Apresentação da lição em power point

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A travessia do mar Vermelho. Plano de Aula

TEXTO ÁUREO
"O Senhor é a minha força e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus [...]" (Êx 15.2).

VERDADE PRÁTICA
Deus tirou o seu povo do Egito e o conduziu com zelo, proteção e provisão pelo deserto até a Terra Prometida.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – Ex 14.15, 19-26
15 – Então, disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem.
19 – E o anjo de Deus, que ia diante do exército de Israel, se retirou, e ia atrás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles, e se pôs atrás deles.
20 – E ia entre o campo dos egípcios e o campo de Israel; e a nuvem era trevas para aqueles, e para estes clareava a noite; de maneira que em toda a noite não se aproximou um do outro.
21 – Então, Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o Senhor fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas.
22 – E os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco; e as águas foram-lhes como muro à sua direita e à sua esquerda.
23 – E os egípcios os seguiram, e entraram atrás deles todos os cavalos de Faraó, os seus carros e os seus cavaleiros, até ao meio do mar.
24 – E aconteceu que, na vigília daquela manhã, o Senhor, na coluna do fogo e da nuvem, viu o campo dos egípcios; e alvoroçou o campo dos egípcios.
25 – e tirou-lhes as rodas dos seus carros, e dificultosamente os governavam. Então disseram os egípcios: Fujamos da face de Israel, porque o Senhor por eles peleja contra os egípcios.
26 – E disse o Senhor a Moisés: Estende a tua mão sobre o mar, para que as águas tornem sobre os egípcios, sobre os seus carros e sobre os seus cavaleiros.

PROPOSTA
         Hora da partida – mas não de mãos vazias;
         “Calai-vos e vede o livramento”;
         Israel passou o mar aberto e o Egito tentou se aproveitar;
         Cântico de Moisés: o cântico dos redimidos;
         Miriã: uma profetiza com habilidades musicais;
         Israel em uma única voz, cantou e celebrou pela vitória;
         Deus resgatou o povo, guiando-os com cuidado;
         Coluna de nuvem: verdadeira presença de Deus;
         Não murmures com fez Israel no deserto.

INTRODUÇÃO
Seria possível imaginarmos a alegria dos hebreus durante a saída do Egito? Seria possível entendermos o ar de satisfação, de proteção no semblante de cada um? Ou o tom desafiador dos mais ousados e destemidos? Muitos egípcios se esconderam, outros ficaram em suas janelas contemplando o desfile dos vitoriosos e alguns poucos ainda choravam diante de seus primogênitos mortos.

Deus tem o tempo certo de agir. O povo teve que esperar 430 anos até o dia da tão esperada liberdade. O dia chegou e quem traçou a rota de saída foi o próprio Senhor e neste caminho não houve espaço para atalhos, foi o mais longo, pois Deus conhecia o coração dos israelitas e sabia que na primeira dificuldade logo desejariam retornar, haja vista, a rota evitada ser dominada por batalhões egípcios e dos bem armados filisteus. Deus retirou Israel do Egito e cuidou do seu povo todos os dias durante a longa travessia pelo deserto até a entrada da tão sonhada Terra Prometida.

Muito já havia ocorrido com o opressor em suas terras, somente na décima praga o seu coração foi totalmente amolecido, mas faltava ainda algo. O fechamento seria com chave de ouro e se daria em pleno deserto. O que seria da nação, já contabilizados os prejuízos comerciais, materiais e espirituais, diante da inexistência de um grande exercito para protegê-los de ataque externos. Como aquele império ficou vulnerável diante da fatalidade que os acometeu no mar Vermelho, pois muitos soldados foram destacados para aquela missão, há de se supor que a baixa foi drástica e danosa.

Para quem pensava que já houvesse visto de tudo, da parte de Deus, os acontecimentos já na divisa do Egito com a Península do Sinai, foram marcantes, um grande feito, nunca esquecido pelo lado sobrevivente, mas certamente ignorado pelo lado mais afetado. O que houvera acontecido antes “foi somente uma preparação para o que viria pela frente”. Por um momento os hebreus pararam de olhar para a coluna de fogo para olharem para o inimigo e deixaram o temor entrar em seus corações.

A saída da escravidão e o inicio da caminhada foram fatos históricos de repercussão mundial (Js 2.9-13), na época, pois a noticia correu como raio entre as nações, tanto que elas se preparavam para a chegada dos, agora, temidos hebreus, que sem equipamentos jamais erraram o caminho.

