Apresentação da lição em power point

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Uma igreja autenticamente pentecostal. Plano de Aula

EVANGELIZAÇÃO É A CAUSA DAS CAUSAS
RELIGIÃO DO CAMINHO, DO MOVIMENTO, DA AÇÃO
ORTODOXIA SEM ORTOPRAXIA É VERDADE SEM VIDA
MISSÃO: FAZER DISCÍPULOS OU APRESENTAR PLACAS?
MATÉRIA PRIMA PARA ESPECULAÇÕES DOUTRINÁRIAS?
ADJETIVO PENTECOSTAL VERSUS TRADIÇÃO PENTECOSTAL
MISSÃO IMPERATIVA, INTRANSFERÍVEL E IMPOSTERGÁVEL
ORDENS CLARAS E DIRETAS OU MENSAGENS SUBLIMINARES?


INTRODUÇÃO
Temos ou não temos as características de uma igreja autenticamente pentecostal? Mas quais são os requisitos necessários para que uma igreja seja reconhecida como autenticamente pentecostal? Muitas igrejas, em nossos dias, são abertas com um adjetivo pentecostal, no entanto, muitas delas sequer apresentam alguns traços da tradição pentecostal, vistos em seus costumes, liturgia e outras características inerentes ao verdadeiro pentecostalismo.

O evangelismo, missões, discipulado, ensinos sistemáticos, socorro aos necessitados, o bem-estar espiritual, o cuidado com a alma, o conforto espiritual, a orientação, o afeto e a gloriosa esperança da volta de Jesus são as características marcantes de uma igreja autenticamente pentecostal.

A ordem de Jesus aos seus discípulos foi clara e direta (Mc 16”15-18):
• Ele não rodeou;
• Não usou de subterfúgios;
• Não usou mensagens subliminares;
• Não deixou sombras ou variações de dúvidas;
• Não deixou material farto para estudo, revelação ou matéria prima para especulação doutrinaria.

Ele declarou o alvo, destacou a responsabilidade e comissionou à igreja uma grande tarefa, fazer missões. Esta é a sua principal função nesta Terra, tanto que todos os outros trabalhos possuem as suas importâncias espirituais e materiais, mas não tanto quanto o cumprimento destas ordens.

No entanto é bom destacarmos que este trabalho deve ser com qualidade e não e tão somente norteado pela necessidade de aumento da quantidade de congregados, mas sim de discípulos que imitem Jesus (Jo 8.31), ou seja, a finalidade destas ordens não é cristanizar o mundo, espalhar aleatoriamente a semente da Palavra, de modo desordenado, cumprimento de metas humanas estabelecidas por placas, mas sim fazer com que os futuros discípulos abandonem o mundo e seu sistema malígno e imoral.

I. EVANGELIZAÇÃO, MISSÃO DA IGREJA PENTECOSTAL
1. O imperativo da evangelização.
Pregar, fazer discípulos, batizar e ensinar são as 4 principais ações da igreja (Mt 28”19-20). Isto não é uma opção, escolha ou motivo de louvor quando priorizada, mas sim faz parte da vocação da igreja, de sua chamada, é o seu norte, a sua direção excelente, que não pode ser esquecida ou desprezada. Tanto é que esta ordem foi registrada pelos 4 evangelistas, inclusive nos relatos lucanos ela foi destacada como a principal função daqueles que logo se tornariam pregadores e testemunhas de Jesus ressurreto, primeiramente em Israel e depois em todo o globo. O não cumprimento destas ordens caracteriza desobediência e infidelidade a Cristo.

Quando os cristãos têm consciência que a tarefa primordial da Igreja é a evangelização, passam a entender que sua existência gira em torno desta missão. Para entendermos a importância da missão evangelizadora da igreja devemos compreender o significado de evangelho:
• O evangelho é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê (Rm 1:16);
• O Evangelho é a mensagem de fé que pregamos (Rm 10:8);
• O Evangelho é a palavra da cruz, loucura para os que perecem, mas para os que são salvos, poder de Deus (1Co 1:18);
• O Evangelho é a notícia do perdão de Deus oferecido aos pecadores. As boas novas de grande alegria para todo o povo ( Lc 2:10).

