Apresentação da lição em power point

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Tipos humanos de Jesus - Antigo Testamento


ADÃO


ABEL


ISAQUE


JOSÉ


BENJAMIM


MOISÉS


BOAZ


DAVI


JONAS:
Há quem diga que a narrativa de Jonas é lenda porque há ali dois pontos inacreditáveis: Jonas ter sido engolido, passando três dias vivo; e uma geração toda mudar de religião com a pregação de um estrangeiro.

O Espírito Santo já sabia que haveriam de negar estes dois fatos e inspirou os evangelistas a escreverem esta declaração do próprio filho de Deus.

Jesus afirmou que: - “.. .como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do peixe, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra. Os ninivitas ressurgirão no juízo com esta geração, e a condenarão, porque se arrependeram com a pregação de Jonas…” (Mt 12.40-41b).

Jonas já era profeta em Israel no tempo do rei Jeroboão II (2 Rs 14.25). Desobedeceu quando Deus o enviou a Nínive, não queria que aquele povo inimigo de Israel fosse perdoado. Foi castigado pela desobediência, mas Deus lhe deu uma segunda oportunidade. Ele foi, pregou e toda aquela geração se converteu. Jonas, é um tipo de Jesus, porque:


Fonte:http://www.ebdweb.com.br/2010/08/25/jesus-o-cumprimento-profetico-do-antigo-pacto-pr-geraldo-carneiro-filho/

Dinâmica: Ester, um rainha altruísta


Material:
a) caixa de sapato com tampa;

b) papel de embrulho;

c) uma Bíblia;

d) um espelho pequeno (tamanho 12 x 18 cm);

e) recortes de papel para os alunos escreverem (folhas a4 divididas em oito pedaços);

f) reproduzir numa cartolina a definição da palavra chave da lição (altruísmo);

Dinâmica: José um líder piedoso e temente a Deus


Material:
a) uma folha de papel tamanho A4 ou ofício, nova;

b) oito tiras de papel com as seguintes frases: “amasse a folha” “enrole a folha” “abra a folha” “dobre a folha ao meio” “amasse metade da folha” (sem rasgar) “dobre a folha oito vezes” “faça um furo no centro da folha” “faça um aviãozinho com a folha” etc;

c) dobrar, previamente, todas as tiras de papel para realizar um sorteio entre os alunos.

Dinâmica: Elias, um profeta humilde e determinado

Objetivo: oração, pedido de perdão, revisão de vida.

Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.

Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro. Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram. provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro. Peça, então, que tirem conclusões práticas.

Exemplo: em geral, nos prendemos nos aspectos negativos dos acontecimentos, e das pessoas, esquecendo do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior como no caso de Elias.

Não podemos pensar em um Elias debaixo do pé de zimbro, quando a maior parte de sua vida foi totalmente dedicada ao serviço de Deus.

Na busca do caráter cristão teremos alguns revezes em nosso ânimo, mas devemos confiar. Deus sempre restaurará as nossas forças e nos alimentará de forma a continuarmos na jornada.

Dinâmica: Um discípulo sincero dinâmico


Material:
a) Folhas de papel A4, em branco, rasgadas em quatro partes em quantidade suficiente para todos os alunos da classe. Os rasgos devem ser irregulares para que os pedaços fiquem disforme;

b) Tesouras, lápis de cor, giz de cera, fita adesiva, canetas hidrocor. Esse material deverá ser disponibilizado para os alunos, ficando sobre a mesa do professor para uso daqueles que desejarem durante a dinâmica.


Condução:
a) Entregue para cada aluno um pedaço do papel rasgado e oriente-os a escreverem o próprio nome no centro do pedaço do papel;

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

João Batista - último profeta


INTRODUÇÃO:
Foram necessários 400 anos de silencio, desde o ultimo profeta pós-exílio para que Deus se manifestasse novamente ao seu povo através de um profeta propriamente dito. A principal função deste ultimo mensageiro seria apresentar o Desejado das nações, o prometido Messias à Israel. Ele podaria os galhos da videira para que depois Jesus desse o crescimento. Era um homem comum, vestido de forma peculiar que tinha uma mensagem radical, na verdade.

Ele não era o Cristo (fez questão de frisar isto) (Jo 1”20), na verdade ele iria preparar o caminho do rei, seria o precurssor do Messias.

