fará questão de esconder suas intenções de oposição a Deus.
a) Características da primeira besta (cfe Dn 7.4-7)
- Semelhante ao leopardo: ligeireza, esperteza, rapidez em suas ações;
- Pés de urso: astuto, forte, coragem e ferocidade, poderio e oposição;
- Boca de leão: domínio, destruição, força arrebatadora;
- Receberá poder, poderio e o trono do próprio Dragão.
2) Segundo inimigo - segunda
besta: subiu da terra (Ap 13.11-12). O Falso Profeta:
- Terá dois chifres semelhantes a um cordeiro (imitação, semelhança para enganar);
- Será semelhante a um cordeiro, mas falará como o Dragão (a sua fala o denunciará);
- Terá o poder da primeira besta quando estiver diante dela;
- Será o líder religioso e levará as nações à idolatria
Da boca da Trindade Satânica (Dragão,
Anticristo e Falso profeta – Ap 13.5; 16.13.14) sairão três espíritos imundos,
semelhantes as rãs para enganar a humanidade.
3) Terceiro inimigo - terceira besta: vinda do mundo espiritual. A brecha
aberta (Ap 16)
Porém com todo esse poderio, o Maligno não terá
poder de voz para se manifestar, assim como não tem hoje, portanto usará seus
enviados, o Anticristo e o Falso Profetas, as bestas que emergiram do mar e da
terra.
Hoje o Maligno não tem poder de voz, por isso
usa o próprio homem para transmitir sua mensagem. Para tanto se aproveita de
brechas, tal como ocorrerá no futuro apocalíptico quando o grande rio Eufrates
se secará abrindo a brecha para os inimigos do norte atacarem.
a) A brecha aberta, será caracterizada, pela boca do:
- Da primeira besta, o Anticristo;
- Da segunda besta, o Falso Profeta;
- Da terceira besta, o homem atual.
b) Brecha:
- Permissão de Deus – rio seco
4)
Aplicação:
a)
Rio como segurança
Por muito tempo, os grandes impérios,
em especial Babilônia, Assíria, Média-pérsia se aproveitaram da riqueza e
segurança do rio Eufrates, no entanto com o passar dos anos este rio sofre com
as constantes secas.
Este rio seco significa, acima de
tudo, falta de segurança, pois os inimigos facilmente poderiam adentrar. São
ataques vindo de todas as direções, terra, mar e principalmente mundo
espiritual.
É justamente isto que o Maligno faz,
por não tem poder de voz e materialização, precisa de agentes humanos, através
de brechas que espiritualmente abrimos. Assim como no período apocalíptico, o
Maligno hoje possui muitos instrumentos e se não agir pela boca de um, agirá
pela boca de outro, ou seja, fatalmente sempre existirá alguém.
O preocupante, é que não percebemos o
quanto este rio (proteção) seca em nossa volta e não percebemos, tal como
aconteceu com Elias, guardada as devidas proporções, que não percebeu o quanto
o ribeiro de Querite secava à sua frente (I Rs 17.6-7), enquanto era alimentado
por Deus.
b)
Rio como impedimento
Assim como o rio protegia os impérios
do Oriente contra ataques vindo do leste (leia-se a potência Egito e um
improvável ataque dos hebreus), também poderia servir como impedimento para que
estes mesmos impérios saíssem em campanha contra seus inimigos. Mesmo que
pudessem existir estratégias de contorno, passagem e grandes deslocamento, era
muito dificultoso a passagem de grande contingente. Com o rio seco, a porta
para atacarem os hebreus estaria escancarada, porém falta muito ainda para isto
acontecer. Existe hoje um impedimento natural, existe um DETENTOR, que impede
este avanço. Tal como existe o DETENTOR que impede a ação imediata do
Anticristo na Terra. Um dia este DETENTOR não estará mais atuando na Terra, ou
simbolicamente, um dia este rio estará completamente seco e se tornará uma
autoestrada que levará a caminho da terra dos hebreus.