Deus preparou uma armadilha para o Egito, que não percebeu. Eles imaginaram que os hebreus estivessem parados, acampados, desiludidos e amedrontados com deserto (Êx 14.2, 9).

I - A TRAVESSIA DO MAR
1. A SAÍDA DO EGITO (ÊX 12.11,37)
Deus retirou com mão forte o seu povo do Egito. Depois de tudo que presenciaram, tanto os israelitas quanto os egípcios perceberam que estavam diante de um milagre divino, um acontecimento sobrenatural. Agora era hora da partida.

O povo já estava preparado para ir embora, todos vestidos e com seus cajados nas mãos. Deixaram o Egito seiscentos mil homens, fora os meninos e as mulheres. Os israelitas não saíram do Egito de mãos vazias. Deus os abençoou de tal maneira que eles despojaram os egípcios (Êx 12.36), aquilo foi uma pequena retribuição por todos os anos de trabalho escravo a que foram submetidos.

Que satisfação! Naquele dia o Egito parou para contemplar o desfile dos vitoriosos, alguns rangiam os dentes de raiva, juravam vingança, outros corriam deles, e alguns desejaram boa viagem, algo do tipo: “vão com seu Deus e sumam da nossa terra”. Alguns pais egípcios, ainda chorando pelas mortes dos seus primogênitos, balançando os lenços e toalhas brancos em suas janelas, como sinal de rendição. Eles, na verdade, estavam meio que timidamente, glorificando o verdadeiro e único Deus.

Os hebreus passavam pelas ruas e desafiavam os egípcios com seus olhares, agora altivos, se sentiam fortes e não demonstraram mais fraquezas. A conversa agora seria diferente. Era como se estivessem gritando em bom e alto som para todos ouvirem: “QUEM MANDOU MEXER COM O NOSSO DEUS”.

A rota escolhida pelo Senhor para a saída do Egito foi a mais longa, pois nem sempre Deus escolhe o caminho mais rápido para nos abençoar. O caminho era o mais longo e difícil para ir, mas também o era para voltar. Se tivessem ido pelo caminho mais curto, certamente eles voltariam rapidamente para o Egito. O objetivo de tal escolha era também evitar que os israelitas tivessem que passar pelo caminho onde estavam algumas brigadas egípcias e dos temidos filisteus, evitando confronto com eles (Êx 13.17). Os hebreus não estavam preparados para lutar, pois ainda estavam acostumados à escravidão. Deus também sabia que diante de qualquer obstáculo o povo iria querer voltar para o Egito.

Seguiram o caminho traçado por Deus, o mais longo, porém necessário, já que para ficar marcado na história de Israel e do Egito deveria ser uma ação grandiosa. Se tivessem seguido pelo caminho curto, de poucos dias, certamente não veriam as grandes operações e manifestações das misericórdias em suas vidas. Quantos milagres deixariam de contemplar sem contar que não teriam a certeza da chamada.

Pelo caminho longo, os egípcios seriam eliminados, os filisteus, seus futuros inimigos, seriam evitados e quando chegassem em Canaã já teriam a experiência e estrutura para suportarem e reprovarem a conduta pecaminosa dos cananeus, sem contar que já teriam forças suficientes para lutarem pelas suas próprias terras.

2. A PERSEGUIÇÃO DE FARAÓ (ÊX 14.5-9)
Israel foi definitivamente apresentado ao mar Vermelho e ao deserto. Enquanto vislumbravam a beleza da paisagem, sem coragem para enfrentá-lo, se deram conta que os furiosos egípcios se aproximavam a passos largos.

O povo estava acampado próximo do mar Vermelho quando o coração de Faraó foi mais uma vez endurecido contra os hebreus (Êx 14.5). Então, Faraó tomou todo o seu exército e saiu em perseguição ao povo de Deus.

Israel ficou apavorado quando viu o exército de Faraó vindo em sua direção. Diante deles estava o mar e atrás um grande exército inimigo. Há momentos em que o Inimigo tenta nos acuar, mas Deus sempre sai em defesa do seu povo, por isso, não tenha medo. Confie firmemente no Senhor e Ele o guardará (Sl 121.1).

Diante da perseguição de Faraó os israelitas mais uma vez clamam ao Senhor (Êx 14.10). Deus novamente ouviu a oração dos hebreus e os socorreu. Ele também responde a súplica que lhe fazemos, por isso ore, clame e veja o agir do Todo-Poderoso em sua vida.