Deus sempre fez uso de precurssores para preparar o caminho para que os seus planos tivessem êxito.

José foi o precurssor da vitória de sua família, mesmo sofrendo, decepcionado e abandonado, ele preparou o caminho da vitória para todos. Se não tivesse agido desta forma, não somente os seus teriam sidos dizimados pela fome como também muitos hebreus.

Moisés enviou precurssores para que preparassem o caminho da vitória dos hebreus em Canaã. Não bastava somente espiarem, teriam que encorajar o povo para que lutassem pelas bênçãos prometidas por Deus.

João Batista foi o precurssor do Messias, que teria como missão ratificar a profecia messiânica e injetar em Israel a esperança, ora perdida, pois Israel estava da mesma forma como se encontravam os irmãos de José, famintos, desesperançosos e fracos, somente tinham a certeza que Deus jamais os abandonariam, mas estavam precisando de um renovo.


I – A ORIGEM DE JOÃO BATISTA
1)SUA FAMÍLIA:
Isabel, prima de Maria, era descendente de Arão e Zacarias, seu pai, era sacerdote e fora escolhido naquele dia para servir no altar. O certo é que ele não estava ali no templo em serviço por acaso. Estava participando da preparação do caminho para a vinda de Jesus.

No Templo ele recebeu a visita do anjo Gabriel que lhe anunciou o nascimento do filho de sua velhice, pois tanto ele como sua esposa estavam avançados em idade como Abraão e Sara.

João Batista nasceu em uma pequena aldeia distante de Jerusalém cerca de 6 km, entre os anos 7 ac e 2 ac, segundo alguns historiadores. Sua educação foi fortemente influenciado pelas ações religiosas, já que seu pai era um sacerdote.


2)SEU NOME E SEU NASCIMENTO:
O nascimento de João Batista fora vaticinado pelas escrituras em Isaias 40”3-7 e Malaquias 4”5.

Seu nome não fora escolhido ao acaso, seria lógico que recebesse o nome de seu pai ou de outra pessoa ligada a sua família, mas fora ordenado pelo anjo que deveria ser João, para depois mais tarde ser incorporado ao seu nome a alcunha de Batista, devido ao seu ministério.


3)SUA ESTATURA ESPIRITUAL E SUA MISSÃO
João Batista possuía algumas características que o diferenciava de outros homens de sua época, as quais foram concedidas por Deus e teve muitos previlégios:

•Foi considerado a ponte e a transição do Antigo para o Novo Testamento;

•Foi cheio do Espírito Santo;

•Foi chamado de profeta do Altíssimo;

•Foi o precurssor do Messias;

•Foi o único que viu o cumprimento cabal das profecias messiânicas que tratavam da vinda do Messias;

•Foi testemunha do ministério de Jesus;

•Batizou Jesus nas águas. Este foi o marco de seu ministério;

•Fechou o ciclo do oficio profético do Antigo Testamento, já que hoje a profecia é vista como dom e não como serviço.


BASE DE SUA PREGAÇÃO:
•Vinda do Messias;

•Necessidade do arrependimento como condição para entrar no reino de Deus;

•Intolerância ao pecado.


II – PERSONALIDADE DE JOÃO BATISTA
1)O TESTEMUNHO DE JOÃO BATISTA:
Devido aos acontecimentos em sua vida, João Batista, havia sofrido um temporário abalo de sua fé, pois pairava em sua mente duvidas sobre a divindade de Jesus, tanto que enviou dois de seus discípulos para perguntarem se Ele era realmente o Messias. Realmente o abalo foi grande, pois ele era o profeta, precurssor e havia preparado o caminho para a vinda de Jesus e agora estava cheio de dúvidas.

A resposta de Jesus para João Batista foi através da Palavra, pois citou:

•Mt 8”16-17;
•Mt 11”4-5;
•Is 35”5-6;
•Is 53”4;
•Is 61”1
Com tanto apego aos pobres, doentes e necessitados era evidente que Jesus era o tão esperado Messias, não restava duvidas.

A partir deste momento Jesus exaltou o ministério de João Batista, destacando a sua valentia, caráter, eloqüência e a sua fidelidade à Deus. Chegou ao ponto de afirmar que entre os nascidos de mulher não havia outro que fosse maior que ele.

Jesus estava certo ao afirmar isto, pois qual dos profetas, ou qual dos homens comuns tiveram o privilegio de ver, tocar e batizar Aquele que fora vaticinados e desejados por muitos no passado.