5)
Conclusão
Aqueles que
sempre usufruíram do Rio Eufrates jamais imaginaram que um dia poderia terminar
toda aquela sensação de proteção e prosperidade, no entanto, este rio está
secando e uma grande brecha está sendo aberta para que o inimigo, que já está
ao derredor bramando como um leão, possa atacar de todos os lados, mar, terra e
mundo espiritual.
É justamente
neste momento que devemos seguir orientações de Deus, fechando todas as
brechas, para assim continuarmos sob sua proteção e bênçãos.
O rio está
secando! Está acabando o tempo do rio na Terra. A proteção (Espírito Santo), um
dia, irá embora e deixará a porta para o inimigo (Anticristo)
sábado, 2 de junho de 2012
Anticristo, Jesus conhece tuas obras!
Por: Ailton da Silva
sexta-feira, 1 de junho de 2012
O governo do Anticristo. Plano de aula
- Participante da trindade satânica: O Dragão (Anti-Deus), a Besta (Anti-Cristo) e o Falso Profeta (Anti-Espírito);
- Será um personagem de uma habilidade, capacidade e liderança nunca vistas antes, pois não haverá resistência. Hoje ainda tem a figura do “detentor” (II Ts 2.7);
- Tentará se apresentar como o Messias, o Ungido e Enviado, como o próprio Deus;
- Aquele que se levantará contra Cristo, para tentar tomar o seu lugar (I Jo 2.22);
- Um ditador mundial, o Cristo substituto, impostor, adversário, imitador, o opositor (I Jo 2.18; 2.22; 4.3; II Jo 1.7
- A plenitude de seu governo se dará na metade da grande tribulação (Dn 7.25; Ap 12.5; 13.5);
- O que dominará o mundo nos últimos dias, como um instrumento direto do Maligno;
- Um grande demagogo, que influenciará as massas com seus discursos fervorosos (Ap 13.3-5);
- Terá em suas mãos a solução para todos os problemas sociais, econômicos e políticos da humanidade;
- Um verdadeiro gênio político e intelectual (Ap 17.11-12), grande orador, capaz de fazer prodígios e entendido em adivinhações (Dn 8.23) e em assuntos religiosos (Ap 13.8; II Ts 2.4).
- Os pseudoscristos afirmam serem os cristos, mas o Anticristo se apresentará como o opositor.
- A sua chegada coincidirá com a Septuagésima Semana de Daniel (Dn 9.27);
- Seu aparecimento será sinalizado pela intensificação do mistério da injustiça (II Ts 2.7), pela apostasia (II Ts 2.3) e pela permissão de Deus (II Ts 2.7);
- Se tornará o representante máximo de Satanás (I Jo 2.18). Será concedido a ele o poder do mal para ser usado contra o povo de Deus;
- Será objeto de adoração (II Ts 2.4), que operará falsos milagres (II Ts 2.9);
- Governará o planeta em nome do Maligno e se colocará a sua inteira disposição;
- O seu governo terá a duração de três anos e meio (Ap 13.5); serão dez reinos que estarão sob seu controle (Ap 17.12; Dn 2.40-45; 7.24,25; 11.36-45), conforme estátua do sonho de Nabucodonosor, que tinha dez dedos nos pés, que são continuidade dos pés, representação do império romano (Dn 2.32-33);
- Conhecido como “A besta que sobe do mar, o homem da iniquidade (Ap 13.1; II Ts 2.3), a besta de cor escarlate (Ap 17.3), a besta (Ap 17.8, 16; 19.19,20; 20.10), o rei feroz de cara” (Dn 8.23), o príncipe que há de vir (Dn 9.26), o rei que fará conforme a sua vontade (Dn 11.36);
- Será capaz de declarar a paz no Oriente Médio. Firmará um acordo com Israel;
- Através do falso profeta (a segunda besta) determinará a criação de uma nova religião, uma super igreja mundial, apostata;
- Destruirá os convertidos durante a grande tribulação (Ap 6.9-11; 7.4-17);
- Sua atuação será insignificante, no começo (cfe Dn 7.8), mas aos poucos se levantará e ganhará espaço;
- Mostrará o seu ódio a Deus e ao seu povo. Negará tanto o Pai quanto o Filho (I Jo 2.18).