3. A RUÍNA DE FARAÓ E SEU EXÉRCITO (ÊX 14.26-31).
A ordem de Deus foi para que marchassem, mas para onde? Durante aquela noite um forte vento soprou e o mar se abriu. O Senhor providenciou um caminho para os israelitas passarem, e o mesmo caminho serviu de juízo para Faraó e seu exército, pois ele tentou tomar posse de uma bênção que não era para eles. Naquele dia Deus se manifestou sua glória publicamente ao povo de Israel e a todas as nações, ali representada pelos egípcios.

O povo de Deus atravessou o mar e quando os egípcios intentaram fazer o mesmo, o Senhor os destruiu (Êx 14.27,28). Para que o povo não duvidasse, Deus permitiu que os israelitas vissem os corpos dos egípcios na praia (Êx 14.30), assim eles teriam certeza do livramento recebido.

Moisés relatou em seu cântico relatou toda a catástrofe que sobreveio sobre os egípcios no mar Vermelho, em forma de pragas:
1ª) Os cavalos e cavaleiros egípcios forma lançados no mar;
2ª) O mesmo aconteceu com os carros e exército de Faraó;
3ª) Os príncipes do Egito foram afogados no abismo;
4ª) Os abismos cobriram os príncipes do Egito;
5ª) Os príncipes do Egito afundaram como pedra no mar;
6ª) Os egípcios foram despedaçados;
7ª) A grandeza de Deus derrubou os egípcios;
8ª) O Senhor consumiu os egípcios como palha, morreram rápido;
9ª) As águas se amontoaram e as correntes pararam como montões;
10ª) O mar se fechou e os egípcios afundaram como chumbo.

II - O CÂNTICO DE MOISÉS
1. MOISÉS CELEBRA A DEUS PELA VITÓRIA (ÊX 15.1-19).
Diante de tão grande livramento, quem poderia ou ficaria calado? Moisés eleva um cântico ao Senhor em adoração. Esta foi uma forma de agradecer a Deus pelos seus feitos. Um grande louvorzão às margens do mar Vermelho, como nunca houvera sido visto antes.

O cântico de Moisés pode ser dividido em duas partes, sendo a primeira um relato das pragas que acometeram os egípcios em pleno mar Vermelho. A segunda ele se referiu a conquista da terra prometida. “Foi composto para reconhecer a bondade e o inigualável poder do Senhor mediante os quais salvou o seu povo”.

Louve a Deus por tudo que Ele é e por tudo que Ele tem feito em sua vida. Ofereça ao Senhor sacrifícios de gratidão (Lv 22.29) “E, quando sacrificardes sacrifício de louvores ao SENHOR, o sacrificareis de vossa vontade”. Podemos oferecer-lhe nosso louvor e a nossa adoração: "Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios" (Sl 103.2). 

Segundo a Bíblia de Estudo Pentecostal, "o livramento dos israelitas das mãos dos egípcios prefigura e profetiza a vitória do povo de Deus sobre Satanás e o Anticristo nos últimos dias; daí um dos cânticos dos redimidos ser chamado o 'cântico de Moisés' (Ap 15.3) “E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor, Deus Todo-poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos!”

2. MIRIÃ JUNTAMENTE COM AS MULHERES LOUVAM A DEUS (ÊX 15.20,21).
Miriã, a irmã de Arão e profetisa, tomou o tamboril na sua mão, e todas as mulheres, por iniciativa própria, saíram atrás dela com os tamboris e com danças”. Ela não era apenas profetisa (Nm 12.2), tinha habilidades musicais. Segundo a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, a profecia e a música estão frequentemente relacionadas na Bíblia (1 Sm 10.5).

Miriã adorou a Deus juntamente com todas as mulheres. Foi um dia de grande alegria e celebração para Israel. Era impossível ficar calado diante da demonstração do poder de Deus. O Senhor espera que o adoremos por seus atos grandiosos, e que o adoremos em Espírito e em verdade, pois o Pai procura aqueles que assim o adoram (Jo 4.23,24).

3. CELEBRANDO A DEUS.
Todo Israel, em uma única voz, cantou e celebrou a grande vitória. Foi uma alegria coletiva nunca vista antes na história do povo de Deus. O louvor que se podia ouvir de longe. Celebre a Deus individual e diariamente (Sl 100.1), mas também na sua congregação, como um só corpo.