João Batista se opôs ao pecado e pregava a verdade, sem temer as conseqüências, a opinião publica (raça de víboras) e nem tampouco as autoridades que fizeram vistas grossas ao pecado de Herodes.


III – JOÃO BATISTA – O ÚLTIMO PROFETA
João Batista apontou diretamente para o Messias, fez parte do cumprimento das profecias messiânicas, enquanto que outros profetas do passado apenas vaticinaram a respeito Dele. Este foi um dos seus grandes privilégios.

Não foi um homem fraco, inconstante nem popular ou muitos menos, inovador e modista, mas sim foi um profeta que até os últimos momentos de sua vida honrou o plano de Deus na sua vida, pois não trangrediu a sua consciência e nem peverteu os princípios bíblicos a fim de conquistar destaque ou posição social.


2)O TÉRMINO DA DISPENSAÇÃO DA LEI:
Ele fora o profeta que encerrava esta dispensação e através de suas mensagens, que primavam pelo arrependimento para remissão dos pecados, alcançou todas as classes sociais, pregando e batizando multidões, pessoas comuns, publicanos e autoridades.


3)O ELIAS QUE HAVIA DE VIR:
João Batista preferiu viver no deserto ante ao sistema mundano de sua época, sequer consumia os mesmo alimentos. Em tudo era diferente, pois sabia que sua missão dependeria de sua total fidelidade a Deus.

Quando soube que Jesus também estava batizando a sua única reação foi dizer que isto era necessário, pois ele deveria ser diminuído para que o Messias se revelasse à Israel.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Sorte ou azar? É Deus agindo.

Era uma vez um menino pobre que morava na China e estava sentado na calçada do lado de fora da sua casa. O que ele mais desejava era ter um cavalo, mas não tinha dinheiro.

Justamente nesta dia passou em sua rua uma cavalaria, que levava um potrinho incapaz de acompanhar o grupo. O dono da cavalaria, sabendo do desejo do menino, perguntou se ele queria o cavalinho.

Exultante o menino aceitou. Um vizinho, tomando conhecimento do ocorrido, disse ao pai do garoto: "Seu filho é de sorte!" "Por quê?", perguntou o pai. "Ora", disse ele, "seu filho queria um cavalo, passa uma cavalaria e ele ganha um potrinho. Não é uma sorte?" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", comentou o pai.

O menino cuidou do cavalo com todo zelo, mas um dia, já crescido, o animal fugiu. Desta vez, o vizinho diz: "Seu filho é azarento, hein? Ele ganha um potrinho, cuida dele até a fase adulta, e o potro foge!" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", repetiu o pai.

O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue cercá-los e fica com todos eles. Observa o vizinho: "Seu filho é de sorte! Ganha um potrinho, cria, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", responde novamente o pai.

Mais tarde, o rapaz estava treinando um dos cavalos, quando cai e quebra a perna. Vem o vizinho: "Seu filho é de azar! o cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o garoto vai treinar um deles e quebra a perna." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", insiste o pai.

Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna quebrada. O vizinho: "Seu filho é de sorte..."

Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro.

Do livro: O Sucesso não Ocorre por Acaso
Dr. Lair Ribeiro - Ed. Objetiva

Consultas - somente parte do nome


Como informar apenas parte do nome em consultas.
Procedimento:
Abra a consulta e inclua na linha critério do campo desejado:
como "*" & [Informe o nome] & "*"

Dinâmica: Mornidão espiritual

MATERIAL:
3 caldeirões, ou panela ou copos
1 cenoura cortada em três pedaços

OBJETIVO:
Mostrar que a mornidão espiritual atrapalha a nossa comunhão com Deus e que não podemos nos conformar com esta situação.

PROCEDIMENTO:
Encha os recipientes da seguinte forma:
1º com água gelada
2º com água morna
3º com água fervendo
Sugestão: os dois primeiros recipientes deverão estar juntos (tipo em uma mesa), no caso do terceiro simule que ele esteja sobre um fogão ligado.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Os falsos Profetas


INTRODUÇÃO
A capacidade do Diabo em imitar as coisas de Deus é muito grande e desde os primórdios da história ele vem utilizando de suas astúcias para quebrar a comunhão do homem com Deus. Em algumas ocasiões ele usou, até mesmo, pessoas da confiança do próprio povo, como foi o caso de muitos “profetas” de Israel, que ludibriavam o povo com suas falsas mensagens, que muitas vezes foram tidas por verdadeiras profecias. Este foi o caso de Zedequias, filho de Quenaana, e seu grupo de profetas, que conseguiram impressionar o rei Acabe (1Rs 22:5-28; 2Cr 18:4-27). Estes falsos profetas fizeram, em nome de Jeová, promessas incoerentes e ludibriadoras, que jamais se cumpririam.