2. A evangelização como fator de crescimento.
O principal objetivo do batismo com o Espírito Santo é capacitar a Igreja para pregar o Evangelho de poder, com poder, ou seja, uma dotação sobrenatural com propósito e não um fim em si mesmo. Mas, como pregar o Evangelho? O evangelismo de abordagem pessoal e as cruzadas ou concentrações evangelísticas foram os dois métodos de evangelização utilizados e bem marcantes ao longo destes 100 anos de existência assembleiana.

Nossos fundadores sempre primaram pela evangelização e obra missionária, nunca mediram esforços para cumprirem as ordens de Jesus.

Assim nasceu a Assembléia de Deus, com um grupo excluído arbitrariamente e potenciais engessados da congregação batista, caso tivessem valorizado a placa.

Livres então do gesso doutrinário, saíram cheios do Espírito Santo, evangelizando os lugares antes temidos, pelos então aceitos e respeitados ministérios existentes.

Depois de ter consumado a obra da redenção do homem no Calvário (João 19:30) e após ter passado quarenta dias dando prova da Sua ressurreição aos discípulos e falado a respeito do reino de Deus (At 1:3), Jesus explicitamente determinou qual seria a tarefa principal da Igreja. O assunto principal da Igreja é a salvação do homem na pessoa de Jesus Cristo. É para isto que ela existe.

3. O discipulado.
Discipular (ação, ir atrás de), é um dos mais importantes trabalhos da igreja, pois é o complemento da evangelização e consiste em oferecer condições para que os novos convertidos se tornem autênticos seguidores de Jesus. Nada mais é do que ensinar a Palavra de Deus aos que aceitaram Jesus como Salvador, para que dêem o fruto do Espírito, ou seja, tenham um novo caráter, uma nova maneira de viver que os levem a glorificar o Pai.

A igreja, além de evangelizar, tem por função o aperfeiçoamento dos santos, através da promoção do ensino da sã doutrina, que também é uma ordem imperativa de Jesus (Mt 28:19).

O discipulado é necessário, pois se trata do acompanhamento e ensino aos novos convertidos, levando-se em conta suas dificuldades iniciais para entenderem plenamente as principais doutrinas bíblicas.

À medida que uma pessoa é discipulada, ela também é doutrinada à luz dos conceitos teológicos daquele que a discipula. Foi exatamente isto que Barnabé e Saulo fizeram na igreja missionária de Antioquia, a primeira formada por gentios. Como estes crentes não partilhavam das promessas de Deus, como os judeus (Rm 9:4,5), havia necessidade de instruí-los nas Escrituras, para que aprendessem o que é servir a Deus. As conversões realmente foram reais e atestadas por Barnabé, mas somente isto não era insuficiente para que pudessem transformar o propósito em realidade, havia necessidade do discipulado. Assim, os primeiros convertidos a fé cristã relatados no Novo Testamento, perseveravam na doutrina dos apóstolos (At 2.42).

O ensino é uma das principais características do discipulado. O ensino no discipulado precisa ser com autoridade. A autoridade de quem ensina não está no cargo ou posição, mas na vida de obediência à Palavra.

II. A MISSÃO EDUCADORA DA IGREJA PENTECOSTAL
1. Jesus e o ensino da Palavra.
Embora a principal missão de Jesus aqui na terra tenha sido dar a vida em resgate de muitos (Jo 3.14), sua vida terrena não limitou-se apenas ao sacrifício do calvário. Ele dedicou também grande parte do seu ministério, ao ensino da Palavra de Deus (Mc 2:1,2; João 3:3-21; At 1:1).

Por esta razão foi constantemente chamado de Mestre. Até mesmo aqueles que foram prendê-lo se maravilharam pela autoridade e forma como falava (Jo 7.46). A sua intenção, com o ensino, era justamente que o povo contemplasse tamanho conhecimento e autoridade, nunca vistos antes.

O certo é que se Jesus ocupasse todo o tempo de seu ministério com a pregação, sinais e milagres, certamente não teria encontrado sucesso ante a gritante rejeição de Israel (João 1:11).

Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, ensinar consiste em:
• Repassar ensinamentos sobre, ou sobre como fazer;
• Doutrinar;
• Lecionar;
• Transmitir experiência prática;
• Instruir por meio de exemplos;
• tornar conhecido e familiar;
• Dar lições a;
• Instruir;
• Mostrar as conseqüências ruins de seus atos;
• Mostrar com precisão;
• Indicar.

A palavra deriva do latim (insigno), cujo significado é:
• Pôr uma marca;
• Distinguir;
• Assinalar.

Uma igreja pentecostal deve dedicar-se ao ensino da Palavra, assim como Jesus também dedicou boa parte de seu ministério terreno. Esta dedicação deve ser da forma mais didática possível, através da pesquisa, do manuseio e do estudo da Palavra.

Uma Igreja que prima pelo ensino é menos suscetível a falsos ensinos e profetas e não sucumbe aos ventos de falsas doutrinas que muito se espalham em nossos dias.

2. O exemplo da Igreja de Antioquia.
a) O exemplo de Barnabé:
• Barnabé confirmou a conversão de Saulo ao apresenta-lo aos apóstolos em Jerusalém (At 9”27);
• Entendeu como sendo genuínas as conversões dos gentios (At 11”23);
• Recrutou Saulo, para que o auxiliasse no ensino (At 11”25-26).

b) A igreja de Antioquia:
O ponto de partida das 3 primeiras viagens de Paulo foi Antioquia da Síria (a moderna Antakya, na Turquia). A cidade distava cerca 500 quilômetros de Jerusalém e gozava de posição estratégica favorável para missões.

Localizava-se na divisa entre os três mundos culturais da época, o grego, romano e o semita. Era a terceira cidade do Império Romano, vindo depois de Roma e Alexandria. Antioquia ocupa um importante lugar na história do cristianismo, pois foi onde Paulo pregou o seu primeiro sermão (numa sinagoga), e foi também onde os seguidores de Jesus foram chamados pela primeira vez de Cristãos (At 11.26).

Essa Igreja começou no anonimato. Os fundadores da igreja de Antioquia eram de Chipre e de Cirene, os quais entrando em Antioquia pregaram aos gregos, anunciando o Senhor Jesus. Até então o evangelho era pregado somente aos judeus. Estes gregos creram em Jesus e o número deles crescia a cada dia. Assim nasceu a igreja dos gentios.

Durante 1 ano, houve o ensino da Palavra a Igreja de Antioquia. O resultado daquele trabalho não poderia ter sido melhor:
• A vida deles passou a ser muito semelhante a de Jesus, bem diferentes dos demais moradores de Antioquia;
• Foram transformados em provas vivas do que o Evangelho pode produzir nas pessoas.

Após este período de ensino, os demais moradores notaram a diferença nos conversos e como conseqüência começaram a chamá-los de cristãos, isto é, parecidos com Cristo, semelhantes a Cristo (At 11:26). Eram os homens glorificando ao Pai que está nos céus (Mt 5:16). Era o resultado do ensino da Palavra.

A ordem profética de pregarem até aos confins da terra estava caminhando rapidamente para o seu cumprimento. A igreja de Antioquia da Síria tinha fome por missões. Essa igreja entendeu missões como razão de sua existência.

Aquela Igreja estava bem servida de ensinadores, Barnabé e Saulo. Por isto a visão daqueles crentes não era mais voltada para a cidade, região ou continente, mas ia muito além. A igreja enxergou a necessidade dos gentios, dos judeus dispersos e acima de tudo, ouviu os gritos dos confins da terra, que clamavam e esperavam pela salvação em Jesus.

A igreja, filha de Jerusalém e da perseguição, tornou-se a mãe de tantas outras igrejas, como resultado do seu esforço de enviar e suportar tantos missionários.

3. A ortodoxia do ensino bíblico.
A palavra ortodoxia significa absoluta conformidade com um princípio ou doutrina bíblica. Todo ensino bíblico-doutrinário deve estar de acordo com a mensagem divina revelada na Bíblia Sagrada.

A ortodoxia e a ortopraxia (prática cristã correta), se completam, pois para que haja uma real ortopraxia, é preciso a ortodoxia, ou seja, é necessário que o conhecimento seja materializado em uma vida de santidade. Para que isto venha a acontecer o ensino deve ser ortodoxo.