III - A PROTEÇÃO E O CUIDADO DE DEUS COM SEU POVO
1. UMA COLUNA DE NUVEM GUIAVA O POVO DE DEUS (ÊX 13.21,22; 40.36,37).
O Senhor não somente resgatou o seu povo, mas o conduziu de forma cuidadosa durante todo o deserto. Temos um Deus que se preocupa e cuida de nós. O Senhor enviou uma coluna de nuvem para proteger o seu povo. “Deus colocou as colunas de nuvem e de fogo como evidências da sua presença”.

Durante o dia esta coluna fazia sombra para que o povo de Deus pudesse suportar o calor escaldante do deserto (Êx 13.21). Esta coluna, segundo Charles F. Pfeifer, "era um sinal real da verdadeira presença de Jeová com o seu povo". 

Os egípcios ainda estavam assustados com as manifestações de Deus, principalmente a última, na ocasião da morte dos primogênitos e agora contemplavam aterrorizados a coluna de nuvem e de fogo, que não se misturavam, não se encontravam, pois uma agia durante o dia e a outra executava suas funções à noite (Ex 13.21).

Deus mudava sua estrutura, sua forma de agir, ora nuvem ora fogo, mas não o seu caráter. Ele ouviu o clamor do povo e decidiu pela libertação e não revogaria esta sua decisão (Ex 3.9). A saída do Egito era uma benção incondicional, não dependeria da fé, fidelidade ou vontade do povo, mas a entrada em Canaã teria sim as suas condições.

2. DEUS CUIDA DO SEU POVO (ÊX 16.4; DT 29.5).
O Senhor não mudou, Ele cuidou do seu povo na travessia pelo deserto e também cuida de nós em todo o tempo (Hb 13.5). Ele esteve presente durante toda a caminhada de Israel. “As colunas de nuvem e de fogo constituem exemplos de teofania (uma manifestação física de Deus)”. Confie no Senhor e não murmure como fez o povo no deserto, pois o Pai cuida de nossa provisão.

Em o Novo Testamento, Paulo faz uma séria recomendação, a fim de que não venhamos nunca a seguir o exemplo do murmurador Israel (1 Co 10.10). Murmurar é falar mal de alguém ou algo. A murmuração é um grave pecado contra Deus (Fp 2.14).

CONCLUSÃO
Deus livrou seu povo do cativeiro e o conduziu pelo deserto. Na primeira dificuldade que encontraram pela frente também foram ajudados por Deus, na ocasião da abertura do mar Vermelho. O Senhor é fiel, imutável e também cuidará de você até a sua chegada aos céus. Creia no poder providente e protetor do nosso Pai Celestial e confie no seu cuidado e na sua proteção. Estude com afinco a história do povo de Deus, pois ela vai ajudá-lo a não cair nos mesmos pecados dos israelitas.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

FORAM ALCANÇADOS?

1. O que significou a saída e travessia do mar?
2. Por tudo o que Deus fez e faz, somente Ele merece nosso louvor.
3. Deus tem cuidado de seu povo e nos protegido.
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REFERÊNCIAS
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003.

Bíblia de Estudo Temas em Concordância. Nova Versão Internacional (NVI). Rio de Janeiro. Editora Central Gospel, 2008.

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000.

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

CARNEIRO FILHO, Geraldo. As pragas divinas e as propostas ardilosas de Faraó. Disponível em:

LOURENÇO, Luciano de Paula. As pragas divinas e as propostas ardilosas de Faraó. Disponível em: http://luloure.blogspot.com.br/2014/01/aula-05-travessia-do-mar-vermelho_27.html. Acesso em 21 de janeiro de 2014.

Por: Ailton da Silva - Ano V

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

38) A filha de Jairo - segundo os 4 evangelistas


MATEUS 9.18-19; 23-26
  • 18 – Um chefe (um dos principais da sinagoga) adorou Jesus e apresentou o seu problema: sua filha havia falecido (em Mc 5.23 – ele ainda não havia recebido a notícia do falecimento). O nome deste homem não foi mencionado por Mateus. Ele pediu para Jesus impor suas mãos para que sua filha vivesse;
  • 19 - Jesus o seguiu juntamente com seus discípulos;
  • 23 – Sua filha havia falecido, mesmo assim ele foi ao encontro de Jesus. Não julgava o caso encerrado. Parecia tarde demais, mas ainda havia solução para o seu problema. Jesus de longe viu o alvoroço na casa do chefe da sinagoga;
  • 24 – Pediu para que todos se retirassem. Os pranteavam e choravam, riram quando Jesus disse que a menina não estava morta, que apenas dormia;
  • 25 a 2 – O povo saiu, Jesus entrou, pegou a menina e ela se levantou. A noticia se espalhou rapidamente por aquela região