A principal missão destes falsos profetas era corromper a fé dos salvos e destruir a unidade da Igreja nos dias de hoje (Mt 7:15-23).

Como identificá-los? Como saber se estão em nosso meio?

a) Discernindo o caráter da pessoa.
O caráter é o conjunto de qualidades boas ou más de um individuo que determina a conduta em suas relações vertical (com Deus), horizontal (como o próximo) e interior (consigo mesmo). O caráter de uma pessoa não apenas define quem ela é, mas também descreve seu estado moral e a distingue das demais de seu grupo(Pv 11:17; 12:2;14:14:20:27); é o traço distintivo de uma pessoa; é a sua marca. Não nos preocupemos com os sinais, prodígios e maravilhas que alguém venha a fazer, mas, sim, com a presença do caráter cristão na sua vida.

b) Observando os frutos da vida e da mensagem da pessoa.
Os frutos dos falsos pregadores comumente consistem em seguidores que não obedecem a toda a Palavra de Deus(ver Mt 7:16). O falso profeta se torna exemplo, espelho e referencial para os seus seguidores que fatalmente o imitarão.


I.A FALSA MENSAGEM PROFÉTICA
No tempo de Jeremias havia falsos profetas, que pregavam mensagens “bonitas”, que vendiam ilusões, que enganavam o povo. Mas o profeta de Deus os advertiu em Jr 23”16. Esses falsos profetas possuíam algumas características:

•eram profissionais da religião;
•enganavam o povo, para tirar proveito pessoal;
•não foram chamados;
•não tinham compromisso com Deus;
•não conheciam a Palavra;
•falavam aquilo que o povo queria ouvir;
•pregavam abundância de bênçãos materiais.

2. O falso profeta Hananias (Jr 28:1)
Que apresentava uma “mensagem maravilhosa” e tinha a ousadia, e até mesmo a insolência, de proclamá-la abertamente, como se vê no capítulo 28:2-4 de Jeremias. Ele era do tipo que impressionava com suas mensagens. Falava como profeta, tinha discurso de profeta e vestia-se como profeta. Aliás, era mais dramático que os profetas de Deus. Além disso, só falava o que o povo queria ouvir. Pregava a paz e determinava a prosperidade.

Com grande arrogância, Hananias desafiou Jeremias no Templo de Jerusalém diante do povo e dos sacerdotes; ele estabeleceu um limite de dois anos na sua profecia (Jr 28:3) e profetizou o retorno do Rei Jeoaquim e o fim do domínio caldeu enquanto que Jeremias falava que seriam setenta anos de cativeiro, pois era a vontade de Deus. Hananias era um fanático. Fanáticos sempre estão com pressa.


II – O FALSO PROFETA DESMASCARADO
Audácia e arrogância são características marcantes na vida dos falsos profetas. Audácia por se encorajarem a entregar algo sem a chancela Divina e arrogância por desprezarem aqueles a que Deus constituiu de fato e direito para este oficio.

A ousadia de Hananias incitou a ira de Deus e a sua arrogância foi o prelúdio de seu castigo, pois ele não ficou impune, pagou com a própria vida por sua rebelião contra o Senhor.

Esse é o destino daquele que, sem temor nem tremor, brinca com o nome de Deus, zombando-lhe da Sua santidade(ver Dt 18:20). Deus não tolera um líder do seu povo colocar palavras mentirosas em sua boca. Portanto, Hananias foi desmascarado e morto; Jeremias, confirmado como profeta de Deus.


III – O DOM DE DISCENIR
Este foi o caso da jovem da cidade de Filipos, em Atos 16”16-18, que tinha o espírito de adivinhação pois Paulo usando o dom do discernimento espiritual percebeu que a mensagem daquela jovem era diabólica, e repreendeu o espírito maligno. Por que o apóstolo se sentiu incomodado por um espírito maligno anunciar a verdade a seu respeito? Se Paulo aceitasse o testemunho do demônio estaria ligando a pregação das Boas Novas a atividades relacionadas a demônios. Isso traria grandes prejuízos à mensagem a respeito de Cristo. A luz e as trevas não se misturam.