Quando Jesus declarou aos discípulos que edificaria sua igreja (Mt 16.18), sobre um fundamento e colunas, estava se referindo as doutrinas bíblicas fundamentais, as quais dão sustentação a este edifício espiritual (I Co 3.9,10,16). A Igreja é edificada sobre o fundamento dos apóstolos (ensino) e dos profetas (revelação), do qual Jesus é a principal pedra de esquina (Ef 2.20).

a) Entendemos doutrina como:
• Conjunto de idéias fundamentais (fundamentadas em algo, rocha);
• Manifestação da vontade de Deus para os homens;
• Ensino de Deus aos homens a partir de sua Palavra;
• Vem do alto, vem do céu (Dt 32”2 – goteje a minha doutrina);
• Chuvisco do orvalho sobre a relva, pois o gotejo mantém a vida renovada;;
• Não pode ser modificada pela igreja, pois ela não tem autoridade para tal;
• Ela tem um peso (peso de cruz).

b) Entendemos coluna como:
• Uma pela que tem o papel de sustentar algo que está acima dela;
• Deve estar em posição vertical, de pé;
• Não pode dobrar-se ou curvar-se;
• Deve estar firme para manter o peso (a verdade) que está acima dela;
• Deve estar fundada em um solo forte, resistente, rocha;
• Não pode estar no lodo.

Na verdade, a Bíblia declara que ninguém pode colocar outro fundamento além do que já está posto. Devemos fielmente preservar aquilo que temos recebido da parte do Senhor. Uma igreja verdadeiramente pentecostal é aquela que se mantém em tudo fiel à sã doutrina bíblica.

A Igreja do Deus vivo é um povo santo, separado do pecado e do mundanismo, é a demonstração viva e santa da Verdade do evangelho. Seu papel é o de sustentar, manter e defender a Verdade contra todo erro e oposição intelectual, religiosa e filosófica dos falsos mestres. A Verdade foi confiada à Igreja, e todo erro e heresia devem ser refutados por ela (1 Tm 6.3-5; 2 Tm 2.18; 3.8; 4.4). O grande espaço educativo das igrejas pentecostais continua sendo a Escola Bíblica Dominical.

c) Ensino e o louvor – Mt 14”13-21
Se levarmos em consideração que o resultado final da multiplicação foi proporcional a quantidade de pães e peixes apresentados (5 e 2), certamente foi oferecido ao povo uma quantidade bem maior de pão do que de peixe.

Neste episodio ficou bem claro que houve fartura de um e cuidado com o outro, ou seja, os pães foram multiplicados para saciar a fome do povo, mas com os peixes a historia foi diferente, havia um perigo.

Os 5 pães e 2 peixes simbolizam a Palavra e o louvor, respectivamente e neste caso, Jesus, além de atender aos necessitados, mostrou a sua igreja que a sua Palavra pode saciar a fome da humanidade, por outro lado o louvor sim, é necessário, mas devemos ter um certo cuidado, não podemos comer a vontade, de qualquer jeito.

III. A IGREJA PENTECOSTAL NÃO DEVE DESCUIDAR DO SERVIÇO SOCIAL E DA COMUNHÃO
1. O serviço social.
A igreja, na sua dimensão local, é um grupo social, que diariamente mantém suas relações com os demais homens, não podendo se separar dos demais. Prova disto foi Jesus ter pedido ao Pai que livrasse seus discípulos do mal e não que os tirassem do mundo.

A evangelização e a assistência social devem caminhar a passos largos e juntas, fazem parte da missão integral da Igreja, pois somos chamados à isto. Jesus andava por toda parte pregando, anunciando o evangelho, fazendo o bem (Lc 8.1; At 10.38), curando, atendendo, ouvindo, socorrendo e confortando a todos.

A missão assistencial da Igreja no mundo é a continuação da obra iniciada por Jesus. Assim como o Senhor jamais se esqueceu dos pobres, a Igreja não deve desprezá-los (Lc 4.18,19). O imperativo da Grande Comissão inclui, na essência da mensagem do evangelho, o atendimento às pessoas necessitadas (Mt 25.35-40; Jo 13.14,15).