MARCOS 5.21-24; 35-43
  • 21 – Jesus estava acompanhado de uma grande multidão;
  • 22 – Jairo, um dos principais da sinagoga, se prostrou quando viu Jesus. Um homem de coragem, pois pela sua posição mantinha uma estreita relação com os fariseus. Ele não temeu as represálias;
  • 23 – Ele apresentou o seu problema: sua filha estava moribunda;
  • 24 – Jesus acompanhou Jairo juntamente com a multidão;
  • 35 – No meio do trajeto, após ter socorrido a mulher do fluxo de sangue, foram abordados por alguns dos empregados do principal da sinagoga que anunciaram a morte da criança. Eles pediram para que Jairo não importunasse mais o mestre (não havia mais nada o que ser feito?);
  • 36 – Jesus disse a Jairo: “Não temas, crês somente”;
  • 37 – Somente Pedro, Tiago, João e Jairo poderiam acompanhar Jesus;
  • 38 – Quando chegaram viram e ouviram o alvoroço e o pranto;
  • 39 – Jesus usou o sono para diagnosticar a temporalidade da situação da menina. Pronto o alvoroço se transformou em riso, provavelmente os contratados (para chorar) foram os que riram. a família duvido que tenha rido, eles se agarraram naquele fiozinho de esperança.;
  • 40 – Os pais, os três discípulos entraram com Jesus onde a menina estava deitada;
  • 41 – Jesus tomou a criança pela mão e disse: “a ti te digo, levanta-te”;
  • 42 – Ela se levantou e andou. Tinha os mesmos doze anos que a mulher do fluxo de sangue havia sofrido com sua enfermidade;
  • 43 – Jesus pediu para que não contassem nada a ninguém, mas e a multidão que estava do lado de fora, souberam? Segundo o evangelista Mateus a noticia se espalhou rapidamente (Mt 9.26). Jesus não queria exposição.

LUCAS 8.40-42; 49-56
  • 40 – Jesus provavelmente voltando de Gadara, foi recebido por uma grande multidão. Ele estava sendo esperado;
  • 41 – Entre a multidão estava Jairo, príncipe da sinagoga, que prostrando-se rogou  para que Jesus entrasse em sua casa;
  • 42 – Seu problema: sua filha de 12 anos estava quase a morte;
  • 49 – Conforme Mc 9.35, exceto que foi um único mensageiro fúnebre, enquanto que o evangelista Marcos mencionou alguns;
  • 50 – Conforme Mc 9.36, acrescido da expressão: “Será salva”;
  • 51 a 53 – Conforme Mc 9.37-40;
  • 54 – Jesus pegou a menina pela mão, clamou e disse; disse: “Levanta-te, menina”;
  • 55 – O espírito da menina voltou e Jesus pediu para que não contassem nada a ninguém.

PRÓXIMO ASSUNTO: A mulher do fluxo de sangue

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia de Estudo Temas em concordância. Nova versão internacional (NVI). Roswell D. Hitchock. Editora Central Gospel. Rio de Janeiro, 2008.

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva - Ano V

Mar Vermelho



Por: Ailton da Silva - Ano V

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Nome recebidos dos pais ou o do caldeus, qual vocês preferem?


Interpretação do nome conforme recebido de seus pais:
  • Daniel Deus é o meu juiz
  • Hananias - Deus foi gracioso comigo
  • Misael  - Aquele que vem de Deus
  • Azarias Deus é quem me ajuda

A interpretação dos nomes conforme recebido dos caldeus:
  • Beltessazar - Tesouro de Bel ou O depositório dos segredos de Bel
  • Sadraque - Inspiração do SolDeus, autor do mal, seja favorável a nósDeus nos proteja do mal
  • Mesaque - Aquele que pertence à deusa Sheshach
  • Abede-Nego - Servo de Nego, um dos deuses babilônios, talvez o sol, uma estrela movente, ou os planetas Júpiter ou Vênus.