Alguns princípios devam ser observados em relação ao dom de profecia:

a) qualquer crente que tenha experimentado o enchimento do Espírito pode profetizar (At. 2.16-18);

b) a igreja não deve ter o dom profético como infalível (I Jô. 4.1; I Ts. 5.20,21);

c) toda profecia precisa ser avaliada pela Palavra de Deus e contribuir para a santificação da igreja.

Os profetas do NT utilizavam do exercício do Profecia como dom e não como ministério igual aos do AT O último profeta que exerceu como ministério foi João Batista.

fonte:
http://www.ebdweb.com.br/
BAP
Revista EBD

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Profetas maiores e menores


Introdução:
A importância dos profetas orais e escritores
Enquanto que os da tribo de Levi puderam exercer o trabalho ministerial no Templo, juntamente com o sacerdotes, os reis foram homens escolhidos e ungidos por Deus, mas e os profetas? Quem poderia exercer o ministério profético? Qualquer pessoa desde que fosse escolhida por Deus desde o ventre.

Depois do retorno do exílio babilônico e antes do período interbíblico, Israel viveu um de seus piores momentos de toda sua história, pois não foi governado por reis e nem tampouco teve lideres capazes de libertarem de seus opressores, que não foram poucos, por isto caíram constantemente nas mãos dos vários impérios que dominaram na época.

Mesmo nestas condições e neste período negro da história judaica (835 – 400 ac) houve atividade profética em Israel, privilégios este que nenhuma outra nação na época experimentou.


Todos estes profetas que trabalharam neste período foram de maneira poderosa usados por Deus de forma a alcançarem o povo, às vezes, a dureza dos corações impediram os planos Divinos.

Independente das obras, registros, época, condição do povo ou resultados, todos estes profetas tiveram a mesma importância para o sucesso profético em Israel e nenhum deles pode ser considerado maior ou menor que o outro.

Todos se propuseram a fazer aquilo que Deus estava determinando.


OSÉIAS
Toda o teor da pregação de Paulo estava baseada nos escritos da Lei e dos Profetas, pois somente existia estes registros na época, desta forma ele deixava bem claro que estava pregando exatamente o que estava escrito, não omitia e nem incluía uma virgula sequer.

A literatura usada por Paulo se constituía em um composto de 24 livros que correspondem aos nossos 39 do Antigo Testamente assim divididos:

•Lei – Pentateuco na mesma seqüência nossa;.

•Os Profetas - (Anteriores: Josué, Juízes, Samuel e Reis) e os posteriores (os profetas maiores(exceto Daniel) e os menores).

•Os escritos - (Poéticos: Salmos, Provérbios e Jô), (Cinco rolos: Rute, Cantares, Eclesiastes, Lamentações e Ester) e (os Históricos; Daniel, Esdras, Neemias e Crônicas)..


A VOCAÇÃO DOS GENTIOS
Deus precisava com o povo e usou o profeta de uma forma inusitada para ilustrar toda a sua insatisfação com Israel. A história se iniciou com seu casamento. Na cultura oriental os gestos e palavras sempre estavam associados (Is 6”6-7 e Eliseu em II Reis 5”10).


Paulo citou esta passagem (especifica para Israel) como uma metáfora para ilustrar a situação do homem no momento que se entrega a Jesus numa verdadeira conversão. Na época do profeta Oséias a situação de Israel era tão grave ou mais desesperadora quanto a dos gentios que se convertiam com o convencimento do Espírito Santo após as pregações dos apóstolos.


INTERPRETAÇÃO APOSTÓLICA
•Os 2”23 – era uma palavra específica para Israel, mas Paulo a usou para fazer uma comparação com as duas situações dos gentios, sem Deus e com Deus. Mas com que direito ele em citou esta passagem mudando completamente o seu sentido original? Estava ele aproveitando uma situação para criar uma nova interpretação e aplicação para aquela palavra? O certo é que era uma mudança muito radical, que poderia ser ignorada pelos judeus mais ortodoxos, conhecedores do destinatário daquela mensagem.