Ao efetuar ação social, a Igreja mostra ao mundo que é um povo especial, zeloso de boas obras, é a agência do reino de Deus na Terra. Comprova, com fatos, que Jesus ama e veio salvar a humanidade. Jesus considerou como um dos dois mandamentos a que se resumia a lei e os profetas (Mt 22:39,40).

2. Atender aos necessitados.
Ajudar aos necessitados, tanto do ponto-de-vista material quanto espiritual, é um dos elementos do serviço cristão, é uma característica da igreja autenticamente pentecostal. Há quem pense que a assistência social não faz parte da missão da igreja, mas esse é um pensamento equivocado. Deus espera que socorramos os domésticos da fé, de forma que não haja, em nosso meio, necessitados.

Jesus disse que sempre haveria pobres sobre a face da Terra (João 12:8), não fugindo desta realidade nem mesmo aqueles que pertencem à igreja, como nos mostra o episódio que levou à criação do diaconato (At 6:1-3).

O crescimento saudável da igreja é visto pela intensidade de seu serviço prestado ao mundo, como prova concreta do amor de Deus. Esta dimensão envolve o impacto que o ministério reconciliador da igreja exerce sobre o mundo e o seu grau de participação para ajudar na resolução dos conflitos ou para encorajar diante dos inúmeros temores existentes. A esperança da sociedade aumenta justamente no momento em que a igreja, através do atendimento aos necessitados, alivia a dor humana e auxilia na transformação das condições sociais que têm condenado milhões de homens, mulheres e crianças à pobreza.

Sem este serviço a igreja perde sua autenticidade e credibilidade como agência do Reino de Deus neste mundo, pois somente será respeitada e terá crédito a medida que tornar visível a sua vocação, a que foi chamada.

Tiago, falando sobre o papel social da igreja, afirma que a fé sem obras é morta (2.17). A Igreja está no mundo para ser social, ou seja, evangelização e responsabilidade social caminham de mãos dadas. Isto é fundamental no Crescimento Integral do Corpo de Cristo.

3. Comunhão.
A comunhão, antes de tudo, exige um esforço de compreensão, humildade e resignação. O orgulho e a altivez são inimigos de uma Igreja que busca a união.

Comunhão é o sentimento de unidade que leva os cristãos a se sentirem um só corpo em Cristo Jesus. Tendo como vínculo o amor, a comunhão cristã desconhece distinções sociais, culturais e nacionais. Agora somos um em Cristo. Não basta amar o próximo como a nós mesmos, temos de amá-lo como Jesus nos amou.

É a principal característica de uma Igreja pentecostal. É a sua marca perante a humanidade. Pela comunhão, a Igreja mostra-se como um povo perante os demais seres humanos e, graças a ela, pode cumprir todas as tarefas determinadas.

É o vínculo que interliga sinergicamente os cristãos uns aos outros (comunhão horizontal), a Cristo (comunhão vertical).

Pela comunhão compartilhamos graciosamente, combatemos o egoísmo, cooperamos na obra, praticamos a fé e temos comunhão com o Espírito de Deus.

Esta expressão é típica da Igreja, tanto que somente é encontrada nas Escrituras Sagradas no Novo Testamento, mais especificamente, após a inauguração da Igreja a partir do Pentecostes, subsequente à ascensão de Jesus.

O segredo para o rápido crescimento da Igreja Primitiva, formada por dois povos, judeus e gentios, foi a comunhão entre eles. A Igreja somente progrediu mediante a unidade entre seus membros. Sem comunhão entre os membros não há crescimento, fruto da evangelização.

Conclusão
Uma Igreja autenticamente pentecostal não é caracterizada somente pela manifestação do batismo com Espírito Santo e do falar em línguas estranhas. Ela evangeliza, discipula, ensina, comunga, socorre os necessitados e mantém os seus membros em comunhão, ou seja, cumpre sua missão de forma integral.

Resumo extraído do conteúdo proposto na lição 11 (Revista Lições Bíblicas) e dos subsídios disponibilizados nos sites abaixo:

http://auxilioebd.blogspot.com – acesso em 05/06/2011
http://www.subsidioebd.blogspot.com/ - acesso em 06/06/2011
http://www.altairgermano.net/ - acesso em 06/06/2011
http://luloure.blogspot.com/ - acesso em 06/06/2011
http://rxisaias.blogspot.com – acesso em 07/06/2011

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