Acho melhor chamá-los pelos nomes recebidos dos pais e não pelos que receberam do invasor idólatra. Mas há de se concordar que os nomes babilônicos são fáceis de guardar. Será que eles gostariam de ser chamados por quais nomes?

Por: Ailton da Silva - Ano V

EXODO 14



Por: Ailton da Silva - Ano V

Passagem do Mar Vermelho

Por: Ailton da Silva - Ano V

Lição 5


Hebreus - O povo que viu o fundo do mar
Mar Vermelho - águas que dividiram duas nações

Por: Ailton da Silva - Ano V

1º culto de jovens do setor 5







 Jovens do Espigão - cooperação




 Cantor Rodrigo de Nova Andradina (MS)


 Dc. William Tombolo - pregador






Culto de jovens do Setor 5 - Álvares Machado (SP), no dia 25 de janeiro de 2014.

Por: Ailton da Silva - Ano V

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014


TEXTO ÁUREO
[...] Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós (1Co 5.7b).

VERDADE PRÁTICA
Cristo é o nosso Cordeiro Pascal. Por meio do seu sacrifício expiatório fomos libertos da escravidão do pecado e da ira de Deus.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – Ex 12.1-11
1 - E falou o SENHOR a Moisés e a Arão na terra do Egito, dizendo:
2 - Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano.
3 - Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês, tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada casa.
4 - Mas, se a família for pequena para um cordeiro, então, tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; conforme o comer de cada um, fareis a conta para o cordeiro.
5 - O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras
6 - e o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde.
7 - E tomarão do sangue e pô-lo-ão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que o comerem.
8 - E naquela noite comerão a carne assada no fogo, com pães asmos; com ervas amargosas a comerão.
9 - Não comereis dele nada cru, nem cozido em água, senão assado ao fogo; a cabeça com os pés e com a fressura.
10 - E nada dele deixareis até pela manhã; mas o que dele ficar até pela manhã, queimareis no fogo.
11 - Assim, pois, o comereis: os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a Páscoa do SENHOR.

PROPOSTA
  • Páscoa para os egípcios: juízo divino sobre eles;
  • Páscoa para Israel: saída, passagem, liberdade;
  • Páscoa para nós: passagem da morte para a vida;
  • Pão sem fermento: não havia tempo, sinal de purificação;
  • Ervas amargas: amarguras e aflições sentidas no Egito;
  • Cordeiro: o sangue do cordeiro aponta para a CRUZ;
  • Cristo, nossa páscoa: nossa alma anseia;
  • Sangue de Cristo: salvação para todos (judeus e gentios);
  • Santa Ceia: memorial da morte redentora de Cristo.

INTRODUÇÃO
Todo o Egito parece ter respirado aliviado após a nona praga, imaginando que tudo houvesse terminado, mas não sabiam que o pior estava por vir. Aquela noite foi uma das mais estranhas da humanidade até então e nunca foi vista outra igual.

O dia em que os atemorizados egípcios olhavam atônitos sem entender o que estava acontecendo. Somente se ouvia, como pano de fundo, os gritos dos desesperados pais que constatavam a morte de seus primogênitos. O anjo do Senhor perdoou somente as casas onde havia o sangue do cordeiro espargido nos umbrais das portas.

Para os hebreus houve vida, sono tranquilo, alegria, bênçãos, luz, famílias unidas, uma festa memorável e puderam contemplar o inicio de um grandioso ministério. Agora para os egípcios houve morte, tristeza, insônia, juízo, trevas, divisão, contemplaram o fim de um reinado e estiveram de luto por muitos dias chorando a morte de alguns inocentes egípcios.

A Páscoa foi instituída pelo Senhor para que os israelitas celebrassem a noite em que Deus poupou da morte todos os primogênitos hebreus, o glorioso e memorável feito que antecedeu a saída do Egito. Nunca deveriam esquecer isto, por isto era dever repassar para as gerações futuras.

A Páscoa é uma comemoração de caráter perpétuo, muito significativa. Uma festa repleta de significados tanto para os judeus quanto para os cristãos. Os judeus deveriam comemorar a Páscoa no mês de Abib (corresponde à parte de março e parte de abril em nosso calendário), cujo significado são as “espigas verdes”.

I. A PÁSCOA
1. PARA OS EGÍPCIOS. 
Para os egípcios a Páscoa significou o juízo divino final sobre o Egito, um grande prejuízo moral e material para Faraó, além de perdas irreparáveis no campo espiritual, pois tanto ele quanto os seus inúmeros deuses cultuados foram afrontados e humilhados. O gigante acordou tarde demais. De nada adiantaria agora refletir.