•Is 10”22 – remanescentes fieis de Israel que Paulo aproveitou para compará-los aos poucos judeus que estavam se convertendo;

•Jeremias e suas profecias antes do exílio – pensamento de paz;

•Is 52 – “servo operando com prudência”

•Oseias e seus filhos – Paulo aproveitou a situação para comparar a situação dos filhos de Oséias, antes desprezados (cap. 1) e depois com os gentios que estavam se convertendo e a situação dos judeus que se convertiam.

fonte:
BAP
http://www.terceira.org.br/attachments/093_Os%C3%A9ias%20-%20Li%C3%A7%C3%A3o%203%20-%20Uma%20fam%C3%ADlia%20perturbada.doc
http://www.ebdweb.com.br/category/licoes/2010/3%c2%ba-trim-10/

terça-feira, 3 de agosto de 2010

A autenticidade da profecia


INTRODUÇÃO
A profecia, devido aos meios de comunicação, está sendo submetida a um rigoroso processo de crivagem sobre a sua autenticidade, processo este nunca visto antes na historia humana. Isto tudo acontece devido ao aparecimento de vários falsos profetas, enganadores, aproveitadores, que ao longo dos tempos contaminaram, confundiram e desiludiram o homem através de suas varias artimanhas.

Na verdade, muitos não entendem que a profecia se tratava de uma habilidade vocacionada, como dom, na vida dos profetas do Antigo Testamento, por isso não dependiam da aprovação ou aceitação humana, pois nunca foi visto ou notado erros nas previsões destes homens de Deus. Tamanha veracidade das palavras são o lastro que autenticam a sua origem.

Mas a grande preocupação quanto a esta autenticidade, é devido ao fato da participação do homem em todo o processo profético, ou seja, o profeta recebia de Deus e entregava ao povo. Este se constitui no maior dos problemas. Se não fosse exercido pelo homem o oficio profético a quem Deus atribuiria esta função:

•Aos jumentos – uma única vez, nunca mais;
•Aos anjos – não poupariam os rebeldes;
•A natureza – já foi usada como instrumento (após a morte de Jesus)
O certo é que seria bem mais fácil acreditarem em outro ser animado ou inanimado que não o homem. É o que vemos hoje, burros, polvos, papagaios. Ninguém questiona estes animais, ainda mais depois de tantos acertos.

Uma prova incontestável da autenticada da profecia encontra-se em Is 55”1, que também nos remete a sua função primordial, no Antigo Testamento, que era re-estabelecer o conserto de Deus com Israel, proporcionando a eles a tão desejada salvação.

Muitas profecias especificas que envolviam reinos e cidades tiveram o seu cumprimento na integra:

•Império babilônico;
•Cidade de Tiro – Ez 19”6-9;
•Cidade de Sidom – Ez 28”21-23;
•Israel, por ocasião das alianças, renovações, advertências e promessa de um Salvador.

PROFECIA MESSIÂNICA – IS 53
a) Apresentação do Senhor – Is 52”13:
A prudência seria um dos pontos marcantes do ministério de Jesus, haja vista, a situação de Israel, que não era propícia para tal ofício, pois o silencio de Deus (período interbiblico ou o chamado período do salve-se quem puder) fora quebrado por João Batista, que por sua mensagem dura e direta não colhera muitos seguidores e admiradores e agora aparecia o Messias com uma mensagem totalmente diferente do seu antecessor. Realmente a prudência foi uma aliada importantíssima do ministério de Jesus.

Por outro lado somos sabedores que Israel não precisava somente de uma visita de seu Deus, pois a Palavra por si só não faria mais efeito no caído povo, teria que ser algo nunca visto antes, milagres, maravilhas, curas, libertações e manifestação do poder e da Graça. Na verdade Deus deu um chute nas vértebras de Israel.


b) Mensagem do Senhor:
O sucesso do ministério profético do Antigo Testamento dependiam somente da capacidade de convencimento dos profetas, pois não havia a pessoa do Espírito Santo atuando na vida do homem para convencê-lo do pecado e do juízo. Ele ainda não havia sido enviado, ou seja, os profetas entregavam as suas mensagens e ficavam, de mãos atadas, esperando o conserto ou o cumprimento da vontade de Deus.

