Presidente Prudente (SP),

Apresentação da lição em power point

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

5) A FUGA, RETORNO DO EGITO E INFÂNCIA DE JESUS - segundo os 4 Evangelistas

MATEUS 2”13-22
• 13 – Fogem os três para o Egito, porque Herodes procurará Jesus para matá-lo, mas não pode ser outra nação? Porque o Egito? Fizeram tanto mal aos nossos antepassados? Mal, mas que mal?

a) Os patriarcas e o Egito:
  • Abraão desceu ao Egito para fugir da fome (Gn 12”10);
  • José foi levado ao Egito como escravo para não ser morto pelos seus irmãos (GN 37”20) e precisava contemplar os planos de Deus se cumprindo em sua vida. Isto aconteceria no Egito;
  • Jacó foi ao Egito para reencontrar seu filho e para fugir da fome e solidão, pois seus filhos certamente escolheriam morar no Egito ao lado do irmão do que ficar em suas terra a mercê da fome (Gn 46”5-6). Ou ficariam com o pai? Jacó foi para o Egito, principalmente, para se tornar uma grande nação (Ex 1”9);
  • Moisés foi um caso atípico, pois nasceu entre os hebreus, foi instruído entre os egípcios e fugiu do Egito para não ser preso ou morto. Depois retornou para liderar a saída dos hebreus daquela nação.
b) O que aconteceria com os patriarcas caso não tivessem conhecido o Egito:
  • Abraão teria morrido de fome;
  • José teria sido morto e jamais a exerceria a autoridade sobre seus irmãos;
  • Jacó morreria de fome, não reencontraria seu filho predileto, viveria na solidão. A decisão de ir ao Egito lhe daria seu filho de volta ou o faria perder os outros onze (Gn 46”1-3) e principalmente não se tornaria a grande nação (Ex 1”9);
  • Moisés não seria grandemente usado por Deus para libertar o seu povo do Egito.
c) O Egito foi para eles um lugar de descanso, sustento, fortalecimento, afirmação, crescimento para depois se submeterem a vontade de Deus. Como eles voltaram?
  • Abraão foi com fome e voltou rico (Gn 13”1-2). O Egito deu sustento e posses para Abraão (Gn 12”16);
  • José foi com medo, humilhado e se tornou um grande administrador. Os hebreus quando saíram do Egito levaram os seus ossos (Ex 13”19). Havia sido um pedido especial dele, pois sabia que um dia Deus os visitaria e tiraria daquelas terras. O Egito deu a autoridade para José exercer sobre seus irmãos e sobre todos os hebreus. Isto somente foi possível no Egito;
  • Jacó foi com incertezas, curioso, com medo e ansioso por reencontrar seu filho após tantos anos de separação (foi preparado pois o veria vestido como um egípcio, tinha na mente a lembrança da túnica colorida, que deu tanta briga e confusão), mas saiu como uma grande nação, respeitado e temido pelas nações vizinhas. O Egito deu este reconhecimento e status para Israel;
  • Moisés foi com medo de ser preso ou de represálias pelo seu crime, mas voltou como uma grande autoridade, representante de Deus no Egito, respeitado entre os hebreus e egípcios. Aquela nação deu o conhecimento e autoridade para Moisés exercer o seu ministério.
• 15 – “Do Egito chamei meu filho” e chamou também os filhos (Abraão, José, Jacó e Moisés), pois ali não era lugar para eles viverem;

• 16 – Herodes percebeu que havia sido enganado (o plano de Deus foi melhor elaborado que o dele), por isto irou-se e ordenou a matança dos menores de 2 anos, pois levou em consideração o tempo em que havia estado com os magos. Jesus já estava longe (provavelmente fez uso dos presentes dos magos para financiarem a fuga e estadia para o Egito);

• 19 – 20 – “Sai daí”. Assim como Abraão, Jacó, os ossos de José e Moisés saíram e voltaram para darem continuidade aos planos de Deus;

• 21 – 23 – O caminho de volta está livre. Para Jerusalém, a fim de tentarmos a vida na cidade grande e próspera? Não, vocês vão para a Galiléia, para Nazaré.


MARCOS
• Não há registros

LUCAS 2”21-52
• 21 – Aos oito dias Jesus foi circuncidado e recebeu o seu nome, que fora dado pelo anjo e não pelos pais, como era costume dar na ocasião da circuncisão. Assim como aconteceu com João Batista, não adianta outros desejarem renomear o que Deus já nomeou (Jo 15”16 – “eu vos nomeei”). Não há necessidade de renomeação;

• 22 – 24 – Por ser o primogênito foi levado, apresentado e consagrado conforme determinava a Lei (resgate dos primogênitos). Ofertaram um par de rolas e dois pombos, escape previsto por Moisés para as famílias que não tivessem condições financeiras para ofertar um cordeiro;

• 26 – Simeão recebeu a revelação que não morreria antes de ver o Messias. Da mesma forma como foi revelado a João Batista, que aquele a quem ele visse o Espírito repousar, este seria o que batizaria com o Espírito Santo;

• 29 – “Agora, Senhor, pode despedir em paz o teu servo, segundo a tua palavra”. Despedir? Encerrar a carreira?, o ministério ou o turno (Lc 1”9)? Levá-lo em paz para casa, aposentadoria ou ele pediu a morte?

• 33 – De novo Maria e José se maravilharam daquelas palavras. O que teria de tão especial neste menino?

• 34 – 35 – Queda, elevação, sinal, espada, alma, pensamento e corações. Instrumentos, circunstancias, conseqüências e campos de atuação de Jesus;

• 38 – Uma mulher, de 84 anos, que não se afastava do Templo, vida de jejuns e orações. Glorificava a Deus e falava a todos que esperavam a redenção em Jerusalém (somente aos que esperavam);

• 39 – Jesus cumpriu tudo o previsto na Lei e voltaram para Nazaré;

• 40 e 52 – O menino crescia e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria e a graça de Deus estava sobre ele;

• 41 – 42 – Como zelos, Jesus, foi com seus pais a Jerusalém para comemorarem a Páscoa, mas caso quisesse poderia ter se recusado? Poderia ficar sozinho em casa? Com esta idade os filhos não precisavam voltar com os pais, poderiam se misturar em outras partes das caravanas, por isto que os pais ficaram despreocupados na volta, pois pensaram que Ele estivesse no meio da caravana;

• 43 – Jesus não voltou, ficou em Jerusalém, gostou da casa do Pai;

• 46 – Em uma cidade tão grande e alvoroçada pela festa, cheia de visitantes, mas foi tão fácil encontrar Jesus no Templo, entre os ditos conhecedores da Lei;

• 47 – Não tinha como não se admirarem da inteligência e respostas. Seus pais quando o viram entre os doutores se maravilharam ainda mais;

• 49 – As respostas admiráveis de Jesus ainda continuavam: “vim tratar dos negócios de meu Pai”;

• 51 – O coração de Maria deveria estar cheio de muitas “coisas” (Lc 1”29; 2”19; 2”51) todas bem guardadas.


JOÃO
• Não há registros

PRÓXIMO ASSUNTO: MINISTÉRIO DE JOÃO BATISTA

Por: Ailton da Silva

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