O Senhor havia enviado várias pragas e concedido tempo suficiente para que Faraó se rendesse, mas ele se mostrou irredutível e não permitiu a saída do povo hebreu.

Deus é misericordioso, longânimo e deseja que todos se salvem (2Pe 3.9b). Porém, Ele é também um juiz justo que se ira contra o pecado: “Deus é um juiz justo, um Deus que se ira todos os dias” (Sl 7.11). O pecado, a idolatria e as injustiças sociais suscitam a ira do Pai. O povo hebreu estava sendo massacrado pelos egípcios e o Senhor queria libertá-lo. Restava uma última praga. Então o Senhor falou a Moisés: “À meia-noite eu sairei pelo meio do Egito; e todo primogênito na terra do Egito morrerá” (Êx 11.4,5). Foi uma noite pavorosa para os egípcios e inesquecível para os israelitas. Alegria para uns e choro para outros. O gigante acordou tarde demais. Bastava ele refletir sobre as perdas.

2. PARA ISRAEL. 
Era a saída, a passagem para a liberdade, para uma vida vitoriosa e abundante, que somente foi conseguida em virtude da obediência cega as determinações de Deus entregues por Moisés. Nenhum hebreu questionou as ordens, pois as nove pragas anteriores fortaleceram a fé deles. As últimas orientações foram para prepararem o cordeiro, o pão sem fermento, passarem o sangue nos umbrais. Também não deveriam sair de casa, deveriam ter os cintos nos lombos, as sandálias nos pés e os cajados nas mãos, pois a qualquer momentos sairiam. Eles deveriam aproveitar o tempo em que Faraó estivesse chorando a morte de seu filho, antes que ele se arrependesse.

Enquanto havia choro nas casas egípcias, nas casas dos judeus havia alegria e esperança. O Egito, a escravidão e Faraó ficariam para trás. Os israelitas teriam sua própria terra e não seriam escravos de ninguém.

Foi para isto que Cristo veio ao mundo, morreu e ressuscitou ao terceiro dia, para nos libertar do jugo do pecado e nos dar uma vida cristã abundante (Jo 10.10).

3. PARA NÓS. 
Como pecadores também estávamos destinados a experimentar a ira de Deus, mas Cristo, o nosso Cordeiro Pascal, morreu em nosso lugar e com o seu sangue nos redimiu dos nossos pecados (1Co 5.7). Para nós, cristãos, a Páscoa é a passagem da morte dos nossos pecados para a vida de santidade em Cristo. No Egito um cordeiro foi imolado para cada família hebréia, enquanto que na cruz morreu o Filho de Deus pelo mundo inteiro (Jo 3.16).

II. OS ELEMENTOS DA PÁSCOA
1. O PÃO. 
Deveria ser assado sem fermento, pois não havia tempo para que o pão pudesse crescer (Êx 12.8,11,34-36). A saída do Egito deveria ser rápida. Aquela seria a última refeição deles como escravos. Para trás ficaria a cultura idolatra e imunda do Egito. A partir daquele momento Deus estava estabelecendo para Israel uma nova forma de viver, de crer e obedecer à risca. A mistura não seria permitida.

A falta de fermento também representa a purificação, a libertação do fermento do mundo. Em o Novo Testamento vemos que Jesus utilizou o fermento para ilustrar o falso ensino dos fariseus (Mt 16.6, 11,12; Lc 12.1; Mc 8.15).

O pão também simboliza vida. Jesus se identificou aos seus discípulos como “o pão da vida” (Jo 6.35). Toda vez que o pão é partido na celebração da Ceia do Senhor, traz à nossa memória o sacrifício vicário de Cristo, através do qual Ele entregou a sua vida em resgate da humanidade caída e escravizada pelo Diabo.

2. AS ERVAS AMARGAS (ÊX 12.8). 
Simbolizavam toda a amargura e aflição enfrentadas no cativeiro. Foram 430 anos de opressão, dor, angústia, quando os hebreus eram cativos do Egito, que deveriam ser esquecidas para sempre. Somente os feitos de Deus deveriam ser lembrados perpetuamente.