No nosso caso, o máximo que podemos entregar para a humanidade é a Palavra, pois o convencimento do pecado e do juízo está a cargo do Espírito Santo e os sinais, prodígios e maravilhas é atribuição de nosso Senhor Jesus, não cabe a nós realizarmos, pelas nossas próprias mãos, estas maravilhas, somos apenas instrumentos, nada mais.

O ministério terreno de Jesus foi um misto de Palavra e manifestação de poder, algo nunca visto naquela região. Depois do silencio de Deus, estavam sendo alcançados pela misericórdia.

Como então imaginarmos que não aceitaram a Palavra mediante todos estes acontecimentos? A incredulidade foi capaz de impedir que recebessem de bom grado a as mensagens de Jesus.

O certo é que a Igreja e os profetas também seriam crucificados caso estivessem pregando a mensagem nesta época, pois se foram capazes de agirem desta forma com o próprio Messias, que pregou, curou, libertou, ensinou e resgatou, o que dizer então de nós que somente oferecemos a Palavra e nada mais.


c) Aparência, sofrimento, silêncio e crucificação
Nenhuma beleza víamos para que o desejássemos ter como amigo, quanto mais como Senhor e Salvador, humildes, desprezado, sem posses e não despertava interesse em ninguém. Era um homem comum.

O seu maior sofrimento não foi devido a este desprezo percebido por Ele, desde o seu nascimento, infância e juventude., mas sim foi o desprezo sentido nos seus últimos dias, do Getsêmani ao vergonhoso julgamento. Enfrentou seis Instâncias e por todas elas foi considerado inocente, mas foi condenado na sétima, justamente a que não tinha autoridade para julgar. Os julgadores eram exatamente aqueles que Ele havia vindo para salvar, curar e libertar.

O plano agora era humilhar Jesus ao máximo, não era tão somente condená-lo a vergonhosa morte de cruz, mas sim fechariam com chave de ouro com o sepultamento, pois o colocariam com os ímpios e malfeitores.

O certo é que a cruz dava dois passos para trás, quando Jesus dava um ao seu encontro, pois ela não queria ser o instrumento de tamanha injustiça, além é claro de não se achava digna de receber o Filho de Deus, mas recebeu.

Quando intercedeu pelos transgressores, antes de expirar na cruz, Jesus não estava intercedendo pelos criminosos que estavam ao seu lado, já que um deles, que estava no lugar errado na hora certa, fora abençoado com a promessa de salvação. Na visão de Jesus os transgressores eram todos aqueles que não havia recebido a sua Palavra e eram muitos. O trabalho dos apóstolos seria árduo.

Ativação de campos bloqueados


Como ativar campos que estão desativados ao selecionar caixa s/n
Vamos imaginar a seguinte situação:
Um formulário para registrar o recebimento de uma prestação:
Campos:
Conf_rec (caxinha s/n - para confirmar o recebimento)
Data_rec (para informar a data do recebimento)
Valor_rec (para informar o valor recebido)

Quando abrir o formulário os campos data e valor estarão bloqueados. Somente serão ativados quando selecionar a caixinha confirmando o recebimento. Isto impede que valores e datas sejam informadas sem que haja recebimento.

Procedimento:
•Abra o formulário em sua estrutura;
•Acesse a propriedade do formulário;
•Na linha “no atual” (do evento) cole o código abaixo:
if conf_rec = 0 then
data_rec.enabled = false
valor_rec.enabled = false
else
data_rec.enabled = true
valor_rec.enabled = true
end if
•Agora acesse a propriedade da caixinha s/n;
•Na linha “após atualizar” (do evento) cole o código abaixo:
if conf_rec = -1 then
data_rec.enabled = true
valor_rec.enabled = true
else
data_rec.enabled = false
valor_rec.enabled = false
end if

Dinâmica - Avivamento


1ª parte:
Recruta-se um número par de pessoas, o ideal seria o máximo possível, cada uma com uma folha de caderno na mão, e pede para balancá-las bem perto do ouvido do outro bem acelerado, o barulho vai ser ensurdecedor.

Aplicação: todos balançando ao mesmo tempo significa o tipo de avivamento que alguns imaginam, barulho somente e que enche o saco, irrita, atrapalha, isto tem que ser trabalhado durante a dinâmica. Abra um momento para refletirem sobre isto, se concordam ou não.


2ª parte:
Depois peça para amassarem bem as folhas, de preferência, várias vezes. Ao balançarem novamente perceberão que o barulho vai diminuir.