3. O CORDEIRO (ÊX 12.3-7). 
Um cordeiro sem defeito deveria ser separado no dia dez de Nisã e guardado até o dia quatorze, sob observação para que fosse atestada a sua pureza e perfeição, então era declarado apto para o sacrifício. No dia certo ele seria imolado e de acordo com o historiador Flávio Josefo, isto se dava “entre as três e cinco horas da tarde, o que é mais uma demonstração de que apontava para a morte de Jesus”.

O sangue do cordeiro morto seria aspergido nos umbrais das portas das casas dos hebreus. Serviu de proteção e foi um símbolo da obediência. A desobediência seria paga com a morte.

O cordeiro da Páscoa judaica era uma representação do “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). O sangue de Cristo foi vertido na cruz para redimir todos os filhos de Adão (1Pe 1.18,19). Aquele sangue que foi derramado no Egito, e aspergido nos umbrais das portas, aponta para o sangue de Cristo que foi oferecido por Ele como sacrifício expiatório para nos redimir dos nossos pecados.

III. CRISTO, NOSSA PÁSCOA
1. JESUS, O PÃO DA VIDA (JO 6.35,48,51). 
Comemos pão para saciar a nossa fome, porém, a fome da salvação da nossa alma somente pode ser saciada por Jesus. Certa vez, Ele afirmou: “Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome” (Jo 6.35).

Os hebreus foram socorridos por Deus no deserto com o maná, o pão que descia do céu, mesmo que tivesse que ser recolhido todos os dias, era a única alternativa para que eles se mantivessem vivos. O instrumento usado por Deus era um só, o maná, enviado em quantidades diferentes todos os dias durante a peregrinação, por isto o maná apontava para Jesus, que é Único que pode saciar a necessidade espiritual da humanidade. Nada pode substituí-lo, da mesma forma necessitamos deste pão divino diariamente. Sem Ele não é possível a nossa reconciliação com Deus (2Co 5.19).

2. O SANGUE DE CRISTO (1CO 5.7; RM 5.8,9). 
No Egito, o sangue do cordeiro morto só protegeu os hebreus, mas o sangue de Jesus derramado na cruz proveu a salvação não apenas dos judeus, mas também dos gentios. O cordeiro pascal substituía o primogênito, justamente nas casas onde não foi encontrado o sangue do cordeiro sacrificado.

O sacrifício de Cristo substituiu a humanidade desviada de Deus (Rm 3.12,23). Fomos redimidos por seu sangue e salvos da morte eterna pela graça de Deus em seu Cordeiro Pascal, Jesus Cristo.

3. A SANTA CEIA. 
A Ceia do Senhor não é um mero símbolo; é um memorial da morte redentora de Cristo por nós e um alerta quanto à sua vinda: “Em memória de mim” (1Co 11.24,25). É um memorial da morte do Cordeiro de Deus em nosso lugar. O crente deve se assentar à mesa do Senhor com reverência, discernimento, temor de Deus e humildade, pois está diante do sublime memorial da paixão e morte do Senhor Jesus Cristo em nosso favor. Caso contrário, se tornará réu diante de Deus (1Co 11.27-32).

CONCLUSÃO
Deus queria que o seu povo Israel nunca se esquecesse da Páscoa, por isso a data foi santificada. A Páscoa era uma oportunidade para os israelitas descansarem, festejarem e adorarem a Deus por tão grande livramento, que foi a sua libertação e saída do Egito. Hoje o nosso Cordeiro Pascal é Cristo. Ele morreu para trazer redenção aos judeus e gentios. Cristo nos livrou da escravidão do pecado e sua condenação eterna. Exaltemos ao Senhor diariamente por tão grande salvação.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

FORAM ALCANÇADOS?

1)    A Páscoa não tem o mesmo significado para todos os povos.

2) Elementos da Páscoa: pão, ervas amargas e cordeiro.

3) Jesus é a nossa Páscoa.


REFERÊNCIAS
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003.

Bíblia de Estudo Temas em Concordância. Nova Versão Internacional (NVI). Rio de Janeiro. Editora Central Gospel, 2008.

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000.

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

CARNEIRO FILHO, Geraldo. As pragas divinas e as propostas ardilosas de Faraó. Disponível em:
http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com.br/. Acesso em 21 de janeiro de 2014.

LOURENÇO, Luciano de Paula. As pragas divinas e as propostas ardilosas de Faraó. Disponível em: http://luloure.blogspot.com.br/2014/01/aula-04-celebracao-da-primeira-pascoa.html. Acesso em 21 de janeiro de 2014.

Por: Ailton da Silva - Ano V